IFE.TEX 91

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 91 – publicado em 11 de julho de 2022.

IFE: Informativo Eletrônico de Tecnologias Exponenciais – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 91 – 11 de julho de 2022
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética e ESG
1
60% das grandes empresas paulistas aumentaram os requisitos ESG para fornecedores
2 Climatempo aborda os impactos na transição energética
3 EUA: Energias renováveis contribuem para crescimento do emprego no setor de energia
4 Como disponibilizar energia limpa e acessível para todos?
5 Índia explora potencial de energia renovável
6 EUA: Decisão da Suprema Corte pode retardar transição energética
7 DOE lança financiamento para transformar minas em centros de energia limpa
8 Noruega tem oportunidades importantes para avançar em sua transição energética
9 Custo de novas energias renováveis aumenta temporariamente com a inflação

Geração Distribuída
1 Financiamentos para geração própria de energia solar sobem 58% até abril no Sicredi
2 Peru: SPR exige emissão de regulamento para geração distribuída
3 Espanha: Novo acordo EiDF-Sinia para financiar a construção de 15 instalações industriais de autoconsumo

Armazenamento de Energia
1 EUA: Aumento nas filas para interconexão de projetos de armazenamento
2 A Alemanha fornece ao armazenamento de energia uma definição legal
3 Espanha: A Comunidade Valenciana dobra ajuda para autoconsumo e armazenamento de energia

Veículos Elétricos
1 Brasil: Vibra, Raízen e Ipiranga planejam aumentar a rede de eletropostos
2 Empresas aumentam a oferta de modelos elétricos no Brasil
3 Debate aponta caminhos para viabilizar transporte coletivo elétrico no Brasil
4 PG&E instala carregadores de veículos elétricos em escolas

5 Baseload Power Corporation recebe financiamento para rede de carregamento de VE
6 Residentes de Seattle podem solicitar um carregador de VE na rua em que moram
7 Siemens e VW investem em rede pública de carregamento ultrarrápido de VEs
8 Grupos buscam entender as ameaças ao sistema de energia com integração de VEs

9 Empresas lançam projeto de integração de rede inteligente de VEs na Alemanha

Gestão e Resposta da Demanda
1 Famílias serão pagas para usar energia fora do horário de pico no Reino Unido
2 PG&E e Tesla lançam programa para aumentar a confiabilidade da rede na Califórnia

Eficiência Energética
1 União Europeia: BEI financiará habitações com eficiência energética
2 Índia: Aumento da eficiência energética é fundamental para as metas climáticas
3 UE: O financiamento da eficiência energética aumentará a segurança energética
4 ABB colabora com a Microsoft em eficiência energética

Microrredes e VPP
1 Agências de gestão de águas residuais e gestão de resíduos da Califórnia planejam implementar microrrede
2 EUA: Califórnia anúncia nova resolução que fornece mais segurança para a conexão de microrrede à rede

Tecnologias e Soluções Digitais
1 Austrália inova na digitalização da infraestrutura de energia
2 Financiamento é disponibilizado para soluções de interoperabilidade na UE
3 EUA e UE declaram objetivos para a implantação de termostatos inteligentes na Europa

Segurança Cibernética
1 Preços de seguros cibernéticos devem aumentar para empresas de energia
2 Hackers russos atacam empresa privada de energia ucraniana
3 Ataques de ransomware aumentam em Oregon

Eventos
1 Webinar: Data Driven Utility, A Concessionária do Futuro!

Artigos e Estudos
1 Artigo GESEL: “Distribuidora de energia elétrica do futuro”
2 Artigo GESEL “A centralidade da sustentabilidade na agenda ESG: perspectivas para o setor elétrico em transição”
3 Artigo GESEL “Impactos das mudanças climáticas no setor elétrico: O papel da geração distribuída e do armazenamento de energia”
4 Whitepaper do BNEF: Financiando a ambição de energias renováveis da Índia em 2030

5 Relatório IRENA: “Republic of Palau: Renewable Energy Roadmap 2022-2050”


 

 

Transição Energética e ESG

1 60% das grandes empresas paulistas aumentaram os requisitos ESG para fornecedores

No estado de São Paulo, 60% das grandes companhias aumentaram os requisitos ESG na hora de contratar fornecedores. A constatação foi apontada pela pesquisa Rumos ESG na Indústria Paulista, uma parceria entre a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a FIA Business School. Apesar da maior rigorosidade nos requisitos, tais condições só são cumpridas por 30% dos fornecedores. Três quartos das grandes empresas entendem que a prática faz parte integral das metas estratégicas do negócio. O cenário, no entanto, não se repete de forma tão clara em médias e pequenas companhias, com 59% das médias e 41% das pequenas colocando o ESG como algo central em suas estratégias de mercado. A apresentação da pesquisa pode ser acessada por este link. (BroadCast Energia – 29.06.2022)

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2 Climatempo aborda os impactos na transição energética

As temáticas relacionadas às mudanças climáticas, risco climático e sustentabilidade nunca estiveram tão em alta como atualmente e este é o tema do novo Boletim da Climatempo, disponível na Biblioteca do Portal CanalEnergia. De acordo com o Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, para que tenhamos um futuro mais seguro e estável do ponto de vista ambiental, é necessária uma transição para uma economia de baixo carbono. De acordo com o boletim, diante de tamanha responsabilidade, metas e compromissos com a humanidade, as empresas precisam se organizar e se preparar para fazer sua parte. Sendo assim, em vista de incentivar e orientar as empresas a divulgarem informações relacionadas ao risco climático, no qual estão inseridas, foi criado o Task Force on Climate-Related Financial Disclosures (TCFD). A TCFD tem o objetivo de fazer com que as empresas avaliem os riscos e oportunidades financeiras relacionados às mudanças climáticas, de modo que estes sejam incorporados na gestão de risco e planejamento da companhia. (CanalEnergia – 29.06.2022)

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3 EUA: Energias renováveis contribuem para crescimento do emprego no setor de energia

De acordo com o Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE/EUA), os empregos no setor de energia do país estão crescendo mais rápido do que o emprego na economia doméstica em geral, impulsionados principalmente pelas energias renováveis e pelo desenvolvimento de transporte limpo. Segundo o Relatório de Energia e Emprego dos EUA de 2022, os empregos no setor de energia cresceram 4% em 2021, enquanto o emprego em todos os setores aumentou apenas 2,8% no mesmo período. Além disso, vale ressaltar que nem todos os setores de energia tiveram crescimento. Por exemplo, o emprego no setor de tecnologia de combustíveis, que inclui gás, carvão e petróleo, caiu mais de 29.271 empregos, ou cerca de 3,1%. (Utility Dive – 28.06.2022)

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4 Como disponibilizar energia limpa e acessível para todos?

No setor de energia, em torno de 1 em cada 10 pessoas ainda não têm acesso à eletricidade, prendendo-as na pobreza e deixando-as de fora das novas oportunidades. Além disso, um terço do mundo ainda depende de combustíveis poluentes para cozinhar e aquecer suas casas. Infelizmente, a guerra na Ucrânia está agravando as desigualdades sociais com os preços dos combustíveis e alimentos subindo para níveis recordes. Para solucionar esta problemática, algumas soluções foram discutidas na Reunião Anual do Fórum Econômico Mundial de 2022, as quais foram pensadas de modo a contribuir para atingir a meta de neutralidade global, ao mesmo tempo em que se expande o acesso à energia. Para que isso aconteça, todos os países precisam redefinir seus sistemas de energia, baseando-se em 3 pilares: (i) a energia para impulsionar a mudança no nível dos sistemas; (ii) aceitação massiva de investimento público e privado para apoiar tecnologias de baixo carbono; e (iii) fortes parcerias estratégicas de energia em apoio a abordagens inovadoras. (World Economic Forum – 01.07.2022)

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5 Índia explora potencial de energia renovável

As oportunidades de energia renovável da Índia incluem energia solar, eólica, pequenas hidrelétricas e bioenergia, entre outras. O governo indiano reconhece que o aproveitamento desses recursos é vital para o crescimento econômico e para minimizar os impactos das mudanças climáticas. De acordo com o Ministério de Energia Nova e Renovável (MNRE) o potencial de energia renovável é de cerca de 1,7 TW de fontes comercialmente exploráveis, incluindo cerca de 695 GW de vento a 120 m (394 pés), 211 GW de pequenas hidrelétricas, 45 GW de bioenergia e 750 GW de energia solar (assumindo 3% do desenvolvimento em terrenos baldios). Além disso, as tecnologias solares fotovoltaicas e solar térmica podem produzir cerca de 35 MW/km2. (World Economic Forum – 27.06.2022)

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6 EUA: Decisão da Suprema Corte pode retardar transição energética

A decisão da Suprema Corte, que limita a autoridade da Agência de Proteção Ambiental (EPA) para regular as emissões de gases de efeito estufa de usinas de energia, pode ter consequências de longo alcance para o setor e tornar mais difícil para o governo Biden cumprir sua meta de 100% de energia limpa até 2035. A nação tem feito a transição gradual do carvão para fontes mais limpas de eletricidade, como gás natural, energia solar e eólica, muitas vezes porque são mais baratas. A maioria dos especialistas não acredita que a decisão da Suprema Corte em West Virginia versus EPA reverterá imediatamente essa trajetória. Mas ela pode retardar a transição energética, porque impõe restrições sobre o que a EPA pode fazer sem exceder sua autoridade legal. (Renewable Energy World – 01.07.2022)

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7 DOE lança financiamento para transformar minas em centros de energia limpa

Um programa de US$ 500 milhões financiado pelo pacote de infraestrutura bipartidário visa transformar minas atuais e, em formação, em centros de energia limpa. O Departamento de Energia (DOE) emitiu um Request For Information (RFI) para informar como o programa apoiará o desenvolvimento de projetos de energia limpa. Este programa nasceu do Grupo de Trabalho Interinstitucional sobre Carvão e Comunidades de Usinas Elétricas do governo Biden, que direciona investimentos federais para revitalizar comunidades de energia mais atingidas. Segundo o DOE, os centros de energia limpa podem apresentar sistemas solares fotovoltaicos, microrredes, energia geotérmica, captura direta de ar, geração de energia com combustível fóssil com captura, utilização e sequestro de carbono; armazenamento de energia, incluindo usinas reversíveis e armazenamento ar comprimido, e energia nuclear avançada. (Renewable Energy World – 30.06.2022)

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8 Noruega tem oportunidades importantes para avançar em sua transição energética

Segundo uma revisão política da Agência Internacional de Energia (IEA), aproveitar a eletricidade limpa e a inovação em energia pode permitir que a Noruega acelere as reduções de emissões na produção de combustível. Como um país rico em recursos na vanguarda de muitas tecnologias de energia limpa, a Noruega está excepcionalmente bem-posicionada para a transição energética. Todavia, como o país eletrificou substancialmente sua demanda de energia e já reduziu as emissões significativamente, devido ao uso de energia hidrelétrica, as reduções restantes serão mais complexas, desafiantes e dispendiosas, principalmente nos transportes e na indústria. No entanto, se as políticas corretas forem implementadas, o país será capaz de descarbonizar uma ampla gama de setores por meio de tecnologias como veículos elétricos, hidrogênio e captura, utilização e armazenamento de carbono. (IEA – 29.06.2022)


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9 Custo de novas energias renováveis aumenta temporariamente com a inflação

O custo da construção novos empreendimentos de energia eólica onshore aumentou 7% ano a ano, e a energia solar de eixo fixo saltou 14%, de acordo com a última análise da empresa de pesquisa BloombergNEF (BNEF). O custo nivelado (LCOE) de referência global da eletricidade recuou temporariamente para onde estava em 2019. Os aumentos de custos estão ligados a aumentos no custo de materiais, frete, combustível e mão de obra. Dentro desse panorama, as estimativas da BloombergNEF para o LCOE global de energia fotovoltaica em larga escala e energia eólica onshore aumentaram para US$ 45 e US$ 46 por MWh, respectivamente, no primeiro semestre de 2022. Apesar de perder algum terreno, isso ainda marca 86% e 46% de redução desde 2010 em termos nominais. (BNEF – 30.06.2022)

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Geração Distribuída

1 Financiamentos para geração própria de energia solar sobem 58% até abril no Sicredi

A cooperativa de crédito Sicredi viu os pedidos de financiamento de sistemas de geração própria de energia solar aumentar 58% nos primeiros quatro meses deste ano, totalizando R$ 882 milhões. A alta reflete a corrida para implantação de telhados solares até o final deste ano. Para 2022, a expectativa do Sicredi é alcançar R$ 3 bilhões em crédito concedido para esta modalidade, comparado aos R$ 2,5 bilhões realizados um ano antes. Atualmente o setor já tem 10,9 GW em operação no país, quase o mesmo montante que a hidrelétrica de Belo Monte, a maior usina 100% brasileira, mas segundo o presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), Guilherme Chrispim, os mais de 22 mil integradores já estão com carteira cheia de projetos, o que pode dificultar que a meta de alcançar 15 GW neste ano seja cumprida. (CanalEnergia – 28.06.2022)

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2 Peru: SPR exige emissão de regulamento para geração distribuída

A Associação Peruana de Energias Renováveis (SPR) estima que, após aprovar os estudos ambientais de 13 projetos renováveis, passarão a existir 9 GW de potência, o que exigirá um investimento de cerca de 10 bilhões de dólares. Além disso, a SPR exige que o governo inicie um processo de planejamento energético no curto prazo, que as renováveis possam participar dos leilões de distribuidoras no mercado regulado, além de emitir um regulamento para geração distribuída e incentivos fiscais para continuar com os investimentos. (Energias Renovables – 28.06.2022)

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3 Espanha: Novo acordo EiDF-Sinia para financiar a construção de 15 instalações industriais de autoconsumo

A EiDF, empresa de energia solar, assume a construção, operação, manutenção e fornecimento de energia elétrica de 15 instalações industriais a um preço fixo acordado a longo prazo, entre 10 e 15 anos. O valor da operação será mais que € 10,90 milhões entre financiamento e capital próprio. No comunicado, a Edif Solar explica que com este acordo garante o seu crescimento na unidade de negócio PPA Autoconsumo dentro dos seus objetivos de médio e longo prazo, cumprindo assim os valores apresentados no plano de negócios. Este é o segundo pacote de instalações industriais fotovoltaicas EIDF em que a Sinia Renovales investe, posicionando a subsidiária do Banco Sabadell como o primeiro investidor em Espanha de dívida alternativa para autoconsumo. (Energias Renovables – 29.06.2022)

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Armazenamento de Energia

1 EUA: Aumento nas filas para interconexão de projetos de armazenamento

Pesquisadores do Lawrence Berkeley National Laboratory (LBL) relataram que a quantidade de nova capacidade elétrica nas filas de revisão de interconexão nos EUA está “crescendo dramaticamente”, com mais de 1.400 GW de capacidade total de geração e armazenamento buscando conexão com a rede. Além disso, apontaram que mais de 90% dessa capacidade é para recursos zero carbono, como energia solar, eólica e armazenamento de baterias. O estudo do LBL destacou que a energia solar (676 GW) e o armazenamento em bateria (420 GW) são os recursos que mais crescem nas filas; combinados, eles representaram quase 85% da nova capacidade que entrou nas filas em 2021. (Power Grid – 05.07.2022)

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2 A Alemanha fornece ao armazenamento de energia uma definição legal

Foram feitos ajustes nas leis do Federal Requirements Plan (BBPlG), na Energy Industry Act (EnWG) e na Grid Expansion Acceleration Act (NABEG). Os ajustem agora definem o armazenamento de energia como um ativo, onde “o uso final de energia elétrica é adiado para mais tarde do que quando foi gerado”, de acordo com uma tradução direta. A medida adota a definição da Diretiva (UE) 2019/944 de 5 de junho de 2019 na lei alemã e foi bem recebida pela Energy Storage System Association (BVES) do país, bem como por Jan Figgener, chefe de integração de rede e análise de sistemas de armazenamento da ISEA RWTH Aachen University. Ambos disseram que isso marca o início do desenvolvimento de uma estrutura regulatória mais amigável ao armazenamento e permitirá a remoção dos entraves regulatórios e, consequentemente acelerará a rápida expansão do armazenamento. (Energy Storage – 29.06.2022)

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3 Espanha: A Comunidade Valenciana dobra ajuda para autoconsumo e armazenamento de energia

O Ministério da Transição Ecológica da Generalitat Valenciana obteve € 16,5 milhões de euros adicionais, duplicando assim a rubrica de financiamento para o autoconsumo e armazenamento de energia destinados a particulares, ao setor público e ao setor terciário. O financiamento obtido foi enquadrado no âmbito da Recuperação, Transformação e Plano de Resiliência (PRTR). O departamento regional solicitou um aumento do orçamento ao Instituto para a Diversificação e Poupança Energética (IDAE), tendo em conta os mais de 1.000 pedidos recebidos para se beneficiar destes subsídios destinados à instalação de projetos de produção e armazenamento de energias renováveis. A ministra Mireia Mollà explicou que a distribuição do financiamento adicional triplicará o valor destinado à armazenagem, que passa dos 1,6 milhões de euros iniciais para 4,5 milhões de euros. Segundo a ministra “Promover o armazenamento é importante para avançar no caminho da democratização energética”. (Energias Renovables – 29.06.2022)

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Veículos Elétricos

1 Brasil: Vibra, Raízen e Ipiranga planejam aumentar a rede de eletropostos

Alguns dos atores do mercado de combustíveis estão se movimentando para expandir pontos de recarga de veículos elétricos (VEs). A Vibra anunciou um plano de negócios para instalar 70 eletropostos até o fim de 2023, sendo 50 deles em rodovias. O objetivo é criar o maior corredor de recarga para VEs do Brasil, com quase 9 mil quilômetros de extensão. O anúncio ocorre semanas após a Raízen, uma de suas principais concorrentes, inaugurar sua primeira estação de recarga Shell Recharge, num eletroposto de recarga rápida em São Paulo. A empresa prevê a instalação de uma rede com 35 eletropostos do tipo até o final do ano-safra (março de 2023). O Ipiranga, por sua vez, fechou 2021 com 44 postos de recarga e tem planos para mais 40. (EPBR – 01.07.2022)

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2 Empresas aumentam a oferta de modelos elétricos no Brasil

Enquanto o mercado de veículos em geral enfrenta queda nas vendas, o segmento de carros elétricos e híbridos vem ganhando velocidade. De janeiro a maio, as vendas destes modelos cresceram 57,7% no Brasil. No mesmo período, o mercado total de automóveis e comerciais leves caiu 18%, no comparativo com o mesmo período do ano passado. Esse nicho passou a representar 2,3% das vendas totais do setor, ante 0,4% há três anos. De forma lenta, mas constante, os modelos elétricos e híbridos vêm conquistando os consumidores que querem um carro menos poluente ou que estão curiosos para testar a nova tecnologia. Embora em números absolutos as vendas ainda sejam pequenas, de 16,4 mil veículos em cinco meses, o Brasil tem hoje 70 modelos disponíveis entre os 100% elétricos; os híbridos e os híbridos plug-in. (Terra – 27.06.2022)

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3 Debate aponta caminhos para viabilizar transporte coletivo elétrico no Brasil

Ainda pouco difundido no país, o transporte coletivo elétrico pode contribuir com as cidades não apenas para solucionar a demanda crescente por meios alternativos de locomoção, mas também para viabilizar caminhos adequados às atuais necessidades ambientais e econômicas. É o que defendeu o especialista Carlos Eduardo Cardoso, responsável por e-city na Enel X e um dos debatedores do painel “Como viabilizar a eletromobilidade do transporte coletivo no Brasil?”. Dentre os desafios encontrados, Cardoso apontou fatores nos níveis governamental, financeiro e cultural. (O Estado de São Paulo – 29.06.2022)

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4 PG&E instala carregadores de veículos elétricos em escolas

A Pacific Gas and Electric Company (PG&E), concessionária de gás natural e eletricidade, iniciou a instalação da primeira de 130 novas estações de carregamento de veículos elétricos (VEs) em 22 escolas na sua área de concessão. No geral, o programa EV Charge Schools da PG&E, visa ajudar a preencher as lacunas de carregamento nesses locais e apoiar as metas de transporte limpo e descarbonização da Califórnia. Além disso, a iniciativa contribuirá para desenvolver um currículo relacionado a VEs e sustentabilidade para todas as escolas em sua área de serviço, juntamente com opções de treinamento de professores. As estações de carregamento poderão ser utilizadas por pais e alunos carregarem seus VEs. A empresa ajudará a financiar os custos de compra e instalação do equipamento, as taxas de rede nessas escolas e a manutenção e operações contínuas. (Electric Energy Online – 01.07.2022)

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5 Baseload Power Corporation recebe financiamento para rede de carregamento de VE

A Baseload Power Corp. anunciou o recebimento de US$ 3,5 milhões em financiamento por meio do Programa de Infraestrutura de Veículos de Emissão Zero de Recursos Naturais do Canadá (NRCan). O financiamento será utilizado para apoiar o crescimento de sua rede de carregamento de VE, AURA EV Charging (AURA), em todo o Canadá. A rede AURA da Baseload aumentará em 67 carregadores rápidos e 31 carregadores de velocidade média a serem instalados em Ontário e Quebec até o final deste ano. A AURA oferece soluções de carregamento de veículos elétricos prontas para uso, abrangendo velocidades de carregamento em vários níveis para aplicações comerciais, locais de trabalho, frotas e domésticas sob uma variedade de acordos comerciais. O foco principal da Baseload é desenvolver e construir infraestrutura de carregamento de veículos elétricos, energia renovável e armazenamento de energia. (Electric Energy Online – 01.07.2022)

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6 Residentes de Seattle podem solicitar um carregador de VE na rua em que moram

A concessionária de energia elétrica, Seattle City Light, lançou um programa para instalar carregadores públicos de veículos elétricos em postes ou pedestais autônomos em 30 locais da cidade de Seattle. O objetivo é fornecer uma opção de carregamento perto de casa para os moradores que não têm acesso a estacionamento na rua. A empresa irá instalar, operar e manter os novos carregadores e os moradores pagarão uma taxa por kWh para usar os carregadores, sendo a taxa referente ao custo da eletricidade e das operações, manutenção e reparo do sistema, enquanto compensa os custos iniciais de compra e instalação. A taxa de 2022 é de 20 centavos de dólar por kWh. (Utility Dive – 30.06.2022)

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7 Siemens e VW investem em rede pública de carregamento ultrarrápido de VEs

O Grupo Volkswagen (VW) e a Siemens anunciaram seu apoio aos ambiciosos planos de crescimento da Electrify America, LLC – a maior rede pública de carregamento ultrarrápido para veículos elétricos na América do Norte. As duas empresas estão investindo US$ 450 milhões, avaliando a Electrify America em US$ 2,45 bilhões. Os investimentos da Volkswagen e da Siemens Financial Services representam uma parceria estratégica para a rede de carregamento. O investimento de capital da Siemens apoiará os planos de crescimento da Electrify America por meio de avanços tecnológicos em soluções de carregamento e energia em ofertas públicas, domésticas e comerciais, além disso, o investimento fortalece o compromisso com a colaboração futura entre a Siemens e a Electrify America em tecnologias e serviços que impulsionarão a expansão de soluções de carregamento confiáveis e de alta qualidade. (Renewable Energy World – 04.07.2022)

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8 Grupos buscam entender as ameaças ao sistema de energia com integração de VEs

O California Mobility Center (CMC), a North American Electric Reliability Corporation (NERC) e o Western Electricity Coordinating Council (WECC) anunciaram um novo grupo de trabalho para ajudar a identificar e mitigar os riscos potenciais para o sistema de energia como resultado da crescente implantação de cargas de carregamento de VEs em todo os EUA. A participação inicial no grupo de trabalho do CMC inclui especialistas do Sacramento Municipal Utility District (SMUD), Southern California Edison, AMPLY Power, Alectra Utilities, E-Source e outros membros do CMC, bem como General Motors e outras partes interessadas em VE. O objetivo dessa colaboração é aumentar o compartilhamento de informações e o conhecimento entre o crescente sistema de equipamentos, software e serviços de VE, o setor elétrico e outras partes interessadas sobre riscos de confiabilidade e estratégias de mitigação. (Power Grid International – 01.07.2022)

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9 Empresas lançam projeto de integração de rede inteligente de VEs na Alemanha

A operadora da rede de distribuição alemã Mitnetz Strom, e a subsidiária da Volkswagen, Elli, lançaram um projeto de integração de rede de VEs na Alemanha. O conceito por trás do projeto é um algoritmo que utiliza incentivos de preços para comparar os planos de carregamento dos carros com a produção regional de eletricidade a partir de energias renováveis e as capacidades disponíveis na rede de distribuição. O uso flexível da rede resultante destina-se a reduzir a frequência de gargalos na rede elétrica e utilizar a geração renovável, gerando benefícios financeiros para os participantes. Com o gerenciamento inteligente de carregamento, o objetivo é aumentar a proporção de energias renováveis alimentadas na rede. (Smart Energy International – 30.06.2022)

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Gestão e Resposta da Demanda

1 Famílias serão pagas para usar energia fora do horário de pico no Reino Unido

Em breve, as famílias em todo o Reino Unido poderão ser pagas para usar menos eletricidade nos horários de pico. O esquema lançado pela National Grid, companhia de energia no Reino Unido, visa aumentar a flexibilidade da rede, reduzir o risco de apagões e reduzir as emissões domésticas de dióxido de carbono. A iniciativa foi projetada para permitir que as famílias com medidores inteligentes optem por usar menos energia quando o fornecimento de energia estiver baixo. De acordo com o The Times, as propostas poderiam fazer com que as famílias recebam até £ 6 por kWh em crédito, em vez de pagar 28,34 por kWh. Um porta-voz do National Grid ESO disse ao Energy Live News: “A mudança de demanda tem o potencial de economizar dinheiro dos consumidores, reduzir as emissões de carbono e oferecer maior flexibilidade no sistema e algumas formas de gerenciamento de demanda já são usadas hoje para ajudar a equilibrar o sistema.” (Energy Live News – 28.06.2022)

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2 PG&E e Tesla lançam programa para aumentar a confiabilidade da rede na Califórnia

A Tesla e a Pacific Gas & Electric lançaram um programa para agregar o armazenamento em Tesla Powerwalls dos seus clientes, visando fornecer energia de emergência à rede da Califórnia. A baterias forneceriam energia à rede, principalmente durante o verão, quando a demanda no sistema aumenta. Os participantes residenciais e outros proprietários de baterias distribuídas serão pagos US$ 2 por kWh para exportar energia para o sistema quando os suprimentos forem cortados das 16h às 21h entre o dia 1º de maio e 31 de outubro. Os proprietários de um dos 50 mil sistemas de armazenamento distribuído da Tesla na área de serviço da PG&E podem participar do Programa de Redução de Carga de Emergência, ou ELRP. Este programa foi aprovado pela Comissão de Serviços Públicos da Califórnia em dezembro do ano passado para reforçar a rede com 2-3 GW de novos recursos para evitar apagões durante as tardes de verão e início da noite. (Utility Dive – 29.06.2022)

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Eficiência Energética

1 União Europeia: BEI financiará habitações com eficiência energética

A Comissão Europeia e o Banco Europeu de Investimento (BEI) concordaram em fornecer à instituição financeira espanhola, UCI, um financiamento de 2,6 milhões de euros. Este financiamento apoiará o desenvolvimento do projeto de Reabilitação Energética Residencial (RER) da UCI nos próximos três anos, prestando assistência aos proprietários de residências para melhorias de eficiência energética em Barcelona, Madri, Sevilha e Valência. Em suma, o projeto RER visa melhorar a eficiência de 3.720 residências, reduzindo o consumo de energia em uma média de 50%, além de mobilizar 46,5 milhões de euros em investimentos elegíveis. (Energy Live News – 04.07.2022)

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2 Índia: Aumento da eficiência energética é fundamental para as metas climáticas

Com as mudanças climáticas sendo reconhecidas como uma ameaça mais imediata, a eficiência energética ocupa um lugar central na lista prioritária de nações, economias e empresas que buscam ser sustentáveis, daqui para frente. A Índia estabeleceu uma meta para atingir a neutralidade de emissões dos gases de efeito estufa até 2070 e atender metade da sua demanda de energia a partir de fontes renováveis até 2030. Atualmente, o país ocupa o quarto lugar no mundo em termos de emissões de dióxido de carbono, depois da China, Estados Unidos e União Europeia. Uma das maneiras de melhorar a posição do país é o aumento da eficiência energética. Mas para isso três pontos precisam ser desenvolvidos, são eles: (i) a atualização para uma tecnologia de maior eficiência; (ii) a busca por mais financiamento para eficiência energética; e (iii) uma maior introdução de digitalização. (TOI Opinion – 04.07.2022)

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3 UE: O financiamento da eficiência energética aumentará a segurança energética

Em meio à invasão da Ucrânia pela Rússia, à recuperação econômica da pandemia de Covid-19 e à crescente ameaça das mudanças climáticas, a necessidade da União Europeia (UE) de investimentos em eficiência energética é mais urgente do que nunca. Com os recentes preços de energia altos e imprevisíveis na Europa, a Comissão Europeia (CE) pretende eliminar sua dependência de combustíveis fósseis russos antes de 2030. Aumentar a eficiência energética pode ajudar a atingir este objetivo e estimular a economia. Em suma, as medidas de eficiência energética fornecem uma maneira relativamente fácil de melhorar a sustentabilidade e a resiliência energética durante a crise e reduzir a demanda geral por combustíveis fósseis. (SEI – 04.07.2022)

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4 ABB colabora com a Microsoft em eficiência energética

A ABB, uma empresa líder em tecnologia global, anunciou que a Microsoft aderiu ao seu Movimento de Eficiência Energética, uma iniciativa que tem como objetivo aumentar a conscientização e estimular ações para reduzir o consumo de energia e as emissões de carbono para combater as mudanças climáticas. Neste projeto, as empresas são convidadas a aderir ao movimento e fazer um compromisso público como forma de inspirar outras a agir. A Microsoft representa um dos maiores parceiros corporativos a aderir à iniciativa até o momento. (Renewable Energy Magazine – 30.06.2022)

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Microrredes e VPP

1 Agências de gestão de águas residuais e gestão de resíduos da Califórnia planejam implementar microrrede

A Monterey One Water (MOW), uma instalação de águas residuais em Monterey, Califórnia, planeja desenvolver uma microrrede, que será compartilhada com uma planta de gerenciamento de resíduos. Além disso, a MOW emitiu uma chamada para projetos e estudos de viabilidade. A companhia agendou uma reunião obrigatória para o dia 7 de julho aos interessados em participar. O projeto procura desenvolver 3 pontos chave: avaliar o melhor aproveitamento de seus resíduos e subprodutos residuais, seja com energia renovável, fonte de calor, gás natural renovável ou outros produtos de reaproveitamento, como fertilizantes, biocarvão, entre outros; estudar e implementar uma microrrede com capacidade de ilhamento para garantir resiliência 24 horas por dia; e integrar fontes de energia renovável, como solar, eólica e armazenamento de bateria. (Microgrid Knowledge – 04.07.2022)

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2 EUA: Califórnia anúncia nova resolução que fornece mais segurança para a conexão de microrrede à rede

Durante anos, os desenvolvedores de microrredes lidaram com a incerteza de conseguir ou não conectar suas microrredes à rede, o que leva ao aumento de custos e causa atrasos de projetos. Uma nova resolução da Comissão de Serviços Públicos da Califórnia (CPUC) dá um passo importante para resolver esses problemas – embora não aborde todas as preocupações dos desenvolvedores que esperam se conectar à rede. A resolução é uma consequência de uma decisão de dois anos atrás que estabeleceu uma “análise de capacidade integrada” (ICA) que permite aos desenvolvedores na Califórnia fazer login em um site com um mapa ICA, ir a um local específico e saber com muito mais certeza se há capacidade suficiente no sistema para projetos específicos. O ICA mostra a capacidade disponível que existe em qualquer ponto dos circuitos primários da rede e é atualizado uma vez por mês. (Microgrid Knowledge – 01.07.2022)

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Tecnologias e Soluções Digitais

1 Austrália inova na digitalização da infraestrutura de energia

A Enzen Australia, provedora de tecnologia e consultoria de novos negócios, estabeleceu uma estratégia para digitalizar a infraestrutura de energia da Austrália por meio de soluções de internet das coisas (IoT). A companhia irá implantar um Living Lab, um laboratório destinado a IoT e localizado em East Kimberley, Austrália Ocidental. Para avançar em seus esforços planejados de digitalização na Austrália, foi firmada uma parceria de três anos com a concessionária de eletricidade Horizon Power, juntamente com uma colaboração com a empresa provedora de serviços digitais NNNCo. De acordo com a Enzen Australia, o Horizon Power IoT Living Lab é flexível, econômico e pode ser escalável, complementando e estendendo sistemas de controle como o SCADA. (Smart Energy – 04.07.2022)

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2 Financiamento é disponibilizado para soluções de interoperabilidade na UE

A desconexão entre concessionárias e consumidores tem sido motivo de preocupação, pois os provedores de serviços começaram a tentar maximizar a eficiência energética, conforme exigido pela transição energética. A interoperabilidade, capacidade de diferentes conjuntos de sistemas de informação se comunicarem uns com os outros o mais uniformemente possível, é um ponto chave para esse problema. Embora as tecnologias, como a Internet das Coisas (IoT) e a Inteligência Artificial (IA) estejam avançando significativamente, ainda há demanda por soluções e iniciativas tecnológicas maiores e mais criativas. Com a esperança de projetar protótipos interoperáveis, o Interconnect, projeto em parceria com mais de 50 entidades europeias, anunciou mais de US$ 2 milhões para empresas dos países membros da UE desenvolverem 14 soluções tecnológicas compostas por aplicativos ou serviços para residências e redes inteligentes. (Smart Energy – 01.07.2022)

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3 EUA e UE declaram objetivos para a implantação de termostatos inteligentes na Europa

Uma declaração conjunta divulgada pelo presidente dos EUA, Joe Biden, e pelo presidente da Comissão Europeia (CE), Von Der Leyen, anunciou seus objetivos mútuos de implantar pelo menos 1,5 milhão de termostatos inteligentes em toda a Europa em 2022. A declaração foi focada nos esforços da Força-Tarefa sobre Segurança Energética Europeia formada pelos EUA e pela CE. A Força-Tarefa vem discutindo regularmente as opções para reduzir a demanda da Europa por gás natural, além de se reunir com os principais stakeholders para promover a implantação de bombas de calor, termostatos inteligentes e soluções de resposta da demanda de energia. Embora a medição inteligente esteja ganhando força, ainda há um caminho longo a percorrer na Europa, provavelmente atingirá uma penetração de 80% do mercado de eletricidade apenas por volta de 2025. (Smart Energy – 04.07.2022)

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Segurança Cibernética

1 Preços de seguros cibernéticos devem aumentar para empresas de energia

As empresas de energia e serviços públicos se tornaram o principal alvo de ataques cibernéticos, de acordo com um relatório recente da corretora de seguros Gallagher. De acordo com o relatório, a vulnerabilidade das empresas de energia está em sua dispersão geográfica e complexidade organizacional, juntamente com as interdependências únicas entre sua infraestrutura física e cibernética. Tradicionalmente, as empresas de energia classificam os riscos cibernéticos em duas categorias: aqueles que afetam a tecnologia da informação (TI) ou a tecnologia operacional. Mas, de acordo com Gallagher, as empresas precisam considerá-los como um único risco em vez de dois separados. É necessário trabalhar com o corretor para garantir que tenha uma apólice de seguro cibernética abrangente. (Reinsurance News – 29.06.2022)

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2 Hackers russos atacam empresa privada de energia ucraniana

A empresa privada de energia ucraniana DTEK Group alega que a Federação Russa realizou um ataque cibernético contra suas instalações, paralisando sua infraestrutura. O ataque teria sido realizado em retaliação ao apoio de seus proprietários à luta do país contra invasores russos. O incidente cibernético foi relatado ao mesmo tempo em que um ataque de míssil à Usina Terméletrica de Kryvorizka foi anunciado, afetando a infraestrutura digital da DTEK Group. O XakNet Team, um grupo de hackers, reivindicou a responsabilidade pelo ataque à companhia e disse que enviará uma proposta com demandas ao bilionário ucraniano Rinat Akhmetov, proprietário da DTEK Group. A empresa diz que registrou um aumento “significativo” nas atividades cibernéticas do inimigo em março, enquanto promovia o projeto Stop Bloody Energy, um projeto de empresas de energia ucranianas que pedem às empresas ocidentais que parem de cooperar com a Rússia. (Bank Info Security – 04.07.2022)

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3 Ataques de ransomware aumentam em Oregon

Agentes do FBI, em conjunto com a Força-Tarefa Cibernética em Oregon, ajudaram os investigadores a identificar três suspeitos de hackers do governo russo acusados de comprometer a rede de computadores da usina nuclear de Wolf Creek, empresa que administra uma usina nuclear no Kansas. O caso é apenas um exemplo da crescente ameaça de ransomwares às indústrias vitais dos EUA, empresas privadas e agências públicas, diz o chefe do FBI de Oregon. O termo “Ransomware” está relacionado a um software malicioso que bloqueia o acesso a um sistema de computador ou arquivos até que um “resgate” seja pago. As reclamações de ransomware ao FBI aumentaram 82% de 2019 a 2021, de acordo com Kieran L. Ramsey, agente especial encarregado do FBI de Oregon. Além disso, O FBI notou não apenas um aumento significativo no número de variantes de ransomware, mas também no número de ataques e na quantidade de dinheiro exigida, de acordo com Ramsey. (Oregon Live – 30.06.2022)

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Eventos

1 Webinar: Data Driven Utility, A Concessionária do Futuro!

Diversos desafios têm sido enfrentados no setor elétrico em uma escala mundial, um dos principais questionamentos é como conviver com os Recursos Energéticos Distribuídos (REDs), que são fundamentais na descarbonização e para manter a qualidade e a eficiência operacional da concessionária. Uma parceria entre a CONCERT Technologies (companhia de inovação tecnológica) e a Energisa (empresa de energia) irá trazer, através de um webinar no dia 13/07/2022 às 10h, o cenário do setor, os desafios da regulação e as tendências e tecnologias que podem ser aplicadas para ajudar a resolver as principais questões colocadas perante as concessionárias. Recursos Energéticos Distribuídos, DERMS, Aggregators e novas tecnologias como Inteligência Artificial e Analíticos de Dados são alguns dos temas que serão discutidos. (Digital Concert – 07.2022)

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Artigos e Estudos

1 Artigo GESEL: “Distribuidora de energia elétrica do futuro”

Em artigo publicado no Broadcast Energia da Agência Estado de São Paulo, Nivalde de Castro (Coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico – GESEL) e Lorrane Câmara (pesquisadora plena do GESEL), analisam os desafios enfrentados pelas distribuidoras de energia no contexto de transição do Setor Elétrico. Segundo os autores, “o processo de transição está impondo uma transformação no mercado das concessionárias de distribuição, tendo em vista que os impactos e as possibilidades das inovações tecnológicas associadas ao vetor da descentralização irão ocorrer no espaço geográfico dos monopólios naturais e configurar o que a literatura mundial denomina por distribuidoras do futuro, abrindo um imenso potencial de oportunidades de novos negócios.” Para ler o artigo na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 05.07.2022)

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2 Artigo GESEL “A centralidade da sustentabilidade na agenda ESG: perspectivas para o setor elétrico em transição”

Os pesquisadores do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (GESEL), Cristina Rosa, Monique Coimbra, Pedro Barbosa, Caroline Chantre e Rubens Rosental, abordaram em um artigo o crescente debate em torno das práticas ESG e seus três pilares: o ambiente, o social e a governança. Segundo os autores, “com base nesses três fatores, a agenda ESG parte de um processo que perpassa a integração de um estilo de vida sustentável pelas empresas, exigindo planejamento e continuidade nas práticas corporativas voltadas à inserção de políticas sociais e ambientais e à promoção de uma gestão incorruptível”. O presente artigo tem como objetivo investigar a agenda ESG, desde sua origem até o panorama atual, destacando a importância do panorama ambiental. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 07.07.2022)

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3 Artigo GESEL “Impactos das mudanças climáticas no setor elétrico: O papel da geração distribuída e do armazenamento de energia”

O artigo escrito por pesquisadores do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (GESEL) analisa o impacto de eventos climáticos extremos no setor elétrico brasileiro e as possíveis soluções para evitar tais prejuízos. Os autores destacam que o uso da geração de energia distribuída (GD) e o armazenamento de energia, sejam eles aplicados de forma individual ou associados, terão um importante papel no aumento da resiliência do setor elétrico, e podem garantir que os impactos causados pelas mudanças climáticas no setor sejam minimizados, pois as tecnologias “reduzem o impacto da alteração dos ciclos hidrológicos, minimizam as interrupções de energia por danos nas linhas de transmissão e aumentam a flexibilidade do setor”. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 07.07.2022)

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4 Whitepaper do BNEF: Financiando a ambição de energias renováveis da Índia em 2030

A Índia planeja que as fontes de energia não fósseis forneçam metade de sua eletricidade até 2030. Para atingir essa meta, o país precisa aumentar massivamente o financiamento para energias renováveis. Neste contexto, o último whitepaper do BNEF, encomendado pela Power Foundation, estima uma necessidade de US$ 223 bilhões nos próximos oito anos apenas para atender às metas de capacidade solar e eólica. Além disso, o documento fornece opções para mobilizar esse nível de financiamento. Para ter acesso ao texto na íntegra, clique aqui. (BNEF – 29.06.2022)

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5 Relatório IRENA: “Republic of Palau: Renewable Energy Roadmap 2022-2050”

O governo de Palau propôs uma meta para atingir 100% de sua geração de eletricidade a partir de fontes de energia renovável até 2050. Para isso, o Ministério da Infraestrutura Pública, Indústrias e Comércio (MPIIC) pediu à Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) um roteiro de energia renovável para a República de Palau. O roteiro traça o caminho a ser seguido até 2050 para os setores de energia e transporte do país, analisando em detalhes o setor de energia atual e fornecendo um caminho para alcançar um sistema de energia totalmente descarbonizado e de menor custo, com marcos intermediários. Além disso, também abrange opções de energia renovável para os setores de transporte marítimo e rodoviário. (IRENA – 07.2022)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores:
Cristina Rosa, Matheus Balmas e Pedro Barbosa
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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