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Informativo Eletrônico – Energia Nuclear nº 3 – publicado em 09 de maio de 2022.

IFE: Informativo Eletrônico de Energia Nuclear – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 3 – 09 de maio de 2022
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Seção Nacional
1
Eletronuclear: Desafio da nuclear é economia de escopo demonstrável
2 Obras em Angra 3 devem começar em agosto

Seção Internacional
1 Breakthrough Institute: “Para proteger nossa Terra, precisamos de energia nuclear”
2 DOE: Novo método para acelerar remoção de resíduos nucleares
3 EUA: Microrreator nuclear ‘móvel’ do Pentágono será demonstrado no Idaho National Lab
4 Emirados Árabes: Usina Nuclear Barakah potencializa a economia do país e impulsiona a inovação
5 KEPCO e Hyundai formalizam parceria em energia nuclear
6 O futuro da energia nuclear na Europa
7 EUA: Metas climáticas não serão cumpridas sem dobrar a produção de energia nuclear
8 Alteração dos níveis de Radiação em Chernobyl preocupam

9 Chefe da AIEA lidera missão de assistência à usina nuclear de Chornobyl

10 Europa: Energia nuclear ajudará na redução da dependência da Rússia
11 Programa de Energia Nuclear da Polônia atrai interesse de fabricantes
12 EUA: Biden anuncia esforço de US$ 6 bilhões para salvar usinas nucleares
13 As mudanças climáticas do Oriente Médio devem ser combatidas com energia nuclear?
14 Canadá: Instalação de triagem e reciclagem de resíduos nucleares em construção
15 A energia nuclear é segura e fica mais barata quanto mais a adotamos
16 Parceria Samsung e Seaborg em reatores nucleares
17 Bechtel assina memorandos de entendimento para centrais nucleares civis na Polónia
18 Global X lança ETF UCITS de urânio (URNU) à medida que a energia nuclear se move para o mainstream

19 Energia nuclear necessária para inovação do setor elétrico

Small Modular Reactor
1 Research Report World: Relatório mapeia mercado global de SMRs
2 NuScale: Produção em grande escala de SMR é iniciada
3 NuScale: Parceria com empresas de forjamento dos EUA

4 Estônia: Cooperação visa construção de SMRs

5 Rolls-Royce: SMR deve operar no Reino Unido até 2029

6 OPG e TVA: Parceria para avançar no desenvolvimento de SMRs

7 Moltex e SNC-Lavalin: Parceria para avançar no desenvolvimento de SMRs

8 Tractebel: Novo escritório no Canadá servirá para apoiar plano de ação de SMRs
9 Coréia do Sul: Fórum da National Society for Innovative SMR
10 Coréia do Sul: Empresas discutem desenvolvimento de SMRs
11 Austrália: Abordagem da AIEA para os SMRs é didática e completa
12 EUA: Empresas querem converter usinas de carvão em SMRs

 

 

Seção Nacional

1 Eletronuclear: Desafio da nuclear é economia de escopo demonstrável

Na visão do presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães, a transição energética demonstra um gap que poderia ser suprido pela fonte nuclear, sobretudo com as novas tecnologias vindas a partir dos SMRs – Small Modular Reactors, os quais podem ser alocados perto dos centros de carga por seu espaço físico mínimo, diferentemente do que acontece com renováveis como a eólica ou hidráulica. “Esses reatores mudam o paradigma da economia por escala pela busca pelas economias de escopo. Ao invés de uma usina maior podemos fazer sete menores, com ganhos em produção, fluxo de caixa do projeto e na geração individual”, disse o executivo. Guimarães lembra que a crise hídrica foi um fator de percepção de que a energia nuclear pode desempenhar, com elevados fatores de capacidade, uma pequena ocupação de espaço físico para aproximação de grandes centros consumidores, não dependendo também de condições climáticas. Até por isso, ele credita um “aumento tímido” da participação da fonte no PDE 2031, com a novidade Angra 4, e no PNE 2050, que prevê de 8 GW a 10 GW, o que no futuro não representará uma mudança significativa frente aos 2,7% atuais na matriz. (Agência CanalEnergia – 25.04.2022)

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2 Obras em Angra 3 devem começar em agosto

Parada desde 2015 por denúncias de corrupção, as obras de Angra 3 devem ser devidamente retomadas em três meses, exigindo esforços consideráveis de engenharia, contratação de insumos e mão de obra qualificada. Segundo Ricardo Santos (diretor técnico da Eletronuclear), durante o painel da manhã do Nuclear Summit 2022, a ideia é concluir todo o processo e comissionamento da usina até 2027. Além disso, o mesmo afirmou que a empresa assinou um contrato recentemente para prosseguir com a construção civil, possuindo 80 funcionários já preparando a volta aos trabalhos, com expectativas de retomada em agosto. Em suma, o próximo passo é definir a contratação de apoio para acompanhamento dos trabalhos, não só quanto ao controle de qualidade, mas na supervisão da própria construção. (CanalEnergia – 26.04.2022)

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Seção Internacional

1 Breakthrough Institute: “Para proteger nossa Terra, precisamos de energia nuclear”

A Slate Magazine publicou um artigo de Seaver Wang, do Breakthrough Institute, que examina como seria a vida em 2072 se não apoiássemos a energia nuclear agora. Ele vê um clima mais quente – cerca de 2,1 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais – e um caminho lento para a descarbonização devido, em parte, à oposição à energia nuclear. Mas neste futuro, ele vê a eventual adoção da energia nuclear como inevitável. “Afinal, em 2072, a energia nuclear é comum… Pequenos reatores nucleares são uma visão normal, alimentando individualmente fábricas, minas, nações insulares e comunidades rurais, enquanto reatores maiores e grupos de seis a 12 pequenas unidades fornecem calor e eletricidade para as cidades”, escreveu Wang. A nova energia nuclear vem em todas as diferentes marcas e modelos com a versatilidade de fornecer eletricidade para grandes áreas urbanas, bem como para pequenas comunidades remotas. Wang descreve como o mundo percebe a necessidade de uma nova energia nuclear, e ressalta que “os custos de uma oportunidade perdida décadas atrás são óbvios”. (NEI – 21.04.2022)

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2 DOE: Novo método para acelerar remoção de resíduos nucleares

Um novo método para remover e processar combustível usado no local de Savannah River, na Carolina do Sul, que economizará mais de 20 anos de trabalho e bilhões de dólares em custos, foi aprovado pelo Departamento de Energia do Escritório de Gerenciamento Ambiental dos EUA (DOE EM, na sigla em inglês). A missão Accelerated Basin De-inventory (ABD) permitirá que o Savannah River Site (SRS) processe todo o combustível nuclear usado restante na área de armazenamento da L-Basin usando processamento convencional, mas sem recuperar urânio altamente enriquecido, e imobilize o material dissolvido resultante para ser disposto no futuro. O método ABD converterá o material nuclear dissolvido em formas resistentes à proliferação e que podem ser armazenadas com segurança por longos períodos com manutenção mínima, disse o DOE. Ele acelerará o trabalho para remover o combustível usado da L-Basin, mantendo a segurança e a proteção, liberará espaço na L-Basin para outros usos e economizará cerca de US$ 4 bilhões para os contribuintes. (World Nuclear News – 22.04.2022)

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3 EUA: Microrreator nuclear ‘móvel’ do Pentágono será demonstrado no Idaho National Lab

Em um registro de decisão sobre o Projeto Pele emitido pelo Escritório de Capacidades Estratégicas do Pentágono nesta semana, as autoridades confirmaram planos para produzir um microrreator transportável “inerentemente seguro por design” que pode fornecer de 1 a 5 megawatts de energia elétrica por pelo menos 3 anos em plena operação. Os microrreatores podem operar independentemente da rede elétrica e gerar aproximadamente até 50 megawatts de energia. O Projeto Pelé marca o primeiro reator nuclear de quarta geração, para geração de eletricidade, a ser projetado e construído nos Estados Unidos. Uma vez operacional, será um reator de gás de alta temperatura que depende de combustível isotrópico triestrutural de urânio enriquecido de alto ensaio. (Nextgov – 14.04.2022)

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4 Emirados Árabes: Usina Nuclear Barakah potencializa a economia do país e impulsiona a inovação

Mohamed Ibrahim Al Hammadi, Diretor Geral e Diretor Executivo da Empresa de Energia Nuclear dos Emirados (ENEC), destacou as contribuições da Usina de Energia Nuclear Barakah para a descarbonização em larga escala com uma visão empolgante para a contínua transição de energia limpa nos Emirados Árabes Unidos (EAU). Isto veio durante sua palestra no podcast Titans of Nuclear, que apresenta entrevistas com especialistas de todo o campo da energia nuclear, cobrindo tecnologias avançadas, economia, política, indústria e muito mais. Al Hammadi destacou como a ENEC iniciou as operações comerciais completas da usina de Barakah e seu papel como catalisador para mais inovações na transição de energia limpa. Por fim, Al Hammadi afirmou não ter dúvidas de que o maior projeto de infraestrutura nos EAU, a Usina Barakah, continuará a ser um sucesso no fornecimento de eletricidade limpa segura e segura para a Nação. (WAM – 15.04.2022)

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5 KEPCO e Hyundai formalizam parceria em energia nuclear

Por meio de um MOU (memorando de entendimento), a KEPCO Nuclear Fuel e a Hyundai E&C buscarão oportunidades de negócios em áreas como descomissionamento de usinas nucleares, instalações de armazenamento temporário e provisório para combustível nuclear usado, avaliação da solidez do combustível nuclear e tratamento de resíduos radioativos. A KEPCO Nuclear Fuel tem experiência na redução de resíduos nucleares e na avaliação da segurança do combustível nuclear usado. Essa experiência será útil para a construção de instalações de tratamento de resíduos radioativos e armazenamento a seco. Ambos cooperarão ativamente no intercâmbio de tecnologia e informação e no desenvolvimento conjunto de negócios, inclusive relacionados aos pequenos reatores modulares (SMRs). (Business Korea – 21.04.2022)

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6 O futuro da energia nuclear na Europa

Desde protestos na década de 70 depois do acidente na usina nuclear norte-americana de Three Mile Island, mas especialmente sob a comoção causada pela tragédia de Fukushima, no Japão, em 2011, a Alemanha baniu suas usinas nucleares. Com a Alemanha no centro da questão, a guerra da Rússia contra a Ucrânia trouxe à tona os desequilíbrios da distribuição do potencial energético global e, também, os erros de medidas que deveriam ser técnicas, mas que foram tomadas por governantes sob pressão política, além de afetadas pela desinformação ou marketing. Ao produzir menos energia nuclear, que não contribui para o efeito de estufa, a Alemanha se tornou dependente e refém do gás e do petróleo fornecidos pela Rússia, pois superestimou a viabilidade da transição para renováveis e teve que aumentar a sua base de geração de energia térmica, baseada na queima de carvão, gás e óleo. Por fim, o episódio tornou a Alemanha um exemplo da importância estratégica da transição da matriz energética para energias renováveis de uma forma racional e pragmática. (Epoca Negócios – 11.04.2022)

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7 EUA: Metas climáticas não serão cumpridas sem dobrar a produção de energia nuclear

A Nuclear Innovation Alliance (NIA), uma organização sem fins lucrativos dos Estados Unidos (EUA), publicou recomendações ao Departamento de Energia dos EUA que explicam as etapas para alcançar as metas climáticas previamente estabelecidas pelo país para uma transição de energia completamente limpa. A principal receita para o sucesso é simples – até 2050, os Estados Unidos devem dobrar sua produção doméstica de energia nuclear. Nesse caso, os analistas da NIA não pedem que se dependa apenas de usinas nucleares. A segunda tarefa mais importante deve ser um aumento abrangente das energias renováveis e das tecnologias para aumento da eficiência energética. (Avalanche Notícias – 15.04.2022)

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8 Alteração dos níveis de Radiação em Chernobyl preocupam

De acordo com Rafael Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o nível de radioatividade na usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, é normal no momento, embora tenha chegado a subir depois que as tropas russas ocuparam a área. No dia 26 de abril, mais cedo, o diretor-geral chegou a declarar que a situação em Chernobyl, com a invasão russa, foi anormal e colocou a usina em risco. Porém, por último, Grossi afirmou que o aumento da radioatividade ocorreu devido à movimentação de equipamento pesado que as forças russas trouxeram para o local da usina e quando saíram. Em suma, monitoramentos diários têm ocorrido e os níveis de radioatividade não apresentam preocupação por hora. (Exame – 26.04.2022)

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9 Chefe da AIEA lidera missão de assistência à usina nuclear de Chornobyl

Rafael Mariano Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), liderou uma missão de especialistas à Usina Nuclear de Chornobyl (NPP) para intensificar os esforços e prevenir o perigo de um acidente nuclear durante o atual conflito na Ucrânia. Com isso, a equipe de segurança e salvaguardas nucleares da AIEA esteve em Chernobyl em 26 de abril para entregar equipamentos vitais e realizar avaliações radiológicas no local, que foi mantido pelas forças russas por cinco semanas antes de se retirarem em 31 de março. Segundo Grossi, a presença da AIEA em Chernobyl será de suma importância para atividades de apoio à Ucrânia, pois busca restaurar o controle regulatório da usina e garantir sua operação segura e protegida. (IAEA – 22.04.2022)

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10 Europa: Energia nuclear ajudará na redução da dependência da Rússia

À medida que a guerra na Ucrânia leva a Europa a cortar sua dependência do gás natural e do petróleo russos, a energia nuclear está crescendo, prometendo energia doméstica e eletricidade confiável. A energia nuclear pode ajudar a resolver a iminente crise de energia na Europa, dizem os defensores, complementando um grande pivô que já estava em andamento antes da guerra para adotar energia solar, eólica e outras tecnologias renováveis para cumprir metas ambiciosas de mudança climática. Todavia, transformar um renascimento nuclear em realidade não é trivial. Os longos atrasos e excessos de custos que perseguiram o enorme projeto Flamanville-3, um reator de água pressurizada de última geração projetado para produzir 1.600 megawatts de energia, refletem os desafios técnicos, logísticos e de custo mais amplos que uma expansão nuclear enfrenta. Segundo Jonathan Stern, pesquisador sênior do Oxford Institute for Energy Studies, a energia nuclear vai demorar muito porque os projetos exigem pelo menos 10 anos para serem concluídos. (The New York Times – 26.04.2022)

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11 Programa de Energia Nuclear da Polônia atrai interesse de fabricantes

Na delegação do Korea Hydro & Nuclear Power (KHNP), liderada pelo CEO Jeong Jae-hoon com o apoio do chefe de desenvolvimento de negócios Yoosik Nam, foi ofertada a Polônia uma previa construção de seis reatores APR1400 com uma capacidade total de 8,4 GW, o primeiro dos quais poderia começar a operar, de acordo com o cronograma adotado no Programa de Energia Nuclear da Polônia, em 2033. Nesse contexto, o governo polonês observou que três fornecedores nucleares manifestaram interesse no programa do país: Westinghouse, com sede nos Estados Unidos, EDF da França e KHNP da Coréia do Sul. Além da oferta coreana que acabou de receber, já tem uma oferta da EDF baseada no projeto do reator EPR2 e a Westinghouse tem até setembro deste ano para apresentar sua oferta, que será baseada no AP1000. Em suma, o programa nuclear da Polônia prevê seis reatores entre 1 GWe e 1,5 GWe, com o primeiro começando em 2033 e os subsequentes a cada dois anos. (WNN – 25.04.2022)

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12 EUA: Biden anuncia esforço de US$ 6 bilhões para salvar usinas nucleares

O governo Biden está lançando um esforço de US$ 6 bilhões para resgatar usinas nucleares em risco de fechamento, citando a necessidade de continuar a energia nuclear como uma fonte de energia livre de carbono que ajuda a combater as mudanças climáticas. De acordo com o Departamento de Energia dos Estados Unidos, um processo de certificação e licitação foi aberto para um programa de crédito nuclear civil que visa resgatar proprietários ou operadores de reatores nucleares em dificuldades financeiras. Nesse contexto, esse é o maior investimento federal para salvar reatores nucleares em dificuldades financeiras e os proprietários ou operadores de reatores de energia nuclear que devem fechar por razões econômicas podem solicitar financiamento para evitar o fechamento prematuro. Em suma, a primeira rodada de prêmios priorizará reatores que já anunciaram planos de descomissionamento. (The Guardian – 20.04.2022)

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13 As mudanças climáticas do Oriente Médio devem ser combatidas com energia nuclear?

Com a crise climática já pressionando os países a dependerem menos de combustíveis fósseis, a invasão da Ucrânia pela Rússia agora criou mais um motivo para os governos acelerarem sua busca por fontes alternativas de energia. Dentro desse panorama, na parte mais quente e seca do mundo, autoridades e atores-chave se reuniram na primeira semana climática do Oriente Médio para discutir maneiras de enfrentar as crescentes ameaças trazidas pelas mudanças climáticas na região. Para a maioria dos países do Oriente Médio, os combustíveis fósseis desempenham um papel dominante e substituí-los por fontes mais limpas é crucial. Diante da perspectiva de tornar a energia nuclear como solução a problemática anteriormente citada, os países ao redor do Golfo precisam sempre pensar no impensável e devem ter um desconforto crônico porque essa tecnologia, por sua natureza, é uma tecnologia crítica à segurança e seu acidente é caracterizado como baixa probabilidade, mas de alta consequência. (Aljazeera – 12.04.2022)

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14 Canadá: Instalação de triagem e reciclagem de resíduos nucleares em construção

A construção de uma nova instalação de triagem e reciclagem de resíduos nucleares perto de Kincardine, Ontário, está em andamento. Na instalação, os resíduos nucleares de nível baixo e intermediário serão classificados e peneirados para ver se os atuais 100.000 metros cúbicos podem ser reduzidos em tamanho e volume. Segundo Fred Kuntz, funcionário da Ontario Power Generation, acredita-se que em uma instalação como esta, pode-se classificar cerca de 6.000 metros cúbicos por ano, de forma que na próxima década o volume atual estará reduzido na metade. Além disso, Kuntz diz que anos de pesquisa mostraram que a quantidade de roupas de trabalhadores, luvas, materiais de limpeza, esfregões e panos usados em suas instalações nucleares de Ontário – que compõe a maior parte de seus resíduos nucleares de baixo nível – pode ser reduzida através de uma combinação de compactação e incineração. (CTV News – 26.04.2022)

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15 A energia nuclear é segura e fica mais barata quanto mais a adotamos

O novo white paper da estratégia energética do governo do Reino Unido, introduzido após a invasão da Ucrânia pela Rússia, visa reduzir a dependência do país frente a combustíveis fósseis e ajudar a atingir a neutralidade dos gases do efeito estufa nos próximos 30 anos. Nesse caso, a energia nuclear possui um papel importante: cerca de 15% da eletricidade britânica é atualmente gerada por usinas nucleares, e o pretende-se chegar a 25%. Mas será que a energia nuclear é cara e lenta e – mais importante, certamente – perigosa? Segundo o white paper, pode-se reduzir o custo dos empréstimos para investir em nuclear deixando o governo a frente deste processo, em vez da empresa de energia. Isso porque, os governos podem tomar empréstimos a juros mais baixos do que as empresas privadas. Isso reduziria o risco para as empresas de energia e permitiria que os governos negociassem um preço muito mais baixo na energia nuclear. Esse sistema, o modelo Regulated Asset Base, já foi utilizado em outros projetos de infraestrutura e estará em vigor para a próxima geração de usinas nucleares. (iNews – 13.04.2022)

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16 Parceria Samsung e Seaborg em reatores nucleares

O projeto da Seaborg é para barcaças modulares CMSR que podem produzir entre 200 MW e 800 MW de eletricidade, com vida útil de 24 anos. Em vez de ter varetas de combustível sólido que precisam de resfriamento constante, o combustível do CMSR é misturado em um sal líquido que atua como refrigerante, o que significa que ele simplesmente desligará e solidificará em caso de emergência. Jin-Taek Jeong, presidente e CEO da Samsung Heavy Industries, disse: “O CMSR é uma fonte de energia livre de carbono que pode responder eficientemente às questões das mudanças climáticas e é uma tecnologia de próxima geração que atende à visão da Samsung Heavy Industries. (WNN – 08.04.2022)

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17 Bechtel assina memorandos de entendimento para centrais nucleares civis na Polónia

A empresa de engenharia americana Bechtel assinou memorandos de entendimento (MoUs) com 12 empresas na Polônia para o desenvolvimento potencial de duas usinas nucleares civis (NPPs). Nesse contexto, a Bechtel e a Westinghouse Electric Company prepararão conjuntamente um projeto de engenharia de front-end para uma usina nuclear na costa do Mar Báltico. A instalação será equipada com três reatores Westinghouse AP1000 e será a primeira central nuclear civil da Polônia uma vez concluída. O gerente geral da Bechtel Nuclear Power, Ahmet Tokpinar, disse: “A construção dessas usinas de energia exigiria experiência polonesa e milhares de trabalhadores poloneses qualificados. (Power Technology – 16.04.2022)

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18 Global X lança ETF UCITS de urânio (URNU) à medida que a energia nuclear se move para o mainstream

A Global X ETFs, fornecedora líder global de fundos negociados em bolsa (ETFs), anunciou hoje o lançamento do Global X Uranium UCITS ETF (URNU) na Bolsa de Valores de Londres e na Deutsche Börse Xetra. O fundo representa o único ETF UCITS de urânio no mercado europeu. Com cronogramas agressivos para atingir emissões líquidas de carbono zero e o consumo global de energia esperado para aumentar em 50% até 2050, os governos estão explorando todas as opções na próxima geração de produção de energia. Embora as energias renováveis comprovadas, como a solar e a eólica, estejam se tornando cada vez mais econômicas, sua pegada maior, produção intermitente de energia e dificuldade em escalar rapidamente, exigem outras soluções limpas para diversificar o mix de energia do mundo. A energia nuclear pode ser a solução, como uma fonte de energia limpa, de alto rendimento e confiável. Em suma, a energia nuclear é uma opção de energia cada vez mais viável para ambições de neutralidade climática. (PR Newsire – 26.04.2022)

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19 Energia nuclear necessária para inovação do setor elétrico

Suponha que todos os veículos na estrada sejam movidos exclusivamente por eletricidade. Mas quantos consideraram a enorme quantidade de energia necessária para instalações de carregamento automático? Atualmente, os defensores da energia verde parecem ignorar o enorme custo necessário para uma fonte de carregamento que atenda às demandas de uma grande frota de veículos movidos à eletricidade. Há, no entanto, uma solução viável: a energia nuclear. Isso, porque a energia nuclear é limpa e, sem o excesso de regulamentação sufocante, é acessível. A indústria nos serviu bem com poucos grandes desastres, sendo os mais notáveis Three Mile Island, Chernobyl e Fukushima. Não há dúvida, no entanto, do impacto econômico e psicológico que esses desastres tiveram sobre o público. (Mining Gazette – 11.04.2022)

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Small Modular Reactor

1 Research Report World: Relatório mapeia mercado global de SMRs

O “Relatório Global do Mercado Small Modular Reactors (SMRs) 2020-2025 – Análise profissional de produção e consumo (Impacto do COVID-19)” envolve um exame minucioso das condições futuras e atuais do setor. O estudo também detalha o tamanho do mercado, tanto em termos de volume e valor, quanto de participação de mercado, por geografia. Classificações de mercado, aplicações, estrutura primária da cadeia de suprimentos e princípios são discutidos no relatório. A pesquisa de análise de mercado mais recente, destinada a um público global, analisa os padrões de desenvolvimento, o status de crescimento das principais regiões e uma visão geral das perspectivas de negócios. O impacto da pandemia de COVID-19 na participação de mercado de SMRs, nos preços globais ao consumidor e na taxa de crescimento anual também foi examinado no estudo. Obtenha um PDF de amostra do relatório clicando aqui. (Coimbra Diario – 22.04.2022)

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2 NuScale: Produção em grande escala de SMR é iniciada

A Doosan Enerbility vai começar a fabricar os principais equipamentos para os pequenos reatores modulares NuScale (SMRs). Sob um acordo assinado em 25 de abril, a empresa coreana poderia iniciar a produção de materiais de forjamento para os reatores este ano, com a fabricação de equipamentos em grande escala prevista para começar no segundo semestre de 2023. Especificamente, a Doosan iniciará a produção de matrizes de forjamento para o vaso de pressão superior do reator. Espera-se que eles sejam usados na primeira implantação comercial de uma usina de energia NuScale VOYGR para o Projeto de Energia Livre de Carbono (CFPP) da Utah Associated Municipal Power Systems (UAMPS), que deve ser construído em um local no Laboratório Nacional de Idaho nos EUA. (World Nuclear News – 25.04.2022)

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3 NuScale: Parceria com empresas de forjamento dos EUA

A NuScale Power e o US Reactor Forging Consortium (RFC) assinaram um acordo de colaboração para “alavancar a robusta cadeia de fornecimento de forjamento existente nos EUA”, para preparar a NuScale para implantar sua tecnologia de pequeno reator modular (SMR) para clientes em todo o mundo e para apoiar, reter e expandir os empregos industriais nos EUA. Sob o acordo, a RFC e a NuScale irão cooperar no projeto para revisões de fabricação para geometrias forjadas para reduzir a soldagem, adaptação da composição química e configuração otimizada para fabricação. A colaboração apoiará o planejamento da cadeia de suprimentos dos EUA à medida que a NuScale se aproxima da comercialização de curto prazo dos NuScale Power Modules (NPM). A RFC compreende North American Forgemasters (NAF), Scot Forge e ATI Forged Products. (World Nuclear News – 22.04.2022)

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4 Estônia: Cooperação visa construção de SMRs

A subsidiária integral da Ontario Power Generation (OPG), Laurentis Energy Partners e a Fermi Energia da Estônia assinaram um acordo de cooperação para desenvolver um programa de construção de pequenos reatores modulares (SMRs) na Estônia. O acordo foi assinado em Ottawa, em 12 de abril, à margem da conferência CNA2022 da Associação Nuclear Canadense. A Laurentis foi fundada em 2012, sob o nome de Canadian Nuclear Partners, e foi renomeada como Laurentis Energy Partners em janeiro de 2020. A Laurentis está atualmente prestando serviços a vários clientes da SMR, incluindo concessionárias nucleares canadenses, concessionárias canadenses não nucleares, concessionárias europeias, concessionárias europeias não nucleares e departamentos governamentais canadenses. A Fermi Energia foi fundada por profissionais de energia e energia nuclear da Estônia para desenvolver a implantação de SMRs na Estônia. Em julho de 2019, a empresa lançou um estudo de viabilidade sobre a adequação dos SMRs ao fornecimento de eletricidade e às metas climáticas da Estônia para além de 2030, após uma rodada de financiamento de investidores e acionistas. (World Nuclear News – 13.04.2022)

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5 Rolls-Royce: SMR deve operar no Reino Unido até 2029

O presidente da Rolls-Royce SMR, Paul Stein, disse à agência de notícias Reuters que espera obter aprovação regulatória para seu projeto de pequeno reator modular (SMR) até meados de 2024, com energia da rede capaz de ser produzida até 2029. O projeto do Rolls-Royce SMR foi aceito para revisão de Avaliação de Design Genérico (GDA) no mês passado com o Departamento de Negócios, Energia e Estratégia Industrial do Reino Unido pedindo ao Escritório de Regulamentação Nuclear (ONR) do Reino Unido, juntamente com os reguladores ambientais da Inglaterra e do País de Gales, para começar o processo. (World Nuclear News – 19.04.2022)

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6 OPG e TVA: Parceria para avançar no desenvolvimento de SMRs

A Ontario Power Generation (OPG) e a Tennessee Valley Authority (TVA) anunciaram planos de trabalhar juntos para desenvolver tecnologia nuclear avançada, incluindo pequenos reatores modulares (SMRs) no Canadá e nos EUA, criando um centro de energia norte-americano. As empresas disseram que sua “parceria pioneira” desenvolverá tecnologia nuclear avançada como parte integrante de um futuro de energia limpa, impulsionando a descarbonização e avançando a segurança energética na América do Norte. O acordo permite que as empresas coordenem suas explorações no projeto, licenciamento, construção e operação de SMRs. (World Nuclear News – 20.04.2022)

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7 Moltex e SNC-Lavalin: Parceria para avançar no desenvolvimento de SMRs

A Moltex Energy Canada e o SNC-Lavalin Group anunciaram uma parceria estratégica para o avanço da energia nuclear limpa pela qual a SNC-Lavalin apoiará o desenvolvimento e a implantação das tecnologias nucleares da Moltex, incluindo pequenos reatores modulares (SMRs). “O Canadá e o mundo precisarão explorar todas as opções de tecnologia nuclear para cumprir os compromissos líquidos zero”, disse Joe St Julian, presidente da Nuclear, SNC-Lavalin. A Moltex é uma empresa privada que desenvolve tecnologias nucleares, incluindo um Reator de Sal Estável – Queimador de Resíduos (SSR-W), que utiliza resíduos nucleares reciclados como combustível; um processo Waste To Stable Salt (WATSS) para reciclagem de resíduos nucleares; e tanques de armazenamento de energia térmica GridReserve que permitem que o reator complemente as energias renováveis intermitentes. (Nuclear Engineering International – 22.04.2022)

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8 Tractebel: Novo escritório no Canadá servirá para apoiar plano de ação de SMRs

A Tractebel Engineering, com sede na Bélgica, parte da Engie da França, abriu um novo escritório na área da Grande Toronto, em Ontário, Canadá, para apoiar o plano de ação dos SMRs. “Ao firmar essas parcerias, nossos engenheiros pretendem contribuir para o sucesso do plano de ação SMR, fundamental para a redução das emissões de CO2 no país”, disse a Tractebel. Denis Dumont, Diretor Nuclear da Tractebel disse, “nossa empresa pretende construir pontes entre os mercados canadense e europeu para ajudar a entregar projetos SMR com sucesso, independentemente da localização geográfica. Aproveitaremos nossa experiência europeia para apoiar a implantação de SMR no Canadá e exportar essa experiência inédita em conjunto com nossos parceiros canadenses para a Europa. Os SMRs estão ganhando força, então vamos fazer isso acontecer agora.” (Nuclear Engineering International – 15.04.2022)

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9 Coréia do Sul: Fórum da National Society for Innovative SMR

Realizado pela terceira vez desde que foi lançado em abril do ano passado, o Fórum começou com a apresentação do “Examination of the Status of Innovative SMR Implementation and Licensing Issues” por Kim Han-gon, presidente do KHNP, e “SMR’s inovadores” do professor Jeong Dong-wook, presidente da Associação de Energia Atômica da Coréia. Realizou-se uma apresentação subordinada ao tema “Aprimoramento da Competitividade e Estratégias para o Sucesso”. Na discussão que se seguiu, diferentes pontos de vista foram trocados sobre a necessidade e o papel de desenvolver SMRs inovadores para revitalizar as políticas energéticas nacionais e estrangeiras em rápida mudança e o ecossistema da indústria nuclear. (Portal Cascais – 18.04.2022)

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10 Coréia do Sul: Empresas discutem desenvolvimento de SMRs

A SK Inc., Samsung Heavy Industries e outras empresas coreanas estão correndo para desenvolver tecnologias para pequenos reatores modulares (SMRs). Essa tendência vem se acelerando nos últimos meses, quando o presidente eleito Yoon Suk-yeol, se comprometeu a reviver a energia nuclear como uma importante fonte de energia e se comprometeu a tornar a Coreia um país de potência de reator nuclear novamente. Analistas e autoridades do setor dizem que a tecnologia SMR, que é mais barata e potencialmente mais segura do que as usinas nucleares de grande porte existentes, se tornará o núcleo da indústria de usinas nucleares de próxima geração. Destaca-se que, em 2019, a Doosan Enerbility investiu US$ 44 milhões na empresa de SMRs sediada nos EUA, NuScale Power, juntamente com investidores domésticos. A empresa injetou US$ 60 milhões adicionais na empresa americana em julho de 2021 e assinou com a empresa americana SMR X-energy para realizar serviços de engenharia para seu SMR, o Xe-100. Além da Doosan, a Samsung C&T e a GS Energy também investiram na NuScale Power. Já o SK Group, também está tomando medidas ativamente em direção aos negócios da SMR, pois o presidente do SK Group, Chey Tae-won, prometeu, em 2021, reduzir as emissões de carbono em 200 milhões de toneladas até 2030. (Korea Times – 19.04.2022)

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11 Austrália: Abordagem da AIEA para os SMRs é didática e completa

A Associação Nuclear Australiana (ANA) realizou uma conferência muito bem-sucedida no Centro Aéreo da Universidade de Tecnologia de Sydney (UTS), que reuniu membros e pessoas interessadas pessoalmente pela primeira vez em mais de dois anos. Surgiram informações e pontos de vista significativos e, entre eles, talvez o mais positivo tenha sido a mensagem clara da especialista internacional em questões legais e regulatórias nucleares Helen Cook de que a Abordagem de Marcos da Agência Internacional de Energia Atômica para a introdução da energia nuclear, conforme comprovado em uso internacional por muitos países, é capaz de progredir mesmo dentro de todas as restrições legislativas em nível federal e estadual na Austrália. A Abordagem da AIEA é muito bem explicada em páginas da web, documentos e vídeos, todos prontamente disponíveis em vários idiomas. Essa abordagem tem três fases e a primeira delas, chamada de fase de atividades de pré-projeto, abrange todos os 19 problemas de infraestrutura nuclear listados que a Austrália enfrentará tanto para o programa de aquisição de submarinos AUKUS, quanto para qualquer consideração futura de pequenos SRMs que, sem surpresa, são notavelmente semelhantes aos reatores de submarinos de ataque nuclear (SSN), exceto por alguns critérios adicionais para uso militar, como à prova de choque e movimento de plataforma em seis dimensões. A passagem pelas três fases completas leva de 10 a 15 anos, o que parece realista para a Austrália. (Defence Connect – 13.04.2022)

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12 EUA: Empresas querem converter usinas de carvão em SMRs

Estados e concessionárias estão pensando em colocar pequenos reatores nucleares (SMRs) em antigas usinas de carvão, mas a tecnologia e a economia ainda não foram comprovadas. O dinheiro é um ponto de discórdia nas negociações sobre mudanças climáticas em todo o mundo. Enquanto os economistas alertam que limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius custará muito mais trilhões do que o previsto, o WSJ (Wall Street Journal) analisa como os fundos poderiam ser gastos e quem pagaria. Empresas de serviços públicos e startups dos EUA estão tentando convencer legisladores, reguladores e clientes de que podem converter usinas de carvão antigas para abrigar pequenos reatores nucleares, uma maneira até agora não comprovada de fornecer eletricidade. As empresas de serviços públicos veem isso como uma maneira de reaproveitar as usinas de carvão que devem se aposentar e estão se juntando a startups que desenvolvem os reatores para obtenção de apoio financeiro. (Wall Street Journal – 18.04.2022)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lucca Zamboni e Vinicius Botelho
Pesquisadores: Cristina Rosa e João Pedro Gomes
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico do Instituto de Economia da UFRJ.

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