IFE.H2 75

Informativo Eletrônico – Geração de Energia com Hidrogênio nº 75 – publicado em 06 de abril de 2022.

IFE: Informativo Eletrônico de Hidrogênio – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 75 – 06 de abril de 2022
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Financiamentos
1
Brasil: Lei do Hidrogênio estabelece metas para a inserção nos gasodutos nacionais
2 Canadá: CRENHA revela novo consórcio para apoiar hidrogênio verde
3 China: País lança roadmap de hidrogênio para 2025 a 2035
4 Emirados Árabes Unidos-Holanda: Países assinam acordo para colaborar em hidrogênio limpo
5 Estados Unidos: Governadora de Nova York divulga ambições de hub de hidrogênio
6 Irlanda do Norte: Ministro de Estado visita empresa para entender melhor as tecnologias do hidrogênio

Produção
1 Austrália: IBE visa desenvolver planta de hidrogênio verde de 10 MW
2 Áustria: Projeto Demo4Grid começa a produzir H2V após fornecimento do eletrolisador da Sunfire
3 Escócia: SSE Renewable apresenta planos para planta de produção de hidrogênio verde
4 Espanha: Anunciado projeto de conversão 1.600 toneladas métricas de resíduos em hidrogênio
5 Holanda: Alliander iniciará produção de 100.000 kg de hidrogênio verde por ano
6 Holanda: OCI NV e Eneco se juntam em projeto de 10 GW de hidrogênio verde

Armazenamento e Transporte
1 Alemanha: OGE e RWE apresentam conceito de infraestrutura nacional “H2ercules”
2 Alemanha: Nova tecnologia para converter hidrogênio em metanol para transporte
3 Japão: Toyota desenvolve novo módulo para armazenar e transportar hidrogênio

Uso Final
1 Alemanha: H2 Mobility Deutschland pretende criar uma espinha dorsal dedicada ao hidrogênio
2 Canadá: Governo financia mobilidade limpa para nova frota de ônibus com emissão zero
3 China: Governo planeja fornecer 50.000 veículos a células a combustível até 2025
4 Doosan Mobility Innovation recebe US$ 22 milhões para drones movidos a hidrogênio

5 Suécia/Inglaterra: Mobilidade limpa recebe impulso financeiro

Tecnologia e Inovação
1 Alemanha: Sistemas solares residenciais com armazenamento em bateria e hidrogênio
2 EUA: Catalisadores metálicos serão analisados para produção de hidrogênio verde com custo competitivo
3 EUA: Tecnologia inovadora de hidrogênio verde baseada em nanopartículas

Eventos
1 Advanced Automation for Winding of CNG and Hydrogen Tanks
2 Connecting Renewable Energy Conference Queensland
3 Developing Hydrogen Systems from Tank to Fuel Cell
4 Webinar: “Hydrogen Insights: The Hydrogen Vision for Wales”

5 Webinar: HyDeploy Customer Perceptions of Hydrogen Webinar

Artigos e Estudos
1 Empresas europeias de gás lançam iniciativa para criar uma espinha dorsal europeia para o hidrogênio
2 Potencial da energia geotérmica para a produção de hidrogênio na Turquia
3 Integração de instalações de eletrólise em redes elétricas: um estudo de caso no norte da Alemanha
4 O potencial da Austrália para fornecer commodities de carbono zero – incluindo hidrogênio – para a Ásia-Pacífico

5 Caminhos para uma transição energética urbana na cidade de Riga
6 Produção de hidrogênio a partir de energia nuclear para descarbonização industrial
7 Proteção Climática e Mobilidade Sustentável através do Hidrogênio Verde



 

 

Políticas Públicas e Financiamentos

1 Brasil: Lei do Hidrogênio estabelece metas para a inserção nos gasodutos nacionais

O PL 725/2022, apelidado de Lei do Hidrogênio, foi apresentado pelo senador Jean Paul Prates (PT/RN). O projeto prevê a inclusão do hidrogênio como fonte energética na matriz brasileira e estabelece metas para a inserção nos gasodutos nacionais. A proposta é que até 2032, seja adicionado o percentual mínimo de 5% de hidrogênio na rede de gasodutos, e 10% até 2050. Dentro desses percentuais, 60% deve ser hidrogênio sustentável, em primeiro momento. Após 2050, a participação do hidrogênio limpo deve ser de 80%. Entende-se, segundo o projeto, como hidrogênio sustentável aquele produzido por fontes energéticas renováveis como solar, eólica, biomassa, biogás e hidráulica. O PL insere o hidrogênio na lei 9.478, de 1997, a Lei do Petróleo, e o combustível passaria a ser regulado pela ANP. (EPBR – 30.03.2022)

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2 Canadá: CRENHA revela novo consórcio para apoiar hidrogênio verde

No dia 25 de março a Aliança de Hidrogênio Renovável do Canadá (CRENHA) revelou a criação de um novo consórcio público-privado para preencher lacunas na cadeia de suprimentos de células a combustível e hidrogênio verde. O consórcio FCH-Bridge foi criado para acelerar o desenvolvimento de uma cadeia de suprimentos doméstica robusta e segura para tecnologias de célula a combustível e hidrogênio verde. O grupo, composto por indústrias e empresas envolvidas em todas as etapas da cadeia de fornecimento, desde a mineração até a distribuição, marca a “primeira” colaboração desse tipo na indústria de hidrogênio verde do Canadá. (Hydrogen Central – 28.03.2022)

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3 China: País lança roadmap de hidrogênio para 2025 a 2035

A China pretende se situar como uma potência para a produção de hidrogênio nos próximos anos e reiterou sua intenção ao lançar um novo roadmap referente ao período de 2025 a 2035 para o vetor energético limpo. Segundo o documento, o país visa a produção de 200.000 toneladas de hidrogênio verde anualmente até 2025 e deverá expandir sua produção para 33 milhões de toneladas. Divulgada pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma e pela Administração Nacional de Energia, o roadmap indica o status de liderança da China em tecnologias de hidrogênio e mobilidade elétrica. A China quer estabelecer o desenvolvimento completo da indústria de hidrogênio até 2025, o que inclui um impulso à inovação e às tecnologias centrais, atingindo a marca de 50.000 carros movidos a hidrogênio neste ano. Em 2035, a proporção de hidrogênio produzido a partir de energia renovável aumentará e continuará a apoiar a descarbonização de forma ainda mais profunda das indústrias em todo o país, além de impulsionar o desenvolvimento de um mercado global. Até agora o documento só foi disponibilizado em chinês e pode ser acessado aqui. (China Green Bulletin – 25.03.2022)

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4 Emirados Árabes Unidos-Holanda: Países assinam acordo para colaborar em hidrogênio limpo

Em uma tentativa de acelerar a transição para emissões zero, os Emirados Árabes Unidos e a Holanda assinaram um memorando de entendimento (MoU) para colaborar no uso de hidrogênio limpo. Assinada entre Suhail bin Mohammed Al Mazrouei, Ministro de Energia e Infraestrutura dos Emirados Árabes Unidos, e Liesje Schreinemacher, Ministra holandesa de Comércio Exterior e Cooperação para o Desenvolvimento, a colaboração visa escalar significativamente a adoção do hidrogênio. A parceria explorará oportunidades para aumentar a frequência no uso de hidrogênio limpo, criando um mercado adicional para os Emirados Árabes Unidos exportarem o transportador de energia limpa. Os ministros destacaram a importância do hidrogênio limpo, em particular o hidrogênio verde de fontes renováveis, para contribuir com a política de redução de emissões dos países. (Emirates News Agency – 22.03.2022)

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5 Estados Unidos: Governadora de Nova York divulga ambições de hub de hidrogênio

A governadora Kathy Hochul confirmou que o estado de Nova York possui intenções de se tornar um centro de hidrogênio. O governo assinou, no dia 24 de março, um acordo multiestadual com 40 parceiros do ecossistema de hidrogênio para desenvolver uma proposta para suas ambições, visando reduzir suas emissões de gases de efeito estufa em 85% até 2050. O consórcio liderado pelo governo de Nova York também inclui Connecticut, Massachusetts e Nova Jersey. Com isso, espera-se que o estado se torne um dos quatro centros regionais de hidrogênio designados pelo programa federal Regional Clean Hydrogen Hubs, incluído na Lei Bipartidária de Investimento e Empregos em Infraestrutura. Por ser um hub de hidrogênio, espera-se que Nova York seja capaz de conectar toda a cadeia de valor de produtores de hidrogênio, usuários, fabricantes de tecnologia e equipamentos e a comunidade de pesquisa e desenvolvimento, incluindo laboratórios e universidades nacionais. (New York State – 24.03.2022)

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6 Irlanda do Norte: Ministro de Estado visita empresa para entender melhor as tecnologias do hidrogênio

Com o hidrogênio verde sendo uma das soluções mais interessantes para a mobilidade elétrica, trazendo grande inovação na descarbonização, o Ministro de Estado da Irlanda do Norte, Conor Burns, mostrou interesse em aprender mais sobre o assunto. O Ministro visitou a Wrightbus, líder em transporte elétrico, para saber mais sobre suas tecnologias de hidrogênio. A Wrightbus acelerou a implantação de ônibus a hidrogênio em todo o Reino Unido e tem sido fundamental no desenvolvimento da cadeia de valor do hidrogênio no setor de mobilidade do Reino Unido. A empresa também desenvolveu o primeiro ônibus de dois andares movido a hidrogênio que deverá ser usado em breve, permitindo um transporte mais limpo. A empresa está no consórcio H2Bus, que em 2020 vislumbrou oportunidades de distribuir cerca de 1.000 ônibus movidos a hidrogênio para estradas europeias. Burns abordou também o Zero Emission Bus Region Areas (ZEBRA) do governo do Reino Unido e mostrou como ele está ajudando a aumentar a demanda por produção de ônibus com zero emissão na Irlanda do Norte. (Wrightbus – 25.03.2022)

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Produção

1 Austrália: IBE visa desenvolver planta de hidrogênio verde de 10 MW

A Infinite Blue Energy (IBE), empresa atuante no segmento do hidrogênio verde (H2V), revelou o desenvolvimento de um projeto para construir e operar uma usina de H2V em Northam, Austrália. A usina contará com um eletrolisador com capacidade de 10 MW que será alimentado a partir de um parque solar de 11 MW. A planta também contará com um sistema de armazenamento de energia por meio de baterias, produzindo um total de quatro toneladas de H2V por dia. O projeto está atualmente passando por engenharia e design de front-end, com uma decisão final de investimento a ser tomada ainda este ano e o primeiro fornecimento de hidrogênio verde da nova planta será após o comissionamento no quarto trimestre de 2023. Por fim, como uso final, o gás será utilizado em veículos de coleta de lixo. (IBE – 30.03.2022)

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2 Áustria: Projeto Demo4Grid começa a produzir H2V após fornecimento do eletrolisador da Sunfire

O projeto Demo4Grid, um projeto de hidrogênio verde (H2V) da Áustria, iniciou seu processo de produção recentemente, com a instalação do eletrolisador de 3,2 MW da Sunfire, empresa fornecedora de tecnologias de eletrolisadores. Esse é um projeto muito importante para o país, uma vez que o sistema abrirá o caminho para um futuro mais limpo e promoverá ainda mais as tecnologias de hidrogênio. O hidrogênio está sendo utilizado para descarbonizar as operações da empresa MPREIS. Todavia, em um processo posterior de ganho de escala do projeto, o hidrogênio poderá tomar novos rumos e ser utilizado para outras rotas, como em outras indústrias de uso intensivo de energia. (H2 View – 28.03.2022)

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3 Escócia: SSE Renewable apresenta planos para planta de produção de hidrogênio verde

A SSE Renewable está solicitando ao Highland Council a consideração dos seus planos para a instalação de uma planta de produção de hidrogênio localizada no Parque Eólico Gordonbush, 2 km a noroeste de Brora. O desenvolvimento proposto compreende 2 componentes principais: uma instalação de produção de hidrogênio verde e um sistema de armazenamento com baterias. Nesta fase, o projeto detalhado desses elementos não foi totalmente desenvolvido e espera-se um nível de aprimoramento antes da apresentação do pedido. A instalação proposta produzirá cerca de 2.000 toneladas de hidrogênio verde, que será gerado usando a solução Renewable Hydrogen Upgrade, da Siemens Gamesa. Durante o pico de produção do projeto, prevê-se que aproximadamente 8 toneladas de hidrogênio verde sejam produzidas por dia. (Fuel Cells Works – 31.03.2022)

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4 Espanha: Anunciado projeto de conversão 1.600 toneladas métricas de resíduos em hidrogênio

A Raven SR deu início a sua expansão na Europa com a empresa pronta para construir seu primeiro projeto de conversão de resíduos em hidrogênio em Aragón, na Espanha. Com a instalação prevista para 2023, Aragão terá um projeto de produção de hidrogênio removendo 75 toneladas de resíduos sólidos orgânicos por ano, o que deve gerar 1.600 toneladas métricas de hidrogênio a cada ano. O projeto não apenas apoia a expansão da empresa na Europa, como também pode integrar novas tecnologias de hidrogênio no setor energético espanhol. Espera-se que o projeto possa causar um efeito dominó, convencendo outras empresas a adotar práticas sustentáveis e inserir formas limpas de energia, como o hidrogênio, reduzindo a pegada de carbono da área local. (Raven SR – 30.03.2022)

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5 Holanda: Alliander iniciará produção de 100.000 kg de hidrogênio verde por ano

A Alliander e a GroenLeven revelaram uma nova instalação na Holanda, com produção de 100.000 kg de hidrogênio verde por ano para suprir a demanda do mercado interno. As duas empresas se associaram para investigar em conjunto como o hidrogênio pode contribuir com o uso eficiente da rede elétrica. Posteriormente, o hidrogênio verde será adquirido pela empresa de táxi local Kort e pelo fornecedor de combustível OrangeGas de Heerenveen. No estudo, a Alliander está analisando como o congestionamento na rede elétrica pode ser reduzido ou evitado e como o hidrogênio se insere nesse contexto. Espera-se que, a produção de hidrogênio em larga escala, utilizando energia solar, possa ser alcançada na Holanda e apoie o país a alcançar suas metas para atingir zero emissões líquidas. Daan Schut, diretor de tecnologia da Alliander, disse que a empresa será responsável por transportar vários fluxos de energia, com o compromisso de manter a rede de energia confiável, segura e acessível para todos. (Allinder – 25.03.2022)

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6 Holanda: OCI NV e Eneco se juntam em projeto de 10 GW de hidrogênio verde

A OCI NV e a Eneco, duas grandes empresas que atuam no setor de energia, se juntaram ao projeto NortH2, que visa desenvolver um vale de hidrogênio verde na Holanda. O vale contará com uma grande gama de eletrolisadores com capacidade de 3 a 4 GW até 2030, alimentados por energia de um extenso parque eólico no Mar do Norte, também proposto dentro do projeto. Posteriormente, com o desenvolvimento do projeto, a capacidade de eletrólise de todo o vale passará para 10 GW e o projeto será capaz de produzir aproximadamente 1.000.000 toneladas de hidrogênio verde por ano. Por consequência, o projeto economiza emissões de oito a dez megatons de CO2 ano. (Eneco – 31.03.2022)

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Armazenamento e Transporte

1 Alemanha: OGE e RWE apresentam conceito de infraestrutura nacional “H2ercules”

Para acelerar o processo de construção de uma indústria alemã de hidrogênio, a OGE e a RWE desenvolveram em conjunto o conceito de infraestrutura nacional chamado “H2ercules”. A infraestrutura está configurada para conectar eletrolisadores, bem como instalações de armazenamento e importação no norte do país com consumidores industriais no oeste e sul da Alemanha. Estima-se que serão necessários investimentos de cerca de 3,5 mil milhões de euros para a implementação do projeto. O H2ercules deve se tornar a espinha dorsal de uma infraestrutura de hidrogênio que liga a costa do Mar do Norte ao sul da Alemanha. Os papéis no projeto estão claramente alocados: a RWE pretende construir novos eletrolisadores com capacidade combinada de até 1 GW até 2030 para produzir hidrogênio verde e importá-lo, a OGE garantirá que o hidrogênio verde possa chegar aos clientes convertendo os gasodutos de gás natural existentes para o transporte de hidrogênio e construindo novos gasodutos. Desta forma, pode ser criada uma rede de dutos de aproximadamente 1.500 quilômetros que se encaixa no planejamento da rede de hidrogênio em toda a Alemanha. Além disso, a RWE também pretende construir usinas de energia a gás com sistemas de armazenamento, perto da fronteira holandesa. (RWE – 24.03.2022)

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2 Alemanha: Nova tecnologia para converter hidrogênio em metanol para transporte

Pesquisadores do Instituto de Pesquisa alemão Fraunhofer IMM estão desenvolvendo reformadores de metanol que podem superar desafios como atrito de catalisador e demanda de espaço. Os reformadores desenvolvidos pelo grupo precisam de cerca de 17% do espaço que um reformador convencional de desempenho comparável necessitaria. “Estamos optando por catalisadores contendo metais preciosos semelhantes aos usados em catalisadores automotivos, para que não haja com os revestimentos”, comentou Gunther Kolb, vice-diretor do Instituto e diretor de divisão da Fraunhofer IMM. “Além disso, como nossos materiais catalisadores também possuem uma atividade mais elevada, a quantidade de catalisador necessária é reduzida e, consequentemente, os custos.” No comunicado à imprensa publicado no início do mês de março, o Fraunhofer IMM disse que seu catalisador não produz subprodutos como monóxido de carbono quando operado em carga parcial. A ideia por trás da pesquisa, como explicam os pesquisadores do Fraunhofer IMM, é que o hidrogênio seja convertido em metanol para que seja transportado mais facilmente. O metanol deve então ser convertido novamente em hidrogênio e dióxido de carbono para consumo final. (PV Magazine – 25.03.2022)

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3 Japão: Toyota desenvolve novo módulo para armazenar e transportar hidrogênio

A montadora japonesa Toyota Motor desenvolveu um módulo de armazenamento de hidrogênio que usa sua tecnologia de tanque de hidrogênio de resina de alta pressão para veículos a célula a combustível. O novo módulo da empresa irá expandir o setor de armazenamento de hidrogênio, já que poderá ser utilizado também em ferrovias, outras instalações de transporte, cargas portuárias e geradores com células a combustível. O tanque que aguenta 70MPa tem capacidade de armazenamento de 2,7 kg a 18,7 kg, com um peso que varia de 43,0 kg a 243,8 kg, dependendo do tamanho. (PV Magazine – 28.03.2022)

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Uso Final

1 Alemanha: H2 Mobility Deutschland pretende criar uma espinha dorsal dedicada ao hidrogênio

O Hy24 fornecerá € 70 milhões (US$ 77 milhões) para a infraestrutura de abastecimento de hidrogênio da Alemanha, especialmente o H2 Mobility Deutschland. O investimento será apoiado por um adicional de € 40 milhões (US$ 44 milhões) de acionistas existentes, incluindo Air Liquide, Daimler Truck, Linde, Shell e muitos outros. O objetivo da H2 Mobility é criar um backbone de reabastecimento de hidrogênio que possa permitir o lançamento acelerado de soluções de mobilidade a hidrogênio em aplicações pesadas, leves e médias. Ao fazê-lo, o grupo espera expandir para mais de 90 estações em toda a Alemanha, com intenção de atingir sua meta principal de 300 estações até 2030. Nikolas Iwan, diretor administrativo da H2 Mobility, afirmou: “O Green Hydrogen se tornará um divisor de águas na jornada para substituir os combustíveis fósseis no transporte e reduzir nossa dependência da extração de recursos da superfície do nosso planeta.” (H2View – 29.03.2022)

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2 Canadá: Governo financia mobilidade limpa para nova frota de ônibus com emissão zero

Por meio do Zero Emission Transit Fund, o governo canadense está investindo US$ 10 milhões ao longo de cinco anos para reforçar a transição da frota de ônibus para veículos com emissão zero. Além de adquirir novos ônibus, existe um trabalho em paralelo para converter as frotas de ônibus já existentes em veículos movidos a hidrogênio. O hidrogênio e as células a combustível apresentam uma oportunidade para conseguir atingir as metas de zero emissões líquidas e, com o hidrogênio verde se tornando competitivo em termos de custos, esta possibilidade se torna mais atraente no setor de mobilidade. Jennifer O’Connell, Secretária Parlamentar do Ministro Canadense de Assuntos Intergovernamentais, Infraestrutura e Comunidades, disse: “Os investimentos em ônibus de emissão zero ajudam a reduzir a poluição, apoiam a fabricação canadense e são um passo importante para atingir nossa meta de 2050.” (H2View – 31.03.2022)

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3 China: Governo planeja fornecer 50.000 veículos a células a combustível até 2025

O plano econômico da China prevê impulsionar o crescimento da indústria de veículos movidos a hidrogênio. De acordo com a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, espera-se que a China tenha dominado as principais tecnologias e processos de fabricação até 2025, além de cerca de 50.000 veículos de FCVs presentes nas estradas chinesas. Segundo o mesmo plano, a produção anual de hidrogênio chinesa, a partir de energias renováveis, deve atingir 100.000 – 200.000 toneladas até 2025. No ano passado, a Associação Chinesa de Fabricantes de Automóveis divulgou que o país exportou 17.000 veículos movidos a hidrogênio internacionalmente e comercializou 1.586 no mercado nacional. A Great Wall Motors afirmou que investirá 3 bilhões de yuans (US$ 456,4 milhões) para pesquisa e desenvolvimento do hidrogênio, durante os próximos 3 anos. (FuelCellsWork – 28.03.2022)

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4 Doosan Mobility Innovation recebe US$ 22 milhões para drones movidos a hidrogênio

A Doosan Mobility Innovation (DMI) atraiu investimentos de 27 bilhões de won (US$ 22 milhões) e está se preparando para conquistar o mercado de drones a hidrogênio. A DMI planeja usar os fundos de investimento para fortalecer sua linha de produtos, aprimorar as capacidades de vendas no exterior e desenvolver células a combustível que possam ser aplicadas à mobilidade pesada. A pesquisa da DMI se concentra no desenvolvimento de drones de carga e de logística, que suportem de 10 a 50 kg. O objetivo é comercializá-los após 2025. Este pode ser um mercado vital no futuro, já que os drones estão se tornando cada vez mais confiáveis para operações logísticas e transporte de mercadorias por longas distâncias. As células a combustível alimentadas por hidrogênio proporcionam tempos de voo mais longos e, portanto, são fundamentais para essa indústria emergente. (H2View – 29.03.2022)

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5 Suécia/Inglaterra: Mobilidade limpa recebe impulso financeiro

A H2X Global fornece à Renova, empresa de resíduos municipais da Suécia, cinco veículos comerciais da linha H2X. Dentre eles, constam: um caminhão de 18 toneladas, um caminhão desmontável de 28 toneladas e três veículos de plataforma elevatória de 3,5 toneladas. A Renova opera em 10 municípios da região de Gotemburgo, no oeste da Suécia. A meta é que o país atinja zero emissões líquidas antes de 2045 e, até 2030, as emissões sejam reduzidas em 70% em comparação a 2010. Por outro lado, na Inglaterra, um financiamento de £ 30 milhões do Departamento de Transportes permitirá 124 novos ônibus movidos a hidrogênio nas ruas de West Midlands. O município já está liderando o caminho com 20 ônibus de dois andares a hidrogênio, comprados pela Câmara Municipal de Birmingham e operados pela National Express West Midlands. A região terá 144 ônibus movidos a hidrogênio nas ruas, a maior frota do mundo ocidental. (H2Bulletin – 29.03.2022)

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Tecnologia e Inovação

1 Alemanha: Sistemas solares residenciais com armazenamento em bateria e hidrogênio

Pesquisadores da Universidade Paderborn, na Alemanha, desenvolveram um modelo de sistema fotovoltaico residencial para telhados, em combinação com baterias para armazenamento de curto prazo e hidrogênio para armazenamento de longo prazo. Sua nova proposta consiste em um painel fotovoltaico de 6,8 kW, um eletrolisador de 5 kW, alimentado por energia solar excedente para produção de hidrogênio. O hidrogênio produzido pelo excedente de energia deve ser armazenado em um tanque por meio de um compressor. Em períodos de alta demanda de energia, quando a geração fotovoltaica não for suficiente, o combustível verde é usado para produzir eletricidade por meio de um sistema de células a combustível de 1,24 kW. O sistema de energia descentralizado é projetado para cobrir a demanda de energia de uma casa por meio de energia fotovoltaica, mesmo durante o inverno, incluindo capacidade de armazenamento também suficiente. O desperdício de calor gerado pela célula a combustível e pelo eletrolisador é transferido através de trocadores de calor para um tanque, que fornece água quente para a casa. Os cientistas descreveram o projeto do sistema em “Hybrid Energy System Model in Matlab/Simulink Based on Solar Energy, Lithium-Ion Battery and Hydrogen,” que foi publicado recentemente na revista Energies. Para ler o trabalho na íntegra clique aqui. (PV Magazine – 29.03.2022)

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2 EUA: Catalisadores metálicos serão analisados para produção de hidrogênio verde com custo competitivo

A H2U Technologies revelou, no dia 29 de março, um acordo conjunto para investigar catalisadores metálicos que não fazem parte do grupo da platina (PGM) para produção de hidrogênio verde com custo competitivo. Os catalisadores do grupo PGM´s são baseados nos metais: platina, paládio, ródio, irídio, rutênio e ósmio. Por meio da parceria com a De Nora, os catalisadores metálicos sem platina serão avaliados quanto à sua viabilidade na eletrólise da água e, caso isso seja positivo, a comercialização dessa tecnologia poderá revolucionar o mercado. A platina é frequentemente usada em unidades de eletrólise de água e devido à faixa de preço elevada e a sua escassez, torna os custos gerais do hidrogênio verde produzido pouco competitivos. Por isso, remover a platina e substituí-la por um catalisador mais barato permite uma solução amplamente disponível e de baixo custo. Essas inovações tecnológicas incluem os sistemas proprietários da H2U Technologies para triagem de alto rendimento de composições para determinar a atividade catalítica. (H2U Technologies – 29.03.2022)

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3 EUA: Tecnologia inovadora de hidrogênio verde baseada em nanopartículas

A empresa SunHydrogen tem trabalhado no desenvolvimento de sua tecnologia de hidrogênio verde baseada em nanopartículas. A empresa adquiriu o laboratório de pesquisa e desenvolvimento em Coralville, Iowa, EUA, e está recebendo apoio também através das suas parcerias industriais nos EUA, Alemanha, Coréia do Sul e Japão, e das novas colaborações com a Universidade de Iowa e a Universidade de Michigan. A empresa tem desenvolvido painéis solares que usam diretamente as cargas elétricas criadas pela luz solar para gerar hidrogênio com custo competitivo. Neste momento, ela está de olho em oportunidades para escalar sua tecnologia de produção de nanopartículas em painéis produtores de hidrogênio, a qual tem realizado testes em um protótipo. A SunHydrogen também declarou que possui parcerias de pesquisa com desenvolvedores externos de membranas e catalisadores para integrar esses elementos na arquitetura das unidades geradoras de hidrogênio. (SunHydrogen – 28.03.2022)

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Eventos

1 Advanced Automation for Winding of CNG and Hydrogen Tanks

Para o dia 6 de abril de 2022, a CompositesWorld preparou um evento online em relação a vasos de pressão compostos para armazenamento de alta pressão e transporte para gás natural limpo (GNC) e hidrogênio. Neste webinar, os participantes conhecerão as soluções comprovadas para desenvolver e produzir tanques de armazenamento de alta pressão, automatizando essa produção com várias unidades de suporte, integrando a solução pronta para uso e as considerações no dimensionamento da produção. Vasos de pressão compostos (CPVs) para armazenamento de alta pressão e transporte de gás natural limpo (GNC) e hidrogênio são um dos mercados de crescimento mais rápido para compósitos avançados. A crescente demanda – especialmente para produção de alto volume de tanques de hidrogênio – está forçando a Tier-One e os fornecedores de equipamentos a pensar além do enrolamento de filamento tradicional e exigir equipamentos com maior controle de qualidade, tempos de ciclo mais baixos, tempo de inatividade reduzido, melhor manuseio de materiais e maior integração com todas as etapas do processo de produção. (CompositesWorld – Março de 2022)

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2 Connecting Renewable Energy Conference Queensland

A Kieran organizou um evento online para os dias 6 e 7 de abril de 2022. Serão apresentados inúmeros projetos, dentre os quais: Fortescue Future Industries Centro Global de Fabricação de Energia Verde (GEM); ACCIONA Energia (Parque Solar Aldoga e Parque Eólico Macintyre), RES: Projeto de Energia Renovável Moah Creek (armazenamento eólico, solar e de bateria), Wooderson Solar Farm (armazenamento solar e de bateria), Projeto de energia renovável IIveragh (armazenamento eólico, solar e de bateria), o Parque Eólico Mount Rainbow e o Projeto de Energia Renovável Mount Perry (Eólica e Bateria). A série de encontros Connecting Industry são eventos online, projetados para auxiliar o setor de recursos, construção, engenharia, fabricação e serviços. O webinar conta com a participação de profissionais da cadeia de recursos e construção em Queensland, Austrália e internacional. Para participar, se inscreva aqui. (Hydeploy – Março de 2022)

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3 Developing Hydrogen Systems from Tank to Fuel Cell

No dia 6 de abril de 2022 ocorrerá o segundo evento da série “Green Hydrogen”, organizado pela Mathworks. O evento abordará a modelagem de sistemas de gás e processos termodinâmicos detalhados em uma célula a combustível. Alguns dos assuntos tratados serão: introdução à modelagem de sistemas de gás com Simscape; controle de válvula para estação de carregamento de hidrogênio tanque a tanque; estimativa de parâmetros a partir de medições e folhas de dados e modelo de célula de combustível multi-espécies, incluindo difusão e purga de nitrogênio. Para participar, clique aqui. (Mathworks – Março de 2022)

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4 Webinar: “Hydrogen Insights: The Hydrogen Vision for Wales”

Para o dia 12 de abril de 2022, a Hydrogen Industry Leaders organizou webinar para discutir o futuro do hidrogênio no País de Gales. A Ministra do Ambiente, Energia e Assuntos Rurais do País de Gales, Lesley Griffiths, afirma: “O País de Gales precisa estar em condições de desenvolver e capturar as oportunidades oferecidas pelo hidrogênio.” A região já abriga várias empresas pioneiras de hidrogênio, projetos e clusters de pesquisa, portanto está se tornando cada vez mais importante o desenvolvimento da economia do hidrogênio no Reino Unido. Para se inscrever no evento, clique aqui. (Hydrogen Industry Leaders – Março de 2022)

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5 Webinar: HyDeploy Customer Perceptions of Hydrogen Webinar

A Cadent Gas Limited organizou um webinar para o dia 6 de abril de 2022. Serão apresentados três projetos de pesquisa, explorando as percepções do consumidor sobre a utilização do hidrogênio em casa. A pesquisa é , vinculada ao projeto H21, relacionada a 100% de hidrogênio, além de hidrogênio misturado, por meio do projeto HyDeploy. Este último é o primeiro projeto a misturar hidrogênio no suprimento de gás natural e entregá-lo às casas dos consumidores. Os resultados do estudo ajudam a informar a indústria e o governo a opinião do consumidor sobre o hidrogênio e apoiar a aceitação pública para uma conversão de hidrogênio.O evento será presidido por Stella Matthews, gerente de desenvolvimento de hidrogênio da Northern Gas Network. Para participar, clique aqui. (Hydrogen Industry Leaders – Março de 2022)

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Artigos e Estudos

1 Empresas europeias de gás lançam iniciativa para criar uma espinha dorsal europeia para o hidrogênio

Na sua recente Estratégia de Hidrogênio, a Comissão Europeia já havia anunciado que pretendia assegurar a plena integração da infraestrutura de hidrogênio no seu planejamento, através da revisão do Plano Decenal de Desenvolvimento da Rede europeia de gás (TYNDP) . Para contribuir, a elaboração de políticas sustentáveis e a revisão da legislação para criação de um mercado de gás competitivo e descarbonizado, terão de desempenhar um importante papel no sentido de permitir investimentos a longo prazo nesta infraestrutura chave. Por isso, diversas empresas de gás lançaram um documento sobre uma iniciativa aberta para a criação de uma espinha dorsal europeia de hidrogênio, com múltiplas implicações para a elaboração de políticas adequadas. O documento conclui que o custo de uma espinha dorsal europeia de hidrogênio pode ser muito modesto em comparação com a dimensão prevista em outros mercados de hidrogênio. Por isso, as empresas se propõem lançar um planejamento do mercado como “primeiro motor”, facilitando o desenvolvimento da oferta e da procura. A espinha dorsal deve permitir o acesso de todas as partes interessadas no mercado em termos e condições de igualdade. (Gas for Climate 2050 – 2022)

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2 Potencial da energia geotérmica para a produção de hidrogênio na Turquia

O presente estudo tem como objetivo investigar o potencial de energia geotérmica para a produção de hidrogênio na Turquia. O potencial total de produção de hidrogênio na Turquia usando recursos geotérmicos é estimado em 559,76 quilotons. Os potenciais de geração de hidrogênio para todas as cidades turcas são fornecidos e discutidos para uma economia viável de hidrogênio. Segundo o estudo, Aydin, Manisa e Denizli são as cidades com os maiores potenciais de produção de hidrogênio. Além disso, o estudo fornece um espectro nacional de como a energia geotérmica pode desempenhar um papel eficaz para se tornar um país líder neste campo. Os resultados servem como uma boa base para fins de planejamento e estratégia conforme necessários para o país e devem ajudar no desenvolvimento de novas políticas energéticas para exploração de recursos energéticos renováveis. (Energy – 2022)

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3 Integração de instalações de eletrólise em redes elétricas: um estudo de caso no norte da Alemanha

Este trabalho apresenta efeitos causados pela integração de instalações de eletrólise para processos Power-to-X na rede elétrica alemã. Para capacidades de eletrólise de até 300 MW, observam-se impactos locais na rede, enquanto que capacidades maiores causam impactos supra-regionais. Assim, os impactos são definidos como desvios da utilização média da linha superior a 5%. Além disso, o congestionamento mínimo da linha é determinado para coincidir com a estratégia de produção diária restrita pela instalação de eletrólise. O resultado do artigo mostra um bom compromisso para a operação integrada da rede com o mínimo custo de produção e impacto reduzido. (Energy Conversion and Management – 2022)

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4 O potencial da Austrália para fornecer commodities de carbono zero – incluindo hidrogênio – para a Ásia-Pacífico

A Austrália desempenhou um papel de liderança no atendimento das necessidades energéticas e recursos da região asiática, tornando-se o maior exportador mundial de carvão, gás natural liquefeito, minério de ferro e alumina. Este artigo realiza uma análise das exportações vinculadas a consequentes emissões no ponto de uso ou processamento, respondendo por cerca de 8,6% do total de emissões de gases de efeito estufa da região Ásia-Pacífico. O artigo investiga três caminhos pelos quais a Austrália poderia exportar energia e produtos com zero carbono: exportações diretas de eletricidade renovável por meio de cabos submarinos, exportações de combustíveis com zero carbono, como hidrogênio verde, e exportações de metais “verdes”, processados com minérios australianos usando energia renovável e hidrogênio verde. A Austrália tem terra e recursos de energia renovável para se tornar um importante exportador dessas commodities. A realização desse potencial depende de contínuas reduções de custos, crescente interesse do lado da demanda ligado ao cumprimento de metas ambiciosas de redução de emissões na região e o desenvolvimento de estruturas transfronteiriças para o comércio de energia limpa. (Energy – 2022)

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5 Caminhos para uma transição energética urbana na cidade de Riga

Riga, capital da Letônia, publicou uma nova estratégia que planeja reduzir suas emissões de GEE em 61% (até 2030) e 70% (até 2050), em comparação aos níveis de 1990. Este artigo descreve, através de um trabalho de pesquisa, como atingir esses objetivos, definindo caminhos e medidas em consonância com as ações planejadas de Riga, que se concentram em três áreas temáticas: hidrogênio verde, engajamento solar e transporte moderno. A caracterização e comparação das vias é baseada em um método de indicadores gráficos e ponderação de diferentes fatores, de acordo com o quadro energético de Riga. A pesquisa realizada mostra que a produção de hidrogénio verde é economicamente viável na cidade, atingindo um Custo Nivelado de Electricidade de 0,0395 EUR/kWh e um Custo Nivelado de Hidrogênio de 3,67 EUR/kg de H2. (Energy – 2022)

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6 Produção de hidrogênio a partir de energia nuclear para descarbonização industrial

A energia nuclear pode ser utilizada para produção de hidrogênio limpo tanto quanto as fontes renováveis, sem emissão de carbono. Todavia, atualmente, o foco se encontra nas energias renováveis, o que possivelmente pode ser atribuído ao alto investimento de capital inicial para projetos de energia nuclear. Neste trabalho, a justificativa para apoiar a implantação e o crescimento do setor de fornecimento de hidrogênio movido a energia nuclear é estabelecida a partir da perspectiva do proprietário da usina e das indústrias potenciais que exigirão grandes quantidades de hidrogênio de baixo carbono para descarbonizar alguns ou todas as suas operações. O status das alternativas tecnológicas, suas características técnico-comerciais, os mecanismos de habilitação para a implantação do projeto e as barreiras potenciais ao longo do caminho são analisados, e são fornecidas recomendações-chave para ações políticas de curto prazo. (Chemie Ingenieur Technik – 2022)

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7 Proteção Climática e Mobilidade Sustentável através do Hidrogênio Verde

Os formuladores alemães de políticas estão atualmente se concentrando na expansão da geração de energia renovável e veículos elétricos a bateria, que estão sendo generosamente crescendo no mercado. Entretanto, nenhuma outra substância é tão rica em energia e igualmente adequada para fomentar o caminho para a sustentabilidade na mobilidade, além de fornecer calor e funcionar como matéria-prima na produção industrial, como o hidrogênio. De acordo com a opinião atual de muitos estudiosos, a neutralidade climática só pode ser alcançada com o amplo uso do hidrogênio verde. Muitos descrevem o hidrogênio como um bloco de construção para outros transportadores de energia gasosos e líquidos – como os descritos na estratégia Power-to-X – sendo indispensável para todas as aplicações em que o uso direto da eletricidade não é técnico- ou economicamente possível nem sensato. (Chemie Ingenieur Technik – 2022)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Luiza Masseno e Sayonara Andrade Elizário
Pesquisadores: Allyson Thomas,
José Vinícius S. Freitas, Kalyne Silva Brito e Luana Oliveira 
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico do Instituto de Economia da UFRJ.

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