IFE.ME 94

Informativo Eletrônico – Mobilidade Elétrica Nº 94 – publicado em 15 de fevereiro de 2022.

IFE: Informativo Eletrônico de Mobilidade Elétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 94 – 15 de fevereiro de 2022
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Regulatórias
1
Brasil/MCTI: Plano de P&D para descarbonização do setor de transportes
2 MDR/BID/WRI Brasil: Guia de eletromobilidade para cidades brasileiras
3 Luiz Carlos Moraes/Anfavea: Apoio ao programa de financiamento do BNDES
4 EUA/Biden: Plano para ampliação da infraestrutura de carregamento de VEs
5 EUA: Reformulação da concessão de subsídios a VEs
6 Irlanda: Financiamento para táxis elétricos

Inovação e Tecnologia
1 Lotte Ventures/GM Ventures/KTB Network: Investimento em startup para produção de baterias de nova geração
2 Renault/Valeo/Valeo Siemens eAutomotive: Desenvolvimento de motor elétrico sem terras raras
3 EUA: Carregamento elétrico sem fios será testado em estrada
4 BYD: Desenvolvimento de baterias de nova geração
5 CSyARES: Fiscalização da extração de terras-raras utilizadas na produção de VEs
6 EUA/Michigan: Estrada com recarga dinâmica de VEs

Indústria Automobilística
1 ABVE: Previsão de VEs para o 2º semestre de 2022
2 Evandro Bastos/Mercedes-Benz: “Não adianta ter pressa com o carro elétrico”
3 Ecovagas/Zletric: Fusão e integração da rede de recarga

4 Brasil/São Paulo: Pontos de recarga de VEs devem triplicar em 2022

5 EUA: Vans elétricas são tendência para frotas comerciais

6 US EIA: Participação de mercado de VEs e híbridos no 4º trimestre de 2021

7 China: Panorama do mercado de VEs em 2021

8 Europa: Panorama do mercado de VEs em 2021
9 Volvo: Investimento em nova fábrica de VEs na Suécia
10 Avass Group: Acordo com Arábia Saudita para fabricação de ônibus elétricos
11 Porsche/Fazua/Ponooc: Investimento no mercado de e-bikes

Meio Ambiente
1 Adalberto Maluf/ABVE: Reciclagem será fundamental para o futuro da ME
2 ESG: iFood oferecerá compra de motos elétricas a entregadores
3 EUA: Exército irá descarbonizar frota não tática até 2035

Eventos e Estudos
1 IEA: Preço de matéria prima é ameaça para o avanço do mercado de VEs
2 Adamas Intelligence: Capacidade de bateria de VEs de passageiros em 2021
3 EY: Rede resiliente e soluções digitais para a transição para ME
4 New York Times: “Por que este pode ser um ano crítico para carros elétricos”


 

 

Políticas Públicas e Regulatórias

1 Brasil/MCTI: Plano de P&D para descarbonização do setor de transportes

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, em reunião virtual com representantes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), discutiu a descarbonização do setor de transportes. A entidade apresentou um estudo sobre a descarbonização no setor de transportes no Brasil, estimulando a diminuição do uso de combustíveis fósseis e transição para fontes como biocombustíveis e VEs. Segundo a associação, o Brasil está entre os 10 maiores mercados automotivos no mundo. O estudo demonstrou como aconteceram as mudanças de rota tecnológica no setor de transporte em vários países e traçou diferentes cenários para o Brasil a depender do tipo de política adotada para incentivo ao uso de novas fontes de energia. O ministro afirmou que o ministério tem interesse em reunir atores do setor de transporte e instituições de pesquisa para desenvolver uma política de pesquisa e desenvolvimento (P&D) sobre descarbonização no transporte. “O ministério de Ciência e Tecnologia tem essa característica de trabalhar junto com as empresas. Nós fizemos isso com o GT Farma, para criar uma política no setor de medicamentos e vacinas. Podem contar com a equipe do MCTI para debater o tema”, afirmou Pontes. Para acessar ao estudo da Anfavea na íntegra, clique aqui. (Governo do Brasil – 10.02.2022)

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2 MDR/BID/WRI Brasil: Guia de eletromobilidade para cidades brasileiras

A urgência da transição para um transporte coletivo limpo nas cidades brasileiras é evidente. Há cerca de 117 mil ônibus municipais e metropolitanos em operação no país, mas menos de 1% são veículos de baixa ou zero emissão. Por que as cidades têm dificuldade em acelerar essa mudança, enquanto países próximos, como Chile e Colômbia, avançam a passos largos na eletrificação das frotas? Muitas dúvidas rondam os planos de eletrificação do transporte coletivo por ônibus. Como iniciar o planejamento da eletrificação? Quais os tipos de ônibus elétricos disponíveis são a melhor escolha para cada cidade? Como transformar contratos de licitação para vencer o alto custo inicial da tecnologia? Que novos arranjos têm sido testados para lidar com as necessidades energéticas do processo? O “Guia de Eletromobilidade: Orientações para estruturação de projetos no transporte coletivo por ônibus” busca facilitar esse caminho. Elaborada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o WRI Brasil, a publicação é um instrumento de capacitação técnica para a concepção, estruturação e implementação de projetos de eletrificação do transporte coletivo por ônibus. O guia foi lançado em um webinar conjunto do WRI Brasil com o BID e o MDR. Com participação de representantes de secretarias e órgãos de transporte e mobilidade do Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba e São José dos Campos – cidades em diferentes estágios do processo de eletrificação –, o evento de lançamento permitiu a esses e outros municípios brasileiros trocarem dúvidas, planos, experiências e lições aprendidas. Para acessar o documento clique aqui e para assistir ao webinar clique aqui. (eCycle – 08.02.2022)

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3 Luiz Carlos Moraes/Anfavea: Apoio ao programa de financiamento do BNDES

Na semana passada, a Anfavea mostrou apoio ao novo programa do BNDES voltado para o financiamento de veículos pesados movidos a energias limpas. O chamado “Finame Baixo Carbono” é voltado à aquisição de máquinas e equipamentos que contribuam para a redução da emissão de carbono. A linha abrange ônibus e caminhões elétricos (bateria ou célula de combustível), híbridos, a gás ou movidos exclusivamente a biocombustível, bem como veículos comerciais leves elétricos e híbridos. O programa atende também frotistas e locadoras interessados na compra de carros de passeio elétricos ou híbridos; motocicletas, bicicletas, triciclos e patinetes elétricos. Para o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, o programa do BNDES poderá estimular os bancos a oferecer planos semelhantes à pessoa física. “Como esse tipo de veículo ainda é mais caro, o financiamento ajuda. É uma forma de inserir o Brasil na estratégia global da nova tecnologia”. (Valor Econômico– 08.02.2022)

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4 EUA/Biden: Plano para ampliação da infraestrutura de carregamento de VEs

O governo Biden exigiu que os estados apresentassem propostas para preencher as rodovias nacionais com carregadores de VEs. A exigência faz parte de um plano de US $5 bilhões para preencher uma lacuna na infraestrutura necessária para apoiar as vendas crescentes de carros movidos a bateria. Os veículos elétricos estão crescendo em popularidade, respondendo por quase 9% dos carros novos vendidos em todo o mundo no ano passado. Apesar disso, os Estados Unidos ainda ficam atrás da Europa em infraestrutura de carregamento. Funcionários do governo detalharam como pretendiam lidar com esse déficit usando US $5 bilhões que o Congresso destinou como parte do projeto de infraestrutura de US $1 trilhão assinado pelo presidente Biden em novembro. Especialistas apontam que esse montante inicial não será suficiente para construir a rede de recarga necessária para atender o crescimento da frota de VEs. Contudo, funcionários do governo esperam que o plano funcione como um catalisador, incentivando as concessionárias e operadoras privadas a construir carregadores adicionais. O governo delineou um cronograma relativamente rápido para a implantação de uma parcela inicial de US$ 615 milhões. (New York Times – 10.02.2022)

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5 EUA: Reformulação da concessão de subsídios a VEs

O governo federal norte-americano cobrou o Congresso sobre o projeto de lei de reformulação de subsídios aos VEs. O projeto que é fruto do governo Biden, segue paralisado. A reformulação proposta prevê o aumento dos atuais créditos fiscais de US$ 7.500 para veículos fabricados nos EUA para até US$ 12.500, além de criar novos créditos de até US$ 4.000 para veículos elétricos usados. A medida também visa elevar o atual limite de crédito fiscal para fabricantes de 200.000 veículos, o que tornaria a General Motors e a Tesla elegíveis novamente. Essa conta inclui um crédito de 30% para veículos elétricos comerciais, US$ 3,5 bilhões para a conversão de fábricas dos EUA para produção desses automóveis e US$ 9 bilhões para o Serviço Postal americano e para o governo federal comprar veículos elétricos e estações de carregamento. (CNN Brasil – 10.02.2022)

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6 Irlanda: Financiamento para táxis elétricos

O governo irlandês anunciou o relançamento do programa de financiamento para táxis elétricos, com um fundo de 15 milhões de euros sendo alocado pelo Departamento de Transportes para 2022. Os candidatos poderão se candidatar a subvenções de até € $10.000 para a compra de um novo veículo elétrico a bateria, com mais € $2.500 disponíveis para convertê-lo num modelo acessível a cadeiras de rodas se for o caso. Além do suporte de compra, será concedida uma isenção do imposto de registro de veículo de até € $5.000, bem como o financiamento de um carregador doméstico de até € $600 em um carregador doméstico. Por fim, serão disponibilizados reembolsos anuais de pedágio para taxistas de VEs de até € $1.000. No ano passado, o programa de financiamento de veículos elétricos atraiu quase 600 taxistas, que se candidataram com sucesso a bolsas. (Electrive – 08.02.2022)

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Inovação e Tecnologia

1 Lotte Ventures/GM Ventures/KTB Network: Investimento em startup para produção de baterias de nova geração

A Soelect, startup do ramo de baterias de nova geração, concluiu recentemente seu financiamento da Série A, fechando um investimento de cerca US $11 milhões. A Lotte Ventures se uniu à GM Ventures e à KTB Network para fazer o investimento. A Lotte Ventures, por meio de um fundo patrocinado pela Lotte Chemical, foi a principal investidora. A Soelect diz que desenvolveu um processo de fabricação exclusivo de baterias que pode ser ampliado para produção em massa a baixo custo. O ânodo de metal de lítio LiX da Soelect permite uma carga rápida de até 4C (15 min) a 100% SOC. O ânodo LiX pode ser reutilizável sem destruir os processos necessários para a maioria dos processos de reciclagem. A SEM (Solid Electrolyte Membrane) da Soelect é uma membrana de eletrólito polimérico não à base de PEO e pode ser aplicada em qualquer material de eletrodo. Ele também pode ser autônomo sem sacrificar sua condutividade iônica superior em várias faixas de temperatura e estabilidade de alta tensão. (Green Car Congress – 08.02.2022)

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2 Renault/Valeo/Valeo Siemens eAutomotive: Desenvolvimento de motor elétrico sem terras raras

A Renault, a Valeo e a Valeo Siemens eAutomotive assinaram um memorando de entendimento para formar uma parceria estratégica para o projeto, co-desenvolvimento e fabricação na França de um motor elétrico automotivo de nova geração, eliminando o uso de terras raras. Os três parceiros combinarão seu know-how e experiência reconhecida para projetar um sistema de trem de força elétrico único, sem paralelo em todo o mundo, oferecendo mais potência com menos energia, sem o uso de terras raras. Ao abrigo desta parceria, cada um dos três parceiros contribuirá para o desenvolvimento e produção das duas peças fundamentais do motor elétrico: o rotor e o estator. A Renault desenvolverá e produzirá a tecnologia de rotor EESM (motor síncrono eletricamente excitado), projetado sem o uso de terras raras, oferecendo desempenho energético aprimorado. Além do fornecimento de componentes com base na melhor experiência de cada empresa, a arquitetura geral do motor all-in-one para o Grupo Renault também será projetada pela Renault. Valeo e Valeo A Siemens eAutomotive desenvolverá e produzirá o estator, que se baseia na experiência tecnológica da Valeo na montagem de fios de cobre. (Green Car Congress – 11.02.2022)

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3 EUA: Carregamento elétrico sem fios será testado em estrada

Recentemente, foram apresentados carregadores que funcionam por indução quando o automóvel está estacionado. Mas há ainda outra tecnologia que começa a ser testada: sistemas de carregamento sem fios em estradas. A startup israelita Ectreon é uma das empresas focadas em criar uma opção de carregamento que possa ser usado durante as deslocações. Depois de já ter montado projetos-piloto na Alemanha, Itália e Suécia, prepara-se agora para começar a testar um sistema de carregamento por indução num trecho de estrada de 1,6 km em Detroit, nos Estados Unidos. Este novo projeto-piloto foi uma ideia do Departamento de Transportes do Michigan, que fez um pedido de propostas para poder desenvolver um sistema de carregamento sem fios. Será disponibilizado um fundo para o projeto-piloto de 1,6 milhões de euros. A tecnologia que irá ser testada utiliza bobinas de cobre que são conectadas à rede elétrica e que ficam instaladas sob a estrada. Este sistema poderá carregar qualquer tipo de VE, de automóveis a autocarros ou mesmo caminhões, desde que estes tenham os receptores instalados na parte inferior. O projeto-piloto em Detroit conta com o apoio da Ford Motor Company, Next Energy, DTE, Jacobs Engineering Group e da cidade de Detroit e deverá ficar pronto até 2023. (Away Magazine – 09.02.2022)

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4 BYD: Desenvolvimento de baterias de nova geração

A bateria Blade, da chinesa BYD, é outra solução recente para baterias de nova geração, composta de fosfato de ferro e lítio. “É uma composição desenvolvida pela BYD e que é mais estável, com menor deterioração, permitindo mais ciclos de recarga”, afirma Adalberto Maluf, diretor de marketing e sustentabilidade da BYD no Brasil. “Seu design também facilita a reciclagem, o que é importante pelo lado ambiental e econômico. Recuperar o lítio de baterias antigas custa 20% do valor do lítio puro”, aponta Maluf. Mas o principal trunfo da Blade está na arquitetura, que faz um melhor aproveitamento do espaço, com células longas e finas. Elas se encaixam em um painel de alumínio de alta resistência em forma de paralelepípedo. Dessa forma, passam a fazer parte da estrutura do pacote, dispensando boa parte das vigas e travessas de sustentação. No mesmo espaço e com peso menor, é possível ter 50% mais pacotes de baterias, e ela ainda pode receber cargas rápidas sucessivas sem problemas. Elas já equipam os veículos de passeio da BYD, como o Tan EV, que chega em breve ao Brasil. (O Estado de São Paulo – 07.02.2022)

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5 CSyARES: Fiscalização da extração de terras-raras utilizadas na produção de VEs

Um programa de certificação financiado pela União Europeia usando blockchain está sendo desenvolvido para atestar condições de produção sustentável de terras-raras. Na Europa, as montadoras de veículos exigem provas de que os materiais usados para fabricar componentes de motores e baterias de VEs não estejam ligados à poluição desenfreada. O sistema estabelecerá padrões globais e dará confiança aos consumidores que exigem produtos que possam ser considerados sustentáveis, disseram dois dos organizadores à Reuters. O Sistema Circular para Avaliação da Sustentabilidade de Terras-Raras ou CSyARES deve estar pronto em cerca de três anos, disse a Associação da Indústria de Terras-Raras (REIA) e a empresa holandesa de rastreabilidade da cadeia de suprimentos Circularise. A União Europeia está financiando o projeto por meio da EIT Raw Materials, uma organização que implementa um plano de ação do bloco europeu elaborado em 2020 para garantir minerais críticos para o bloco. (Época – 08.02.2022)

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6 EUA/Michigan: Estrada com recarga dinâmica de VEs

A governadora de Michigan, Gretchen Whitmer, anunciou planos para construir o primeiro sistema de carregamento dinâmico para veículos elétricos dos EUA. O carregamento dinâmico (ou por indução) funciona como uma infraestrutura de carregamento sem necessidade de contato direto. A tecnologia funciona por meio da instalação de bobinas envoltas em material asfáltico de mais de mil metros de comprimento, revestido com um pavimento rodoviário especial, resistente ao desgaste, com alta carga indutiva e alimentado com energia elétrica. A primeira seção da estrada, com apenas 1,6 km de extensão, será construída em uma via pública de Detroit e estará operacional em 2023. “Vamos liderar o futuro do transporte e da eletrificação, aumentando a produção de veículos elétricos e reduzindo os preços ao consumidor, e o sistema de carregamento sem fio das estradas será a próxima peça do quebra-cabeça ambiental”, comentou a governadora Whitmer sobre o projeto. O projeto piloto será liderado pela startup israelense Electreon, que fornecerá o desenvolvimento, teste e implementação do sistema. A NextEnergy e Jacobs Engineering Group, com a assistência da Ford, DTE Energy e Detroit City Hall, também estarão diretamente envolvidos no projeto. (Transport Topics – 01.02.2022)

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Indústria Automobilística

1 ABVE: Previsão de VEs para o 2º semestre de 2022

O Brasil deve alcançar a marca de 100 mil veículos elétricos no começo do segundo semestre de 2022. Atualmente, há 79,8 mil deles em circulação no país, entre automóveis, utilitários e veículos comerciais leves, segundo projeção da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). Esse dado não inclui ônibus, caminhões e veículos levíssimos. Em 2021, o mercado de veículos elétricos e híbridos apresentou um recorde de 34,9 mil unidades vendidas. Números que superam todas as previsões da ABVE e representam um aumento de 77% sobre os 19,7 mil emplacamentos realizados em 2020. (CNN Brasil – 07.02.2022)

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2 Evandro Bastos/Mercedes-Benz: “Não adianta ter pressa com o carro elétrico”

Os automóveis elétricos crescem em ritmo acelerado, no mundo, mas não adianta ter pressa para oferecê-los em todos os países. Essa é a opinião de Evandro Bastos, gerente de produto da Mercedes-Benz do Brasil. “Precisamos respeitar as particularidades de cada mercado”, afirma. “Muitos países ainda não estão prontos para fazer a transição.” Isso não significa, porém, que a fabricante alemã não esteja desenvolvendo novas tecnologias envolvendo automóveis elétricos. No começo do ano, ela apresentou o carro-conceito Vision EQXX, cuja autonomia é de incríveis 1.000 quilômetros com uma carga de bateria. Ao Mobilidade, Bastos falou sobre esse novo veículo e a visão da Mercedes acerca da eletromobilidade. Para acessar a entrevista na íntegra, clique aqui. (O Estado de São Paulo – 09.02.2022)

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3 Ecovagas/Zletric: Fusão e integração da rede de recarga

A Ecovagas, rede de carregamento criada pela Estapar e EnelX, assinou um acordo com a Zletric, empresa especializada em energia para recarga, para combinar as suas estruturas, formando uma única empresa. Esse acordo tem como objetivo ampliar a infraestrutura de carregamento no país, atendendo aos locais onde o usuário pode estacionar seu carro, seja em estacionamentos localizados em aeroportos, prédios comerciais, shopping centers, arenas e hospitais, por exemplo, ou na esfera residencial, com soluções e tecnologia para condomínios em diferentes localidades. A Ecovagas possui mais de 200 pontos de recarga instalados em 29 cidades e em 13 estados. Até o fechamento do negócio, essa rede combinada passará a oferecer imediatamente 500 pontos. A expectativa é de que, até o fim de 2022, estejam disponíveis até 1.000 pontos de recarga, considerando frotistas, montadoras, locadoras e gestoras, além de consumidores finais. Essa fusão deve consolidar esta parceria como o principal player do segmento e grande facilitador do ecossistema de eletromobilidade no país. (Inside EVs – 10.02.2022)

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4 Brasil/São Paulo: Pontos de recarga de VEs devem triplicar em 2022

São Paulo deve ter um “boom” da mobilidade elétrica em 2022. Embalado por investimentos feitos nas últimas semanas, o setor prevê que a metrópole vai triplicar os pontos de recarga para veículos movidos a esse tipo de energia: de 500 para 1.500 unidades até o fim do ano. São carregadores instalados em locais como shoppings, mercados e estacionamentos — quase todos gratuitos, uma regalia que deve durar pouco. Um dos protagonistas dessa corrida é a Tupinambá, startup paulistana criada em 2019. No fim de janeiro, a Raízen (sócia da distribuidora Shell) anunciou um investimento de 10 milhões de reais na marca, feito em conjunto com o fundo Plataforma Capital. O dinheiro será usado para multiplicar a rede da Tupinambá, atualmente com oitenta pontos na cidade. “Até dezembro, teremos pelo menos 500 pontos na capital paulista”, diz Davi Bertoncello, fundador da Tupinambá. Ou seja, dos 1.000 novos carregadores na cidade, 420 seriam instalados pela marca. (Revista Veja – 11.02.2022)

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5 EUA: Vans elétricas são tendência para frotas comerciais

À medida que os americanos se acostumaram a ter produtos entregues em casa e que empresas, incluindo varejistas on-line e montadoras, trabalham para reduzir suas emissões de carbono, a demanda por vans elétricas vem aumentando – e muito. Hoje, a grande maioria das vans de trabalho são movidas a gasolina, mas as vans movidas a bateria podem ser ideais para esse tipo de uso, dando às empresas mais incentivo para comprá-las. As vans de trabalho e entrega raramente fazem longas viagens interestaduais, geralmente percorrendo rotas relativamente curtas e retornando aos estacionamentos ou garagens da empresa à noite, onde podem recarregar para a condução do dia seguinte. Em termos de competição de startups, as montadoras estabelecidas não estão enfrentando a Tesla, mas a Rivian, a fabricante de caminhões elétricos e SUVs. Ela já tem uma gigante empresarial como cliente: a Amazon, que, como uma de suas primeiras investidoras, mantém uma participação de aproximadamente 20% da Rivian. Recentemente, também fez um acordo com a Stellantis para compras as vans Ram, a serem lançadas em 2023. A General Motors é outra que vem se movimentando no setor. Recentemente, fez acordos para que a FedEx e o Walmart comprem vans da recém-formada subsidiária de vans de carga elétrica da empresa, a BrightDrop. (CNN Brasil – 09.02.2022)

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6 US EIA: Participação de mercado de VEs e híbridos no 4º trimestre de 2021

As vendas de veículos híbridos, híbridos plug-in e elétricos nos Estados Unidos aumentaram nos últimos meses, à medida que as vendas de veículos não híbridos com motor de combustão interna (ICE, sigla em inglês) movidos a gasolina ou diesel diminuíram. No quarto trimestre de 2021, os veículos híbridos, híbridos plug-in e elétricos representaram coletivamente 11% das vendas de veículos leves nos Estados Unidos, de acordo com dados da Wards Intelligence, informou a US Energy Information Administration (EIA). As vendas de vários modelos híbridos, híbridos plug-in e elétricos existentes aumentaram em 2021, mas grande parte do aumento das vendas veio de novas ofertas de fabricantes em diferentes segmentos de mercado. Os fabricantes de veículos híbridos e veículos plug-in expandiram-se para segmentos de mercado, como crossovers, vans e picapes, seguindo a preferência do consumidor por veículos maiores. Para ler o estudo na íntegra, clique aqui. (Green Car Congress – 10.02.2022)

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7 China: Panorama do mercado de VEs em 2021

A China é de longe o maior mercado de VEs. Em 2021, foram vendidas 3,4 milhões de unidades, quase triplicando os números do ano anterior. Em outras palavras, mais carros elétricos foram vendidos apenas na China em 2021 do que em todo o mundo em 2020. A meta oficial do governo chinês é que os carros elétricos atinjam 20% de participação de mercado até 2025; e, de acordo com analistas da IEA, os bons números para 2021 sugerem que eles estão no caminho certo para alcançá-lo. O Governo prorrogou os subsídios aos carros elétricos por mais dois anos após o início da pandemia, embora com redução de 10% em 2021 e 30% em 2022. Como as vendas continuaram a crescer em 2021, apesar da redução dos subsídios, acredita-se que o mercado chinês de veículos elétricos já pode estar mostrando sinais de maturidade. Outro fator importante é a ampliação da oferta de carros pequenos. (Energías Renovables – 07.02.2022)

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8 Europa: Panorama do mercado de VEs em 2021

Na Europa, as vendas de carros elétricos aumentaram quase 70% em 2021, para 2,3 milhões, dos quais cerca de metade eram híbridos plug-in. O crescimento anual foi mais lento do que em 2020, mas ocorreu no contexto de um mercado automóvel (europeu) que não se recuperou da pandemia (as vendas de todos os tipos de veículos foram 25% inferiores em 2021 do que em 2019). As novas regulamentações sobre emissões de CO2 estão por trás das vendas de VEs na Europa, bem como os subsídios para a compra desses veículos na maioria dos principais mercados europeus. O pico de vendas ocorreu em dezembro de 2021, quando superaram pela primeira vez os veículos a diesel, com uma participação de mercado de 21%. No geral, os carros elétricos representaram 17% do total de vendas na Europa no ano passado, mas com diferenças significativas entre os países. Noruega, com 72%, e Suécia e Holanda, com 45% e 30% respectivamente, lideram o ranking. A Alemanha, com 25%, detém a maior quota de mercado entre os grandes mercados europeus, seguida do Reino Unido e França (ambos com cerca de 15%), Itália (8,8%) e Espanha (6,5%). (Energías Renovables – 07.02.2022)

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9 Volvo: Investimento em nova fábrica de VEs na Suécia

A Volvo anunciou que vai investir 10 bilhões de coroas suecas (R$ 5,7 bilhões) na sua fábrica de Torslanda, na Suécia, ao longo dos próximos anos. O objetivo é melhorá-la e capacitá-la para produzir as próximas gerações de carros elétricos da companhia. Os investimentos serão voltados à introdução de mega casting em alumínio na linha de produção, uma nova linha de montagem de baterias e a completa reformulação dos setores de pintura e montagem. “Mega casting” é um termo novo usado para descrever uma técnica em que várias partes avulsas da carroceria são substituídas por uma única grande peça moldada em alumínio. Segundo a montadora, a introdução do “mega casting” é a iniciativa mais significativa do pacote, uma vez que traz benefícios de performance e de sustentabilidade. Isso porque moldar parte do carro em alumínio reduz seu peso, o que melhora a eficiência energética do veículo e aumenta sua autonomia. A técnica ainda rende um uso melhor da área disponível, permitindo mais espaço na cabine e no porta-malas. Outra vantagem é o custo de produção, uma vez que a moldagem de uma peça única diminui a complexidade da manufatura e permite economia em materiais e em logística. (Automotive Business – 08.02.2022)

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10 Avass Group: Acordo com Arábia Saudita para fabricação de ônibus elétricos

O Avass Group, com sede na Austrália, assinou recentemente um acordo com a Arábia Saudita para fabricar conjuntamente veículos elétricos e baterias de lítio. O acordo reforça os planos do Avass Group de fabricar em massa ônibus elétricos completos e baterias de lítio na Arábia Saudita. “Em um momento em que mais e mais países estão tentando reduzir sua pegada de carbono, é imperativo aumentar a fabricação de VEs para atingir esse objetivo”, afirmou Dr. Allen Saylav, CEO do Avass Group. A Arábia Saudita está em um ponto central entre a Ásia e a Europa, o que lhe confere uma vantagem de localização estratégica como centro de produção. (Green Car Congress – 07.02.2022)

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11 Porsche/Fazua/Ponooc: Investimento no mercado de e-bikes

A Porsche está expandindo ainda mais seu envolvimento no mercado em rápido crescimento de e-bikes, adquirindo uma participação na Fazua, um fabricante inovador de sistemas de acionamento de e-bike, e estabelecendo uma parceria estratégica com a Ponooc Investment BV. A Ponooc faz parte da Pon Holdings BV – uma empresa de comércio e serviços com cerca de 16.000 funcionários em todo o mundo, que também atua na indústria de bicicletas e no setor automotivo. A Porsche está adquirindo 20% das ações da Fazua GmbH. Além disso, existe a opção de compra de mais ações, o que permitirá que a Porsche assuma completamente a Fazua. A empresa foi fundada em 2013 e é pioneira no desenvolvimento de tecnologias de acionamento leves e compactas. Com esses passos, a Porsche está impulsionando sua estratégia de mobilidade elétrica de maneira holística. (Green Car Congress – 11.02.2022)

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Meio Ambiente

1 Adalberto Maluf/ABVE: Reciclagem será fundamental para o futuro da ME

Independente da tecnologia, uma coisa é certa: a reciclagem das baterias terá um papel fundamental na vida dos carros elétricos – como Adalberto Maluf, da BYD (que também é presidente da ABVE, Associação Brasileira do Veículo Elétrico), ressaltou em relação aos custos do lítio. Maluf explica que as baterias deverão ter uma segunda fase de uso, quando sua capacidade cair para cerca de 70%. “Depois disso, entre 70% e 35%, as baterias serão usadas em uma segunda aplicação, em sistemas estacionários de energia”, diz. Elas podem, dessa forma, serem usadas para armazenar a eletricidade produzida por sistemas de energia solar e eólica. “Atualmente já trabalhamos com projetos de batalhões de fronteira e antenas em locais distantes da rede de distribuição. Mas, por enquanto, usamos baterias novas”. A ideia é que, futuramente, as baterias retiradas dos veículos migrem para esta segunda aplicação. Depois, ao atingir 35% de capacidade, a reciclagem será o seu destino. (O Estado de São Paulo – 07.02.2022)

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2 ESG: iFood oferecerá compra de motos elétricas a entregadores

Ao longo de fevereiro, o app de entrega de comida iFood vai cadastrar os entregadores interessados em comprar motos elétricas. A empresa irá oferecer a eles um modelo exclusivo em parceria com a fabricante brasileira Voltz. Ela diz também que quem aderir ao novo modal irá ganhar descontos e facilidades no financiamento, incluindo taxas mais baixas. Segundo as contas da companhia, um entregador que percorre 2.000 km por mês tem custo mensal em torno de R$ 380 de gasolina (considerando o litro a R$ 6,55). Já com a moto elétrica, esse custo cairia para um plano com valor fixo, considerando o sistema de troca de bateria, gerando uma economia de mais de 60% para o entregador somente em combustível. Considerando a diminuição dos gastos com manutenção, afirma o iFood, a economia chega aos 70%. A previsão é que, até o final de 2022, cerca de 10 mil motos elétricas da parceria com a Voltz estejam nas ruas, o que poderá evitar a emissão de até 30 mil toneladas de CO2. O objetivo da companhia é ter 50% de entregas limpas até 2025, esforço que já existe por meio do investimento em bikes elétricas. (Automotive Business – 08.02.2022)

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3 EUA: Exército irá descarbonizar frota não tática até 2035

O Exército dos EUA revelou uma estratégia climática abrangente que inclui a construção de uma frota de veículos elétricos nos próximos anos. Até 2027, as forças armadas pretendem descarbonizar todos os veículos leves não táticos. Já em 2035, todos os veículos não táticos (NTVs, na sigla em inglês) serão puramente elétricos. A frota da NTV é composta por sedãs, station wagons, SUVs, picapes, caminhões, vans e ônibus. Portanto, os militares vão substituir os carros por veículos elétricos e, até 2035, começar a descarbonizar também caminhões e ônibus mais pesados. Quando se trata de veículos táticos, durante a transição, o Exército dos EUA implantará veículos híbridos e disse que, nos últimos três anos, 3.000 carros híbridos já foram adquiridos. No entanto, até 2035, o Exército pretende substituir os veículos táticos híbridos por veículos táticos totalmente elétricos que entrarão em uso até 2050. Consequentemente, o Exército está investindo em infraestrutura de recarga, com mais de 400 estações de recarga planejadas apenas para 2022. Até 2035, todas as instalações do Exército também deverão ter uma microrrede e, até 2040, a instituição quer obter atingir uma geração local de energia livre de carbono em todas as instalações para missões críticas. (Electrive – 10.02.2022)

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Eventos e Estudos

1 IEA: Preço de matéria prima é ameaça para o avanço do mercado de VEs

Embora o futuro pareça brilhante para os VEs, especialistas da IEA apontam que há sinais de alerta, principalmente devido ao aumento dos preços de materiais para toda a indústria automobilística. Em 2021, o preço do aço subiu até 100%, o do alumínio cerca de 70% e o do cobre mais de 33%, afetando tanto os carros convencionais quanto os elétricos. Para os VEs, o aumento dos preços dos materiais necessários para fabricar as baterias representa um desafio adicional. Por exemplo, o preço do carbonato de lítio aumentou 150% de um ano para o outro, o do grafite 15% e o do níquel 25%. Até agora, e talvez surpreendentemente, os preços médios das baterias não aumentaram desde 2020. Três fatores podem explicar isso. Primeiro, os avanços tecnológicos contínuos ajudaram a compensar os custos mais altos das matérias-primas. Em segundo lugar, há uma defasagem entre os picos de preços de materiais e os aumentos de preços de baterias, pois os custos levam tempo para subir na cadeia de valor. Finalmente, o uso de produtos químicos de ferrofosfato de lítio (LFP) em baterias aumentou, o que reduziu o impacto de alguns dos aumentos de preços. No entanto, se os preços dos metais usados nas baterias continuarem a subir, os preços das baterias eventualmente sofrerão. A escassez de microchips é outra ameaça ao mercado. (Energías Renovables – 07.02.2022)

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2 Adamas Intelligence: Capacidade de bateria de VEs de passageiros em 2021

Um recorde de 286,2 GWh de capacidade de bateria de VEs de passageiros foi implantado em estradas globalmente em 2021 – um aumento de 113% em relação a 2020 – à medida que as vendas de veículos elétricos a bateria (BEV) e veículos elétricos híbridos plug-in (PHEV) aumentaram ano a ano, de acordo com a Adamas Intelligence. Por fornecedor de celular, a CATL, com sede na China, assumiu a liderança em 2021 com um recorde de 87,8 GWh implantados em estradas globalmente (31% do total global) – um aumento de 204% em relação a 2020. A LG Energy Solution da Coréia do Sul conquistou um distante segundo lugar com um recorde de 63,5 GWh implantados em estradas globalmente (22% do total global), um aumento de 72% em relação a 2020 devido em grande parte à Tesla na China, além de um punhado de europeus e norte-americanos montadoras. A Panasonic do Japão completou os três primeiros com um recorde de 41,4 GWh implantado em estradas globalmente (14% do total global), um aumento de 39% em relação a 2020, devido ao estrondoso crescimento das vendas da Tesla, juntamente com o modesto crescimento das vendas da Toyota, Lexus, Honda, Mazda e alguns outros fabricantes de EV que fornece. Coletivamente, CATL, LG Energy Solution e Panasonic conquistaram 67% do mercado global em 2021, contra 71% combinados no ano anterior. Para ler o estudo na íntegra, clique aqui. (Green Car Congress – 10.02.2022)

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3 EY: Rede resiliente e soluções digitais para a transição para ME

Um novo relatório da consultoria EY disse que uma infraestrutura robusta para permitir que os clientes carreguem de forma rápida e confiável é fundamental para a transição para veículos de emissão zero. O relatório da EY e do órgão europeu da indústria de energia Eurelectric – ‘As concessionárias podem transformar VEs em um ativo de rede?’ – examina o aumento previsto de VEs, de cerca de 5 milhões de carros de passeio, veículos comerciais leves e veículos pesados hoje, para 130 milhões de veículos até 2035, e seu impacto na rede. Ele conclui que os operadores do sistema de distribuição (DSOs) desempenham um papel crítico no sucesso da eMobility e da infraestrutura de recarga necessária para apoiá-la. O relatório é informado pela Eurelectric e seus membros e inclui insights extraídos de discussões com líderes do setor em todo o ecossistema de eMobility, incluindo automotivo, serviços públicos, gerenciamento de frota, planejamento urbano e infraestrutura de carregamento. Para ler o relatório na íntegra, clique aqui. (Smart Transport – 08.02.2022)

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4 New York Times: “Por que este pode ser um ano crítico para carros elétricos”

Em artigo publicado pelo New York Times, Jack Ewinge e Neal E. Boudette, jornalistas que cobrem o setor automotivo há mais de vinte anos, tratam das expectativas voltadas para a mobilidade elétrica em 2022. Segundo os autores, “em expansão em um mercado deprimido, os veículos movidos a bateria são uma vantagem para o clima, mas representam uma grande ameaça para fabricantes de automóveis e fornecedores de peças que demoram a mudar”. Eles concluem que, “os veículos a gasolina ainda dominam as vendas. Mas, à medida que a energia da bateria ganha participação de mercado, os modelos convencionais se beneficiarão menos da economia de custos resultante da eliminação do mesmo veículo centenas de milhares de vezes. Os próximos anos podem ser perigosos para as montadoras que demoram a oferecer veículos elétricos”. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui. (New York Times – 08.02.2022)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Luiza Masseno
Pesquisadores: João Pedro Gomes, Leonardo Gonçalves e Vinicius José da Costa
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico do Instituto de Economia da UFRJ.

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