IFE.H2 60

Informativo Eletrônico – Geração de Energia com Hidrogênio nº 60 – publicado em 30 de novembro de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Hidrogênio – GESEL-UFRJ <!–

l

IFE: nº 60 – 30 de novembro de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Financiamentos
1
Alemanha-Austrália: Colaboração para acelerar as cadeias de abastecimento de hidrogênio
2 Austrália: Cidade de Townsville fará a transição para uma usina de hidrogênio com novo MoU
3 Austrália: Governo de Queensland fornecerá financiamento de $ 15 milhões para instalação de fábrica de célula a combustível
4 Estados Unidos: Financiamento de US $ 550 bilhões beneficiará pesquisa da NewHydrogen
5 Portugal: Polo verde de hidrogênio no Porto de Sines e patrocínio na Hannover Messe 2022

Produção
1 Austrália: Edify planeja desenvolver usina de hidrogênio de até 1 GW
2 Egito: Empresas contratam eletrolisadores e estão perto de operar usina de H2V de 100 MW
3 Escócia: ITM Power e ScottishPower estão desenvolvendo projeto de H2V de 20 MW
4 Holanda: Empresas avançam com usina que produzirá H2 a partir da eletrólise a alta temperatura
5 Holanda: Vision Hydrogen e Virya Energy recebem licença ambiental para construir usina de H2V
6 Portugal: Porto de Sines poderá ganhar unidade de produção de hidrogênio verde
7 Reino Unido: Empresas estão mais pertos de desenvolver usina de H2V de 100 MW
8 Suécia: Ovako está prestes de operar planta de hidrogênio verde de 20 MW

Armazenamento e Transporte
1 Alemanha: Frames projeta a primeira planta de armazenamento LOHC em escala industrial
2 Europa: 66 distribuidores juntam-se à iniciativa Ready4H2 para implementar o uso de hidrogênio nas redes de gás
3 Países Baixos: Terminais de Rotterdam devem estar prontos para as importações de hidrogênio até 2025

Uso Final
1 A Bosch faz parceria para expandir o portfólio de hidrogênio para aplicações móveis
2 França: Genvia assina contratos de hidrogênio nos setores de aço e cimento
3 Cingapura: CAAS e Airbus exploram aplicação de hidrogênio na aviação

Tecnologia e Inovação
1 Austrália: Tecnologia de hidrogênio solar de baixo custo sem eletrolisadores
2 Coréia do Sul: Eletrocatalisador a base de Ni-Co para produção de hidrogênio verde
3 EUA: Novo gerador SOFC de energia a hidrogênio revelado pela Upstart Power
4 Noruega: Semcon, Hystar trabalhando para desenvolver uma nova geração de eletrolisadores otimizados

5 Suíça: Módulos multigás da Sensirion medem hidrogênio puro e misturas com gás natural

Eventos
1 3rd Annual Fall Event: Realizing North America’s Green Hydrogen Economy
2 Green Hydrogen – Hype or Hope? – Path to net-zero climate goals

Artigos e Estudos
1 Análise técnico-econômica da produção de hidrogênio solar produzido por eletrólise no norte do Chile e o caso de exportação do Deserto do Atacama para o Japão
2 Artigo “Combustível do futuro, hidrogênio verde é a aposta do mundo para controlar o aquecimento global”
3 Artigo “Hidrogênio mais barato no Chile, importação superestimada na Alemanha”
4 Austrália: Hidrogênio verde supera o azul em emissões e custo financeiro

5 Tecnologias de armazenamento de hidrogênio para aplicações estacionárias e móveis



 

 

Políticas Públicas e Financiamentos

1 Alemanha-Austrália: Colaboração para acelerar as cadeias de abastecimento de hidrogênio

A cadeia de abastecimento de hidrogênio em todo o mundo recebeu um grande impulso no dia 23 de novembro, uma vez que a Austrália e a Alemanha se comprometam em fortalecer conjuntamente a cooperação bilateral em tecnologia de hidrogênio. A Agência Australiana de Energia Renovável (ARENA) terá um papel de liderança na nova incubadora conjunta de inovação e tecnologia de hidrogênio denominada HyGATE, que apoiará projetos piloto, teste, demonstração e pesquisa aplicada ao longo da cadeia de abastecimento de hidrogênio. O governo australiano disse que a ARENA e o Ministério Federal de Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF) terão como objetivo abrir a iniciativa de financiamento no primeiro trimestre de 2022. Para apoiar o novo projeto, cada país se comprometeu com uma parcela, a Austrália anunciou A$ 50 milhões ($ 36 milhões) em financiamento e a Alemanha também forneceu € 50 milhões adicionais ($ 56 milhões). Espera-se que a iniciativa acelere o aumento de escala de tecnologias inovadoras de hidrogênio, ao mesmo tempo que favorece uma oportunidade de exportação de hidrogênio da Austrália para os mercados europeus. (Arena – 23.11.2021)

<topo>

2 Austrália: Cidade de Townsville fará a transição para uma usina de hidrogênio com novo MoU

A cidade de Townsville, na Austrália, pode se tornar uma usina de hidrogênio com a assinatura de um Memorando de Entendimento (MoU) com a Edify, anunciado no dia 24 de novembro. O novo MoU terá como base o desenvolvimento de um projeto que possibilita a investigação da viabilidade de exportação de hidrogênio através do porto. A Edify irá construir e operar uma planta de produção de hidrogênio com eletrolisador de até 1GW para produção de 5.000 a 150.000 toneladas de hidrogênio por ano no Lansdown Eco-Industrial Precinct, 46 km ao sul de Townsville. Mick de Brenni, Ministro de Energias Renováveis e Hidrogênio de Queensland, disse: “Estamos posicionando Queensland como uma potência global para as exportações de energia limpa e empregos decentes e seguros que criaremos para os habitantes da região”. (Queenland Government – 24.11.2021)

<topo>

3 Austrália: Governo de Queensland fornecerá financiamento de $ 15 milhões para instalação de fábrica de célula a combustível

No dia 24 de novembro, o governo de Queensland, na Austrália, revelou o programa ‘Investir em Queensland’, que apoiará o estabelecimento de uma unidade de produção de célula a combustível em Springfield. O projeto será desenvolvido pela LAVO e Nedstack, produtor líder de células a combustível PEM. Com um investimento de US $ 15 milhões, a instalação permitirá o desenvolvimento de sistemas de células a combustível que serão usadas para desenvolver o mercado e impulsar a economia do hidrogênio na Austrália. Definido para ser fabricado com a instalação, o LAVO HESS (sistema de armazenamento de energia a hidrogênio) é uma bateria híbrida integrada que pode ser combinada com a energia solar de telhado para armazenar 40 kWh de eletricidade, o necessário para uma casa típica por dois dias. Este é um desenvolvimento crucial para fornecer eletricidade renovável fora da rede para as famílias, garantindo outra via para a introdução do hidrogênio em nossas vidas diárias. (Queenland Government – 24.11.2021)

<topo>

4 Estados Unidos: Financiamento de US $ 550 bilhões beneficiará pesquisa da NewHydrogen

Com a aprovação da Lei de Investimento em Infraestrutura e Empregos (IIJA) nos Estados Unidos, a pesquisa de hidrogênio da NewHydrogen poderá se beneficiar das oportunidades para a indústria por meio de um novo financiamento de US $ 550 bilhões. A empresa está desenvolvendo uma tecnologia inovadora de eletrolisador que permite o custo mais baixo do hidrogênio verde. O projeto é conduzido na UCLA por meio de um programa de pesquisa patrocinado que se concentra na redução e substituição de materiais de terras raras, como platina e irídio. O novo programa estabelece uma estratégia e um roteiro de energia limpa para os EUA, incluindo mais de US $ 550 bilhões em novos investimentos federais para infraestrutura limpa, como o hidrogênio. Parte da Lei de Empregos e Investimentos em Infraestrutura estabelece um programa de concessão para implantar estrategicamente o abastecimento de hidrogênio e infraestrutura de veículos elétricos acessíveis ao público, incluindo a criação de corredores de combustível alternativos designados acessíveis a todos os motoristas de veículos movidos a energia limpa. (New Hydrogen – 19.11.2021)

<topo>

5 Portugal: Polo verde de hidrogênio no Porto de Sines e patrocínio na Hannover Messe 2022

Portugal vai promover a utilização do hidrogênio verde, tornando-se patrocinador oficial da Hannover Messe 2022. Assim, a nação se empenha em desempenhar um papel fundamental no mercado internacional de hidrogênio, apoiando a transição do país para as tecnologias em várias áreas-chave para criação de um ecossistema de energia limpa. O país visa tornar o Porto de Sines num polo de hidrogênio com uma capacidade eletrolisadora de 2,5 GW até 2030 e 265 MW em 2025. A partir desse hub, o hidrogênio verde será distribuído por todo o país por meio de sua moderna e extensa rede de gás natural que, em média, tem menos de 15 anos e se estende por 19.000 km. Feito quase inteiramente de polietileno, os dutos são muito mais adequados para o transporte de hidrogênio. Para além disso, Portugal pretende criar entre 50 e 100 postos de abastecimento de hidrogênio até 2030, numa tentativa de impulsionar a adoção do hidrogênio no setor dos transportes. (Hannover Messe – 22.11.2021)

<topo>

 

 

Produção

1 Austrália: Edify planeja desenvolver usina de hidrogênio de até 1 GW

A Edify, uma empresa que atua no segmento de energia verde, está planejando desenvolver um projeto que visa construir e operar uma usina de hidrogênio em Townsville, cidade de Queensland, Austrália. A usina contará com eletrolisadores que somarão uma capacidade de eletrólise de até 1 GW e serão alimentados por energia renovável, para assim produzir o hidrogênio verde (H2V). A planta poderá produzir uma quantidade de 5.000 toneladas de gás por ano, e, eventualmente, caso tenha uma capacidade de eletrólise de 1 GW, a planta poderá produzir até 150.000 toneladas por ano. Por fim, em termos de uso final, o projeto tem como intuito destinar o hidrogênio para a exportação, firmando a Austrália como um potencial exportador de hidrogênio. (Edify – 24.11. 2021)

<topo>

2 Egito: Empresas contratam eletrolisadores e estão perto de operar usina de H2V de 100 MW

As empresas Scatec, OCI NV Fertiglobe, e Orascom se uniram com o The Sovereign Fund of Egypt para desenvolver um projeto que visa construir e operar uma planta de hidrogênio no Egito. A planta que virá a ser desenvolvida contará com eletrolisadores que somarão uma capacidade instalada de 100 MW e serão alimentados por energia renovável, para assim produzir o hidrogênio verde (H2V). Atualmente, o projeto está prestes a entrar em operação, pois, recentemente, já contratou o eletrolisadores da Plug Power. Por fim, após a instalação dos eletrolisadores e a usina entrar em operação, o H2V produzido será utilizado para produzir amônia verde a partir da síntese de Haber-Bosch. (Scatec – 24.11. 2021)

<topo>

3 Escócia: ITM Power e ScottishPower estão desenvolvendo projeto de H2V de 20 MW

A ITM Power, uma empresa de armazenamento de energia, em conjunto com a ScottishPower, uma empresa de energia, estão desenvolvendo um projeto de hidrogênio na Escócia denominado como Whitelee Windfram. O projeto tem como intuito desenvolver uma unidade de produção de hidrogênio que contará com eletrolisadores que somarão uma capacidade de 20 MW e será alimentada a partir do Parque Eólico Whitelee, para assim produzir o hidrogênio verde (H2V). Em termos de uso final, o gás será utilizado como combustível para descarbonizar a indústria de transporte em Gasglow e o gás também será utilizado para armazenamento, promovendo uma maior gama de tecnologias de armazenagem para a ITM Power. Por fim, o projeto entrará em operação até o fim de 2023. (ITM Power – 22.11. 2021)

<topo>

4 Holanda: Empresas avançam com usina que produzirá H2 a partir da eletrólise a alta temperatura

As empresas Neste, CEA, Paul Wurth e Sunfire avançaram com o projeto MultiPHY, um projeto de hidrogênio que está sendo desenvolvido em Rotterdam, Holanda. Este projeto visa o desenvolvimento de uma unidade de produção do hidrogênio a partir da eletrólise a alta temperatura usando um eletrolisador de óxido sólido (SOEC), que promoverá um fator de capacidade em torno de 85%, 20% maior que a eletrólise comum. Ademais, o projeto conta com um parque solar de 3,5 MW para alimentar a unidade de produção de hidrogênio que terá uma capacidade de 2,6 MW e produzirá uma quantidade de 60kg/h do hidrogênio verde (H2V). Atualmente o projeto já entrou em fase de execução e até o final de 2024, o consórcio espera produzir cerca de 960 toneladas de hidrogênio renovável, evitando assim a emissão de aproximadamente 8.000 toneladas de gases de efeito estufa. (Neste – 23.11. 2021)

<topo>

5 Holanda: Vision Hydrogen e Virya Energy recebem licença ambiental para construir usina de H2V

A Vision Hydrogen, uma empresa que atua no desenvolvimento do mercado do hidrogênio, em conjunto com a Virya Energy, uma holding que atua no setor de energias renováveis, estão desenvolvendo um projeto de hidrogênio no Porto do Mar do Norte, Holanda. Em sua fase inicial, a usina contará com uma capacidade de eletrólise de 25 MW e será alimentada por energias renováveis, para assim produzir o hidrogênio verde (H2V). Posteriormente, após o início da primeira fase, a usina terá um ganho de escala e chegará a até 75MW de capacidade. Quando estiver com sua maior capacidade, a usina irá produzir 10500 toneladas por ano. Atualmente a planta de hidrogênio recebeu licença ambiental e as empresas já estão prestes a iniciar a construção. para saber mais do projeto, clique aqui. (Vision H2 – 22.11. 2021)

<topo>

6 Portugal: Porto de Sines poderá ganhar unidade de produção de hidrogênio verde

O Porto de Sines, um porto localizado em Portugal, poderá ganhar uma unidade de hidrogênio. A unidade de hidrogênio que está sendo projetada terá uma capacidade de eletrólise de 265 MW ainda na sua primeira fase, que visa ser construída até o ano de 2025. Posteriormente haverá uma segunda fase, onde planeja-se uma expansão desta unidade para uma capacidade de até 2,5 GW. Ademais, a unidade de produção será alimentada por energias renováveis, para assim então produzir o hidrogênio verde (H2V). Por fim, após a sua produção, o gás será utilizado na rede de gás de 19.000 km de Portugal, sendo distribuído por todo o país para ser utilizado principalmente nas indústrias e no transporte. (H2 View– 22.11. 2021)

<topo>

7 Reino Unido: Empresas estão mais pertos de desenvolver usina de H2V de 100 MW

As empresas ITM Power, Ørsted, Phillips 66 e Element Energy avançaram com o desenvolvimento do seu projeto de hidrogênio que é denominado de “Gigastack”. Gigatasck desenvolverá, no Reino Unido, uma usina de hidrogênio que contará com uma capacidade de eletrólise de 100 MW em sua fase inicial. Posteriormente, até o ano de 2030, a usina será expandida e ganhará mais 900 MW, conseguindo bater a marca de 1 GW de capacidade de produção. Atualmente, a usina conclui a fase de viabilidade do projeto e decidiu-se que a energia eólica offshore será a fonte de alimentação da usina de hidrogênio, sendo a melhor opção para produzir o hidrogênio verde (H2V) com um Custo Nivelado do Hidrogênio (LCOH) baixo. (ITM Power – 12.11. 2021)

<topo>

8 Suécia: Ovako está prestes de operar planta de hidrogênio verde de 20 MW

A Ovako, uma empresa produtora de aço, está desenvolvendo um projeto que tem como intuito produzir uma planta de hidrogênio em Hofors, Suécia. A planta de hidrogênio irá operar a partir de um eletrolisador alcalino de 20 MW que será alimentado a partir de energia renovável para assim produzir o hidrogênio verde (H2V). Atualmente, o projeto já está perto de entrar na fase de operação, pois, no dia 25 de novembro, o eletrolisador de 20 MW da Nel já foi entregue à usina. Por fim, em termos de usos finais, quando a usina entrar em operação, o hidrogênio produzido será utilizado para descarbonizar a sua indústria de aço da própria Ovako. A empresa estima que a planta esteja operacional no ano de 2023. (Nel ASA – 25.11. 2021)

<topo>

 

 

Armazenamento e Transporte

1 Alemanha: Frames projeta a primeira planta de armazenamento LOHC em escala industrial

Em colaboração com a Hydrogenious LOHC Technologies e a MAN Energy Solutions, a Frames está desenvolvendo um projeto de uma planta de armazenamento LOHC (Liquid Organic Hydrogen Carrier) modular, sendo a primeira planta LOHC em escala industrial montada em skid, na Europa. Com base na tecnologia LOHC, a planta de Colônia, localizada no Chempark Dormagen, na Alemanha, terá capacidade para armazenar 5 toneladas de hidrogênio por dia. A partir da planta o material carregando hidrogênio será transportado em um caminhão de transporte rodoviário para as plantas de reconversão do LOHC e em seguida, para offtakers de hidrogênio na Europa, bem como o Porto de Rotterdam. Normalmente, 5 toneladas de hidrogênio podem abastecer meio milhão de quilômetros de veículos para um carro movido a hidrogênio. (Frames – 23.11.2021)

<topo>

2 Europa: 66 distribuidores juntam-se à iniciativa Ready4H2 para implementar o uso de hidrogênio nas redes de gás

66 distribuidores de gás em 13 países europeus e o GRDF, um dos principais distribuidores de gás na França, fizeram uma parceria para implementar progressivamente o hidrogênio nas redes de distribuição de gás, sob a iniciativa Ready for Hydrogen (Ready4H2). O GRDF, juntou-se à iniciativa de apoiar a descarbonização da França por meio do hidrogênio, ao mesmo tempo que apoia as metas nacionais estabelecidas em sua transição energética. Até fevereiro de 2022, as empresas apresentarão em conjunto uma visão para a utilização das redes de gás apoiando a estratégia europeia de descarbonização, sendo as redes um vetor chave para o transporte do hidrogênio renovável. Demonstrando ainda o papel fundamental das redes de distribuição de gás na injeção de hidrogênio a médio e longo prazo. Para saber mais sobre a iniciativa, clique aqui. (Fuel Cells Works – 23.11.2021)

<topo>

3 Países Baixos: Terminais de Rotterdam devem estar prontos para as importações de hidrogênio até 2025

No porto de Rotterdam, as primeiras empresas já estão se preparando para o armazenamento, processamento e trânsito de hidrogênio, de acordo com estudo realizado pela Autoridade Portuária para o desenvolvimento de terminais de importação de hidrogênio em Rotterdam. Os quatro terminais que podem estar operacionais até 2025 para o transporte de hidrogênio estão espalhados por toda a área portuária. O hidrogênio estará em várias formas: líquido, convertido em amônia ou metanol ou ainda em transportadores conhecidos como líquidos orgânicos transportadores de hidrogênio (LOHC). Os terminais de importação serão conectados ao duto central de hidrogênio HyTransPort.RTM, que transportará o hidrogênio até os usuários finais. (Green Car Congress – 23.11.2021)

<topo>

 

 

Uso Final

1 A Bosch faz parceria para expandir o portfólio de hidrogênio para aplicações móveis

A Bosch expandiu seu portfólio de produtos para aplicações móveis de hidrogênio com componentes para sistemas de tanques de hidrogênio, como válvulas de tanque ou reguladores de pressão. Para isso, a Bosch firmou uma parceria de engenharia com o especialista italiano OMB Saleri, na qual os produtos são desenvolvidos em conjunto. O objetivo das duas empresas é alavancar economias de escala e oferecer componentes para soluções de abastecimento de hidrogênio a preços competitivos. Dr. Uwe Gackstatter, presidente da divisão Bosch Powertrain Solutions, acrescentou que a Bosch espera que, até 2030, cerca de um em cada oito veículos comerciais recém-registrados em todo o mundo seja movido por uma célula a combustível. (Green Car Congress – 18.11.2021)

<topo>

2 França: Genvia assina contratos de hidrogênio nos setores de aço e cimento

A Genvia reúne um grupo de parceiros para fomentar o novo ecossistema necessário para acelerar o desenvolvimento e a industrialização da produção de hidrogênio limpo e acessível. Sua tecnologia de eletrolisador de óxido sólido de alto desempenho permite eficiência de conversão de eletricidade de 30%. A empresa assinou acordos de projeto piloto de hidrogênio com líderes industriais para escalonar tecnologias e acelerar a descarbonização em várias indústrias, com foco no caminho para o zero líquido nas indústrias de cimento e aço. Os acordos ajudarão a Genvia a expandir a próxima geração de eletrolisadores para produzir hidrogênio limpo sem emissões de CO2, acelerando a descarbonização de vários setores industriais. Os projetos devem produzir hidrogênio na faixa de 200 kg a 600 kg por dia. (H2 Bulletin – 18.11.2021)

<topo>

3 Cingapura: CAAS e Airbus exploram aplicação de hidrogênio na aviação

A Autoridade de Aviação Civil de Cingapura (CAAS) e a Airbus assinaram, no dia 18 de novembro, um Memorando de Entendimento (MoU) para colaborar na aviação sustentável, incluindo hidrogênio. Ambos concordaram em lançar seu primeiro projeto como um estudo de viabilidade técnica de um hub de hidrogênio em um aeroporto e os requisitos de infraestrutura para apoiar futuras operações de aeronaves movidas a hidrogênio. O estudo examinará como esses requisitos podem ser planejados e provisionados no desenvolvimento do aeroporto. O estudo será executado por dois anos, começando no início de 2022. O resultado do projeto será compartilhado com a formulação de políticas, planejamento de infraestrutura e desenvolvimento da indústria. (H2 Bulletin – 18.11.2021)

<topo>

 

 

Tecnologia e Inovação

1 Austrália: Tecnologia de hidrogênio solar de baixo custo sem eletrolisadores

Pesquisadores da Australian National University desenvolveram novos projetos de “fotoeletrodos”, que podem ser um passo crítico para a produção de hidrogênio renovável de alta eficiência e baixo custo. Os pesquisadores dizem que a nova tecnologia permite que o hidrogênio seja produzido diretamente da energia solar – evitando a necessidade de eletrolisadores caros. A equipe busca adaptar as tecnologias das células solares atuais para que a energia solar capturada possa ser usada para impulsionar reações químicas, incluindo aquelas que podem extrair hidrogênio da água. Tentativas anteriores de produzir fotoeletrodos solares para produção de hidrogênio mostraram que eles eram vulneráveis à degradação. No entanto, a equipe de pesquisa da ANU resolveu esse problema “desacoplando” os eletrodos das reações químicas, o que levava à sua degradação, alcançando novos recordes de eficiência energética para a produção direta de hidrogênio a partir da energia solar, com eficiências superiores a 20 por cento. (Renew Economy – 19.11.2021)

<topo>

2 Coréia do Sul: Eletrocatalisador a base de Ni-Co para produção de hidrogênio verde

A equipe de pesquisa do Institute for Basic Science (IBS) desenvolveu com sucesso uma estrutura de Ni-Co atomicamente dispersa estabilizada em um suporte de carbono dopado com nitrogênio, que foi denominado NiCo-SAD-NC. A equipe de pesquisa avaliou a eficiência catalítica deste novo sistema em termos do superpotencial necessário para conduzir a reação de evolução do hidrogênio. O eletrocatalisador NiCo-SAD-NC exibiu atividade 8 vezes maior do que catalisadores de átomo único de Ni/Co e nanopartículas heterogêneas de NiCo em meio alcalino. Os pesquisadores também demonstraram a estabilidade a longo prazo do novo catalisador, que foi capaz de conduzir a reação por 50 horas sem qualquer alteração na estrutura. (IBS – 23.11.2021)

<topo>

3 EUA: Novo gerador SOFC de energia a hidrogênio revelado pela Upstart Power

A Upstart Power, empresa inovadora, visa trazer energia de backup sustentável na gestão de energia residencial e industrial. Lançou um novo gerador de hidrogênio com célula a combustível de óxido sólido (SOFC). A nova tecnologia denominada Upgen NXG fornece energia da célula a combustível independente da rede, tornando-a um componente perfeito para geração de energia de backup em várias aplicações. Os Geradores com Célula a Combustível Upgen NXG são sistemas superiores de backup de longa duração que são seguros, limpos, eficientes, silenciosos, escaláveis, versáteis, fáceis de instalar e sem manutenção. Além disso, os geradores Upgen NXG são implantados em combinação com armazenamento opcional a bateria e energia solar e permitem resiliência de energia abrangente e operação de backup em aplicações residenciais e industriais. (Upstart Power – 22.11.2021)

<topo>

4 Noruega: Semcon, Hystar trabalhando para desenvolver uma nova geração de eletrolisadores otimizados

A empresa internacional de tecnologia Semcon está colaborando com a Hystar, uma empresa norueguesa que desenvolveu uma nova tecnologia de eletrólise PEM. A tecnologia permite que o hidrogênio verde seja produzido com maior eficiência do que as tecnologias PEM já existentes, produzindo-o por meio da eletrólise em mais de 150% em comparação com a tecnologia de eletrolisador atual sem usar mais energia. A tecnologia do eletrolisador que a Semcon está desenvolvendo permitirá que a Hystar produza células de eletrolisadores de alta eficiência energética, com potencial para reduzir o custo de capital de eletrólise em até 60%. O objetivo do projeto é desenvolver uma nova geração de eletrolisadores que contenham novos conceitos de design para componentes, tudo para ter a possibilidade de escala de produção em função das necessidades. (Green Car Congress – 17.11.2021)

<topo>

5 Suíça: Módulos multigás da Sensirion medem hidrogênio puro e misturas com gás natural

A Sensirion desenvolveu a tecnologia SGM64xx, primeiro módulo de medição de gás no mercado capaz de medir qualquer mistura de gás, incluindo hidrogênio puro e misturas gasosas com hidrogênio. Essa inovação faz com que não seja necessária a substituição dos medidores nem a atualização do firmware em medidores das linhas de gás natural, durante a substituição parcial ou total por hidrogênio. Os módulos são colocados nos medidores de gás, aprimorados para um futuro sustentável, que fornecem excelente desempenho de medição e robustez em níveis de consumo de energia ultrabaixo. Portanto, eles são adequados para aplicações residenciais e industriais cobrindo faixas de vazão de G16 a G25. (Sensirion – 22.11.2021)

<topo>

 

 

Eventos

1 3rd Annual Fall Event: Realizing North America’s Green Hydrogen Economy

A Green Hydrogen Coalition tem o orgulho de apresentar sua 3ª reunião anual, reunindo legisladores, consumidores de hidrogênio, líderes da indústria, serviços públicos, investidores, desenvolvedores e ONGs para acelerar o progresso do mercado de hidrogênio verde e desenvolvimento de infraestrutura no oeste dos Estados Unidos. Este evento online de dois dias que fará história incluirá palestras inspiradoras, discussões em mesa redonda, apresentações informativas e muito mais. A reunião, que acontecerá do dia 30 de novembro ao dia 01 de dezembro, inclui uma mesa redonda facilitada da Western Green Hydrogen Initiative (WGHI), uma colaboração entre o GHC, a Associação Nacional de Oficiais de Energia do Estado (NASEO) e o Western Interstate Energy Board (WIEB). Inscreva-se aqui. (Green Hydrogen Coalition – novembro de 2021)

<topo>

2 Green Hydrogen – Hype or Hope? – Path to net-zero climate goals

A indústria e os governos voltam a focar no clima e na sustentabilidade, esperando acelerar a transformação do sistema de energia em direção ao zero líquido. No entanto, apesar do aumento da conscientização e das tecnologias de eficiência energética, algumas previsões mostram que a demanda global de energia triplicará nas próximas décadas. Existem essencialmente três setores responsáveis pela procura de energia: eletricidade, mobilidade e aquecimento/refrigeração. Essa demanda tem flexibilidade limitada, assim como a produção de energia renovável. Portanto, movimentar a energia dentro e entre esses setores (acoplamento de setor) é um dos grandes desafios em nosso caminho para o líquido zero. É aqui que o hidrogênio verde pode desempenhar um papel importante. Muitas grandes empresas alemãs estão entrando no movimento agora e anunciam grandes investimentos na produção de hidrogênio verde. O evento ocorrerá no dia 9 de dezembro de 2021, das 14h00 às 15h00. Inscreva-se aqui. (Linkedin da Intertrust – novembro d e2021)

<topo>

 

 

Artigos e Estudos

1 Análise técnico-econômica da produção de hidrogênio solar produzido por eletrólise no norte do Chile e o caso de exportação do Deserto do Atacama para o Japão

A produção de hidrogênio a partir de eletricidade solar na região do Deserto do Atacama, Chile, foi identificada como estratégica para a exportação global de hidrogênio. Nesse contexto, o artigo investiga toda a cadeia de abastecimento de hidrogênio solar para 2018 e faz uma projeção para 2025 – 2030. Para realizar esta análise os pesquisadores consideraram dados de perfis elétricos por hora plurianual de usinas fotovoltaicas e a operação de usinas de energia solar concentrada, simuladas com armazenamento de energia térmica, bem como preços de contrato de compra de energia elétrica relatados no mercado chileno. O custo nivelado do hidrogênio (LCOH) de cada rota de produção é calculado por um modelo técnico-econômico MATLAB/Simulink para tecnologias alcalinas e eletrolisadores PEM de grande porte. Sucessivamente, diferentes configurações de distribuição, armazenamento e transporte são avaliadas com base no estudo de caso japonês de 2025 de acordo com a demanda declarada de H2. O transporte na forma de hidrogênio liquefeito (LH2) e via transportadora de amônia (NH3) é comparado do porto de Antofagasta (Chile) ao porto de Osaka (Japão). (International Journal of Hydrogen Energy – 2021)

<topo>

2 Artigo “Combustível do futuro, hidrogênio verde é a aposta do mundo para controlar o aquecimento global”

A adoção do hidrogênio tem sido vista como fundamental para a transição energética e neutralizar as emissões de carbono até 2050. O foco se concentra no hidrogênio verde (H2V), pois o combustível não gera gases durante a sua produção e nem no seu uso final. A efervescência no setor foi captada pelo banco de investimento Goldman Sachs, que calcula que até 2050 o mercado de hidrogênio no mundo ultrapassará US$ 11 trilhões. A solução é vista como a principal alternativa ao petróleo – até mesmo para as petroleiras. Para não ficar para trás, a maioria delas tem estudos e projetos para a produção de hidrogênio verde. Segundo o sócio da McKinsey João Guillaumon, o Brasil pode se tornar um dos líderes mundiais na produção do hidrogênio verde. Cálculos da consultoria mostram que até 2040 a receita com esse combustível limpo ficará entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões, sendo 70% do montante no mercado doméstico. O volume de energia elétrica terá de ser elevado em 180 gigawatts (GW) apenas com renováveis. Apesar de ser a grande aposta do mundo, a produção em larga escala do produto terá de superar uma série de desafios. (International Journal of Hydrogen Energy – 2021)

<topo>

3 Artigo “Hidrogênio mais barato no Chile, importação superestimada na Alemanha”

O Chile planeja se tornar o produtor de hidrogênio verde (H2V) mais barato do mundo até 2030 e estar entre os três maiores exportadores até 2040. Para isso, o país tem como objetivo ter 5GW de capacidade de eletrólise em desenvolvido até 2025. Um dos principais destinos para a produção futura de H2V, é atender à demanda do mercado alemão. A Alemanha tem investido pesado no desenvolvimento do hidrogênio na América Latina, onde a oferta e preço da energia renovável favorecem a produção de H2V. Apesar disso, a estratégia focada na importação de hidrogênio e amônia verde pode estar superestimando a capacidade de transporte de hidrogênio. Segundo um estudo do Fraunhofer Umsicht, até 2030, os caminhões serão a única opção realista de transporte para importar hidrogênio verde, mas isso exigiria uma quantidade de viagens que reduziria o ganho ambiental da tecnologia. O estudo sugere que o governo alemão impulsione a produção doméstica de H2 e a produção descentralizada perto dos consumidores. O transporte do hidrogênio na forma de amônia verde por navio e o transporte de H2 por gasodutos não estarão disponíveis antes de 2030. Essa é uma barreira enfrentada não apenas pela Alemanha, mas também por outros países, como Holanda e Brasil. (epbr – 22.11.2021)

<topo>

4 Austrália: Hidrogênio verde supera o azul em emissões e custo financeiro

Em artigo, publicado na revista Applied Energy, pesquisadores da Australian National University (ANU) comparam as emissões e os custos financeiros da produção de hidrogênio usando combustíveis fósseis e energia renovável. Segundo o estudo, a produção de hidrogênio a partir de combustíveis fósseis utilizando tecnologia de captura e armazenamento de carbono (CCS) ainda tem emissões substanciais. Isso porque as atuais estimativas para esta rota não consideram as emissões fugitivas, como o metano. Essas emissões não são captadas pelo CCS. Os pesquisadores também descobriram que o custo do hidrogênio azul se torna mais caro à medida que uma planta se aproxima de capturar 90% das emissões. Isso ocorre por se tornar mais difícil capturar CO2 conforme as concentrações começam a cair. Com a tecnologia para criar hidrogênio azul já existe há um tempo, é improvável que haja um avanço tecnológico significativo que baixe o preço, como aconteceu com a produção de painéis solares. Segundo os autores, o hidrogênio verde é mais caro agora, mas tem capacidade de reduzir rapidamente e a menos que se tenha incentivos para a utilização de CCS, não fará sentido produzir hidrogênio azul. Os pesquisadores estimam o custo de produção de hidrogênio azul em $ 2,87 (US $ 2,09) o quilograma por tonelada de CO2, enquanto o custo de produção de hidrogênio verde é de $ 4,99 (US $ 3,64) com projeções de que pode cair para $ 2,55 (US $ $ 1,86). Para ler o artigo na íntegra, clique aqui. (The Guardian – 17.11.2021)

<topo>

5 Tecnologias de armazenamento de hidrogênio para aplicações estacionárias e móveis

Sistemas de armazenamento de hidrogênio (HSS) são a base para a viabilizar a economia do hidrogênio. Os HSS precisam ser seguros, econômicos e compactos para garantir a confiabilidade de um sistema de energia renovável. Os sistemas de armazenamento físicos envolvem técnicas de gás comprimido, líquido ou crio-comprimido. Enquanto os baseados em material envolvem materiais adsortivos, hidretos metálicos e materiais de armazenamento químico. Tendo isso em vista, o presente artigo visa apresentar uma análise técnica comparativa dos diferentes tipos de HSS. Nenhuma das técnicas de armazenamento pode ser considerada a mais adequada para todas as aplicações estacionárias e automotivas. Deste modo, não existe uma solução única para atender às necessidades, isso implica que um conjunto de soluções de HSS complementares pode ser aplicada. O artigo fornece ideias e recomendações críticas sobre as aplicações adequadas para sistemas de armazenamento. (Renewable and Sustainable Energy Reviews – 2021)

<topo>


Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Luiza Masseno e Sayonara Andrade Elizário
Pesquisadores: Allyson Thomas,
José Vinícius S. Freitas, Kalyne Silva Brito e Luana Oliveira 
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico do Instituto de Economia da UFRJ.

POLÍTICA DE PRIVACIDADE E SIGILO
Respeitamos sua privacidade. Caso você não deseje mais receber nossos e-mails,  Clique aqui e envie-nos uma mensagem solicitando o descadastrado do seu e-mail de nosso mailing.


Copyright UFRJ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: