IFE.H2 51

Informativo Eletrônico – Geração de Energia com Hidrogênio nº 51 – publicado em 27 de setembro de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Hidrogênio – GESEL-UFRJ <!–

l

IFE: nº 51 – 27 de setembro de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Financiamentos
1
China: Chinese Hydrogen Alliance encoraja governo a aumentar a capacidade de eletrolisadores para 100 GW até 2030
2 CEO da easyJet pede apoio do governo para implementar o hidrogênio verde no setor de aviação
3 North West Hydrogen Alliance amplia seu quadro para aumentar a qualificação em hidrogênio
4 Alemanha e Rússia: Uniper identifica parcerias internacionais como a chave para acelerar hidrogênio
5 EUA: Infraestrutura de reabastecimento de hidrogênio incluída no programa do Comitê de Energia e Comércio da Câmara
6 Reino Unido: Making Hydrogen Happen sediará evento de engajamento político na conferência do Partido Conservador e Trabalhista
7 Reino Unido: país corre o risco de ficar para trás no mercado de células a combustível de hidrogênio

Produção
1 Austrália: Edify obtém aprovação para desenvolvimento de planta de hidrogênio verde de 1 GW
2 Austrália: Empresas realizam MoU para desenvolver planta de hidrogênio verde
3 Alemanha: Uniper e Ørsted estão desenvolvendo um projeto para produzir H2V
4 Espanha: Repsol começará a produzir hidrogênio verde em 2022
5 EUA: Plug Power planeja desenvolver planta de hidrogênio verde
6 EUA: Ørsted E Williams se unem para desenvolver projeto de hidrogênio verde

Armazenamento e Transporte
1 EUA: Novos materiais de armazenamento de hidrogênio em desenvolvimento
2 Holanda: Gasunie injeta hidrogênio com sucesso para armazenamento subterrâneo

Uso Final
1 Alemanha: Quantron lançará ônibus a célula a combustível no segundo trimestre de 2022
2 Eslováquia: Loop Energy alimentará micro-ônibus a hidrogênio no país
3 Japão: Toyota usa Corolla movido a hidrogênio no Super Taikyu Series 2021
4 Reino Unido: Lançados novos projetos de submarinos e embarcações a hidrogênio verde

5 Reino Unido: Novo equipamento de reabastecimento de hidrogênio está sendo desenvolvido
6 Módulos de célula a combustível de próxima geração com melhoria de 40% no custo total do produto

Tecnologia e Inovação
1 Austrália: Um caminho para a produção de hidrogênio verde mais barata e eficiente
2 EUA: WVU se concentra na produção de hidrogênio verde com células eletrolíticas de óxido sólido

Eventos
1 Hidrogênio Verde
2 From Hype to Reality. Turning clean hydrogen projects into reality
3 ERA Forum: Journey to Hydrogen Co-firing
4 Renewable Hydrogen Summit

5 Curso online de Hidrogênio com certificado organizado por FIEC e SENAI

Artigos e Estudos
1 Curtin University transforma catalisadores ineficientes em catalisadores eficientes para a produção de hidrogênio
2 O custo real do hidrogênio obtido com energia solar
3 Preços do carbono já tornam o hidrogênio verde competitivo
4 Sistemas de energia de hidrogênio: uma revisão crítica de tecnologias, aplicações, tendências e desafios

5 Análise de custos de energia elétrica e hidrogênio derivado de recursos renováveis 100% variáveis
6 WEC: Estratégias nacionais de hidrogênio
7 WEC: Inputs de líderes sêniores no desenvolvimento de hidrogênio



 

 

Políticas Públicas e Financiamentos

1 China: Chinese Hydrogen Alliance encoraja governo a aumentar a capacidade de eletrolisadores para 100 GW até 2030

Com a China facilitando o crescimento da indústria do hidrogênio de forma coordenada, vários aspectos econômicos e sociais foram considerados pelo governo para apoiar as metas de emissões líquidas zero das nações. Por causa disso, o hidrogênio foi identificado como uma tecnologia-chave para apoiar a redução das emissões de carbono. A Chinese Hydrogen Alliance propõe na Iniciativa Renewable Hydrogen 100 que, até 2030, a China deve se esforce para aumentar para 100 GW a capacidade de eletrolisadores para produção de hidrogênio renovável impulsionando a cadeia de valor interna em todo o país. Além disso, a inovação na tecnologia do hidrogênio também deve ser impulsionada a partir de esforços conjuntos da indústria e governo para se engajar em projetos de pesquisa básicos e prospectivos. Isso poderia beneficiar o ecossistema do hidrogênio ao reunir empresas, universidades e institutos de pesquisa para fazer grandes avanços na tecnologia do hidrogênio. (H2 View – 22.09.2021)

<topo>

2 CEO da easyJet pede apoio do governo para implementar o hidrogênio verde no setor de aviação

No dia 21 de setembro, o CEO da easyJet pediu apoio ao governo e à indústria para que trabalhem juntos no objetivo de implementar o hidrogênio nos aeroportos. Em discurso no Airbus Summit em Toulouse, Johan Lundgren pediu que a indústria e o governo trabalhem juntos para entregar a tecnologia de emissão zero necessária para descarbonizar o setor de aviação. Uma das primeiras recomendações é a necessidade do governo apoiar o desenvolvimento do suprimento de hidrogênio e infraestrutura em aeroportos, juntamente a investimentos em energia renovável para viabilizar o uso de hidrogênio verde no setor de aviação. Ao fazer isso, o hidrogênio, que possui um enorme potencial para o setor, pode se tornar predominante à medida que a indústria avança no sentido de atingir metas líquidas zero. Lundgren disse: “Este é um momento empolgante para a indústria, onde o verdadeiro voo com emissão zero está ao nosso alcance. Aeronaves movidas a hidrogênio e elétricas já estão voando, com empresas como a Airbus comprometidas em escalar a tecnologia para voos comerciais e com o objetivo de entrar em serviço na década de 2030”. (H2 View – 21.09.2021)

<topo>

3 North West Hydrogen Alliance amplia seu quadro para aumentar a qualificação em hidrogênio

A North West Hydrogen Alliance expandiu seu quadro com quatro novos membros dedicados a acelerar a adoção do hidrogênio no noroeste da Inglaterra. O grupo, que está apoiando o projeto HyNet North West, deu as boas-vindas a Fichtner, ao Centro de Tecnologia de Fabricação (MTC), a Powerhouse Energy e Swagelok em seu grupo que agora conta com um total de 30 membros. O professor Joe Howe, presidente da North West Hydrogen Alliance e Diretor Executivo do Energy Research Institute da University of Chester, disse: “O crescimento da North West Hydrogen Alliance destaca o compromisso que as organizações estão assumindo com a descarbonização e seu desejo de liderar a missão de emissões zero no Noroeste. “Como destaca a recente Estratégia de Hidrogênio, o vetor é parte vital do nosso futuro de baixo carbono e tem o potencial de criar novos empregos verdes, proteger nossas indústrias e reduzir as emissões. “Com o apoio certo do governo para projetos como HyNet North West, podemos criar uma economia de hidrogênio líder mundial que pode ser replicada globalmente”. (H2 View – 20.09.2021)

<topo>

4 Alemanha e Rússia: Uniper identifica parcerias internacionais como a chave para acelerar hidrogênio

A Uniper destacou a necessidade de aproveitar parcerias internacionais de energia para fazer crescer a economia do hidrogênio em todo o mundo. A empresa, com sede na Alemanha, viu a parceria de sucesso entre a Alemanha e a Rússia como um exemplo que poderia ser utilizado para o hidrogênio, em outros países. Com o aumento da demanda, as parcerias podem ser vitais para a importação de hidrogênio para atender à crescente demanda e necessidade do produto em mobilidade, indústria e outros setores. A empresa sugere que a parceria de energia estabelecida com a Rússia oferece um grande potencial para o cultivo de hidrogênio por meio da importação. Com a infraestrutura de gás existente, a mistura de hidrogênio poderá ser explorada para permitir que as duas nações cooperassem no comércio de hidrogênio. Com o vasto potencial da Rússia para a produção de hidrogênio, as nações europeias poderão se beneficiar. (H2 View – 20.09.2021)

<topo>

5 EUA: Infraestrutura de reabastecimento de hidrogênio incluída no programa do Comitê de Energia e Comércio da Câmara

A infraestrutura para veículos de célula a combustível teve um grande impulso nos Estados Unidos, tendo sido incluída no Programa de Desempenho de Eletricidade Limpa de US$ 150 bilhões, aprovado pelo Comitê de Energia e Comércio da Casa. Com a infraestrutura de reabastecimento de hidrogênio incluída no financiamento, os EUA terão os equipamentos de reabastecimento proporcionalmente estimulado, quando comparado aos equipamentos de carregamento rápido de corrente contínua. A intenção é que o financiamento fornecido para impulsionar a mobilidade limpa a partir da tecnologia de hidrogênio tenha paridade com o equipamento de carregamento de veículos elétricos a bateria. Além disso, o equipamento de reabastecimento de hidrogênio também terá direito a um desconto de 75% das despesas aplicáveis. Dessa forma, espera-se que uma base para infraestrutura adequada seja implementada e amplie-se o uso de veículos de célula a combustível em todo o Estados Unidos. (H2 View – 17.09.2021)

<topo>

6 Reino Unido: Making Hydrogen Happen sediará evento de engajamento político na conferência do Partido Conservador e Trabalhista

A campanha Making Hydrogen Happen revelou que promoverá engajamento político e eventos de networking na conferência dos Conservadores e do Partido Trabalhista deste ano. Os eventos terão membros do parlamento, conselheiros do governo local e figuras importantes de toda a indústria do Reino Unido, que irão se reunir para discutir a estratégia de hidrogênio publicada recentemente pelo governo do Reino Unido. Os principais palestrantes nos eventos serão Alexander Stafford MP, membro do BEIS Select Committee, no evento da conferência Conservative, e Alan Whitehead MP, Shadow Energy Minister at Labour. A campanha Fazendo o Hidrogênio Acontecer é composta por cerca de 70 empresas e organizações e tem o apoio público de mais de 60 parlamentares e pares multipartidários. (H2 View – 17.09.2021)

<topo>

7 Reino Unido: país corre o risco de ficar para trás no mercado de células a combustível de hidrogênio

O Reino Unido corre o risco de ser ultrapassado por países da Europa e da Ásia no desenvolvimento e uso de células a combustível de hidrogênio, alerta um novo relatório divulgado no dia 15 de setembro, pela UK Hydrogen Fuel Cell Association (UK HFCA). O relatório afirma que as células são parte dos esforços, que foram esquecidas na luta contra as mudanças climáticas: O caso da tecnologia de células a combustível “esquecida” na matriz energética do Reino Unido. Se as condições corretas forem criadas, a indústria de células a combustível do Reino Unido poderá obter uma parte valiosa do mercado global destas células identificada como aproximadamente US$ 13,21 bilhões até 2026, disse o HFCA do Reino Unido. O documento detalha como as células a combustível podem ajudar a entregar o plano de 10 pontos do Primeiro Ministro para uma revolução industrial verde e descreve a oportunidade que existe para o Reino Unido liderar o desenvolvimento de tecnologia de células a combustível no mundo. (H2 View – 15.09.2021)

<topo>

 

 

Produção

1 Austrália: Edify obtém aprovação para desenvolvimento de planta de hidrogênio verde de 1 GW

A Edify Energy, uma empresa que atua no segmento de energias renováveis, obteve aprovação para desenvolver uma planta de hidrogênio em Queensland, Austrália. A planta contará com uma capacidade eletrolítica de 1 GW e vai ser alimentada por energias renováveis, produzindo hidrogênio verde (H2V). Inicialmente, será desenvolvida apenas uma capacidade de 10 MW, que posteriormente será ampliada. A empresa espera que esse projeto consiga produzir hidrogênio suficiente para contribuir significativamente com o desenvolvimento do mercado de exportação de H2V que a Austrália está construindo. Nesse intuito, o uso final do combustível será principalmente para o mercado externo, mas, ainda alimentará o mercado interno, visto a grande capacidade de produção. (Edify Energy – 21.09.2021)

<topo>

2 Austrália: Empresas realizam MoU para desenvolver planta de hidrogênio verde

A Infinite Blue Energy (IBE), uma empresa que tem como intuito desenvolver projetos de hidrogênio renovável, e a Strike Energy, uma empresa que atua no segmento da produção de eletricidade de baixo carbono, assinaram um memorando de entendimento para desenvolver a planta de hidrogênio da IBE na Austrália. Denominada como Arrowsmith, a planta da IBE será alimentada por 1314 MW de energia solar, 1030 MW de energia eólica e 110 MW de energia armazenada de uma bateria, produzindo então o hidrogênio verde (H2V). Espera-se que uma quantia de 96.000 toneladas de hidrogênio verde seja produzida por ano. Por fim, em termos de destinação, o combustível produzido será fornecido para a fábrica de uréia da Strike Energy. (Fuel Cells Works – 21.09.2021)

<topo>

3 Alemanha: Uniper e Ørsted estão desenvolvendo um projeto para produzir H2V

A Uniper, uma empresa de energia, e a Ørsted, uma companhia petrolífera estatal da Dinamarca, se uniram para promover um projeto que tem como intuito produzir hidrogênio na Alemanha. O projeto, denominado como Wilhelmshaven Green Hydrogen, contará com uma planta de hidrogênio que vai somar uma capacidade eletrolítica de 410 MW e produzirá 295.000 toneladas de hidrogênio até o ano de 2030. A usina será alimentada por energia eólica offshore, produzindo hidrogênio verde (H2V). Para conseguir produzir o hidrogênio por meio da eólica offshore, o projeto contará com linhas de transmissão de eletricidade da TenneT. O projeto tem como intuito promover a descarbonização e o aumento da produção H2V na matriz energética alemã. (Uniper – 20.09.2021)

<topo>

4 Espanha: Repsol começará a produzir hidrogênio verde em 2022

A Repsol, a 15ª maior petroleira do mundo e a maior companhia energética privada hispano-americana, vai instalar o primeiro eletrolisador para a produção de hidrogênio em sua refinaria Petronor, na Espanha. O eletrolisador, que vai compor a usina de hidrogênio renovável, vai ser alimentado por energias renováveis, produzindo hidrogênio verde (H2V). A capacidade eletrolítica da usina será de 2,5 MW, e, para um projeto nesse nível, foi necessário um investimento de € 8,9 milhões. A produção de hidrogênio está prevista para o segundo semestre de 2022. Em termos de uso final, o combustível, além do próprio consumo na refinaria, também vai ser utilizado para a descarbonização de veículos leves e de ônibus na região. A Repsol tem o intuito de descarbonizar a economia na mesma medida em que descarboniza a indústria do seu país. (Repsol – 20.09.2021)

<topo>

5 EUA: Plug Power planeja desenvolver planta de hidrogênio verde

A Plug Power, uma empresa que atua no desenvolvimento de sistemas de células a combustível, planeja desenvolver uma planta de hidrogênio na costa oeste dos Estados Unidos (EUA). A planta contará com diversos eletrolisadores do tipo Proton Exchange Membrane (PEM) e possuem capacidade eletrolítica de 120 MW. O projeto também desenvolverá uma nova fazenda de energia solar de 300 MW que alimentará a usina para assim produzir hidrogênio verde (H2V). Quando entrar em operação – prevista para 2023 – estima-se uma produção de 30 toneladas diárias do combustível renovável. O projeto vai promover a descarbonização da economia, a descarbonização industrial e a criação de empregos durante e após a construção. (Plug Power– 20.09.2021)

<topo>

6 EUA: Ørsted E Williams se unem para desenvolver projeto de hidrogênio verde

A Ørsted, companhia petrolífera estatal da Dinamarca que contém experiência no setor do hidrogênio, e a Williams Companies, empresa de energia, se uniram para explorar o desenvolvimento de um projeto de hidrogênio em Wyoming, Estados Unidos (EUA). O projeto vai construir uma instalação de energia eólica, uma planta de hidrogênio verde (H2V), além de instalações para produção de gás natural sintético. Enquanto a Ørsted vai construir a instalação de energia eólica e a planta de H2V, a Williams vai fazer com que o combustível produzido seja utilizado em suas redes de gasodutos, colaborando para a integração e o transporte final do H2. (Ørsted– 22.09.2021)

<topo>

 

 

Armazenamento e Transporte

1 EUA: Novos materiais de armazenamento de hidrogênio em desenvolvimento

A C-Crete Technologies e o Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) firmaram um acordo de cooperação, no dia 20 de setembro, para desenvolver materiais escalonáveis e de baixo custo para armazenar hidrogênio. Uma vez desenvolvidos, a dupla acredita que seus materiais irão proporcionar uma grande melhoria em relação às tecnologias existentes, como hidrogênio líquido, hidretos e cavernas de sal. Comentando sobre os materiais, o Dr. Rouzbeh Shahsavari, Presidente da C-Crete Technologies, disse: “Nosso novo material não será apenas capaz de armazenamento de longa duração, mas também prevemos o armazenamento e o subsequente uso do subproduto na planta industrial onde é produzido. Nossa tecnologia está focada em uma nova classe de materiais que apresentam um equilíbrio de capacidade-cinética-termodinâmica para armazenamento de hidrogênio, sem o gargalo principal dos adsorventes atuais”. (C-Crete Technologies – 20.09.2021)

<topo>

2 Holanda: Gasunie injeta hidrogênio com sucesso para armazenamento subterrâneo

Gasunie, gigante holandês do setor de gás natural, está acelerando o desenvolvimento do armazenamento de hidrogênio em cavernas de sal após a conclusão bem-sucedida da injeção subterrânea. A empresa espera que após o primeiro teste poderá continuar com o projeto de armazenamento em cavernas de sal para que possa estar totalmente operacional em 2026. O hidrogênio foi injetado em um poço em Zuidwending com a pressão gradualmente aumentada para mais de 200 bar. Além disso, os materiais e componentes necessários para o armazenamento também foram avaliados quanto à adequação para uso no armazenamento de hidrogênio. Com os testes atuais previstos para durar de quatro a seis semanas, outras demonstrações serão realizadas de novembro a primavera de 2022. Ao introduzir quatro novas cavernas de sal, o volume total operacional pode apoiar a ambição holandesa de alcançar a capacidade de 3 a 4 GW de hidrogênio verde, a partir de eletricidade renovável até 2030. (Gasunie – 17.09.2021)

<topo>

 

 

Uso Final

1 Alemanha: Quantron lançará ônibus a célula a combustível no segundo trimestre de 2022

A empresa alemã Quantron anunciou esta semana que lançará um novo ônibus elétrico com versão movida a hidrogênio disponível a partir da primavera de 2022. Com capacidade para até 95 passageiros, o ônibus, que também estará disponível na versão elétrica a bateria, terá autonomia de até 280 km, tornando-o ideal para o uso urbano diário, disse Quantron. A variante de célula a combustível contará com um módulo de energia fornecido pela Ballard Power Systems. Ao lançar um novo ônibus com célula a combustível, a Quantron está enfrentando a crescente crise climática descarbonizando o transporte público por meio de tecnologias limpas e inovadoras. (H2 View – 17.09.2021)

<topo>

2 Eslováquia: Loop Energy alimentará micro-ônibus a hidrogênio no país

A Loop Energy revelou que a primeira remessa de seu sistema de célula a combustível completo está programada para ser entregue à Mobilidade e Inovação (M&I), com sede na Eslováquia, para uso em micro-ônibus elétricos a hidrogênio. A Loop fornecerá um sistema completo de células a combustível, um módulo S300 que será implementado em micro-ônibus como o objetivo de alcançar a descarbonização do transporte rodoviário. O sistema inclui um sistema de resfriamento totalmente integrado projetado para reaproveitar a energia térmica produzida a partir da célula a combustível para aquecimento do ônibus, ajudando a aumentar a produção total de energia em até 30%. George Rubin, diretor comercial da Loop Energy, disse: “À medida que as comunidades em todo o mundo focam sua atenção na substituição do diesel por alternativas de emissão zero, estamos vendo um rápido aumento na demanda por veículos de transporte em massa movidos a hidrogênio. (H2 View – 20.09.2021)

<topo>

3 Japão: Toyota usa Corolla movido a hidrogênio no Super Taikyu Series 2021

A Toyota inscreveu um Corolla com motor movido a hidrogênio no Super Taikyu Series 2021. Desenvolvido como um meio de atingir emissões líquidas zero no setor de mobilidade, o hidrogênio impulsionou o carro de corrida que participou da quinta rodada sob a bandeira de corrida ORC Rookie. Ao participar da corrida, a Toyota está mostrando ao mundo os benefícios de um motor movido a hidrogênio. A empresa já utilizou um motor movido a hidrogênio na corrida de 24 horas Fuji Super TEC. O objetivo é que as informações obtidas nas competições sejam utilizadas para produzir motores melhores no futuro. O hidrogênio produzido a partir de carvão australiano para impulsionar o veículo na 5ª Rodada, será transportado para e dentro do Japão por uma parceria de três empresas: Kawasaki Heavy Industries, Ltd. (Kawasaki Heavy Industries), Iwatani Corporation (Iwatani) e Electric Power Development Co., Ltd. (J-Power). (H2 View – 20.09.2021)

<topo>

4 Reino Unido: Lançados novos projetos de submarinos e embarcações a hidrogênio verde

Um projeto explora a possibilidade de lançar um submarino autônomo movido a hidrogênio verde. Com a rota proposta entre a Escócia e a Irlanda do Norte, o projeto foi eleito vencedor da Competição de Demonstração Marítima Limpa do governo do Reino Unido. Liderados pela Oceanways Technologies, os submarinos modulares seriam capazes de realizar várias missões marítimas, mas o primeiro mercado-alvo seria o transporte de carga com zero emissões de CO2, dentro do Reino Unido e entre seus parceiros comerciais. Indicado como um dos 55 vencedores da competição, o projeto pode ajudar a limpar os oceanos da poluição tóxica ao coletar microplásticos em sua rota piloto entre Glasgow e Belfast. Outro vencedor foi a startup ACUA Ocean, que busca produzir embarcações de superfície sem tampa, movidas a hidrogênio e de ultralonga resistência. (H2 View – 15.09.2021)

<topo>

5 Reino Unido: Novo equipamento de reabastecimento de hidrogênio está sendo desenvolvido

Logan Energy, Hy-Met e a University of Warwick estão explorando o potencial de desenvolvimento de equipamentos inovadores para o reabastecimento de hidrogênio, direcionados a veículos pesados de mercadoria (HGV). Conforme relatado pelo The Herald Scotland, o objetivo do projeto é criar um novo protótipo para facilitar a fabricação e manutenção desses equipamentos, torno-o mais viável que as alternativas do mercado. Isso poderia criar uma solução que tornaria os veículos movidos a hidrogênio significativamente mais fáceis e baratos de reabastecer, potencialmente acelerando a adoção de veículos com emissão zero. O projeto recebeu investimento para testes de frete rodoviário de emissão zero do Departamento de Transporte do Governo do Reino Unido, nos quais o valor total do projeto foi relatado como £ 170.000. (H2 View – 21.09.2021)

<topo>

6 Módulos de célula a combustível de próxima geração com melhoria de 40% no custo total do produto

Uma nova geração de módulos de célula a combustível para veículos pesados movidos a hidrogênio foi lançada pela Ballard Power Systems, com o objetivo de melhorar a eficiência em ônibus, caminhões médios e pesados. A nova geração da linha FCmove ™ da Ballard, a FCmove ™ -HD +, tem potência de 100kW e fornece aos ônibus e caminhões um sistema menor, mais leve, mais eficiente e com menor custo de integração. Além disso, o FCmove ™ -HD + também foi desenvolvido para ter uma melhoria de 40% no custo em todo o ciclo de vida do produto, fornecendo um incentivo para a transição para o novo módulo de energia de Ballard. Para suportar diferentes designs de caminhões e ônibus, o módulo foi projetado para ser instalado tanto na baía do motor quanto na parte de cima (“telhado”). Com o lançamento do novo módulo, a mobilidade do hidrogênio se torna cada vez mais competitiva com os veículos movidos a combustíveis fósseis, à medida que a transição para a mobilidade limpa se faz necessária. (H2 View – 17.09.2021)

<topo>

 

 

Tecnologia e Inovação

1 Austrália: Um caminho para a produção de hidrogênio verde mais barata e eficiente

Uma pesquisa desenvolvida por pesquisadores da Universidade Curtin da Austrália Ocidental teve como objetivo explorar alternativas aos catalisadores de metais preciosos, como a platina, atualmente usados para acelerar a eletrólise. A equipe, liderada pelo Dr. Guohua Jia, da Escola de Ciências Moleculares e da Vida, descobriu que usar uma estratégia de dopagem induzida por difusão de íons níquel e cobalto pode tornar catalisadores mais baratos e melhorar seu desempenho, já que também houve aumento no rendimento do hidrogênio produzido. Jia disse que com a adição desses materiais mais abundantes o processo fica mais barato e eficiente do que quando utilizam rutênio, o material de referência atual. Jia acrescentou que acredita que avanços nesta área podem auxiliar a reduzir custos na produção de hidrogênio, ajudando a acelerar a transição energética na Austrália. (Curtin University – 17.09.2021)

<topo>

2 EUA: WVU se concentra na produção de hidrogênio verde com células eletrolíticas de óxido sólido

Pesquisadores da West Virginia University estão usando células eletrolíticas de óxido sólido para gerar hidrogênio verde de alta pureza, ajudando a “tornar mais verde” o processo de produção. A West Virginia University está trabalhando junto com o Worcester Polytechnic Institute para superar o desafio da suscetibilidade dos materiais ao envenenamento por cromo. O Departamento de Energias dos Estados Unidos (DOE) reconheceu a importância do projeto e investiu US $ 1,2 milhão em financiamento do departamento para superar as barreiras associadas à produção de hidrogênio verde. Estudar materiais de eletrodo resistentes a mecanismos de degradação, especialmente ao envenenamento por vapores de cromo (Cr) no cátodo de óxido perovskita, podem facilitar o fornecimento comercial de novas tecnologias de células de eletrólise. Um grande passo para a economia global e produção de hidrogênio verde. (H2 View – 21.09.2021)

<topo>

 

 

Eventos

1 Hidrogênio Verde

O hidrogênio verde será um dos impulsionadores para as próximas fases da transição para energia limpa da América Latina. Oriundo de fontes renováveis, o gás é visto cada vez mais como essencial para a mudança de paradigma na geração de energia, devido às baixas emissões de carbono. O Chile tem a meta de, em duas décadas, figurar entre os três maiores exportadores de hidrogênio verde do planeta; a Colômbia quer desenvolver uma indústria do gás, e busca potenciais mercados de exportação; o Brasil conta com a vantagem de ter uma costa privilegiada e um dos menores custos marginais para geração de energias renováveis. No webinar Oportunidades e riscos do hidrogênio verde na América Latina, a Marsh e especialistas convidados irão discutir o uso do hidrogênio verde para um futuro mais sustentável. O evento ocorrerá online no dia 29 de setembro, às 10:00 horas, com tradução simultânea para português e espanhol. Para se inscrever, clique aqui. (MMC – 21.09.2021)

<topo>

2 From Hype to Reality. Turning clean hydrogen projects into reality

Este webinar online interativo é dedicado ao tema do hidrogênio limpo, mapeando um caminho integrado e intersetorial em direção a uma economia de baixo carbono e energia mais verde. Abrangendo modelos de produção azul e verde, mostra como o hidrogênio limpo pode fazer a transição para setores consumidores de energia (“acoplamento de setor”). Este evento ocorrerá de forma online no dia 30 de setembro, às 05:00 horas, em inglês. Para se inscrever, clique aqui. (Linde – 21.09.2021)

<topo>

3 ERA Forum: Journey to Hydrogen Co-firing

Como o investimento em hidrogênio está crescendo rapidamente em todo o mundo, muitos operadores de usinas começaram a explorar os benefícios potenciais da adição deste combustível em sua operação de turbina a gás. A sessão do 9º Fórum ERA, “Journey to Hydrogen Co-firing” seguirá o ciclo H2 completo desde a produção até o armazenamento e filtração, até a mistura e co-combustão. Os especialistas irão explicar os diferentes métodos de produção de hidrogênio no local e quais modificações precisam ser consideradas. Este evento ocorrerá de forma online no dia 29 de setembro, às 04:00 horas, em inglês. Para se inscrever, clique aqui. (Siemens Energy – 21.09.2021)

<topo>

4 Renewable Hydrogen Summit

A Comissão Europeia e os governos nacionais reconheceram firmemente o papel crucial do hidrogênio renovável para desbloquear a descarbonização, principalmente em setores difíceis de eletrificar, e tornar a Europa o primeiro continente neutro para o clima até 2050. Com seu pacote “Fit for 55”, a Comissão faz uma forte declaração para a implantação rápida e em grande escala de hidrogênio renovável nos próximos anos. A primeira Cúpula do Hidrogênio Renovável reunirá os principais líderes empresariais e os principais formuladores de políticas da UE para discutir o que será necessário para impulsionar a economia do hidrogênio. A ideia é impulsionar o hidrogênio renovável ao próximo nível e torná-lo predominante na Europa, que pretende ser líder global em hidrogênio renovável. Este evento gratuito ocorrerá de forma online no dia 29 de setembro, às 04:30 horas, em inglês. Para se inscrever, clique aqui. (Renewable Hydrogen Coalition – 21.09.2021)

<topo>

5 Curso online de Hidrogênio com certificado organizado por FIEC e SENAI

O curso será realizado na plataforma de EaD do SENAI Ceará, totalmente a distância. Durante o período do curso o aluno terá acesso às aulas em tempo integral e poderá fazer seu cronograma de estudos, conforme sua disponibilidade de tempo. O aluno receberá, no e-mail cadastrado, as informações para acesso à plataforma. O período do curso é do dia 27/09 até 30/10/2021. Para realizar a matrícula, o candidato deverá ter no mínimo 16 anos completos, ter concluído a 7ª série do ensino fundamental; ter acesso a computador e Internet; apresentar cópia e original dos documentos, RG e CPF. Para inscrever-se, clique aqui. (SENAI – 21.09.2021)

<topo>

 

 

Artigos e Estudos

1 Curtin University transforma catalisadores ineficientes em catalisadores eficientes para a produção de hidrogênio

Um dos grandes desafios para a produção de hidrogênio em larga escala está relacionado aos catalisadores, que em geral utilizam metais nobres de alto custo. Tendo isso em vista, pesquisadores da Curtin University identificaram um eletrocatalisador mais barato, mais eficiente para produção de hidrogênio a partir da eletrólise da água, e que futuramente pode viabilizar a produção de energia limpa em grande escala. Os pesquisadores descobriram que adicionar níquel e cobalto a catalisadores mais baratos e, anteriormente, ineficazes melhora o desempenho, reduzindo a energia necessária para realizar a eletrólise e aumentando o rendimento. O eletrocatalisador foi sintetizado a partir de nanocristais bidimensionais de ferro-enxofre, que geralmente não são utilizados na eletrólise da água, mas após a adição de íons de níquel e cobalto, se transformaram catalisadores viáveis e eficientes. O próximo passo da pesquisa é testar sua atividade em larga escala para testar sua viabilidade comercial. Os resultados da descoberta foram publicados na revista Nano Energy. Para acessar na íntegra, clique aqui. (PHYS – 17.09.2021)

<topo>

2 O custo real do hidrogênio obtido com energia solar

Um estudo realizado por pesquisadores europeus liderado pela Lappeenranta University of Technology (LUT) da Finlândia avaliou o capital (CAPEX) e as despesas operacionais (OPEX) da obtenção do hidrogênio por meio da eletrólise da água alimentada por energia solar em grande escala nas próximas três décadas, os resultados do estudo foram publicados na revista Solar RRL. A metodologia do estudo se baseou em uma abordagem de curva de aprendizado para as tecnologias chaves, ou seja, eletrolisadores, energia solar fotovoltaica e custo nivelado de hidrogênio (LCOH). Para o cálculo do CAPEX e do LCOH vários parâmetros foram considerados, como a irradiação solar e taxas de custo médio ponderado de capital, considerando diferentes localidades. Segundo o estudo, espera-se que o gasto de capital com eletrolisador (CAPEX) para um sistema de grande escala diminua dos atuais €400/kW para €240/kW em 2030 e para €80/kW em 2050. Com a contínua redução do custo da energia solar fotovoltaica, isso vai levar a uma diminuição de LCOH dos atuais 31–81 € / MWhH2 para 20–54 € / MWhH2 em 2030 e 10–27 € / MWhH2 até 2050. Mas, esse valor depende da localização, sendo que o LCOH atinge o menor valor no deserto do Atacama, Chile. A parcela do custo da eletricidade fotovoltaica no LCOH aumentará dos atuais 63% para 74% em 2050. Para acessar o artigo na íntegra, clique aqui. (PV Magazine – 20.09.2021)

<topo>

3 Preços do carbono já tornam o hidrogênio verde competitivo

Os preços da eletricidade e do gás estão disparando, colocando a economia sob forte pressão e podem causar problemas financeiros para muitas empresas intensivas em energia no curto prazo. O aumento simultâneo dos preços da eletricidade, gás natural e do carbono, notadamente na Europa, pode colocar os grandes consumidores de energia em sérias situações do ponto de vista financeiro. Segundo Antonio Delgado, executivo-chefe do serviço espanhol de previsão de energia da AleaSoft, as energias renováveis oferecem uma solução viável para grandes consumidores de energia e o hidrogênio verde (H2V) representa a melhor alternativa no longo prazo, quando comparado ao gás natural. Para Delgado, em uma perspectiva de longo prazo o H2V pode reduzir significativamente a dependência do gás, além disso, investimentos públicos em infraestrutura de energia renovável e hidrogênio verde serão cruciais para enfrentar a crise. Ele acrescenta que o H2V já é competitivo dada a situação da alta de preços. (PV Magazine – 16.09.2021)

<topo>

4 Sistemas de energia de hidrogênio: uma revisão crítica de tecnologias, aplicações, tendências e desafios

O processo de transição energética exige uma profunda transformação do setor energético, seja na geração ou consumo de energia. O hidrogênio tem um importante papel para acelerar o processo de escalonamento de energias limpas e renováveis, porém sua integração em sistemas de energia ainda é pouco estudada. Nesse contexto, o artigo visa analisar o atual progresso e as perspectivas para as tecnologias de hidrogênio e sua aplicação em sistemas de energia para produção, eletrificação e armazenamento de hidrogênio. O artigo apresenta dados experimentais referentes a eletrolisadores e células a combustível e dados sobre implantação de hidrogênio, armazenamento de energia, energia para gás, cogeração e tripla e transporte, obtidos por meio de projetos. Além disso, os autores também apresentam o estágio técnico-econômico que tais tecnologias se encontram. O artigo conclui que esforços contínuos em melhorias de desempenho, aumento de escala, perspectivas técnicas e apoio político são necessários para permitir uma economia de hidrogênio com custo competitivo. (Renewable and Sustainable Energy Reviews – agosto de 2021)

<topo>

5 Análise de custos de energia elétrica e hidrogênio derivado de recursos renováveis 100% variáveis

O artigo, publicado na revista Renewable Energy, buscou avaliar os custos e especificações de sistemas de energia renovável 100% variável e sistemas de armazenamento de energia. Para isso os autores criaram um modelo para analisar de forma abrangente as informações desejadas para esse tipo de sistema. O estudo chegou a duas conclusões: 1) um sistema de armazenamento híbrido de bateria e hidrogênio, bem como a combinação de energia solar e eólica podem reduzir os custos do fornecimento de energia elétrica e 2) sistemas de produção múltipla que fornecem energia elétrica, bem como energia de hidrogênio, podem reduzir os custos de fornecimento de energia quando uma combinação ideal de energia elétrica e energia de hidrogênio é alcançada. Apesar disso, os custos do fornecimento de energia elétrica estável, bem como do hidrogênio, são mais caros do que os custos-alvos no Japão, para 2030. Para que esse custo seja reduzido é necessário reduzir os custos das tecnologias da energia solar, eólica, bateria e tecnologias relacionadas ao hidrogênio. (Renewable Energy – setembro de 2021)

<topo>

6 WEC: Estratégias nacionais de hidrogênio

Em parceria com o Electric Power Research Institute (EPRI) e a PwC, o World Energy Council (WEC) elaborou um documento como parte de uma série de publicações do WEC com foco em inovação e hidrogênio. O novo documento visa compartilhar informações entre os membros do WEC, outros stakeholders em energia e formuladores de políticas públicas para contribuir com um diálogo global sobre o papel do hidrogênio na transição energética. Além disso, o novo relatório se baseia em um documento anterior do WEC, publicado em setembro de 2020. O documento faz um levantamento dos países que adotaram estratégias nacionais para o hidrogênio e os principais pontos abordados por elas, como: setores que serão prioridades, suporte financeiro, desafios que serão enfrentados, entres outros. Para ler o documento na íntegra, clique aqui. (World Energy Council – 14.092021)

<topo>

7 WEC: Inputs de líderes sêniores no desenvolvimento de hidrogênio

O relatório publicado pelo World Energy Council (WEC), em colaboração com o Electric Power Research Institute (EPRI) e a PwC, faz parte de uma série de publicações do WEC com foco em inovação e que buscam fomentar as discussões sobre o papel do hidrogênio na transição energética. Além disso, o novo relatório se baseia em um documento anterior do WEC e envolve uma extensa pesquisa sobre o desenvolvimento de estratégias nacionais e entrevistas com 38 especialistas de 23 países. Nesse contexto, o relatório consolida os resultados das entrevistas realizadas, reunindo os principais aspectos da economia do hidrogênio que foram levantados pelos líderes durante as entrevistas. No geral, os entrevistados concordam que o hidrogênio tem um papel no que se refere a manutenção e geração de empregos. Eles destacam que além de ser impulsionado pela descarbonização também é impulsionado por oportunidades socioeconômicas e em ambos os aspectos há a necessidade de qualificação de mão de obra no curto prazo. Vários líderes enfatizaram o papel do hidrogênio na diversificação do fornecimento de energia, bem como potencial para contribuir com a economia circular. Especialistas sugerem que os governos e as indústrias devem antecipar as questões de aceitação pública do hidrogênio como parte de suas agendas. Para acessar o documento na íntegra, clique aqui. (World Energy Council – 21.092021)

<topo>


Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Luiza Masseno e Sayonara Andrade Elizário
Pesquisadores: Allyson Thomas,
José Vinícius S. Freitas, Kalyne Silva Brito e Luana Oliveira 
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico do Instituto de Economia da UFRJ.

POLÍTICA DE PRIVACIDADE E SIGILO
Respeitamos sua privacidade. Caso você não deseje mais receber nossos e-mails,  Clique aqui e envie-nos uma mensagem solicitando o descadastrado do seu e-mail de nosso mailing.


Copyright UFRJ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 



 

 

 

 

 

 

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: