IFE.TEX 55

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 55 – publicado em 17 de setembro de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Tecnologias Exponenciais – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 55 – 17 de setembro de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética e ESG
1
A Alemanha pode chegar com 100% de energia renovável em 2030
2 Remessas de painéis solares nos EUA aumentaram 33% em 2020
3 Aumento de preços e escassez de matérias-primas desafiam o crescimento da fonte solar em todo o mundo
4 A energia solar pode fornecer 40% da energia dos EUA em 2035
5 Índia: Adani levanta US $ 750 milhões para projetos de energias renováveis na Índia
6 Climatempo apresenta: “Novo Relatório do IPCC: Quais os impactos no setor elétrico nacional?”
7 Fintech vai financiar energia solar para o agronegócio
8 Fundo de investimento irlandês planeja investir € 1 bilhão em projetos de ação climática
9 GlobalData: Na Dinamarca, a geração de energia renovável alcançará quase 100% de participação

Geração Distribuída
1 Rio de Janeiro alcança 300 MW em GD
2 GD atinge 7 GW de potência instalada
3 Estação de ônibus em MG recebe geração solar
4 Vivo visa alcançar 83 usinas na modalidade de geração distribuída
5 Apolo Asset prevê investir até R$ 500 mi em GD solar
6 Esfera Energia compra Norten para lançar projeto de geração distribuída

Armazenamento de Energia
1 Maior projeto de armazenamento de bateria do Reino Unido
2 Energy Storage Association: momento para as ITCs de armazenamento
3 Maior instalação de armazenamento do mundo permanece desligada após incidente de superaquecimento

4 Canadá: armazenamento de bateria atrás do medidor reduz custos e emissões de carbono

5 Mercado de armazenamento dos EUA continua a crescer no segundo trimestre de 2021

6 Nova planta de armazenamento no Reino Unido

7 Canadian Solar assina novos contratos de armazenamento de energia solar e bateria

Veículos Elétricos
1 VW alugará carro elétrico usado para ampliar vida útil da bateria
2 Startup para recarga de VE capta R$ 5 milhões
3 Rede de recarga aumenta 50% em quatro meses
4 Espanha: Empresa de e-commerce abre centro de distribuição em Madrid com 50 carregadores elétricos

5 EUA: Companhia apresenta novos programas de incentivo para motoristas de VEs no Colorado
6 EUA: NY alinha plano para criar uma das maiores redes municipais de carregamento de veículos elétricos
7 EUA: Desenvolvendo um Ecossistema de Transportes de Emissões Zero em Cincinnati
8 EUA: Programa de aceleração irá fornecer incentivos a 3 cidades para auxiliar na eletrificação de frotas

Gestão e Resposta da Demanda
1 National Grid: nova maneira de aumentar o interesse do cliente.
2 Abal defende estímulo e compensação à redução do consumo
3 Abradee lança segunda fase de campanha para incentivar uso consciente de energia
4 Empresas aguardam detalhes para aderir voluntariamente à redução de consumo

5 Consumidor que mudou de residência ou gera própria energia não ganhará bônus na conta de luz
6 Campanha de consumo consciente é o tema do 14º podcast da Aneel

Eficiência Energética
1 Enel SP realiza obras de eficiência energética na UFABC
2 Governo lança programa para eficientização da indústria em SP

Microrredes e VPP
1 Copel e Itaipu colocam microrrede em operação no Oeste do PR
2 2W lançará usina de energia virtual e fintech nas próximas semanas para estreitar relação com consumidores

Tecnologias e Soluções Digitais
1 EUA: Companhias de serviços digitais irão colaborar para acelerar a modernização no setor de serviços públicos
2 EUA: Grupo anuncia pesquisa financiada pelo DOE, destinada a promover a descarbonização do setor elétrico
3 Relatório: Guia para construções eficientes com interação de rede
4 EUA: Soluções de planejamento de serviços públicos para uma rede descentralizada

5 Multinacional alemã irá gerenciar sistema de energia descentralizado usando computação quântica
6 Medidores inteligentes na Índia: 250 milhões até 2025
7 Validação de tecnologia de medição inteligente
8 Blockchains com utilização de proof-of-stake: a relevância da variação do consumo energético

Segurança Cibernética
1 Ataques de hackers contra infraestrutura crítica preocupam setor público
2 Brasil já é o 5º maior alvo global de ataques de hackers a empresas

Eventos
1 Webinar GESEL: “Tomada de Subsídios 011/2021 e a preparação da regulação brasileira para a inserção de Recursos Energéticos Distribuídos”
2 Seminário Virtual Inovações em Energias Renováveis promovido pela Alemanha

Artigos e Estudos
1 Recursos energéticos distribuídos: um trunfo ou um aborrecimento para a rede elétrica?
2 IEA: Segurança das transições de energia limpa


 

 

Transição Energética e ESG

1 A Alemanha pode chegar com 100% de energia renovável em 2030

Segundo estudo publicado na revista Energies, mudar para 100% de energia renovável para todos os setores de energia não é apenas necessário para limitar o aquecimento global a 1,5?C acima dos níveis pré-industriais, mas também é economicamente viável. “As tecnologias de captura de carbono, bem como a energia de usinas nucleares, também são frequentemente trazidas à frente como opções técnicas relevantes de mitigação. No entanto, estão se tornando cada vez mais irrelevantes quando confrontadas com as escalas de tempo que restam para a mudança para um sistema amigo do clima”, afirmaram os autores. O estudo presume que a Alemanha precisará de fontes de energia renováveis para cobrir a demanda de aquecimento de 1.102 TWh e a demanda de eletricidade de 967 TWh. De acordo com o cenário proposto, a capacidade de geração de eletricidade recém-instalada é de 1143 GW – 80% da qual é composta por usinas solares fotovoltaicas e eólicas. A capacidade é garantida por 208 GW de bioenergia, geotérmica, hidrogênio, bateria e armazenamento bombeado. “Os custos anuais mínimos para o sistema com 100% de energia renovável na Alemanha são de 155 bilhões de euros e comparam-se favoravelmente com os custos do sistema atual”, escreveram os autores. Em suma, o estudo conclui que a Alemanha pode, e deve, cumprir as metas do Acordo Climático de Paris alcançando 100% de energia renovável até 2030. (Renewable Energy World – 09.09.2021)

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2 Remessas de painéis solares nos EUA aumentaram 33% em 2020

De acordo com a US Energy Information Administration (EIA), as remessas de módulos solares fotovoltaicos atingiram um recorde de 21,8 milhões de quilowatts de pico em 2020, um aumento de 33% em relação a 2019. As remessas de painéis solares incluem importações, exportações e módulos produzidos e vendidos no mercado interno, disse a EIA. A Agência atribuiu o aumento da demanda por instalações solares residenciais às pessoas que passam mais tempo em casa por causa da pandemia COVID-19, o que resultou em um aumento do interesse em reformas. Outras razões para o aumento, disse a Agência, incluem o vencimento dos créditos fiscais sobre a energia solar, o crescimento contínuo da capacidade solar em escala de utilidade e a queda nos custos dos sistemas solares. O crédito fiscal federal para investimentos em energia solar federal foi definido para reduzir de 26% para 22% no final de 2020, resultou em uma corrida para fazer as instalações antes que o imposto incentivo expire. (Daily Energy Insider – 08.09.2021)

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3 Aumento de preços e escassez de matérias-primas desafiam o crescimento da fonte solar em todo o mundo

Assim como outros segmentos da indústria, o setor solar também enfrenta a alta de preços de insumos básicos, além da escassez de algumas matérias-primas. Uma nova análise da empresa de pesquisa energética Rystad Energy lembra que a disseminação da Covid-19 criou uma grande perturbação econômica no mercado, que deve continuar impactando o setor solar durante a maior parte de 2021. O relatório lembra ainda que o custo dos projetos solares diminuiu consideravelmente nos últimos anos. No entanto, essas reduções de preços começaram a perder força e se aproximar de um piso, atualmente definido pelo preço de fatores de entrada como mão de obra, polissilício, prata, cobre, alumínio e aço. A análise destaca que o monopolissilício, insumo principal dos painéis fotovoltaicos, deve atingir a média de US$ 18 por quilo em 2021. Enquanto isso, a prata, outro importante componente para as conexões da célula de silício aos fios de cobre, viu seu preço subir de US$ 550 por quilo em 2019 para US$ 850 por kg (em média) em 2021. Como resultado, os preços globais dos painéis solares aumentaram 16% em relação a 2020, potencialmente limitando o crescimento da demanda nos próximos anos. Para acessar o relatório, clique aqui. (Petronotícias– 13.09.2021)

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4 A energia solar pode fornecer 40% da energia dos EUA em 2035

A energia solar tem potencial para suprir até 40% da eletricidade consumida pelos EUA em 15 anos – um aumento de dez vezes em relação à atual produção da fonte. Todavia, isso exigirá grandes mudanças na política americana e bilhões de dólares em investimentos federais para a modernização da rede elétrica do país, aponta um estudo do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE), divulgado no dia 08/09. Nos Estados Unidos (EUA), a capacidade de geração de energia solar atingiu recorde de 15 GW em 2020, representando pouco mais de 3% da atual oferta de eletricidade, segundo o DOE. A estimativa é que até 2050 a energia solar poderá fornecer 1.600 GW em uma rede com zero emissão de carbono – produzindo mais eletricidade do que a consumida hoje em todos os prédios residenciais e comerciais do país, informa o relatório. Além disso, a descarbonização de todo o sistema de energia poderá resultar em até 3.000 GW de energia solar até 2050, em razão do aumento da eletrificação do transporte, edifícios e setores industriais. Para obter esse aumento, os EUA terão de instalar uma média de 309 GW de capacidade de geração de energia solar por ano entre agora e 2025 – o dobro da taxa atual – e 60 GW por ano de 2025 até 2030. (Valor Econômico – 09.09.2021)

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5 Índia: Adani levanta US $ 750 milhões para projetos de energias renováveis na Índia

A Adani Green Energy levantou um fundo de US$ 750 milhões para projetos de energia renovável na Índia por meio da emissão de um título verde, com cinco vezes mais inscritos. Segundo o presidente-executivo da Adani Green Energy, Vneet S. Jaain, o excesso de inscritos é um “sinal da confiança dos investidores globais na plataforma de energia renovável de crescimento mais rápido do mundo e da capacidade da Adani em estabelecer um negócio de energia limpa de classe mundial”. O título foi cotado em uma emissão de três anos no formato 144A/Reg S, a um cupom fixo de 4,375%. Os fundos devem ser utilizados para o financiamento de capital de projetos renováveis em construção. “Esperamos acelerar mais nossa pegada e estamos firmemente no caminho para nos tornarmos a maior empresa de energia renovável do mundo até 2030”, acrescentou Vneet S. Jaain. (Renews – 03.09.2021)

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6 Climatempo apresenta: “Novo Relatório do IPCC: Quais os impactos no setor elétrico nacional?”

Diante do cenário de crise hídrica no Brasil e de temperaturas extremas que vem ocorrendo ao redor do mundo, o novo boletim mensal da Climatempo traz como tema “Novo Relatório do IPCC: Quais os impactos no setor elétrico nacional?”. Um dos questionamentos, segundo a Climatempo, é em relação ao aquecimento global e em que proporção as atividades antropogênicas (efeito da humanidade) e os efeitos naturais (atividade solar e vulcânica) eram responsáveis pelo aquecimento global que vem sendo observado e sinalizado pelos relatórios anteriores do IPCC. O boletim utiliza novas tecnologias, novos métodos e novas evidências, demonstrando que não é possível que somente efeitos naturais provoquem o aquecimento médio de aproximadamente 1.6 ºC, observado entre 2011-2020. Outro ponto destacado no boletim é como essas mudanças climáticas vem impactando o setor elétrico nacional, visto que a matriz elétrica em sua maior parte é renovável, dependente principalmente de hidrelétricas, seguida pela geração eólica. (CanalEnergia – 03.09.2021)

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7 Fintech vai financiar energia solar para o agronegócio

A fintech Solfácil criou uma linha de financiamento de projetos de energia solar para pequenos agricultores, pecuaristas e outros empreendedores do agronegócio. A expectativa é movimentar R$ 150 milhões em financiamentos. Para atender ao segmento rural, a fintech estabeleceu prazos de pagamentos mais alongados e taxas de juros inferiores às de linhas para pessoas físicas e jurídicas tradicionais. A linha também tem menos exigências cadastrais e de documentos, se comparada às de bancos, diz o comunicado. O setor agropecuário detém, hoje, cerca de 15% dos sistemas solares instalados no País, de acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). “O agronegócio consome muita energia em atividades diárias, tais como bombeamento de água, irrigação e com maquinários agrícolas. A adoção de energia solar minimiza um custo fixo chave e evita flutuações de tarifas”, disse o CEO e fundador da fintech, Fábio Carrara, em nota. A Solfácil recebeu recentemente aporte de US$ 30 milhões liderado pelo fundo QED Investors, que está sendo utilizado para aumentar a equipe e lançar novos produtos, como o voltado ao setor rural. A empresa deve financiar cerca de R$ 1 bilhão em novos projetos em 2021. Para 2022, a estimativa é de R$ 2,5 bilhões. (O Estado de São Paulo – 07.09.2021)

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8 Fundo de investimento irlandês planeja investir € 1 bilhão em projetos de ação climática

O Ireland Strategic Investiment Fund (ISIF), revelou planos para um investimento de € 1 bilhão em projetos de ações climáticas que incluem energias renováveis e projetos de armazenamento de baterias. O ISID apoiará projetos verdes nos próximos cinco anos até 2026. Nesse contexto, será apoiado armazenamento de energia, incluindo o desenvolvimento e aproveitamento de tecnologias emergentes para facilitar uma maior penetração de energia renovável. Em energias renováveis, o ISIF investirá no maior uso de geração de energia eólica e solar em grande e pequena escala, tanto onshore, quanto offshore. “Nosso programa de investimento reflete a urgência do desafio climático e as oportunidades significativas que existem para apoiar empresas e projetos irlandeses que estão desenvolvendo maneiras novas e mais sustentáveis de fazer as coisas”, disse o diretor Nick Ashmore. (Renews – 07.09.2021)


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9 GlobalData: Na Dinamarca, a geração de energia renovável alcançará quase 100% de participação

Na Dinamarca, a geração de energia renovável (excluindo energia hidrelétrica) deve aumentar de 24,33 TWh em 2020 para 43,2 TWh até 2030, crescendo a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 5,9%, de acordo com a GlobalData. A empresa líder de dados e análises observa que a participação das energias renováveis no mix de geração já é bastante elevada, de 86,4% em 2020, e deve crescer para 99,9% em 2030. De acordo com o relatório da GlobalData, ‘Perspectivas do Mercado de Energia da Dinamarca para 2030, Atualização 2021 – Tendências de Mercado, Regulamentos e Cenário Competitivo’, o governo dinamarquês continua a desempenhar um papel central, incentivando o desenvolvimento de energia renovável. Nesse contexto, o objetivo do governo é aumentar a participação da energia verde na matriz elétrica e, gradualmente, atingir 100% de participação de renováveis nos setores de energia e transporte até 2050. Rohit Ravetkar, Analista de Energia da GlobalData, comenta: “A Dinamarca está entre os líderes globais na adoção de tecnologias renováveis. Em 2020, mais de 80% da energia gerada no país era proveniente de fontes renováveis. Uma parte significativa do crescimento das energias renováveis na Dinamarca é atribuída à energia eólica.” (Energy Global – 03.09.2021)

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Geração Distribuída

1 Rio de Janeiro alcança 300 MW em GD

O Rio de Janeiro chegou a 300 MW em Geração Distribuída. De acordo com a Associação Brasileira de Geração Distribuída, o estado é o sétimo a alcançar essa marca, fazendo companhia a Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. De acordo com a associação, para superar a marca, o estado está se aproximando da marca de 38 mil unidades consumidoras que recebem créditos. Do total de GD em território fluminense, são mais de 283 MW produzidos com painéis fotovoltaicos. Além da geração advinda de outras alternativas, como a eólica, a biomassa, a CGHs e o biogás. Segundo a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), o ritmo de crescimento mensal da geração distribuída, nos primeiros oito meses de 2021, é superior a 280 MW. (CanalEnergia – 03.09.2021)

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2 GD atinge 7 GW de potência instalada

A geração distribuída atingiu a marca de 7 GW de potência instalada no dia 10 de setembro, três meses depois de alcançar 6 GW. Os sistemas residenciais somam 2,8 GW, com mais de 767 mil conexões, seguida por estabelecimentos comerciais, com 2,5 GW. No meio rural, a GD tem 971 MW, enquanto na indústria existem 582 MW instalados. O destaque fica por conta da geração fotovoltaica, com 95,8% do micro e minissistemas de geração distribuída. A biomassa tem1,6%, CGH por 0,94% e eólica por outros 0,22%. Os dados são da Associação Brasileira de Geração Distribuída. Carlos Evangelista, presidente da ABGD, atribui o crescimento acelerado dos projetos à aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto de lei que estabelece o marco legal do segmento. Ele também acredita que o encarecimento da conta de luz e as incertezas sobre disponibilidade de energia reforçaram o interesse por novas instalações. (CanalEnergia – 10.09.2021)

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3 Estação de ônibus em MG recebe geração solar

A partir desta sexta-feira (10/09), uma estação de ônibus de Belo Horizonte é capaz de captar energia solar e gerar o suficiente para custear todas as operações do local. De acordo com dados da L8 Energy, em uma semana de operação foi produzido um total de 177 kWh. Nesse contexto, a estação da Universidade Federal de Minas Gerais carrega a expectativa de atuar como um projeto piloto, com o intuito de que ocorra posteriormente uma adesão nos demais pontos da cidade. Segundo a empresa, a captação de energia solar na estação da UFMG é feita através de 56 módulos de filme fino, sendo um produto leve (1,98 Kg cada módulo de 125W) e flexível, o que permite aplicações que não são possíveis com módulos comuns. Esse tipo de aplicação é comumente chamado de BIPV (Building Integrated Photovoltaics), onde há a integração dos painéis fotovoltaicos com a construção, tornando-a mais sustentável e respeitando a forma e função da edificação. (CanalEnergia – 10.09.2021)

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4 Vivo visa alcançar 83 usinas na modalidade de geração distribuída

Vivo, operadora de telecomunicações, pretende ampliar de 70 para 83 o número de usinas de seu projeto de geração distribuída nas fontes solar, hídrica e biogás. Segundo a empresa, foram inauguradas recentemente duas novas usinas de fonte solar em Quissamã, no Rio de Janeiro, as primeiras desta modalidade no Estado, chegando a 19 usinas em operação em diferentes regiões do País. Juntas, as duas usinas possuem 4,8 mil painéis solares, em área de 10 hectares e capacidade de 2 megawatts (MW). (Broadcast Energia – 02.09.2021)

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5 Apolo Asset prevê investir até R$ 500 mi em GD solar

A Apolo Asset, braço de gestão de recursos da holding Apolo Energia, anunciou o lançamento do seu primeiro fundo de investimentos – o FIP Polaris – focado em projetos de geração distribuída de energia solar na modalidade compartilhada. A empresa investirá até R$ 500 milhões para financiar até 30 projetos de usinas solares no estado de Minas Gerais. De acordo com Pedro Camanho, sócio fundador da Apolo Energia e diretor de investimentos da Apolo Asset, este será o primeiro de uma série de fundos com essas características. O FIP Polaris reúne 28 investidores e prevê três anos para que o investimento seja realizado e cinco para o desinvestimento. As usinas a serem financiadas pelo fundo FIP Polaris terão uma capacidade próxima a 100 MWp de potência e permitirão a grupos de pequenos empresários e a consumidores individuais – reunidos em consórcios ou em cooperativas – uma redução média na conta de luz entre 12% e 20%. “Traduzindo em miúdos, nossas usinas fornecerão energia mais barata e sustentável para padarias, restaurantes, churrascarias e outros estabelecimentos de pequeno e médio portes em Minas Gerais”, disse Camanho. (Brasil Energia – 09.09.2021)

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6 Esfera Energia compra Norten para lançar projeto de geração distribuída

A comercializadora Esfera Energia anunciou que efetuou a compra da Norten Energia, na última semana, com o objetivo de lançar um projeto de geração distribuída para pessoas físicas ainda este ano. Segundo a companhia, a iniciativa terá início este ano, mas seu lançamento oficial ocorrerá somente em 2022. A expectativa é de que até 2024 a empresa alcance mais de 200 mil unidades consumidoras. O anúncio ocorreu pouco tempo depois da aprovação do Projeto de Lei 5.829, pela Câmara dos Deputados. O PL estabelece a criação de um marco regulatório para a GD. “Queremos criar soluções inovadoras para os consumidores, a nossa maior preocupação é a jornada e experiência desses clientes dentro da GD, mas também queremos garantir benefícios na jornada do gerador, proporcionando assim uma modelagem sustentável e crescente”, ressalta Márcio Nogueira, CEO da Norten. (Esfera Energia – 31.08.2021)

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Armazenamento de Energia

1 Maior projeto de armazenamento de bateria do Reino Unido

A Fotowatio Renewable Ventures (FRV), empresa de origem espanhola adquirida em 2015 pelo grupo árabe Abdul Latif Jameel Energy, e a desenvolvedora britânica Harmony Energy, começaram a trabalhar no maior projeto de armazenamento de energia em bateria do Reino Unido. O sistema de 99 MW / 198 MWh utilizará baterias de íon-lítio da Tesla Megapark, bem como o software Autobidder AI, também da Tesla. O software será utilizado para negociação e controle de energia em tempo real. A iniciativa é lançada após a conclusão de outra instalação de armazenamento de bateria de 34 MW / 68 MWh perto de Burgess Hill em West Sussex, com 28 baterias, também Tesla Megapack. Ambas as instalações serão conectadas à rede de distribuição britânica, permitindo o armazenamento de energia e um aumento na flexibilidade. As iniciativas representam um passo à frente na abordagem estratégica de armazenamento da FRV, em linha com sua ambição de expandir o portfólio de projetos para todo o mundo. (Energías Renovables – 08.09.2021)

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2 Energy Storage Association: momento para as ITCs de armazenamento

As empresas nos EUA estão a caminho de instalar 12.000 MWh de capacidade de armazenamento em 2021, três vezes o valor adicionado em 2020 e o suficiente para abastecer 1,5 milhão de residências em picos diários. No entanto, esse ritmo de implantação ainda é muito mais lento do que seria necessário para equipar comunidades vulneráveis no âmbito climático e cumprir a meta do presidente Biden de descarbonizar o sistema de energia até 2035. O Congresso tem uma oportunidade imediata de acelerar as instalações de armazenamento, por meio de um Crédito Fiscal de Investimento (ITC, do inglês, Investment Tax Credit) em armazenamento de energia. Com o apoio bipartidário de líderes como os senadores Martin Heinrich e Susan Collins e os representantes Mike Doyle, Earl Blumenauer e Vern Buchanan, a legislação de ITC de armazenamento é uma forma de acelerar a redução de custos, que podem estimular algumas das comunidades mais vulneráveis do país. (TD World – 09.09.2021)

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3 Maior instalação de armazenamento do mundo permanece desligada após incidente de superaquecimento

Moss Landing, que opera sob um contrato de longo prazo com a Pacific Gas & Electric e é a maior instalação de armazenamento de baterias do mundo, encontra-se desligada devido a um incidente de superaquecimento. O desligamento ocorreu quando as temperaturas no norte da Califórnia se mantiveram extremamente altas por vários dias consecutivos, mas o Operador Independente do Sistema da Califórnia (CAISO) não relatou nenhum problema de rede na área. Alex Morris, diretor executivo da California Energy Storage Alliance (CESA), disse que os sistemas de armazenamento de energia tiveram um bom desempenho na Califórnia neste verão. “O CESA continua a trabalhar para garantir que as soluções de armazenamento de energia tenham um bom desempenho e operem com segurança. Todos os tipos de usinas de energia podem ocasionalmente quebrar e estou feliz em ver que nenhum evento de segurança ocorreu aqui”, disse Morris. Ele acrescentou que o fato de não haver feridos ou relato de incêndio é um sinal positivo de que as medidas de segurança da instalação funcionaram. (Utility Dive – 07.09.2021)

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4 Canadá: armazenamento de bateria atrás do medidor reduz custos e emissões de carbono

Projetos de armazenamento de bateria atrás do medidor anunciados na semana passada em Ontário, Canadá, reduzirão os custos de eletricidade e as emissões de carbono para uma variedade de negócios comerciais e industriais. Um portfólio de quatro sistemas de armazenamento de bateria C&I na área da grande Toronto, totalizando 25 MW / 44 MWh, está sendo adquirido pela SWITCH Power. Depois que a aquisição dos quatro projetos operacionais for concluída, a SWITCH espera comprar outros 10 projetos da Peak que estão nos estágios finais de desenvolvimento, com esses projetos entrando em operação no próximo ano e meio. A plataforma de software de otimização de ativos de energia da Peak, denominada Synergy, já está instalada nos sistemas existentes, localizados nas instalações de clientes dos setores imobiliário, de gestão de ativos e industrial. (Energy Storage – 13.09.2021)

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5 Mercado de armazenamento dos EUA continua a crescer no segundo trimestre de 2021

De acordo com a Wood Mackenzie e o mais recente relatório do Monitoramento de Armazenamento de Energia dos EUA, 345 MW de armazenamento de energia foram colocados em operação no segundo trimestre de 2021, uma elevação de 162% contra o mesmo trimestre de 2020. Além disso, na segunda metade de 2021 haverá um aumento do volume de armazenamento nunca visto, com investimento de mais de US $ 5 bilhões em projetos apenas neste ano. Apesar do bom momento do mercado, a falta de equipamento ocasionou uma queda do armazenamento de bateria residencial. O apoio político à tecnologia também cresceu no segundo trimestre, com incentivos estaduais para armazenamento residencial e não residencial. A indústria espera o resultado da reconciliação do orçamento, que pode incluir uma extensão de crédito para investimento solar. (Wood Mackenzie – 09.09.2021)

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6 Nova planta de armazenamento no Reino Unido

Uma nova planta de armazenamento no Reino Unido servirá de exemplo sobre como as baterias beneficiam a rede e oferecem retorno aos seus investidores. O projeto será realizado pela Anesco, desenvolvedora de projetos de energia solar fotovoltaica e de armazenamento e fornecedora de serviços de operação e manutenção (O&M). A planta será sediada em Essex, Inglaterra, e compreenderá 28 unidades de bateria. O projeto busca também realizar melhorias ecológicas no local, como plantio de árvores e flores silvestres, além de ter o compromisso de retornar o local ao seu estado natural após a vida útil da bateria. (Energy-Storage News – 07.09.2021)

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7 Canadian Solar assina novos contratos de armazenamento de energia solar e bateria

A Canadian Solar anunciou que assinou contratos de longo prazo de Operações e Manutenção (O&M) com dois projetos de energia solar fotovoltaica (PV) e de armazenamento de bateria nos Estados Unidos. Os acordos cobrem o Projeto Slate, uma usina solar de 300 MWac projetada com um sistema de armazenamento de energia de bateria de 140 MW/561 MWh; e o componente de armazenamento do Projeto Mustang, que é uma usina solar de 100 MWac adaptada com um sistema de armazenamento de bateria de 75 MW/300 MWh. Os serviços da Canadian Solar ajudarão a aumentar a disponibilidade do local, minimizar o tempo de inatividade e maximizar o valor dos projetos. A empresa espera escalar significativamente seus negócios de O&M, com o objetivo de atingir 11 GWp de projetos solares operacionais até 2025, expandindo sua participação na receita estável. (Energy Global – 08.09.2021)

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Veículos Elétricos

1 VW alugará carro elétrico usado para ampliar vida útil da bateria

A Volkswagen (VW) está se preparando para lançar uma pequena revolução que afetará todos os seus carros elétricos. A ideia que está ganhando forma é alugar os carros a bateria usados da empresa, com o objetivo de manter o controle das baterias, de acordo com uma perspectiva de sustentabilidade, como deu a entender o Herbert Diess, CEO da Volkswagen, durante o Salão de Munique. “Na Europa estamos tentando fazer um segundo e um terceiro contrato para os carros, mas um leasing, para que possamos manter a propriedade dos mesmos veículos. Hoje acreditamos que a vida útil da bateria é de cerca de 1.000 ciclos de carga e 350.000 km, então é provável que os acumuladores possam durar mais do que o carro. Queremos recuperá-los para não produzirmos novos”, disse o mesmo. Na prática, a Volkswagen planeja explorar carros usados e depreciados, mas ainda com um bom valor residual e baterias em funcionamento, a começar pelo leasing. Desta forma, o aluguel de longo prazo pode ser uma solução conveniente tanto para os motoristas quanto para a própria empresa. O crédito também vai para 70-80% da capacidade de carga residual mantida pela bateria. Depois disso, os carros devem ser devolvidos à montadora para permitir a retirada e reciclagem das baterias, ou sua reutilização, por exemplo, em sistemas de energia domésticos. (Inside EVs – 11.09.2021)

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2 Startup para recarga de VE capta R$ 5 milhões

A Zletric conseguiu atrair investimentos em tempo recorde ao atuar com o modelo de negócio Energy as a Service. A startup chamou a atenção de 207 investidores e levantou R$ 5 milhões ao oferecer uma solução inteligente para recarga de VEs fornecendo energia por meio de uma rede que abrange espaços comerciais e residenciais em diferentes localidades do país. A captação ocorreu via plataforma CapTable, um hub de investimentos em startups do Brasil, e que tem a StartSe como sócia. O valor captado será destinado ao plano de expansão da startup, que pretende triplicar o negócio e se tornar referência deste mercado que está em plena expansão em todo o cenário nacional. A empresa contabiliza ter instalado mais de 100 estações e pretende entregar mais de 300 até o final do ano, em diferentes estados. De acordo com o CEO da Zletric, Pedro Schaan, para o morador que tem carro elétrico não ter que investir em uma estação, que custaria em torno de R$10 mil, a empresa faz o investimento e aluga por R$169 mensais. O abastecimento é registrado conforme o usuário na central, sem interferência de qualquer funcionário, evitando assim questionamentos por parte de outros condôminos. (CanalEnergia – 03.09.2021)

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3 Rede de recarga aumenta 50% em quatro meses

No Brasil, o total de eletropostos públicos e semipúblicos saltou de cerca de 500 pontos em março de 2021 para 754 em julho, dos quais 735 em operação, indicando um crescimento de 50% dos pontos de recarga disponíveis para veículos elétricos em apenas quatro meses. O perfil da infraestrutura de recarga no país foi feito pela Tupinambá Energia para o Grupo de Eletropostos da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). A maior parte dos equipamentos são de até 7,4 kW, por causa da infraestrutura elétrica dos imóveis. Mas tem crescido o número de estações de 11 kW e 22 kW, por causa do emplacamento de mais veículos que operam essas cargas em corrente alternada. A EDP já começou a instalar equipamentos de 150 kW, no projeto Plug&GO. Segundo Davi Bertoncello, diretor de Infraestrutura da ABVE e CEO da Tupinambá, o estudo mostra que a oferta de eletropostos tem evoluído em sintonia com o crescimento do mercado brasileiro de eletromobilidade. (ABVE – 07.09.2021)

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4 Espanha: Empresa de e-commerce abre centro de distribuição em Madrid com 50 carregadores elétricos

A Paack, empresa espanhola de logística especializada em entregas de comércio eletrônico, inaugurou recentemente um centro de distribuição pioneiro na Europa, equipado com a tecnologia mais avançada. O novo armazém está localizado na cidade madrilena de San Fernando de Henares, é totalmente automatizado e conta com 50 pontos de carregamento elétrico. Além dos VEs para delivery, a companhia inovou com os robôs desempenhando funções de classificação de pedidos e roteiros de entrega. A empresa lançou um plano de ação com o objetivo de eliminar a pegada de carbono gerada por toda a sua atividade, que inclui o investimento em viaturas não poluentes, a otimização das rotas e a redução do número de falhas de entrega. A empresa está presente em mais de 70 cidades europeias na Espanha, França, Portugal e Reino Unido. (Energias Renovables – 10.09.2021)

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5 EUA: Companhia apresenta novos programas de incentivo para motoristas de VEs no Colorado

A Xcel Energy, holding de serviços públicos americana, lançou um conjunto de programas de carregamento de veículos elétricos (VEs) para seus clientes no Colorado. Esses novos programas fazem parte do Colorado Transportation Electrification Plan (Plano de Eletrificação do transporte de Colorado) da empresa e da visão da Xcel Energy de abastecer 1,5 milhão de VEs nas estradas dos EUA até 2030. A empresa com sede em Minneapolis fornece energia para oito estados, incluindo Minnesota, Colorado, Michigan, Novo México, Dakota do Norte, Dakota do Sul, Texas e Wisconsin. No total, os programas fornecerão cerca de 20.000 estações de carregamento em residências, empresas, locais de trabalho, centros de carregamento comunitários e outros locais públicos no Colorado. (Daily Energy Insider – 13.09.2021)

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6 EUA: NY alinha plano para criar uma das maiores redes municipais de carregamento de veículos elétricos

O Departamento de Transporte da cidade de Nova York, junto a New York Power Authority (NYPA), EV Connect e a funcionários do setor, consolidou a instalação dos primeiros quatro plugues de carregamento rápido de corrente contínua (DC) para veículos elétricos (VEs) em garagens municipais da cidade, no total serão instalados 28 plugues. Foi, também, anunciado um novo plano para expandir o carregamento de veículos elétricos em toda a cidade. O anúncio, do dia 8 de setembro, faz parte do esforço da cidade para crescer e criar uma das maiores redes de carregamento de veículos elétricos municipais do país. O transporte é responsável por quase 30% das emissões gerais da cidade, e este plano é a chave para ajudar a cidade a cumprir a meta de neutralidade de carbono até 2050. A notícia completa oferece mais especificações do plano de infraestrutura de carregamento da cidade de NY. (Electric Energy Online – 14.09.2021)

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7 EUA: Desenvolvendo um Ecossistema de Transportes de Emissões Zero em Cincinnati

A Servall Electric, uma empresa elétrica residencial, comercial e industrial que atende a área de Tristate ao redor de Cincinnati há gerações, está ajudando a cidade a se eletrificar de várias maneiras. A instalação de estações de carregamento de veículos elétricos (VEs) é um segmento crescente de seus negócios. A empresa familiar também planeja, eventualmente, fazer a transição de toda a sua frota de 25 a 30 veículos para VEs. A Servall é uma das 13 empresas participantes do primeiro Run on Less – Electric (RoL-e), uma demonstração de transição para emissões zero que acontecerá na América do Norte até 19 de setembro. As frotas participantes transitam em rotas reais com suas cargas elétricas abastecidas, para mostrar os benefícios dos caminhões elétricos. Com a fabricação de caminhões elétricos, seu uso e a instalação de carregadores acontecendo em Cincinnati, a cidade está recebendo as peças de um ecossistema completo de transporte elétrico. (RMI – 07.09.2021)

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8 EUA: Programa de aceleração irá fornecer incentivos a 3 cidades para auxiliar na eletrificação de frotas

O National Resources Defense Council (NRDC), o International Council on Clean Transportation e outras organizações sem fins lucrativos e grupos da indústria concederam a Chicago, San Diego e San Jose, Califórnia, uma doação de US $ 100.000 para cada cidade para apoiar parceiros locais que trabalham para alcançar uma frota de veículos comerciais com zero emissões até 2030. Cada cidade irá adotar um plano diferente para impulsionar a eletrificação de suas frotas: Chicago tem como objetivo alcançar veículos comerciais com emissões zero em “comunidades sobrecarregadas” através de um programa que incentiva empresas a fazerem a transição para veículos elétricos, os líderes de San Diego criarão um projeto de infraestrutura para veículos médio e pesado, enquanto identifica os obstáculos para fazer a transição para um frota elétrica e San Jose, Califórnia, elaborará um programa piloto de emissões zero para o bairro, lançará uma força-tarefa de capital que inclui residentes. Nesse contexto, a iniciativa tem potencial para minimizar as disparidades da poluição do ar entre os bairros dos EUA, que se concentra em bairros de baixa renda e comunidades raciais nos EUA. (Utility Dive – 07.09.2021)

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Gestão e Resposta da Demanda

1 National Grid: nova maneira de aumentar o interesse do cliente.

A National Grid, no ano passado, reuniu dois programas de gerenciamento de energia para o cliente: seu programa de eficiência comportamental e seu portfólio de recursos energéticos distribuídos despacháveis. Com isso, a empresa decidiu procurar descobrir como programas comportamentais poderiam levar mais clientes a se inscreverem em projetos de resposta da demanda. A empresa, que possui uma das metas de descarbonização mais ambiciosas do setor de serviços públicos, agora busca realizar feedbacks personalizados aos clientes, através de informações relacionadas às centrais eólicas e solares, para maximizar os benefícios destes ao se inscrever em programas de RD. (T&D World – 08.09.2021)

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2 Abal defende estímulo e compensação à redução do consumo

A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) representa importantes empresas eletrointensivas que investem em autogeração, e apoia o programa de Redução Voluntária de Demanda de Energia Elétrica, proposto pelo MME. Segundo a Abal, as medidas são necessárias para assegurar a manutenção da segurança energética no país. Na semana passada, a entidade reforçou a necessidade de implementação de medidas de estímulo e compensação à redução de consumo voluntário, que “deve ser acompanhada de uma regulação setorial que leve em conta os incentivos econômicos que garantam equilíbrio e competitividade”. A presidente-executiva da Abal, Janaina Donas, assumiu recentemente a associação e tem entre as missões posicionar o alumínio brasileiro como parte da solução para um mundo que caminha cada vez mais na direção da sustentabilidade. Entretanto, ela assume que a oferta de energia é tema de atenção no segmento por se tratar de um insumo vital para a indústria. (CanalEnergia – 02.09.2021)

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3 Abradee lança segunda fase de campanha para incentivar uso consciente de energia

A Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) lançou a segunda fase da campanha “#ConsumoConscienteJa”, que tem como objetivo incentivar os consumidores a evitarem desperdícios de energia. A ação conta com o apoio da Aneel e do MME, e acontece em um momento crítico para o setor elétrico, que enfrenta a pior escassez hídrica dos últimos 91 anos, e que demanda um esforço para reduzir o consumo de eletricidade nos próximos meses, como forma de evitar interrupções no fornecimento. Segundo a Abradee, a campanha foi criada pela agência Heads, e terá filmes com humoristas conhecidos pelo grande público. Por meio de comerciais e outras ações, pretende-se dar dicas aos consumidores sobre como tomar banhos mais curtos, não deixar luzes acesas sem necessidade, abrir a geladeira o mínimo possível, lavar o máximo de roupas de uma só vez, e tirar da tomada aparelhos elétricos sem uso. (Broadcast Energia – 03.09.2021)

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4 Empresas aguardam detalhes para aderir voluntariamente à redução de consumo

As empresas esperam detalhes do governo sobre a redução voluntária de energia, antes de aderirem ao programa anunciado na semana passada pelo Ministério de Minas e Energia. O especialista em Política e Indústria da Confederação Nacional da Indústria, Roberto Wagner Pereira, diz que o escopo geral do programa já foi dado, mas falta uma parte importante: a linha de base, ou seja, o que vai ser comparado para ser considerado redução de consumo e demanda. A expectativa é que até o final desta semana as informações sejam conhecidas. A indústria do alumínio, que apoia iniciativas como o programa de Redução Voluntária de Demanda de Energia Elétrica, entende que medidas são necessárias para assegurar a manutenção da segurança energética no País. A Klabin afirmou que o programa de redução voluntária é uma medida importante para buscar uma diminuição do consumo de forma racional e planejada, dando ao consumidor a possibilidade de programar e escolher a melhor forma de contribuir nesse momento, minimizando os impactos em seu negócio. A maior dificuldade das empresas na redução do consumo é que elas estão se preparando para atender a alta na demanda, que dá sinais de recuperação com o avanço da vacinação no País e no mundo. (Broadcast Energia – 03.09.2021)

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5 Consumidor que mudou de residência ou gera própria energia não ganhará bônus na conta de luz

O programa que prevê descontos nas contas de luz para consumidores que economizarem energia nos próximos meses não irá beneficiar a todos. Pelas regras estabelecidas pelo MME, consumidores que não moram na mesma residência desde setembro do ano passado ou produzem a própria energia, a chamada geração distribuída, não terão direito a nenhum tipo de bônus, mesmo se reduzirem o consumo neste ano. A medida é voltada aos consumidores atendidos pelas distribuidoras, seja residencial, comercial ou industrial, que conseguirem reduzir de 10% a 20% o consumo. Porém, é necessário ter o histórico de consumos medidos nos quatro meses, setembro a dezembro, de 2020. Isso porque a comprovação da economia será feita com base no somatório do consumo ao longo dos próximos quatro meses, ou seja, setembro a dezembro de 2021, para comparar com a soma das mesmas quatro faturas de 2020. O bônus, no entanto, só será pago, de uma vez, em janeiro de 2022. (Broadcast Energia – 09.09.2021)

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6 Campanha de consumo consciente é o tema do 14º podcast da Aneel

A Aneel lançou mais um episódio do Aneelcast, nesta sexta-feira (03/09). Desta vez, o podcast da Agência discorre sobre a campanha de consumo consciente de energia elétrica, assunto relevante em meio ao atual cenário de escassez hídrica. A Aneelcast é mais um canal para levar à sociedade informações importantes sobre o setor e os serviços de energia elétrica. Com esse fim, o podcast está disponível nas principais plataformas de áudio, como na Anchor, Spotify, Google Podcasts, Apple podcasts, Breaker, Pocket Casts e RadioPublic. Além desses meios, o canal também estará disponível no site da Aneel. (Aneel – 03.09.2021)

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Eficiência Energética

1 Enel SP realiza obras de eficiência energética na UFABC

A Enel SP está concluindo uma obra de eficiência energética, que contou com investimento de R$ 3,84 milhões, nos campi de Santo André e São Bernardo do Campo da Universidade Federal do ABC (UFABC). A concessionária está instalando 1.842 placas solares fotovoltaicas e já modernizou os sistemas de iluminação por meio da substituição de 12,1 mil lâmpadas fluorescentes por modelos LED. A iniciativa é financiada com os recursos do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Aneel e vai permitir que os dois campi tenham uma redução total de 1.247 MWh/ano, volume equivalente ao consumo de energia de 519 residências por mês. A estimativa é que o projeto traga uma economia de R$ 674 mil por ano na conta de luz da UFABC. (CanalEnergia – 02.09.2021)

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2 Governo lança programa para eficientização da indústria em SP

O governo lançou o programa PotencializEE. O objetivo é impulsionar o mercado de Eficiência Energética (EE) no país, no dia 8 de setembro. O programa tem como meta apoiar pequenas e médias empresas e indústrias na implementação de medidas e soluções que proporcionem um consumo mais consciente da energia em tempos de crise hídrica, além de diminuir os impactos ambientais desses setores. Nesse contexto, a liderança do programa é composta pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e estruturada junto com a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) e o Senai-SP. Ele é destinado num primeiro momento a todos segmentos do estado de São Paulo, que contará com R$ 110 milhões em recursos vindos do Ministério do Meio Ambiente, Conservação da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha e da União Europeia. A iniciativa prevê capacitação, suporte técnico e crédito acessível para indústrias de até 499 empregados. O processo será iniciado em janeiro de 2022 a partir de diagnósticos de eficientização para sugestão de melhorias ou implementação de projetos nas plantas de produção que demonstrem potencial, munidos de estudos de viabilidade técnica, econômica e financeira. (CanalEnergia – 08.09.2021)

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Microrredes e VPP

1 Copel e Itaipu colocam microrrede em operação no Oeste do PR

Um projeto que gera energia a partir do biogás desde 2006, no Paraná, dará mais um passo na inovação tecnológica e de operação para a geração distribuída, isso será possível devido a uma parceria entre o Copel e Itaipu. A Granja Colombari, em São Miguel do Iguaçu, formará uma microrrede de abastecimento para sua propriedade e outras três unidades consumidoras vizinhas. Nesse contexto, a Copel informou que com a implantação da microrrede, em uma eventual falha no seu sistema de distribuição, a unidade geradora será isolada de forma automática do sistema e poderá alimentar a área durante o período de contingência. Há duas semanas, um teste da operação de ‘ilhamento’ da região foi realizado com sucesso. O projeto é resultado de um trabalho de três anos, viabilizado por um protocolo de intenções firmado entre a concessionária de distribuição e a usina binacional. Um acordo de operação está sendo celebrado entre o cliente autogerador, o Parque Tecnológico de Itaipu e a Copel, com o objetivo primordial de estabelecer os procedimentos operativos e garantir a segurança. Além disso, o CIBiogás também é parceiro da iniciativa. (CanalEnergia – 10.09.2021)

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2 2W lançará usina de energia virtual e fintech nas próximas semanas para estreitar relação com consumidores

O cenário de dificuldades imposto pela escassez de chuvas também traz novas oportunidades de negócios para empresas do setor elétrico, como é o caso da 2W Energia. A companhia lançará nas próximas semanas um sistema tecnológico, batizado de “2W Virtual Power Plant”, que poderá ajudar na gestão do consumo de eletricidade em tempos de crise energética. “Esse sistema possibilita que a 2W seja o link que vai ligar geradores e consumidores, trabalhando nessa sobra ou falta de energia que está acontecendo neste momento”, explicou o CEO da companhia, Claudio Ribeiro. Além desse sistema de usina de energia virtual, ele revela ainda que a 2W também lançará uma fintech, a 2W Pay, que ofertará serviços financeiros para consumidores de energia. “O que queremos ser de fato é uma grande plataforma de relacionamento com o consumidor”, afirmou. O executivo falou também sobre o andamento dos projetos das duas usinas eólicas da empresa no Nordeste e compartilhou suas perspectivas em relação ao setor elétrico brasileiro. (Petronotícias – 08.09.2021)

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Tecnologias e Soluções Digitais

1 EUA: Companhias de serviços digitais irão colaborar para acelerar a modernização no setor de serviços públicos

A Oracle Utilities, um provedor líder de software e serviços em nuvem para o setor de serviços públicos, está trabalhando em parceria com a Veracity e a Triniti Consulting para trazer soluções mais abrangentes para os serviços públicos nos EUA. Esta nova colaboração combina os serviços gerenciados premium da Oracle Utilities, soluções hospedadas e em nuvem e suporte offshore com os melhores serviços de implementação da Triniti e a profunda experiência de indústria da Veracity. Juntas, as companhias ajudarão empresas de serviços públicos a aprimorar sua infraestrutura e transformar processos em áreas funcionais críticas, incluindo transformação digital, modernização da rede, gerenciamento de ativos corporativos, atividades de campo, entre outros. (Electric Energy Online – 10.09.2021)

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2 EUA: Grupo anuncia pesquisa financiada pelo DOE, destinada a promover a descarbonização do setor elétrico

No dia 07/09, o Electric Power Research Institute (EPRI), o Laboratório Nacional de Energia Renovável (NREL) do DOE e a Universidade de Washington anunciaram a criação da UNIFI, consórcio para avançar na pesquisa sobre inversores formadores de rede que suportam o crescimento de energia renovável variável em todo o sistema de energia. Financiado por meio de um incentivo do DOE de US $ 25 milhões, o consórcio público-privado visa permitir a descarbonização do setor de energia até 2035. O grupo trabalhará junto para conceituar, modelar, testar e desenvolver a tecnologia de inversores do futuro que irá melhorar a integração de recursos de energia limpa, como energia solar fotovoltaica, armazenamento de energia estacionária e energia eólica na rede de energia elétrica. (Electric Energy Online – 08.09.2021)

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3 Relatório: Guia para construções eficientes com interação de rede

Os edifícios geram até 80% da demanda no pico das redes de energia nos EUA. Edifícios eficientes com interação com a rede (GEBs) são edifícios com eficiência energética que flexionam sua carga de energia de um momento para outro com base no custo ou intensidade de carbono da eletricidade da rede. Os GEBs estão constantemente respondendo a mudanças mínimas no preço da rede e na intensidade do carbono, resultando em uma integração mais benéfica entre os edifícios e a rede, o que pode reduzir os custos dos serviços públicos e as emissões de gases de efeito estufa relacionadas à rede. Este relatório fornece uma visão geral de edifícios eficientes com interatividade em grid e apresenta possíveis benefícios da tecnologia, como economizar dinheiro em serviços públicos, reduzir as emissões de gases de efeito estufa e ajudar a aumentar a resiliência do edifício e da rede, tudo sem comprometer as necessidades dos ocupantes. (RMI – 08.09.2021)

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4 EUA: Soluções de planejamento de serviços públicos para uma rede descentralizada

Novas tecnologias de energia, políticas progressivas, mudança na relação com o consumidor e o crescimento da concorrência se combinam para romper o modelo de negócios atual das concessionárias de energia. Em algumas partes dos EUA, provedores de serviços de energia terceirizados tiveram sucesso significativo conectando-se com clientes residenciais e comerciais de concessionárias. Também obtiveram sucesso oferecendo recursos de energia distribuída, resposta à demanda, eficiência energética, microrredes e uma variedade de serviços relacionados. Esses avanços ameaçam o crescimento e a lucratividade da concessionária e levantam sérias questões estratégicas e táticas em relação ao relacionamento das concessionárias com seus clientes. Um desafio que as concessionárias enfrentam no desenvolvimento de uma estratégia de transformação é adaptar a função de planejamento para enfrentar os desafios atuais. Muitas empresas de serviços públicos identificaram o “planejamento integrado” como uma área importante de desenvolvimento para suas organizações. A texto na íntegra aborda os três principais obstáculos para a implementação de uma função de planejamento integrado e táticas que podem ser usadas. (T&D World – 07.09.2021)

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5 Multinacional alemã irá gerenciar sistema de energia descentralizado usando computação quântica

A empresa multinacional alemã de energia, E.ON, se tornou a primeira empresa de serviços públicos na Europa a fazer parceria com a IBM Quantum para gerenciar sistemas de energia descentralizados usando computação quântica. A parceria surge em um momento em que as concessionárias globais estão lutando para gerenciar redes de forma eficiente devido ao aumento da penetração de recursos de energia renováveis e distribuídos. A capacidade dos computadores quânticos de fornecer abordagens computacionais novas e avançadas, que não são fornecidas por computadores comuns, deve ajudar os participantes da indústria de energia a enfrentar os desafios da transição energética, de acordo com um comunicado. Por exemplo, a computação quântica pode ser usada para gerenciar o fluxo bidirecional de energia conforme os modelos de negócios da concessionária evoluem e a confiabilidade das redes continua a aumentar. (Smart Energy – 07.09.2021)

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6 Medidores inteligentes na Índia: 250 milhões até 2025

Depois de anos de iniciativas para modernizar o setor de distribuição da Índia, o governo dobrou o esforço para implantar medidores inteligentes para todos os clientes residenciais até 2025. A medição inteligente já existe na Índia há mais de dois anos, mas está em um estágio muito inicial. Inicialmente, havia resistência por parte dos consumidores, mas aos poucos, os desenvolvimentos foram aumentando. Hoje, são mais de 2 milhões de medidores inteligentes instalados em todo o país por várias entidades. Destes, mais de 1,7 milhão foram instalados pela IntelliSmart e EESL em seis estados e territórios da união. Segundo Anil Rawal, managing director e CEO da IntelliSmart, o mercado está bem-preparado para dar o segundo salto da medição inteligente, que está sendo possibilitada pela política e pela orientação regulatória do governo. O plano do governo é instalar 250 milhões de medidores inteligentes nos próximos três a quatro anos em todos os estados. Para isso, diversos editais elaborados pelo governo estão sendo realizados. (Smart Energy – 08.09.2021)

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7 Validação de tecnologia de medição inteligente

A medição inteligente é uma das tecnologias em alta para concessionárias de serviços públicos e a maioria delas está caminhando para a implementação em larga escala. É importante observar que a medição inteligente é uma ferramenta, não uma solução, e é um sistema integrado, não um produto independente. A questão principal é como garantir que a “ferramenta de sistema integrado de medição inteligente” escolhida seja eficaz e tenha os recursos necessários para capacitar a concessionária. O processo de ‘validação’ é um ótimo caminho. Como um sistema integrado, a validação de um sistema de medição inteligente não é apenas o teste do medidor sozinho, é muito mais complexo. A validação do sistema de medição inteligente é um trabalho especializado e deve ser realizado antes da instalação em massa. A concessionária deve ter uma equipe dedicada, bem treinada, e os recursos necessários devem ser alocados. (Smart Energy – 08.09.2021)

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8 Blockchains com utilização de proof-of-stake: a relevância da variação do consumo energético

Uma nova pesquisa investigou os consumos de energia das principais tecnologias proof-of-stake provenientes de sistemas de blockchain. O Bitcoin está regularmente em manchetes por seu alto consumo de energia, o que está encorajando os mineradores a recorrer a energias renováveis e outras iniciativas para melhorar a sustentabilidade. Isso também está encorajando os desenvolvedores de blockchain a considerar o consumo de energia em suas implementações, com um exemplo notável do Ethereum, que está fazendo a transição de um mecanismo de proof-of-work para um mecanismo de proof-of-stake (Ethereum 2.0). Uma nova pesquisa da University College London revela diferenças marcantes no consumo de energia de diferentes blockchains que utilizam proof-of-stake. Dos seis investigados, todos tiveram consumo pelo menos três ordens de magnitude menor do que o Bitcoin e um nível semelhante de diferença também foi encontrado entre o melhor e o pior desempenho. (Smart Energy – 13.09.2021)

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Segurança Cibernética

1 Ataques de hackers contra infraestrutura crítica preocupam setor público

O aumento dos ataques cibernéticos, consequência da digitalização forçada na pandemia, preocupa companhias e órgãos públicos responsáveis por infraestruturas críticas. Em um contexto no qual a cibersegurança ganha contornos geopolíticos, empresas e setores considerados estratégicos viram um aumento de ataques, seja de “ransomware” ou de outras categorias de softwares maliciosos. O setor de energia é um dos mais visados. A preocupação do setor elétrico com cibersegurança foi intensificada na pandemia, diz Alexei Vivan, diretor-presidente da Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica (ABCE). Nos EUA, Joe Biden criou em abril um plano para aumentar a segurança cibernética do sistema elétrico do país, devido ao aumento de ataques vindos de grupos russos e chineses, criando a necessidade de evitar que os serviços à população sejam comprometidos. O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), que cuida da cibersegurança no âmbito da administração pública federal brasileira, diz que está atento ao viés geopolítico que os ataques cibernéticos podem ter, acompanhando debates e buscando soluções de consenso entre os países. (Valor Econômico – 13.09.2021)

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2 Brasil já é o 5º maior alvo global de ataques de hackers a empresas

Os cibercrimes estão causando prejuízos cada vez maiores às empresas. Apenas neste ano, as perdas globais podem chegar a US$ 6 trilhões, de acordo com a consultoria alemã, Roland Berger. O Brasil tem sido um dos principais alvos globais. O levantamento da consultoria aponta que o país já ultrapassou o volume de ataques do ano passado apenas nesse 1° semestre, com um total de 9,1 milhões de ocorrências, considerando apenas os de “ransomware”, que restringem o acesso ao sistema infectado e cobram resgate para que o acesso possa ser restabelecido. Esse número coloca o País na quinta posição mundial de ataques, atrás apenas dos EUA, Reino Unido, Alemanha e África do Sul. Os ataques podem mudar de perfil com o tempo, e os cibercriminosos são criativos. Assim, os negócios têm de estar preparados para essa dinâmica do mundo digital. Algo importante, de acordo com a consultoria alemã, é a empresa já ter um plano de contingência, caso um ataque ocorra. (Estadão – 12.09.2021)

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Eventos

1 Webinar GESEL: “Tomada de Subsídios 011/2021 e a preparação da regulação brasileira para a inserção de Recursos Energéticos Distribuídos”

O GESEL realizou no último dia 10 de setembro, sexta-feira, às 10h, o Webinar “Tomada de Subsídios 011/2021 e a preparação da regulação brasileira para a inserção de Recursos Energéticos Distribuídos”. Produzido no âmbito do Projeto de P&D Aneel “Tecnologias Exponenciais”, o evento contou com os seguintes palestrantes: Lorrane Câmara (Pesquisadora Plena do GESEL), Ângela Gomes (Consultora Estratégica da PSR), e Hugo Lamin (Superintendente Adjunto da Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição – SRD da ANEEL). A moderação foi de Fernando Prado (Professor da USP). (GESEL-IE-UFRJ – 08.09.2021)

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2 Seminário Virtual Inovações em Energias Renováveis promovido pela Alemanha

Maurício Barreto Lisboa, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D+I) do Cepel, participou do seminário virtual Inovações em Energias Renováveis, quando apresentou alguns dos projetos do Centro envolvendo energia solar e eólica, na quinta-feira, dia 26 de agosto. O evento, que ocorreu em dois dias (26/08 e 27/08), foi promovido pela Fraunhofer Liaison Office Brazil, em parceria com a Câmara do Comércio Brasil-Alemanha, a Agência Alemã de Cooperação Internacional GIZ, o Ministério Federal da Educação e Pesquisa da Alemanha e a Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha. O seminário teve como objetivo destacar as principais atividades e tecnologias existentes na área de renováveis, projetos alemães e brasileiros em desenvolvimento, e fomentar a cooperação entre Brasil e Alemanha. Maurício Lisboa iniciou sua apresentação contextualizando a inovação tecnológica no universo de instituições de pesquisa, como o Cepel. Além disso, ele assinalou que não existem somente as inovações disruptivas, mas também as incrementais. No caso do Cepel, há produtos vinculados a linhas de pesquisa desenvolvidas ao longo de quase 50 anos de história. Para ler a matéria completa na íntegra, clique aqui. (Cepel – 03.09.2021)

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Artigos e Estudos

1 Recursos energéticos distribuídos: um trunfo ou um aborrecimento para a rede elétrica?

Os recursos energéticos distribuídos (REDs) podem mitigar os impactos das mudanças climáticas e melhorar a segurança energética em face de desastres relacionados ao clima cada vez mais frequentes. De acordo com o Comunicado Ministerial de Energia e Clima, lançado no dia 23 de julho, os REDs apresentam essa performance graças a seus benefícios de descarbonização. No entanto, a rápida penetração desses recursos está colocando novos desafios para a rede elétrica. Com isso, muitas concessionárias de eletricidade lutam para entender como os REDs se encaixam no cenário energético mais amplo. Isso porque a maioria das redes tem décadas e foi construída para sistemas de energia desatualizados do século 20, onde a eletricidade era produzida por grandes geradores centralizados conectados a redes de transmissão e fluía para os consumidores em apenas uma direção. Desde o advento dos REDs, o panorama de energia está se transformando. Nesse cenário, a digitalização pode transformar esses recursos em valiosos ativos de rede. As soluções digitais inteligentes permitem que os proprietários de RED monitorem e gerenciem seus recursos em tempo real. Isso pode ajudar os operadores da rede a monitorar e influenciar mais de perto as operações dos RED, aumentando o valor deles para a rede como um todo. Em suma, a digitalização por si só não é suficiente. Cada aspecto do sistema de energia precisa de transformação. (IEA – 09.09.2021)

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2 IEA: Segurança das transições de energia limpa

No relatório Security of Clean Energy Transitions da Agência Internacional de Energia (IEA, sigla em inglês) examina-se a natureza em evolução da segurança energética no contexto de transições de energia limpa em geral e no caminho para emissões líquidas zero de carbono em particular. Nesse contexto, o documento destaca as preocupações emergentes de segurança energética e fornece recomendações para fomentar a colaboração internacional, especialmente dentro do Grupo dos Vinte (G20). Segundo o documento, “no caminho para zerar as emissões liquidas de carbono, a segurança energética só aumentará em importância […]. As preocupações com a segurança energética incluem probabilidades de interrupções e volatilidade de preços induzida, com o fornecimento de petróleo e gás concentrado em um pequeno número de produtores de baixo custo com pegadas de baixo carbono, uma mudança da necessidade de garantir a disponibilidade de combustíveis para minerais críticos e mais papel central da segurança elétrica em meio ao aumento da eletrificação”. Em suma, o relatório recomenta que para ampliar a segurança energética, os países do G20 precisam priorizar a eficiência energética, o “primeiro combustível” a alcançar transições de energia limpa de maneira segura. O relatório também recomenda o desenvolvimento de um portifólio de fontes de geração de baixo carbono, a modernização dos sistemas do petróleo, a integração segura de energia eólica e solar fotovoltaica em sistemas de energia, garantir o uso da infraestrutura de energia existente, preparação para riscos novos e emergentes para a segurança energética entres outras. (IEA – julho de 2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Monique Coimbra e
Walas Júnior
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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