IFE.TEX 51

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 51 – publicado em 13 de agosto de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Tecnologias Exponenciais – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 51 – 13 de agosto de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética
1
Porque o carbono neutro virou uma preocupação para empresas
2 O governo de Victoria financiará projetos de energias renováveis, incluindo armazenamento de energia
3 As empresas estão catalisando a economia sem emissões líquidas de carbono
4 EUA: Companhia global irá adquirir projeto de energia solar com armazenamento de 250 MW no estado de Indiana

Geração Distribuída
1 Abrasol sugere ações ao governo para ampliar uso de aquecedor solar
2 Brookfield compra distribuidora de sistemas de geração de energia solar
3 Plataforma Allya oferece assinatura de energia solar
4 GreenYellow é autorizada pela CCEE para atuar como varejista no mercado livre
5 Financiamento para projetos de energia solar com armazenamento e de armazenamento em larga escala na Califórnia
6 Projeto Ilumina Pantanal instala sistemas de geração solar em comunidades do MS

Armazenamento de Eletricidade
1 Mercado de baterias de lítio crescerá um quarto a cada ano
2 Investidora solar EGP Austrália obtém aprovação para bateria de 150 MWh em Queensland
3 EIA: capacidade instalada de armazenamento de bateria nos EUA atingiu 1.650 MW no final de 2020

4 Espanha: Centro de Desenvolvimento Tecnológico Industrial irá financiar parte de projeto de armazenamento

5 Projetos de energias renováveis com armazenamento para operações de mineração na Austrália e em Madagascar para BHP e a Rio Tinto

Mobilidade Elétrica
1 Londres testa carregadores que se ‘escondem’ no solo
2 EUA: DOE concede $ 60 milhões para acelerar os avanços em veículos com emissões zero

Resposta da Demanda
1 Vale diz que vai avaliar, junto com Abrace, proposta de redução de consumo de energia
2 Credit Suisse: programa de redução na demanda de energia reduz pressão sobre reservatórios
3 Governo quer dar bônus para consumidores que pouparem energia
4 MME lança plano de redução voluntária de demanda

5 Indústria defende que governo reduza nível mínimo de economia de energia

Digitalização do Setor Elétrico
1 Neoenergia inicia testes de sensor inteligente para redes de alta tensão
2 Neoenergia reforça manutenção da rede com novas tecnologias
3 Elgin lança inversor com sistema de “internet das coisas” para projetos solares
4 O impacto da usina de energia virtual da Tesla na Califórnia

5 Capacitar “Cidades Inteligentes” é uma bom caminho para zerar as emissões líquidas de carbono
6 Reino Unido: Distribuidora lança ferramenta para apoiar a transição eficiente e de baixo custo rumo a emissões zero
7 Empresas de tecnologia estão sendo selecionadas em Nova Iorque para ajudar a acelerar os recursos de inteligência

Segurança Cibernética
1 Segurança cibernética para infraestruturas críticas recebeu grande incentivo nos EUA
2 EUA: Senado inclui mais de US $ 1,9 bi para segurança cibernética em projeto de infraestrutura
3 Brasil terá maior exercício de defesa cibernética do hemisfério sul
4 Brasil: Segurança cibernética nas redes de Utilities foi tema de webinar

Artigos e Estudos
1 RMI lança relatório sobre as transformações da distribuição de energia elétrica na Índia
2 Artigo: “A inovação em evolução no setor elétrico e sua inserção no mercado”
3 Artigo “A GD e suas questões técnicas e econômicas”
4 IPCC lança novo relatório sobre as mudanças climáticas no mundo


 

 

Transição Energética

1 Porque o carbono neutro virou uma preocupação para empresas

O combate ao aquecimento global ganhou força com o Acordo de Paris, aprovado em 2015 e assinado por 195 países, e frente ao advento do avanço das mudanças climáticas, passou a envolver não só as nações, mas também empresas, as quais começaram a substituir fontes emissoras de gases do efeito estufa por fontes renováveis e limpas. Nesse cenário, especialistas ouvidos pelo Estadão explicam o conceito de carbono neutro e quais são os impactos das metas ambientais na gestão das empresas. Segundo os mesmos, incluir metas ambientais, no dia a dia das companhias, pode representar uma economia nos gastos gerais das organizações e também um ganho reputacional importante em um momento em que investidores e consumidores estão mais preocupados com a sustentabilidade. (O Estado de São Paulo – 02.08.2021)

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2 O governo de Victoria financiará projetos de energias renováveis, incluindo armazenamento de energia

O governo do estado de Victoria, na Austrália, disponibilizará financiamento para ajudar a comercializar tecnologias e projetos de energia renovável “emergentes, inovadores e transformadores”. O governo, liderado por Daniel Andrews do Partido Trabalhista, disse no dia 4 de agosto que a segunda rodada de financiamento do Fundo de Inovação Energética foi aberta para inscrições. Hidrogênio verde, armazenamento de energia e biogás renovável estão entre os tipos de tecnologia que podem ser apoiados, disse o escritório de Andrews em um comunicado à imprensa. Embora o governo federal da Austrália até agora esteja relutante em definir metas nacionais de descarbonização, Victoria tem como meta 50% de energia renovável até 2030 e zero emissões líquidas até 2050. (Energy Storage News – 06.08.2021)

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3 As empresas estão catalisando a economia sem emissões líquidas de carbono

Apesar das dúvidas de alguns membros do governo e do setor privado, as principais corporações do mundo todo estão reorientando lucrativamente seus próprios negócios e ofertas para um futuro sem emissões líquidas de CO2. Uma série recente de mesas redondas patrocinadas pela RMI e pelo Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável destaca como as empresas estão usando dados, computação avançada, tecnologia e finanças como alavancas para desbloquear caminhos de baixo carbono. Em junho, a IRENA divulgou sua Perspectiva Mundial de Transições de Energia: Caminho de 1,5 ° C, apenas seis semanas após o relatório Net Zero até 2050 da IEA. Ambas as publicações reforçam a necessidade de mudanças dramáticas na forma como adquirimos e usamos a energia em todos os setores da economia global. (RMI – 05.08.2021)

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4 EUA: Companhia global irá adquirir projeto de energia solar com armazenamento de 250 MW no estado de Indiana

Com uma data de início da operação esperada para o começo de maio de 2024, a AES Indiana, companhia global de soluções de energia, anunciou na semana passada que pretende adquirir e construir uma instalação de armazenamento de energia solar de 250 MW e 180 MWh em Pike County, Ind., conhecida como Petersburg Solar Project. Se aprovado pela Indiana Utility Regulatory Commission (IURC), a AES Indiana adquirirá a instalação da NextEra Energy Resources, LLC. Mesmo com essa aquisição, a NextEra será responsável pelo desenvolvimento e construção do projeto de Petersburgo. Para a AES Indiana, a mudança faz parte de um esforço de longo prazo para diversificar seu portfólio e adicionar mais energias renováveis, ao mesmo tempo em que tenta modernizar sua rede de energia. Depois de concluído, o projeto será conectado à Estação Geradora de Petersburgo, por meio da qual será capaz de fornecer energia suficiente para sustentar aproximadamente 45.000 residências durante os horários de pico. (Daily Energy Insider – 09.08.2021)

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Geração Distribuída

1 Abrasol sugere ações ao governo para ampliar uso de aquecedor solar

A Abrasol está elaborando um ofício para ser enviado ao MME nesta semana apresentando uma recomendação, na qual o governo passe a permitir os cidadãos usarem seus fundos de garantia do tempo de serviço (FGTS) para investir na instalação de aquecedor solar de água de modo a reduzir o consumo de energia elétrica nas residências. O presidente da Abrasol, Oscar de Mattos, disse que a entidade se reuniu com o MME no último dia 28/06 e sugeriu que o governo divulgue à população os benefícios do sistema de aquecimento solar de água. Segundo ele, na ocasião, o ministério entendeu a importância da tecnologia, comprometeu-se a divulgá-la e perguntou o que mais poderia fazer para impulsionar a disseminação dos aquecedores solares. A partir disso, a associação se reuniu com membros do segmento e decidiu que a proposta de liberação do FGTS com essa finalidade deveria ser encaminhada ao governo. (Brasil Energia – 03.08.2021)

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2 Brookfield compra distribuidora de sistemas de geração de energia solar

A Brookfield Business Partners, braço de “private equity” da gestora canadense, firmou um acordo para a compra de 100% das ações da Aldo Solar, líder nacional em distribuição de pequenos sistemas de geração de energia solar fotovoltaica. O fechamento da operação, que não teve seu valor revelado, está previsto para o fim de agosto. Segundo o anúncio, a operação com a Brookfield permitirá que a Aldo Solar aumente sua presença nacional, lance novos produtos e serviços, e continue apoiando o desenvolvimento do mercado de geração distribuída, “viabilizando retornos sólidos, consistentes e de longo prazo para a sociedade, parceiros comerciais, e usuários finais”. (Valor Econômico – 06.08.2021)

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3 Plataforma Allya oferece assinatura de energia solar

A Allya, plataforma de benefícios corporativos e bem-estar financeiro para colaboradores de empresas, firmou mais de 10 parcerias com companhias que atuam na geração distribuída, oferecendo planos de assinatura de energia e instalação de painéis solares. Entre as marcas associadas estão a Órigo, Eletris, Metha Energia, Mysol e Aldeia Solar. A remuneração da Allya vem das empresas que contratam a plataforma para oferecer benefícios corporativos aos seus funcionários. ”Portanto, não somos remunerados pela contratação dos planos de assinatura de energia ou outro serviço, e sim pela utilização da plataforma”, afirmou Antonelli. Ao todo, a marca tem uma rede de 30.000 parceiros e mais de 400 mil usuários no país, que apresentam uma economia salarial média de R$ 230,30. (Brasil Energia – 06.08.2021)

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4 GreenYellow é autorizada pela CCEE para atuar como varejista no mercado livre

A GreenYellow, empresa que atua no mercado de geração distribuída (GD), foi autorizada pela CCEE a atuar como comercializadora varejista de energia. Com a autorização, a empresa avança na gestão dos contratos e responsabilidades financeiras dos clientes junto à CCEE. Na GD de energia solar fotovoltaica, a empresa tem 22 usinas, que totalizam 58,70 MWp de potência instalada, e pretende chegar a 46 plantas solares, chegando a mais de 127,7 Mwp. (Broadcast Energia – 09.08.2021)

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5 Financiamento para projetos de energia solar com armazenamento e de armazenamento em larga escala na Califórnia

O financiamento foi garantido para dois projetos que irão adicionar quase 1 GWh de armazenamento de bateria nas instalações de energia solar da Califórnia neste ano, pela empresa de energia renovável Terra-Gen e a empresa privada de gestão de ativos Capital Dynamics. Terra-Gen disse na segunda-feira (2 de agosto) que o financiamento foi concluído para a primeira fase do que parece ser o maior projeto de armazenamento com solar do mundo, a instalação de armazenamento com energia solar Edwards Sanborn, no condado de Kern, na Califórnia. Quando os trabalhos começaram no projeto em dezembro de 2020, Terra-Gen e seu parceiro de construção Mortenson forneceram 1.118 MW de energia solar fotovoltaica e 2.165 MWh de armazenamento em bateria para sua capacidade planejada. (Energy Storage News – 04.08.2021)

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6 Projeto Ilumina Pantanal instala sistemas de geração solar em comunidades do MS

Na última quarta-feira (28/07), o projeto Ilumina Pantanal concluiu a instalação da primeira de um total de 2.090 sistemas combinados de geração solar e armazenamento em baterias em uma residência localizada na região do Pantanal do Paiaguás (MS). O Ilumina Pantanal é uma iniciativa da Energisa, realizada em conjunto com o governo do Mato Grosso do Sul e o governo federal, com R$ 134 milhões em investimentos. A universalização do Pantanal teve início com um projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Energisa, aprovado pela Aneel. A expectativa é de que até 2022 o projeto leve energia elétrica a 2.167 unidades consumidoras nos municípios de Corumbá, Aquidauana, Coxim, Ladário, Porto Murtinho, Rio Verde e Miranda. (Brasil Energia – 30.07.2021)

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Armazenamento de Eletricidade

1 Mercado de baterias de lítio crescerá um quarto a cada ano

De acordo com as estimativas da Yole Developpement, em 2026 o mercado global de baterias de íon-lítio atingirá US $105,6 bilhões. Os sistemas de armazenamento de energia estacionários totalizaram US $3,8 bilhões. Isso é relativamente pequeno, dada a importância do armazenamento intermediário para fontes renováveis. Ao mesmo tempo, os analistas estão confiantes de que o mercado de soluções de armazenamento de energia estacionária para baterias de lítio crescerá, em média, mais rápido do que o mercado de veículos elétricos. A maior parte da crescente demanda por células de bateria está sendo atendida por vários fornecedores líderes. Ao mesmo tempo, deve-se lembrar que a China controla a extração e processamento das principais matérias-primas para a produção de baterias de lítio, e também possui uma enorme capacidade de produção para a produção de baterias e seus componentes, além de possuir o maior mercado interno de vendas. Embora esta situação não seja adequada para os fabricantes de automóveis europeus. Com a ajuda de empresas coreanas e japonesas, fabricantes europeus e americanos de automóveis e veículos elétricos estão começando a construir fábricas de células de bateria em seu território. As joint ventures também são projetadas para garantir a estabilidade do fornecimento de baterias, cuja escassez é possível por uma série de razões e principalmente devido à produção insuficiente de lítio, cobalto, cádmio e outros materiais para eletrodos de bateria. (Avalanche Notícias – 03.08.2021)

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2 Investidora solar EGP Austrália obtém aprovação para bateria de 150 MWh em Queensland

A aprovação foi concedida para um retrofit de armazenamento de bateria de 150 MWh em uma fazenda solar de Queensland, em desenvolvimento pela Elliott Green Power Australia (EGP), um grupo de fundo de investimento em energia solar que atualmente busca vender seus ativos e sair da indústria. O plano da EGP de adicionar o sistema de armazenamento de energia de bateria de 50 MW / 150 MWh no mesmo local que sua atual Fazenda Solar Susan River de 95 MW foi aprovado recentemente pelo Fraser Coast Shire Council local, no sudeste de Queensland. Com um plano semelhante para instalar um BESS de 25 MW / 50 MWh na Fazenda Solar Childers Hill de 75 MW da EGP na mesma região recentemente aprovado, uma fonte próxima à empresa informou, que adicionando 125 MW de ativos de bateria em seu portfólio existente de energia solar, projetos em toda a Austrália irão aprimorar os perfis operacionais das usinas solares fotovoltaicas e abrir novas oportunidades de receita, incluindo serviços anciliares e arbitragem de energia comercial. (Energy Storage News – 06.08.2021)

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3 EIA: capacidade instalada de armazenamento de bateria nos EUA atingiu 1.650 MW no final de 2020

A capacidade instalada de armazenamento de bateria dos EUA atingiu 1.650 MW no final de 2020, mas o país está a caminho de ter quase 10 vezes essa quantidade até 2024, de acordo com a Administração de Informação de Energia (EIA). As estatísticas estão entre as conclusões da edição mais recente da Atualização Mensal de Eletricidade da EIA e a Administração aproveitou a oportunidade para pintar o quadro de um segmento da indústria de energia em uma trajetória ascendente rápida. De acordo com o EIA, entre 2021 e 2024, espera-se que cerca de 10,9 GW de adições de capacidade de energia de armazenamento de bateria entrem em operação, o que significa que pode haver mais de 12 GW instalados em todo o país até então. Uma tendência que o EIA ainda não divulgou números é a capacidade de energia, medida em MWh de armazenamento de bateria instalado: os números mais recentes para isso são de 2019, quando 1.222 MW de capacidade de armazenamento de energia e 1.688 MWh de capacidade de energia foram registrados. De agora até o final de 2024, os 10,9 GW esperados de nova capacidade de bateria serão distribuídos por 22 estados diferentes, embora Califórnia, Texas, Arizona e Nova York entre eles implantem cerca de 70% disso. A Califórnia lidera mais uma vez, com mais de 4 GW de capacidade de energia planejada. (Energy Storage News – 05.08.2021)

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4 Espanha: Centro de Desenvolvimento Tecnológico Industrial irá financiar parte de projeto de armazenamento

A Capital Energy, empresa espanhola produtora e investidora de energias renováveis, obteve o apoio do Centro espanhol de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (CDTI) para o projeto de armazenamento inteligente AliCE, que terá um orçamento inicial de cerca de € 900.000. A iniciativa visa aprimorar a gestão dessa tecnologia e fortalecer a integração das energias renováveis. O projeto, que será concluído em 2023, permitirá melhorar a gestão da tecnologia de armazenamento nas suas diferentes áreas de aplicação, tanto no que diz respeito ao consumo dos utilizadores finais (residenciais e industriais), como na integração dos energias renováveis na rede, reforçando assim a qualidade e a segurança do fornecimento de energia elétrica. (Energias Renovables – 11.08.2021)

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5 Projetos de energias renováveis com armazenamento para operações de mineração na Austrália e em Madagascar para BHP e a Rio Tinto

Sistemas solares e solares com armazenamento serão instalados em duas minas de níquel na Austrália Ocidental para a BHP, fornecedora da Tesla, enquanto uma mina de ilmenita da Rio Tinto em Madagascar será alimentada por uma planta híbrida de armazenamento solar e eólico. A Rio Tinto assinou um contrato de compra de energia com a produtora independente CrossBoundary Energy, para o sistema de armazenamento eólico- solar para alimentar a mina de ilmenita QMM, da mineradora em Fort Dauphin, Madagascar. A instalação combinará 8 MW de energia solar, 12 MW de energia eólica e um sistema de armazenamento de energia por bateria com uma potência nominal de até 8,25 MW. A construção do elemento solar do projeto está prevista para começar ainda este ano, com operações comerciais programadas para o início de 2022. A mineradora anglo-australiana BHP, em parceria com a canadense TransAlta Renewables, vai construir dois parques solares e um sistema de armazenamento de bateria para ajudar a fornecer energia às minas de níquel Mt Keith e Leinster no oeste da Austrália. O produtor de energia independente canadense (IPP) disse ontem (01) que sua subsidiária de energia Southern Cross vai construir, possuir e operar um projeto de 27,4 MW em Mount Keith e uma fazenda de 10,7 MW em Leinster, bem como uma instalação de armazenamento de bateria de 10,1 MW / 5,4 MWh como parte do projeto Goldfields do Norte. (Energy Storage News – 02.08.2021)

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Mobilidade Elétrica

1 Londres testa carregadores que se ‘escondem’ no solo

A startup escocesa Trojan Energy propôs o projeto piloto, aceito por Londres, de instalar 15 carregadores com um desenho insólito no bairro de Brent. A proposta da empresa é que os carregadores sejam empurrados para o solo quando não são precisos e puxados para cima, como se fosse uma boca de incêndio, quando necessários. O sistema tira partido da eletricidade da UK Power Networks, que o ligou à sua infraestrutura. O utilizador deve colocar um identificador pessoal para puxar o carregador para cima e ligá-lo ao carro. Depois, o identificador pode ser arrumado dentro do próprio veículo. O sistema foi desenhado em parceria com associações de pessoas com deficiências, no sentido de assegurar que estes carregadores também podem ser utilizados por estes usuários. A ministra dos transportes britânica, Rachel Maclean, afirmou que “este projeto é um bom exemplo de como a tecnologia está a ser usada para resolver problemas da vida real e assegurar que a nossa infraestrutura de veículos elétricos se integra sem fricção nas vilas e cidades”. (SAPO – 02.08.2021)

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2 EUA: DOE concede $ 60 milhões para acelerar os avanços em veículos com emissões zero

O Departamento de Energia dos EUA (DOE) anunciou no final de julho um financiamento de US $ 60 milhões para 24 projetos de pesquisa e desenvolvimento que visam reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) de automóveis para transporte de passageiros e caminhões leves e pesados. Os projetos ajudarão a descarbonizar o setor de transporte e melhorar a infraestrutura necessária para apoiar a crescente adoção de veículos de emissão zero, cruciais para alcançar a ambiciosa meta do governo Biden-Harris de uma economia de emissões zero até 2050. O transporte é responsável por aproximadamente 30% do total das necessidades de energia dos EUA e gera a maior parte das emissões de GEEs do país. Os projetos, financiados pelo Escritório do DOE Energy Efficiency and Renewable Energy(EERE) e pelo Vehicles Technology Office (VTO) do DOE, abordam os dois maiores contribuintes para as emissões do setor de transporte: automóveis de passageiros e caminhões leves, que são responsáveis por quase 60% das emissões e os caminhões pesados respondem por quase 25%. (Electric Energy Online – 03.08.2021)

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Resposta da Demanda

1 Vale diz que vai avaliar, junto com Abrace, proposta de redução de consumo de energia

A Vale vai avaliar a proposta feita pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para a redução voluntária de energia elétrica, em conjunto com a Associação dos Consumidores Industriais de Energia (Abrace), “visando contribuir com o sistema sempre que possível”, disse a mineradora. De acordo com o diretor geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Luiz Ciocchi, a consulta pública aberta hoje (03) com a finalidade de tentar reduzir o consumo de indústrias e empresas para aliviar a pressão do Sistema Interligado Nacional (SIN) poderá aliar a mudança de horário da produção com a redução de consumo. A consulta pública ficará aberta por sete dias. Dessa forma, os agentes participantes da oferta deverão encaminhar a redução de demanda para o ONS com vigência de um a seis meses. (Broadcast Energia – 03.08.2021)

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2 Credit Suisse: programa de redução na demanda de energia reduz pressão sobre reservatórios

A abertura de uma consulta pública pelo MME para avaliar a proposta de redução na demanda de energia elétrica para grandes consumidores é positiva e deve ajudar o governo a obter melhores níveis de água armazenada nos reservatórios das hidrelétricas, até o final deste ano, destacaram em relatório, os analistas Carolina Carneiro e Rafael Nagano do Credit Suisse. Os analistas destacam ainda os dados divulgados pela EPE e pelo ONS na semana passada. De acordo com a resenha mensal, o consumo de energia aumentou 12,5% em junho, na comparação com o mesmo mês de 2020, impulsionado pelos segmentos industrial e comercial, cujos volumes aumentaram 19,4% e 19,0%, respectivamente, embora a base de comparação seja fraca devido à pandemia. Em relação à hidrologia, o ONS havia divulgado expectativa de piora nos níveis de armazenamento no mês de agosto, com chuvas ainda abaixo da média nos principais subsistemas. (Broadcast Energia – 03.08.2021)

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3 Governo quer dar bônus para consumidores que pouparem energia

Com o agravamento da crise hídrica e ameaça de apagão, o governo planeja dar bonificações para consumidores residenciais que economizarem energia nos próximos meses. Em entrevista, o presidente da Comissão de Minas e Energia da Câmara, deputado Edio Lopes (PL-RR), afirmou que o programa de incentivo à economia de energia deve ter início em setembro e se estender até dezembro, caso haja sinalização de uma melhora na situação hídrica do País. A expectativa, segundo ele, é que a medida resulte na economia de 1.000 MW até o final do ano. A proposta foi discutida em reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) nessa terça-feira, 4. “A Aneel e o MME estão lançando um programa de incentivo exclusivo para o consumidor residencial. O programa vai incentivar o consumidor a economizar energia e, feito um balanço dos últimos 12 últimos meses de consumo daqueles consumidores, verificando a economia, ele receberá uma bonificação. A estimativa é que possamos economizar até 1.000 MW de energia, o que seria uma belíssima economia no momento de severas preocupações”, afirmou. (Broadcast Energia – 05.08.2021)

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4 MME lança plano de redução voluntária de demanda

Em mais uma medida para reduzir o risco de apagões em 2021, o MME divulgou ontem (03) as condições do programa de redução voluntária da demanda de energia elétrica. A ideia da iniciativa, que está em gestação desde junho, é permitir que grandes indústrias e empresas possam remanejar ou reduzir seu consumo de energia, aliviando o sistema elétrico nacional em meio à pior seca em 91 anos. Pelos termos propostos, os consumidores interessados deverão formular suas próprias ofertas de redução de demanda e enviá-las ao ONS. O volume mínimo de economia exigido é de 30 MW médios, com duração de quatro e de sete horas por dia. “No programa piloto que a Aneel já tinha, o degrau mínimo para participar é de 5 MW. A proposta elevou isso a 30 MW, é para gente muito grande”, avalia um executivo, que falou sob a condição de anonimato. “Acabou ficando mais complexo também para os agentes agregadores. Antes eles tinham que juntar 5 MW, agora são 30 MW. E é mais difícil fazer o negócio acontecer quando você tem mais de uma carga, porque é preciso coordenar um monte de gente”. (Valor Econômico – 03.08.2021)

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5 Indústria defende que governo reduza nível mínimo de economia de energia

Apresentada hoje pelo governo federal, a proposta do programa de redução voluntária de energia prevê que as indústrias devem economizar, no mínimo 30 MW médios de energia, mas para esse segmento o montante foi considerado muito alto. A avaliação é que a regra pode reduzir a adesão ao programa ou até mesmo inviabilizá-lo, já que poucos consumidores poderiam reduzir o consumo nesse nível sem paralisar totalmente suas produções. De acordo com o presidente da Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa, a entidade encaminhará uma sugestão no sentido de diminuir esse limite durante a consulta pública, que ficará aberta para envio das contribuições até 9 de agosto. (Broadcast Energia – 03.08.2021)

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Digitalização do Setor Elérico

1 Neoenergia inicia testes de sensor inteligente para redes de alta tensão

A Neoenergia está avançando no desenvolvimento de sensores inteligentes para redes elétricas de 69 kV, em alta tensão, com tecnologia nacional a partir do programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), regulado pela Aneel, em parceria com o Instituto Lactec e a Tecsys. Os equipamentos servem para monitorar as principais informações das linhas de transmissão, como corrente, fator de potência e corrente de surto. Além disso, identificam faltas de energia de forma automática. O equipamento pode enviar alarme de falta de energia ou de eventuais problemas, apontando a localização exata da ocorrência, o que leva a uma resolução mais ágil. Além disso, a tecnologia disponibiliza as informações sobre a rede periodicamente para o monitoramento, como condições de funcionamento, estado da carga das baterias e alarmes para manutenção, o que é tido como um diferencial, já que, outros modelos disponíveis no mercado, em geral, indicam apenas a falta de energia. (CanalEnergia – 02.08.2021)

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2 Neoenergia reforça manutenção da rede com novas tecnologias

A Neoenergia está reforçando a manutenção de sua rede de distribuição com veículos equipados com câmeras de termovisão, as quais já percorreram mais de 100 mil quilômetros nos últimos dois anos. Os termovisores verificam a temperatura dos cabos, conexões e transformadores da rede elétrica, identificando pontos de alteração que podem requerer intervenção ou monitoramento antes que os problemas aconteçam. De acordo com a companhia, a inspeção também pode ser feita a pé com as câmeras portáteis, em locais onde o carro não consegue chegar e, a partir de agora, as distribuidoras da Neoenergia contarão com os drones equipados com os termovisores. Tudo é monitorado e interligado ao sistema de manutenção das distribuidoras, assim, é possível gerar um relatório para acompanhar a periodicidade das intervenções. (CanalEnergia – 06.08.2021)

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3 Elgin lança inversor com sistema de “internet das coisas” para projetos solares

A Elgin, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos, acaba de lançar no país um micro inversor de 2000w com tecnologia de IoT (Internet das Coisas) para os projetos de energia solar em telhados e pequenos terrenos de consumidores residenciais e empresariais. Com a aposta em novas tecnologias para o mercado fotovoltaico, a Elgin prevê que a área de energia solar se tornará a divisão mais representativa da empresa em até cinco anos. O grupo acaba de anunciar investimentos da ordem de R $140 milhões na unidade fotovoltaica do País com a finalidade de reforçar a estrutura e a ampliação de estoque para atender o crescimento esperado da demanda este ano. Para este ano, a organização projeta um crescimento de 150% no volume de negócios na área solar, com ampliação de pedidos de empresas integradoras que atuam em projetos para residências, comércios, indústrias e propriedades rurais no País. (CanalEnergia – 09.08.2021)

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4 O impacto da usina de energia virtual da Tesla na Califórnia

Em 22 de julho de 2021, os clientes do Tesla Powerwall na Califórnia tornaram-se elegíveis para registrar suas baterias em uma usina de energia virtual (VPP). A Tesla afirma que pode agregar até 50.000 baterias. Se todos esses sistemas fossem registrados, seria o equivalente a instalar a segunda maior bateria em grande escala da Califórnia com 350 MW / 675 MWh. Agregar armazenamento residencial atrasado em VPPs tem sido testado por concessionárias dos EUA desde 2015. Desde 2018, temos monitorado um número e escala crescentes de anúncios, com o maior VPP excedendo 80 MW. A Tesla está expandindo seu relacionamento com o cliente. Isso poderia impactar as estratégias de outros agregadores para expandir ou manter seu relacionamento com os clientes da Tesla. Vemos o potencial para outros fornecedores de hardware seguirem o exemplo da Tesla e explorarem ofertas semelhantes para seus clientes e expandir seu relacionamento enquanto lutam uns contra os outros. Para acessar o editorial completo, clique aqui. (WoodMackenzie – 06.08.2021)

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5 Capacitar “Cidades Inteligentes” é uma bom caminho para zerar as emissões líquidas de carbono

As cidades do mundo podem desempenhar um papel central para acelerar o progresso em direção a sistemas de energia limpos, com baixo teor de carbono, resilientes e inclusivos. Esta ideia é reconhecida pelos ministros do clima e da energia das nações do G20 que se reunirão sob a presidência da Itália em Nápoles para se concentrar em possíveis medidas que os governos nacionais podem tomar para apoiar as áreas urbanas a implantar soluções e tecnologias para reduzir as emissões. Neste contexto, a Agência Internacional de Energia (IEA) elaborou um relatório a pedido da presidência italiana do G20 para mostrar as oportunidades e desafios que as cidades enfrentam, e as ações que podem ser tomadas para apoiar o progresso. O programa Empowering Cities for a Net Zero Future da IEA baseia-se em amplas consultas com especialistas e organizações líderes e estudos de caso. Os exemplos ilustram a ampla gama de oportunidades e soluções que podem ajudar as autoridades municipais a fazer pleno uso de sistemas de energia eficientes e inteligentes. (Electric Energy Online – 10.08.2021)

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6 Reino Unido: Distribuidora lança ferramenta para apoiar a transição eficiente e de baixo custo rumo a emissões zero

A Scottish and Southern Electricity Networks (SSEN), distribuidora de energia elétrica do Reino Unido, está lançando uma ferramenta inovadora para ajudar a apoiar a transição eficiente e economicamente viável para zerar emissões de carbono. A ferramenta Near Real-time Data Access (NeRDA) vai além dos métodos de compartilhamento de dados existentes, examinando, quase em tempo real, como os dados podem ser melhor usados pelas partes interessadas. Com a previsão de um número crescente de consumidores migrar para tecnologias de baixo carbono, como veículos elétricos e bombas de calor, o sistema de energia está se tornando mais inteligente para acomodar essa adoção. Os dados quase em tempo real identificam áreas onde a flexibilidade pode ser usada ou onde o reforço da rede será necessário. (Electric Energy Online – 06.08.2021)

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7 Empresas de tecnologia estão sendo selecionadas em Nova Iorque para ajudar a acelerar os recursos de inteligência

A New York Power Authority (NYPA) está expandindo seu rastro digital ao se conectar com empresas de tecnologia especializadas em inteligência artificial, que ajudarão a promover os objetivos estratégicos de energia limpa e ação climática da NYPA e beneficiar o setor de serviços públicos. Vinte empresas de tecnologia foram selecionadas para receber até US $ 10 milhões em contratos para desenvolver e implantar novas soluções de transformação digital na empresa, visando realizar tarefas digitais que normalmente requerem inteligência humana. A lista de empresas de tecnologia será usada para acelerar os recursos de inteligência artificial (IA) e machine learning (ML) que podem ser rapidamente implantados para otimizar ativos de infraestrutura crítica e soluções avançadas de energia limpa para NYPA clientes. Nos últimos anos, a NYPA investiu significativamente na implantação de sensores em linhas de transmissão e outros ativos, a quantidade de dados sendo processados aumentou exponencialmente e os aplicativos de AI / ML são necessários para melhorar a entrega de serviços, reter e atrair clientes e obter economia e percepções operacionais adicionais. (Electric Energy Online – 04.08.2021)

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Segurança Cibernética

1 Segurança cibernética para infraestruturas críticas recebeu grande incentivo nos EUA

Um memorando sobre a melhoria da segurança cibernética para sistemas de infraestrutura crítica foi assinado recentemente pelo presidente dos EUA. O pedido tem origem nos crescentes ataques de grande proporção, como Solar Winds e Colonial Pipeline, e tem como objetivo garantir maior proteção da infraestrutura crítica, de ransomware e ciber ataques em geral. O pedido tem dois elementos principais. Um é direcionar a Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura (CISA) e o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), para colaborarem com outras agências, e desenvolver um conjunto básico de metas de desempenho de segurança cibernética. Como primeira etapa, o Departamento de Segurança Interna deve emitir metas preliminares até 22 de setembro de 2021, com as metas específicas do setor devendo ser concluídas em um ano. Em segundo lugar, estabelece formalmente a Iniciativa de Segurança Cibernética do Sistema de Controle Industrial, um esforço voluntário e colaborativo entre o governo federal e a comunidade de infraestrutura crítica para facilitar a implantação de tecnologia e sistemas que fornecem visibilidade de ameaças, indicadores, detecções e avisos. (Smart Energy International – 02.08.2021)

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2 EUA: Senado inclui mais de US $ 1,9 bi para segurança cibernética em projeto de infraestrutura

O Senado estadunidense incluiu mais de US $ 1,9 bilhão em fundos de segurança cibernética como parte do pacote de infraestrutura de cerca de US $ 1 trilhão aprovado recentemente. Os fundos irão para a proteção de infraestruturas críticas contra ataques, ajudando organizações vulneráveis a se defenderem e fornecendo fundos para um escritório cibernético federal especializado, entre outras iniciativas. O projeto de lei de infraestrutura, que agora vai para a Câmara depois de ser aprovado pelo Senado após semanas de negociações, inclui US $ 1 bilhão em fundos para governos estaduais e locais fortalecerem sua segurança cibernética. Os cibercriminosos lançaram mais ataques desde que muitos serviços foram colocados online durante a pandemia. Os fundos faziam parte da Lei State and Local Cybersecurity Improvement Act, que criaria um programa de subsídios no Departamento de Segurança Interna (DHS) para fornecer US $ 1 bilhão a essas entidades governamentais ao longo de quatro anos, com um quarto dos fundos indo para comunidades rurais vulneráveis. (The Hill – 10.08.2021)

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3 Brasil terá maior exercício de defesa cibernética do hemisfério sul

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), a Cisco e a RustCon vão apoiar treinamento de cibersegurança para 350 pessoas de 58 organizações públicas e privadas. O Exercício Guardião Cibernético 3.0 é coordenado pelo Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber) e consta do calendário do Ministério da Defesa como parte da estratégia nacional de segurança do país. O coronel Luiz Cláudio de Souza Cunha conta que ataques do tipo ransomware – vírus que impede o acesso às informações armazenadas, fazendo com que a vítima tenha de pagar aos cibercriminosos para recuperá-las – aumentaram em mais de 350%. Ele explica que o Guardião Cibernético é um exercício simulado de atividades práticas de proteção cibernética, com a participação de líderes e de especialistas de tecnologia da informação. Em uma plataforma virtual, é instalado um cenário hiper-realista, criado sob medida, onde são realizados os ataques. Os participantes precisam tomar decisões em tempo real para defender as infraestruturas críticas instaladas no cenário. (Portal da Industria – 30.07.2021)

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4 Brasil: Segurança cibernética nas redes de Utilities foi tema de webinar

O Grupo Binário, empresa atuante nas áreas de integração de redes e TI, em parceria com Ciena e Utilities Telecom & Technology Council América Latina (UTCAL) promoveram, no dia 5 de agosto, um webinar gratuito voltado aos profissionais de TI. No evento, os palestrantes discutiram formas de enfrentar os ataques cibernéticos crescentes direcionados às empresas de energia (Utilities) e como transformar suas redes corporativas em ambientes mais seguros capazes de bloquear golpes cada vez mais complexos e desafiadores. Nesse novo cenário global de pandemia, o mercado de Utilities não passou ileso a esse desafio de transformação. De acordo com a empresa de segurança de infraestruturas críticas TI Safe, entre março a junho de 2020 houve um aumento em torno de 460% nos ataques a empresas desse segmento. Esse dado alarmante confirma a necessidade de se investir na adoção de soluções de segurança, que permitam estabelecer e manter a confiança do público nas redes elétricas nacionais. (Segs – 04.08.2021)

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Artigos e Estudos

1 RMI lança relatório sobre as transformações da distribuição de energia elétrica na Índia

Em relatório publicado pela RMI, é apresentado um apanhado geral sobre as transformações necessárias no setor elétrico indiano para ser melhorado para manter a qualidade do acesso à energia mesmo com a expansão que ocorreu na geração de energia no país nos últimos anos, que foi marcada por um grande número de energias renováveis, levando energias as aldeias e vilarejos, saindo de um déficit energético para um superávit no setor. No relatório a organização apresenta vários caminhos para as empresas realizarem essa transformação melhorando o setor de forma sustentável e garantindo lucro para as empresas que fazem parte do setor elétrico da Índia. Para acessar o relatório completo, clique aqui.(RMI – 30.07.2021)

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2 Artigo: “A inovação em evolução no setor elétrico e sua inserção no mercado”

No artigo publicado na Agência CanalEnergia, a Marisa Zampolli, especialista em Gestão de Ativos no setor elétrico, engenharia elétrica, criadora do EGAESE e CEO da MM Soluções Integradas, trata da inovação como variável essencial para o avanço e melhoria da sociedade. Segundo a autora, “a inovação não é sempre medida pela introdução de novos modelos de negócio ou de tecnologias disruptivas apenas, mas também nos resultados alcançados na sua evolução, que traz benefícios às empresas e sociedade”. Ela conclui que “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação que renascem, diariamente, estão no dia a dia e no futuro. E este impacto pode ser sentido por todos os cidadãos se continuarmos a avançar nos investimentos de curto a longo prazo que equilibrem projetos às necessidades, conformidade com otimização, inovação e evolução”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 03.08.2021)

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3 Artigo “A GD e suas questões técnicas e econômicas”

No artigo publicado na Agência CanalEnergia, o Ivo Leandro, coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Estudos em Planejamento Energético da Universidade Federal do Mato Grosso e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Planejamento Energético, analisou as questões técnicas e econômicas da geração distribuída. Segundo o autor, “se as características das instalações de GD estão voltadas para os previsíveis inputs como o tipo de carga, capacidade instalada, perfil da demanda, custos e outras estratégias para produção, armazenamento e exportação do excesso, os outputs apresentam comportamento pouco determinístico, provenientes da geração líquida do sistema, da alimentação flutuante nas redes, da degradação da qualidade de energia, associados ao aumento do nível de falhas, ao impacto nas perdas técnicas […].” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 05.08.2021)

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4 IPCC lança novo relatório sobre as mudanças climáticas no mundo

O Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), apresentou um novo relatório sobre as mudanças climáticas. Este documento aponta que atualmente estamos em um momento sem precedentes na história climática mundial, com resultados irreversíveis, como ondas de calor em locais que eram reconhecidamente frios e ondas de frio onde eram locais muito quentes. O relatório apresenta também a projeção da modificação da temperatura global para os 20 próximos anos, que poderá se elevar em 1,5 ºC. Para acessar o relatório, clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 09.08.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Monique Coimbra e
Walas Júnior
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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