IFE.ME 65

Informativo Eletrônico – Mobilidade Elétrica nº 65 – publicado em 13 de julho de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Mobilidade Elétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 65 – 13 de julho de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Regulatórias
1
UE: 70% dos pontos de carregamento estão em três países
2 Espanha: metas e políticas para a descarbonização dos transportes
3 Espanha: relatório indica atraso do país na ME
4 Descarbonização do transporte de carga na UE e na Espanha
5 Espanha: Anfac realiza proposições de políticas para impulsionar ME
6 Índia: novas políticas de incentivo à ME no país
7 Paquistão: incentivos aos VEs no país

Inovação e Tecnologia
1 Volkswagen: Brasil será centro de excelência de motor flex para híbridos
2 Lactec e Renault: parceria para projeto de compartilhamento de VEs
3 Daikin desenvolve refrigerante para VEs capaz de estender autonomia
4 Hop Electric Mobility: projeto de carregamento de VEs com trocas de bateria
5 Lightyear One alcança desempenho de 710km de autonomia

Indústria Automobilística
1 Europa: fabricantes de caminhões farão aliança para rede de carregamento de baterias
2 Electrify America: expansão de infraestrutura de carregamento de VEs
3 Nissan pretende intensificar esforços para desenvolver peças para VEs

4 Stellantis NV: investimento robusto até 2025 em ME

5 Audi: aumento da lucratividade dos VEs em até 3 anos

6 Portugal: compra do carro elétrico já é a opção mais barata

7 Toyota reforça parceria com fabricante portuguesa CaetanoBus

8 Gigantes da indústria automotiva como empresas de tecnologia
9 Mobilidade elétrica e novo modo de produção de veículos

Meio Ambiente
1 SEEG Municípios: setor de transportes é o grande responsável das emissões nas cidades
2 Índia: economia circular e iniciativa de mobilidade elétrica no país
3 Montadoras anunciam medidas para reduzirem o impacto ambiental
4 Toyota: desafios para atingir a meta de neutralidade do carbono

5 O futuro dos VEs e dos recursos materiais: um resumo prospectivo

Outros Artigos e Estudos
1 UFMS recebe veículo elétrico para projeto de ME
2 O funcionamento dos motores elétricos
3 Em 2020, EDP detecta aumento significativo nas recargas
4 EDP instala duas estações para recarga de VEs

5 Espanha: ausência de infraestrutura provoca “baixa penetração” dos VEs


 

 

Políticas Públicas e Regulatórias

1 UE: 70% dos pontos de carregamento estão em três países

Quase três quartos dos pontos de carregamento de automóveis elétricos da União Europeia estão localizados em apenas três países. A European Automobile Manufacturers Association (ACEA) divulgou este estudo e alerta que os países mais pobres têm menos pontos de carregamento e correm o risco de não acompanhar as regras impostas por Bruxelas, que irão impulsionar o aumento das vendas de automóveis elétricos no final desta década. O estudo conclui que 70% de todos os postos de carregamento da UE estão concentrados em apenas três países da Europa Ocidental: Holanda, França e Alemanha. Juntos, esses países representam apenas 23% da superfície total da UE. Em contraste, os outros 30% da infraestrutura estão espalhados por 77% da área da UE. Enquanto a Comissão Europeia se prepara para rever a Diretiva da Infraestrutura de Combustível Alternativo daqui a duas semanas, a ACEA pede que sejam impostas metas obrigatórias pata cada estado-membro, não apenas para pontos de carregamento para carros elétricos. Com base nos cálculos da Comissão, uma nova redução das emissões de CO2 dos automóveis para menos 50% em 2030 exigiria cerca de seis milhões de pontos de carregamento públicos. Seria preciso um aumento de 27 vezes o número atual de pontos de carregamento em menos de uma década. (Multi News – 29.06.2021)

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2 Espanha: metas e políticas para a descarbonização dos transportes

De acordo com o relatório “A descarbonização dos transportes na Espanha”, de Emilio de las Heras, engenheiro e especialista em mudanças climáticas, apresentado pela Fundação Alternativas, a Espanha acumula um atraso significativo na eletrificação do seu transporte terrestre em comparação com outros países europeus. O relatório lembra que o transporte na Espanha é a atividade econômica que mais produz emissões. Os dois pilares legislativos que impulsionam a descarbonização da economia espanhola são o Plano Nacional Integrado de Energia e Clima e a Lei de Mudanças Climáticas e Transição Energética. No entanto, de acordo com De las Heras, são leis que chegam anos atrasadas. Os principais objetivos em relação ao transporte são “atingir uma frota 100% livre de emissões de automóveis de passageiros e veículos leves até 2050; proibir o registro de automóveis de passageiros e veículos leves que emitem CO2 a partir de 2040; estabelecer zonas de baixa emissão (LEZs) em todas as cidades com mais de 50.000 habitantes e naquelas com mais de 20.000 se apresentarem má qualidade do ar; instalação de pontos de carregamento; preparar um catálogo de pontos de carregamento em todo o território nacional; e aprovar uma Lei de Mobilidade Sustentável”. (Energías Renovables – 06.07.2021)

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3 Espanha: relatório indica atraso do país na ME

De acordo com o relatório “A descarbonização dos transportes na Espanha”, diante das novas metas e políticas para a mobilidade elétrica, a Espanha ainda apresenta mais de 24 milhões de automóveis de passageiros, bastante antigos, altamente poluentes, que percorrem em média cerca de 13.000 km por ano. Desse modo, o objetivo, esclarece o especialista, Emilio de las Heras, é reorientar a indústria automobilística para a fabricação de automóveis de passageiros com zero emissões. Do mesmo modo, De las Heras considera que deverão ser implementadas medidas que favoreçam o desmantelamento dos veículos mais poluentes e, desta forma, ajudem a escoar os estoques de veículos mais modernos acumulados na cadeia de fabricação e distribuição, enquanto a indústria caminha para a fabricação de veículos sem emissões. (Energías Renovables – 06.07.2021)

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4 Descarbonização do transporte de carga na UE e na Espanha

De acordo com previsões das associações marítimas internacionais (IMO) e de tráfego aéreo (ICAO) e dos dois fabricantes de aeronaves (Airbus e Boeing), a demanda global por transporte pode triplicar antes de 2050. Por outro lado, o transporte de mercadorias é responsável por 22% das emissões do transporte na União Europeia. Com as metas já estabelecidas, a eletrificação dos automóveis de passageiros já começou, continuará e será 100% antes de 2040-2050, o mesmo deve ser feito com o transporte de mercadorias. No relatório “A descarbonização dos transportes na Espanha”, identifica-se a necessidade de promoção a partir da UE da implementação de infraestruturas de recarga, tanto em armazéns, como em plataformas onde descarregam e, obviamente, na estrada. Dada a alta descarbonização já alcançada na geração de eletricidade e a falta de maturidade das tecnologias de descarbonização da indústria e da agricultura, a Espanha terá de apostar na descarbonização do transporte, segundo De las Heras, autor do relatório. Principalmente carros de passeio, vans e caminhões. Isso requer começar agora com uma série de medidas que facilitem a penetração de tecnologias de transporte de emissão zero e facilitem o alcance da paridade de custo de aquisição no ambiente 2026-2027. (Energías Renovables – 06.07.2021)

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5 Espanha: Anfac realiza proposições de políticas para impulsionar ME

Entre as iniciativas propostas pela Associação Espanhola dos Fabricantes de Automóveis e Caminhões (Anfac), para que o veículo elétrico tenha uma maior penetração no mercado espanhol está uma melhoria específica do Plano Moves III com medidas para eliminar o limite anual de veículos para empresas; incluir neste plano os veículos dos funcionários das montadoras, ou a implementação de um Moves industrial que inclua os veículos elétricos pesados, os híbridos e os veículos da gás, com ênfase especial no transporte de última milha. A Anfac também pede incentivos fiscais, como desconto de 100% para VEs no Imposto de Circulação, redução do Imposto de Renda das Pessoas Físicas e do Imposto Corporativo para veículos elétricos, melhoria nas deduções do Imposto de Renda Pessoa Física para remuneração em espécie, redução do imposto taxa de energia elétrica fornecida ou isenção do imposto de renda para subsídios vinculados a planos de mobilidade. Também pediu por um IVA zero ou reduzido para esses veículos. (Energías Renovables – 07.07.2021)

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6 Índia: novas políticas de incentivo à ME no país

A Índia planeja atingir a neutralidade de carbono e a indústria de VEs está ganhando forte impulso nos últimos anos. Em junho de 2021, declarações e anúncios foram surgindo em todo o país, incluindo novas políticas e subsídios de vários governos estaduais para encorajar a produção e uso de VEs. Nos últimos três anos, 11 estados notificaram suas políticas de ME, com Gujarat sendo a última adição a esta lista. Mais cinco estados elaboraram políticas semelhantes que devem ser notificadas nos próximos meses. As novas políticas de Gujarat para ME incluem subsídios econômicos para veículos de 2,3 e 4 rodas, que serão creditados diretamente nas contas bancárias dos indivíduos envolvidos. Os comprantes também podem aproveitar a isenção de taxas de registro de acordo com a apólice, juntamente com benefícios do esquema FAME do governo. Ao lado dos incentivos monetários, o estado também se prepara para as expansões de infraestrutura. (The Weather Channel – 28.06.2021)

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7 Paquistão: incentivos aos VEs no país

O Paquistão começa a dar os primeiros passos para enfrentar as mudanças climáticas e fazer a transição para a mobilidade elétrica. O país asiático lançou um plano para conduzir esse processo e se prepara para receber os primeiros carros elétricos em seu mercado. Os primeiros veículos chegarão ao Paquistão até o fim de julho por meio do grupo SZS. A importação só foi viabilizada depois que o governo reduziu a tarifa alfandegária de 25% para 10%. O governo do Paquistão, em seu esforço para combater as mudanças climáticas e com uma iniciativa para um ‘Paquistão limpo e verde’, estabeleceu a meta de eletrificar 30% da frota de automóveis do país até 2030. Para atingir a meta, o governo anunciou incentivos para que as empresas utilizem veículos elétricos sob a forma de redução de impostos. O primeiro carro elétrico a chegar ao país conta com baterias de capacidade entre 7,5 kWh e 10 kWh, o que somado a um extensor de alcance será suficiente para uma autonomia de 260 a 300 km com uma carga – a velocidade máxima é de 70 km/h. O carro também poderá receber um painel solar instalado no teto (opcional), o que adiciona 50 km de alcance. (Inside EVs – 10.07.2021)

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Inovação e Tecnologia

1 Volkswagen: Brasil será centro de excelência de motor flex para híbridos

A Volkswagen decidiu transformar o Brasil num centro de pesquisa, desenvolvimento e produção de motores “flex” para veículos híbridos. A ideia é exportar a tecnologia e também os futuros motores para países da América Latina e também regiões mais distantes. Esse movimento pode ser a chance de dar uma sobrevida ao parque industrial de veículos e de autopeças brasileiro até o país e a região entrarem na era do carro elétrico, quando a produção em massa desse tipo de veículo tornar seu custo mais acessível. O carro híbrido é uma solução compatível com as metas de redução de emissões de dióxido de carbono quando abastecido com combustível líquido limpo, como o etanol. A Volks pretende fazer investimentos no país para criar uma base de desenvolvimento mundial da tecnologia, de olho, sobretudo, nos países emergentes. Ainda faltam providências importantes para o Volkswagen, como definir o investimento no projeto, que incluirá trazer os motores híbridos desenvolvidos na Europa para que a equipe de engenharia brasileira crie versões adaptadas ao etanol, principalmente. No fim do ano passado, o Grupo Volks anunciou o plano de investir € 73 bilhões nos projetos de eletrificação de suas marcas. (Valor Econômico – 12.07.2021)

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2 Lactec e Renault: parceria para projeto de compartilhamento de VEs

A cidade de Curitiba (PR) ganhou um novo projeto de mobilidade sustentável. A Lactec fechou uma parceria com a Renault do Brasil para um projeto de compartilhamento de VEs para os colaboradores, que vai permitir acesso aos veículos elétricos do modelo Zoe, que são 100% elétricos. Há quase uma década a Lactec participa de estudos para o desenvolvimento de soluções que favoreçam a eletrificação do transporte no Brasil. Segundo Luiz Fernando Vianna, presidente do Lactec, a parceria com a Renault nesse projeto reforça a preocupação da companhia com a mobilidade sustentável, que é um tema emergente em âmbito global. Com o sistema Renault Mobility, que já é utilizado em outros projetos de mobilidade elétrica da montadora ao redor do mundo, os colaboradores podem reservar um carro por dias, horas ou mesmo minutos, para atender a compromissos rápidos. O carsharing opera no modelo de estações, em que os funcionários retiram e devolvem os veículos em locais determinados e podem fazer livre uso dos automóveis durante o período de reserva. Por meio de um aplicativo, é possível visualizar a disponibilidade dos veículos e fazer a reserva. (CanalEnergia – 09.07.2021)

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3 Daikin desenvolve refrigerante para VEs capaz de estender autonomia

A operação do sistema climático requer consumo de energia suficiente para que as montadoras pensem em melhorar sua eficiência. No caso dos VEs, isso é ainda mais relevante, pois ainda possuem um alcance limitado. A empresa japonesa Daikin desenvolveu um refrigerante para ar-condicionado de automóveis que pode aumentar o alcance de um veículo elétrico em 100 km. De acordo com o Nikkei Asian Review, os especialistas da empresa desenvolveram uma composição de refrigerante que reduz o consumo de energia para sua compressão durante a operação do ar-condicionado, baixando o ponto de ebulição de menos 25 para menos 40 graus Celsius. Argumenta-se que nas condições climáticas do Japão, isso aumentará o alcance de um veículo elétrico em um ambiente urbano de 200 para 300 km, uma vez e meia. Considerando que é muito caro para os fabricantes de automóveis elétricos aumentar o alcance em 100 km com o uso de células de bateria adicionais, cem ou dois dólares por um novo refrigerante será uma alternativa melhor para eles. O novo refrigerante da Daikin já está passando pela certificação SAE nos EUA. A empresa japonesa espera ganhar uma posição no mercado de componentes para automóveis elétricos. (Avalanche Notícias – 08.07.2021)

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4 Hop Electric Mobility: projeto de carregamento de VEs com trocas de bateria

Hop Electric Mobility, uma empresa indiana de mobilidade elétrica integrada, lançou uma rede integrada de estações de carregamento de troca de bateria, que permitirá aos consumidores carregar uma scooter elétrica Hop em casa ou trocar para uma bateria totalmente carregada quando estiver fora em menos de 30 segundos. A nova iniciativa foi projetada para reduzir a ansiedade de alcance dos clientes. A marca implementou uma rede piloto com cinco estações de troca e 50 baterias em Jaipur no início deste ano. Em apenas seis meses, mais de 2.000 baterias foram trocadas. As estações de troca e carregamento de bateria são totalmente automatizadas, capazes de fornecer mais de 150 baterias totalmente carregadas diariamente. Os clientes podem usar as opções de troca de bateria de acordo com sua conveniência e necessidade. É disponibilizada uma opção de plano mensal com trocas ilimitadas e outra opção com o pagamento conforme o uso. (Live Mint – 08.07.2021)

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5 Lightyear One alcança desempenho de 710km de autonomia

A Lightyear que é pioneira em veículos elétricos solares, alcançou um grande marco de desempenho e autonomia ao dirigir por 710 km com o protótipo do One. Nunca antes um carro elétrico percorreu essa distância com uma bateria relativamente pequena, de apenas 60 Kwh. Segundo a empresa, mesmo os automóveis elétricos mais eficientes do mercado hoje consomem cerca de 50% a mais de energia trafegando a 85 km/h. O protótipo do carro elétrico movido a energia solar foi posto à prova na pista de testes Aldenhoven Testing Center, na Alemanha. O teste foi responsável por avaliar aspectos da máquina, desde a validação do rendimento dos painéis solares, desempenho da bateria, consumo de energia do sistema de refrigeração, até o funcionamento dos motores de roda e do software que opera o automóvel. Como as baterias são a parte mais cara dos carros elétricos, vai ser possível reduzir o preço de compra. A Lightyear está se preparando para a comercialização oficial do One. Uma série exclusiva do modelo deve entrar em produção no primeiro semestre de 2022. Segundo a empresa, o desejo é atender ao mercado a partir de 2024. (Olhar Digital – 08.07.2021)

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Indústria Automobilística

1 Europa: fabricantes de caminhões farão aliança para rede de carregamento de baterias

Três grandes fabricantes de caminhões da Europa, Daimler Trucks, AB Volvo e Traton, anunciaram que planejam formar uma joint venture para desenvolver uma rede de carregamento de baterias para caminhões e ônibus elétricos que percorrem longas distâncias. A expansão da infraestrutura para recarregá-las tem sido um obstáculo central para adoção de veículos alimentados por baterias. As três empresas, que estão produzindo caminhões elétricos e normalmente são competidoras, vão investir em conjunto 500 milhões de euros no empreendimento do qual deterão participações iguais e que começará as operações em 2022. O objetivo é instalar e operar pelo menos 1.700 pontos de recarregamento de baterias de caminhões elétricos em cinco anos. A empresa conjunta terá sede em Amsterdã e buscará ao longo do tempo mais parceiros e financiamento público. A Associação da indústria automotiva europeia, ACEA, pediu que haja até 50 mil pontos de recarregamento de alto desempenho até 2030. Gruendler afirmou que quase 10 bilhões de euros seriam necessários para construir a infraestrutura da Europa de modo que o continente seja coberto pela rede eletrificada até 2050. (Isto É – 05.07.2021)

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2 Electrify America: expansão de infraestrutura de carregamento de VEs

Rumores apontam que a Volkswagen planeja vender uma parte de sua participação em sua unidade de carregamento de VEs, Electrify America, enquanto a montadora busca fundos externos para expandir sua infraestrutura para elétricos. A Volkswagen está trabalhando com o Citi para procurar um co-investidor que esteja preparado para injetar cerca de US $ 1 bi. Estabelecida após o escândalo de fraude de emissões da Volkswagen que estourou nos EUA, a Electrify America planeja gastar US $ 2 bi no período 2017-2026 para expandir as estações de carregamento para veículos elétricos. A unidade, cujos principais rivais incluem ChargePoint e Tesla’s Supercharger, tem 635 estações de carregamento com cerca de 2.850 pontos de carregamento rápido em funcionamento, enquanto outras 125 estações já estão planejadas atualmente, de acordo com seu site. Isso inclui estações de carregamento ultra-rápidas de alta velocidade. (CNBC – 06.07.2021)

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3 Nissan pretende intensificar esforços para desenvolver peças para VEs

A Nissan Motor planeja compensar seus parceiros pelos custos de desenvolvimento de componentes de carros elétricos, mesmo que eles não sejam usados no futuro em seus modelos futuros. Como parte da nova aliança Alliance Strategic Partner (ASP), a empresa pretende intensificar os esforços para desenvolver peças em conjunto com empresas terceirizadas, trabalhando em estreita colaboração com elas desde o início para criar especificações para novos componentes de automóveis elétricos. No caso de uma peça desenvolvida em conjunto não ser aceita na produção, a Nissan arcará com uma parte dos custos dos parceiros. Os projetos de produção conjunta supostamente se concentrarão no desenvolvimento dos principais componentes do veículo elétrico, como a estrutura da carroceria e peças de transmissão, que desempenham um grande papel na redução do peso do veículo. Os fabricantes que participarão da ASP incluem a JATCO e a Aichi Machine Industry, ambas conhecidas por seus laços estreitos com a Nissan. O custo de co-desenvolvimento de componentes que, em última análise, não são usados no veículo, é geralmente arcado pelo OEM. O novo sistema de compensação de custos da Nissan foi projetado para reduzir os riscos financeiros dos parceiros da empresa. Quanto à própria Nissan, a montadora espera melhorar a qualidade de suas peças a um preço competitivo, ao mesmo tempo em que estreita os laços com os fornecedores. (Avalanche Notícias – 06.07.2021)

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4 Stellantis NV: investimento robusto até 2025 em ME

A fabricante automobilística global Stellantis NV declarou que planeja gastar mais de US $ 35,5 bilhões até 2025 para lançar uma série de novos modelos de plug-in. A montadora, formada no início deste ano por meio da fusão da Fiat Chrysler Automobiles NV e do Grupo PSA da França, também planeja se envolver mais com o desenvolvimento e fornecimento de baterias, com o objetivo de reduzir os custos de um dos componentes mais caros de um carro elétrico. Executivos disseram recentemente que sua estratégia apoiaria o estabelecimento de cinco fábricas de baterias na América do Norte e Europa e pretende oferecer opções eletrificadas em todas as 14 de suas marcas, que incluem Jeep, Ram, Peugeot e Citroën. Entre os novos modelos planejados estão um caminhão elétrico, com chegada prevista para 2024, e um esportivo elétrico Dodge, que será lançado no mesmo ano. (The Wall Street Journal – 08.07.2021)

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5 Audi: aumento da lucratividade dos VEs em até 3 anos

O CEO da Audi, Markus Duesmann, disse que vê os VEs se tornando tão lucrativos quanto os carros comuns nos próximos dois ou três anos, a declaração foi dada em entrevista para a revista de notícias alemã Der Spiegel. Em junho, a marca premium anunciou uma aceleração de seus planos de eletrificação e afirmou que irá, a partir de 2026, lançar apenar veículos elétricos. O executivo também reiterou o compromisso de produzir o último motor de combustão interna da empresa automobilística em 2033, caso as pessoas ainda o estiverem comprando, além da eletrificação total da frota em cinco anos. A afirmação de que espera lucros com os elétricos somente em três anos implica que a linha elétrica atual não traz tanto retorno positivo de investimento quanto as contrapartes movidas a gás. Ao longo desta transição, a Audi não espera desacelerar as entregas de veículos, pelo contrário: segundo o CEO, a marca espera atualmente entregar cerca de 2 milhões de veículos somente em 2021 e aumentar o número para 3 milhões de veículos anuais até 2030. Para a eletrificação ser feita no prazo estipulado, o grupo planeja investir €$ 46 bilhões ao longo dos próximos cinco anos. (Olhar Digital – 07.07.2021)

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6 Portugal: compra do carro elétrico já é a opção mais barata

A associação de Defesa do Consumidor analisou vários parâmetros de compra e manutenção dos veículos e concluiu que os “os carros elétricos do segmento pequeno e médio comprados hoje em Portugal são a opção mais barata para muitos consumidores e a melhor escolha ao longo da vida do veículo. A poupança e a sustentabilidade ambiental também estão garantidas na compra de um carro elétrico”. A DECO chegou à conclusão de que os VEs são a melhor opção para a carteira, mesmo excluindo os incentivos de compra dados pela legislação em vigor. “Com apoios e financiamento adequados, os consumidores conseguem poupar desde o primeiro dia. No caso dos modelos maiores, os elétricos só começam a ser competitivos nesta análise a partir de 2023, com a redução expectável do custo de aquisição e a aproximação aos veículos idênticos de outras tecnologias”, explica ainda a associação. (Multi News – 29.06.2021)

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7 Toyota reforça parceria com fabricante portuguesa CaetanoBus

A Toyota reforçou a sua aliança estratégica com a portuguesa CaetanoBus em dezembro de 2020 para continuar a expandir as soluções de mobilidade sustentável do fabricante português. Agora, a Toyota partilha a marca com os automóveis zero emissões da CaetanoBus. Desde 2019, a Toyota Motor Europe (TME) fornece tecnologia de células de combustível Toyota, incluindo conjuntos de células de combustível, tanques de hidrogênio e outros componentes essenciais, para ônibus urbanos a hidrogênio fabricados pela CaetanoBus. Mais recentemente, a Toyota Caetano Portugal (TCAP) passou a ser acionista direta da CaetanoBus para apoiar a rápida expansão da sua atividade principal no desenvolvimento e comercialização de automóveis com emissões zero. Ao longo do ano passado, a empresa portuguesa reforçou a sua presença internacional e aumentou as vendas dos seus veículos livres de emissões em toda a Europa. A Toyota acredita que este crescimento reflete o crescente reconhecimento da capacidade técnica e tecnologia de ponta da CaetanoBus e dos seus produtos de emissão zero no competitivo mercado europeu. O H2 City Gold é o automóvel elétrico a hidrogénio da CaetanoBus que utiliza o sistema de células a combustível da Toyota. Este ônibus urbano tem um alcance de 400 km e pode reabastecer em menos de 9 minutos. De acordo com a empresa japonesa, esse modelo “representa o primeiro passo na estratégia conjunta de branding, que também inclui o ônibus 100% elétrico e.City Gold”. (Energías Renovables – 12.07.2021)

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8 Gigantes da indústria automotiva como empresas de tecnologia

Os investidores estão começando a tratar as gigantes da indústria automotiva como empresas de tecnologia, isso porque têm feito pesados investimentos em carros elétricos e de direção autônoma, o que pode pagar enormes dividendos. As ações da General Motors, que promete gastar US$ 35 bilhões em VEs até 2025, dispararam no ano passado, subindo quase 140%. As ações da Ford também aumentaram 140% no mesmo período. As ações da Volkswagen subiram 50% no ano passado. A maior montadora da Europa está investindo € 35 bilhões em VEs ao longo de cinco anos. Ela planeja abrir seis “gigafábricas” de fabricação de baterias na Europa até 2030. Desse modo, o foco em automóveis elétricos confere uma nova energia e tino estratégico a essas grandes montadoras. Os investidores, por sua vez, precisam descobrir quais desses sonhos elétricos se transformarão em realidade. Um fator a considerar é que as maiores montadoras poderão usar os lucros de seus enormes negócios existentes para investir em veículos elétricos. (CNN Brasil – 09.07.2021)

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9 Mobilidade elétrica e novo modo de produção de veículos

A mobilidade elétrica está mudando rapidamente o panorama dos transportes como o conhecemos. Enquanto os mercados ao redor do mundo migram para a eletricidade como fonte de energia para transporte, as fabricantes de veículos comerciais trabalham para fornecer veículos que não apenas atendam às demandas dos clientes, mas também aos regulamentos cada vez mais rigorosos de emissões de carbono. Algumas montadoras convencionais e montadoras de veículos comerciais já adaptaram seus modelos existentes para funcionar com energia elétrica, mas o desafio é integrar bateria, motor e inversor na arquitetura existente sem afetar a cabine ou o espaço de carga. O método de produção também é um problema. A linha de produção foi aprimorada por mais de cem anos, mas a maioria ainda não foi configurada para construir a próxima geração de veículos, e o custo para revisar a montagem é enorme. Daniel Barel, CEO da REE Automotive, acredita que as montadoras precisam repensar o projeto e a produção de veículos elétricos para atender às mudanças nos requisitos dos clientes. Para ler mais, acesse o link com a matéria completa. (Engine Technology International – 29.06.2021)

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Meio Ambiente

1 SEEG Municípios: setor de transportes é o grande responsável das emissões nas cidades

A plataforma recém-lançada SEEG Municípios, iniciativa liderada pelo Observatório do Clima, já consagrada como fonte de dados sobre emissões no Brasil avança ao alocar e territorializar essas emissões nocivas. Com o advento da plataforma é possível visualizar o perfil de emissão dos municípios brasileiros. Olhando para as áreas urbanas, o setor de energia é o grande responsável pelas emissões. Como se sabe dentro deste setor, os transportes representavam metade das emissões, sendo as demais distribuídas em outras atividades. Portanto, é possível afirmar que o setor de transportes é o maior responsável pelas emissões de GEE nas cidades, lembrando que as mesmas fontes emissoras são as maiores responsáveis pela poluição do ar nas cidades. (Inside EVs – 10.07.2021)

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2 Índia: economia circular e iniciativa de mobilidade elétrica no país

De acordo com um estudo conduzido na Índia pelo Conselho de Energia, Meio Ambiente e Água (CEEW), as vendas cumulativas de VEs provavelmente ultrapassarão 100 milhões de unidades no país até 2030. Espera-se que isso produza cerca de 4-5 milhões de toneladas de resíduos de bateria não processados. Baterias gastas representam uma ameaça ao meio ambiente, mas também podem apresentar benefícios econômicos potenciais à Índia. Portanto, a reciclagem deve ser buscada com o objetivo duplo de reduzir os impactos ambientais e reduzir as importações de minerais essenciais, fortalecendo a produção nacional de tais minerais por meio da reciclagem. A este respeito, o recentemente anunciado esquema de incentivo (PLI) da Índia vinculado à fabricação de baterias pode ter um impacto negativo, levando a um grande aumento da produção interna de baterias e também gerando uma maior heterogeneidade nos tipos de baterias de VEs, o que pode prejudicar a reciclagem. (Times Of India – 01.07.2021)

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3 Montadoras anunciam medidas para reduzirem o impacto ambiental

Em março, o presidente mundial da Volkswagen, Herbert Diess, anunciou o plano de tornar todos os veículos, fábricas e processos do grupo livres de carbono até 2050. Em maio, a BMW anunciou que até 2030 evitará a emissão de mais de 200 milhões de toneladas de CO2. Isso equivale a mais de 20 vezes as emissões anuais de uma cidade de um milhão de habitantes, como Munique, sede do grupo. Também a Nissan anunciou que atingirá a neutralidade de carbono em todas as operações até 2050. A maioria das montadoras tem anunciado datas para a completa suspensão da produção de veículos com motores a combustão. Na Toyota, porém, Massahiro Inoue, presidente da Toyota na região, diz que a aposta da empresa se mantém nos híbridos e híbridos plug-in. Segundo ele, essa solução elimina riscos com deficiências na infraestrutura de estações públicas de carregamento de baterias. Para a Toyota, além dos projetos de carros do futuro, é preciso trabalhar no desenvolvimento de combustíveis mais limpos. Inoue acredita que o etanol terá uma expressiva participação nesse processo e nos planos de expansão de fabricação de modelos híbridos. (Valor Econômico – 06.07.2021)

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4 Toyota: desafios para atingir a meta de neutralidade do carbono

Em junho de 2021, o presidente mundial da Toyota, Akio Toyoda, decidiu antecipar em 15 anos, de 2050 para 2035, o prazo para atingir a neutralidade de CO2 em todas as suas fábricas do mundo. No caso específico do Japão, Toyoda, disse estar preocupado com a possibilidade de o país sofrer um “deslocamento da produção para regiões que podem adquirir energia limpa”. A seu ver, isso resultaria na perda de exportações e de empregos. A indústria automobilística responde por 10% do PIB japonês. No Brasil a participação do setor no PIB é de 3%. A pressa de Toyoda agitou as operações da companhia em todo o mundo. Foram fixadas datas para cada fábrica expor seus planos. Na América Latina, onde a companhia tem seis fábricas, a missão está a cargo de Massahiro Inoue, presidente da Toyota na região. Inoue sabe que a tarefa não será simples; nem barata. O mais difícil é inserir a cadeia de suprimentos e logística. Só no Brasil são 150 fornecedores. O executivo diz que os conjuntos de peças de um veículo são transportados em grandes carretas. Os caminhões movidos a energias mais limpas, como o biometano, custam mais. Além disso, a região não conta, ainda, com boa infraestrutura de distribuição de energias alternativas limpas. O executivo japonês que faz questão de se comunicar em português tem, no entanto, algumas cartas na manga. A principal são os certificados de energia renovável em 100% das operações do Brasil e Argentina. Esses documentos garantem que a Toyota paga por energia proveniente de fonte eólica desde 2017 no Brasil e há dois anos na Argentina. (Valor Econômico – 06.07.2021)

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5 O futuro dos VEs e dos recursos materiais: um resumo prospectivo

Os VEs oferecem uma oportunidade de substituir os combustíveis fósseis no setor de transporte. A eletrificação do setor de transporte também pode trazer benefícios em termos de aumento da eficiência energética e redução da poluição local. No entanto, existem preocupações genuínas em atender a demanda futura de energia para carregar baterias com fontes limpas e renováveis. Mais importante ainda, a questão da sustentabilidade a longo prazo dos VEs é sublinhada pelos riscos de fornecimento de recursos materiais críticos usados nas baterias. A extração de alguns desses recursos materiais está ligada a impactos ambientais significativos, bem como a questões sociais e éticas. Este artigo fornece um parecer dos desenvolvimentos recentes no setor de VE. São destacados os principais desafios e oportunidades na integração de VEs e na garantia de um fornecimento sustentável de recursos materiais com foco no gerenciamento de fim de vida de baterias. O Foresight Brief também fornece uma visão geral dos desenvolvimentos de política recentes relativos à promoção de VEs e ao gerenciamento de baterias. Além disso, ao final são oferecidas recomendações de políticas para garantir a sustentabilidade dos VEs a longo prazo. (UNEP)

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Outros Artigos e Estudos

1 UFMS recebe veículo elétrico para projeto de ME

A UFMS recebeu um VE para uso institucional, fruto de um projeto de pesquisa de graduação e pós-graduação em Engenharia Elétrica com financiamento de duas concessionárias de energia, por meio de um programa da Aneel. O projeto visa incentivar a mobilidade elétrica por meio do veículo e da instalação de um eletroposto para bicicletas. O carro foi concedido pela concessionária Renault, e será utilizado pelo setor de Segurança da UFMS, para fazer rondas no campus, e o eletroposto com carregamento rápido está sendo construído na Cidade Universitária. A troca de energia entre o eletroposto, o carro e as bicicletas é o objeto de estudo das pesquisas. Será testado também a conexão wireless para carregamento. O projeto abrange o fomento e desenvolvimento de tecnologias, o incentivo à compra e venda de automóveis elétricos e a promoção da ideia de eletropostos sustentáveis. O professor Ruben Barros Godoy é coordenador da pesquisa e, segundo ele, o objetivo é focar na interação dos veículos com a energia elétrica e, dessa forma, analisar a viabilidade de carros elétricos doarem energia quando a rede elétrica falhar e até mesmo a possibilidade de carregá-los sem necessidade de fios. Com forte cunho sustentável, o projeto, também conta com uma gestão eficiente de energia que entre sistemas de captação solar, gera energia limpa, carrega as baterias desse VE e realiza também a troca de energia entre a bateria do veículo, a rede e um conjunto de bicicletas elétricas que o projeto também irá receber. (UFMS – 06.07.2021)

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2 O funcionamento dos motores elétricos

Diferentemente do motor de combustão, presente na maioria dos veículos, os carros elétricos utilizam motores elétricos. Eles são responsáveis por converter energia elétrica em energia mecânica. Inclusive, é essa a conversão que faz o carro andar, por meio de um processo que envolve eletricidade e magnetismo. O interior do motor, consiste em duas partes principais: o estator e o rotor. O primeiro é estático, enquanto o segundo gira. Dentro do motor, o estator utiliza a energia elétrica para criar um campo magnético que gira o rotor. O rotor, por sua vez, é conectado a uma transmissão, que gira as rodas e move o veículo. Como as baterias dos VEs utilizam corrente contínua e os motores corrente alternada, é necessária a presença de um conversor, que é o responsável por transformar a corrente contínua das baterias para correntes alternadas, compatíveis com os motores. A energia então é captada pelo estator, que cria um campo magnético. A energia elétrica gerada por este campo magnético gira o rotor, o que permite a locomoção do veículo. (Olhar Digital – 07.07.2021)

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3 Em 2020, EDP detecta aumento significativo nas recargas

Mesmo em um ano atípico como 2020, o segmento de mobilidade elétrica da EDP Smart teve crescimento. Foram registradas 3.200 recargas ao longo do ano, um aumento de 89% em relação a 2019. De 2018, quando a Companhia inaugurou seus primeiros eletropostos, a 2020, mais de 27 toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas graças ao investimento feito neste tipo de infraestrutura. A EDP tem o compromisso global de eletrificar 100% de sua frota até 2030, assim como desenvolver novas ofertas e soluções comerciais que promovam a transição energética. Dentre as iniciativas, a companhia lidera a implantação Plug & Go, a primeira e maior rede de recarga ultrarrápida de veículos elétricos da América do Sul, com 30 estações de carregamento. (CanalEnergia – 09.07.2021)

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4 EDP instala duas estações para recarga de VEs

A EDP instalou dois eletropostos no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. O uso é gratuito. Assim, com o outro carregador já existente no Aeroporto, todos os terminais do local dispõem de estações para recarga de veículos elétricos. Com potência de 22 kW e carga semirrápida, cada carregador abastecerá até dois veículos simultaneamente. A depender do modelo do carro, é possível autonomia de até 100 quilômetros após 40 minutos de carregamento. Para utilizar as estações de recarga, é preciso acessar o aplicativo EDP EV Charge BR ou do cartão Ev.Card. No total, a empresa mantém 50 eletropostos em todo o País. Em 2020, foram 3.200 recargas. (Broadcast Energia – 07.07.2021)

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5 Espanha: ausência de infraestrutura provoca “baixa penetração” dos VEs

O presidente da Associação Espanhola dos Fabricantes de Automóveis e Caminhões (Anfac), José Vicente de los Mozos, alertou que a Espanha está “bastante distante” da média da Zona do Euro no que se refere à penetração dos veículos elétricos, o que se deve à falta de recarga de infraestruturas. A participação dos elétricos em 2020 era de 4,8% do total de veículos vendidos em Espanha, longe de 10% no Reino Unido ou 13% na Alemanha. Além disso, as previsões geridas pela Associação Espanhola dos Fabricantes de Automóveis e Caminhões (Anfac) indicam que a Espanha vai vender 75 mil carros elétricos este ano, cerca de 8% do mercado total, o que melhora os números anteriores, mas mantém o país muito longe das estimativas usado por outros países, onde a transição é mais rápida. Ainda de acordo com o presidente da Anfac, o fato de a Espanha ter produzido 139.957 unidades de híbridos elétricos e plug-in no ano passado é um sinal de que existe um desequilíbrio óbvio entre oferta e procura neste mercado. Entre os motivos que explicariam este atraso está o baixíssimo número de pontos de recarga que a Espanha possui (11.517, a uma taxa de 245 por milhão de habitantes), o segundo menor da UE e longe da média europeia (573 por milhão de habitantes). Além disso, a crise econômica provocada pela Covid teve um impacto significativo na Espanha, o que fez com que os espanhóis tivessem menor poder aquisitivo e maiores dificuldades de acesso a esses veículos. (Energías Renovables – 07.07.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Luiza Masseno
Pesquisadores: Vinicius José da Costa e Pedro Barbosa
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico do Instituto de Economia da UFRJ.

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