IFE.ME 61

Informativo Eletrônico – Mobilidade Elétrica nº 61 – publicado em 15 de junho de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Mobilidade Elétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 61 – 15 de junho de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Regulatórias
1
GESEL: A mobilidade elétrica e o carsharing como fatores de mitigação à poluição no Rio de Janeiro
2 Brasil: IPVA para VEs nos diferentes estados
3 São Paulo: prefeitura aprova incentivo para carro híbrido e elétrico
4 Líderes do G-7 discutem acelerar mudanças rumo à mobilidade elétrica
5 EUA: Estratégia para avanços dos VEs e incentivos para a reciclagem de baterias
6 Earthworks: Reciclagem das baterias e importância de políticas públicas
7 Avanço da mobilidade elétrica na Europa e posicionamento de Portugal
8 Portugal: Mobilidade elétrica e perspectivas futuras

Inovação e Tecnologia
1 Açores: projeto de V2G da Galp apresenta resultados positivos
2 Huawei pretende desenvolver carros autônomos até 2025
3 Empresa cria motor que pode ser instalado nas rodas dos VEs
4 Startup Ample desenvolve sistema que troca baterias em 10 minutos

Indústria Automobilística
1 BNEF: perspectivas para VEs e desafios para a neutralidade de carbono
2 BCG: carros elétricos serão só 10% das vendas do Brasil em 2030
3 Fiat: venda exclusiva de carros elétricos em 2030 na Europa

4 Ford anuncia investimento robusto em programa voltado a ME

5 JAC ganha espaço no mercado brasileiro com caminhão elétrico

6 Scania investe no desenvolvimento de baterias de caminhões elétricos

7 Samsung deve firmar parceria para crescer no mercado de VEs

8 Mercado dos VEs das grandes montadoras até 2040 e motocicletas
9 Índia: mercado da mobilidade elétrica no país e desafios
10 Renault prevê menor custo de produção com hub francês para VEs

Meio Ambiente
1 Expansão da ME demanda reciclagem mais limpa e eficiente das baterias
2 Reciclagem das baterias deve ser acompanhada de outras estratégias
3 Fisker: desafio na criação de um carro totalmente neutro para o clima

Outros Artigos e Estudos
1 Veículo elétrico pode ser opção para aliviar o bolso do consumidor
2 Avança projeto para instalar fábrica de VEs em Santa Catarina
3 Ônibus elétrico intermunicipal inicia testes no sul do Brasil
4 BYD faz testes com ônibus elétricos e busca obter panorama mais claro

5 Seara adquire caminhões JAC e vai compor 40% da frota com VEs
6 Maranhão: parceria com Equatorial para instalação de estação de carregamento pública


 

 

Políticas Públicas e Regulatórias

1 GESEL: A mobilidade elétrica e o carsharing como fatores de mitigação à poluição no Rio de Janeiro

O compartilhamento de veículos e a ME fazem parte de um movimento mundial, crescente e de grande potencial disruptivo. Além disso, a implementação destas práticas já se mostra economicamente possível, no caso do carsharing, ou até mesmo mais vantajosas, como se pode constatar em diversas experiências internacionais de ME. O Rio de Janeiro (RJ) é bastante afetado tanto pela poluição do ar quanto pelo congestionamento do trânsito. Os níveis de qualidade do ar estão fora dos padrões da OMS, o que representa um risco para a saúde dos cidadãos. O RJ é a segunda cidade com mais congestionamentos no Brasil e apresenta uma posição elevada quando comparada ao resto do mundo. Dessa forma, a eletrificação de veículos e a implementação do carsharing poderiam ser uma saída para esses problemas. Apesar de poucos incentivos por parte do governo federal, medidas municipais poderiam impulsionar a adesão destas tecnologias, a partir de incentivos à circulação livre para VEs pesados e ao estacionamento gratuito ou reservado para veículos compartilhados e elétricos, bem como por meio da permissão do uso de faixas exclusivas por estes automóveis. Por fim, ressalta-se que as políticas públicas ainda estão em um estágio bastante inicial e que a aceitação cultural dos cidadãos cariocas a estas novas tecnologias devem ser avaliadas. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui. (GESEL UFRJ – 14.06.2021)

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2 Brasil: IPVA para VEs nos diferentes estados

Boa parte dos estados brasileiros concede algum tipo de benefício ao pagamento de IPVA dos veículos eletrificados. Os estados do Alagoas, Maranhão, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, apresentam total isenção do tributo para os elétricos. A situação é diferente em outros estados que concedem apenas descontos. O Ceará apresenta uma alíquota de 0,5% sobre o valor do carro. Já os estados do Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo (na capital e nos primeiros cinco anos), apresentam 50% de desconto. Nos estados da Bahia, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Pará e Rondônia, ainda estão em andamento os projetos que visam a redução do IPVA dos veículos elétricos. (O Estado de São Paulo – 09.06.2021)

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3 São Paulo: prefeitura aprova incentivo para carro híbrido e elétrico

Em uma medida de incentivo à adoção de VEs, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, sancionou nesta semana o projeto de lei aprovado na Câmara Municipal que permite aos compradores de elétricos e híbridos utilizarem créditos de IPVA para abater débitos de IPTU. O projeto de lei 0054/2021, de autoria dos vereadores Antônio Donato (PT) e Rodrigo Goulart (PSD), agora se tornou a Lei nº 17.563, que altera Lei anterior de 2014 que estabelece a Política Municipal de Incentivo ao Uso de Carros Elétricos ou movidos a Hidrogênio. No entanto, o limite estipulado pela Lei 15.997, de 2014, para que o veículo seja beneficiado com a isenção do IPVA municipal é de apenas R$ 150.000, o que na prática inviabiliza o benefício para a maioria dos carros elétricos e híbridos disponíveis no mercado. (Inside EVs – 10.06.2021)

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4 Líderes do G-7 discutem acelerar mudanças rumo à mobilidade elétrica

Os líderes do G-7 estão discutindo planos para aumentar a compra de automóveis mais verdes até o final da década, como parte de um pacote de medidas para combater a mudança climática. De acordo com uma proposta contida em um documento visto pela Bloomberg, os governos do G-7 “se esforçariam” para garantir que a maioria de todas as vendas de automóveis de passageiros novos não fossem a gasolina ou diesel “até 2030 ou antes”. Os países estão divididos quanto ao quão específicas as medidas devem ser. Todos os 7 líderes nacionais que se reuniram na cúpula, prometeram mais financiamentos para ajudar os países em desenvolvimento a reduzir as emissões de carbono, embora os detalhes de quanto não estejam claros. De acordo com a redação proposta no projeto de comunicado da cúpula, os líderes se comprometeriam a descarbonizar seus setores de transporte ao longo da década de 2020, acelerando a disseminação de veículos elétricos e o desenvolvimento de trens, ônibus, transporte marítimo e aviação com zero carbono. Outras medidas incluídas no projeto estão na notícia completa. (The Detroit News – 10.06.2020)

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5 EUA: Estratégia para avanços dos VEs e incentivos para a reciclagem de baterias

A estratégia do presidente Joe Biden para fazer dos Estados Unidos uma potência em VEs incluirá o aumento da reciclagem doméstica de baterias para reutilizar o lítio e outros metais, de acordo com funcionários do governo. Os democratas estão promovendo metas climáticas agressivas para que a maioria dos carros fabricados nos EUA sejam elétricos até 2030 e todos os carros na estrada sejam elétricos até 2040. Garantir cobalto, lítio e outras matérias-primas suficientes para fazer baterias de VEs é um grande obstáculo, com minas domésticas enfrentando extensas barreiras regulatórias e oposição ambiental. As estratégias do governo para estimular a reciclagem doméstica incluem investimentos diretos em projetos e pesquisas científicas, além de gastos com recursos aprovados pelo Congresso. Desse modo, o plano expandiria efetivamente as pesquisas em andamento no Laboratório Nacional de Argonne do Departamento de Energia dos EUA, que tem sido o ponto focal de grande parte da pesquisa governamental sobre reciclagem de baterias. As novas pesquisas se concentram em maneiras de reutilizar cátodos e outras partes da bateria, de acordo com os pesquisadores da Argonne. O foco da reciclagem de Washington ocorre quando outras regiões estão fazendo o mesmo, como a União Europeia. (Reuters – 04.06.2021)

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6 Earthworks: Reciclagem das baterias e importância de políticas públicas

Em relatório comissionado recentemente pela Earthworks descobriu-se que, se assumíssemos que 100% das baterias mortas eram recolhidas para reciclagem e recuperação de minerais, sobretudo para recuperação de lítio, a reciclagem podia suportar até 25% da demanda de lítio da indústria; e 35% do cobalto e necessidades de níquel até 2040. Para desbloquear todo o potencial da reciclagem, se reforça a necessidade de políticas governamentais robustas para apoiar a reciclagem de baterias de VEs. Isto poderia incluir padrões em torno do design de baterias para permitir aos recicladores a sua desmontagem com mais facilidade, programas de recolha de baterias, leis que proíbam os aterros e regulamentações que facilitem o transporte de resíduos perigosos de baterias entre jurisdições para reciclagem. A União Europeia já regulamenta o descarte de baterias de VEs a partir de um esquema de responsabilidade prolongada do produtor e está atualmente atualizando os seus regulamentos para definir metas específicas para a recuperação de minerais. (National Geographic – 02.06.2021)

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7 Avanço da mobilidade elétrica na Europa e posicionamento de Portugal

A Europa alcançou a posição de líder global no crescimento de vendas, ultrapassando a China pela primeira vez, embora esta se mantenha líder de mercado. Em apenas um ano, a Europa registou 1.365.000 novas matrículas, de VEs e híbridos plug in. Por trás desta evolução estão as novas normas europeias, que obrigam os fabricantes de automóveis a reduzir a média global das emissões para 95gCo2/Km no biénio 2020/2021 e o impacto da pandemia, que levou vários países europeus a incluir os incentivos financeiros à compra de carros elétricos nos seus planos de retomada econômica. Em Portugal, que não só não aumentou o valor dos incentivos à compra, como acabou com os estímulos na aquisição de determinados veículos híbridos, as vendas de VEs continuam a aumentar. De acordo com a Associação UVE, em 2020, o segmento dos elétricos cresceu 55,3% alcançando uma quota de mercado de 13,6%. Já este ano, foram vendidos 2.351 veículos elétricos entre janeiro e abril. (EDP Business Summit – 09.06.2020)

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8 Portugal: Mobilidade elétrica e perspectivas futuras

Em artigo de Luís Barroso, presidente da empresa de mobilidade elétrica – MOBI.E, destaca-se os avanços da ME em Portugal e perspectivas futuras. Os incentivos à compra de VEs foram criados com o objetivo de impulsionar a demanda e de contribuir ativamente para a proteção do meio-ambiente, através da redução da emissão de GEEs. No caso de Portugal, o Roteiro para a Neutralidade Carbónica define que o setor da mobilidade e transportes seja neutro em termos de emissões em 2050 e o Plano Nacional Energia e Clima 2030, aprovado pelo governo português em maio de 2020, projeta como meta para o setor de mobilidade e transportes uma redução de GEEs de 40% até 2030. Recentemente a Comissão Europeia acordou em elevar este objetivo para 55% em relação a 1990. Portugal foi o primeiro país a comprometer-se com as metas de neutralidade carbônica e o governo vem desenvolvendo políticas de incentivos e de investimento consistentes com os objetivos traçados. Também é possível ver que os fabricantes de automóveis estão a disponibilizar um número crescente de opções com motorização elétrica, o que tenderá a conferir uma maior competitividade a este tipo de veículos, potencializando o seu crescimento e a pressão sobre a infraestrutura de carregamento, que a partir daqui tem de ser assegurada majoritariamente pelo setor privado. (Expresso – 10.06.2020)


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Inovação e Tecnologia

1 Açores: projeto de V2G da Galp apresenta resultados positivos

A petrolífera Galp está implementando a tecnologia Vehicle-to-Grid (V2G) que permite que os VEs injetem eletricidade na rede elétrica gerando poupanças que podem chegar às centenas de euros na conta da luz. O projeto piloto atualmente em curso na ilha de São Miguel, nos Açores, é o primeiro a ocorrer em Portugal. Como o projeto vem apresentando resultados positivos, a ideia da empresa é expandir os testes para Portugal Continental ainda este ano. O piloto em curso implementou uma frota de dez veículos elétricos da Eletricidade dos Açores e já permitiu injetar na rede cerca de 69 mil kWh. Ao longo das 58 semanas em operação, gerou uma poupança tarifária média de 500 euros por mês. As poupanças tarifárias são mais expressivas no caso de clientes empresariais, sendo assim, a expansão do projeto ao continente será feita na vertente empresarial. Esta tecnologia pode também contribuir para uma maior penetração de energias renováveis. Apesar das evidências indicarem que a tecnologia é uma solução com futuro, ainda não pode ser comercializada devido à falta de arcabouço regulatório em relação à venda de energia à rede a partir de carros. Desse modo, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) está acompanhando de perto o projeto, para poder desenvolver um enquadramento legal. Para ajudar a alterar este cenário, a Galp vai também entregar até setembro uma proposta de linhas regulatórias ao regulador tendo em conta os resultados dos testes, desenvolvida em conjunto com o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência. (Dinheiro Vivo – 05.06.2021)

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2 Huawei pretende desenvolver carros autônomos até 2025

A Huawei pretende desenvolver tecnologia de carros autônomos até 2025, segundo o executivo sênior da unidade de veículos inteligentes da Huawei, Wang Junem. A empresa mudou seu negócio global de smartphones para veículos elétricos inteligentes, após sofrer sanções dos EUA. Em 2019, o ex-presidente Donald Trump impediu a Huawei de comprar produtos essenciais de tecnologia exportados pelos americanos. Nos últimos anos, a gigante chinesa tem trabalhado em parcerias com montadoras para desenvolver alta tecnologia de direção e conectividade para veículos. Um dos acordos é com a Chery, para o desenvolvimento de sistemas avançados de auxílio à condução e direção autônoma da montadora. A empresa também firmou cooperação estratégica com a Audi para desenvolver soluções para veículos inteligentes conectados, capazes de trocar informações entre si e com a infraestrutura viária. (Automotive Business – 11.06.2021)

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3 Empresa cria motor que pode ser instalado nas rodas dos VEs

A britânica Saietta Group criou um novo produto focado no ganho de espaço e eficácia dos VEs. A empresa inventou um novo motor, conhecido como AFT 140 (tração por fluxo axial). O projeto apresenta um motor de imã permanente sem escova que é totalmente selado. O objetivo da nova tecnologia da Saietta é transformar os carros elétricos mais eficientes com uma única carga. A inclusão do motor na roda dos carros elétricos também reduz a complexidade da unidade motriz, permitindo a redução no número de peças necessárias, ou seja, diminuindo o peso total do conjunto. O CEO da Saietta Group, Wicher Kist, afirma que a empresa não pretende se tornar uma fabricante de plataformas, e sim trabalhar com criadores delas, para complementar ao invés de competir. Para mostrar a eficácia do motor nas rodas dos veículos, a Saietta testou a tecnologia em um Renault Twizy. Os testes concluíram que o AFT 140 traz consigo uma extensão de alcance de 10%. (Click Petróleo e Gás – 06.06.2021)

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4 Startup Ample desenvolve sistema que troca baterias em 10 minutos

A startup Ample do Vale do Silício desenvolveu um sistema modular de troca de baterias que permite aos motoristas obterem autonomia em apenas alguns minutos. A diferença em comparação com muitas ideias anteriores de troca de bateria é que em vez de substituir uma única bateria grande, o sistema substitui várias baterias menores durante uma troca. A empresa espera que a capacidade de recarregar um VE em apenas 10 minutos agrade às frotas, e seus primeiros clientes serão os motoristas do Uber. O sistema é todo automatizado e o motorista pode acionar a troca através de um aplicativo para o seu celular, quando estiver em uma estação da Ample. O sistema é focado em veículos de frota, visto que, estes precisam estar constantemente na estrada, e o carregamento rápido que ainda leva mais de 45 minutos para reabastecer a bateria de um VE representa perda de receita, devido ao tempo que o veículo está parado. Para a expansão dessa infraestrutura de troca de bateria, a startup requer parceiros no mundo automotivo. O CEO Khaled Hassounah disse à Car and Driver que a startup já está trabalhando com “cinco das dez maiores [montadoras] do mundo”, sem fornecer nomes. Atualmente, a empresa está implantando suas estações em locais adicionais da Bay Area, nos EUA. A longo prazo, está investigando a oferta de seu serviço ao público em geral. (Car and Driver – 05.06.2021)

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Indústria Automobilística

1 BNEF: perspectivas para VEs e desafios para a neutralidade de carbono

A BloombergNEF indica em novo relatório que a perspectiva para os veículos elétricos nunca foi tão otimista, porém os governos que visam a neutralidade de carbono até 2050 devem fazer mais para impulsionar a sua adoção. Segundo a empresa de pesquisa, alcançar esse objetivo exigirá ações políticas decisivas em todas as frentes, desde a aceleração da adoção de VEs até a expansão das redes de recarga, o incentivo à reciclagem de baterias e novas regulamentações sobre caminhões pesados. Além da promoção de alternativas de transporte ativo. O relatório mostra que o forte crescimento recente de veículos elétricos em diversos segmentos está em aceleração. No cenário de transição econômica da BNEF – o qual não leva em consideração medidas adicionais de políticas – as vendas globais de veículos neutros em emissão de carbono subiriam de 4% em 2020 para 70% em 2040. No caso dos ônibus, as vendas de veículos neutros em emissão de carbono subiriam para 83% em 2040. No mesmo período, os veículos comerciais leves com neutralidade em emissão de carbono devem aumentar sua fatia de mercado de 1% hoje para 60%, e os veículos comerciais médios e pesados devem alcançar pouco mais de 30%, saindo de praticamente zero hoje. (Brasil Energia – 10.06.2021)

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2 BCG: carros elétricos serão só 10% das vendas do Brasil em 2030

Um novo estudo divulgado pelo Boston Consulting Group (BCG) revelou que as vendas de VEs no Brasil deverão atingir no máximo 10% em 2030. É um crescimento bem mais lento do que terão China, EUA e União Europeia no mesmo período, visto que, nesses locais, o levantamento projetado é que os elétricos irão corresponder a 50% das vendas de veículos em 2026. O estudo indica que os motivos para a projeção otimista nos países ricos são a queda nos preços das baterias e a estipulação de metas agressivas de cortes na emissão de gases de efeito estufa. Na Conferência do Clima, em abril, a União Europeia firmou acordo para reduzir em 55% de suas emissões até 2030 e zerá-las até 2050. Muitas grandes montadoras, inclusive, estão aproveitando a situação para impor suas próprias metas. No Brasil, porém, o estudo aponta que a falta de normas regulamentadoras sobre emissões, de incentivos financeiros e de compromisso governamental com os elétricos irá dificultar o crescimento da frota por aqui. No momento atual, um carro elétrico no Brasil custa três vezes mais que um a combustão. (Automotive Business – 07.06.2021)

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3 Fiat: venda exclusiva de carros elétricos em 2030 na Europa

A Fiat anunciou que irá vender exclusivamente VEs a partir de 2030. A informação foi confirmada durante um debate sobre sustentabilidade, acesso ao carro elétrico e futuro das cidades. Esse processo de transição irá ocorrer entre 2025 e 2030, onde os carros da marca Fiat com motores a gasolina e a diesel serão gradativamente substituídos por modelos com propulsão 100% elétrica. O anúncio está em sintonia com o que a Stellantis (grupo no qual a Fiat faz parte) declarou há pouco tempo sobre a transição energética no sentido de migrar diretamente dos modelos a combustão para os carros 100% elétricos, deixando os híbridos e híbridos plug-in em segundo plano a partir de agora. Para cumprir o objetivo, a Fiat irá se concentrar em oferecer modelos acessíveis para que a eletrificação chegue ao maior número possível de clientes. A marca terá que acelerar o passo nos próximos anos com o lançamento de mais modelos para criar um portfólio 100% elétrico. No Brasil, a Stellantis trabalha em investimentos e parcerias para ampliar a infraestrutura de eletrificação antes da chegada dos primeiros modelos elétricos. Por aqui, a Fiat não seguirá esse cronograma, dada as características do nosso mercado e a falta de uma estratégia nacional para a transição energética. (Inside EVs – 04.06.2021)

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4 Ford anuncia investimento robusto em programa voltado a ME

A Ford vai investir 24 bilhões de euros no Ford+ até 2025, um projeto de desenvolvimento e investigação para VEs, com um foco especial nas baterias. O novo investimento da marca insere-se na matriz de negócio da empresa que prevê que, até 2030, 40% da sua linha de produção seja composta por VEs. A Ford já tinha se comprometido a aplicar 19 bilhões de euros até 2023 em elétricos. “Estou entusiasmado com o que o Ford+ significa para nossos clientes, que terão experiências novas”, afirmou o CEO da gigante automóvel, Jim Farley, em comunicado. A empresa está procurando mais sustentabilidade, com custos mais reduzidos. (Multi News – 26.05.2021)

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5 JAC ganha espaço no mercado brasileiro com caminhão elétrico

A JAC vem ganhando espaço no Brasil com seu caminhão elétrico. A RTE Rodonaves adquiriu seis caminhões da JAC. Dessa forma, os caminhões 100% elétricos vão atuar nas operações de embarcadores que precisam reduzir suas emissões de poluentes. Segundo a Rodonaves, as primeiras avaliações dos JAC elétricos foram feitas no fim de 2020. Assim, a empresa constatou a viabilidade na utilização de caminhões elétricos em operações urbanas. De acordo com a empresa, esse é o primeiro passo para formar uma “frota mais verde”. Além da Rodonaves, a Manlog Transportes também incorporou 20 VEs a sua frota. Os veículos já rodam há 30 dias com a empresa goiana. Segundo a Manlog, nesse período deixaram de ser emitidos mais de 17 toneladas de carbono. Isso equivale ao plantio de mais de 10 mil árvores. Segundo a Manlog, os caminhões elétricos rodam, em média, 3,5 mil km por mês, operando nas cidades de Goiânia, Brasília e São Paulo. Além dos caminhões, a empresa possui automóveis elétricos que fazem parte de um programa de carona pelos colaboradores da empresa. De acordo com a empresa, a economia com combustível passa dos R$ 9 mil. (O Estado de São Paulo – 06.06.2021)

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6 Scania investe no desenvolvimento de baterias de caminhões elétricos

A Scania está investindo pesado no desenvolvimento de baterias para seus caminhões elétricos. Nesse sentido, vai aplicar US$ 2,75 bilhões (cerca de R$ 14 bilhões) juntamente com a Northvolt. Dessa forma, as empresas suecas vão aumentar a produção e incentivar a reciclagem. De acordo com a Northvolt, seus processos de produção são para lá de modernos, visando um menor nível de emissões de carbono. Da mesma forma, o Northvolt promete que metade das matérias-primas usadas em suas baterias serão recicláveis. A parceria entre a Scania e a Northvolt começou em 2018. Assim, as empresas investiram € 10 milhões na operação conjunta. Como isso, iniciaram o desenvolvimento de tecnologias de baterias. Para isso, especialistas das duas empresas criaram uma área de pesquisa, a Northvolt Labs, em Västerås, na Suécia. Além disso, a parceria mira a infraestrutura de carregamento. Ou seja, todo o chamado “ecossistema” necessário ao desenvolvimento dos veículos elétricos. (O Estado de São Paulo – 11.06.2021)

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7 Samsung deve firmar parceria para crescer no mercado de VEs

A Samsung Digital Interface (SDI), divisão da empresa responsável pela produção de baterias para smartphones e automóveis, considera estabelecer uma parceria com outro gigante sul-coreana, o SK Group, conglomerado de empresas especializado em criação de infraestruturas energéticas e urbanas, para fornecer equipamentos de ampla autonomia para VEs de montadoras parceiras, segundo as informações do Korea Times. As fontes também revelam que o fornecimento de baterias para a BMW, uma das maiores montadoras da Europa, poderá ser uma realidade para esse empreendimento. O continente em questão deverá ser uma área de interesse para as sul-coreanas operarem. Vale destacar que a Samsung SDI e o SK Group ficaram em quinto e sexto lugar em participação do mercado global das baterias de VEs no primeiro trimestre do ano, com uma participação de 5,3% e 5,1%, segundo o relatório da SNE Research. Em parceria com a Hyundai, a Samsung já ensaia seu crescimento no market share global das baterias para os VEs com equipamentos potentes que prometem até 800 km de autonomia com uma única carga. Ao se aliar ao SK Group, o rol de fabricantes que levarão componentes com seu nome assinado poderá se multiplicar. (Tudo Celular – 07.06.2021)

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8 Mercado dos VEs das grandes montadoras até 2040 e motocicletas

O ano de 2021 parece ser o ano em que os principais fabricantes estão optando por se comprometer com um futuro totalmente elétrico. Um exemplo é a Jaguar-Land Rover, propriedade da gigante indiana Tata, que anunciou que a partir de 2025 fabricará apenas veículos totalmente elétricos. Tal declaração certamente irá acelerar a mudança para a ME e irá pressionar outras marcas importantes. Com o desenvolvimento pioneiro em tecnologia de bateria em andamento levando a um melhor alcance e eficiência, os novos veículos de todos os principais fabricantes de automóveis muito provavelmente serão todos elétricos em 2040. A motocicleta elétrica precisa ser considerada na mudança para veículos elétricos. Em todo o mundo, cerca de 1 bi de pessoas utilizam motocicletas elétricas como meio de transporte. Com as motocicletas sendo o meio de transporte preferido nos países asiáticos densamente povoados, esse mercado deverá se beneficiar fortemente com as melhorias e o desenvolvimento da tecnologia. (Entrepreneur – 10.06.2020)

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9 Índia: mercado da mobilidade elétrica no país e desafios

A Índia pretende se tornar referência no mercado global de veículos elétricos. Com várias montadoras no país trabalhando nessa direção, a penetração dos VEs aumentou significativamente nos últimos 5 anos. Diversas startups surgiram no segmento com seus respectivos produtos e tecnologias ao lado dos fabricantes de automóveis convencionais. O segmento de veículos de passageiros testemunhou uma baixa penetração, com apenas alguns fabricantes lançando seus produtos no espaço. Mas os segmentos de veículos de duas e três rodas viram um aumento de VEs em maior número, conduzindo a ofensiva da mobilidade elétrica na Índia. A população indiana está mais interessada na compra de VEs do que antes. Mas ainda existem vários desafios que estão dificultando o crescimento dos veículos elétricos no país. Aqui estão os desafios e vantagens dos veículos elétricos na Índia: 1)Ansiedade relativa à autonomia do VE; 2)Percepção do consumidor; 3)Altos preços de aquisição; 4)Tecnologia necessária para a bateria requer insumos escassos; 5) A maioria dos VEs não são cobertos pelos subsídios do governo; 6) Poucas opções de modelos de VEs. (Hindustan Times – 10.06.2020)

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10 Renault prevê menor custo de produção com hub francês para VEs

A Renault anunciou na quarta-feira (09/06) que vai combinar três de suas fábricas no norte da França para formar um centro de carros elétricos com custos de produção mais baixos para produzir 400 mil veículos por ano até 2025. A Renault disse que a nova fábrica, conhecida como Renault ElectriCity, levará à criação de mais 700 empregos em locais onde hoje já emprega cerca de 5 mil pessoas, até 2025. A empresa, atualmente, enfrenta forte concorrência no segmento de carros elétricos, uma área na qual teve uma liderança inicial, mas está sendo superada pela rival Volkswagen. Essas mudanças “contribuirão para alcançar a competitividade necessária para produzir carros do segmento B na França”, disse Luciano Biondo, chefe do novo hub industrial, referindo-se aos veículos de passageiros menores. (UOL – 09.06.2021)

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Meio Ambiente

1 Expansão da ME demanda reciclagem mais limpa e eficiente das baterias

Com o crescimento da indústria da ME, como adquirir todos os minerais necessários para fazer baterias para estes veículos. O lítio, níquel, cobalto e cobre no interior destas baterias são todos extraídos da terra. Hoje, grande parte desta mineração está concentrada em países onde a fiscalização ambiental costuma ser ineficaz e os padrões de trabalho são praticamente inexistentes. Com o número de VEs nas estradas podendo aumentar dos atuais 10 milhões em 2020 para os mais de 145 milhões em 2030, a demanda por minerais para baterias vai aumentar. Alguns grupos de observação da indústria alertam que o crescimento acelerado de veículos ecológicos pode alimentar o crescimento de uma mineração poluente. Para reduzir a necessidade de nova mineração, os especialistas indicam a necessidade da melhoria da reciclagem de baterias dos VEs. No entanto, também serão necessárias práticas melhoradas de reciclagem e políticas governamentais para garantir que as baterias não acabem em aterros sanitários. De acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA) se estima que a reciclagem podia fornecer até 12% da demanda de minerais por parte da indústria de mobilidade elétrica até 2040, em um cenário de desenvolvimento sustentável. onde o mercado de VEs cresce a um ritmo consistente com a limitação do aquecimento global abaixo dos 2 graus Celsius. (National Geographic – 02.06.2021)

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2 Reciclagem das baterias deve ser acompanhada de outras estratégias

A reciclagem das baterias dos VEs não será suficiente para responder a toda, ou até mesmo a grande parte, da demanda por metais para baterias, já que a indústria da ME está apresentando rápido crescimento. No entanto, segundo Thea Riofrancos, cientista política do Providence College em Rhode Island, que estuda extração de recursos e tecnologia limpa, a reciclagem se insere em uma estratégia integrada numa série de outras estratégias para reduzir a demanda por nova mineração. As outras abordagens devem incluir o desenvolvimento de novas baterias que usem menos minerais, melhorar os transportes públicos e a construção de cidades pedonais e ciclovias para reduzir a procura geral por veículos particulares. Ainda assim, mesmo que a reciclagem consiga responder a apenas um quarto ou um terço da nossa demanda por minerais para baterias nas próximas décadas, Thea Riofrancos diz que é uma área importante onde nos devemos concentrar porque nos ajuda a repensar a nossa relação com a tecnologia. (National Geographic – 02.06.2021)

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3 Fisker: desafio na criação de um carro totalmente neutro para o clima

O carro elétrico se prepara para avançar ao mais alto nível ecológico e se tornar neutro para o clima em todas as fases: da aquisição à reutilização no final de sua vida útil, passando pela produção, logística e uso. O último desafio para criar um veículo totalmente eco-sustentável é de Henrik Fisker, fundador da empresa californiana de mesmo nome. De acordo com as suas previsões, a nova criação totalmente “neutra para o clima” será uma realidade em 2027. A ambição de um carro totalmente amigo do meio ambiente será acompanhada por análises, estudos e inovações em todas as 5 fases da vida do automóvel. Para facilitar a tarefa, a empresa fará uso de um sistema de desenvolvimento interno, denominado Fisker-Flexible Platform Adaptive Design (FF-PAD), que irá propor as melhorias necessárias nas áreas de produto que apresentam questões críticas. A empresa não é a única buscando desenvolver um carro neutro, pois a Polestar também tem o mesmo plano em mente, mas para 2030. (Inside EVs – 12.06.2021)

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Outros Artigos e Estudos

1 Veículo elétrico pode ser opção para aliviar o bolso do consumidor

Um automóvel elétrico no Brasil ainda apresenta preços elevados. No entanto, existem algumas compensações que podem aliviar o bolso do consumidor. A principal delas é a manutenção, aproximadamente, 30% mais barata, em comparação ao automóvel com motor a combustão. No entender de Rogério Markiewicz, presidente da Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores (Abravei), os veículos deveriam receber mais incentivos, por exemplo, o IPI poderia ser menor. Alguns estados do País já reconhecem a importância desse tipo de veículo, ao conceder descontos ou isenção total no pagamento do IPVA. Em determinados estados já existe a isenção completa, principalmente, na região Nordeste. Outros ainda avaliam a viabilidade de não cobrar IPVA ou dar bons descontos. A cidade de São Paulo além de conceder 50% de desconto no pagamento de IPVA, permite que os carros elétricos circulem nas ruas todos os dias, liberados do rodízio municipal. Outra vantagem dos elétricos é a economia ao rodar no dia a dia. Alguns estudos indicam que o preço do km rodado do automóvel com motor convencional custa entre R$ 0,50 e R$ 0,75. No veículo elétrico, esse valor cai para R$ 0,16 e para quem dispõe de geração fotovoltaica, o preço despenca para R$ 0,04. O valor do km rodado é zero se o proprietário recarregar a bateria nos eletro postos existentes, por exemplo, em shoppings centers, concessionárias ou em rodovias, que não cobram nada pelo serviço. (O Estado de São Paulo – 09.06.2021)

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2 Avança projeto para instalar fábrica de VEs em Santa Catarina

Os planos para instalação de uma fábrica de veículos elétricos em Criciúma, Santa Catarina, estão bem encaminhados. Pelo menos é esse o sentimento das lideranças, políticas, empresariais e educacionais que estiveram em São Paulo participando de reunião com os representantes da M3E3 Mobilidade e Energia. Desde o segundo semestre de 2020, a startup paranaense M3E3 visita a região para avaliar se é viável instalar uma unidade fabril para a produção de carros. Para consolidar um segmento que cresce mundialmente, a Prefeitura de Criciúma também aposta na instalação da unidade no município. A união de esforços dos setores público e privado está permitindo que a unidade da M3E3 encontre na região as condições para instalar sua unidade. Em janeiro de 2021, a empresa e a UniSatc já firmaram acordo de parceria para iniciar os cursos de formação técnica. São cursos de manutenção de veículos elétricos, produção e projetos, que já passaram da fase de elaboração de ementas e estruturação e devem começar no segundo semestre. (Engeplus – 09.06.2021)

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3 Ônibus elétrico intermunicipal inicia testes no sul do Brasil

A primeira operação intermunicipal com o uso de um ônibus elétrico rodoviário teve início na semana passada no Sul do Brasil. Em parceria com a Marcopolo e a Expresso Princesa dos Campos, a BYD anuncia mais uma iniciativa de mobilidade elétrica na área de transporte de passageiros no país. Ainda em testes, o serviço será oferecido pela plataforma Embarca que reúne várias empresas de transporte de passageiros da região Sul e cobrirá o trecho entre Curitiba e Ponta Grossa, no Paraná, com duração de 90 dias nesta primeira fase. O ônibus elétrico tem capacidade para até 44 passageiros, o veículo tem autonomia para rodar até 300 km com uma única carga. A BYD informa que a recarga completa das baterias de alta tensão podem ser feitas em cerca de quatro horas. (Inside EVs – 07.06.2021)

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4 BYD faz testes com ônibus elétricos e busca obter panorama mais claro

No final de 2020, a BYD deu início ao primeiro teste com um ônibus elétrico rodoviário no país, que está sendo realizado no Espírito Santo. Um projeto que envolve a parceira da EDP, VIX Logística (empresa do Grupo Águia Branca), WEG e CERTI, e terá duração de 18 meses, com investimento total de R$ 6,6 milhões. Superada esta fase de testes iniciais, teremos um panorama mais claro das possibilidades de uso desse tipo de veículo nas estradas do país. Caso seja realmente viável, será um importante passo para o avanço da mobilidade elétrica em uma complementação ao uso cada vez maior dos ônibus elétricos nas cidades. Segundo o monitor E-bus Radar, elaborado pelo Labmob da Universidade Federal do Rio de Janeiro, atualmente, o Brasil ocupa o quarto lugar no ranking mundial de países com a maior frota de ônibus elétricos. (Inside EVs – 07.06.2021)

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5 Seara adquire caminhões JAC e vai compor 40% da frota com VEs

A Seara passou a utilizar caminhões elétricos, a exemplo de outras empresas que vem adotando os VEs. Embora não revele o tamanho da frota, a empresa informa que 40% dos seus veículos serão elétricos. Nesse sentido, a companhia acaba de iniciar as operações com o JAC iEV1200T. Inicialmente, o caminhão será utilizado em Santa Catarina, em uma rota com cerca de 17 km. Segundo a empresa, ainda em 2021 serão adquiridos mais três VEs. De acordo com a Seara, o caminhão elétrico vai rodar até 150 Km por dia. Por isso, a empresa instalou um ponto de recarga em Itajaí, serão cerca de quatro horas para repor a carga das baterias. A Seara está em busca de parceiros onde também seja possível recarregar as baterias de seus caminhões. (O Estado de São Paulo – 06.06.2021)

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6 Maranhão: parceria com Equatorial para instalação de estação de carregamento pública

O Governo do Maranhão assinou na terça-feira (08) um convênio para a entrega de um ponto de recarga para carros e bicicletas elétricas da Equatorial Energia na região de São Luís. A parceria prevê que o Grupo Equatorial instale uma estação pública e gratuita para o carregamento de VEs, além de disponibilizar bicicletas elétricas para uso compartilhado da população próxima do Parque do Rangedor. A novidade das bicicletas e carros elétricos é uma iniciativa do Grupo Equatorial através do Programa de P&D. O projeto tem data prevista para ser instalado em novembro desse ano e ainda conta com investimentos de mais 9 empresas do setor energético. O objetivo é analisar o uso de VEs pela comunidade em relação ao atual cenário de mobilidade. Além das bicicletas, um carro elétrico será doado à Secretaria do Governo para a fiscalização dos parques públicos do Maranhão, principalmente onde o projeto funcionará. (Click Petróleo e Gás – 08.06.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Luiza Masseno
Pesquisadores: Vinicius José da Costa e Pedro Barbosa
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico do Instituto de Economia da UFRJ.

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