IFE.TEX 45

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 45 – publicado em 14 de junho de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Tecnologias Exponenciais – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 45 – 14 de junho de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética
1
Canadá: Atura Power estudará viabilidade de centros de hidrogênio
2 Bill Gates e União Europeia vão investir US$ 1 bi em tecnologias de baixo carbono
3 Complexo do Pecém vai implantar a primeira usina de ondas do mar no Ceará
4 Capacidade do eletrolisador europeu atingirá 2,7 GW em 2025
5 China e IRENA impulsionam laços como líderes do mercado de energias renováveis com metas de neutralidade de carbono

Geração Distribuída
1 Telite cria tecnologia com grafeno e material reciclado para produzir telhas fotovoltaicas
2 BYD investe em pesquisas sobre semicondutores para energia solar
3 Geração distribuída deve atrair R$ 16,7 bi em investimentos, afirma relator de PL

Armazenamento de Energia
1 P&D da Engie em armazenamento de energia em etapas finais

Mobilidade Elétrica
1 Moura se integra ao consórcio modular da VWCO em Resende
2 JAC ganha espaço no Brasil com caminhão elétrico
3 Embraer cada vez recebe mais encomendas de ‘carros voadores’
4 Apple estaria negociando fornecimento de baterias para seu veículo elétrico

Digitalização
1 Engie lança ferramenta startup digital para compra de energia de longo prazo


 

 

Transição Energética

1 Canadá: Atura Power estudará viabilidade de centros de hidrogênio

Para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa e apoiar o desenvolvimento da infraestrutura de uma fonte de energia limpa fundamental no contexto de transição energética, a Atura Power, uma empresa que desempenha um papel fundamental no sistema elétrico, realizará um estudo para explorar a produção de hidrogênio e centros regionais em Ontário, Canadá. O estudo tem como principal eixo alavancar a criação de centros de hidrogênio por diversos locais em Ontário que sejam ancorados em torno de ativos de eletricidade. Essa análise será feita em conjunto com a Hatch, empresa de gerenciamento de projetos. Por fim, caso a análise seja bem-sucedida e os centros de produção de hidrogênio sejam criados, a Atura pode destinar o uso do hidrogênio para os veículos pesados ou até mesmo para a indústria, substituindo o uso do aço e cimento, dois grandes emissores de carbono. (H2 View – 04.06.2021)

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2 Bill Gates e União Europeia vão investir US$ 1 bi em tecnologias de baixo carbono

A União Europeia e um programa de investimento em energia fundado pelo empresário Bill Gates planejam levantar juntos o equivalente a US$ 1 bilhão entre 2022 e 2026 para lançar as tecnologias de baixo carbono, área em que a Europa aposta para cumprir as metas de mudança climática, disse a Comissão Europeia no dia 02 de junho. O apoio terá como alvo o hidrogênio produzido a partir de energia renovável, combustíveis de aviação sustentáveis, tecnologia para sugar CO2 da atmosfera e armazenamento de energia de longa duração, disse a Comissão. Os investimentos se concentrarão em projetos de larga escala para reduzir o custo das tecnologias e incluirão subvenções e outros instrumentos financeiros. (O Estado de São Paulo – 03.06.2021)

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3 Complexo do Pecém vai implantar a primeira usina de ondas do mar no Ceará

O Complexo do Pecém e a empresa sueca-israelense Eco Wave Power assinaram um memorando de entendimento (MoU) para a implementação de uma usina de ondas (maremotriz) nas instalações do Porto do Pecém, localizado no Ceará. A usina de energia limpa gerada a partir das ondas do mar terá capacidade instalada de até 9 MW. De acordo com um estudo realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2019, o Brasil tem um potencial de gerar 91,8 GW em energia das ondas. Apenas um quinto desse potencial seria suficiente para abastecer aproximadamente 35% da demanda de eletricidade do país. (Brasil Energia – 04.06.2021)

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4 Capacidade do eletrolisador europeu atingirá 2,7 GW em 2025

A Europa está a caminho de instalar 2,7 GW de capacidade de eletrolisador para produzir hidrogênio verde até 2025, um aumento de quase 50 vezes na capacidade construída nos últimos 10 anos, de acordo com a consultoria Delta-EE, que conduziu pesquisas sobre o estado do mercado europeu de eletrolisadores de hidrogênio em rápido crescimento, descobriu que “o tempo está se esgotando” para estabelecer os muitos projetos na escala de centenas de MW necessários para atingir a meta da UE de 6 GW até 2024. A pesquisa é a primeira produzida pelo novo Serviço Global de Inteligência de Hidrogênio da Delta-EE. O gerente de produto da consultoria, Robert Bloom, disse: “Essa história tem dois lados. Por um lado, este é o crescimento incrivelmente rápido de uma tecnologia-chave para metas líquidas de CO2 zero; por outro, ainda está bem aquém das metas nacionais e da UE tremendamente ambiciosas que foram estabelecidas. (Renewables Now – 09.06.2021)

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5 China e IRENA impulsionam laços como líderes do mercado de energias renováveis com metas de neutralidade de carbono

A IRENA e a Administração Nacional de Energia da República Popular da China concordaram em trabalhar para fortalecer a cooperação como [a China] é o maior mercado mundial de energia renovável, o que cria impulso para a realização de seus objetivos de neutralidade de carbono. A China se comprometeu a atingir o pico de suas emissões de CO 2 antes de 2030 e se comprometeu a alcançar a neutralidade de carbono antes de 2060. Nos termos do acordo, a IRENA preparará um roteiro de transição energética abrangente identificando as principais ações políticas, soluções tecnológicas e programas de desenvolvimento industrial para permitir a realização de metas nacionais de energia renovável de médio e longo prazo e objetivos de descarbonização. A China se comprometeu a aumentar sua parcela de combustível não fóssil na energia primária para 25% até 2030 e aumentar a capacidade total instalada de energia solar e eólica para 1200 GW no mesmo período. (IRENA – 07.06.2021)

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Geração Distribuída

1 Telite cria tecnologia com grafeno e material reciclado para produzir telhas fotovoltaicas

A Telite, uma fabricante de telhas plásticas com 100% de material reciclado, com sede no Rio de Janeiro, passou também a produzir telhas com nova tecnologia usando o Grafeno com material composto de átomos de carbono que gera energia fotovoltaica. A tecnologia aplicada para captação de luz solar permite que cada placa de telha, cujo tamanho é de 1,90m x 1,10m, tenha capacidade para gerar 30 Kwh por mês. De acordo com o fundador da Telite, Leonardo Retto, com o investimento tecnológico, as telhas para captação solar devem chegar ao mercado com preço alinhado à média das placas comuns, cada telha deve ser vendida por R$140 a R$150. (Petronotícias – 04.06.2021)

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2 BYD investe em pesquisas sobre semicondutores para energia solar

A empresa BYD está investindo na aquisição de equipamentos de stringer e de flash test de última geração dedicados à realização de experimentos em PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) para a elaboração de amostras e de novas tecnologias de energia solar na área de semicondutores. O stringer é um equipamento responsável por aplicar as tecnologias de interconexão elétrica entre as células fotovoltaicas dos módulos. Já o flash test basicamente realiza a caracterização elétrica (medição de curva IV) de módulos em ambiente de laboratório. Desde 2017, a companhia vem consolidando sua infraestrutura de P&D no Brasil em parceria com a Unicamp e o Instituto de Pesquisas Eldorado. (Brasil Energia – 02.06.2021)

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3 Geração distribuída deve atrair R$ 16,7 bi em investimentos, afirma relator de PL

A geração distribuída deverá atrair aproximadamente R$ 16,7 bilhões em investimentos neste ano, de acordo com o deputado federal Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), relator do projeto de lei 5.829/2019, que prevê a implementação de um marco legal para a GD no país. A proposta tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados. A fonte principal para a modalidade é a solar, que no ano passado foi responsável por investimentos de R$ 11 bilhões em sistemas instalados em telhados, fachadas ou pequenos sítios rurais. Ademais, Com o objetivo de popularizar a GD, para que assim os próximos anos possam vir a atrair mais investimentos, o deputado buscou apresentar uma proposta positiva para consumidores e distribuidoras de energia. A proposta é que haja a adoção da tarifa Fio B (de uso de sistema de distribuição), cujo pagamento por parte dos consumidores teria uma ampliação gradual ao longo de oito anos. Do primeiro ao sétimo ano da entrada em vigor da regra, parte dos recursos destinados às distribuidoras seria arcado pela Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Somente no oitavo ano o consumidor passaria a arcar com 100% da Fio B. Essa regra valeria para sistemas inferiores a 500 kW, ou até 3.000 kW desde que compartilhada por vários consumidores. (Brasil Energia – 07.06.2021)

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Armazenamento de Energia

1 P&D da Engie em armazenamento de energia em etapas finais

A Engie Brasil Energia está desenvolvendo um projeto de P&D para o armazenamento de energia com baterias de íons lítio. O trabalho conta com a cooperação da Guascor e é executado pelo Laboratório Fotovoltaica, da Universidade Federal de Santa Catarina. O desenvolvimento dos sistemas terá três focos distintos: aplicações centralizadas de grande porte, aplicações de geração descentralizadas de pequeno porte e aplicações descentralizadas residenciais. Segundo a EBE, uma ação é analisar como irá ocorrer a integração da geração por fontes intermitentes solar e eólica. E ainda, a despachabilidade de usinas dessas duas fontes, como ocorre a supressão de picos de demanda, a garantia de fornecimento a clientes ou serviços críticos, e ainda, a avaliação da vida útil das baterias e recarga de veículos elétricos, entre outros aspectos. Iniciado em maio de 2017, o projeto tem um prazo de execução de cinco anos e orçamento de R$ 26,3 milhões. A previsão de conclusão é em maio de 2022. (CanalEnergia – 02.06.2021)

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Mobilidade Elétrica

1 Moura se integra ao consórcio modular da VWCO em Resende

A Volkswagen Caminhões e Ônibus (VWCO) comunicou oficialmente na terça-feira, 1º, a integração da Moura ao Consórcio Modular de empresas que participam diretamente da produção dos veículos na fábrica de Resende (RJ). A nova parceira será responsável pela área dedicada à montagem de baterias e sistemas de alta tensão do e-Delivery, que começa a ser produzido até o fim deste mês. A Moura já era encarregada por montar em sua fábrica de Belo Jardim (PE) e enviar para Resende os módulos de baterias do e-Delivery, produzidos com células de lítio que recebe da chinesa CATL, também participante do consórcio elétrico da VWCO. Agora foi oficialmente nomeada como responsável pela montagem dos sistemas de alta voltagem do caminhão. Cristiane Assis, gerente de negócios da divisão de lítio da Moura, informou que os módulos de baterias para o e-Delivery estão em produção em Belo Jardim, onde a empresa investiu valores não revelados em uma linha de montagem específica, em um galpão já preparado para futuras expansões se a demanda aumentar. A executiva da Moura admite que faz parte das ambições da divisão de lítio da empresa a produção no Brasil das células que hoje vêm importadas da China. “Temos a intenção de adquirir tecnologia e fazer investimentos para nacionalizar os packs, mas esse é um programa que irá sendo construído gradualmente, de acordo com a demanda de mercado. Por causa da pandemia esse processo anda mais devagar, mas o plano está mantido”, diz Cristiane. A formação do e-Consórcio já confere ao e-Delivery um maior nível de nacionalização de partida, acima de 50%, o que credencia o caminhão à linha de financiamento do BNDES/Finame. Além dos módulos de baterias produzidos no Brasil pela Moura, a catarinense Weg fornece o motor elétrico especialmente projetado para o caminhão VW, enquanto a Meritor produz em Osasco (SP) o eixo trativo adaptado ao powertrain eletrificado, também participam do consórcio a Bosch, Eletra, Semcom e a Siemens. (Automotive Business – 01.06.2021)

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2 JAC ganha espaço no Brasil com caminhão elétrico

A JAC vem ganhando espaço no Brasil com seu caminhão elétrico. A RTE Rodonaves adquiriu seis caminhões da JAC. Dessa forma, os caminhões 100% elétricos vão atuar nas operações de embarcadores que precisam reduzir suas emissões de poluentes. Segundo a Rodonaves, as primeiras avaliações dos JAC elétricos foram feitas no fim de 2020. Assim, a empresa constatou a viabilidade na utilização de caminhões elétricos em operações urbanas. De acordo com a empresa, esse é o primeiro passo para formar uma “frota mais verde”. Além da Rodonaves, a Manlog Transportes também incorporou 20 veículos elétricos. Os veículos já rodam há 30 dias com a empresa goiana. Segundo a Manlog, nesse período deixaram de ser emitidos mais de 17 toneladas de carbono. Isso equivale ao plantio de mais de 10 mil árvores. Segundo a Manlog, os caminhões elétricos rodam, em média, 3,5 mil km por mês, operando nas cidades de Goiânia, Brasília e São Paulo. Além dos caminhões, a empresa possui automóveis elétricos que fazem parte de um programa de carona pelos colaboradores da empresa. De acordo com a empresa, a economia com combustível passa dos R$ 9 mil. (O Estado de São Paulo – 06.06.2021)

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3 Embraer cada vez recebe mais encomendas de ‘carros voadores’

O projeto do eVTOL ainda está em desenvolvimento e veículos devem começar a ser entregues a partir de 2026. A Embraer anunciou, nesta segunda-feira, 7, mais um acordo de venda de seu “carro voador”, cujo projeto ainda está em desenvolvimento. A fabricante brasileira de aviões fechou um contrato para entregar 50 veículos elétricos de pouso e decolagem vertical (ou eVTOL) para a Helisul Aviation, empresa que opera helicópteros na América Latina. Em todo o mundo, pelo menos 140 projetos de eVTOL estão sendo desenvolvidos. O setor aposta que o novo veículo transformará a aviação ao oferecer viagens mais baratas do que as de helicópteros. A grande mudança tecnológica será que o eVTOL não precisará de pilotos e será elétrico. Por ser movido a bateria, não vai emitir poluentes e fará menos barulho do que os helicópteros. (O Estado de São Paulo – 07.06.2021)

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4 Apple estaria negociando fornecimento de baterias para seu veículo elétrico

A Apple começou a negociar com as chinesas CATL e BYD sobre o fornecimento de baterias para seu planejado veículo elétrico, afirmaram pessoas com conhecimento do assunto disse. A Apple estaria exigindo uma construção de fábricas nos Estados Unidos como uma condição para os fornecedores de baterias, segundo as fontes. A CATL, que abastece grandes fabricantes de automóveis, incluindo a Tesla, está relutante em construir uma fábrica nos EUA por causa das tensões políticas entre Washington e Pequim, bem como às preocupações com os custos. As empresas envolvidas não quiseram comentar. (Forbes – 08.06.2021)

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Digitalização

1 Engie lança ferramenta startup digital para compra de energia de longo prazo

A Engie lançou um novo produto em sua plataforma digital Energy Place, o Adesão, que permitirá aos clientes realizar cotações de energia de longo prazo. O principal propósito do lançamento da ferramenta é a simplificação da negociação e gestão de contratos de energia no mercado livre, atendendo clientes, gestoras e consultorias. Normalmente, para fazer uma operação de longo prazo, os clientes entram em contato com as comercializadoras para saber os preços, condições e prazos antes de tomarem uma decisão. É feito um estudo e depois gerada uma proposta, em um processo que requer diversas interações e análises. Já o novo produto, de acordo com a empresa, faz todo o processamento dos dados e possibilita a cotação de forma digital, rápida e prática, como em um e-commerce. (Brasil Energia – 02.06.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Monique Coimbra e
Walas Júnior
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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