IFE.H2 36

Informativo Eletrônico – Geração de Energia com Hidrogênio nº 36 – publicado em 11 de junho de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Hidrogênio – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 36 – 11 de junho de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Financiamentos
1
Rússia: Governo aumenta investimento em veículos a hidrogênio
2 Rússia: Empresas assinam acordos relacionados ao hidrogênio durante o Spief
3 Estados Unidos: Legisladores solicitaram US$ 300 milhões para infraestrutura de hidrogênio na Califórnia
4 Rússia: Evraz e Gazprom farão cooperação para desenvolver tecnologia do hidrogênio
5 Estados Unidos: Departamento de energia reduzirá o custo do hidrogênio limpo ainda nessa década
6 ArcelorMittal vai investor $10M na Heliogen com a iniciativa XCarb™
7 RUSNANO e Eurasian Development Bank (EDB) irão colaborar em projetos de H2V
8 Brasil: Diretrizes do Plano Nacional do Hidrogênio serão lançadas em 60 dias

Produção
1 Dinamarca: Peel NRE produzirá hidrogênio branco
2 Austrália: Avanço no primeiro vale de hidrogênio do país
3 Mar do Norte: Cerulean Winds pretende implementar 200 turbinas eólicas offshore para produzir H2V
4 SK investe na Monolith para desenvolver a economia do hidrogênio turquesa
5 Canadá: Atura Power estudará viabilidade de centros de hidrogênio
6 Queensland: Empresas estão mais perto de construir usina de 3GW de hidrogênio verde
7 Lhyfe e Chantiers irão construir a primeira planta de hidrogênio alimentada por eólica offshore

Armazenamento e Transporte
1 Austrália: A Global Energy Ventures está desenvolvendo nova embarcação para transporte de H2
2 Itália: grande estrutura de gasodutos para hidrogênio em planejamento
3 Noruega: empresas se unem para desenvolver uma cadeia logística marítima para hidrogênio verde

4 Austrália: CSIRO e Ampol se unem para tecnologia de armazenamento de hidrogênio “step-change”

Uso Final
1 Empresa sueca irá fornecer tecnologia para mobilidade a hidrogênio no Japão
2 Yara e Trafigura se unem para explorar potencial de amônia limpa
3 Rússia: Modelo Aurus movido a hidrogênio é desenvolvido

Tecnologia e Inovação
1 China: nanorreator aumenta o desempenho da reação eletroquímica de evolução do hidrogênio
2 Baker Hughes fornecerá tecnologia de compressão avançada a Air Products

Eventos
1 Webcast: Hidrogênio como elemento integrante do mercado interno de energia da Europa
2 Curso: Projetos de hidrogênio verde
3 Webinar: Aviação Limpa para o Brasil – Combustíveis sustentáveis no contexto político brasileiro

Artigos e Estudos
1 Artigo “Hidrogênio verde: novas perspectivas e novas regras de um mercado em ebulição”
2 Relatório: 400 reatores seriam necessários para suprir demanda de hidrogênio global
3 Demanda alemã de hidrogênio deve alcançar entre 400 a 800 TWh
4 Potencial para o hidrogênio verde na região do GCC

5 Como os Orgãos de Transporte Local do Reino Unido podem contribuir para a descarbonização
6 Pillsburry lança mapa interativo com projetos de hidrogênio de baixo carbono



 

 

Políticas Públicas e Financiamentos

1 Rússia: Governo aumenta investimento em veículos a hidrogênio

O governo russo planeja investir US$ 10,5 bilhões no desenvolvimento de veículos elétricos e a hidrogênio até 2030, de acordo com documentos obtidos pela agência Vedomosti. Nos próximos anos, a participação de veículos elétricos no mercado automotivo da Rússia pode crescer de 0,05% a 15%, segundo funcionários do Ministério de Desenvolvimento Econômico. Em 2030, pode haver 1,5 milhão de VEs nas estradas russas, apoiados por 20.000 novas estações de recarga, de acordo com o plano. O plano vai destinar US$ 1,7 bilhão para o desenvolvimento de veículos movidos a hidrogênio. Já em 2022 a participação de VEs no mercado de automóveis russo chegará a 1,7%, o que corresponde a quase 30 vezes mais do que em 2020. Em 2020, a montadora local KamAZ apresentou o Kama-1, que poderia se tornar o primeiro EV de fabricação russa no mercado, porém ainda não há fabricação desse tipo de veículo e o governo não dispôs do apoio necessário. A Ford está planejando abrir a primeira fábrica russa de produção dos VEs em 2022. (H2 Bulletin – 06.06.2021)

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2 Rússia: Empresas assinam acordos relacionados ao hidrogênio durante o Spief

Na última semana, vários acordos relativos ao hidrogênio foram assinados nos setores de transporte e industrial. Os países europeus se mantiveram ativos no mercado de hidrogênio como de costume. No entanto, o Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (Spief), na Rússia, continua sendo uma força motriz por trás de vários negócios importantes. Novatek e TotalEnergies SE trabalharão na produção e uso de tecnologias de hidrogênio para trocar turbinas a gás por hidrogênio. Novatek e Severstal irão produzir hidrogênio azul e desenvolver soluções técnicas para o transporte e armazenamento de hidrogênio. A Severstal também trabalhará com a Gazprom Neft para desenvolver tecnologias para a produção, transporte, armazenamento e uso de hidrogênio, bem como descarte de CO2. A Gazprom Neft também assinou acordos separados com duas siderúrgicas russas, Evraz e Severstal, para desenvolver tecnologias para produzir, transportar, armazenar e usar hidrogênio e reduzir as emissões de CO2. Russian Railways, Sinara e Rusnano concordaram em desenvolver locomotivas movidas a célula a combustível. (H2 Bulletin – 06.06.2021)

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3 Estados Unidos: Legisladores solicitaram US$ 300 milhões para infraestrutura de hidrogênio na Califórnia

Uma coalizão bipartidária de cerca de 20 legisladores pediu um financiamento de US$300 milhões para hidrogênio no orçamento do estado e a alocação de 20% do financiamento do Programa de Transporte Limpo do estado para apoiar a infraestrutura de abastecimento de hidrogênio na Califórnia. Os legisladores escreveram uma carta ao Presidente Pro Tempore do Senado, Toni Atkins (D-San Diego) e ao Presidente da Assembleia, Anthony Rendon (D-Lakewood), onde destacaram: “Para que todas as comunidades participem verdadeiramente desta transição emocionante, estabelecer a infraestrutura de abastecimento de hidrogênio é um ponto crítico”. Além disso, o membro da Assembleia Jim Frazier (D-Fairfield), que também assinou uma carta separada pedindo apoio à infraestrutura de hidrogênio, escreveu: “Os veículos com célula a combustível constituirão 25% dos veículos leves de emissão zero, o que equivale a bem mais de 6 milhões de veículos”. (H2 Bulletin – 03.06.2021)

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4 Rússia: Evraz e Gazprom farão cooperação para desenvolver tecnologia do hidrogênio

A Evraz (uma siderúrgica russa líder) e a Gazprom Neft (a terceira maior produtora de petróleo da Rússia e uma subsidiária da Gazprom) concordaram em cooperar no desenvolvimento de tecnologias para produzir, transportar, armazenar e usar hidrogênio, bem como reduzir as emissões de CO2. Nesse sentido, a Gazprom Neft compartilhará sua experiência em descarte de CO2 devido ao seu envolvimento no NIS da Sérvia (uma joint venture da Gazprom Neft e da República da Sérvia) desde 2015. O projeto sérvio implementou a coleta e purificação de gás natural com alto teor de CO2 em uma série de depósitos, com o CO2 extraído bombeado de volta para reservatórios desenvolvidos de cerca de 2.500 metros de profundidade. A Evraz vê o hidrogênio como uma fonte de energia verde de alto potencial. A empresa avaliará a viabilidade de captura de CO2 para fins de descarte ou utilização. Além disso, pretende mudar suas instalações de produção de aço de hidrocarbonetos para combustíveis de metano-hidrogênio para reduzir as emissões. Aleksey Ivanov, vice-presidente sênior de comércio e desenvolvimento de negócios da Evraz, disse: “Rotineiramente descartamos o CO2 bombeando-o de volta aos reservatórios de petróleo e gás como parte de nossas operações; acumulamos experiência significativa em tais projetos e estamos prontos para compartilhar essa experiência com nossos parceiros e com o mercado em geral.” (H2 Bulletin – 03.06.2021)

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5 Estados Unidos: Departamento de energia reduzirá o custo do hidrogênio limpo ainda nessa década

A iniciativa Energy Earthshots secretária de Energia Jennifer M. Granholm do Departamento de Energia dos EUA (DOE) com a intenção de realizar algumas metas que ajudarão os EUA a enfrentar a crise climática e alcançar a meta do governo Biden-Harris de emissões líquidas de carbono zero até 2050. Uma dessas metas, a Hydrogen Shot (Tiro de Hidrogênio), pretende reduzir o custo do hidrogênio limpo em 80%, ou seja US$1 por quilograma, em apenas uma década. No lançamento, a secretária Granholm disse: “O Energy Earthshots é uma convocação para inovação, colaboração e aceleração de nossa economia de energia limpa, enfrentando as mais difíceis barreiras para implantar rapidamente tecnologias emergentes de energia limpa em escala”. Ao cortar o custo do hidrogênio, o DOE espera poder desbloquear um aumento de cinco vezes na demanda, aumentando a produção a partir de fontes renováveis, nuclear e conversão térmica – algo que acredita que beneficiará muito os EUA por uma série de razões. (H2 View – 07.06.2021)

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6 ArcelorMittal vai investor $10M na Heliogen com a iniciativa XCarb™

A ArcelorMittal, a maior siderúrgica mundial fora da China, concluiu seu investimento inicialmente de US$10 milhões no fundo de inovação XCarb™ em uma empresa de energia renovável. A Heliogen se concentra no uso da luz solar para substituir os combustíveis fósseis e para produzir hidrogênio, como forma de descarbonizar os setores industriais, incluindo o aço. Além do investimento de US$ 10 milhões, a ArcelorMittal e a Heliogen concordaram em explorar o potencial da tecnologia da Heliogen em outras siderúrgicas da empresa. A tecnologia é baseada na concentração de energia solar, usando um campo de espelhos, e conversão em energia térmica (HelioHeat ™), eletricidade (HelioPower ™) ou combustíveis limpos (HelioFuel ™). Da mesma forma, a empresa irá produzir hidrogênio verde com sua marca de combustível limpo HelioFuel ™. A ArcelorMittal está trabalhando em uma tecnologia Innovative-DRI substituindo o gás natural pelo hidrogênio como redutor na produção de ferro reduzido diretamente. (H2 Bulletin – 08.06.2021)

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7 RUSNANO e Eurasian Development Bank (EDB) irão colaborar em projetos de H2V

O grupo RUSNANO e o Banco de Desenvolvimento Eurasiático (EDB) vão começar a colaborar na implementação de projetos nos setores de hidrogênio verde, energia renovável e alta tecnologia na União Econômica da Eurásia (EAEU). O acordo foi assinado no Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo por Sergey Kulikov, Presidente do Conselho Executivo da RUSNANO MC (Empresa de Gestão), e Nikolai Podguzov, Presidente do Conselho de Administração da EDB. O objetivo do acordo é permitir que a EDB financie um novo fundo de energia alternativa com o objetivo de fornecer financiamento para o setor de energia renovável. Espera-se que esta organização faça investimentos não só na Federação Russa, mas também no Cazaquistão e em outras nações da EAEU. A prioridade do Banco é apoiar projetos que promovam a integração nas esferas de infraestrutura de transporte, digitalização, energia renovável, agricultura, manufatura e engenharia. (Fuel Cells Works – 08.06.2021)

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8 Brasil: Diretrizes do Plano Nacional do Hidrogênio serão lançadas em 60 dias

Durante a 12ª Reunião Ministerial de Energia Limpa (CEM), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, confirmou que o governo irá lançar as diretrizes do Programa Nacional de Hidrogênio (PNH2) em 60 dias. Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), as novas normas vão sinalizar o desenvolvimento da infraestrutura de produção de hidrogênio, seu armazenamento, transporte e distribuição. Além disso, as diretrizes irão nortear como o hidrogênio será inserido na matriz de consumo dos setores de transporte, siderurgia e fertilizantes. De acordo com o MME, o PNH2 irá permitir que o Brasil reduza as emissões de gases do efeito estufa e pode funcionar como armazenamento de energia. (Agência Brasil – 04.06.2021)


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Produção

1 Dinamarca: Peel NRE produzirá hidrogênio branco

A Peel NRE, empresa pertencente à Peel L&P, uma grande desenvolvedora de projetos sustentáveis, planeja realizar a segunda instalação da usina de hidrogênio branco na Dinamarca. Com um investimento total de £ 20 milhões, a empresa pretende utilizar plásticos não recicláveis, para produzir o hidrogênio branco. Esta é uma solução ecológica, pois a produção de hidrogênio neste processo, denominado como hidrogênio branco, não emite gases de efeito estufa. A tecnologia utilizada será da empresa Powerhouse Energy Group e estima-se a transformação de 13.500 toneladas de plásticos não recicláveis em hidrogênio. O projeto piloto poderá incentivar novos projetos nos mesmos moldes a acontecer, uma vez que a Dinamarca produz cerca de 500.00 toneladas de resíduos plásticos anuais, e os mesmos podem ser reaproveitados para a produção de hidrogênio. (Fuel Cells Works – 01.06.2021)

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2 Austrália: Avanço no primeiro vale de hidrogênio do país

Os planos para o primeiro vale de hidrogênio da Austrália, localizado na região de Hunter, em New South Wales, deram um grande passo em frente. O líder do projeto, Energy Estate, confirmou no dia 7 de junho a Enosi como parceira de certificação oficial para o projeto Hunter Hydrogen Network (H2N), que incluirá projetos de produção, transporte e exportação de hidrogênio em grande escala, para permitir o desenvolvimento da economia na região. A Enosi, empresa australiana de energia, trabalhará com as autoridades de certificação para garantir que todos os aspectos do processo sejam atendidos. O diretor da Energy Estate, Vincent Dwyer, comentou sobre o envolvimento da Enosi: “Um elemento chave no fornecimento de hidrogênio verde é a certificação de que a eletricidade usada no desenvolvimento do produto seja gerada a partir de fontes de energia renováveis reconhecidas”. (H2 View – 07.06.2021)

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3 Mar do Norte: Cerulean Winds pretende implementar 200 turbinas eólicas offshore para produzir H2V

Para conseguir uma rápida descarbonização dos ativos de petróleo e gás no Reino Unido, a Cerulean Winds, empresa de energia eólica offshore, pretende realizar um projeto que irá unir o uso da energia eólica offshore e o hidrogênio verde. Com um financiamento em torno de US $ 14,3 bilhões, o projeto irá desenvolver 200 turbinas eólicas para serem implementadas no Mar do Norte Central, com capacidade de 3GW. O projeto será capaz de desenvolver hidrogênio verde em grande escala com um potencial de exportação de £ 1 bilhão (US$ 1,4 bilhão). Estima-se que 200.000 novas funções nos setores de eólica offshore e hidrogênio sejam criadas, para suprir 160.000 empregos destituídos dos setores de petróleo e gás. (H2 View – 02.06.2021)

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4 SK investe na Monolith para desenvolver a economia do hidrogênio turquesa

O hidrogênio turquesa é indispensável no contexto atual de transição energética, uma vez que ele possui preço competitivo, comparado ao hidrogênio azul, e é ecologicamente correto, assim como o hidrogênio verde. Nesse sentido, desde 2012 a empresa Monolith vem realizando diversos investimentos no hidrogênio turquesa, sendo a única empresa no mundo com tecnologia de processo que entrou na fase de comercialização. Atualmente a SK investe na Monolith, devido ao seu sucesso com a tecnologia e espera um grande desenvolvimento da economia desse tipo de hidrogênio, com o investimento realizado. A SK também espera garantir tecnologias promissoras na cadeia de valor, acelerando assim a realização do seu roteiro de negócio para com o hidrogênio. (Fuel Cells Works – 03.06.2021)

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5 Canadá: Atura Power estudará viabilidade de centros de hidrogênio

Para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa e apoiar o desenvolvimento da infraestrutura de uma fonte de energia limpa fundamental no contexto de transição energética, a Atura Power, subsidiária da Ontario Power Generation, realizará um estudo para explorar a produção de hidrogênio e centros regionais em Ontário, Canadá. O estudo tem como principal eixo alavancar a criação de centros de hidrogênio em diversos locais da província, através da análise de viabilidade de projetos de demonstração. Essa análise será feita em conjunto com a Hatch, empresa de engenharia e gerenciamento de projetos. Caso a análise seja bem-sucedida e os centros de produção implementados, a Atura poderá destinar o uso do hidrogênio para os veículos pesados ou até mesmo para a indústria, substituindo o uso do aço e cimento, dois grandes emissores de carbono. (H2 View – 04.06.2021)

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6 Queensland: Empresas estão mais perto de construir usina de 3GW de hidrogênio verde

A Stanwell Corporation, maior geradora de eletricidade do estado de Queensland, e a Iwatani Corporation, conglomerado japonês atuante na área de gases industriais, deram um passo à frente no projeto para construção de uma enorme planta de hidrogênio. A usina, com 3GW de capacidade, na região estadual de Gladstone, Queensland, está sendo construída produzirá o hidrogênio verde. A energia que alimentará o eletrolisador será fornecida pela Zona de Energia Renovável Central do Estado, em um total de 5.000 MW. O projeto tem o intuito de posicionar Queensland como um grande produtor de hidrogênio verde, apoiando o crescimento das energias renováveis, criando empregos e fornecendo acesso a oportunidades de exportação no mercado global. (Renew Economy – 08.06.2021)

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7 Lhyfe e Chantiers irão construir a primeira planta de hidrogênio alimentada por eólica offshore

A Lhyfe, empresa player de hidrogênio, juntamente com a Chantiers de L’Atlantique, um dos líderes mundiais no quesito de instalações offshore, planejam construir uma planta de hidrogênio que será alimentada por energia eólica offshore, para produzir o hidrogênio verde. A planta será alimentada pela energia proveniente de uma turbina eólica offshore Floatgen, de 2MW, que foi instalada na Central de Nantes (SEM-VER, criada em 2018). A Central de Nantes diz que o local de teste offshore atende a todos os critérios para validar a tecnologia de produção de hidrogênio, antes de passar por uma possível implantação industrial em grande escala em 2024. (Renew Economy – 08.06.2021)

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Armazenamento e Transporte

1 Austrália: A Global Energy Ventures está desenvolvendo nova embarcação para transporte de H2

O navio C-H2, com capacidade de carga de 430 toneladas de hidrogênio, está sendo desenvolvido pela Global Energy Ventures (GEV). O projeto ainda numa escala piloto é composto por dois grandes tanques circulares de 12m de diâmetro, contidos no casco do navio, que armazenarão hidrogênio à temperatura ambiente a uma pressão de operação de 250 bar. O navio de hidrogênio se alinhará com a escala, cronograma e oportunidades do mercado downstream para projetos de hidrogênio verde atualmente em consideração na Ásia-Pacífico e na Europa. Segundo a GEV, esse navio poderá se tornar o primeiro do mundo a transportar hidrogênio verde em grande escala, a partir da oferta e demanda do H2V no curto prazo no período 2025-2030. Martin Carolan, Diretor Administrativo e CEO da Global Energy Ventures, afirma ainda que: “O navio de 430 toneladas tem o tamanho ideal para atender às necessidades da atual indústria emergente de transporte marítimo e garantirá nosso estabelecimento no transporte marítimo de hidrogênio verde. (H2 View – 07.06.2021)

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2 Itália: grande estrutura de gasodutos para hidrogênio em planejamento

A Corinth Pipeworks está atuando na entrega de 440 km de dutos de alta pressão certificados para transportar até 100% de hidrogênio para a rede de gás da Snam, na Itália. O segmento de tubos de aço da Cenergy Holdings confirmou a notícia na última quarta-feira (2/06) como parte dos primeiros tubos de alta pressão recém-fabricados e certificados para transportar hidrogênio para um gasoduto de transmissão na Europa. Massimo Derchi, Diretor de Ativos Industriais da Snam, disse: “Enquanto continuamos com a análise e certificação de nossa rede, quando substituímos dutos antigos, agora usamos rotineiramente novos tubos testados em laboratório de acordo com os padrões internacionais e capazes de transportar hidrogênio até 100% sem alterar a pressão. Nosso objetivo é fornecer gás totalmente descarbonizado até 2050”. (H2 View – 07.06.2021)

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3 Noruega: empresas se unem para desenvolver uma cadeia logística marítima para hidrogênio verde

Com a finalidade de reduzir os custos de transporte do hidrogênio e as emissões de carbono ao mesmo tempo, a Gen2 Energy e a Höegh LNG uniram forças e realizaram um acordo para desenvolver uma cadeia logística marítima para o hidrogênio verde. As empresas visam ocupar lugar de pioneiras no transporte marítimo de hidrogênio verde, segundo as mesmas. “É um elemento crítico da cadeia de valor do hidrogênio e um elemento para o qual a Höegh LNG está posicionada de maneira única. A Gen2Energy tem potencial para ser um dos primeiros fornecedores em grande escala de hidrogênio verde para o mercado, com a Höegh LNG assumindo um papel de liderança em infraestrutura”, afirma o presidente e diretor executivo da Hoegh LNG. (H2 View – 08.06.2021)

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4 Austrália: CSIRO e Ampol se unem para tecnologia de armazenamento de hidrogênio “step-change”

O CSIRO e o Ampol lançaram juntas uma nova start-up, a Endua, que recebeu apoio da Main Sequence e foi lançada na terça-feira (08/06) após garantir um total de US $ 5 milhões em investimentos iniciais. A empresa comercializará novas tecnologias de eletrólise desenvolvidas pelo CSIRO que permitirão que o hidrogênio com emissão zero seja produzido usando eletricidade, armazenado e usado para fornecer energia conforme necessário. O CSIRO desenvolveu uma tecnologia australiana de eletrólise de hidrogênio para que o H2 pudesse ser armazenado diretamente no próprio dispositivo, permitindo que fosse usado na geração de energia de reserva. Conforme necessário, a nova star-up comercializará novas tecnologias do CSIRO, que permitirão que o hidrogênio com emissão zero seja produzido usando eletricidade. (Renew Economy – 08.06.2021)

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Uso Final

1 Empresa sueca irá fornecer tecnologia para mobilidade a hidrogênio no Japão

A Lightec, fabricante japonesa de componentes de e-mobilidade, realizou um estudo para avaliar a integração da tecnologia de microcélula a combustível e um tanque de hidrogênio no sistema. Com o estudo concluído, precedido também de uma análise de viabilidade, a empresa myFC, fornecerá suas células a combustível de hidrogênio para a Lightec, não excedendo $241 mil. O pedido é um marco entre as partes para estabelecer um acordo de cooperação para projetos de desenvolvimento técnico voltados para o setor de e-mobilidade. (H2 View – 07.06.2021)

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2 Yara e Trafigura se unem para explorar potencial de amônia limpa

A Trafigura, negociante de commodities, e a Yara, empresa líder de amônia, irão colaborar no uso de amônia azul e verde como combustível limpo para descarbonizar o transporte marítimo e explorar as oportunidades nesse mercado. A amônia azul é produzida a partir do hidrogênio azul, proveniente da reforma do gás natural com captura e armazenamento de carbono enquanto a amônia verde é produzida a partir do hidrogênio verde, proveniente de energias renováveis. As empresas assinaram um Memorando de Entendimento (MoU), no qual a Yara ficou responsável pelo fornecimento de amônia limpa para a Trafigura. Além disso, irão tomar iniciativas para consolidar a cadeia de valor da amônia limpa e facilitar a transição para combustíveis navais de emissão zero. (H2 Bulletin – 07.06.2021)

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3 Rússia: Modelo Aurus movido a hidrogênio é desenvolvido

O Instituto Central de Pesquisa Científica de Motores Automotivos da Rússia (NAMI) foi o responsável pelas decisões no desenvolvimento do modelo Aurus, um veículo de primeira classe. O modelo de laboratório, movido à hidrogênio, foi apresentado na fábrica no Tartaristão, na Rússia central. O Ministro do Comércio e Indústria da Rússia, Denis Manturov, disse que é possível que o veículo seja produzido em larga escala no futuro, mas reconheceu que essa é uma perspectiva de longo prazo. Manturov acrescenta, “primeiro temos que trabalhar a tecnologia e os modelos de laboratório, depois fazer um inventário e entender para que tipo de carro ele deve ser adaptado, qual é o mercado e a demanda do consumidor”. (Global Energy Prize – 08.06.2021)

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Tecnologia e Inovação

1 China: nanorreator aumenta o desempenho da reação eletroquímica de evolução do hidrogênio

Recentemente, um grupo liderado pelo Prof. Liu Jian do Instituto de Física Química de Dalian (DICP) da Academia Chinesa de Ciências, em colaboração com o Prof. Zhou Si da Universidade de Tecnologia de Dalian e o Prof. Liang Ji da Universidade de Tianjin, usou um único tipo de átomo para modificar o substrato de carbono e aumentar a interação entre o substrato e as nanopartículas de metal suportadas. O método pode ajustar precisamente os estados eletrônicos das nanoparticulas o Ru (rutênio), sintonizando sua atividade eletrocatalítica. “Este trabalho realiza a produção eficiente de hidrogênio verde usando eletrocatalisadores que não sejam a base de Pt (platina), fornecendo uma nova estratégia para direcionar o comportamento catalítico de nanocatalisadores metálicos suportados em carbono, de uma maneira mais flexível e não destrutiva”, disse o Prof. Liu. (Fuel Cells Works – 06.06.2021)

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2 Baker Hughes fornecerá tecnologia de compressão avançada a Air Products

A líder global em gases industriais, Air Products, e a Baker Hughes, líder mundial em compressão de hidrogênio avançada e tecnologia de turbina a gás, anunciaram uma colaboração global estratégica para desenvolver a compressão de hidrogênio de próxima geração, reduzindo o custo de produção e acelerando a adoção do hidrogênio como combustível zero carbono. Como parte da colaboração, a Baker Hughes fornecerá as turbinas NovaLT16 para o complexo de energia de hidrogênio zero carbono da Air Products em Edmonton, Alberta e Canadá e a tecnologia de compressão avançada para o projeto de hidrogênio da NEOM na Arábia Saudita. “Nossa tecnologia de compressão de hidrogênio é transformadora e a tecnologia da turbina a gás reduz o custo geral de produção sendo um facilitador estratégico para projetos importantes”, disse Rod Christie, vice-presidente executivo de Turbomachinery & Process Solutions da Baker Hughes. A empresa desenvolve compressores desde 1962 e hoje tem mais de 2.000 unidades operando em todo o mundo. (Baker Hughes – 09.06.2021)

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Eventos

1 Webcast: Hidrogênio como elemento integrante do mercado interno de energia da Europa

No dia 17 de junho será realizado um webcast para discutir como tornar os objetivos estabelecidos na Estratégia de Hidrogênio da União Europeia possíveis, passando da visão para a ação, permitindo assim que o hidrogênio faça parte do mercado interno de energia da Europa. O webcast faz parte de uma série de outros episódios nos quais serão discutidos: tecnologias no comércio, a democratização dos mercados de energia europeus e as implicações para os departamentos administrativos das empresas, o hidrogênio como um elemento integrante do mercado interno de energia da Europa e os determinantes de preço, tanto para energia quanto para gás. Inscreva-se aqui. (Power Engineering International – 26.05.2021)

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2 Curso: Projetos de hidrogênio verde

O curso “Green Hydrogen Projects” ofertado pela World Hydrogen Leaders acontecerá nos dias 29, 30 de junho e dia 1 de julho das 9h às 12h no horário de Brasília, de forma online. O objetivo é fornecer explicações claras sobre as oportunidades dentro de um mercado em rápido crescimento, a produção de hidrogênio limpo a partir de energia renovável, o H2V. Sendo assim, abordará uma perspectiva claramente focada nos negócios voltados para a tecnologia de eletrólise e seus determinantes de custo. Será possível avaliar as barreiras à escalabilidade de longo prazo, juntamente com o planejamento do projeto e as considerações de entrega, ilustradas por exemplos tirados de uma perspectiva global. (World Hydrogen Leaders – junho de.2021)

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3 Webinar: Aviação Limpa para o Brasil – Combustíveis sustentáveis no contexto político brasileiro

O evento será transmitido via MS Teams no dia 11 de junho, das 11h às 12h30 e apresentará a proposta do Projeto para uma aviação mais limpa, com o conceito de produção descentralizada de Power-to-Liquid Sustainable Aviation Fuels (PtL SAF). Também levantará discussões sobre o potencial em expansão do PtL SAF no contexto atual brasileiro e o papel do Projeto nesse cenário. Vale destacar que recentemente o Brasil lançou o Programa Combustível do Futuro. O objetivo principal do Programa é estimular o uso de combustíveis sustentáveis e de baixa intensidade de carbono e o fortalecimento do desenvolvimento tecnológico nacional, a fim de tornar a matriz de transporte brasileira mais limpa e sustentável. (International PtX Hub Berlin – junho de 2021)

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Artigos e Estudos

1 Artigo “Hidrogênio verde: novas perspectivas e novas regras de um mercado em ebulição”

Em artigo publicado pelo Estadão Política, Alberto Faro e Felipe Baracat analisam o mercado de hidrogênio no Brasil e as suas novas regras. Segundo os autores, “O problema é que o hidrogênio verde ainda é menos competitivo do que o hidrogênio cinza – produzido a partir de energia fóssil. Para que o hidrogênio verde se torne competitivo, será necessária uma política governamental que crie estratégias nacionais para estimular o crescimento do mercado de forma ordenada”. Os autores comentam sobre o Programa Nacional de Hidrogênio e fornece sugestões de medidas que podem ser adotadas para tornar o hidrogênio verde mais competitivo no país. (Estadão Política – 02.06.2021)

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2 Relatório: 400 reatores seriam necessários para suprir demanda de hidrogênio global

Atualmente, a maior parte do hidrogênio global produzido é por fontes de energias não renováveis, como o uso dos combustíveis fósseis, produzindo assim o hidrogênio cinza. Por outro lado, de acordo com um relatório que o gabinete parlamentar francês publicou, o caminho para o hidrogênio de baixo carbono proveniente da eletricidade nuclear representaria 400 novos reatores nucleares de 1 GW. Assim, sem o uso da produção de hidrogênio nuclear, a França não será capaz de produzir o H2 de que necessita, motivo pelo qual terá de complementar a utilização da energia nuclear com a de outras fontes de produção de eletricidade, referindo-se, em particular, às energias renováveis. (Hydrogen Fuel News – 04.06.2021)

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3 Demanda alemã de hidrogênio deve alcançar entre 400 a 800 TWh

Os Institutos Fraunhofer ISI (Institute for Systems and Innovation), ISE (Institute for Solar Energy Systems) e IEG (Institution for Energy Infrastructures and Geothermal Systems) compararam e combinaram oito estudos nacionais e quatro internacionais no que chamaram de metaestudo. Apesar de ainda não ter sido publicado, seu ponto de partida vem da necessidade alemã de redução das emissões de gases de efeito em até 95% até 2050. O Fraunhofer Gesellschaft afirmou que a demanda de hidrogênio do país crescerá significativamente nos próximos anos, nos quais serão necessários 80TWh até 2030 e entre 400 a 800 TWh até 2050. Espera-se também que a demanda de H2 cresça exponencialmente em diversos setores, sendo projetada uma demanda de cerca de 500 TWh para indústria e de 140 a 200 TWh para a aviação e transporte marítimo em 2050. Fraunhofer também presume que todo esse hidrogênio nunca poderá ser produzido internamente. Grande parte terá que ser importada. (Innovations Origins – 07.06.2021)

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4 Potencial para o hidrogênio verde na região do GCC

Para conseguir desenvolver a economia do hidrogênio na região do CCG (Conselho de Cooperação do Golfo) – compreendida pelos países Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã – a Dii Desert Energy e a Roland Berger realizaram um estudo em conjunto sobre a oportunidade para a produção de hidrogênio verde local e a criação de empregos a partir desse mercado. Além disso, determinaram quais os facilitadores principais para desbloquear o potencial do hidrogênio verde nos países do GCC. O documento, que tem como título “O potencial para o hidrogênio verde na região do GCC” tem como principais highlights: as receitas anuais do hidrogênio verde na região podem crescer até US $200 bilhões em 2050; alto potencial de criação de empregos em diferentes partes da infraestrutura, com até 1 milhão de empregos até 2050; cooperação internacional em vales de hidrogênio como facilitador chave na criação de economia local. (Dii-desertenergy – maio de 2021)

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5 Como os Orgãos de Transporte Local do Reino Unido podem contribuir para a descarbonização

Os conselhos e órgãos locais de transporte (LTAs) querem assumir um papel de liderança na descarbonização do Reino Unido. Ao substituir as frotas de transporte por veículos de emissão zero, faz-se necessário também o desenvolvimento de uma infraestrutura de reabastecimento o que, consequentemente, permite que outros sigam o exemplo. Assim, eles consideram que decisões que tomam hoje podem afetar as escolhas disponíveis para outros operadores de frota amanhã. O artigo responde algumas perguntas com intuito de guiar e informar como implementar uma infraestrutura de reabastecimento de hidrogênio, para quem está procurando descarbonizar sua frota de transporte. As questões incluem os tipos de veículo que podem ser abastecidos com hidrogênio, como obter financiamento para os projetos, onde e como obter energia renovável para a produção de hidrogênio renovável e esclarece questões de segurança dos postos de abastecimento de hidrogênio. (H2 View – 04.06.2021)

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6 Pillsburry lança mapa interativo com projetos de hidrogênio de baixo carbono

A Pillsburry Winthrop Shaw Pittman publicou uma plataforma interativa que mapeia os projetos de hidrogênio de baixo carbono no mundo, incluindo inicialmente mais de 200 projetos. O objetivo da plataforma é que ela seja utilizada como um recurso para apoiar e informar pessoas interessadas em tecnologia limpa, sejam analistas, investidores, acadêmicos, jornalistas ou qualquer outra pessoa que deseje mapear a evolução deste setor. No caso do Brasil, destacam-se dois projetos, um deles em estudo pela Eletronuclear que visa o aproveitamento de hidrogênio limpo gerado na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto em Angra dos Reis. O segundo projeto é o hub de hidrogênio verde no Porto de Pecém, no Ceará, que terá investimento de US$ 5,4 bilhões. Para acessar a plataforma, clique aqui. ( Pillsburry Winthrop Shaw Pittman – 08.06.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Luiza Masseno e Sayonara Andrade Elizário
Pesquisadores: Allyson Thomas,
José Vinícius S. Freitas, Kalyne Silva Brito e Luana Oliveira 
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico do Instituto de Economia da UFRJ.

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