IFE.TEX 43

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 43 – publicado em 24 de maio de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Tecnologias Exponenciais – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 43 – 24 de maio de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética
1
IEA: 2020 tem o maior crescimento de energias renováveis do século
2 Cemig amplia para consumidores residenciais a possibilidade de compra de energia solar
3 EUA: aprovado o primeiro grande parque eólico offshore
4 Wärtsilä trará soluções às fontes intermitentes no Brasil
5 BNEF: América Latina terá recordes de expansão eólica e solar em 2021
6 EDP afirma que seu principal investimento é a geração solar
7 EUA adicionou 40% a mais de energia limpa nos primeiros três meses de 2021
8 BV prevê grande financiamento para projetos sustentáveis até 2030
9 Estudo revela que políticas climáticas da Coreia do Sul são insuficientes para alcançar metas de redução de carbono

Geração Distribuída
1 Banco do Brasil irá financiar sistemas de geração de energia solar
2 Absolar: geração distribuída faz com que geração solar atinja 8,813 GW
3 GD continuará rentável mesmo sem subsídios, diz presidente da Omega
4 Regulação da GD solar não pode ser matemática rasa, diz presidente da Comissão de Minas e Energia
5 EDP Brasil defende revisão justa das regras da GD de energia
6 Absolar: Brasil tem mais de 600 mil unidades de geração própria de energia solar

Armazenamento de Energia
1 Austrália: distribuidora de energia sugere 1,1 GW de armazenamento
2 DNV estudará plano de armazenamento no Senegal
3 Baterias descartadas podem criar uma “enorme montanha de resíduos”

4 Térmica solar Redstone, com 12 horas de armazenamento, fecha financiamento

5 EUA: 100 MW de armazenamento nos primeiros três meses do ano

6 Canadian Solar apoia tecnologia de armazenamento no Reino Unido

7 RES: projeto de mega bateria no Reino Unido

8 Espanha: mais de 1 bi de euros em incentivos para autoconsumo e baterias

Mobilidade Elétrica
1 AES Brasil instala carregadores para VEs em prédio da BR Properties
2 BNEF: produção de VEs será mais barata do que a combustão, em 2027
3 Iberdrola acelera investimentos em Mobilidade Elétrica
4 BMW expande produção de baterias para híbridos e elétricos

5 Brasil: veículos eletrificados têm maior quadrimestre da história
6 Renault 5 elétrico pode ‘reviver’ tecnologia de bateria removível
7 Universidade de Cornell: estradas especiais prometem abastecer VEs em movimento
8 Sakku Corporation: bateria de estado sólido impressa em 3D

Digitalização
1 Fechamento de gasoduto nos EUA expõe ameaça cibernética ao setor energético
2 BEIS lança força-tarefa de digitalização no Reino Unido
3 Enel GO disponibiliza tablets para estreitar relação com produtores rurais
4 Cidades do futuro demandam energia inteligente

Eventos
1 A IRENA apresentará o webinar “Políticas de Energias Renováveis para Cidades”

Artigos e Estudos
1 Artigo sobre o marco regulatório de geração distribuída
2 Artigo “Potencial de desenvolvimento da fonte heliotérmica no Brasil”
3 Artigo da WoodMackenzie sobre as tecnologias que conduzirão a transição energética
4 Artigo GESEL: “Contextos e Estratégias do Programa Nacional de Hidrogênio do Brasil”

5 Artigo GESEL: “A difusão do armazenamento de energia distribuído: perspectivas, novos modelos de negócio e a atuação da distribuidora”


 

 

Transição Energética

1 IEA: 2020 tem o maior crescimento de energias renováveis do século

2020 teve o maior crescimento de energias renováveis do século, relata a International Energy Agency (IEA). A IEA elevou suas previsões de crescimento para 2021 e 2022 em cerca de 25%. Para este ano, a expectativa é de um acréscimo de 270 GW na capacidade de produção. A previsão para o próximo ano é de 280 GW. (Valor Econômico – 11.05.2021)

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2 Cemig amplia para consumidores residenciais a possibilidade de compra de energia solar

A Cemig SIM, empresa com foco em soluções em energia, vê boas perspectivas para sua área de atuação em Minas Gerais. Até 2025, a companhia espera alcançar um Marketshare de 30% em Minas Gerais e, para isso, tem investido em novos produtos. A SIM, que iniciou atividades com foco na comercialização de energia aos lojistas e comerciantes, agora também está atendendo ao segmento residencial. Qualquer residência que apresente consumo acima de 300 KWh pode aderir ao modelo de forma simples, digital, sem investimentos e sem obras. A energia é gerada remotamente, em áreas com radiação solar mais favorável, no norte e noroeste de Minas Gerais, e chega pela rede da distribuidora, porém, com menor custo. (Petronotícias – 11.05.2021)

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3 EUA: aprovado o primeiro grande parque eólico offshore

Os reguladores dos EUA aprovaram hoje o primeiro parque eólico offshore de grande porte do país, potencialmente marcando o início de uma onda de novos projetos na costa leste. O Bureau of Ocean Energy Management (BOEM) anunciou hoje sua aprovação final para o projeto de 800 MW Vineyard Wind I, planejado para o Oceano Atlântico na costa de Massachusetts. Com a aprovação em mãos, a Vineyard Wind terá capacidade para construir até 84 turbinas, com previsão de início do fornecimento de energia elétrica em 2023. A secretária do interior dos EUA, Deb Haaland, classificou a decisão como “um marco significativo” para a nascente indústria eólica offshore do país. (REVE – 11.05.2021)

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4 Wärtsilä trará soluções às fontes intermitentes no Brasil

De olho no mercado da transição energética, a Wärtsilä, fornecedora de soluções para geração, observa as movimentações do setor elétrico brasileiro. A empresa, que atua na geração térmica e quer crescer 10% este ano, vê no Brasil um processo que já foi deflagrado em outros mercados do mundo, de forte inserção das renováveis. A empresa está trazendo ao país uma solução específica para a transição e que poderá ser usada no leilão de capacidade que será realizado este ano pelo governo. É a versão atualizada do motor 34SG Balancer, que atua como uma espécie de seguro das renováveis no sistema, entrando em ação para suprir fontes intermitentes. Como o leilão de capacidade já vem sendo anunciado há algum tempo, as conversas entre a Wärtsila e as empresas já estão acontecendo e as soluções já vêm sendo apresentadas. (CanalEnergia – 12.05.2021)

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5 BNEF: América Latina terá recordes de expansão eólica e solar em 2021

A BloombergNEF publicou um relatório apontando que, em 2021, a América Latina terá um recorde de adições de energia eólica e solar. A expectativa é de que as novas instalações excedam 10 GW pela primeira vez. Em um cenário mais amplo, a companhia acredita que as duas fontes renováveis irão apresentar aproximadamente 30 GW de novas adições até 2023. A quantia aumentaria quase dois terços da capacidade acumulada de energia eólica e solar, que é de 48 GW. A esperança é de que o Brasil e o Chile desfrutem de um forte impulso, com a entrega de projetos atrasados. (Brasil Energia – 12.05.2021)

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6 EDP afirma que seu principal investimento é a geração solar

A EDP Brasil anunciou que investirá mais em geração solar do que eólica. Isso está interligado ao fato que os empreendimentos solares estariam mais alinhados com o mercado de compra e venda de energia para o segmento corporativo, no qual a companhia atua por meio de sua comercializadora. Ademais, a empresa afirma que a parceria com a EDP Renováveis desenvolverá notavelmente o mercado solar brasileiro. (Broadcast Energia – 13.05.2021)

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7 EUA adicionou 40% a mais de energia limpa nos primeiros três meses de 2021

O Clean Power Quarterly Market Report, divulgado hoje pela American Clean Power Association (ACP), mostra que os desenvolvedores de projetos dos EUA instalaram 2500 MW de energia eólica, 1200 MW de energia solar e 100 MW de armazenamento de bateria entre janeiro e março de 2021. A partir dessa análise, é notório que novos recordes já vêm sendo estabelecidos: a indústria de energias renováveis dos EUA adicionou 40% a mais de energia limpa nos primeiros três meses de 2021 do que no mesmo período em 2020. Os cinco estados que mais se destacaram nas adições do primeiro trimestre incluem Texas (791 MW), Oklahoma (555 MW), Califórnia (519 MW), Dakota do Sul (462 MW) e Dakota do Norte (299 MW). (Renews – 13.05.2021)

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8 BV prevê grande financiamento para projetos sustentáveis até 2030

O banco BV (antigo Votorantim) adotou o compromisso de financiar R$ 80 bilhões em projetos sustentáveis até 2030, no passo mais ousado até agora de sua agenda de compromissos ambientais, sociais e de governança. “Isso significa que praticamente vamos criar outro BV inteiro em projetos sustentáveis até 2030”, conta o presidente do banco, Gabriel Ferreira. Os R$ 80 bilhões em crédito serão direcionados para iniciativas no varejo e no atacado, como financiamento de aquisição e instalação de energia renovável, veículos híbridos, saneamento básico, saúde e educação. O executivo diz que, como o funding não é infinito, o BV terá de fazer escolhas sobre quais projetos financiar ao longo dos próximos anos. Gabriel Ferreira acredita que o setor financeiro é que deve impulsionar a migração para práticas mais sustentáveis. “Se uma térmica a carvão quiser mudar para uma matriz mais limpa, eu financio, mas capital de giro eu não dou”, afirma. (Valor Econômico – 17.05.2021)


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9 Estudo revela que políticas climáticas da Coreia do Sul são insuficientes para alcançar metas de redução de carbono

Em outubro passado, a Coreia do Sul se comprometeu a atingir a neutralidade de carbono até 2050. Dessa forma, o país está sendo pressionado a adotar metas mais severas, com pelo menos 59% de redução dos níveis de 2017 (atualmente a meta de redução é de 24%). O Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST) realizou um estudo de modelagem que analisa os caminhos da redução de gases de efeito estufa na Coréia em todos os principais setores da economia. O estudo concluiu que as políticas climáticas atuais da Coréia são insuficientes para alcançar não apenas a meta de longo prazo de neutralidade de carbono até 2050, mas também a meta de curto prazo de 2030. (Renewables Now – 17.05.2021)

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Geração Distribuída

1 Banco do Brasil irá financiar sistemas de geração de energia solar

Para contribuir com o desenvolvimento da energia solar no país, o Banco do Brasil (BB) anunciou que irá financiar sistemas de geração de energia solar em residências. O financiamento pode cobrir 100% do valor, de 5 mil reais até 100 mil reais. O parcelamento pode ser feito em até 60 meses, com juros de 0,75% ao mês. Ademais, o BB reforçou seu ‘portfólio verde’ com novos grupos de consórcio que valorizam aspectos ambientais, a cada cota de consórcio vendida, serão plantadas dez árvores. (O Estado de São Paulo – 10.05.2021)

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2 Absolar: geração distribuída faz com que geração solar atinja 8,813 GW

A absolar relatou que entre janeiro e abril de 2021, a GD cresceu 17,8%, chegando a um total de 5,485 GW. O setor residencial obteve destaque, correspondendo a 40% da potência instalada. Em seguida vem o comércio, com 36,7%. Logo após, o segmento rural, com 13.1%. Por fim, a indústria foi responsável por 8,5%. A geração centralizada, no entanto, não está crescendo na mesma intensidade, com uma expansão de apenas 7,5 %. No total, a geração solar representou 1,8% da matriz elétrica brasileira em abril, atingindo 8,813 GW. (Broadcast Energia – 10.05.2021)

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3 GD continuará rentável mesmo sem subsídios, diz presidente da Omega

A geração distribuída é um negócio altamente rentável para os investidores e continuará viável mesmo com a eventual retirada dos atuais subsídios. É o que afirma o fundador e presidente da Omega Energia, Antonio Bastos, em entrevista ao EnergiaHoje. Ele critica o que está sendo proposto no Projeto de Lei 5.829/2019, que cria o marco legal da GD. A Omega estima que a instalação de painéis solares para geração distribuída, dentro das regras atuais, vai gerar um aumento de quase 28% no preço da energia elétrica nos próximos anos em Minas Gerais. A empresa defende o fim de subsídios para fontes renováveis desde 2017, inclusive no mercado livre. Além disso, pondera que se pontualmente a GD diminuir as perdas na rede em alguma localidade, é razoável que haja um mecanismo de ajuste que reconheça esse benefício sistêmico do setor. Contudo, ressalta que a modalidade GD remota, em que o sistema não é instalado junto a carga, aumenta as perdas. (Brasil Energia – 10.05.2021)

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4 Regulação da GD solar não pode ser matemática rasa, diz presidente da Comissão de Minas e Energia

A discussão sobre a nova regulação sobre a geração distribuída solar não pode transferir uma “matemática rasa” para todos os consumidores, afirmou o deputado federal Edio Lopes (PL-RR), presidente da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, durante evento da Abdib, no qual se discutiu o futuro do setor elétrico. O parlamentar afirmou que há um “tsunami” de intenções de investimento em geração distribuída solar, mas que não se pode passar o custo desses investimentos para todos os consumidores em benefício de um número pequeno deles. (Brasil Energia – 12.05.2021)

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5 EDP Brasil defende revisão justa das regras da GD de energia

O presidente da EDP Brasil, João Marques da Cruz, defendeu nesta quinta-feira uma revisão justa das regras que ditam a modalidade de geração distribuída de energia, de forma a equilibrar o crescimento exponencial da tecnologia com o mercado das distribuidoras e garantir uma repartição adequada dos encargos do sistema. “A geração solar distribuída é o futuro, não tenhamos dúvidas disso. Como todas as tecnologias, no início, é normal que tenham um apoio, um subsídio. A partir do momento que ficam mais maduras, esse subsídio deixa de ser essencial. É óbvio que temos que encontrar equilíbrio justo entre o solar distribuído e a distribuição”, disse, durante teleconferência de resultados. Na visão de Carlos Andrade, vice-presidente de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios, a tendência de expansão da geração distribuída é “irreversível” e não será impedida com a revisão das regras. (Valor Econômico – 13.05.2021)

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6 Absolar: Brasil tem mais de 600 mil unidades de geração própria de energia solar

Um levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) mostra que o Brasil ultrapassou a marca de 600 mil unidades consumidoras com geração própria de energia a partir da fonte solar. Segundo os dados, a modalidade agora tem mais de 5,5 gigawatts (GW) de potência operacional instalada no país e presença em 5.297 municípios. Do total, cerca de 75% das unidades com geração solar própria foram instaladas por consumidores residenciais, seguidos pelos setores de comércio e serviços (cerca de 15%), produtores rurais (7%), indústria (2,3%) e poder público (0,4%). Há também usos para serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%). (Valor Econômico – 12.05.2021)

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Armazenamento de Energia

1 Austrália: distribuidora de energia sugere 1,1 GW de armazenamento

A distribuidora de energia elétrica Victoria Powercor apresentou uma proposta para fortalecer o sistema e desbloquear 1,3 GW de capacidade de energias renováveis na rede de distribuição, incluindo 1,1 GW de baterias. A proposta é uma resposta ao documento de discussão da zona de energia renovável do governo de Victoria, publicado em fevereiro. O governo estadual reservou AUD 540 milhões (US $ 420 milhões) para o desenvolvimento de seis zonas de energia renovável em todo o estado. De acordo com um sumário executivo da apresentação da empresa, isso aumentará a penetração de energia distribuída e a confiabilidade para clientes regionais, além de atender às necessidades de armazenamento na transmissão. (Renewables Now – 17.05.2021)

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2 DNV estudará plano de armazenamento no Senegal

A Lekela nomeou a DNV para realizar um estudo de viabilidade para o maior sistema de armazenamento elétrico de bateria em escala de rede da África Ocidental, no Senegal. O estudo se concentrará em como fornecer maior estabilidade e integrar a energia renovável intermitente à rede elétrica. Ele está sendo financiado por meio de uma doação fornecida pela Associação de Comércio e Desenvolvimento dos Estados Unidos. A bateria proposta, de 40 MW, fornecerá 175 MWh de energia e estará localizada no projeto Taiba N’Diaye, de 158,7 MW, do Lekela, o primeiro parque eólico de grande porte no Senegal. A bateria ajudará a estabilizar a produção de energia renovável e fornecerá serviços adicionais, como regulação de frequência e suporte de energia reativa. (Renews – 14.05.2021)

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3 Baterias descartadas podem criar uma “enorme montanha de resíduos”

Em 2019, uma pesquisa da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, estimou que as baterias de lítio descartadas podem criar uma “enorme montanha de resíduos”, e que a tecnologia usada para as reciclar não consegue acompanhar o ritmo de produção de veículos elétricos, mesmo sendo considerados uma opção mais sustentável. Para conhecer mais sobre o estudo, clique aqui. (CNN Brasil – 10.05.2021)

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4 Térmica solar Redstone, com 12 horas de armazenamento, fecha financiamento

ACWA Power, desenvolvedora líder saudita, investidora e operadora de usinas de geração de energia e dessalinização de água em 13 países e principal acionista da usina solar concentrada (CSP) de Redstone, anunciou o início da construção do projeto Redstone, de 100 MW, após a conquista de fechamento financeiro. Com um investimento total de ZAR 11,6 bilhões, o projeto Redstone, localizado na província do Cabo Setentrional da África do Sul, é o maior investimento em energia renovável na África do Sul até o momento. A usina será equipada com um sistema de armazenamento térmico de 12 horas, que fornecerá eletricidade limpa e confiável para cerca de 200.000 residências 24 horas por dia. O início das operações está previsto para o quarto trimestre de 2023. (REVE – 11.05.2021)

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5 EUA: 100 MW de armazenamento nos primeiros três meses do ano

O Clean Energy Quarterly Market Report, divulgado hoje pela American Association for Clean Energy (ACP), mostra que o armazenamento de energia teve um primeiro trimestre forte nos Estados Unidos, mantendo o ritmo ou superando os níveis históricos. “Já estamos ultrapassando o ritmo mais forte do ano anterior em energia limpa”, disse Heather Zichal, CEO da ACP. “Essa tendência só vai crescer quando estiver mais alinhada com a política inteligente de Washington”. Treze novos projetos eólicos, 15 projetos solares de grande porte e 2 projetos de armazenamento de energia entraram em operação no primeiro trimestre, o suficiente para abastecer quase 1 milhão de residências americanas. (REVE – 13.05.2021)

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6 Canadian Solar apoia tecnologia de armazenamento no Reino Unido

A Canadian Solar executou uma parceria estratégica de investimento com a Habitat Energy, uma start-up do Reino Unido que otimiza ativos de armazenamento de bateria. A parceria permitirá que a Canadian Solar ofereça soluções de tecnologia aprimoradas para desenvolvedores e proprietários de ativos de armazenamento de bateria, para capturar receitas adicionais de otimização de negociação, enquanto melhora a estabilidade da rede. A Canadian Solar fornece sistemas de armazenamento de bateria prontos para uso e também oferece serviços de operação e manutenção de longo prazo. (Renews – 13.05.2021)

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7 RES: projeto de mega bateria no Reino Unido

A RES recebeu permissão para construir um projeto de armazenamento de energia de 100 MW em Yorkshire, norte da Inglaterra. O projeto eleva o portfólio de armazenamento da RES no Reino Unido para 420 MW. O projeto estará localizado no distrito de Selby e tem autorização para 51 contêineres de armazenamento de energia e 42 transformadores. A construção está prevista para começar no final de 2022 e o projeto está previsto para estar totalmente operacional no final de 2023. As baterias irão armazenar eletricidade da rede nacional em momentos de baixa demanda e alta geração de renováveis, com a energia armazenada exportada de volta para a rede em momentos de alta demanda e menor geração de eletricidade renovável. (Renews – 13.05.2021)

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8 Espanha: mais de 1 bi de euros em incentivos para autoconsumo e baterias

O Ministério da Transição Ecológica e do Desafio Demográfico da Espanha acertou com as comunidades autónomas Ceuta, Melilla e a Federação Espanhola de Municípios e Províncias um conjunto de propostas (até 1.6 bilhões de euros) para ativar as primeiras linhas de ação vinculadas ao Plano de Recuperação, Transformação e Resiliência. Especificamente, será dedicado um orçamento inicial de 450 milhões, expansível para 900, para promover instalações de autoconsumo “em todas as atividades econômicas, no setor residencial, nas administrações públicas e no terceiro setor”. Será, ainda, atribuído um orçamento inicial de 110 milhões de euros, expansível para até 220, para incorporar o armazenamento atrás do medidor às instalações de autoconsumo existentes nestas mesmas áreas, para facilitar que as empresas e famílias possam ter um maior controle sobre a gestão e consumo de sua energia. (Energías Renovables – 13.05.2021)

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Mobilidade Elétrica

1 AES Brasil instala carregadores para VEs em prédio da BR Properties

Diante do cenário de crescimento do mercado de carros elétricos no País, a AES Brasil vai instalar carregadores em garagem de edifício comercial da BR Properties. Os equipamentos serão colocados na Torre Nações Unidas, em São Paulo, e fazem parte do projeto de eletromobilidade que a AES mantém junto com a Aneel, com duração de 30 meses e investimento previsto de R$ 5,4 milhões até 2022. (Broadcast Energia – 10.05.2021)

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2 BNEF: produção de VEs será mais barata do que a combustão, em 2027

De acordo com estudo da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), encomendado pela ONG Transporte e Meio Ambiente, o custo de produção dos carros e utilitários elétricos custará menos do que veículos com motor a combustão de 2025 a 2027, e poderão representar 100% das vendas de automóveis novos na UE. Os sedãs e SUVs elétricos terão o mesmo custo dos movidos a gasolina a partir de 2026, e os carros pequenos, a partir de 2027. No que diz respeito aos utilitários, os modelos leves serão mais baratos de fabricar a partir de 2025 e os pesados a partir de 2026. A redução dos custos de fabricação será explicada pela “queda no preço das baterias, bem como pelo desenvolvimento de linhas de produção dedicadas exclusivamente aos veículos elétricos”, de acordo com este estudo. “Com a queda dos preços dos carros elétricos, o mercado automobilístico caminha naturalmente para o fim da venda dos térmicos em 2040”, diz Diane Strauss, diretora desta ONG na França. Confira o estudo neste link. (Isto É – 10.05.2021)

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3 Iberdrola acelera investimentos em Mobilidade Elétrica

A Iberdrola segue apostando na eletrificação do transporte, com um plano de mobilidade sustentável, que prevê o investimento de 150 mi de euros, buscando intensificar o desenvolvimento de pontos de recarga para VEs nos próximos anos com a previsão da instalação de 150.000 pontos de carregamento em diversos locais e estabelecimentos. A aposta se dá em investimentos para estações de alta eficiência, com estações ultra-rápidas (350 kW), super-rápidas (150 kW) e rápidas (50 kW). A empresa vai acelerar seu programa com a concessão de contratos, no montante de 50 mi de euros, com 20 pequenas e médias empresas de 11 Comunidades Autônomas, para a instalação de pontos e soluções de recarga na Espanha. (REVE – 11.05.2021)

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4 BMW expande produção de baterias para híbridos e elétricos

Com foco na expansão de modelos híbridos e 100% elétricos, a BMW iniciou, no começo de maio, a produção de componentes para bateria em suas fábricas de Leipzig e Regensburg, na Alemanha. Essa estratégia se encaixa nos objetivos da empresa de que os VEs correspondam a pelo menos 50% das vendas globais da marca até 2030. Para tanto, a montadora informa que está investindo o equivalente a R$ 1,6 bi na infraestrutura para a fabricação desses componentes e, também, na ampliação das linhas de produção dos chamados trens de força (motores e transmissões) de quinta geração para VEs. Com a chegada das novas unidades, a BMW passa a produzir suas baterias e componentes em três plantas alemães, somando-se a produção realizada em outros países. (iCarros – 11.05.2021)

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5 Brasil: veículos eletrificados têm maior quadrimestre da história

Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o mercado de VEs teve o melhor quadrimestre da história, com 7290 novos carros emplacados de janeiro a abril de 2021, representando um aumento de 29,4% sobre o primeiro quadrimestre de 2020. Esses números reforçam a previsão da ABVE da venda de mais de 28 mil VEs até o final de 2021. O mês de Abril de 2021 foi também o melhor mês da história da eletromobilidade no país, com 2.708 veículos emplacados e participação de 1,6% do market share nas vendas totais de autos e comerciais leves para o mercado interno. (Olhar Digital – 12.05.2021)

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6 Renault 5 elétrico pode ‘reviver’ tecnologia de bateria removível

A Renault está considerando adotar a solução de bateria removível no Renault 5, aposta da montadora como um carro acessível. A possibilidade de troca rápida da bateria, que pode ser muito prático e conveniente para donos de VEs, ainda é vista com cautela por boa parte da indústria automotiva, porém, já é uma prática em expansão na China, onde a startup NIO tem destaque, já que realizou mais de dois milhões de trocas de baterias. Essa tecnologia também beneficia as montadoras que podem aproveitar essas baterias com uma segunda e terceira vida útil após o uso em automóveis. A montadora francesa foi pioneira nessa tecnologia, em uma solução desenvolvida com a israelense Better Place desde 2008 e aplicada no Renault Fluence elétrico. A parceria durou até o pedido de falência da empresa israelense em 2013. Agora, é esperar os resultados dos testes de viabilidade e ver se a Renault voltará a adotar essa comodidade em seus carros elétricos. (Inside EVs – 12.05.2021)

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7 Universidade de Cornell: estradas especiais prometem abastecer VEs em movimento

Na Universidade de Cornell, nos EUA, pesquisadores buscam uma inovação que seria capaz de solucionar um dos principais gargalos para a expansão do uso de VEs, a falta de infraestrutura de carregamento rápido, através de uma estrada inteligente que seria capaz de carregar os veículos que trafegam sobre ela em tempo real por meio de campos elétricos alternados, dispensando a necessidade de cabos ou conectores. A estrada funcionaria com placas especiais de metal conectadas a uma linha de energia e a um inversor de alta frequência, instalados debaixo da superfície. Essas placas criam campos elétricos alternados que atraem e repelem outras placas fixadas na parte inferior do veículo. O intuito é livrar os motoristas das estações individuais de carregamento, onde o tempo médio de abastecimento varia de três a quatro horas. Em alguns locais já existem experiências semelhantes, como em Israel, em um trecho de 600 metros que conecta um campus universitário ao terminal rodoviário. Na Coréia do Sul, uma rede composta por 24 km de estrada na cidade de Gumi, consegue distribuir energia para os veículos através de cabos instalados debaixo do asfalto. Os veículos são equipados com uma bobina sintonizada na mesma frequência dos cabos, possibilitando o processo de recarga por meio de ressonância magnética. (Canal Tech – 13.05.2021)

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8 Sakku Corporation: bateria de estado sólido impressa em 3D

A empresa japonesa Sakuu Corporation anunciou que desenvolveu uma impressora 3D revolucionária, especificamente para a produção de células de estado sólido a serem usadas em vários meios de transporte de emissão zero. A impressora funciona em camadas, depositando diferentes misturas umas sobre as outras, combinando lâminas de pós cerâmicos e metálicos e utilizando um material de suporte patenteado denominado PoraLyte, que permite maior precisão de produção e agiliza os processos. Trabalhar com o pó também facilita o descarte e a reciclagem das células quando elas chegam ao fim de sua vida útil. A tecnologia permitirá que muitos agentes iniciem a produção local com investimentos significativamente menores. A Sakuu disse que as primeiras aplicações dessas inovadoras baterias de estado sólido impressas em 3D envolverão veículos elétricos de duas ou três rodas. Em seguida, passará para os quadriciclos leves e, mais tarde, para a indústria automotiva. (Brasil Energia – 16.05.2021)

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Digitalização

1 Fechamento de gasoduto nos EUA expõe ameaça cibernética ao setor energético

Na sexta-feira, a empresa Colonial Pipeline precisou paralisar toda a sua rede transportadora de gasolina e outros combustíveis, formada por mais de 8 mil km, ligando a Costa do Golfo à região metropolitana de Nova York, na tentativa de conter o ataque envolvendo ransomware, um tipo de invasão que sequestra o sistema de computadores da vítima. Até o momento, não há provas de que os hackers tenham conseguido penetrar o sistema de controle vital do gasoduto. No entanto, as consequências de uma invasão atingindo tais proporções são preocupantes para qualquer empresa de energia. Muitas das máquinas que controlam gasodutos e usinas elétricas já estão ultrapassadas, contando com pouca proteção contra ataques mais sofisticados e podem ser manipuladas de forma a danificar equipamentos, segundo especialistas em cibersegurança. O setor de energia é um alvo importante. (Broadcast Energia – 10.05.2021)

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2 BEIS lança força-tarefa de digitalização no Reino Unido

O Departamento de Energia Empresarial e Estratégia Industrial (BEIS) do Reino Unido lançou uma Força-Tarefa de Digitalização de Energia (EDiT) em parceria com a Ofgem e a Innovate UK. Seu objetivo é continuar o foco do governo do Reino Unido na modernização do sistema de energia para aumentar a flexibilidade e impulsionar o crescimento limpo em direção a emissões líquidas zero até 2050. A EDiT considerará o design de mercado, a arquitetura digital e a governança de um sistema moderno de energia digitalizado e iniciou uma onda de atividades de dados de energia no governo, regulador e indústria. Além disso, desenvolverá arquiteturas digitais específicas e um roteiro que se baseie na experiência de outros setores e proporcionará ao setor de energia um ponto focal para garantir que os esforços de digitalização sejam coordenados e eficazes. Por último, irá identificar lacunas de digitalização que requerem apoio à inovação e os riscos de governação que a digitalização levanta e apresentar estruturas para mitigar problemas. (Renews – 12.05.2021)

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3 Enel GO disponibiliza tablets para estreitar relação com produtores rurais

A Enel GO começou a disponibilizar tablets nos sindicatos rurais das principais cidades de Goiás com potencial agropecuário, para agilizar o atendimento com esses clientes. A intenção é utilizar as plataformas digitais para aproximar-se dos produtores rurais do Estado. Por meio dos dispositivos é possível acessar todos os canais de atendimento da Enel GO. A concessionária destacou ainda que cada sindicato teve um funcionário capacitado para manejar o tablet e seus aplicativos. Para registrar falta de energia, por exemplo, basta o produtor rural entrar em contato com o sindicato, que abre a solicitação por meio do tablet. (CanalEnergia- 12.05.2021)

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4 Cidades do futuro demandam energia inteligente

A Enel Distribuição, em parceria com a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi), está testando novas tecnologias de Redes inteligentes, as “smart grids”, no bairro da Vila Olímpia, em São Paulo, em um projeto que se baseia no conceito de “gêmeos digitais” – a representação virtual de equipamentos, máquinas ou processos do sistema físico. Além disso, segundo o gerente de negócios da Certi, Marcos Aurélio Izumida Martins, em alguns anos, empresas de energia, água, gás e controle de trânsito poderão integrar o uso de seus sistemas de realidade virtual e aumentada. Já o diretor-presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), Rafael Navarro, disse: “O grande desafio não é adicionar um toque digital às práticas e produtos atuais, mas explorar o potencial transformador das tecnologias digitais”. “Um ponto de atenção é a segurança cibernética, que precisa avançar na mesma velocidade das novas tecnologias”. (Valor Econômico – 17.05.2021)

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Eventos

1 A IRENA apresentará o webinar “Políticas de Energias Renováveis para Cidades”

A IRENA apresentou, dia 17 de maio, o webinar “Políticas de Energias Renováveis para Cidades: Experiências na China, Uganda e Costa Rica”, baseado no artigo de mesmo nome publicado neste mês pela instituição. Foram apresentadas seis cidades de médio porte na China, Uganda e Costa Rica, que foram selecionadas pela agência pois já possuem políticas eficazes para avançar com a transição energética ou tem recursos energéticos ainda inexplorados. Para acessar o artigo completo, clique aqui. Para acessar o webinar, clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 17.05.2021)

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Artigos e Estudos

1 Artigo sobre o marco regulatório de geração distribuída

Em artigo publicado pelo Estadão Política, Carlos Evangelista, presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), analisa a contribuição do marco regulatório de Geração Distribuída (GD) no país. Segundo ele, a GD contribui para diminuir o volume do uso de água dos reservatórios das hidrelétricas, reduzir a demanda nas redes do sistema integrado nacional e, consequentemente, posterga investimentos em obras de expansão do sistema. O autor acrescenta que “o investimento na expansão das fontes renováveis é fundamental para evitar um colapso no sistema de energia nas próximas décadas”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 12.05.2021)

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2 Artigo “Potencial de desenvolvimento da fonte heliotérmica no Brasil”

Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Adriana Ribeiro Gouvêa, Gláucia Fernandes e Marina de Abreu Azevedo analisam como a solar térmica concentrada (heliotérmica) pode ser usada e qual é o seu potencial para o Brasil. O artigo comenta a transição energética e a utilização das energias renováveis para que os países consigam cumprir com suas metas de descarbonização, bem como o potencial da fonte heliotérmica como contribuidor para que os países venham alcançar essas metas. As autoras afirmam que no Brasil, diante de registros hidrológicos desfavoráveis e períodos de estiagem cada vez mais prolongados, a energia heliotérmica se apresenta como uma alternativa para a expansão da oferta de eletricidade frente à menor participação das hidrelétricas de reservatórios regulados na matriz. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 14.05.2021)

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3 Artigo da WoodMackenzie sobre as tecnologias que conduzirão a transição energética

A WoodMackenzie publicou no início do mês de maio um artigo sobre as tecnologias que auxiliaram no desenvolvimento da transição energética ao redor do mundo. No artigo, a agência trata de temas como captura e armazenamento de carbono, armazenamento de energia, hidrogênio, entre outros. Nesse artigo a empresa apresenta mais de 200 tecnologias que vão permitir a transição nos temas mencionados. Para acessar o artigo na íntegra, clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 17.05.2021)

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4 Artigo GESEL: “Contextos e Estratégias do Programa Nacional de Hidrogênio do Brasil”

Em artigo publicado no Broadcast Energia da Agência Estado de São Paulo, Nivalde Castro (professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do GESEL) e Vitor Santos (professor do Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa), analisam as possibilidades de implementação do Programa Nacional de Hidrogênio do Brasil em um cenário de transição energética focada na descarbonização. Para os autores, “este novo cenário energético é uma grande oportunidade de se posicionar na constituição do novo mercado mundial da commodity H2V”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 17.05.2021)

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5 Artigo GESEL: “A difusão do armazenamento de energia distribuído: perspectivas, novos modelos de negócio e a atuação da distribuidora”

Em artigo publicado na Agência CanalEnergia, Caroline Chantre (pesquisadora do GESEL) e Lorrane Câmara (pesquisadora plena do GESEL) analisam as perspectivas, novos modelos de negócios e o papel da distribuidora diante do cenário de difusão do armazenamento de energia distribuído. Segundo as autoras, “com aplicações em toda a cadeia de valor de eletricidade, os sistemas de armazenamento de energia (SAE), sobretudo os projetos descentralizados a nível distribuído, reforçam a mudança do papel do consumidor de eletricidade”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 17.05.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Monique Coimbra e
Walas Júnior
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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