IFE.TEX 41

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 41 – publicado em 07 de maio de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Tecnologias Exponenciais – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 41 – 07 de maio de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética
1
EDP: avanço na área solar ajudará a reduzir exposição ao GSF
2 GreenYellow implementa projeto de eficiência energética
3 Eletronuclear: hidrogênio verde produzido com sistema usado nas usinas nucleares
4 Energia de resíduos sólidos poderá participar de leilão
5 Brasil deve subir de patamar em energia sustentável
6 Energisa lança monitor de redução de gases de efeito estufa
7 Capacidade eólica offshore atingirá 251 GW até 2030

Geração Distribuída
1 EDP: energia solar é aposta em geração no futuro
2 Origo Energia ganha empréstimo para avançar na GD
3 ONS: geração de energia solar bate recorde no Nordeste
4 Equipamentos “poli perc”: redução de preço dos módulos fotovoltaicos no último ano
5 BYD Energy lança módulo fotovoltaico monocristalino de 400Wp
6 Bento Albuquerque sugere revisão de benefício a produtores de energia solar
7 Para Proteste, aprovação do PL da GD será benéfico para o país
8 Projeto de lei da GD tem grande chance de ser aprovado, aponta Inteligov

9 Weg: demanda por fotovoltaicos deve crescer em ritmo menor

10 Mercado de energia solar entra em disputa sobre números do setor

11 Mato Grosso tem grandes investimentos em geração distribuída de energia solar

Armazenamento de Energia
1 Victoria (Austrália) inicia o piloto de agregação de bateria doméstica
2 Sonnedix: armazenamento solar de 175 MWp no Chile
3 Projeto fotovoltaico flutuante vietnamita de 500 MWp com armazenamento

4 Electriq e CUC: teste do programa de armazenamento de bateria residencial

5 Hydrostor desenvolvendo 1 GW de armazenamento de energia na Califórnia

6 Dominion: 1,2 GW renováveis e 100 MW de armazenamento na Virgínia

7 Rastreando a trajetória do mercado global de armazenamento de energia

Mobilidade Elétrica
1 Lamborghini quer fabricar carros elétricos em Santa Catarina
2 IEA: estimativa de 145 milhões de VEs em circulação até 2030
3 GM faz parceria para 60 mil pontos de recarga de VEs
4 Daimler e GE criam posto de recarga de caminhões elétricos

5 Revel vai oferecer serviço de carona com VEs
6 Lightyear: produção em massa de VE solar
7 Vendas globais de carros elétricos devem crescer ainda mais forte após aumento de 40% em 2020
8 Ford cria centro de pesquisa de baterias

Gestão e Resposta da Demanda
1 Esfera Energia estuda novos modelos de negócios com PLD Horário

Digitalização
1 MME apresenta calendário de medidas da modernização do setor elétrico
2 Setor elétrico aposta em diversificação
3 EDP: mais de 120 iniciativas para ganhos em eficiência
4 AES Brasil lança novo ciclo de aceleração de startups

5 Segurança cibernética passa a ser vital para afastar riscos de apagão
6 Digitalização ganha espaço nas concessionárias

Artigos e Estudos
1 Artigo: A energia solar entrou na UTI. Vai faltar oxigênio?
2 Artigo sobre a Lei de Geração Distribuída (PL 5829)
3 Artigo sobre as perspectivas de redução das emissões de carbono no Brasil
4 Artigo “A recuperação e a valorização energética de resíduos sólidos”


 

 

Transição Energética

1 EDP: avanço na área solar ajudará a reduzir exposição ao GSF

A EDP Brasil espera reduzir sua exposição ao risco hidrológico na medida em que a empresa avançar com a expansão na área de geração solar fotovoltaica, que é uma das prioridades da companhia nos próximos anos. “Continuaremos expostos à geração convencional, mas na medida em que formos avançando em solar, vamos ficando com uma exposição menor”, afirmou o diretor financeiro da companhia, Henrique Freire. A empresa pode fazer novas compras neste mercado, inclusive de terrenos e projetos. “Esse será um mercado muito significativo para nós no final dessa década”, comentou. (Broadcast Energia – 26.04.2021)

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2 GreenYellow implementa projeto de eficiência energética

A GreenYellow implementou um projeto de modernização e eficiência energética em seis lojas do grupo varejista GPA. A empresa francesa investiu mais de R$ 4,8 milhões no empreendimento. A iniciativa envolveu a substituição dos chillers dos sistemas de ar-condicionado, sendo dois deles de ar e quatro de água, em supermercados da rede Extra e Pão de Açúcar. A mudança visa diminuir em 23% o consumo energético do ar-condicionado nas lojas, gerando uma economia de mais de 3,7 GWh por ano. (Brasil Energia – 27.04.2021)

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3 Eletronuclear: hidrogênio verde produzido com sistema usado nas usinas nucleares

A Eletronuclear quer aproveitar o hidrogênio produzido em um dos processos das usinas nucleares Angra 1 e 2 para entrar no mercado de hidrogênio verde, combustível que vem ganhando espaço no Brasil e no mundo. Há 20 anos, a estatal desenvolveu tecnologia para o sistema de resfriamento da usina, a fim de substituir o cloro gasoso, que além de ineficiente trazia um risco associado alto. O processo substituto, que usa água do mar e eletricidade, tem como subproduto hidrogênio, que hoje é lançado na atmosfera. A companhia tem potencial de produzir 300 kg de hidrogênio por dia. Com a entrada de Angra 3 haverá um salto, batendo 500 kg por dia. (Broadcast Energia – 27.04.2021)

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4 Energia de resíduos sólidos poderá participar de leilão

A energia vinda de resíduos sólidos urbanos poderá participar de leilão de energia de setembro deste ano. Os três projetos somam 130 MW de capacidade. A tecnologia Waste to Energy pode atender até 3% da demanda nacional, consideradas as grandes cidades do país. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos, Yuri Schmitke, a falta de organização no setor de saneamento na questão de contratos acabava por impedir que projetos fossem financiados. O novo marco traz ordenamentos que vão permitir receitas adicionais. Segundo ele, a integração com o setor elétrico é importante para o RSU, já que o país tem liderança em biomassa e a descarbonização avança cada vez mais. (CanalEnergia – 28.04.2021)

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5 Brasil deve subir de patamar em energia sustentável

Para especialistas, a transição para uma economia de baixo carbono já acontece no Brasil, mas o risco é de uma acomodação nos patamares atuais. Para acompanhar o ritmo do mundo, será preciso estar atento a novas possibilidades energéticas, como o hidrogênio verde, além de investimentos em sistemas que possibilitem armazenar a energia gerada por fontes intermitentes, como a solar fotovoltaica e a eólica. Segundo Julião Coelho, mestre em direito de energia e tecnologia limpa pela Universidade da Califórnia, para fazer frente à mudança de cenário, o país precisa atualizar suas políticas de incentivo na área de energia. Ao mesmo tempo, empresas brasileiras do setor energético ganham competitividade com a aposta em renováveis. (Valor Econômico – 29.04.2021)

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6 Energisa lança monitor de redução de gases de efeito estufa

A Energisa lançou uma ferramenta chamada Descarbonômetro, para monitorar a redução da emissão de gases de efeito estufa do maior programa de desligamento de usinas termelétricas do país, em andamento na Amazônia. Através da plataforma será possível acompanhar a quantidade de CO2 evitado, as usinas desativadas, a potência descomissionada e o custo evitado, além de outras informações, detalhadas por localidade. O projeto de desativação das térmicas começou em 2019 e pretende desligar mais 19 usinas até 2025, sendo 13 em Rondônia, cinco no Acre e uma no Pará. Com isso, as regiões deixarão de consumir energia desses sistemas de geração isolados e serão conectadas ao SIN. Segundo a Energisa, serão investidos cerca de R$ 1,2 bilhão na iniciativa, que irá retirar de operação 169 MW de centrais a diesel. O projeto irá gerar uma economia de R$ 665 milhões por ano – valor pago via Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC). Por fim, após a conclusão do programa, 502 mil toneladas de CO2 deixarão de ser emitidas anualmente. (Brasil Energia – 28.04.2021)

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7 Capacidade eólica offshore atingirá 251 GW até 2030

A Energia eólica Offshore vem crescendo consideravelmente nos últimos anos, principalmente por causa da Europa, cujo mercado de eólica offshore é o mais maduro atualmente, e da China, país que mais implementou e investiu nessa forma de energia entre 2019 e 2021. Nesse sentido, visando esses investimentos e tais contribuições, a Rystad Energy realizou uma pesquisa, que demonstrou que no final de 2020, a capacidade da energia eólica offshore chegou a 33GW. Este é um valor pequeno perto da capacidade que a fonte terá em 2025 e 2030, que será de, respectivamente, 109GW e 251GW. (REVE – 30.04.2021)

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Geração Distribuída

1 EDP: energia solar é aposta em geração no futuro

O novo presidente da EDP Brasil, João Marques da Cruz, salientou que a energia solar é a aposta da companhia para o segmento de geração no futuro. Na abertura do “EDP Analyst Day”, o executivo reforçou que a companhia quer elevar a capacidade instalada nesta fonte, passando dos atuais 50 MW para 1 GW até 2025, seja com usinas de grande porte – a chamada geração centralizada – seja com usinas de pequeno porte, com até 5 MW, ou geração distribuída. (Broadcast Energia – 26.04.2021)

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2 Origo Energia ganha empréstimo para avançar na GD

A empresa de energia solar Origo Energia, sediada em Pernambuco, fechou um acordo de financiamento de R$106 milhões para novos projetos solares residenciais. O empréstimo, concedido pela Blue como um Fundo de Capital Sustentável da Orange, será usado para promover o crescimento da Origo Energia no setor de geração distribuída solar (GD). Especificamente, a Origo Energia usará os recursos para desenvolver novos projetos para consumidores residenciais e também para pequenas e médias empresas (PMEs). Atualmente, a Origo Energia tem capacidade instalada de 50 MW. Desde a sua fundação, a empresa gerou mais de 119.580 MWh de energia renovável, atendendo a mais de 10.000 clientes. (Renewables Now – 26.04.2021)

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3 ONS: geração de energia solar bate recorde no Nordeste

O Nordeste registrou, no dia 26/04, recorde de geração média solar fotovoltaica, de acordo com o ONS. Os raios solares chegaram a gerar 645 MW médios, montante que representa 5,6% da demanda de carga de toda a região. O recorde anterior foi registrado em 7 de abril de 2021, com 623 MW médios. A previsão é de que a energia solar chegue ao fim de 2021 representando 2,3% da matriz elétrica brasileira, disse o operador em nota. (Broadcast Energia – 27.04.2021)

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4 Equipamentos “poli perc”: redução de preço dos módulos fotovoltaicos no último ano

Os equipamentos ‘poli perc’ são os maiores responsáveis pela redução de preços (9,42%) dos módulos fotovoltaicos nos últimos 12 meses. No período, eles passaram da faixa dos US $230,00 para os US $210,00, segundo levantamento da consultoria Greener. Esse fato está diretamente interligado ao crescimento de importação de módulos fotovoltaicos nos três primeiros meses de 2021, um total de 47% em comparação com os mesmos meses de 2020, atingindo o marco de 2,312 GWp. (Broadcast Energia – 27.04.2021)

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5 BYD Energy lança módulo fotovoltaico monocristalino de 400Wp

A BYD começou a produzir módulos monocristalinos 400Wp em sua fábrica em Campinas (SP). A companhia informou que as novas células fotovoltaicas possuem 22,6% de eficiência, sendo possível produzir os módulos de 400Wp sem alteração de tamanho do módulo ou realizar qualquer tipo de adaptação na linha de produção. O benefício para o cliente final é um produto mais eficiente, que gera mais energia, contendo o mesmo tamanho e dimensões em comparação com similares importados vendidos no Brasil. Com demanda aquecida, a BYD registrou um crescimento de mais de 40% na comercialização dos módulos no segundo semestre de 2020. (CanalEnergia – 27.04.2021)

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6 Bento Albuquerque sugere revisão de benefício a produtores de energia solar

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, defendeu que alguns segmentos da economia podem ser incentivados pelo governo por determinado período, mas não para sempre. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Bandeirantes, em resposta sobre a GD. “O subsídio tem que ser aplicado no sentido de incentivar qualquer atividade econômica e, depois de certo tempo, evidentemente que esse subsídio deve ser retirado, porque não faz mais sentido nenhum, e tem que ir para outras áreas”, afirmou. Embora tenha descrito como a política de subsídio deve funcionar, Albuquerque disse que esse “não é o caso particular da geração distribuída”. Ele lembrou que o benefício foi definido por uma norma da Aneel, que deveria atualizá-la, “como todas as resoluções são revistas”. (Valor Econômico – 28.04.2021)

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7 Para Proteste, aprovação do PL da GD será benéfico para o país

A aprovação do PL 5.829/2019, que prevê a criação de um marco legal para a geração própria de energia no Brasil, é vista por Henrique Liam, CEO da associação de consumidores Proteste, como benéfica para todos os consumidores. Segundo o executivo, a geração própria de energia ajuda a reduzir vários custos da conta de luz que os consumidores pagam sem saber, entre eles o uso de termelétricas fósseis e as perdas elétricas. De acordo com ele, a geração própria de energia alivia custos do sistema elétrico brasileiro que são rateados e pagos por todos os consumidores. Na visão da Proteste, para o Brasil cumprir as suas metas climáticas, precisará continuar avançando na expansão das energias renováveis. Liam ressalta que a geração própria de energia é o melhor modelo, já que os próprios consumidores assumem este protagonismo e ainda ajudam a gerar empregos de qualidade, atrair novos investimentos e movimentar a economia. (CanalEnergia – 29.04.2021)

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8 Projeto de lei da GD tem grande chance de ser aprovado, aponta Inteligov

A Inteligov, por meio da ferramenta Termômetro, desenvolvida para apresentar as probabilidades de aprovação de projetos no Congresso Nacional, aponta que o Projeto de Lei 5.829/2021, que visa a criação do marco legal da geração distribuída, tem altas chances de ser aprovado. O Termômetro avalia múltiplas variáveis, desde os autores da proposta até dados específicos da tramitação, utilizando algoritmos de machine learning. (Brasil Energia – 29.04.2021)

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9 Weg: demanda por fotovoltaicos deve crescer em ritmo menor

Após apresentar uma forte expansão entre 2019 e 2020, a venda de equipamentos para energia solar e Geração Distribuída (GD) deve crescer em ritmo menor em 2021. Segundo o diretor de Relações com Investidores da Weg, André Salgueiro, isso ocorrerá devido às incertezas regulatórias que pairam sobre o segmento e à uma acomodação natural do mercado, após dobrar sua capacidade de geração no ano passado. “Continuamos otimistas com o negócio de energia solar, porque faz todo o sentido no Brasil, e acreditamos que ele vai continuar se desenvolvendo, mas em ritmo menor do que vimos nos últimos anos porque vem de uma base muito forte e passa por incertezas regulatórias”, afirmou o executivo durante teleconferência de resultados do primeiro trimestre deste ano. (Broadcast Energia – 29.04.2021)

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10 Mercado de energia solar entra em disputa sobre números do setor

Mais de 30 entidades assinaram uma carta escrita pela Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) endereçada a deputados, afirmando que números incompletos sobre a geração distribuída de energia estão sendo divulgados pelas consultorias PSR e Siglasul. A geração distribuída é assunto central do projeto de lei, em tramitação na Câmara, do deputado federal Lafayette de Andrada (Republicanos-MG). A Absolar diz que os levantamentos ignoram as vantagens da prática e não consideram o potencial de reduzir a tarifa de energia dos brasileiros. Segundo a entidade, a circulação dos dados é de setores que “partiram para tentar desinformar a sociedade e especialmente os parlamentares”. (Folha de São Paulo – 02.05.2021)

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11 Mato Grosso tem grandes investimentos em geração distribuída de energia solar

A geração distribuída solar ganha destaque no Mato Grosso, que hoje é um dos líderes deste segmento: é o quarto estado com mais projetos na área, com 379 MW instalados, enquanto a capital Cuiabá, é vice-líder entre os municípios do Brasil, com 65,3 MW. O crescimento de Mato Grosso tem impulsionado investimentos da Energisa, que controla a distribuidora de energia local. Em 2019 e 2020, a concessionária destinou pouco mais de R$ 1 bilhão na área de concessão. (Valor Econômico – 03.05.2021)

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Armazenamento de Energia

1 Victoria (Austrália) inicia o piloto de agregação de bateria doméstica

O governo do estado australiano de Victoria anunciou na sexta-feira (23) um programa para testar a agregação de baterias solares residenciais. O programa criará redes locais de residências com painéis solares e baterias. A energia excedente armazenada nas baterias solares será combinada e vendida de volta à rede em momentos de alta demanda, proporcionando receitas adicionais para as residências e melhorando a confiabilidade da rede. O piloto deve preparar o terreno para futuras usinas de energia virtuais (VPPs) e microrredes. (Renewables Now – 26.04.2021)

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2 Sonnedix: armazenamento solar de 175 MWp no Chile

Sonnedix Power Holdings Ltd iniciou o processo de licenciamento ambiental para um projeto de construção de um parque solar de 175 MWp com armazenamento de energia na região chilena de O’Higgins. O produtor global independente de energia solar iria investir US $ 140 milhões para construir toda a configuração, incluindo uma subestação e uma linha de transmissão de alta tensão. O projeto, batizado de Pelequen, vai incorporar um sistema de armazenamento de energia de 50 MW / 200 MWh em baterias de íon-lítio. As baterias seriam alojadas em 40 contêineres, cada um com capacidade de armazenamento de 5,2 MWh. A Sonnedix estima que a construção teria início em abril de 2023. (Renewables Now – 26.04.2021)

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3 Projeto fotovoltaico flutuante vietnamita de 500 MWp com armazenamento

Clime Capital Management Pte Ltd, por meio do South East Asia Clean Energy Facility (SEACEF), investiu no desenvolvimento de um projeto solar flutuante de 500 MWp no Vietnã, que será acoplado a um projeto de até 200 MWh de armazenamento de bateria. O gestor de investimentos de Cingapura anunciou a mudança na segunda-feira, 26, sem revelar o tamanho exato de seu investimento. O projeto será localizado na província de Dong Nai e está sendo desenvolvido pela Blueleaf Energy, outra empresa com sede em Cingapura, com mais de 500 MW de projetos solares realizados na região da Ásia-Pacífico e 2 GW globalmente. (Renewables Now – 26.04.2021)

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4 Electriq e CUC: teste do programa de armazenamento de bateria residencial

A Electriq Power, desenvolvedora de soluções inteligentes e integradas de armazenamento, gerenciamento e monitoramento de energia doméstica, recebeu um contrato para fornecer o inovador Programa Piloto de Armazenamento de Energia por Trás do Medidor da Caribbean Utilities Company, Ltd. (CUC). O projeto de bateria residencial exige que a Electriq implante sua plataforma PowerPod em 10 casas em Grand Cayman para mostrar tecnologias de sistema de armazenamento de energia por trás do medidor. O contrato também prevê que a Electriq comercialize, instale, implante e gerencie esses sistemas retroativos como uma usina de energia virtual (VPP), com instalações sendo realizadas por empreiteiros locais. (Energy Global – 28.04.2021)

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5 Hydrostor desenvolvendo 1 GW de armazenamento de energia na Califórnia

A canadense Hydrostor Inc anunciou hoje que está desenvolvendo 1.000 MW / 10.000 MWh de projetos de armazenamento de energia de longa duração na Califórnia, onde os reguladores identificaram a necessidade de até 1.600 MW de capacidade até 2026. A empresa disse em um comunicado que está trabalhando ativamente em dois grandes projetos que representam um investimento combinado de mais de US $ 1,5 bilhão. Um está sendo desenvolvido no sul do condado de Kern e o outro está localizado no centro da Califórnia. (Renewables Now – 29.04.2021)

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6 Dominion: 1,2 GW renováveis e 100 MW de armazenamento na Virgínia

A Dominion Energy Virginia está buscando propostas para cerca de 1,2 GW de geração de energia renovável e até 100 MW de armazenamento de energia. A empresa disse em um comunicado na quinta-feira que emitiu seus pedidos anuais de propostas (RFPs), procurando por novos projetos de energia solar, eólica onshore e armazenamento de energia para apoiar os objetivos da Lei de Economia Limpa da Virgínia (VCEA). O primeiro RfP é para projetos em escala de serviço público e visa até 1 GW de energia solar e eólica onshore. Além disso, a empresa está solicitando licitações para até 100 MW de baterias. O segundo RfP tem como meta até 175 MW de projetos solares de pequena escala de não mais de 3 MW cada. (Renewables Now – 30.04.2021)

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7 Rastreando a trajetória do mercado global de armazenamento de energia

A implantação global de armazenamento de energia aumentou notáveis 62% em 2020, com 5 GW / 9 GWh de nova capacidade adicionada. Isso elevou o mercado total de armazenamento de energia para mais de 27 GWh. No Global Energy Storage Outlook H1 2021, a Wood Mackenzie analisa em profundidade os impulsionadores do armazenamento de energia em todo o mundo, a cadeia de suprimentos de armazenamento e as tendências de preço e tecnologia, fornecendo uma análise regional abrangente das previsões para 2030. Cerca de US $ 5,4 bilhões em novos investimentos foram comprometidos com projetos de armazenamento de energia globalmente em 2020, aumentando o investimento geral no mercado para cerca de US $ 22 bilhões. Em 2025, o investimento total deve chegar a US $ 86 bilhões – uma taxa composta de crescimento anual de 24% (CAGR) – apesar da desaceleração econômica induzida pela pandemia de COVID-19. (IEA – 28.04.2021)

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Mobilidade Elétrica

1 Lamborghini quer fabricar carros elétricos em Santa Catarina

Representantes da Lamborghini Latinoamérica se reuniram na semana passada com a governadora interina de Santa Catarina, Daniela Reinehr, e comunicaram sua intenção de abrir uma fábrica no estado. A meta da empresa é desenvolver projetos em 20 áreas dentro de um prazo estimado de 30 anos, de acordo com o comunicado divulgado pelo governo catarinense. Ainda não se sabe exatamente que projetos seriam desenvolvidos no Brasil nem que veículo poderia ser produzido, já que atualmente a Lamborghini não fabrica modelos elétricos em nenhum lugar do mundo. A reunião em Florianópolis contou com a presença do CEO da empresa, Jorge Antonio Fernández Garcia, o sócio local, Gilson Pierri, de Rio do Sul, do deputado estadual Milton Hobus, além do chefe da Casa Civil, Gerson Luiz Schwerdt, e dos secretários da Fazenda, Rogério Macanhão, do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, e da secretária Executiva de Assuntos Internacionais, Daniella Abreu. (Automotive Business – 26.04.2021)

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2 IEA: estimativa de 145 milhões de VEs em circulação até 2030

A IEA estima que até 2030 serão 145 milhões de veículos elétricos circulando no mundo, isso no cenário mais conservador. Se os governos implementarem incentivos para o setor, esse número pode chegar a 230 milhões. O Global EV Outlook 2021 traz o exemplo de governos locais em promover agendas de eletrificação das frotas e cita o exemplo das 20 maiores cidades da China, todas com políticas para fomentar o uso de veículos elétricos, como a restrição de circulação para veículos a combustão, restrições de estacionamento, subsídios diretos e indiretos, compra de veículos para frotas públicas e metas de eletrificação para o transporte coletivo. (CanalEnergia – 29.04.2021)

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3 GM faz parceria para 60 mil pontos de recarga de VEs

A General Motors anunciou nesta quarta-feira parcerias com grandes redes de recarga de veículos elétricos para oferecer aos clientes acesso a quase 60 mil pontos de recarregamento de baterias nos Estados Unidos e Canadá. A GM disse que assinou acordos com sete empresas, incluindo Blink Charging, ChargePoint e EV Connect. A montadora também lançou a plataforma “Ultium Charge 360”, que integra redes de recarga, aplicativos veiculares da companhia e outros serviços para simplificar a experiência de recarregamento de baterias de seus veículos. A GM pretende investir 27 bilhões de dólares em veículos elétricos e tecnologia de direção autônoma até 2025 e para lançar 30 novos veículos elétricos até o fim de 2025. A empresa pretende parar de vender veículos a gasolina e diesel até 2035. (UOL – 28.04.2021)

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4 Daimler e GE criam posto de recarga de caminhões elétricos

A Daimler Trucks e a General Electric inauguraram uma estação de carregamento de caminhões eletrificados. A chamada “Ilha Elétrica” fica em Portland, no Estado de Oregon, EUA. Com oito estações, também vai atender ônibus, veículos leves de carga e automóveis. Segundo as empresas, o espaço é de uso público. Assim, vai ajudar a acelerar a implantação da infraestrutura para veículos elétricos, sobretudo os comerciais. Além disso, a estação é flexível, podendo receber tecnologias que venham a ser desenvolvidas. Também tem capacidade de até 5 MWh, o equivalente ao consumo de 7.500 casas populares. A estação fica perto da sede da Daimler Trucks North America (DTNA). (O Estado de São Paulo – 29.04.2021)

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5 Revel vai oferecer serviço de carona com VEs

A Revel vai começar a prestar serviço de transporte em Nova York. O modelo é igual ao da Uber, porém com uma frota de veículos elétricos Tesla. A estratégia é justamente se posicionar como uma alternativa para o usuário que já está acostumado ao serviço oferecido por empresas como a Uber, mas vê valor em um serviço que reduz as emissões. Os executivos da startup afirmam que embora a experiência seja mais premium, o valor das corridas será semelhante às outras opções disponíveis no mercado, já que consegue reduzir os custos envolvidos na alta rotatividade de motoristas e os riscos de responsabilidade envolvidos no modelo tradicional de prestação de serviços usados pelos concorrentes. A empresa já captou pouco mais de US$ 31 milhões. A rodada mais recente foi em outubro de 2019, quando levantou US$ 27 milhões em um aporte liderado pelo fundo Ibex Investors, focado em investimentos no setor de mobilidade. A entrada no setor das caronas compartilhadas não é a única novidade anunciada pela empresa. Ela vai inaugurar centros de recarga rápida de veículos elétricos, chamados de Superhubs. (Neo Feed – 28.04.2021)

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6 Lightyear: produção em massa de VE solar

A startup Lightyear prometeu acelerar o projeto do primeiro carro solar a ponto de se comprometer com o desafio de iniciar a produção em série entre 2024 e 2025. Durante uma entrevista, o CEO da Lightyear, Lex Hoefsloot, confirmou não apenas o plano para a produção em massa do Lightyear One, como ainda anunciou um projeto para desenvolver uma família inteira de carros solares nos próximos anos. Ele acrescentou que o objetivo da empresa é ir muito além de ser uma bandeira de tecnologia, e sim construir carros que possam ser utilizados no dia a dia. Para manter o peso total em níveis aceitáveis, a Lightyear irá utilizar uma bateria não muito grande, de 60 kWh, o que segundo a empresa, aliado aos 1.300 quilos do sedã elétrico, permitirá uma autonomia de 710 km pelo padrão europeu WLTP. Destaque ainda para a contribuição de seus painéis fotovoltaicos, que possibilitarão recuperar cerca de 60 km de autonomia por dia. (Inside EVs – 01.05.2021)

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7 Vendas globais de carros elétricos devem crescer ainda mais forte após aumento de 40% em 2020

A indústria automobilística global sofreu um ano penoso em 2020 por causa do grande choque da Covid-19, mas o mercado de carros elétricos contrariou a tendência mais ampla, com um crescimento de mais de 40%, e está a caminho de uma década de forte expansão, segundo relatório publicado pela Agência Internacional de Energia. O Global Electric Vehicle Outlook 2021 da IEA concluiu que, apesar da pandemia desencadear uma cascata de recessões econômicas, um recorde de 3 milhões de novos carros elétricos foram registrados em 2020, um aumento de 41% em relação ao ano anterior. Em comparação, o mercado automotivo global contraiu 16% em 2020. O aumento do ano passado trouxe o número de carros elétricos nas estradas do mundo para mais de 10 milhões, com cerca de 1 milhão de vans elétricas, caminhões pesados e ônibus. Pela primeira vez no ano passado, a Europa ultrapassou a China como centro do mercado global de carros elétricos. Os registros de carros elétricos na Europa mais do que dobraram, para 1,4 milhão, enquanto na China aumentaram 9%, para 1,2 milhão. Para acessar o relatório completo, clique aqui. (IEA – 29.04.2021)

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8 Ford cria centro de pesquisa de baterias

A Ford irá iniciar a construção de um novo centro de pesquisas para o desenvolvimento de baterias para carros elétricos. O anúncio é mais um dos esforços para acelerar a transição para a mobilidade elétrica dentro da empresa. Localizado em Allen Park, Michigan, o chamado Ion Park é fruto de um investimento de US$ 185 milhões e 150 profissionais envolvidos para iniciar as atividades em 2022 em uma construção que ocupará 18.500 metros quadrados. O laboratório de pesquisa contará com equipamentos em escala piloto para projeto e fabricação de eletrodos, células e matrizes e usará tecnologia de ponta para testar novas técnicas de fabricação que permitirão à Ford dimensionar rapidamente projetos de células de bateria inovadores com materiais novos integrando verticalmente células de bateria e baterias. A Ford, que inicialmente apostava em fornecedores externos para as baterias de seus próximos VEs, agora decidiu por verticalizar o processo em direção ao desenvolvimento interno das células, a exemplo do que já fazem a Volkswagen e a Tesla. (Brasil Energia – 28.04.2021)

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Gestão e Resposta da Demanda

1 Esfera Energia estuda novos modelos de negócios com PLD Horário

Após quase cinco meses da entrada em vigor do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) em base horária pela CCEE, a Esfera Energia tem realizados testes de novos produtos e serviços que podem surgir do novo modelo de precificação. Segundo o presidente da empresa, Braz Justi, a empresa tem feito modelagens de otimização de demanda, para sinalizar aos clientes as possibilidades de ganho com eventuais mudanças de horário no consumo. “A ideia é oferecer o otimizador aos consumidores e colocar nas mãos deles a oportunidade de terem ganhos extras, e esperamos que com isso eles tenham resultados na contabilização da CCEE e a gente possa monetizar o produto”, disse o executivo, que foi entrevistado no programa Energia em Debate. Justi disse também que tem percebido entre os consumidores que, embora alguns possam economizar com o deslocamento de consumo para o horário da madrugada, questões regulatórias como o custo a ser pago às equipes com adicional noturno podem inviabilizar essa mudança em alguns casos. (Broadcast Energia – 30.04.2021)

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Digitalização

1 MME apresenta calendário de medidas da modernização do setor elétrico

O MME apresentou um calendário de ações paralelas à votação do projeto de lei de modernização do setor elétrico. Segundo a secretária-executiva do ministério, Marisete Pereira, a perspectiva é que em junho a CCEE apresente uma proposta preliminar de passo a passo para a abertura de mercado. Em julho, a Comissão Permanente para Análise de Metodologias e Programas Computacionais do Setor Elétrico (Cpamp) deve apresentar proposta para aprimorar os modelos de formação de preço com calibração da aversão ao risco, para entrada em vigor a partir de janeiro. Já em setembro, o ministério deve apresentar diretrizes para valoração de benefícios ambientais de empreendimentos, além de realizar workshops sobre o tema. Para outubro, prossegue a secretária-executiva do MME, a expectativa é de obter evoluções na discussão sobre a separação entre lastro e energia. E no fim do ano, o ministério pretende realizar o primeiro leilão de energia de reserva de capacidade. (Brasil Energia – 26.04.2021)

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2 Setor elétrico aposta em diversificação

Diante de uma mudança impulsionada pela digitalização, descentralização e descarbonização, a inovação tem ganhado importância na agenda das empresas do setor elétrico. Além de buscar mais eficiência reduzindo custos, as concessionárias estão de olho em novos serviços e modelos de negócios frente a um consumidor que, com o avanço da geração distribuída solar e das redes inteligentes, passa a também atuar como minigerador. As empresas também estão atentas a oportunidades em mobilidade elétrica e iluminação pública. Um vetor são investimentos feitos dentro do programa de P&D da Aneel, em que se investe 0,5% da receita operacional líquida em inovação. Uma das maiores holdings do setor elétrico nacional, a italiana Enel é uma das líderes em distribuição de energia no Brasil, com cerca de 15% do mercado e presença na região metropolitana de São Paulo. Na zona sul da capital paulista, no bairro da Vila Olímpia, a empresa investiu em um projeto com milhares de sensores que coletam, remotamente e em tempo real, dados sobre condições da rede, além de permitir conectar informações de outras concessionárias. (Valor Econômico – 28.04.2021)

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3 EDP: mais de 120 iniciativas para ganhos em eficiência

A EDP Brasil já mapeou mais de 120 iniciativas de eficiência que permitirão o alcance de ganhos adicionais, disse o diretor financeiro da companhia, Henrique Freire. Deste total, mais de 90% têm foco na distribuição e no centro corporativo. “Teremos ganhos adicionais e tudo isso vai se traduzir em crescimento abaixo da inflação”, disse o executivo. Entre as medidas que serão adotadas está o aumento da digitalização, simplificação e automação de processos. Na área corporativa, entre as medidas está a redução dos gastos com viagem em aproximadamente 20%. (Broadcast Energia – 26.04.2021)

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4 AES Brasil lança novo ciclo de aceleração de startups

A AES Brasil vai abrir nesta terça-feira uma chamada para seu terceiro ciclo de aceleração de startups. Diferentemente das duas edições anteriores realizadas pela companhia, quando foi utilizada verba obrigatória de P&D para apoiar startups que precisavam de apoio no desenvolvimento de soluções voltadas para o setor elétrico, desta vez o foco é identificar empresas mais maduras, que ofereçam soluções de digitalização ou automação para seus processos internos. Agora, a companhia não prevê mais usar recursos que a regulação setorial exige que sejam destinados a P&D, mas planeja investimentos próprios, em valor ainda não divulgado. A empresa definiu três desafios a serem enfrentados, em quatro diferentes áreas da companhia: soluções para estruturação, análise e visualização de dados, soluções para curadoria de conteúdo de monitoramento de mercado e soluções para gestão de departamento jurídico e renovações de certidões empresariais. A nova seleção de startups pela AES Brasil será feita mais uma vez com o apoio da Liga Ventures, plataforma que se propõe a conectar empresas e startups. (Broadcast Energia – 27.04.2021)

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5 Segurança cibernética passa a ser vital para afastar riscos de apagão

O incidente ucraniano (dezembro de 2015) entrou para a história da segurança cibernética como o primeiro hack (confirmado e documentado) capaz de derrubar uma rede elétrica. A estrutura do ataque, executado com maestria, foi considerada sofisticada pelos investigadores do caso. A derrubada total dos serviços na Ucrânia revelou a vulnerabilidade do setor, alarmando companhias elétricas em todo o mundo. Recente artigo publicado por Tucker Bailey, sócio da McKinsey em Washington, DC, descreve o quanto as empresas de energia elétrica e gás – em todo o mundo – estão sujeitas a ataques cibernéticos. De acordo com o trabalho, os cibercriminosos entenderam o valor econômico do setor e os impactos da interrupção dos serviços. As redes de energia também são alvos valiosos para os hacktivistas, que podem atacá-las e chamar atenção para suas causas. (Valor Econômico – 29.04.2021)

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6 Digitalização ganha espaço nas concessionárias

A digitalização tem ganhado espaço crescente nas concessionárias de serviços públicos, como forma de elevar a eficiência, reduzir acidentes e diminuir a inadimplência. O movimento tem sido acelerado com a pandemia, já que, por exemplo, no setor elétrico, as agências de atendimento presencial foram fechadas, ampliando o uso de canais digitais pelos milhões de consumidores no Brasil. A gigante italiana Enel tem um projeto de cidade inteligente instalado no bairro da Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, com ferramentas de inteligência artificial para prever quando o crescimento de uma árvore pode causar problemas na rede de distribuição. A inteligência artificial também vem sendo usada em novas áreas na EDP. Uma plataforma on-line vem sendo testada em 400 casos de consumidores. As comercializadoras também investem de olho na ampliação do mercado livre, cujo desenho tende a ser mais varejo e menos atacado. (Valor Econômico – 29.04.2021)

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Artigos e Estudos

1 Artigo: A energia solar entrou na UTI. Vai faltar oxigênio?

Em artigo publicado pelo jornal O Estado de São Paulo, Heber Galarce analisa ,com críticas, a energia solar no Brasil. Primeiramente é retratado o fato de que a tarifa de energia do consumidor residencial no país é a 14ª mais alta, conforme ranking que compara o Brasil com os 28 países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE). Ademais, é retratado que as energias não renováveis tiveram grandes investimentos e por isso não entrarão em desuso, a não ser que, haja uma alta compensação financeira para estes investidores, usinas “limpas” adicionais com novos investidores ou regulamentações governamentais que obriguem ao fechamento das usinas “sujas”, o que não ocorre, e, por fim, retrata sobre o adiamento do novo marco legal da geração de energia descentralizada, que é apresentado pelo PL 5829/19. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 27.04.2021)

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2 Artigo sobre a Lei de Geração Distribuída (PL 5829)

Em artigo publicado pelo jornal O Estado de São Paulo, o presidente da Associação Brasileira das Pequenas Centrais Hidrelétricas (ABRAPCH), Paulo Arbex, analisa os aspectos positivos da PL para o Sistema Elétrico Brasileiro (SEB). Segundo o autor, “o Projeto de Lei 5829 é um dos raros exemplos de iniciativa legislativa em que todos os envolvidos foram exaustivamente ouvidos e tiveram seus argumentos analisados ao longo de mais de 2 anos. O resultado é um PL justo, equilibrado, com cronograma de implantação responsável e que soube dizer não aos exageros de cada lado: seja a intenção das distribuidoras de estabelecer um “pedágio” de 62% sobre a energia que recebe dos consumidores, seja a dos consumidores de não pagar a parcela do Fio B que utilizam.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 28.04.2021)

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3 Artigo sobre as perspectivas de redução das emissões de carbono no Brasil

Em artigo publicado no Valor Econômico, Joaquim Levy analisa as possibilidades que o Brasil tem para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE), apresentando algumas delas, como: diminuição do desmatamento e queimadas na Amazônia, construção de um mercado de carbono, bem como o uso de novas tecnologias de baixa emissão, como hidrogênio, uso de veículos elétricos. Segundo o autor, “essas são as oportunidades que o Brasil tem que agarrar para voltar a crescer e oferecer uma vida melhor para nossa população”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 29.04.2021)

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4 Artigo “A recuperação e a valorização energética de resíduos sólidos”

Em artigo publicado pelo jornal O Estado de São Paulo, Abílio Almeida e Yuri Schmitke analisam os aspectos positivos e desafios para a recuperação e valorização energética de resíduos sólidos, que permitiria a obtenção de energia limpa simultaneamente a uma solução para a gestão sustentável de resíduos e mitigação de questões ambientais, como aquecimento global e as alterações climáticas, além de contribuições para a saúde pública. Apesar dos claros benefícios, os autores comentam que “a decisão de considerar esta opção não é meramente técnica, devendo ser atentamente analisadas as condições locais no seu maior número de variáveis possíveis e verificar se são apropriadas para a considerar”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 30.04.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Monique Coimbra e
Walas Júnior
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

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