IFE.H2 27

Informativo Eletrônico – Geração de Energia com Hidrogênio nº 27– publicado em 09 de abril de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Mobilidade Elétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 27 – 09 de abril de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Financiamentos
1
Agência Italiana ENEA vai baratear o hidrogênio verde
2 Chile lança Green Hydrogen Accelerator
3 Hidrogênio é reconhecido no Plano de Empregos dos EUA

Mercado
1 Rússia: Gasoduto Nord Stream 2 pode transportar hidrogênio
2 “Hub de H2V é oportunidade para reduzir desigualdade regional”
3 Ligthsource contribuirá para o sucesso da SWIC
4 Orsted lança consórcio de hidrogênio SeaH2L
5 PDE 2031 irá abordar perspectivas para H2V
6 Siemens anunciará projeto de H2 no Brasil em breve
7 SK construirá uma cadeia de hidrogênio na Coreia
8 Hidrogênio terá papel fundamental nas metas da Irlanda
9 África do Sul: Anglo American explora oportunidade de vale de hidrogênio

10 Projeto franco-espanhol para criar infraestrutura de H2V
11 Ceará negocia com multinacionais

12 Alstom adquire a Helion Hydrogen Power
13 Mar do Norte para produzir hidrogênio na Dinamarca
14 Mercado de hidrogênio causa a alta da platina

Tecnologia e Inovação
1 Plástico e esgoto para produzir hidrogênio em Tóquio
2 Alemanha desenvolve tecnologia para separar H2 de gás natural

Mobilidade
1 Alemanha está perto da meta de 100 postos de abastecimento
2 IEA: Projeto para descarbonizar o transporte marítimo

Eventos
1 Canadá, Chile e Costa Rica concordam em cooperar com hidrogênio

Artigos e Estudos
1 Artigo “Hidrogênio verde, uma corrida em todos os continentes”
2 Entrevista: Presidente da EDP fala sobre hidrogênio
3 IDTechEx lança relatório sobre produção de hidrogênio
4 Manual de Termos e Conceitos – Transição Energética



 

 

Políticas Públicas e Financiamentos

1 Agência Italiana ENEA vai baratear o hidrogênio verde

A Agência Nacional Italiana Para Novas Tecnologias, Energia e Desenvolvimento Econômico Sustentável (ENEA), realizou uma parceria com 9 organizações para realizar um projeto que tem como objetivo de reduzir os custos do hidrogênio verde. O projeto chamado “Prometheus”, visa reduzir os custos de produção do hidrogénio verde para menos de 2 €/kg ao longo do tempo, usando uma tecnologia altamente eficiente que combina electricidade fotovoltaica (ou eólica) com concentrador solar. A iniciativa coordenada pela ENEA prevê um investimento de 2,7 milhões de euros, dos quais cerca de 2,5 milhões foram financiados pela União Europeia através do programa público- privado FCH JU, (Fuel Cells and Hydrogen Joint Undertaking). O projeto envolve a construção na Itália de um protótipo de um eletrolisador de óxido sólido de 25 kWe, capaz de produzir 15 kg de hidrogênio por dia. (Fuel Cells Works – 03.04.2021)

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2 Chile lança Green Hydrogen Accelerator

O Chile lançou o primeiro acelerador de hidrogênio verde do país, com o apoio e co-financiamento da Agência de Sustentabilidade Energética (AgenciaSE). O acelerador, Green Hydrogen Accelerator, funcionará dentro da estrutura da Estratégia Nacional de Hidrogênio Verde com o objetivo de desenvolver a indústria de hidrogênio para se tornar um dos maiores produtores e exportadores mundiais de hidrogênio até 2040. A iniciativa será dividida em dois estágios. No primeiro, organizações irão identificar os projetos potenciais avaliando os aspectos técnicos e o segundo estágio será a fase de investimento e desenvolvimento com a disponibilidade de co-financiamento com um fundo total de até de US$ 0,4 milhões. (H2 Bulletin- 30.03.2021)

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3 Hidrogênio é reconhecido no Plano de Empregos dos EUA

O governo dos Estados Unidos (EUA), divulgou na quarta feira (31) o Plano de Empregos Americano, por meio do qual o governo investirá US$ 15 bilhões de dólares em projetos de demonstração para pesquisa e desenvolvimento (P&D), incluindo hidrogênio e armazenamento de energia em grande escala. O plano tem em vista 40% dos benefícios dos investimentos em clima e infraestrutura limpa para comunidades carentes e planeja investir em comunidades rurais e comunidades impactadas pela transição baseada no mercado de energia limpa. (H2 View – 01.04.2021)

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Mercado

1 Rússia: Gasoduto Nord Stream 2 pode transportar hidrogênio

A Rússia está finalizando o gasoduto Nord Stream 2 para que possa levar gás natural para a Alemanha e para outros países europeus, tentando manter a posição de fornecedor-chave de energia para a Europa. Faltam apenas 150 quilômetros para se concluir o lançamento dos dutos no Mar Báltico, até a Alemanha. Mas, por pressão americana, as obras estão paradas. O país tem investido na produção de hidrogênio em grande escala, com o objetivo de fazê-lo fluir por meio de seu novo gasoduto NordStream 2, para se adaptar às necessidades dos países vizinhos que desejam uma fonte de energia mais limpa. Não se sabe ainda se o hidrogênio será azul, produzido a partir de fontes de combustível fóssil com CCS, ou verde (neutro em carbono). A Rússia tem uma vantagem comparativa muito melhor ao longo da cadeia de valor do hidrogênio azul. Está, portanto, melhor posicionada para enviar hidrogênio azul, em vez de verde, para o qual os custos ainda são muito altos. (Petronotícias – 29.03.2021)

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2 “Hub de H2V é oportunidade para reduzir desigualdade regional”

Após os investimentos da empresa australiana Enegix Energy e o Ceará ter lançado o hub de hidrogênio verde, o Brasil se encontra no Mapa Global do Hidrogênio Verde como potencial gerado. Portanto, não é em toda a região brasileira que o hidrogênio verde pode ser gerado em larga escala, a ênfase maior é para o nordeste, visto que essa região se encontra com um grande potencial para produzir energia solar e energia eólica. Dessa forma, o hidrogênio verde (H2V) tem potencial para reduzir desigualdades econômicas entre o Nordeste e outras regiões do País, uma vez que diversos empreendimentos e empregos serão criados para a implementação em grande escala desse vetor energético no Brasil, destacou Roseane Medeiros, secretária Executiva da Indústria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Ceará (Sedet). (Diário do Nordeste- abril.2021)</font

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3 Ligthsource contribuirá para o sucesso da SWIC

A Lightsource BP, a maior desenvolvedora de energia solar da Europa, anunciou China é mais um membro anunciou sua participação no South Wales industrial Cluster (SWIC) – um projeto que será crucial no desenvolvimento de uma economia do hidrogênio no País de Gales. A empresa com sede no Reino Unido e outros membros do SWIC trabalharão juntos para aumentar a flexibilidade da tecnologia do eletrolisador e aumentar sua eficiência para energias renováveis. A meta desse projeto é conseguir fazer que um total de 30 MWp de sete estações de energia solar produzam uma ampla quantidade de hidrogênio. Isso, por sua vez, estabelecerá as bases para novas rotas de hidrogênio econômico e facilmente escalonável, produzido com a menor pegada de carbono possível. Por fim, a parceria não apenas irá contribuir para o sucesso do projeto, mas também a capacidade do país de Gales fabricar localmente cimento e produtos de aço renováveis, visto que o uso final do hidrogênio verde será para esses segmentos do setor industrial. (H2 View- 30.03.2021)

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4 Orsted lança consórcio de hidrogênio SeaH2L

A Orsted apoiada pela Yara e outras empresas do Cluster do Porto do Mar Norte lançaram o projeto SeaH2L com intenção de instalar uma planta de produção de hidrogênio com capacidade de até 1 GW, na qual o eletrolisador será alimentado por uma eólica offshore com capacidade de 2GW. O projeto será dividido em duas fases: na primeira será instalado 500MW, após obter as autorizações necessárias. Na segunda etapa, prevista para antes de 2030, serão instalados os outros 500MW com flexibilidade e armazenamento adicionais. O hidrogênio verde produzido será utilizado para a produção de amônia, fabricação de aço, eteno e combustíveis. (H2 Bulletin- 31.03.2021)

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5 PDE 2031 irá abordar perspectivas para H2V

Em entrevista transmitida virtualmente pela Agência CanalEnergia, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Thiago Barral, declarou que está discutindo as diretrizes para o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2031 com o governo e acrescentou que as perspectivas para produção e consumo de hidrogênio serão abordadas no documento. Embora o hidrogênio já apareça no PNE 2050, a expectativa da EPE é incorporar de maneira gradual no planejamento. Além do hidrogênio, outros assuntos serão abordados no PDE 2031, como o Novo Mercado de Gás com a aprovação da Nova Lei do Gás, contendo análises avançadas sobre a expansão do mercado livre e expansão da transmissão. (MegaWhat – 30.03.2021)</font

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6 Siemens anunciará projeto de H2 no Brasil em breve

O General Manager da Siemens Energy no Brasil, André Clark, foi entrevistado pelo Petronotícias para apresentar os planos e previsões da companhia para o hidrogênio no Brasil. O executivo destacou o potencial do país para geração de energia renovável e acrescentou que foi um dos motivos para a empresa escolher o Brasil como um hub de hidrogênio da Siemens na América Latina. Quando questionado sobre a previsão da empresa para apresentar o primeiro projeto de hidrogênio no país, André Clark, trouxe projeções otimistas: “Muito em breve. O Brasil possui todas as condições naturais para isso acontecer e o setor empresarial brasileiro está engajado em promover parcerias nesse sentido ”. Além disso, Clark disse que, no entanto, é necessário um bom cenário político para que a Siemens siga com os planos. (Petronotícias – 05.04.2021)</font

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7 SK construirá uma cadeia de hidrogênio na Coreia

A SK E&S, que faz parte da SK Group, planeja investir 18 trilhões de won nos próximos 5 anos, na construção de um ecossistema de hidrogênio na Coréia. O investimento do projeto será dividido em duas fases: na primeira, a empresa planeja fornecer um total de 30.000 toneladas de hidrogênio liquefeito, até 2023; na segunda, produzirá 250.000 toneladas adicionais de hidrogênio limpo sem carbono, em um local adjacente ao Terminal de GNL de Boryeong até 2025. Por fim, no âmbito da distribuição, a SK construirá gasodutos dedicados ao transporte da produção do hidrogênio produzido por suas usinas. A empresa acredita que criará 209.000 empregos e adicionará 34,1 trilhões de wons de recursos sociais e econômicos. (Fuel Cells Works- 31..03.2021)

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8 Hidrogênio terá papel fundamental nas metas da Irlanda

O hidrogênio foi identificado como a principal fonte de energia para os projetos de descarbonização da Irlanda do Norte, que vão desde a mobilidade, como ônibus e trens, até a utilização na rede de gás para aquecimento. A equipe de pesquisa, financiada pelo Departamento de Economia da Irlanda do Norte, apresentou vários estudos de caso em que o hidrogênio verde poderia ser feito por eletrólise, alimentado por eletricidade renovável, e como poderia ser integrado até 2030. Os resultados demonstram a viabilidade técnica, ambiental e econômica da produção e uso de hidrogênio em escala na Irlanda do Norte. A partir desses estudos, um relatório foi criado demonstrando todo o progresso que a Irlanda tem feito para conseguir eliminar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e destaca como o hidrogênio verde está contribuindo com a descarbonização. (H2 View- 31.03.2021)

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9 África do Sul: Anglo American explora oportunidade de vale de hidrogênio

A Anglo American irá colaborar para desenvolver um vale de hidrogênio na área geológica de Bushveld, rica em metais do grupo da platina, na África do Sul. Ela concordou em realizar um estudo de viabilidade em parceria com o Departamento de Ciência e Inovação da África do Sul (DSI), a Engie, o Instituto de Desenvolvimento Nacional da África do Sul (Sanedi) e a Bambili Energy. O Vale do Hidrogênio é um dos primeiros projetos que apoiam a iniciativa do Vale da Platina. Ele identificará oportunidades de projetos concretos para atividades de hidrogênio para impulsionar o crescimento econômico, criar empregos, aumentar a agregação de valor às suas reservas de platina e reduzir a pegada de carbono. (H2 Bulletin- 01..04.2021)

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10 Projeto franco-espanhol para criar infraestrutura de H2V

Um projeto industrial ancorado nos territórios da França e Espanha, Lacq Hydrogen faz parte do projeto Spanish Green Crane para produzir e exportar hidrogênio renovável, com foco no desenvolvimento de dutos. Para o projeto, o objetivo é implantar 6.800 km de gasoduto até 2030 para conectar os “vales de hidrogênio” e uma rede de 22.900 km em toda a Europa até 2040, com 75% da rede sendo de gás natural convertida. O hidrogênio, que eventualmente será transportado pelo gasoduto, será produzido por eletrólise da água na Espanha por meio da energia solar a preços muito competitivos devido ao grande recurso solar na região de Aragão. (H2 View- 01.04.2021)

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11 Ceará negocia com multinacionais

Em fevereiro, o Governo do Ceará anunciou o hub de hidrogênio verde no Complexo de Pecém com parceria com a Energix Energy. Além da empresa australiana, o Ceará está negociando com dez outras multinacionais que são vistas como potenciais investidores, mas sem nenhum acordo de exclusividade, deixando o leque aberto para a participação de mais de uma empresa. Sérgio Araújo, coordenador de Atração de Empreendimentos Industriais Estruturantes da Secretaria de Desenvolvimento e Trabalho (Sedet) disse que o Estado tem condições e potencial de atender vários projetos, para isso, o governo prepara a contratação de uma consultoria com objetivo de projetar políticas necessárias para desenvolver o hub de hidrogênio e dar segurança jurídica ao investidor. (O POVO – 03.04.2021)

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12 Alstom adquire a Helion Hydrogen Power

A Alstom acaba de ampliar o portfólio de soluções inovadoras e segue com a estratégia de desenvolvimento sustentável com a aquisição da Helion Hydrogen Power, uma empresa voltada para a inovação e especializada em células a combustível de alta potência. A empresa vai complementar a expertise da Alstom em relação a tecnologia de hidrogênio, além de fortalecer a sua presença tecnológica na França. “Esta aquisição é uma excelente oportunidade de desenvolvimento para a Helion Hydrogen Power e seus funcionários. A Alstom se concentrará no desenvolvimento de todo o potencial da tecnologia inovadora e experiência desta empresa promissora. Esta transação está alinhada com a estratégia da empresa de estender e aprimorar sua experiência em mobilidade sustentável e inteligente “, disse Jean-Baptiste Eyméoud, presidente da Alstom França. (Alstom – 03.04.2021)</font

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13 Mar do Norte para produzir hidrogênio na Dinamarca

O Mar do Norte é uma região que consegue produzir grandes concentrações de energia eólica, devido às grandes ventanias presentes. Por isso, a Orsted, petrolífera estatal da Dinamarca, quer construir um parque eólico offshore de grande porte no Mar do Norte e ligá-lo à chamada produção de hidrogênio “renovável” no continente europeu, com um projeto que tem sido apoiado por várias grandes empresas industriais. A empresa, que já possui 50% da produção de eólica, tem o intuito de aumentar o consumo de energia verde na matriz de seu país. O parque eólico de 2 gigawatts no Mar do Norte irá ser conectado a uma usina com uma capacidade eletrolisadora de 1gigawatt e destinar o hidrogênio para o setor industrial. (CNBC – 01.04.2021)</font

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14 Mercado de hidrogênio causa a alta da platina

A platina é necessária para a produção da tecnologia de células a combustível, sendo uma parte do catalisador que separa o hidrogênio e o utiliza para gerar energia elétrica. A mineração de platina na África do Sul tem colhido os frutos das tendências da tecnologia de combustível de hidrogênio, à medida que a demanda do metal precioso aumenta para atender às necessidades de equipamentos. Depois de anos de preços baixos, o preço desse e de outros metais do grupo subiu seis vezes. Como resultado, as operações de mineração de platina viram seus lucros explodirem . A demanda devido à necessidade do metal para células a combustível hidrogênio criou um mercado totalmente novo e crescente. Isso inclui não apenas a própria platina, mas também outros metais, que incluem paládio e ródio. (Hydrogen Fuel News – 30.03.2021)</font

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Tecnologia e Inovação

1 Plástico e esgoto para produzir hidrogênio em Tóquio

A Ways2H e a Japão Blue Energia anunciaram a conclusão de uma instalação, que será capaz de converter o lodo do esgoto em hidrogênio renovável, em Tóquio. A ideia é usá-lo para a mobilidade, em células a combustível hidrogênio e geração de energia. Um comunicado das duas empresas afirma que a instalação, localizada no Sunamachi Water Reclamation Center perto de Tóquio, será capaz de processar uma tonelada de lodo de esgoto seco por dia e convertê-la em 40-50 kg de hidrogênio por dia. Para colocar isso em perspectiva, essa quantidade produzida seria suficiente para abastecer 10 veículos de passageiros ou 25 e-bikes com células a combustível. (H2View- 30.03.2021)

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2 Alemanha desenvolve tecnologia para separar H2 de gás natural

A Alemanha possui uma rede de gás de 511.000 quilômetros de extensão, o que irá ajudar na inserção do hidrogênio em sua matriz, uma vez que os gasodutos conseguem transportá-lo. Porém, ainda há entraves na separação do hidrogênio e o gás natural no uso final, um desafio que está sendo trabalhado no projeto HYPOS. A Fraunhofer IKTS tem trabalhado desenvolveu uma tecnologia a base de carbono que separa o hidrogênio do gás natural, alcançando 90% de pureza no resultado final. O processo consiste na formação de uma camada ultrafina em substratos cerâmicos porosos, onde atua como uma membrana. Os poros de carbono são tubulares e servem para filtrar o gás. Por último, existe uma etapa de filtração para separar algumas moléculas do gás natural que conseguiram passar pelos poros de membrana. (Fuel Cells Works – 04.04.2021)

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Mobilidade

1 Alemanha está perto da meta de 100 postos de abastecimento

A Total, Air Liquide, Linde e H2 Mobility inauguraram, em Saarbrücken, o 92º posto de abastecimento de hidrogênio, deixando o país mais perto de atingir a meta de 100 estações de abastecimento até meados de 2021. A estação Saarbrücken está localizada diretamente na A620 e será um fator de localização importante para a mobilidade do hidrogênio no futuro, não apenas para a cidade de Saarbrücken e Saarland, mas também para os centros de hidrogênio em Rhine-Ruhr, Frankfurt e Stuttgart.Na Alemanha, o hidrogênio é medido em kg e atualmente tem um custo de € 9,50 (US $ 11,15). (H2 View – 30.03.2021)</font

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2 IEA: Projeto para descarbonizar o transporte marítimo

O projeto H2ports foi desenvolvido para acelerar o processo de transição energética da indústria portuária na Europa, o projeto tem como objetivo testar, avaliar e demonstrar novas tecnologias de células a combustível para serem utilizadas para descarbonizar os terminais portuários, aumentando a eficiência energética e segurança, além de estudos de viabilidade para o desenvolvimento de uma cadeia de abastecimento de hidrogênio. O projeto teve início em 2019 e a previsão é que seja desenvolvido até 2022. Três iniciativas do projeto serão testadas no porto de Valência, Espanha. (International Energy Agency – 29.03.2021)

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Eventos

1 Canadá, Chile e Costa Rica concordam em cooperar com hidrogênio

No webinar Pan American, realizado na semana passada, o Canadá, Chile e Costa Rica apresentaram as atualizações de suas estratégias nacionais de hidrogênio, O evento ocorreu de forma online e teve como objetivo mostrar o progresso dos três países na transição energética e promover o desenvolvimento de tecnologias do hidrogênio, após a apresentação Chile, Canadá e Costa Rica concordaram em continuar cooperando nas questões relacionadas ao hidrogênio. O webinar contou com a participação de 16 países, incluindo governos nacionais, organizações intergovernamentais como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Agência Internacional de Energia (IEA). (H2 Bulletin- 31..03.2021)

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Artigos e Estudos

1 Artigo “Hidrogênio verde, uma corrida em todos os continentes”

O artigo publicado na Istoé Dinheiro analisou o avanço do hidrogênio em todos os continentes, com ênfase na Ásia e Europa, apresentando alguns projetos de hidrogênio em andamento, bem como os investimentos pretendidos para o setor. Segundo a Istoé Dinheiro “a Alemanha espera investir US$ 9 bilhões de euros (US$ 10,6 bilhões) até 2030; França e Portugal, 7 bilhões de euros cada (ou US$ 8,25 bilhões); Reino Unido, 12 bilhões de libras (ou US$ 16,5 bilhões); e Japão e China, US$ 3 bilhões e US$ 16 bilhões, respectivamente, para deixar sua produção mais ecológica”. (Isto é Dinheiro – 30.03.2021)

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2 Entrevista: Presidente da EDP fala sobre hidrogênio

Em entrevista para O POVO, João Marques da Cruz, presidente da EDP, fala do interesse que a empresa tem em fazer parte do hub de hidrogênio lançado pelo governo do Ceará e destacou as características do Estado apontando-o como o mais adequado para este tipo de projeto. “Um projeto desta natureza tem que ter o apoio de entidades públicas ao nível estadual e federal, porque estes contratos de venda de energia da nossa usina são ao nível federal. Nós já apresentamos ao senhor Ministro (Bento Albuquerque, de Minas e Energia) esta nossa intenção. Ou seja, nosso desejo duplo, de alargar o contrato de venda de energia da usina de carvão e o desejo de investir numa usina que produz é hidrogênio”, disse João Marques. (O POVO – 03.04.2021)

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3 IDTechEx lança relatório sobre produção de hidrogênio

Tendo em vista o mercado crescente do hidrogênio, a IDTechEx lançou um novo relatório “Green Hydrogen Production: Electrolyzer Markets 2021-2031”. O relatório analisa as tecnologias envolvidas na produção de hidrogênio, como os eletrolisadores alcalinos, de óxido sólido e proton exchange membrane, bem como, os participantes do mercado e as aplicações mais importantes. Mostrando as características técnicas, destacando as vantagens e desvantagens dos sistemas e as implicações relacionadas à adoção final das tecnologias pelo mercado. Para obter o relatório clique aqui. (Energy Global – 02.04.2021)</font

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4 Manual de Termos e Conceitos – Transição Energética

Com o objetivo de entender melhor a transição energética e seus conceitos, o Instituto E+ Transição Energética produziu um manual com os termos e conceitos mais usuais explicados de forma clara, incluindo esclarecimentos sobre expressões mal-empregadas ou dúbias, que geram confusões de interpretação e significativas falhas na comunicação do setor. Na busca por soluções mais responsáveis e conectadas com o ambiente, para otimizar as perspectivas de transições rápidas para energia limpa, uma janela de oportunidade vem se abrindo com a transição energética. (Emais Energia – 02.04.2021)</font

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Luiza Masseno e Sayonara Andrade Elizário
Pesquisadores: Allyson Thomas e Kalyne Silva Brito 
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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