IFE.TEX 37

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 37 – publicado em 05 de abril de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Tecnologias Exponenciais – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 37 – 05 de abril de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética
1
Black & Veatch fará estudos para planta brasileira de hidrogênio verde
2 Estudo global analisa iniciativas de energias renováveis em cidades brasileiras
3 Rystad Energy: lacuna de gastos diminui entre energias renováveis e petróleo e o gás
4 Projeto de lei do Oregon visa 3 GW de energia eólica flutuante até 2030
5 Powerhouse transforma resíduos em hidrogênio
6 Capacidade global de energia eólica chega a 744 GW
7 Universidades do Reino Unido querem desbloquear o potencial da energia das ondas
8 Relatórios de energias renováveis aprovados pelo Parlamento Europeu
9 WIND2GRID: novo conceito de subestação flutuante para energia eólica offshore
10 EUA pretendem cortar custos de energia solar em 60% até 2030

Geração Distribuída
1 ABGD lança e-book sobre energias renováveis e o potencial das fontes para GD
2 Susten Energia anuncia aporte de R$ 200 mi para GD solar até 2022
3 Fundador da WebMotors aposta em geração solar
4 Oi pretende estruturar modelo de negócios para serviços de energia
5 TIM e Enel X anunciam parceria para construção de duas usinas solares
6 Vivo muda para planta de geração distribuída solar no Pará
7 EDPR vai construir um projeto de 200 MW nos Estados Unidos
8 Rio de Janeiro passou da marca de 200 MW de geração distribuída

Armazenamento de Energia
1 Mercado de armazenamento europeu deve dobrar em 2021
2 Soltage e Harrison Street: parceria de armazenamento nos EUA
3 Genex opta por financiamento de capital único em projeto de armazenamento hidrelétrico

4 AGL: FID em projeto de bateria de 250 MW no sul da Austrália

5 Queensland testará 40 MWh de baterias conectadas a rede

6 Armazenamento é a chave para a descarbonização eficiente do sistema elétrico

Mobilidade Elétrica
1 Demanda por gasolina tende a cair com a eletrificação
2 EDP Portugal: 150 pontos de carregamento elétrico em McDonald’s
3 Reino Unido: US$ 75 milhões para avanços em caminhões elétricos e ônibus a hidrogênio
4 Nova Innovation abastece veículos com força das marés

5 CPFL Paulista é autorizada a instalar equipamentos para projeto Vehicle-to-Grid
6 Volkswagen fabricará baterias para reduzir custos
7 Embraer testa ‘carro voador’ elétrico desenvolvido no Brasil
8 Opel lança carregador universal para VEs

Digitalização
1 Espanha: drones com IA tornarão a manutenção das linhas de transmissão mais fáceis
2 Aneel debate modernização do setor no 2W Day
3 ABGD lança aplicativo dedicado à geração distribuída

Eventos
1 GESEL e SENAI/CIMATEC: Curso “Cibersegurança para o Setor Elétrico: Formação Executiva”
2 Norte Energia Promoverá Três Encontros Para Debater Os Desafios Do Setor Elétrico

Artigos e Estudos
1 Artigo sobre o hidrogênio como oportunidade para descentralização energética e regulatória
2 Artigo sobre o potencial do hidrogênio na agenda sustentável da América Latina
3 Artigo de Joaquim Levy: “Pistas para a eletrificação”
4 Artigo McKinsey: “Como o Brasil pode otimizar seu custo de energia”

5 Artigo McKinsey: “A usina digital do futuro”
6 Artigo Wood Mackenzie: “Os leilões de energias renováveis apoiarão as ambições zero emissões líquidas da Europa?”


 

 

Transição Energética

1 Black & Veatch fará estudos para planta brasileira de hidrogênio verde

A Enegix Energy, empresa do ramo de hidrogênio, assinou um memorando de entendimento (MoU) com a Black & Veatch, para a entrega de estudos de viabilidade essenciais para o avanço do projeto Base One, no Ceará. Quando estiver em operação, a instalação produzirá mais de 600 milhões de kg/ano de hidrogênio verde. A nova e ambiciosa instalação de eletrólise será totalmente alimentada por energia renovável: inicialmente 3,4 GW de energia solar e eólica terrestre. O potencial do Ceará para geração de energia renovável, juntamente com o acesso a um porto de alto mar estratégico para facilitar a exportação de hidrogênio, foi a chave para a escolha do local para o investimento de US$5,4 bilhões. (Energy Global – 22.03.2021)

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2 Estudo global analisa iniciativas de energias renováveis em cidades brasileiras

A edição de 2021 do Relatório de Status Global de Energias Renováveis nas Cidades, da organização REN21, mostra que 13 cidades no Brasil possuem metas ou políticas de energias renováveis, de um total global de mais de 1.300 cidades. Isso cobre 51,6 milhões de pessoas, o equivalente a 28% da população urbana do país. As cidades brasileiras estão ficando para trás na definição de metas para zerar as emissões líquidas de carbono, segundo o estudo. Uma exceção é Belo Horizonte (MG), que em 2020 anunciou meta de emissões líquidas zero. Entre os destaques do estudo, estão a prefeitura de Cáceres (MT) e o município de Itu (SP), que alcançaram suas metas de 100% de energias renováveis (para operações municipais e em toda a cidade, respectivamente) até 2020. (Brasil Energia – 22.03.2021)

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3 Rystad Energy: lacuna de gastos diminui entre energias renováveis e petróleo e o gás

Segundo análise da Rystad Energy, os gastos com projetos de energia renovável devem atingir um novo recorde em 2021, com previsão de chegar a US $243 bilhões, reduzindo a lacuna com os gastos com petróleo e gás, que são projetados este ano para US $311 bilhões. Embora os fornecedores de serviços de campos petrolíferos tenham dado passos consideráveis para realizar mudanças estruturais, os resultados financeiros de 2020 sugerem que mais precisa ser feito. A lacuna de gastos entre energia renovável e petróleo e gás está diminuindo, já que o investimento em energias renováveis agora está apenas 22% abaixo da estimativa para projetos upstream. (Energy Global – 22.03.2021)

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4 Projeto de lei do Oregon visa 3 GW de energia eólica flutuante até 2030

Um projeto de lei foi apresentado à Câmara dos Representantes no estado de Oregon, EUA, estabelecendo uma meta e um plano para o desenvolvimento de 3 GW de energia eólica offshore flutuante até 2030. A proposta, apresentada pelo deputado republicano David Brock Smith, afirma que um cenário de planejamento para o desenvolvimento de 3GW de energia eólica offshore flutuante até 2030 iria “desencadear benefícios econômicos imediatos” para o estado. O projeto – conhecido como HB3375 – também estabeleceria uma força-tarefa para energia eólica flutuante, que desenvolveria um plano estratégico a ser submetido às comissões provisórias da Assembleia Legislativa relacionadas à energia até 15 de setembro de 2022. (Energy Global – 22.03.2021)

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5 Powerhouse transforma resíduos em hidrogênio

A Powerhouse Energy desenvolveu uma tecnologia (DMG®) capaz de transformar resíduos plásticos em gás de síntese e/ou hidrogênio, que segundo Tim Yeo, presidente executivo da empresa, tem feito bons progressos na Polônia. Um acordo com a Hydrogen Utopia International Limited (HUI) concedeu uma licença exclusiva e intransferível para a aplicação da tecnologia DMG® no país. As plantas podem ser comissionadas dentro de um prazo semelhante ao do Reino Unido e tendo em vista o progresso, a Powerhouse pretende analisar o mercado em outros países europeus e buscar parcerias para adotar um modelo de negócios semelhante ao idealizado com o Peel NRE na Grã-Bretanha e HUI na Polônia. (H2 View – 24.03.2021)

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6 Capacidade global de energia eólica chega a 744 GW

De acordo com estatísticas preliminares de energia eólica divulgadas pela World Wind Energy Association, o mundo atingiu um novo recorde para novas instalações de energia eólica, adicionando 93 GW de novas turbinas em 2020. Alguns países estabeleceram novos recordes de instalação, incluindo China, EUA e Rússia, enquanto a maioria dos mercados europeus experimentaram um crescimento modesto. O forte crescimento é uma surpresa para alguns observadores, com muitos países relatando atrasos no ano passado devido à interrupção das cadeias de abastecimento internacionais e à falta de disponibilidade de mão de obra. A capacidade eólica global já atingiu 744 GW, o suficiente para gerar 7% da demanda mundial de eletricidade. (REVE – 24.03.2021)

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7 Universidades do Reino Unido querem desbloquear o potencial da energia das ondas

Várias universidades do Reino Unido estão participando de oito novos projetos para desenvolver e testar novas tecnologias de energia das ondas. A pesquisa é apoiada por um investimento de £7,5 milhões pelo Conselho de Pesquisa em Ciências Físicas e Engenharia (EPSRC), parte do UK Research and Innovation (UKRI). A implantação mais ampla de conversores de energia das ondas (WECs) encontra desafios como sua dificuldade de operar em condições climáticas extremas e sua eficiência. Os oito projetos adotarão abordagens inovadoras para superar esses desafios, incluindo inspiração nas nadadeiras de animais marinhos para projetar WECs flexíveis que podem operar em condições extremas. (Renews – 24.03.2021)

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8 Relatórios de energias renováveis aprovados pelo Parlamento Europeu

A Comissão da Indústria, da Pesquisa e da Energia (ITRE) do Parlamento Europeu aprovou os relatórios “A European Strategy for Energy System Integration” (ESI INI) e “A European Strategy for Hydrogen” (Hydrogen INI). Os dois relatórios refletem a visão da ITRE sobre as estratégias apresentadas pela Comissão Europeia em julho do ano passado. O relatório ESI apoia explicitamente a descarbonização de usuários finais por meio da eletrificação direta, estimulando a Comissão Europeia a acelerar a transição para sistemas baseados em energias renováveis e a eletrificação de setores de uso final. Já o relatório sobre hidrogênio, define que sua geração a partir de fontes renováveis é crucial para a transição energética da Europa. (Renewables Now – 25.03.2021)


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9 WIND2GRID: novo conceito de subestação flutuante para energia eólica offshore

O projeto WIND2GRID iniciou sua jornada em 2020 com o objetivo de promover pesquisa e desenvolvimento colaborativo e integrativo de tecnologias, componentes e sistemas para novas subestações offshore de desempenho, em torno do desenvolvimento de subestações flutuantes. O projeto tem um orçamento de 6,8 milhões de euros para o período 2020-2022 e é financiado pelo Programa Hazitek do Governo Basco, com o apoio do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional. Espera-se que o projeto contribua também para melhorar o posicionamento da indústria basca no setor eólico offshore e no setor marítimo, um mercado-chave para o seu futuro. (REVE – 27.03.2021)

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10 EUA pretendem cortar custos de energia solar em 60% até 2030

O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DoE) estabeleceu uma meta de cortar o custo da energia solar em 60% nos próximos 10 anos. O DoE está fornecendo cerca de US $128 milhões em financiamento para reduzir custos, melhorar o desempenho e acelerar a implantação de tecnologias de energia solar. O departamento afirmou que os investimentos apoiam as metas climáticas do governo Biden-Harris e abrirão o caminho para uma descarbonização acessível do sistema de energia e uma economia robusta de energia limpa. O DoE está acelerando sua meta de custo de geração solar em escala, estabelecendo uma nova meta de reduzir o custo atual de 4,6 centavos por kWh para 3 centavos/kWh até 2025 e 2 centavos/kWh até 2030. (Renews – 26.03.2021)

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Geração Distribuída

1 ABGD lança e-book sobre energias renováveis e o potencial das fontes para GD

A ABGD desenvolveu o e-book ‘Energias Renováveis: O Potencial das Fontes para a Geração Distribuída’, que aborda como as fontes de energias renováveis têm papel crucial não só na diminuição do efeito estufa e na preservação do meio ambiente, mas também são fundamentais na redução da dependência mundial dos recursos não renováveis. O informativo destaca que a GD já criou mais de 90 mil postos de trabalho, trouxe novas indústrias de painéis solares, inversores, estruturas, acessórios e toda uma cadeia econômica fundada no espírito empreendedor e concorrencial da livre iniciativa brasileira. Mas ainda há muito espaço para crescer. (Agência CanalEnergia – 22.03.2021)

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2 Susten Energia anuncia aporte de R$ 200 mi para GD solar até 2022

Criada em 2019, a empresa Susten Energia fechou seu primeiro contrato para aquisição da estrutura de produção fotovoltaica no Consórcio Urca, envolvendo a geração inicial de 10 MW nos municípios mineiros de Patrocínio, Cláudio e Vale do Jequitinhonha. O investimento faz parte do plano da companhia de oferecer 50 MW em geração distribuída até o final de 2022, em recursos que podem chegar a R$ 200 milhões. A companhia atua com a elaboração dos projetos, execução, instalação de usinas e comercialização, especialmente para consumidores de alto volume, além de operar outras centrais de energia de terceiros. De acordo com a Susten, a negociação com o consórcio visa posicionar a empresa como um player relevante do mercado nacional, por meio de uma entrega suficiente para o fornecimento elétrico a um município de 40 mil habitantes. (Agência CanalEnergia – 22.03.2021)

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3 Fundador da WebMotors aposta em geração solar

A startup ZFlow, do fundador da WebMotors, Sylvio de Barros, vai investir R$ 100 milhões em cinco anos na 77Sol, um marketplace de equipamentos, financiamentos e profissionais para instalação de projetos de microgeração de energia solar. A plataforma conecta clientes interessados em instalar projetos de geração fotovoltaica a integradores, que são os prestadores de serviço responsáveis pela intermediação com o consumidor, pelo projeto e pela instalação dos sistemas. A companhia tem 5 mil integradores cadastrados e a meta é triplicar o número até o fim de 2021, quando quer atingir faturamento mensal de R$ 250 milhões. Focada no varejo automotivo digital, a ZFlow escolheu a 77 como seu primeiro investimento na área de energia. De acordo com Barros, a companhia já tem conversas para novos projetos no segmento, possivelmente em uma nova parceria com a Pacto Solar. (Valor Econômico – 23.03.2021)

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4 Oi pretende estruturar modelo de negócios para serviços de energia

Em meio a uma transformação em seus negócios, o Grupo Oi avalia estruturar uma área de serviços relacionados à Geração Distribuída (GD), comercialização e eficiência energética. A empresa já tem um time com conhecimento no setor elétrico, que trabalha para viabilizar sua atuação no prazo de 12 meses. Num primeiro momento, a iniciativa teria como alvo clientes que já são atendidos por serviços de telecomunicações. Segundo o diretor de Energia e Sustentabilidade, Bernardo Scudiere, a atuação da Oi neste mercado seria semelhante à da Ambev com a startup Lemon Energy, que vende energia para bares e restaurantes que já são clientes da cervejaria, por meio da geração distribuída. (Broadcast Energia – 23.03.2021)

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5 TIM e Enel X anunciam parceria para construção de duas usinas solares

A TIM anunciou sua parceria com Enel X Brasil para o início das obras para construção de duas novas usinas solares. O projeto está em desenvolvimento desde abril de 2020 e contará com mais de 24 mil painéis solares localizados em Ibititá e América Dourada, na Bahia. O empreendimento terá capacidade de 9,919 MWp, evitando a emissão de aproximadamente 13.360 toneladas de CO2 na atmosfera anualmente. As usinas estarão disponíveis para a TIM por um período de 15 anos, conforme o modelo de negócio fechado, e vão atender a 716 sites (antenas) da empresa na área de concessão da Coelba. A expectativa é de que as plantas estejam em operação no segundo semestre deste ano. Segundo a TIM, investir em energia limpa e geração distribuída faz parte de um projeto iniciado em 2017. (Agência CanalEnergia – 24.03.2021)

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6 Vivo muda para planta de geração distribuída solar no Pará

A Vivo instalou uma planta de GD solar fotovoltaica (FV) no estado do Pará, a primeira na região Norte do Brasil. A nova instalação pode produzir 2.190 MWh de eletricidade por ano e abastecer 632 unidades consumidoras da empresa, incluindo lojas, sites e equipamentos de transmissão, informou a subsidiária da espanhola Telefonica SA. A empresa também pretende instalar usinas fotovoltaicas no Pará, Roraima e Rondônia antes do final do ano. Construído e operado pela empresa brasileira de energia Athon Energia, o parque solar de Marabá faz parte do plano de GD renovável da Vivo, atualmente com 16 projetos em operação. Ao todo, a empresa de telecomunicações planeja ligar mais de 70 sistemas de GD verdes no país, cobrindo 23 estados e o Distrito Federal, até dezembro de 2021. (Renewables Now – 24.03.2021)

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7 EDPR vai construir um projeto de 200 MW nos Estados Unidos

A EDP Renewables, seção de energias renováveis do Grupo Energias de Portugal (EDP), assinou um contrato de construção e transferência com a Northern Indiana Public Service Company LLC (NIPSCO) através da sua afiliada local, EDP Renewables North America. O acordo envolve o desenvolvimento e construção do parque solar EDPR Indiana Crossroads Solar Park de 200 MW, localizado no estado de Indiana, que entrará em operação a partir de 2022, quando será celebrado o contrato de construção e transferência. Com este acordo, a EDPR garantiu 2,5 GW de capacidade nos Estados Unidos, e começará a operar a partir deste ano. (Revista PV Espanha – 22.03.2021)

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8 Rio de Janeiro passou da marca de 200 MW de geração distribuída

O Rio de Janeiro ultrapassou a marca de 200 MW operacionais de geração distribuída a partir da fonte solar. A informação consta em levantamento feito pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Agora, o estado ocupa a oitava posição no ranking da geração distribuída solar do país. Segundo o mapeamento feito pela Absolar, o Rio possui atualmente 21.971 sistemas em operação, que abastecem cerca de 25.326 consumidores, espalhados por 92 cidades. A capital fluminense, como era de se esperar, lidera a geração distribuída no estado, com 51,0 MW operacionais. (Petronotícias – 26.03.2021)

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Armazenamento de Energia

1 Mercado de armazenamento europeu deve dobrar em 2021

O mercado europeu de armazenamento deverá atingir 3.000 MWh em 2021, de acordo com um novo relatório da European Association for Storage of Energy (EASE). O relatório, produzido com a consultoria de energia Delta-EE, concluiu que os novos serviços ancilares foram responsáveis pela duplicação do mercado de armazenamento de energia em comparação com os níveis de instalações de 2020 em toda a Europa. Os principais mercados que impulsionaram o crescimento foram Itália, Reino Unido e países nórdicos, mostrou o relatório. Olhando para o futuro, 2021 parece “particularmente forte” para o setor, com a abertura de novos serviços ancilares em toda a Europa e metas nacionais de apoio a projetos regionais. (Renews – 23.03.2021)

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2 Soltage e Harrison Street: parceria de armazenamento nos EUA

A produtora de energia independente dos EUA Soltage LLC formou uma parceria de US $250 milhões com a gestora de investimentos de Chicago Harrison Street para financiar projetos de energia solar e de armazenamento. Os parceiros planejam instalar 450 MW de projetos solares e de armazenamento distribuído em todo o país, começando com um portfólio de 14,5 MW no valor de US$ 30 milhões. Esse portfólio inicial consistirá em cinco projetos solares distribuídos em Maine, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Virgínia, comercializando energia para concessionárias, empresas e compradores comunitários. O trabalho de construção está previsto para ser concluído em 2021. (Renewables Now – 23.03.2021)

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3 Genex opta por financiamento de capital único em projeto de armazenamento hidrelétrico

A Genex Power Ltd, desenvolvedora do projeto hidrelétrico K2 (Queensland, Austrália), de 250 MW, iniciou uma captação de recursos de AUD 115 milhões (USD 87,4 milhões), apostando em um plano para fechar financiamento sem sócios. Depois de participar de negociações desde o verão passado, a empresa disse na quarta-feira (24) que devido à “impossibilidade de chegar a termos comerciais satisfatórios” com o parceiro preferencial, decidiu continuar o processo por conta própria. Com o novo plano, a empresa pretende fechar o financiamento do projeto entre abril e maio. Para cobrir o componente de capital, a Genex levantará AUD 90,3 milhões por meio de uma emissão de ações entre investidores institucionais e uma oferta de direitos 11 por 20 aos acionistas existentes. (Renewables Now – 24.03.2021)

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4 AGL: FID em projeto de bateria de 250 MW no sul da Austrália

A concessionária australiana AGL Energy Ltd tomou uma decisão final de investimento (FID) em um projeto de construção de uma bateria de 250 MW com duração de uma hora (com planos de expansão para quatro horas) na Ilha de Torrens, no sul da Austrália. O projeto de armazenamento de energia em escala de rede é o segundo anúncio de grande projeto de bateria da AGL esta semana. O sistema de bateria Torrens será instalado na área metropolitana de Adelaide e está planejado para se tornar totalmente operacional no início de 2023. A nova capacidade ajudará a melhorar a flexibilidade do sistema de energia local e permitirá a integração de mais energias renováveis. A concessionária disse que assinou contratos-quadro com as empresas de tecnologia de armazenamento de energia Wartsila e Fluence e agora está finalizando os acordos com o fornecedor antes do início da construção. (Renewables Now – 24.03.2021)

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5 Queensland testará 40 MWh de baterias conectadas a rede

A cidade de Queensland, localizada na Austrália, lançará um teste de bateria conectada à rede em cinco locais em todo o estado para apoiar o avanço das energias renováveis. As baterias terão capacidade combinada de armazenamento de até 40 MWh e serão instaladas em cinco subestações, em Hervey Bay, Bundaberg, Townsville, Yeppoon e Toowoomba. “Como Queensland tem um dos níveis mais altos de captação de energia solar em telhados do mundo, queremos ter certeza de que estamos usando esta importante fonte de energia renovável da maneira certa e que nossa rede está acompanhando a demanda”, afirmou Annastacia Palaszczuk, premier de Queensland, em um comunicado. (Renewables Now – 26.03.2021)

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6 Armazenamento é a chave para a descarbonização eficiente do sistema elétrico

A seleção adequada de tecnologias de armazenamento será fundamental para alcançar a descarbonização total do sistema de energia e a integração eficaz de tecnologias renováveis. Garantir a continuidade do fornecimento de energia elétrica em um sistema com presença majoritária de renováveis intermitentes exige soluções que ofereçam capacidade flexível. Neste sentido, a seleção das diferentes soluções tecnológicas para o armazenamento de energia é fundamental para uma efetiva descarbonização do sistema energético. Estes foram alguns dos tópicos de discussão do webinar realizado pela Universidade Politécnica de Madrid (ETSII-UPM). Sob o título “Tecnologías de almacenamiento y su papel en la transición energética” e em colaboração com Energía y Sociedad, o encontro reuniu especialistas, profissionais, estudantes e instituições. (REVE – 27.03.2021)

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Mobilidade Elétrica

1 Demanda por gasolina tende a cair com a eletrificação

O último relatório da AIE, Agência Internacional de Energia, atesta um fato histórico: a demanda por gasolina já atingiu seu ponto mais alto e a partir de agora só tende a diminuir. Em particular, a partir dos cálculos da agência, parece que o pico foi atingido em 2019. É claro que, nos países em desenvolvimento, a demanda ainda deve crescer sustentada pela industrialização e expansão do mercado automotivo. Mas será amplamente compensada pelo aumento da eficiência dos carros com motores de combustão interna e pela crescente difusão dos VEs em nações mais avançadas. Junto com a redução do consumo devido ao aumento do trabalho remoto, que provavelmente continuará no futuro próximo, segundo analistas da maior autoridade mundial em energia, o caminho percorrido é de mão única, sem volta. (Inside EVs – 22.03.2021)

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2 EDP Portugal: 150 pontos de carregamento elétrico em McDonald’s

A EDP vai instalar até 150 pontos de carregamento rápido em cerca de 75 restaurantes da McDonald’s espalhados por Portugal. Até final do ano, a empresa espera ter instalados os primeiros 100 pontos de carregamento rápido nos parques de estacionamento dos restaurantes. Os equipamentos, ligados à rede pública MOBI.E, poderão ser utilizados pelos clientes que possuírem cartão de mobilidade elétrica de um CEME (Comercializador de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica) e vão permitir vários tipos de carregamento, entre corrente contínua ou alternada. De acordo com a elétrica, esta é a maior parceria em número de pontos de carregamento estabelecida pela EDP Comercial até hoje. Inês Lima, diretora geral da McDonald’s Portugal, por sua vez, destaca que esta parceria visa “sensibilizar e promover a adoção dos veículos elétricos”, ao mesmo tempo que tornará a experiência de ida a um restaurante McDonald’s “uma experiência cada vez mais sustentável”. (Fleet Magazine – 22.03.2021)

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3 Reino Unido: US$ 75 milhões para avanços em caminhões elétricos e ônibus a hidrogênio

O governo do Reino Unido está concedendo mais de £ 54 milhões (US$ 75 milhões) a três projetos para o avanço da próxima geração de caminhões elétricos e ônibus a hidrogênio. Cerca de £ 31,9 milhões serão destinados para desenvolver sistemas de propulsão elétrica para veículos pesados de mercadorias no País de Gales. £ 11,3 milhões irão para o desenvolvimento e fabricação de tecnologia de economia de energia para uso em carros e vans de um centro em Warwickshire. Por fim, £ 11,2 milhões serão utilizados para desenvolver e fabricar tecnologia de célula de combustível de hidrogênio de baixo custo para ônibus e criar um centro de excelência em hidrogênio com a Wrightbus em Ballymena, Irlanda do Norte. (Green Car Congress – 22.03.2021)

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4 Nova Innovation abastece veículos com força das marés

A Nova Innovation anunciou que os veículos no arquipélago Shetland agora podem ser movidos pela força do mar. Os especialistas em energia marítima criaram o primeiro ponto de carregamento de veículo elétrico onde os motoristas podem “abastecer” diretamente de uma fonte de energia das marés. O ponto de carga está localizado na costa de Bluemull Sound, no porto Cullivoe, na ilha de Yell em Shetland. Abaixo da água, as turbinas das marés fornecem energia para residências e empresas em Shetland há mais de cinco anos. Os veículos da ilha agora podem ser movidos exclusivamente pela maré. (Energy Global – 22.03.2021)

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5 CPFL Paulista é autorizada a instalar equipamentos para projeto Vehicle-to-Grid

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a CPFL Paulista a implantar e testar equipamentos para a recarga de veículos elétricos habilitados para operação “Vehicle-to-Grid”, aprovado na chamada estratégica de projetos 22/2018, sobre o desenvolvimento de soluções em mobilidade elétrica. De acordo com despacho no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, a Aneel determinou que a energia injetada pelo veículo na rede da concessionária não seja utilizada para abater o consumo de unidades participantes do sistema de compensação de energia elétrica. (Broadcast Energia – 23.03.2021)

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6 Volkswagen fabricará baterias para reduzir custos

Um plano consistente e audacioso de produzir baterias para VEs dentro do próprio continente europeu para evitar dependência de fornecedores externos foi anunciado pela VW nesta semana. Serão seis as fábricas, a primeira na Suécia (2023) e a segunda na Alemanha (2025). As outras ficarão prontas até 2030. Todas funcionarão a partir de fontes renováveis para neutralizar as emissões de CO2. A empresa não revelou o investimento total, mas também atuará na reciclagem. Thomas Schmall, do Conselho de Administração do grupo, disse que os custos das baterias, com um novo tipo de célula em desenvolvimento, serão bastante reduzidos. Também pontuou que em meados desta década as baterias de estado sólido estarão, finalmente, viabilizadas e assim darão segurança para uma transição. O Grupo VW, porém, continuará a lançar tanto modelos elétricos quanto híbridos ao longo dos próximos cinco a dez anos. (iCarros – 23.03.2021)

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7 Embraer testa ‘carro voador’ elétrico desenvolvido no Brasil

A Embraer mostrou testes em seu primeiro “carro voador”. O projeto segue o mesmo conceito de carro voador adotado por empresas e montadoras estrangeiras, de eVTOL. Sua sigla indica um VE que consegue pousar e decolar verticalmente. Desse modo, ele possui dez hélices movidas por motores elétricos. Atualmente, a Eve está testando softwares que fazem a interface entre o carro voador e o piloto. A princípio, o modelo terá um piloto no comando. Contudo, o objetivo para um segundo momento é que ele seja um meio de transporte totalmente autônomo. A ideia, portanto, é de que o modelo possa trabalhar como um carro de aplicativo, no qual basta o cliente pedir pelo smartphone que dentro de minutos o veículo o buscará. (O Estado de São Paulo – 25.03.2021)

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8 Opel lança carregador universal para VEs

A Opel anunciou o lançamento de um carregador universal que se adapta à grande maioria das tomadas. Todos os automóveis eletrificados da Opel estão aptos para todas as opções de carregamento, do sistema monofásico ao sistema trifásico de corrente alternada de 11 kW. Segundo a Opel, o carregador Universal reúne as funções dos cabos “Modo 2” e “Modo 3” com vários adaptadores num único dispositivo. Desta forma, o utilizador pode ligar o carregador a praticamente todos os tipos de tomadas domésticas específicas de cada país. Este carregador universal é ideal para os utilizadores que habitualmente recarregam a bateria do seu automóvel durante a noite, em casa, e que, ocasionalmente, fazem viagens mais longas e precisam de recarregar em postos diversos. O carregador está disponível pelo preço recomendado de venda ao público de 1400 euros. (Multi News – 26.03.2021)

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Digitalização

1 Espanha: drones com IA tornarão a manutenção das linhas de transmissão mais fáceis

AERIAL-CORE, projeto espanhol que recebeu a maior subvenção para o desenvolvimento de robótica aérea no programa H2020 (8,6 milhões de euros), propõe a utilização de drones com inteligência artificial (IA) para a inspeção e manutenção de linhas de transmissão. Estes drones poderão reduzir os custos de manutenção das linhas em mais de 10 milhões de euros por ano, bem como evitar percalços devido a trabalhos em altura, que são a principal causa de mortes por acidentes de trabalho. (Energías Renovables – 24.03.2021)

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2 Aneel debate modernização do setor no 2W Day

A Aneel debateu a modernização do Setor Elétrico em painel virtual do 2W Day, promovido na quinta-feira (25/3) pela 2W Energia. O diretor-geral da Agência, André Pepitone, abordou o tema, um dos mais importantes atualmente para o setor, com a conselheira da CCEE Roseane Santos. O debate foi mediado pelo CEO da 2W Energia, Claudio Ribeiro. Pepitone destacou que a modernização significa preparar o setor para fazer parte dos avanços tecnológicos que virão, em benefício do consumidor e da sociedade, além de recepcionar o anseio dos consumidores, de maior protagonismo nas suas decisões de consumo. (Aneel– 25.03.2021)

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3 ABGD lança aplicativo dedicado à geração distribuída

A Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD) lançou um aplicativo gratuito dedicado à geração distribuída, com dados sobre a modalidade compilados de forma didática, para que o usuário possa acompanhar o crescimento e participação de cada fonte nos estados brasileiros, além de ter um acervo técnico e agenda de eventos do setor. O app conta com um simulador solar, em que o usuário pode verificar o tipo de sistema ideal de acordo com as características do seu interesse, contemplando praticamente todos os modelos de residência e negócios. (Agência CanalEnergia – 26.03.2021)

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Eventos

1 GESEL e SENAI/CIMATEC: Curso “Cibersegurança para o Setor Elétrico: Formação Executiva”

O GESEL realizará, em parceria com o SENAI/CIMATEC, o curso “Cibersegurança para o Setor Elétrico: Formação Executiva”, destinado a executivos e lideranças de empresas dos diversos segmentos do setor elétrico. Realizado de maneira remota e com carga horária total de 16 horas, o curso contará com estudo dirigido, com mentoria especializada e simulação de condições reais para aplicação futura dos conhecimentos nas empresas elétricas. Serão realizadas: abordagem prática sobre as responsabilidades das lideranças e da alta gestão na operação crítica dos sistemas elétricos, dados e informações; estudo dos cenários atual e futuro com ênfase em riscos e ameaças cibernéticas considerando as transformações do setor elétrico; e imersão nos meios de cooperação, prevenção e resposta a incidentes cibernéticos, com base em aspectos estratégicos, operacionais e de tecnologia da informação e tecnologia de automação. Mais informações no e-mail cibersegurança@fieb.org.br ou pelo telefone (71) 98341-2033. (GESEL-IE-UFRJ – 23.03.2021)

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2 Norte Energia Promoverá Três Encontros Para Debater Os Desafios Do Setor Elétrico

A Norte Energia vai promover três workshops, nos dias 30 de março e 6 e 13 de abril, com transmissão pelo youtube, no canal da Usina de Belo Monte. A ideia é reunir especialistas e agentes do setor elétrico, para debater os desafios da modernização dos modelos de operação e formação de preço, inconsistência temporal e suas consequências para o planejamento eletro-energético e também os avanços acadêmicos e as novas fronteiras metodológicas. O projeto é intitulado “Modelo Estocástico de Políticas Semanais para o Despacho Horário do Sistema Interligado Nacional – SPARHTACUS II”, desenvolvido no âmbito do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que dispõe sobre investimentos em inovação no setor de energia elétrica do país. (Petronotícias – 21.03.2021)

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Artigos e Estudos

1 Artigo sobre o hidrogênio como oportunidade para descentralização energética e regulatória

Em artigo publicado no Broadcast Energia, Maria João Rolim, sócia do Rolim, Viotti, Goulart Cardoso Advogados e PhD em Energia pelo Centro de Dundee, e Alice Khouri, coordenadora da área de Energia do Rolim, Viotti, Goulart Cardoso Advogados e PhD Candidate em Direito e Economia na Universidade de Lisboa, falam sobre o papel do hidrogênio na descentralização energética e regulatória. Segundo as autoras, diante de tantos benefícios, incluindo a disruptiva mudança para melhor da forma como concebemos geração de energia, é hora de juntarmos esforços para superação dos desafios que ainda travam a exploração do H2, que começam necessariamente pela sua incorporação nas políticas energéticas e diretrizes políticas que depois se tornam regulatórias: definição de metas para o desenvolvimento do mercado e sua integração com a infraestrutura elétrica e de gás natural existentes. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 24.03.2021)

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2 Artigo sobre o potencial do hidrogênio na agenda sustentável da América Latina

Em artigo publicado pela Editora Brasil Energia, Andreas Eisfelder, Head de New Energy Business Latin America da Siemens Energy, analisa o potencial do hidrogênio na agenda sustentável da América Latina. Segundo o autor, hoje, a maior parte desse elemento químico é consumida perto de onde é produzido, mas é possível transportá-lo para que seja consumido em outros lugares do mundo. Tanto para o Brasil quanto para a América Latina, isso representa uma mudança de paradigma que tem o potencial de transformar essas economias e posicionar a região como um grande hub exportador de energia limpa na forma de hidrogênio. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 24.03.2021)

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3 Artigo de Joaquim Levy: “Pistas para a eletrificação”

Em artigo publicado no Valor Econômico, Joaquim Levy, diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercado do Banco Safra, trata dos caminhos da eletrificação brasileira, para poder atender aos novos mercados de forma eficiente. Segundo o autor, “como triplicar a geração elétrica no Brasil nos próximos anos, para atender o crescimento tendencial do consumo de eletricidade e ainda deslocar os derivados de petróleo, sabendo que o potencial hidrelétrico está quase esgotado? Uma das opções é a energia eólica, inclusive offshore. O “Roadmap da Eólica Offshore” da EPE indica um potencial de 700 GW em águas rasas, que poderiam gerar 2500 TWh/ano com regularidade, tecnologias cada vez mais dominadas e menores custos. E há o potencial solar, com milhares de hectares de boa insolação”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 25.03.2021)

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4 Artigo McKinsey: “Como o Brasil pode otimizar seu custo de energia”

O Brasil é dotado de um rico mix de fontes de energia, desde o gás natural à eólica e solar. Como tal, o país está bem posicionado para ser um líder global de energia. Apesar de sua capacidade crescente, o aumento da oferta não se traduziu em contas mais baixas para consumidores e empresas. A lacuna é particularmente gritante quando se compara o Brasil com outras economias ricas em energia. Por exemplo, em 2019, as tarifas de energia elétrica do Brasil para consumidores industriais cativos eram, em média, 65% mais altas do que os preços dos EUA e 35% mais do que as do Canadá, que se orgulha de depender da energia hidrelétrica. Na energia eólica, a capacidade instalada terrestre do Brasil totalizava 16,5 GW em maio de 2020. Mesmo assim, os especialistas afirmam que seu potencial pode ser 30 vezes maior, chegando a 500 GW. A energia solar também se mostra muito promissora. Para ver mais, clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 10.03.2021)

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5 Artigo McKinsey: “A usina digital do futuro”

Como muitas outras indústrias, a geração de energia está se tornando cada vez mais digitalizada. Mesmo assim, muitos agentes estão apenas agora tomando medidas para criar valor a partir de iniciativas habilitadas pela tecnologia e estabelecer novas formas de trabalhar. Na verdade, não existem casos globais de ponta a ponta de digitalização na geração de energia; até mesmo os agentes mais avançados tecnologicamente implementaram apenas um pequeno número de casos de uso de digitalização isolados, que muitas vezes não estão diretamente vinculados ao valor do negócio. A transformação habilitada pela tecnologia combina novas técnicas com melhorias tradicionais e pode fornecer grande valor em quatro áreas principais: operações; manutenção; eficiência energética; e saúde, segurança, proteção e meio ambiente (HSSE). Para ver mais, clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 11.03.2021)

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6 Artigo Wood Mackenzie: “Os leilões de energias renováveis apoiarão as ambições zero emissões líquidas da Europa?”

À medida que a Europa se realinha para cumprir as metas de redução de emissões de 55% até 2030, as energias renováveis ocupam o centro do palco. O pipeline de empreendimentos eólicos e solares da região destaca o papel essencial que os leilões centralizados continuarão a desempenhar. Neste artigo, a Wood Mackenzie explora o cenário do mercado de energia europeu até 2050 de acordo com sua recente visão de longo prazo. A energia eólica e solar sozinhas representaram 19% do fornecimento de energia em 2020 e essa proporção deve pelo menos dobrar para cumprir as metas de 2030, uma oportunidade de investimento de 136 GW de energia eólica e 197 GW de energia solar em todo o continente. Os dados recolhidos em leilões realizados em toda a Europa mostram que a dinâmica ao nível do mercado moldará a abordagem dos potenciais empreendedores. Conclui-se, portanto, que leilões bem planejados por si só não serão suficientes para entregar a capacidade tão necessária. Para ver mais, clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 24.03.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Monique Coimbra e
Walas Júnior
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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