IFE.ME 48

Informativo Eletrônico – Mobilidade Elétrica nº 48 – publicado em 17 de março de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Mobilidade Elétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 48 – 17 de março de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Regulatórias
1
T&E: emissões de freios e pneus devem ser regulamentadas
2 China: novo plano para dominar mercado de VEs
3 Índia quer atrair a Tesla com custo de produção inferior à China
4 Biden planeja pacote de infraestrutura que contempla VEs
5 Portugal: benefícios fiscais para VEs serão alterados
6 Portugal: 3 milhões de euros para incentivos a VEs
7 Stellantis considera prazos de eletrificação da UE muito brutais

Inovação e Tecnologia
1 P&D GESEL: CPFL eletrifica sua frota até 2022
2 BYD: ônibus articulado elétrico produzido no Brasil
3 GM: plataforma de VEs em hiperescala
4 GM revela protótipo de bateria com menor custo
5 GM trabalha em bateria de alta energia de nova geração
6 GM: soluções para entrega comercial e logística em VEs
7 GM: eletrificação abre portas para novas tecnologias de mobilidade

Indústria Automobilística
1 IEA: maioria dos caminhões elétricos está na China
2 IEA: caminhões elétricos operam majoritariamente em ambientes urbanos
3 COVID-19 acelera tendência do setor de Autopeças em direção à eletrificação

4 Experimentar VE é decisivo na opção por comprá-lo

5 Estações de recarga de VEs são inviáveis, diz economista

6 Stellantis: “híbridos devem desaparecer”

7 China: mercado de VEs com preço mais baixo do mundo

8 Brasil terá fábrica de VEs em MG
9 GM quer ofertar mais VEs no Brasil
10 GM: Brasil precisa se adaptar à fase transitória para VEs
11 Chevrolet Bolt EV: elétrico mais emplacado do Brasil
12 Mesmo com dificuldade de avanço do mercado, VW lançará VEs no Brasil
13 Stellantis não descarta a produção de VEs no Brasil

14 General Motors planeja ser neutra em carbono até 2040

15 França: venda de VEs puros caíram 41%

16 França: Peugeot 208 liderou as vendas de VEs no país

17 Infraestrutura para VEs avança na Malásia

18 VW: meta de 70% de participação de VEs nas vendas em 2030
19 LG: $ 4,5 bi para aumentar produção de baterias nos EUA

Meio Ambiente
1 T&E: VEs emitem menos que veículos ICE em todos os cenários
2 Carros elétricos reduzem a poluição dos freios
3 T&E: culpar VEs pela poluição dos pneus é errado
4 VEs a bateria reduzem a poluição por partículas

5 OCDE: emissões de PM são reduzidas em 6 a 42% em VEs
6 VEs eliminam todas as emissões tóxicas dos motores
7 Startup alemã desenvolve veículo elétrico solar

Outros Artigos e Estudos
1 T&E: dependência das baterias é melhor que a do petróleo


 

 

Políticas Públicas e Regulatórias

1 T&E: emissões de freios e pneus devem ser regulamentadas

As melhorias esperadas na qualidade do ar devido à mudança para BEVs não significam que a poluição não emitida pelo escapamento deva ser ignorada. Os projetos LOWBRASYS e REBRAKE, financiados pela UE, conseguiram reduzir as emissões de massa de partículas dos freios de automóveis em mais de 50%. O próximo padrão de emissão de poluentes da UE atualmente em preparação (“Euro 7”), deve definir um limite de partículas de freio para todos os carros, independentemente de seu trem de força. Isso irá impulsionar a inovação e a adoção de tecnologias de freios de baixa emissão e reduzir sua contribuição para a poluição do ar em todos os carros. Para as partículas de desgaste dos pneus, o último regulamento da UE (2020/740) exige que a Comissão Europeia desenvolva um método para medir suas emissões e avalie a viabilidade de adicionar informações sobre abrasão e quilometragem às etiquetas dos pneus. A T&E agora recomenda que a Comissão dê um passo além e proíba a venda dos pneus mais poluentes e menos duráveis do mercado do bloco, uma vez que estes têm um efeito desproporcionalmente negativo na qualidade do ar. (Transport and Environment – 04.03.2021)

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2 China: novo plano para dominar mercado de VEs

O governo de Pequim decidiu aumentar em 7% os investimentos em P&D alocados para os próximos 5 anos. Somente para 2021, os gastos com pesquisa e novas tecnologias aumentaram em até 10,6%. O objetivo é preciso: minar a liderança tecnológica dos EUA, construindo as bases para uma indústria preparada para o futuro. Os fundos alocados serão direcionados para várias atividades-chave. O país afirmou que quer apoiar empresas estrangeiras que queiram investir no país asiático e que terá como objetivo facilitar a vinda de competidores estrangeiros para fortalecer setores considerados de importância primordial, como a mobilidade elétrica. O carro elétrico assume cada vez mais um papel central nas perspectivas econômicas globais, o motor de uma renovação que, apenas para a questão da bateria, pode render milhões de novos empregos. (InsideEVs – 09.03.2021)

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3 Índia quer atrair a Tesla com custo de produção inferior à China

De acordo com relatórios recentes, a Índia está disposta a oferecer incentivos à Tesla para garantir que os custos de produção no país sejam menores do que atualmente na China. O ministro dos Transportes da Índia, Nitin Gadkari, compartilhou o plano com a Reuters. A oferta do ministro veio logo após o CEO da Tesla, Elon Musk, registrar a Tesla como uma empresa na Índia. Gadkari compartilhou em uma entrevista que, ao invés de montar os carros na Índia, eles deveriam fabricar todo o veículo no país, contratando fornecedores locais. Assim, o governo poderia dar concessões maiores. De acordo com o ministro, o governo garantirá que o custo de produção da Tesla seja o mais baixo em comparação com o mundo, até mesmo a China, quando eles começarem a fabricar seus carros na Índia. (Inside EVs – 06.03.2021)

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4 Biden planeja pacote de infraestrutura que contempla VEs

Nos últimos dias, Biden reuniu-se com parlamentares de ambos os partidos, com líderes sindicais e com membros do governo para discutir os contornos de um pacote de infraestrutura de vários trilhões de dólares. Embora alguns projetos tenham potencial para ganhar apoio republicano, o desejo de Biden de também usar o pacote para ajudar a cumprir a meta do governo de eliminar as emissões de carbono do setor elétrico até 2035 — em parte aumentando o número de estações de reabastecimento de VEs — será mais difícil de vender. Durante a campanha eleitoral, Biden indicou que poderia financiar o pacote com o aumento de impostos sobre empresas e pessoas físicas de grande riqueza, mas alguns em seu entorno argumentam que ampliar o déficit permitiria ao governo avançar mais rápido. (Valor Econômico – 10.03.2021)

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5 Portugal: benefícios fiscais para VEs serão alterados

Este ano entram em vigor alterações aos incentivos para a compra de VEs. Uma das grandes mudanças destina-se ao segmento empresarial, que em 2020 pôde adquirir VEs com um incentivo de 2.000 euros acrescidos de vários benefícios fiscais, como o abate da totalidade do IVA em aquisições até 62.500 euros e na energia adquirida, e ainda a isenção do Imposto Único de Circulação (IUC). Adicionalmente, será dado um “empurrão” aos veículos comerciais elétricos pelas diretivas europeias, o que faz com que nestes veículos em específico, os incentivos venham a subir de 3.000 euros para 6.000 euros, com a limitação de dois carros por empresa (em 2020 eram quatro). No que diz respeito a pessoas singulares e clientes particulares, em 2021 vão manter-se os incentivos de 3.000 euros para a compra de VEs de passageiros, agora para apenas 700 candidatos. (Multi News – 04.03.2021)

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6 Portugal: 3 milhões de euros para incentivos a VEs

Portugal publicou neste mês um novo Regulamento para o Incentivo pela Introdução no Consumo de Veículos de Baixas Emissões. Com um valor total de quatro milhões de euros, este conjunto de incentivos destina um total de três milhões de euros para incentivos à compra de VEs. 2,1 milhões são para incentivos à compra de VEs leves de passageiros e 900 mil euros de incentivos à compra de VEs leves de mercadorias. Apenas as Pessoas Físicas podem se candidatar aos incentivos para a compra de VEs leves de passageiros 100% elétricos. Nesta categoria o incentivo é de 3000 euros e não são elegíveis modelos com um custo superior a 62 500 euros (incluindo o IVA e despesas associadas). Apesar de as empresas terem deixado de se poder candidatar aos incentivos dessa categoria, a verdade é que viram o incentivo na categoria de mercadorias triplicar face a 2020. Desta forma, o valor do incentivo por VE passou de 2000 €/carro para os 6000 €/carro. (Razão Automóvel – 08.03.2021)

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7 Stellantis considera prazos de eletrificação da UE muito brutais

O presidente mundial da Stellantis, Carlos Tavares, criticou a falta de diálogo dos governos da UE com as montadoras ao impor 2030 como prazo para que todos os novos veículos sejam elétricos. Ele considerou uma “brutalidade” com uma indústria que emprega 14 milhões de pessoas. Com a decisão de impor uma data – que ele acredita ser inviável para muitas empresas trocarem suas tecnologias – haverá consequências sociais. O executivo diz esperar que outras regiões, incluindo a América Latina, tenham chances de diálogo com os governos quando forem adotar a política de zero emissões. As montadoras estão alinhadas com esse projeto, mas precisam de condições para implementá-lo, afirmou. (O Estado de São Paulo – 12.03.2021)

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Inovação e Tecnologia

1 P&D GESEL: CPFL eletrifica sua frota até 2022

A CPFL Energia anunciou que está investindo R$ 20 milhões para criação do Laboratório de Mobilidade Elétrica em Indaiatuba (SP) e que prevê trocar toda sua frota operacional por VEs até 2022. O projeto foi iniciado no ano passado e conta com parceria da Siemens, que vai desenvolver os carregadores, e da Volkswagen, que entrará com dois caminhões elétricos, com carrocerias e cestos aéreos fabricados pelo Senai Cimatec. A iniciativa também conta com participação do Gesel, VW Caminhões e Ônibus, BYD e JAC Motors, no intuito de fomentar os estudos e a criação da infraestrutura do laboratório. Renato Povia, diretor de Estratégia e Inovação da CPFL, afirma que projeto em Indaiatuba é apenas o começo de uma grande transformação e engloba uma série de ações estruturantes no âmbito da mobilidade elétrica. Ele diz que a empresa está trabalhando com visão de longo prazo, a fim de identificar tendências e caminhos para novos negócios em um cenário de mudanças do mercado. Até 2024, o grupo pretende direcionar mais de R$ 45 milhões em projetos para fomentar a eletormobilidade no Brasil, por meio de projetos de P&D. (Agência CanalEnergia – 05.03.2021)

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2 BYD: ônibus articulado elétrico produzido no Brasil

A BYD apresentou o primeiro VLP (Veículo Leve sobre Pneus) articulado totalmente elétrico produzido no Brasil. O modelo vai integrar a frota do transporte público da cidade de São José dos Campos, onde vai trafegar na Linha Verde, um corredor exclusivo, e ficará exposto à visitação da população até o fim de março. Marcello Von Schneider, diretor institucional e chefe da unidade de ônibus da BYD Brasil, afirma que as prefeituras estão compreendendo a relevância e a necessidade de substituir os veículos convencionais por modelos não poluentes. Ele diz que investir em VEs melhora a qualidade do ar das cidades, impactando diretamente na saúde da população. O VLP possui 22 metros de comprimento, acomoda 168 passageiros conta com baterias de fosfato de ferro e tem autonomia para 250 km. (Automotive Business – 10.03.2021)

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3 GM: plataforma de VEs em hiperescala

A Ultium é uma plataforma da GM para a fabricação de VEs em hiperescala, com o poder de transformar quase todos os tipos de veículos em elétricos. É uma combinação de arquitetura de bateria inovadora, sistemas de propulsão elétrica altamente flexíveis e uma célula de bateria comum que fornecerá energia a toda uma gama de VEs de nova geração. As células produzirão 60% mais capacidade de energia do que as existentes hoje e usarão um design retangular plano, que reduz o espaço entre células e pode ser empilhado com mais eficiência em módulos para maior densidade de energia em um espaço menor. Além disso, a GM será a primeira montadora a usar um sistema de gerenciamento de bateria quase totalmente sem fio para seus VEs. O sistema monitora e equilibra a química da célula em uma base constante, garantindo desempenho ideal e capacidade de carga. O resultado de todas essas inovações é uma bateria que produzirá até 724km de alcance com uma única carga, com custo quase 40% menor e com 25% menos peso do que as baterias elétricas atuais. (Chevrolet – 14.01.2021)

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4 GM revela protótipo de bateria com menor custo

A GM está adotando uma nova tecnologia de bateria que proporcionará grandes melhorias em autonomia e custo. O anúncio veio direto do presidente da marca, Mark Reuss. A montadora se associou à SolidEnergy Systems (SES) para desenvolver a tecnologia, que será sua próxima geração de células Ultium. As simulações feitas totalizaram 240.00 km. A tecnologia é caracterizada pela GM como uma bateria de metal de lítio com um ânodo protegido. Supondo o uso da bateria no Bolt EV e EUV como ponto de partida, Reuss diz que essas novas células oferecerão o dobro da densidade das baterias atuais a 60% do custo. Esses são os tipos de números que ajudarão a GM a reduzir os preços dos VEs e permitirão oferecê-los em todos os nichos de mercado, incluindo marcas mais voltadas para o valor, como a Chevrolet. (Inside EVs – 12.03.2021)

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5 GM trabalha em bateria de alta energia de nova geração

Mei Cai, gerente de laboratório da GM, afirmou que a fabricante já está trabalhando em sua química de bateria de alta energia de nova geração que reduzirá ainda mais a dependência de cobalto e níquel, ao mesmo tempo em que reduz os custos em 60% em comparação às baterias atuais. “Estimamos que essas baterias de metal de lítio fornecerão o dobro da densidade de energia até mesmo da célula de bateria de Ultium, fornecendo um alcance de 800 a 950km com uma única carga”, explicou Mei Cai. Nos próximos cinco anos, a General Motors apresentará 30 novos VEs globalmente, representando uma gama de opções, sejam quais forem suas prioridades. Também haverá novos veículos da Buick com uma estratégia renovada baseada em eletrificação, conectividade e direção inteligente. (Chevrolet – 14.01.2021)

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6 GM: soluções para entrega comercial e logística em VEs

O BrightDrop é um novo negócio da GM que reimagina a entrega comercial e a logística para um futuro totalmente elétrico. Ele fornece um ecossistema de produtos inteligentes e conectados, incluindo VEs e serviços habilitados por software e oferece às empresas de logística comercial uma plataforma para o crescimento sustentável. O BrightDrop tem como objetivo fornecer a este setor os produtos, software, serviços e suporte de que necessita para transportar mercadorias da prateleira do armazém para a porta do consumidor, da forma mais eficiente e segura possível. O BrightDrop fez uma parceria com a líder global de logística expressa, FedEx Express. (Chevrolet – 14.01.2021)

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7 GM: eletrificação abre portas para novas tecnologias de mobilidade

Para a GM, a eletrificação será um catalisador para uma série de novas experiências. Liderando o desenvolvimento de veículos autônomos está a Cruise – a start-up autônoma apoiada pela GM. A Cruise removeu o motorista humano do volante e agora está testando carros totalmente sem motorista nas ruas de São Francisco (EUA). No início de 2020, o Cruise Origin foi lançado. Foi o primeiro veículo totalmente elétrico feito sob medida para os negócios de compartilhamento de viagens e entrega. Também, foi anunciado que o Cruise Origin será produzido na Factory Zero, que é a fábrica da GM dedicada a construir veículos movidos pela tecnologia de bateria Ultium. A GM também se envolve na mobilidade aérea. O drone de decolagem e pouso vertical, ou VTOL, possibilita viagens aéreas pessoais. O VTOL encontra você no telhado e o deixa no heliponto mais próximo de seu destino. Ele usa um motor EV de 90 kWh para alimentar quatro rotores, bem como comunicações ar-ar e ar-solo. (Chevrolet – 14.01.2021)

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Indústria Automobilística

1 IEA: maioria dos caminhões elétricos está na China

A maioria dos caminhões elétricos médios e pesados do mundo está na China, onde os dados oficiais de vendas desses veículos relatam 6.112 veículos em 2019, 60% a mais do que o pico de vendas anterior em 2017. Esses caminhões são quase todos elétricos a bateria. O ponto de virada para as vendas de caminhões elétricos na China foi 2015, quando o governo central estendeu os subsídios e eliminou os limites superiores de peso nos subsídios para veículos comerciais e caminhões elétricos. Juntamente com melhorias constantes no desempenho da bateria e redução de custos, bem como uma gama de modelos em expansão, o volume de vendas de caminhões elétricos tem aumentado na China. Já nos EUA e na Europa, essas vendas têm aumentado de forma mais limitada, e a maior parte da atividade de caminhões elétricos pesados está em demonstração e testes com clientes. (Global EV Outlook 2020 – Junho de 2020)

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2 IEA: caminhões elétricos operam majoritariamente em ambientes urbanos

A adoção comercial de caminhões elétricos fica atrás de outras categorias de veículos, principalmente devido aos desafios decorrentes da menor densidade de energia das baterias e as limitações de peso e volume resultantes, mas também devido às limitações relacionadas a longos tempos de carregamento e disponibilidade de pontos de recarga. Até o momento, a maioria dos caminhões elétricos opera em ambientes urbanos, por exemplo, em frotas de entrega ou para coleta de lixo e outras operações municipais. Os caminhões que operam nas cidades podem recarregar durante a noite em depósitos de carregamento rápido. Em teoria, em cidades onde a entrega é restrita ou incentivada durante a noite ou períodos de congestionamento fora de pico, os caminhões elétricos também podem aproveitar as estações de recarga de ônibus durante o dia, maximizando assim a utilização da infraestrutura. (Global EV Outlook 2020 – Junho de 2020)

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3 COVID-19 acelera tendência do setor de Autopeças em direção à eletrificação

Mesmo 2020 sendo um ano de muita retração no setor de produção automotiva, empresas do setor tiveram que inovar para superar o ano no Brasil. A eletrificação ficou na mira dessas empresas, assim como redução de emissões, veículos autônomos, mobilidade compartilhada, micro mobilidade e digitalização. Empresas do setor de autopeças estão cada vez mais inseridas nessa tendência de descarbonização, a exemplo da Bridgestone que está no Brasil desde 1923 e recentemente adotou como meta zerar emissões de CO2 até 2025. Está sendo observada esta tendência de companhias do setor de autopeças a ofertarem produtos integrados à mobilidade elétrica e muitas dessas companhias já estão colaborando com a produção na China. (Valor Globo– 01.03.2021)

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4 Experimentar VE é decisivo na opção por comprá-lo

De acordo com um estudo da consultora norte-americana J.D. Power, 46% dos consumidores dos EUA que compraram ou fizeram um contrato de leasing para um VE consideram como “muito provável” voltar a fazê-lo no futuro. Segundo o estudo, os consumidores que já conduziram VEs são três vezes mais propensos a adquiri-lo do que aqueles que não tiveram qualquer contato com estes veículos – 20%, comparado com 7%. De acordo com a consultora que realizou o estudo, conduzir ou ser transportado num VE ajuda a minimizar alguns dos mitos da mobilidade elétrica, e os consumidores acabam por perceber que a ansiedade relativa à autonomia não é, afinal, um problema assim tão significativo. Outro dado interessante é o que indica que aqueles condutores que fazem mais de dez viagens longas por ano são mais do que três vezes mais propensos a considerar um VE, com uma percentagem de 34% contra 10%. Entre aqueles que consideram muito improvável comprar um VE, 30% dizem precisar de mais informação sobre a condução e a manutenção, demonstrando a necessidade de as marcas investirem em divulgação e mais test drives. (Agência CanalEnergia – 05.03.2020)

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5 Estações de recarga de VEs são inviáveis, diz economista

Para Horace Hobbs, economista-chefe da refinaria norte-americana Phillips 66, o carregamento de VEs público é lento e “terrivelmente caro” em relação ao custo da recarga doméstica. “Não há uma frota (de VEs) para manter os carregadores funcionando. E nem uma taxa que suporte economicamente colocá-los em mais pontos”, disse. Atualmente, só 2% dos 7.000 pontos de vendas da Phillips 66 oferecem recarga para carros elétricos. Para Hobbs, o raciocínio é simples: a refinaria precisaria, portanto, pedir aos clientes que paguem mais caro pela recarga em seus postos, do que nas suas casas. Ou seja, não faz sentido. Segundo Hobbs, a única experiência com retorno até agora foi na Europa, em pontos de recarga em estacionamentos. De resto, as estações “não são um best-seller descontrolado”. Ao contrário. Elas podem, então, se tornar simplesmente inviáveis de serem mantidas. (O Estado de São Paulo – 08.03.2021)

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6 Stellantis: “híbridos devem desaparecer”

Stellantis se juntou ao clube como mais uma montadora para anunciar oficialmente um futuro totalmente elétrico. O CEO da Stellantis, Carlos Tavares, explica isso com mais detalhes. De acordo com um artigo recente no Automotive News, a Stellantis planeja seguir “a todo vapor” rumo aos veículos elétricos a bateria (BEV). Além disso, Tavares diz que os motores híbridos “eventualmente irão desaparecer”, o que é uma grande declaração vinda do CEO da montadora recém-formada, que iniciou oficialmente as operações em janeiro de 2021. A Stellantis é composta por 14 marcas na França, Alemanha, Itália e EUA. Tavares ressalta que todos os segmentos que são atendidos estão trabalhando para um eventual banimento dos carros movidos a gasolina. (Inside EVs – 08.03.2021)

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7 China: mercado de VEs com preço mais baixo do mundo

O mercado Chinês de VEs está ganhando espaço. Por ser a maior fornecedora de baterias do mundo, a China está dando oportunidade às suas montadoras de diminuir seus preços de maneira incomparável. Enquanto um modelo Tesla custa a partir de $38 000 na China, um modelo local pode custar a partir de $4 230. Estes preços estão possibilitando a popularização de VEs na China e muitos estão aproveitando a economia que os VEs possibilitam. O carregamento por 1 ano custa cerca de $400 dólares, em gasolina isso daria apenas 6 300 km para rodagem. Porém, ainda existem os problemas de infraestrutura que por enquanto favorecem as cidades mais centrais. (Bloomberg– 10.03.2021)

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8 Brasil terá fábrica de VEs em MG

O governo do Estado de Minas Gerais assinou na última sexta-feira (5) o protocolo de intenções com a Bravo Motor Company para a construção de uma fábrica de VEs e packs de baterias na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Nesta primeira parte do chamado Projeto Colossos, a produção de VEs no local contará com um grande investimento de R$ 25 bilhões. No entanto, esse valor se refere aos recursos que serão aplicados ao longo de todo o projeto, até 2029, com a previsão de gerar 13.813 empregos diretos e indiretos. Além disso, estão previstos investimentos em outras regiões do estado, com a produção, por exemplo, de baterias de lítio para VEs. O objetivo é tornar a região um polo produtor de veículos e componentes para a mobilidade elétrica. De acordo com o cronograma, o início da construção da fábrica de VEs e baterias deve ocorrer em junho de 2021, sendo o início das operações previsto para 2023. Se tudo correr dentro do previsto, os primeiros carros devem sair da linha de montagem em 2024, ano em que a produção estimada é de 22.790 veículos e 43.750 kits de baterias. (Inside EVs – 08.03.2021)

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9 GM quer ofertar mais VEs no Brasil

A Chevrolet está ampliando seu portfólio global de veículos elétricos. A próxima novidade será o Bolt EUV, um utilitário esportivo compacto urbano. Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul, afirma que a marca tem o compromisso de liderar a eletrificação no Brasil e região. Ele destaca que, desde que foi apresentado o Bolt EV no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro de 2018, a GM observa um crescente interesse do consumidor pelos carros elétricos. Zarlenga conclui dizendo que o sucesso do Bolt EV os encoraja a continuar investindo em novidades no segmento: “temos planos de crescer nossa oferta nos próximos anos”, diz. (GM do Brasil – 09.02.2021)

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10 GM: Brasil precisa se adaptar à fase transitória para VEs

O presidente da GM na América do Sul, Carlos Zarlenga, adicionou uma análise pessimista em relação ao ambiente de negócios no Brasil. Em referência à decisão da Ford de fechar suas fábricas, destacou que “a saída de jogadores mostra as dificuldades de manter investimentos no país”. Segundo o executivo, no âmbito da eletromobilidade, o setor não vê o Brasil como uma base de investimentos em razão do alto custo dessa tecnologia e a falta de infraestrutura. Isso exigirá que o Brasil se adapte a uma fase transitória, até a chegada dos VEs em massa. Mas, mesmo nessa fase intermediária, o executivo destacou que as empresas precisam ter certeza de que terão rentabilidade. “O que fica para as tecnologias anteriores (à eletrificação) é menos capital”, destaca. (Valor Econômico – 09.03.2021)

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11 Chevrolet Bolt EV: elétrico mais emplacado do Brasil

O segmento de VEs no Brasil triplicou de tamanho nos primeiros seis meses do ano, totalizando cerca de 7,5 mil unidades emplacadas. Entre os veículos 100% elétricos, o Chevrolet Bolt EV liderou as vendas. O Bolt EV conta com uma nova geração de baterias que permite 416 km de autonomia média a cada recarga completa. Além do veículo em si, as concessionárias Chevrolet credenciadas para comercializar o Bolt EV estão aptas a oferecer o aparelho de recarga rápida para ser instalado na garagem do cliente. O aparelho de recarga rápida fornece uma quantidade de energia por hora suficiente para que o veículo rode aproximadamente 40 km, média que um motorista comum percorre por dia. Já em eletropostos de alta voltagem, bastam 30 minutos de recarga para o carro rodar mais cerca de 160 km. (Gm do Brasil – 21.07.2020)

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12 Mesmo com dificuldade de avanço do mercado, VW lançará VEs no Brasil

Pablo Di Si, presidente da VW América Latina, comentou as dificuldades para o avanço dos VEs nesta região e em outras no mundo, onde não será possível montar pelo menos em médio prazo uma infraestrutura de recarga fora dos grandes centros ou enfrentar o alto custo inicial das baterias. A VW, porém, continuará a ofertar modelos elétricos e híbridos no Brasil. Até 2023 serão cinco os lançamentos. (Automotive Business – 10.03.2021)

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13 Stellantis não descarta a produção de VEs no Brasil

A América de Sul é a região que deve registrar maior crescimento de mercado este ano para a recém-criada Stellantis, empresa que nasceu da união entre Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën e mais dez marcas desses grupos. A companhia, quarta maior montadora do mundo, prevê um aumento de 20% nos negócios da região, onde o Brasil é o principal mercado. O presidente mundial da Stellantis, Carlos Tavares, em conversa online com um pequeno grupo de jornalistas, disse não descartar, no futuro, a produção de VEs no Brasil. Ressaltou que o grupo tem a tecnologia para isso, mas os preços ainda são elevados, o que limita as vendas. Segundo ele, será um grande desafio para os próximos anos conseguir equiparar os preços dos VEs aos dos convencionais. É preciso, em sua opinião, chegar a um custo que seja viável ao consumidor e rentável para o fabricante. (O Estado de São Paulo – 12.03.2021)

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14 General Motors planeja ser neutra em carbono até 2040

A General Motors anunciou que planeja se tornar neutra em carbono em seus produtos e operações globais até 2040 e se comprometeu a estabelecer metas baseadas na ciência para atingir a neutralidade de carbono. A empresa também assinou o Business Ambition Pledge para 1,5°C, um chamado urgente à ação de uma coalizão global de agências da ONU, líderes empresariais e industriais. “A General Motors está se juntando a governos e empresas globalmente, trabalhando para criar um mundo mais seguro, mais verde e melhor”, disse Mary Barra, CEO da GM. “Nós encorajamos outros a seguir este exemplo e causar um impacto significativo em nossa indústria e na economia como um todo.” Além das metas de carbono da GM, a empresa trabalhou com o Fundo de Defesa Ambiental (EDF) dos Estados Unidos para desenvolver uma visão compartilhada de um futuro totalmente elétrico e a aspiração de eliminar as emissões de novos veículos leves até 2035. O foco da GM será oferecer veículos zero emissão em uma variedade de faixas de preço e trabalhando com todas as partes interessadas, incluindo a EDF, para construir a infraestrutura de carregamento necessária e promover a aceitação do consumidor, mantendo empregos de alta qualidade, que serão necessários para cumprir esses objetivos ambiciosos. (GM do Brasil – 09.03.2021)

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15 França: venda de VEs puros caíram 41%

Em janeiro, as vendas globais de automóveis em França sofreram uma queda de 6% em relação ao período homólogo de 2020, mas se olharmos apenas para o mercado de híbridos plug-in e elétricos. Foram matriculados 15.812 modelos eletrificados (híbridos plug-in e elétricos), o que até representa um aumento de 2,4 em comparação ao mês de janeiro de 2020. Este aumento foi, no entanto, impulsionado pelos híbridos plug-in, que tiveram um aumento de 116%, e não pelos elétricos, que caíram 41%. (Multi News – 08.03.2021)

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16 França: Peugeot 208 liderou as vendas de VEs no país

O Peugeot 208 foi o modelo elétrico que mais vendeu em França no mês de janeiro e, quando se olha para a tabela de vendas incluindo os híbridos, as duas primeiras posições são ocupadas pela marca francesa, com o Peugeot e-3008 (híbrido) em primeiro lugar, seguido pelo Peugeot 208 (elétrico). Um outro aspeto interessante do mercado francês em janeiro é que o Tesla Model 3 nem sequer aparece no top 10 das vendas deste segmento. (Multi News – 08.03.2021)

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17 Infraestrutura para VEs avança na Malásia

Cerca de 300 pontos de recarga para VEs estão disponíveis na Malásia e segundo motoristas locais isso não é o suficiente, pois estão muito concentrados na costa oeste e algumas viagens longas fariam o motorista ficar apreensivo. Porém, a situação parece estar melhorando. Mais pontos de recarga estão sendo construídos e diversos pontos são gratuitos. Estes incentivos estão promovendo a adesão de VEs pelo país. A questão da infraestrutura, mesmo tendo melhorado, ainda é um problema para as viagens na costa leste, e além disso, a falta de opções para reparos aos VEs também preocupa os motoristas. (Channel News Asia– 14.03.2021)

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18 VW: meta de 70% de participação de VEs nas vendas em 2030

A Volkswagen quer que os VEs respondam pela maioria das vendas europeias da marca até 2030. Espera-se que os veículos totalmente elétricos representem mais de 70% do total de vendas de veículos na Europa até 2030, em comparação com a meta anterior de 35%, disse a segunda maior montadora do mundo ao revelar a estratégia “Accelerate”. Ralf Brandstaetter, que dirige a Volkswagen, afirmou que, nos próximos anos, a Volkswagen irá mudar como nunca antes, acrescentando que a integração de dados e funções de software em carros abrirá novas fontes de receita para o grupo. A marca também planeja oferecer veículos autônomos e quer desenvolver sistemas operacionais por conta própria para lucrar modelos de negócios baseados em dados. A Volkswagen reservou cerca de 16 bilhões de euros para investimentos nas tendências futuras de e-mobilidade, hibridização e digitalização até 2025. (O Estado de São Paulo – 05.03.2021)

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19 LG: $ 4,5 bi para aumentar produção de baterias nos EUA

A gigante LG planeja investir cerca de $ 4,5 bilhões nos EUA até 2025. Recentemente, a Comissão americana de Comércio Internacional sancionou uma rival da LG, portanto a companhia sul-coreana irá investir intensamente no mercado americano. Faz parte do plano da LG suprir a demanda crescente por baterias e acelerar sua posição nos EUA. A LG planeja ser a fornecedora oficial de baterias para a eletrificação da frota do governo americano, além de visar suprir grandes montadoras como a Ford e a Volkswagen nos EUA. (Financial Times– 12.03.2021)

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Meio Ambiente

1 T&E: VEs emitem menos que veículos ICE em todos os cenários

Um estudo da Federação Europeia de Transportes e Meio Ambiente (T&E) mostrou que os VEs em geral seriam melhores do que seus equivalentes térmicos em termos de impacto climático, exigindo 58% menos energia ao longo de seu ciclo de vida do que um carro movido a gasolina. Nesse sentido, o estudo conclui que mesmo em um país com uma matriz energética com forte componente de carvão, como a Polônia, um veículo totalmente elétrico emitiria 22% menos CO2 do que uma alternativa com motor a combustão. (Inside EVs – 06.03.2020)

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2 Carros elétricos reduzem a poluição dos freios

Os carros convencionais com motor a combustão interna usam principalmente freios a disco para reduzir a velocidade do carro e isso emite partículas de poluição. Os carros elétricos, por outro lado, são capazes de usar o motor elétrico para frear, reduzindo a necessidade de usar os freios e, portanto, reduzindo a emissão de partículas. Esse processo é chamado de frenagem regenerativa, pois restaura a energia de frenagem de volta para a bateria do carro. Embora haja poucos dados no momento sobre emissões relacionadas ao uso da frenagem regenerativa, espera-se que esta tecnologia resulte em uma grande redução nas partículas, já que os VEs procuram usar essa frenagem tanto quanto possível para aumentar o alcance elétrico do carro. (Transport and Environment – 04.03.2021)

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3 T&E: culpar VEs pela poluição dos pneus é errado

Quando se trata de poluição de pneus, muitos relatórios sugerem que a mudança para BEVs aumentará a poluição por partículas devido ao seu peso maior em comparação com os carros convencionais. No entanto, ainda não existe um estudo abrangente para medir as emissões de partículas de pneus, especialmente de carros elétricos. É frequentemente esquecido que os carros elétricos são em sua maioria equipados com pneus especiais projetados para atender às necessidades específicas, incluindo o peso. (Transport and Environment – 04.03.2021)

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4 VEs a bateria reduzem a poluição por partículas

A maioria das comparações de emissões de partículas de BEVs e carros ICE focam apenas nas emissões de massa de partículas ‘primárias’ (PM) – aquelas partículas que são emitidas diretamente do escapamento, pneus e freios. No entanto, eles falham em levar em consideração a poluição “secundária” de partículas também causada pelos ICEs. Essas partículas não são emitidas diretamente para fora do tubo de escape, mas se formam no ar devido a outros poluentes, como óxidos de nitrogênio (NOx), hidrocarbonetos (HC) e amônia (NH3) emitidos pelo tubo de escape. Como as partículas primárias, essas partículas “secundárias” também contribuem para a poluição por PM 2,5 (partículas menores que 2,5 mícrons) e PM 10 (partículas menores que 10 mícrons), piorando assim a qualidade do ar. (Transport and Environment – 04.03.2021)

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5 OCDE: emissões de PM são reduzidas em 6 a 42% em VEs

De acordo com um estudo recente da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), partículas secundárias podem contribuir com até 29% das emissões totais de PM de um carro, portanto, ignorá-las pode subestimar muito a poluição total de PM dos carros ICE. O estudo descobriu que as emissões de PM são reduzidas em 6 a 42% ao mudar de um carro ICE convencional para um BEV, dependendo do tamanho do BEV e do carro que ele substitui (por exemplo, uma diminuição maior é observada para carros a diesel). Uma redução é vista até mesmo para BEVs mais pesados com um alcance elétrico maior de 460 km. (Transport and Environment – 04.03.2021)

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6 VEs eliminam todas as emissões tóxicas dos motores

Mudar de um ICE para um BEV elimina instantaneamente toda a poluição tóxica do tubo de escape, como óxidos de nitrogênio (NOx), monóxido de carbono (CO) e hidrocarbonetos (HC) – não apenas partículas. Isso se deve ao fato de não haver um processo de combustão poluente. Um desses poluentes nocivos, o dióxido de nitrogênio (NO2), é responsável por mais de 50.000 mortes prematuras por ano na Europa. Causa doenças respiratórias e cardiovasculares e pode ser uma sentença de morte para quem sofre de asma. As emissões de óxidos de nitrogênio (NOx) de carros convencionais, que incluem NO2 e NO são a principal razão pela qual muitas áreas urbanas na Europa ainda estão sufocando no ar que excede os limites de qualidade do ar legalmente exigidos. Os motores de automóveis ICE também emitem outros poluentes como monóxido de carbono, hidrocarbonetos, amônia, bem como outros produtos químicos menos conhecidos, mas tóxicos e que causam câncer, incluindo benzeno e hidrocarbonetos aromáticos policíclicos. (Transport and Environment – 04.03.2021)

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7 Startup alemã desenvolve veículo elétrico solar

A startup alemã Sono Motors desenvolveu uma tecnologia para VEs que parece promissora. Apesar de a tecnologia ter sido pouco explorada até agora, a startup desenvolveu um protótipo de um veículo elétrico solar (SEV). Aparenta ser um carro preto e compacto como qualquer outro, porém o exterior do carro é feito de 248 células solares moldadas em polímero que convertem a luz solar em energia para ser estocada. O veículo tem uma autonomia de aproximadamente 34 km, que varia dependendo da quantidade de luz solar, e pode chegar a 249 km combinado com a bateria de lítio. (Observer– 14.03.2021)

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Outros Artigos e Estudos

1 T&E: dependência das baterias é melhor que a do petróleo

Um estudo da Federação Europeia de Transportes e Meio Ambiente (T&E) mostra que, comparada aos 17 mil litros de combustível queimados em média por um carro com motor térmico, a bateria de um VE “consome” em média 30 kg de matéria-prima, levando em consideração o processo de reciclagem. Provas, de acordo com a federação, de que a dependência atual da Europa do petróleo excede em muito a necessidade de matérias-primas para as baterias. A T&E acredita que essa lacuna tende a aumentar ainda mais, pois os avanços tecnológicos na próxima década reduzirão a quantidade de lítio necessária para fazer uma bateria de VE pela metade. Além disso, a mesma tendência também será registrada com base nas estimativas para o cobalto, cuja necessidade diminuirá em mais de três quartos, e para o níquel em cerca de um quinto. (Inside EVs – 06.03.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe e Luiza Masseno
Pesquisadores: Lara Moscon, Pedro Barbosa e Victor Pinheiro
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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