IFE.TEX 33

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 33 – publicado em 25 de fevereiro de 2021.

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IFE: nº 33 – 25 de fevereiro de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética
1
Elon Musk dará US$ 100 mi para empresas que criarem tecnologias para remover carbono direto do ar
2 Wood Mackenzie: Eólica offshore tem tendência positiva em 2021 no mundo
3 Instalações eólicas offshore globais atingiram 5,2 GW em 2020
4 Aliança Brasil-Alemanha para o Hidrogênio Verde
5 Shell estabelece estratégia para zerar emissões liquidas
6 BASF e Siemens Energy: parceria para reduzir emissões de CO2
7 Grupo EDP vai explorar hidrogênio verde e armazenamento de energia
8 Jaguar Land Rover vai investir 2,5 bi de libras por ano para se tornar CO2 zero até 2039
9 Siemens Energy reduziu suas emissões no brasil em 57% nos últimos sete anos
10 DHL planeja ter operações livres de carbono até 2050

Geração Distribuída
1 GD alcança 400 mil conexões no Brasil
2 Brasil supera 4,7 GW de GD solar
3 Volume de negócios em GD supera pré-pandemia, aponta Greener
4 GreenYellow/Ives: Empresas interessadas em contratos de energia solar devem acelerar decisão
5 Renovigi lança sistema de energia solar off-grid
6 Fintech Edmond investe com foco no segmento de GD
7 Domínio Solar pretende instalar 11 MW de solar distribuída em 2021

Armazenamento de Energia
1 Maior sistema de armazenamento no país deve começar a operar até março
2 AES fecha financiamento para bateria americana de 400 MWh
3 Wärtsilä fornece sistema de armazenamento para projeto mexicano

4 IDTechEx: relatórios sobre armazenamento de bateria

5 Highview fecha rodada de financiamento de US $ 70 mi

6 NTE Energy desenvolverá 5 GW de armazenamento nos EUA

7 Armazenamento de energia de Azelio recebe prêmio

8 Enel Green Power: 1,7 GW de armazenamento solar no Chile
9 UE: € 2,9 bi para projeto de inovação de bateria

Mobilidade Elétrica
1 Tesla produzirá 10.000 carregadores ultrarrápidos por ano
2 Eletrobras e Hyperloop vão estudar transporte de altíssima velocidade no Brasil com energia limpa
3 EUA: infraestrutura de recarga movida a energia solar

Digitalização
1 EUA: infraestrutura de recarga movida a energia solar
2 Neoenergia desenvolve tecnologia para automatizar monitoramento hidrológico de rios
3 Pix avança e poderá ser usado para pagar conta de luz em 17 Estados
4 Até 2030 quase todas as novas subestações serão digitais, afirma Hitachi ABB Power Grids

5 Comerc lança assinatura digital de energia solar

Artigos e Estudos
1 CNPE propõe resolução sobre P&D e inovação no setor de energia
2 Artigo de Antônio Carlos Federico sobre o crescimento da energia solar
3 Artigo de Rachel Andalaft sobre os rumos da energia renovável no Brasil
4 PUC-Rio lança livro sobre energia solar


 

 

Transição Energética

1 Elon Musk dará US$ 100 mi para empresas que criarem tecnologias para remover carbono direto do ar

Elon Musk se tornou a pessoa mais rica do mundo ao melhorar drasticamente os veículos elétricos, impulsionando uma tecnologia que reduz a quantidade de carros a combustão, fonte de dióxido de carbono e retarda o aquecimento global. Agora, ele está investindo US $ 100 milhões dessa fortuna em prêmios para novas tecnologias de remoção de dióxido de carbono da própria atmosfera. O concurso será administrado pela Fundação Xprize, um grupo sem fins lucrativos que realiza competições para estimular o desenvolvimento tecnológico para melhorar as viagens espaciais, alimentação e saúde. “Negatividade de carbono, não [apenas] neutralidade”, disse Musk em um comunicado. “Esta não é uma competição teórica … Custe o que custar. Tempo é essencial.” (O Globo – 08.02.2021)

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2 Wood Mackenzie: Eólica offshore tem tendência positiva em 2021 no mundo

O impulso da energia eólica offshore deve continuar em 2021. De acordo com relatório da Wood Mackenzie, a fonte deve continuar a crescer, criando empregos e reduzindo seus custos. As maiores tendências eólicas offshore globais a serem observadas neste ano serão as ambições maiores para a fonte no ano, formadas por um aumento nas licitações e o desenvolvimento de projetos greenfield. De acordo com Søren Lassen, chefe de pesquisa eólica offshore da Wood Mackenzie, a expectativa é ver os formuladores de políticas atingirem as metas eólicas offshore, aumentarem o foco na criação de empregos e facilitarem a inovação para fomentar futuras exportações. (Agência CanalEnergia – 08.02.2021)

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3 Instalações eólicas offshore globais atingiram 5,2 GW em 2020

Um recorde de 5206 MW de capacidade eólica offshore entrou em operação em todo o mundo durante 2020, em comparação com 5194 MW em 2019, de acordo com um novo relatório do World Forum Offshore Wind (WFO). A capacidade adicionada no ano passado leva a capacidade operacional instalada cumulativa de energia eólica offshore para 32,5 GW no final de 2020, afirma o relatório. No ano passado, 15 novos parques eólicos offshore entraram em operação no Reino Unido, China, Alemanha, Portugal, Bélgica, Holanda e Estados Unidos, destacou o Global Offshore Wind Report 2020. (Renews – 09.02.2021)

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4 Aliança Brasil-Alemanha para o Hidrogênio Verde

As Câmaras de Comércio Brasil-Alemanha de São Paulo e do Rio de Janeiro, através da Aliança Brasil-Alemanha para o Hidrogênio Verde, estão buscando oportunidades para ampliar o debate sobre o tema e intermediar a compra e venda de hidrogênio entre os dois países. Com o objetivo de colocar essas medidas em prática, as instituições realizarão reuniões com empresas interessadas, com o apoio da GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit) e do MME. O objetivo principal do encontro é apresentar o contexto do Hidrogênio Verde na Alemanha e mapear projetos de empresas brasileiras que possam ser incluídos em um bloco que será apresentado no país europeu em face da publicação recente de sua política para o Hidrogênio Verde. (Petronotícias – 09.02.2021)

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5 Shell estabelece estratégia para zerar emissões liquidas

A Shell estabeleceu sua estratégia para acelerar sua transformação em fornecedora de produtos e serviços de energia com emissão zero líquida. No curto prazo, a estratégia da Shell irá reequilibrar seu portfólio, investindo anualmente US $ 2-3 bilhões em energias renováveis e soluções de energia. Os planos incluem o objetivo de vender cerca de 560 terawatts-hora por ano até 2030, o dobro da quantidade de eletricidade que a Shell vende hoje. A empresa disse que também vai ampliar seu negócio de hidrogênio, desenvolvendo centros de hidrogênio integrados para atender à indústria e ao transporte pesado, com o objetivo de alcançar uma participação de dois dígitos nas vendas globais de hidrogênio limpo. (Renews – 11.02.2021)

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6 BASF e Siemens Energy: parceria para reduzir emissões de CO2

Como parte de uma parceria estratégica, a BASF e a Siemens Energy planejam acelerar a implementação comercial de novas tecnologias destinadas a reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Ao combinar a experiência tecnológica da BASF com o portfólio de produtos e serviços da Siemens Energy, a BASF visa estender sua função na redução das emissões de CO2 na produção química. A BASF e a Siemens Energy assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para a parceria estratégica das empresas, que se concentrará acima de tudo em apoiar a empresa química no cumprimento de suas ambiciosas metas climáticas. Para a Siemens Energy, a parceria representa mais um passo importante na busca de seus objetivos estratégicos. (Energy Global – 10.02.2021)

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7 Grupo EDP vai explorar hidrogênio verde e armazenamento de energia

O Grupo EDP anunciou, nesta sexta-feira, o lançamento de duas unidades que irão explorar o potencial do hidrogênio verde e sistemas de armazenamento de energia. Primeiro, a unidade de negócios (H2BU), que irá se dedicar ao desenvolvimento de projetos de hidrogênio verde. E segundo, a unidade dedicada ao armazenamento, constituída na EDPR NA, que tem como objetivo atingir uma capacidade de 1 GW em armazenamento até 2026. A indústria pretende se apoiar nos ativos de renováveis que possui nos Estados Unidos e Europa, que serão os mercados prioritários. (Brasil Energia – 19.02.2021)

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8 Jaguar Land Rover vai investir 2,5 bi de libras por ano para se tornar CO2 zero até 2039

A Jaguar Land Rover, da gigante automotiva indiana Tata Motors, no Reino Unido, afirmou hoje que pretende se tornar um negócio de carbono zero até 2039 como parte de sua nova estratégia empresarial. A montadora disse que está se preparando para adotar energia limpa de células de combustível para impulsionar sua transição verde, com inovações em materialidade, engenharia, fabricação, serviços e investimentos em economia circular. Isto tudo a um custo anual agregado de 2,5 bilhões de libras. A empresa afirmou que a Jaguar se tornará uma marca de luxo totalmente elétrica a partir de 2025 e que a Land Rover começará a oferecer seis variantes totalmente elétricas de seus veículos utilitários esportivos nos próximos cinco anos. (Valor Econômico – 15.02.2021)


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9 Siemens Energy reduziu suas emissões no brasil em 57% nos últimos sete anos

A Siemens Energy também vai nessa direção e já conseguiu números bem positivos neste sentido em sua operação no Brasil. A companhia já diminuiu suas emissões no país em 57% no período de 2014 a 2020 e tem a meta de atingir uma redução de 100% até o ano de 2030. Além de olhar para dentro de casa, a Siemens Energy também tem ajudado na redução de emissões de seus clientes em todo o mundo. A empresa afirma que essa diminuição somou mais de 48 milhões de toneladas de CO2 durante o ano fiscal de 2019. “Além de prover tecnologias que auxiliam nossos clientes a descarbonizar suas operações e atender com excelência a demanda mundial por energia acessível e confiável, para a Siemens Energy é fundamental investir em iniciativas que contribuem para alcançarmos gradativamente a neutralização das emissões de carbono em nossas operações.”, disse o diretor-geral da Siemens Energy Brasil, André Clark. (Petronotícias – 13.02.2021)

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10 DHL planeja ter operações livres de carbono até 2050

Há cerca de seis anos, a DHL Supply Chain, empresa líder em armazenagem e distribuição, assumiu o compromisso de zerar suas emissões de carbono até 2050. Com essa meta, em 2016, a companhia começou os testes de utilização de carros elétricos para distribuição urbana em áreas do Rio de Janeiro. “O projeto migrou depois para São Paulo e ganhou maior impulso nos últimos dois anos, tanto que já temos uma frota de 25 veículos elétricos em operação no Brasil”, diz Fabio Miquelin, diretor de transportes da empresa. O carro elétrico faz parte do grupo de veículos denominado “zero emissão”, porque não emite nada nocivo ao meio ambiente. “O veículo elétrico é uma parte fundamental de nossa estratégia sustentável e irá crescer em número e tipo de veículo utilizado”, diz Miquelin. (Valor Econômico – 18.02.2021)

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Geração Distribuída

1 GD alcança 400 mil conexões no Brasil

O Brasil acaba de atingir a marca de 400 mil conexões de sistemas de geração distribuída e quase 5 GW de potência instalada. Para o presidente da ABGD, Carlos Evangelista, a marca deixa claro que os consumidores estão cada vez mais conscientes, em busca de novas alternativas para a redução de custos e atentos aos princípios da sustentabilidade. De acordo com ele, o perfil dos consumidores no Brasil tem mudado, o que quer dizer que a procura por alternativas energéticas tem sido discutida por muitos e colocada em prática com consciência. Segundo Evangelista, ainda há alguns mitos sobre a GD que precisa ser esclarecidos. Ele conta que um deles é de que ela só pode ser feita por grandes empresários ou consumidores com maior poder aquisitivo. Há projetos de todos os tamanhos, com custos menores ou maiores e com fontes diversificadas. (Agência CanalEnergia – 10.02.2021)

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2 Brasil supera 4,7 GW de GD solar

A capacidade instalada de geração solar distribuída (GD) no Brasil ultrapassou 4,7 GW, mostram estatísticas da agência reguladora do setor de energia, Aneel. Minas Gerais é o estado com maior capacidade de GD – 912,21 MW, seguido por São Paulo com 602 MW e Rio Grande do Sul com 597,87 MW. Os consumidores residenciais respondem pela maior parte da geração distribuída do país, com 295.816 sistemas instalados. As instalações comerciais e rurais ficam atrás com 66.096 e 28.394, respectivamente. Segundo a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD), o segmento de GD crescerá mais de 50% neste ano, encerrando 2021 com uma capacidade instalada superior a 7 GW. (Renewables Now – 11.02.2021)

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3 Volume de negócios em GD supera pré-pandemia, aponta Greener

Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria Greener com 1.579 empresas integradoras entre novembro e janeiro, o volume de negócios na modalidade de geração distribuída já atinge ou supera o obtido no período anterior à crise do coronavírus. Segundo o estudo, após 10 meses de pandemia 34% das companhias afirmam viver atualmente uma situação melhor e 33% notam melhora, mas não como no período anterior. Ademais, 14% continuam sofrendo severamente com os efeitos decorrentes da disseminação do vírus e das políticas de contenção social. 85% das companhias estão otimistas com o mercado de energia solar, com 59% almejando aumentar o quadro de colaboradores, 68,8% pretendendo investir em estratégias de marketing, 53,6% em capacitação profissional, 45,3% em infraestrutura e 37% em softwares e digitalização, além dos 4% que não devem aportar recursos. (Agência CanalEnergia – 11.02.2021)

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4 GreenYellow/Ives: Empresas interessadas em contratos de energia solar devem acelerar decisão

A GreenYellow, empresa do grupo varejista francês Casino especializada em eficiência energética e energia solar distribuída, acredita que o varejo brasileiro ainda é um mercado de muitas oportunidades. De acordo com o CEO da companhia, Pierre-Yves, as mudanças de regulação da Aneel em relação à geração distribuída ainda não frustraram as negociações. A GreenYellow não se diz contrária às mudanças, mas acredita em uma transição suave de regras, e ainda que as regras antigas devem continuar a valer para os negócios já fechados. A companhia, que pretende avançar para o setor industrial do País, acredita que em termos de melhora de performance energética ainda não fez nem 2% do que é possível no mercado brasileiro. (Broadcast Energia – 11.02.2021)

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5 Renovigi lança sistema de energia solar off-grid

A Renovigi lançou um novo sistema de energia solar fotovoltaica off-grid. Equipado com uma bateria de lítio para armazenar energia nos períodos em que não há geração, ele funciona totalmente independente da rede elétrica. A iniciativa coloca a empresa no segmento de armazenamento de energia. O sistema off-grid da Renovigi permite associar quatro baterias de 9,6 kWh por inversor e até dez inversores para aumentar sua capacidade. Com tamanho compacto e leve, pode ser instalado no chão ou suspenso por meio de um suporte. Outro diferencial é o fato de a bateria contar com um gerenciador integrado, que a aciona automaticamente quando não há geração, otimizando o desempenho do sistema. (Brasil Energia – 15.02.2021)

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6 Fintech Edmond investe com foco no segmento de GD

O segmento de geração distribuída na modalidade solar fotovoltaica vem crescendo a passos largos. Inclusive, recentemente o país ultrapassou a marca de 500 mil unidades consumidoras que utilizam a fonte. A perspectiva é de que em 2021 o setor possa movimentar cerca de R$ 25 bilhões. Além de negócios que estão diretamente relacionados, como empresas integradoras, outros negócios passam a surgir para atender esse microambiente de negócios. Um deles é o segmento financeiro, a fintech Edmond está próxima de lançar um banco digital como parte de uma plataforma integrada ao setor. (Agência CanalEnergia – 17.02.2021)

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7 Domínio Solar pretende instalar 11 MW de solar distribuída em 2021

A paranaense Domínio Solar pretende dar um salto nos negócios em 2021 instalando 11 MW de potência em usinas de geração distribuída solar, o que equivale a mais de 30 mil módulos fotovoltaicos. Se a meta se concretizar, o faturamento vai dobrar na comparação com o ano passado, disse ao EnergiaHoje o CEO fundador da Domínio Solar, César Augusto. Os projetos que a empresa instalou em seus cinco anos de existência somam mais de 14 MW e mais de 35 mil módulos fotovoltaicos em oito estados. (Brasil Energia – 17.02.2021)

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Armazenamento de Energia

1 Maior sistema de armazenamento no país deve começar a operar até março

Até o fim do primeiro trimestre, deverá ser concluída a instalação do maior sistema de armazenamento em bateria de energia elétrica do país. O projeto, que está sendo desenvolvido no Terminal da Ilha Guaíba, no Rio de Janeiro, pela Vale em parceria com a Siemens e a MicroPower Comerc (MPC), está na reta final de sua conclusão. O equipamento será carregado sempre que a demanda por energia do TIG estiver baixa, para, assim, poder substituir a rede da concessionária nos momentos em que essa demanda for mais alta. No caso do porto, poderá gerar a redução de aproximadamente 20% no custo final de energia consumida. O sistema BESS tem capacidade de armazenamento de 10 MWh, o suficiente para atender a 45 mil residências por uma hora. (Brasil Energia – 08.02.2021)

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2 AES fecha financiamento para bateria americana de 400 MWh

A AES Corporation fechou um financiamento de dívida sem recurso de US $ 154 milhões para um projeto de armazenamento de bateria de rede independente de 400 MWh na Califórnia, EUA. O projeto Luna Storage, localizado na cidade de Lancaster, no condado de Los Angeles, deverá entrar em operação ainda este ano. A transação é um dos maiores acordos de financiamento para um projeto de armazenamento de bateria autônomo em escala de serviço público. (Renews – 09.02.2021)

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3 Wärtsilä fornece sistema de armazenamento para projeto mexicano

O grupo de tecnologia Wärtsilä foi contratado para fornecer um sistema de armazenamento de energia crítica para o Parque Eólico Eolica Coromuel, de 50 MW, em La Paz, México. O sistema de armazenamento de energia Wärtsilä foi projetado para fornecer uma potência de 10 MW durante a vida operacional do projeto. Este contrato marca uma expansão da tecnologia de armazenamento inteligente da Wärtsilä para a região. O parque eólico e o sistema de armazenamento serão conectados à rede local, controlada pelo Centro Nacional de Controle de Energia (CENACE), o operador independente do sistema do México. (Energy Global – 09.02.2021)

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4 IDTechEx: relatórios sobre armazenamento de bateria

A IDTechEx lançou recentemente uma atualização do relatório “Baterias para armazenamento de energia estacionária 2021-2031”. Junto com a instalação de renováveis e a integração de sistemas de armazenamento de energia, novas empresas estão se aproximando do mercado para fornecer uma grande variedade de serviços. Este relatório mostra que vários países estão desenvolvendo o conceito de Virtual Power Plant (VPP) e Vehicle-to-Grid (V2G) para aumentar a resiliência da rede elétrica, mantendo baixos custos. O leitor terá acesso a uma visão geral rápida e detalhada do estado atual de adoção e desenvolvimento futuro de baterias para sistemas estacionários. Os desdobramentos das previsões por país e segmento da rede elétrica são fornecidos, juntamente com o tamanho do mercado. (Energy Global – 10.02.2021)

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5 Highview fecha rodada de financiamento de US $ 70 mi

A Highview Power fechou sua rodada de financiamento de capital de crescimento com mais de US $ 70 milhões, elevando o valor total de financiamento e concessões que a empresa garantiu até agora para mais de US $ 145 milhões. Houve uma enorme demanda pela solução de armazenamento de energia de longa duração da empresa em 2020, e a Highview Power está entrando no novo ano com um pipeline de estágio final de mais de quatro gigawatts-hora de projetos nos EUA, Europa e América Latina. As instalações de armazenamento de energia da Highview Power são baseadas na Criobateria, uma solução de armazenamento de longa duração, capaz de oferecer semanas de armazenamento. Segundo a empresa, quando combinadas com energias renováveis, essas instalações poderiam substituir a energia de base térmica e nuclear. (Renews – 09.02.2021)

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6 NTE Energy desenvolverá 5 GW de armazenamento nos EUA

A construtora de usinas NTE Energy, sediada na Flórida, disse que planeja desenvolver mais de 5 GW de projetos de energia limpa nos EUA nos próximos cinco anos. O pipeline inclui 1,2 GW de capacidade solar e 3,9 GW de sistemas de armazenamento de energia por bateria (BESS), com a empresa dizendo que está atualmente trabalhando com parceiros de investimento para avançar no desenvolvimento do projeto. A NTE Energy espera que cerca de 3 GW a 4 GW de projetos cheguem à operação comercial até 2026. (Renewables Now – 10.02.2021)

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7 Armazenamento de energia de Azelio recebe prêmio

O sistema de armazenamento de energia de longa duração da Azelio, TES.POD, foi premiado com o rótulo Solar Impulse Efficient Solution. A Solar Impulse Foundation tem como objetivo selecionar 1000 soluções capazes de lidar com as mudanças climáticas. O TES.POD está atualmente implantado na Europa, Norte da África e Oriente Médio. O design exclusivo da solução permite o armazenamento de energia com produção de energia limpa ininterrupta, a um custo menor do que as baterias de íon de lítio e com impacto ambiental significativamente menor. (Energy Global – 12.02.2021)

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8 Enel Green Power: 1,7 GW de armazenamento solar no Chile

A Enel Green Power Chile SA anunciou que conseguiu o uso de terras públicas no Chile para desenvolver mais de 1.700 MW de projetos solares e de armazenamento. A empresa de energias renováveis ganhou mais de 2.500 hectares em um leilão organizado pelo Ministério de Ativos Nacionais do Chile. A rodada atraiu licitantes competindo em mais de 3.300 hectares de terras disponíveis para o desenvolvimento de novos projetos de energia renovável. O ministério ofereceu locais nas regiões setentrionais do Chile de Tarapaca, Antofagasta e Atacama, de acordo com um comunicado da Enel Green Power. (Renewables Now – 12.02.2021)

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9 UE: € 2,9 bi para projeto de inovação de bateria

A Comissão Europeia aprovou um segundo Projeto Importante de Interesse Europeu Comum (IPCEI) para apoiar a inovação na cadeia de valor das baterias. O projeto, denominado “European Battery Innovation” (EuBatIn) foi elaborado por doze Estados membros, que fornecerão até € 2,9 bilhões em financiamento nos próximos anos. O financiamento público deverá desbloquear um adicional de € 9 bilhões em investimentos privados. O projeto complementa o primeiro IPCEI na cadeia de valor da bateria que a Comissão aprovou em dezembro de 2019 com € 3,2 bilhões em apoio público. O projeto abrangerá toda a cadeia de valor da bateria, desde a extração de matérias-primas, design e fabricação de células e embalagens de bateria, e finalmente a reciclagem e descarte em uma economia circular, com forte foco na sustentabilidade. (Green Car Congress – 07.02.2021)

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Mobilidade Elétrica

1 Tesla produzirá 10.000 carregadores ultrarrápidos por ano

Em menos de seis meses, a Tesla concluiu sua nova fábrica de Superchargers em Xangai. De acordo com o anúncio oficial, o local irá produzir os Superchargers V3 de terceira geração. A planta chinesa será capaz de produzir até cerca de 10.000 Superchargers anualmente, o que seria suficiente para cerca de 1.000 novas estações de recarga (assumindo 10 baias em média por estação e a potência elétrica). Como não vemos um impulso tão grande do resto da indústria automotiva, a infraestrutura de carregamento rápido da Tesla provavelmente permanecerá na vanguarda por um bom tempo ainda. A Tesla começou a instalar sua rede de Superchargers em 2012. (Inside EVs – 07.02.2021)

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2 Eletrobras e Hyperloop vão estudar transporte de altíssima velocidade no Brasil com energia limpa

A Eletrobras e a Hyperloop Transportation Technologies assinaram memorando de entendimentos para buscar projetos e soluções comuns para o desenvolvimento de transporte de altíssima velocidade no Brasil com a utilização de energia elétrica limpa e renovável. O sistema de transporte hyperloop, que será feito por cápsulas que viajam por tubos com passageiros ou cargas, poderá atingir 1.200 quilômetros por hora com conforto e segurança. As duas empresas vão unir esforços para a identificação de projetos conjuntos, oportunidades para captação de recursos para o desenvolvimento de ações nas linhas de estudo no âmbito da geração, transporte e armazenamento de energia elétrica renovável a ser aplicada nos projetos e sistemas de transporte da HyperloopTT de forma sustentável. (Broadcast Energia – 10.02.2021)

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3 EUA: infraestrutura de recarga movida a energia solar

Electrify America, a maior rede pública de carregamento ultrarrápido dos EUA, adicionou 30 estações de carregamento de VEs movidos a energia solar no estado da Califórnia. Os carregadores autônomos, fora da rede, estão estrategicamente localizados, com o objetivo de fornecer maior acesso à recarga sustentável de VEs para motoristas em áreas rurais do estado, tanto para facilitar viagens regionais quanto para impulsionar a adoção de VEs em comunidades rurais. Com recarga gratuita, as novas unidades solares ajudam a combater duas das maiores barreiras para a adoção de VE nesses locais: acesso à recarga pública e acessibilidade. (Green Car Congress – 08.02.2021)

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Digitalização

1 Abradee: atendimento em canais digitais na pandemia foi satisfatório para 50,5% dos consumidores

Durante a pandemia, o atendimento por canais digitais foi visto por 50,5% dos consumidores de energia como satisfatório. Dados da pesquisa de satisfação da Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica apresentados na última segunda-feira, mostram que para 17,3%, o atendimento por canais digitais não atendeu às necessidades demandadas. Já para 19,1% dos consumidores o atendimento foi mais ou menos satisfatório, enquanto para 11,9% foi insatisfatório e 1,2% não soube ou não respondeu. A base de pesquisa é de 7,9% de clientes que usaram canais digitais no período. (Agência CanalEnergia – 09.02.2021)

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2 Neoenergia desenvolve tecnologia para automatizar monitoramento hidrológico de rios

Em meados de janeiro, a Neoenergia anunciou o desenvolvimento de equipamentos para automatizar o monitoramento hidrológico de barragens e rios nas áreas de suas hidrelétricas. Por meio de um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) iniciado em 2017, foram criadas duas embarcações com equipamentos que fazem a medição de vazão e sedimentação, além da análise da qualidade da água, sem a necessidade de intervenção humana. As embarcações desenvolvidas são movidas a hélices, que ficam na parte superior, como acontece nos drones, por exemplo, o que permite a utilização do modelo em diversas atividades além do monitoramento hidrológico. (Brasil Energia – 10.02.2021)

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3 Pix avança e poderá ser usado para pagar conta de luz em 17 Estados

O Pix, sistema de pagamentos instantâneo criado pelo Banco Central, avança como opção para quitar faturas no setor elétrico e poderá ser usado por consumidores de pelo menos 17 Estados para pagar as contas de luz. Além de possibilitar o pagamento em qualquer dia da semana, a modalidade pode resultar em uma economia para os clientes, já que deve reduzir os custos das distribuidoras, o que reflete nas tarifas de energia. O grupo atende consumidores em Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Rondônia. (Broadcast Energia – 12.02.2021)

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4 Até 2030 quase todas as novas subestações serão digitais, afirma Hitachi ABB Power Grids

O setor de transmissão de energia se encontra em crescimento no Brasil, um cenário totalmente diferente de alguns anos atrás. Além de ser de fundamental importância para o desenvolvimento econômico, a área é vista também como estratégica por impulsionar novas tecnologias, que possibilitam a adoção cada vez maior de matrizes eólicas e solares nos próximos anos. Peça fundamental desse avanço no setor são as subestações digitais, tema do webinar Energy Tech Talks, promovido pelo portal CanalEnergia, com participação de Júlio Oliveira, Gerente de Tecnologia na Hitachi ABB Power Grids. (Agência CanalEnergia – 19.02.2021)

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5 Comerc lança assinatura digital de energia solar

A comercializadora Comerc Energia e o fundo Perfin criaram uma joint venture para fornecer energia solar distribuída a pequenos e médios consumidores, a Sou Vagalume. A ideia é oferecer uma assinatura de energia digital, baseada na geração compartilhada, para clientes que não preenchem os requisitos mínimos para migrar para o mercado livre ou não têm capital inicial para a instalação de placas solares próprias. A companhia estima que consegue baratear em 20% a conta de luz de clientes comerciais. Para consumidores residenciais, o desconto sobre a tarifa cobrada pela distribuidora está estimado em 12%, economia que fica em 14% no caso de produtores rurais. A meta é atingir 150 mil clientes em três anos por meio de uma assinatura digital e sem fidelidade. (Valor Econômico – 18.02.2021)

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Artigos e Estudos

1 CNPE propõe resolução sobre P&D e inovação no setor de energia

Na última semana, o CNPE propôs uma resolução que busca alinhar o uso de recursos de pesquisa e desenvolvimento por parte das empresas de energia à uma estratégia de longo prazo para o setor. O conselho determinou que a Aneel e a ANP devem priorizar investimentos regulados de P&D em sete temas: hidrogênio, energia nuclear, biocombustíveis, armazenamento de energia, geração termelétrica sustentável, transformação digital e minerais estratégicos para o setor energético. A partir de uma análise abrangente, cada um dos temas foi proposto de forma a facilitar o enfrentamento dos desafios específicos de cada temática. A proposta de resolução também ressaltou a importância de fazer investimentos nos chamados minerais estratégicos para o setor energético. Esses insumos, de acordo com o MME, são extremamente importantes para o desenvolvimento de diferentes tecnologias no contexto de transição energética. (Brasil Energia – 17.02.2021)

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2 Artigo de Antônio Carlos Federico sobre o crescimento da energia solar

Em artigo publicado no Brasil Energia, Antônio Carlos Federico, diretor comercial, de Marketing e Novos Negócios da Renovigi Energia Solar, comenta sobre o aumento do alcance do setor solar no Brasil. Passado um período de grandes desafios durante 2020, com inúmeras variáveis do mercado como pandemia, problemas na falta do fornecimento de materiais vindos da China e empecilhos logísticos que resultaram numa verdadeira bagunça no mercado, o segmento de energia solar respira mais aliviado. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 22.02.2021)

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3 Artigo de Rachel Andalaft sobre os rumos da energia renovável no Brasil

Em artigo para o Broadcast Energia, Rachel Andalaft, CEO da plataforma Mangifera Analytics e sócia-fundadora da REA Consult, fala sobre a expansão renovável no Brasil. Se olharmos para 2020, é possível observar o crescente aumento da demanda por renováveis no País. De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia, no ano passado o sistema elétrico brasileiro ganhou 4.932 MW de potência instalada de geração de energia elétrica centralizada. Desse total, cerca de 70% (3.519 MW) foram a partir de fontes renováveis. Só a fonte eólica representou 35% do total ampliado. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 22.02.2021)

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4 PUC-Rio lança livro sobre energia solar

Fruto de um projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) iniciado em 2019 pelo Instituto de Energia da PUC-Rio (IEPUC) e com patrocínio da Petrogal Brasil, subsidiária da portuguesa Galp, 20 pesquisadores da Universidade reuniram seus estudos sobre energia solar sob coordenação do professor Eloi Fernández y Fernández, do IEPUC, dando origem ao livro O sol vai voltar amanhã: Um espectro de análises sobre a energia fotovoltaica, que acaba de ser lançado pela Editora Lexikon e já está à venda nas principais livrarias do país. A publicação aborda o cenário do setor fotovoltaico no país, envolvendo geração centralizada, distribuída, sistemas isolados e armazenamento, traçando um panorama das tecnologias existentes, das promessas a curto, médio e longo prazo, além dos encadeamentos produtivos para êxito em projetos e os impactos regulatórios, ambientais, econômicos e sociais. (Agência CanalEnergia – 17.02.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Lorrane Câmara e Luiza Masseno
Pesquisadores: Monique Coimbra e
Walas Júnior
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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