IFE.UTE 33

Informativo Eletrônico – Usinas Termoelétricas nº 33 – publicado em 26 de janeiro de 2021.

IFE: Informativo Eletrônico de Geração Termelétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 33 – 26 de janeiro de 2021
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Mercado
1
Eletrobras vai avaliar impactos de negativa da Aneel em contratos de UTEs no AM
2 Alessandro Molon: Petrobras está condenada se ficar em óleo e gás

Regulação
1 MME nomeia GT sobre térmicas a carvão em SC
2 MME vai divulgar evolução de estudos sobre o carvão em SC
3 Aneel notifica seis agentes da Mc2
4 Lei do gás: versão aprovada no Senado deverá ser descartada
5 UEG Araucária tem CVU fixado em R$ 1.025/MWh
6 Aneel rejeita alteração unilateral de contratos de térmicas no AM

Empresas
1 3R Petroleum volta à licitação de Urucu após ganhar e não levar maior reserva bilionária de gás
2 Consórcio Gemini ganha tempo para responder a denúncias da Comgás
3 Weg fecha contrato para equipar quatro UTEs à biomassa em Roraima

4 PBGás inicia obras de expansão da rede em João Pessoa

5 BNDES libera R$ 941,6 milhões para duas usinas da São Martinho

6 Petrobras obtém aval para importar gás natural da Bolívia

7 Barry Callebaut recebe geradora de vapor à biomassa da EDP

8 GasBrasiliano e Cocal avançam com projeto de biometano
9 MME autoriza Celse a exportar GNL
10 Wilson Ferreira Júnior pode assumir BR Distribuidora

Internacional
1 Preço do gás natural no mercado americano
2 Preço do gás natural do mercado asiático
3 TGE e PGNiG assinam acordo de biometano
4 Nova usina movida a gás entra em operação comercial no Texas

5 Usina movida a etanol planejada para Dakota do Norte
6 Commonwealth LNG visam acelerar a planta de LNG paralisada por meio de licitações de combustível

Artigos e Estudos
1 Artigo de Edmar Almeida (IE/UFRJ) sobre o desenvolvimento de um mercado spot de gás no Brasil
2 Artigo de Rodrigo Leão (Ineep) sobre os impactos no mercado de gás provocados pela Covid-19 nos EUA e China
3 Artigo de Natália Seyko (Abrace) sobre a busca dos consumidores por melhores práticas regulatórias no novo mercado de gás
4 Artigo de Antônio Souza (Consultor) sobre o mercado de óleo e gás no Brasil



 

 

Mercado

1 Eletrobras vai avaliar impactos de negativa da Aneel em contratos de UTEs no AM

A Eletrobras informou em comunicado ao mercado na última terça-feira, 19 de janeiro, que junto com a Amazonas GT e a Eletronorte estão analisando os efeitos da decisão da Aneel, que rejeitou a alteração unilateral em contratos de compra de energia, celebrados com Produtores Independentes de Energia e a Amazonas GT. A Aneel decidiu que eventuais mudanças em contratos deverão ser feitas por livre negociação entre as partes e estabeleceu condições que deveriam ser analisadas para que haja uma repactuação desses contratos em vigor. Toda a energia comprada pelos PIEs é entregue para a distribuidora do estado, com o repasse dos custos de geração, incluindo os custos de combustível, tendo em vista tratar-se de contratos pass-through. (Agência CanalEnergia – 20.01.2021)

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2 Alessandro Molon: Petrobras está condenada se ficar em óleo e gás

O deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ) e líder da oposição na Câmara dos Deputados cobrou do governo federal uma mudança de postura da Petrobras. O parlamentar afirmou que a estatal do petróleo tende a se apequenar com a visão atual de ser uma empresa apenas de óleo e gás diante das perspectivas de descarbonização que diversos países e empresas do mesmo ramo de atuação vêm adotando nos últimos anos. “O que a Petrobras deveria fazer é entender-se como empresa de energia e não apenas de petróleo e gás”, afirmou o deputado em evento online sobre transição energética promovido pelo Instituto E+. “O mundo caminha nessa direção, então deveria aplicar mais recursos em eólica, solar e outras formas de geração de energia, preparar-se para o futuro. Dessa forma está se condenando ao desaparecimento uma vez que o mundo mostra que quer superar essa fase de combustíveis fósseis”, acrescentou. Em sua opinião, o atual posicionamento da petrolífera é equivocado e está condenado ao fracasso, citando ainda uma declaração do presidente da estatal, Roberto Castello Branco, que já avaliou os investimentos em fontes renováveis como uma moda passageira e que irá terminar. (Agência CanalEnergia – 19.01.2021)

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Regulação

1 MME nomeia GT sobre térmicas a carvão em SC

O MME designou os integrantes do grupo de trabalho que vai avaliar as atividades geração de energia termelétrica e de mineração de carvão mineral em Santa Catarina. Ele será composto por representantes das secretarias Executiva, de Planejamento e Desenvolvimento Energético, de Energia Elétrica e de Mineração, além das assessorias Econômica e de Meio Ambiente do MME. O GT deverá atuar de forma coordenada com órgãos do estado, agentes setoriais e sociedade. Ele terá 180 dias para apresentar relatório com informações, indicando medidas para o desenvolvimento dos municípios dependentes da mineração a carvão no estado, o que inclui a diversificação de atividades econômicas. (Agência CanalEnergia – 15.01.2021)

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2 MME vai divulgar evolução de estudos sobre o carvão em SC

O MME vai divulgar mensalmente em sua página na internet a evolução das atividades do grupo de trabalho criado para avaliar a geração termelétrica a carvão mineral e a mineração de carvão no estado de Santa Catarina. O GT terá como missão elaborar em 180 dias um diagnóstico da situação no estado e propor alternativas para diversificação das atividades econômicas nos territórios onde há extração e uso do produto como combustível para a produção de energia elétrica. (Agência CanalEnergia – 18.01.2021)

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3 Aneel notifica seis agentes da Mc2

A Aneel decidiu notificar os agentes Ute Mc2 Governador Mangabeira, Ute Mc2 Nossa Senhora do Socorro, Ute Mc2 Camaçari II, Ute Mc2 Santo Antônio de Jesus, Ute Mc2 Camaçari III e Ute Mc2 Sapeaçu por se encontrarem em lugar incerto e não sabido. A agência constatou a não conformidade referente ao descumprimento do cronograma de implantação/ampliação de empreendimentos. O prazo para apresentação de recurso é de 10 dias contados da publicação do edital. (Diário Oficial – 19.01.2021)

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4 Lei do gás: versão aprovada no Senado deverá ser descartada

A versão do projeto conhecido com a Lei do Gás que foi aprovado inicialmente na Câmara dos Deputados é a que traz a solução competitiva para o mercado brasileiro. As alterações que foram feitas no Senado somente levam à integração de mais subsídios à conta de luz e não se viabiliza pela lógica econômica. A opinião é do presidente da Abrace, Paulo Pedrosa, que reafirmou o papel do gás natural como o combustível da transição energética no país. O executivo defendeu a aprovação da versão original da lei, que ocorreu em 1º de setembro de 2020. O executivo, que está à frente da associação que reúne mais de 50 grupos empresariais responsáveis por quase 40% do consumo industrial de energia elétrica do Brasil e 42% do consumo industrial de gás natural, lembra que há casos de siderúrgicas que consomem carvão da Austrália, que é mais barato do que o gás do pré-sal. Para reverter essa situação a versão do projeto de lei que saiu da Câmara é o ideal e não a do Senado. (Agência CanalEnergia – 19.01.2021)

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5 UEG Araucária tem CVU fixado em R$ 1.025/MWh

A superintendências de regulação dos serviços de geração da Aneel decidiu conhecer e dar provimento à solicitação da UEG Araucária Ltda., autorizando a utilização do CVU da UTE Araucária, no valor de R$ 1.025,09/MWh, a ser aplicado pelo ONS, para fins de programação da operação eletroenergética, e pela CCEE, para fins de contabilização da geração verificada. A operação será do dia 16 de janeiro até 5 de fevereiro de 2021. (Agência CanalEnergia – 20.01.2021)

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6 Aneel rejeita alteração unilateral de contratos de térmicas no AM

A diretoria da Aneel rejeitou a proposta da Amazonas GT de alteração unilateral dos contratos de compra e venda de energia com produtores independentes de Manaus, para adequar o despacho de usinas térmicas às necessidades do sistema da capital amazonense. A agência determinou que qualquer mudança terá de ser feita por livre negociação entre as partes, e estabeleceu condições mínimas a serem observadas para a repactuação das condições contratuais vigentes. A Amazonas GT sugeriu a alteração dos contratos com as térmicas a gás Cristiano Rocha, Tambaqui, Manauara, Jaraqui e Ponta Negra da modalidade quantidade para disponibilidade, mantendo a receita fixa total dos empreendimentos. Com a mudança, as UTEs deixariam de ser 100% inflexíveis, com CVU igual a zero, e passariam a ser totalmente flexíveis, com CVU definido. Haveria também alteração da quantidade contratada, com a redução temporária em 75,4 MW médios das garantias físicas das usinas. A mudança permitiria reduzir a sobrecontratação da Amazonas Energia e a inadimplência da distribuidora, além de diminuir o custo global de operação dos empreendimentos e as despesas da Conta de Consumo de Combustíveis. Os contratos de suprimento com as térmicas representam cerca de 75% da dívida total da concessionaria de distribuição com a Amazonas GT, de acordo com a Eletrobras. (Agência CanalEnergia – 19.01.2021)

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Empresas

1 3R Petroleum volta à licitação de Urucu após ganhar e não levar maior reserva bilionária de gás

A Petrobras recebe nesta sexta-feira (15) uma segunda rodada de lances para a seleção da empresa que vai explorar o bilionário polo Urucu, no estado do Amazonas, a maior reserva de gás natural do Brasil. A primeira etapa foi cancelada pela estatal após o vencedor, 3R Petroleum, apresentar demandas consideradas inviáveis pela estatal. Ela fez um lance de US$ 1,1 bilhão, equivalente a R$ 5,7 bilhões. Esse valor superou em US$ 500 milhões a oferta da concorrente que ficou em segundo lugar, a Eneva. Não é de hoje que a 3R Petroleum apresenta problemas após leilões no setor de óleo e gás e, ainda, retorna às disputas. O histórico é peculiar. Ao oferecer os R$ 5,7 bilhões pelo polo de Urucu, a 3R Petroleum não teria feito o depósito de garantias exigidas porque a proposta estava condicionada a alterações no contrato pré-existente para transmissão de gás na região, o que foi considerado inviável. Por isso, a Petrobras decidiu abrir uma segunda rodada de ofertas. (Folha de São Paulo– 15.01.2021)

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2 Consórcio Gemini ganha tempo para responder a denúncias da Comgás

O Cade estendeu o prazo para a Petrobras e a White Martins responderem à manifestação da Comgás no âmbito do processo de venda da parcela de 40% da estatal na GásLocal. As empresas do Consórcio Gemini tinham até esta sexta-feira (15/1) para se posicionarem sobre as declarações da distribuidora de São Paulo, que afirma haver privilégios concedidos à GásLocal em relação aos demais agentes do mercado. Em e-mail enviado na quinta-feira (14/1), os representantes da Petrobras e White Martins solicitaram prorrogação do prazo de resposta para até o próximo dia 22, “considerando o levantamento e compilação das informações solicitadas”. A Comgás – distribuidora de gás canalizado do estado de São Paulo e concorrente da GásLocal – enviou, no último dia 8, manifestação ao Cade solicitando que o conselho apure as justificativas econômicas da aplicação diferenciada dos percentuais de Preço de Gás de Ultrapassagem (PGU, pago quando o consumidor excede o volume contratado) à GásLocal. (Brasil Energia – 15.01.2021)

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3 Weg fecha contrato para equipar quatro UTEs à biomassa em Roraima

A fabricante Weg fechou um contrato com a OXE Energia para o fornecimento de quatro conjuntos completos de turbo-geradores para as termelétricas a biomassa Bonfim, Pau Rainha, Cantá e Santa Luz, localizadas em Roraima, incluindo serviços de logística, montagem e comissionamento. As entregas dos equipamentos ocorrerão no primeiro trimestre, com previsão de operação e comercialização da energia, já vendida em leilão da Aneel, até junho de 2021. O acordo prevê ainda a instalação de quatro turbinas de reação, condensação, com duas tomadas sem controle, instalação tipo back-side, modelo CT em conjunto com quatro geradores síncronos trifásico, de 12,5 MVA, 13,8 kV, 1.800 rpm, 60 Hz, além de quadros elétricos de proteção e controle, totalizando um faturamento de aproximadamente R$ 39 milhões. (Agência CanalEnergia – 18.01.2021)

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4 PBGás inicia obras de expansão da rede em João Pessoa

A PBGás iniciou esta semana as obras de implantação da rede de distribuição de gás natural canalizado nos bairros do Bessa e Jardim Oceania, em João Pessoa. A companhia investirá mais de R$ 3 milhões para implantação de 11,2 km de gasodutos. Além de João Pessoa, a companhia iniciará em breve obras de extensão da rede de gasodutos em Campina Grande. Os projetos totalizam investimentos de mais de R$ 7 milhões, de acordo com o diretor-presidente da PBGás, Jailson Galvão. (Brasil Energia – 18.01.2021)

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5 BNDES libera R$ 941,6 milhões para duas usinas da São Martinho

O Grupo São Martinho obteve um financiamento de R$ 941,6 milhões do BNDES para financiar dois projetos: a construção de uma nova planta de etanol obtido a partir de milho, na Usina Boa Vista, e também da usina termelétrica São Martinho Bioenergia, que utiliza bagaço de cana-de-açúcar como principal combustível. A cifra aprovada pelo BNDES representa 79% do investimento total de R$ 1,2 bilhão estimado para ambos os projetos, que devem ser integralmente implementados até 2026. Para a geração de energia, está prevista a construção da usina termelétrica São Martinho Bioenergia, que ficará no complexo industrial do município de Pradópolis, no interior de São Paulo. A unidade terá capacidade de geração de cerca de 210 mil MWh, dos quais 177 mil MWh já contratados por 25 anos, por meio do leilão A-6 promovido pela Aneel em 2019. Com as atualizações, será possível o aumento de 22% na cogeração de energia. (O Estado de São Paulo – 20.01.2021)

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6 Petrobras obtém aval para importar gás natural da Bolívia

O MME aceitou a solicitação da Petrobras e aprovou nessa terça-feira, 19 de janeiro, a importação de até 5,08 milhões de m³ por dia de Gás Natural da Bolívia, visando o abastecimento do mercado termelétrico. A autorização terá validade até 28 de fevereiro e a matéria-prima deverá ser entregue pelo gasoduto entre os dois países, em regime extraordinário, com local de entrega próximo à cidade de Corumbá (MS). (Agência CanalEnergia – 19.01.2021)

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7 Barry Callebaut recebe geradora de vapor à biomassa da EDP

A fabricante de cacau e chocolate Barry Callebaut vai utilizar para geração de vapor a biomassa resultante da casca do cacau como principal combustível em sua unidade produtiva em Itabuna, na Bahia. A central térmica terá ainda uma caldeira reserva movida a gás natural. O vapor gerado pela unidade será destinado para o aquecimento necessário no processo produtivo da indústria. A usina foi entregue à Barry Callebaut na semana passada pela EDP, a primeira construída pela companhia com uso do combustível, resultante do processo produtivo da pasta de cacau. A EDP será a responsável pela operação e manutenção da termelétrica. (Energia Hoje – 20.01.2021)

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8 GasBrasiliano e Cocal avançam com projeto de biometano

A GasBrasiliano e a Usina Cocal anunciaram a assinatura do contrato de compra e venda de biometano do projeto Cidades Sustentáveis. No último mês de dezembro, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) publicou parecer favorável para a execução do projeto. O projeto, que inclui o plano de construção de planta de biogás, foi lançado na Agrishow de 2019 e conta ainda com a parceria da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo. O investimento está estimado em R$ 160 milhões, sendo R$ 30 milhões da GasBrasiliano para construção de 68 quilômetros de rede de distribuição e R$ 130 milhões da Cocal na produção de biometano. (Brasil Energia – 21.01.2021)

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9 MME autoriza Celse a exportar GNL

O MME autorizou a Centrais Elétricas de Sergipe (Celse) a exportar, até 3,0 milhões de m³ por ano, cargas ociosas de GNL, no mercado de curto prazo, denominado spot. O excedente de GNL a ser exportado pode ser composto por carga resultante de uma só importação ou pela mistura de cargas importadas de diferentes fornecedores que celebraram contratos com a Celse; por meio de navios metaneiros; e com local de saída do Brasil no Terminal de GNL no Município de Barra dos Coqueiros, Estado de Sergipe. A autorização terá validade até 31 de janeiro de 2024. (Diário Oficial – 25.01.2021)

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10 Wilson Ferreira Júnior pode assumir BR Distribuidora

A BR Distribuidora informou ao mercado nesta segunda (25) que seu atual presidente, Rafael Grisolia, deixará a companhia em 31 de janeiro. Wilson Ferreira Júnior, que renunciou ontem ao cargo de presidente da Eletrobras foi convidado para assumir o posto na BR, maior distribuidora de combustíveis do país. Wilson Ferreira Júnior deixa a Eletrobras em um monte de descrédito do projeto de privatização da estatal, mas em sua carta de demissão, cita apenas razões pessoas. Segundo a Eletrobras, Ferreira Júnior deixará a companhia em 5 de março. (Agência Epbr – 25.01.2021)

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Internacional

1 Preço do gás natural no mercado americano

O preço do gás natural fechou na sexta (22/01) em $2.446/MMBtu (Dólares por milhão de Btu) no mercado americano. Em comparação a semana anterior houve uma queda de $0.291 e em comparação ao mesmo período no ano passado houve subida de $0.520. (EIA – 05.01.2021)

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2 Preço do gás natural do mercado asiático

Os preços do GNL à vista da Ásia caíram esta semana, uma vez que os traders começaram a encomendar cargas para uma estação mais quente, após um período de pico de demanda de aquecimento que fez os preços dispararem. O preço médio do GNL para entrega em março no Nordeste da Ásia LNG-AS foi estimado em cerca de US $ 8,90 por milhão de unidades térmicas britânicas (mmBtu), na faixa inferior de US $ 8,00- $ 14,00 / mmBtu estimado na semana anterior, disseram os comerciantes. Os preços de março são três vezes mais baixos do que os de fevereiro. (Reuters– 22.01.2021)

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3 TGE e PGNiG assinam acordo de biometano

Em 12 de janeiro de 2021, a Towarowa Gielda Energii (TGE) e a Companhia Polonesa de Petróleo e Gás (PGNiG) assinaram um acordo de cooperação com o objetivo de alavancar sua experiência e capacidade mútua na criação e desenvolvimento de um mercado de biometano na Polónia. A expertise tanto da PGNiG – player-chave no mercado de gás – quanto da TGE – plataforma de comercialização de gás e certificados que promovem o uso de sistemas de energia renovável – deve contribuir para a transformação do mercado de energia, levando não só ao aumento da importância das tecnologias verdes, mas também ao mercado emergente de combustíveis alternativos, como biometano ou hidrogênio. (Energy Global – 18.01.2021)

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4 Nova usina movida a gás entra em operação comercial no Texas

A Montgomery County Power Station, uma usina de ciclo combinado movida a gás natural de 993 MW de duas unidades, alcançou operação comercial em 1º de janeiro, a Entergy Texas Inc. e a McDermott International Ltd. relataram em 13 de janeiro. A usina – localizada perto de Willis, Texas, cerca de 50 milhas ao norte de Houston, foi posta em operação “bem antes do previsto”, de acordo com Sallie Rainer, presidente e CEO da Entergy Texas. A planta inclui turbinas a gás Mitsubishi Power, caldeiras de recuperação de calor Nooter Eriksen e uma turbina a vapor Toshiba. McDermott disse que a construção foi concluída com uma “taxa zero de incidentes com perda de tempo”. (Power Magazine – 14.01.2021)

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5 Usina movida a etanol planejada para Dakota do Norte

A empresa de exploração de gás natural que trabalha em Bakken Shale anunciou planos para construir uma usina de energia de $ 400 milhões em Dakota do Norte que funcionaria com etanol. Bakken Midstream Natural Gas (BMNG) em 12 de janeiro disse que espera começar a construção do Williston Basin Energy Center em 2022. A empresa em um comunicado à imprensa disse que a instalação “será a maior usina a utilizar avanços na tecnologia de turbinas de combustão que permite o etanol como sua principal fonte de combustível. ” A usina está localizada no território da Cooperativa Elétrica Mountrail-Williams próximo a Williston, no canto noroeste do estado. (Power Magazine – 14.01.2021)

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6 Commonwealth LNG visam acelerar a planta de LNG paralisada por meio de licitações de combustível

A Commonwealth LNG lançou na segunda-feira uma licitação de LNG para sua planta de liquefação da Louisiana, na esperança de acelerar uma decisão de investimento no projeto, reduzindo sua incerteza para clientes e investidores em potencial. A planta está entre uma dúzia de paralisadas no ano passado, pois a queda na demanda de energia exacerbou a relutância em assinar projetos sem a certeza de serem concluídos. Os banqueiros disseram que não esperam nenhum novo projeto de GNL neste ano. (Reuters– 18.01.2021)

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Artigos e Estudos

1 Artigo de Edmar Almeida (IE/UFRJ) sobre o desenvolvimento de um mercado spot de gás no Brasil

Em artigo publicado pela Agência Brasil Energia, Edmar Almeida, professor do Instituto de Economia da UFRJ, fala sobre a formação de um mercado atacadista de gás em meio a liberalização do setor. O professor afirma que um “aspecto extremamente importante do desenvolvimento de um mercado spot para o gás é o acoplamento entre o mercado de transporte de gás e o mercado da molécula. Contrariamente ao setor elétrico, o gás natural apresenta um custo de transporte elevado, sendo necessário associar os fluxos físicos aos comerciais. Caso a tarifa de transporte do gás seja calculada pela metodologia ponto a ponto, ou seja, considerando a distância do ponto de entrada e ponto de retirada, cada contrato de molécula deverá estar associado à um contrato específico de transporte, o que representa uma barreira significativa para o desenvolvimento de um mercado spot de gás, já que implica em um alto custo de transação.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 18.01.2021)

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2 Artigo de Rodrigo Leão (Ineep) sobre os impactos no mercado de gás provocados pela Covid-19 nos EUA e China

Em artigo publicado pelo Broadcast Energia, Rodrigo Leão, coordenador-técnico do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), fala sobre os impactos da Covid-19 nos EUA e China afetando o mercado de gás. O pesquisador afirma que “a retomada da demanda, no caso chinês, dependerá do crescimento econômico e dos projetos governamentais, enquanto nos Estados Unidos terá forte relação com a dinâmica da indústria americana, na qual os preços são uma variável central. Em 2020, segundo estimativas da AIE, a demanda por gás natural deve fechar o ano com queda de 4%. As dúvidas quanto ao sucesso da vacina para combater o coronavírus impedem previsões muito claras para 2021 e os anos seguintes, tanto sobre o que vai acontecer com a demanda como em relação aos preços.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 18.01.2021)

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3 Artigo de Natália Seyko (Abrace) sobre a busca dos consumidores por melhores práticas regulatórias no novo mercado de gás

Em artigo publicado pela Agência Epbr, Natália Seyko, especialista em regulação de energia da Abrace, fala sobre as barreiras regulatórias encontradas pelos consumidores no mercado de gás a níveis estaduais. A autora afirma, “Na maior parte dos estados brasileiros, as regulações estaduais, que regem as atividades de distribuição de gás canalizado, guardam significativos desafios à migração de usuários ao ambiente livre de mercado de gás. E, diante dos diversos aspectos regulatórios divergentes e peculiares a cada ente federativo, a Abrace mapeou o nível de facilidade de migração para o mercado livre, levando em consideração as principais regulações estaduais presentes.”. Concluindo que, “cabe reforçar que diante o atual movimento de modernização do setor, é determinante que a atualização regulatória dos estados acompanhe o movimento para que, em momento próximo, o timing da modernização não seja perdido. Dessa forma, a atuação mais ativa das principais entidades regulatórias, não somente a nível estadual, mas também à nível federal, se faz necessária para uma atualização coordenada, seguindo as melhores práticas regulatórias.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 22.01.2021)

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4 Artigo de Antônio Souza (Consultor) sobre o mercado de óleo e gás no Brasil

Em artigo publicado pela Agência Epbr, Antônio Souza, consultor independente para os segmentos de up, mid e downstream, fala sobre o impacto nas restrições de investimentos em óleo e gás no mercado brasileiro. O autor afirma, “O greenfield nacional segue firme. Em um levantamento baseado em artigos publicados, dados dos websites de operadores e informações obtidas diretamente do meu network, chegamos ao infográfico abaixo, indicando 32 novos FPSOs até 2028”. As datas de primeiro óleo de certo podem variar, mas os projetos muito provavelmente irão acontecer.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 22.01.2021)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Fabiano Lacombe, Luiza Masseno e Marcello Matz
Pesquisadora: Cinthia Valverde
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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