IFE.UTE 26

Informativo Eletrônico – Usinas Termoelétricas nº 26 – publicado em 04 de novembro de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico de Geração Termelétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 26 – 04 de novembro de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Mercado
1
Usina Térmica de Uruguaiana deve voltar a operar
2 BNEF: Gás será o único combustível fóssil em expansão
3 Rio de Janeiro entra de forma definitiva no Mercado Livre de Gás Natural
4 Produção sergipana de gás pode chegar a 8% da nacional em 2029

Regulação
1 Petrobras é autorizada a importar gás da Bolívia
2 Aneel mantém multas a térmicas da Eneva
3 Aneel publica CVUs das UTEs Norte Fluminense e Termopernambuco
4 Despacho térmico deve ser mantido até configuração do período úmido
5 Agenersa faz novo ajuste em regras para mercado livre de gás
6 Agenersa muda definição de gasoduto dedicado
7 Agenersa suspende reajuste de gás natural no RJ
8 Firjan pede suspensão de aumento nas tarifas de gás natural no RJ

9 MME vai retirar restrições à inflexibilidade de térmicas, afirma Marisete Pereira

Empresas
1 Compass apresenta proposta pela Gaspetro
2 Petrobras tem prejuízo de R$ 1,54 bilhão no 3º trimestre
3 Petrobras e parceiros podem fazer IPO de empresa de gasodutos

4 Equinor indica pico da demanda por petróleo e gás em 2030

5 Raízen e RWE estudam uso de pellets de bagaço para geração de energia na Europa

6 Vivo inaugura térmica a biogás no Rio de Janeiro

Internacional
1 Preço do gás natural no mercado americano
2 Preço do gás natural no mercado asiático
3 Austrália lança estratégia de gás para revitalizar o setor elétrico
4 JERA planejando mudar a frota de energia de carvão para 100% de amônia

Eventos
1 Webinar ABDAN – Nuclear Trade and Technology Exchange 2020

Artigos e Estudos
1 Artigo GESEL: “Transição energética em sistemas isolados: o caso de Roraima”
2 Artigo de José Roberto Mendonça de Barros sobre o mercado de petróleo
3 Artigo de Jim McTaggart (Eneparc Americas) sobre manutenção de acoplamento de turbina a gás



 

 

Mercado

1 Usina Térmica de Uruguaiana deve voltar a operar

Fora de operação desde 2015, a termelétrica de Uruguaiana pode voltar a funcionar a partir de novembro. A empresa argentina Saesa fechou um acordo com a Urca Comercializadora e com argentina Mercurio Comercializadora, para viabilizar a geração de energia a partir da usina a gás natural. O objetivo é oferecer energia a preços competitivos no Sul do Brasil e, eventualmente, no Noroeste da Argentina. A usina de Uruguaiana possui capacidade instalada de 639,9 MW, o equivalente a aproximadamente 15% da demanda de energia do Rio Grande do Sul, e pode consumir cerca de 3 milhões de m³/dia quando funciona em sua capacidade máxima. A primeira carga, para reativação da usina, no entanto, deve ser de 1,2 milhão de m³/dia, com crescimento gradual do consumo. (Brasil Energia – 28.10.2020)

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2 BNEF: Gás será o único combustível fóssil em expansão

A queda na demanda energética com a pandemia removerá o equivalente a cerca de 2,5 anos de emissões derivadas da queima de combustíveis fósseis do setor de energia até 2050, informa a edição mais recente do New Energy Outlook 2020 (NEO 2020) da BloombergNEF (BNEF). O levantamento aponta que a eletricidade a carvão chegará ao pico na China em 2027 e na Índia em 2030, mas cairá para 12% da geração global em 2050. Em contraste, o gás é o único combustível fóssil que continuará em expansão ao longo de todo o período, aumentando 0,5% ao ano até 2050, crescendo 33% em edifícios e 23% na indústria onde há poucos substitutos econômicos de baixo carbono. Acesse o New Energy Outlook 2020 (NEO 2020) aqui. (Agência CanalEnergia – 29.10.2020)

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3 Rio de Janeiro entra de forma definitiva no Mercado Livre de Gás Natural

O Rio de Janeiro entrou oficialmente no Mercado Livre de Gás Natural, a partir de uma deliberação aprovada nesta quinta-feira pela Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado (Agenersa). “Com a decisão desta quinta-feira, a Agenersa contribui para a promoção da concorrência no setor e sua integração com os ramos elétrico e industrial, mediante a harmonização das regulações estadual e federal”, afirmou o presidente da agência, Tiago Mohamed, após aprovação por unanimidade em sessão virtual. De acordo com dados da Firjan, para cada milhão de metro cúbico/dia de gás produzido no Rio há um potencial de se gerar uma arrecadação anual adicional de mais de 60 milhões de reais em ICMS e 20 milhões de reais em royalties e participação especial para o Estado e municípios fluminenses. (Reuters – 29.10.2020)

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4 Produção sergipana de gás pode chegar a 8% da nacional em 2029

A participação do estado de Sergipe na produção nacional bruta de gás natural pode sair de 1,4% em 2019 para aproximadamente 8% em 2029, de acordo com estudo da Federação das Indústrias de Sergipe (Fies) publicado na quinta-feira (29/10). A projeção tem como base estimativas da EPE, que prevê produção nacional de 253 milhões de m³/dia de gás em 2029 e, a partir de 2025, extração de 20 milhões de m³/dia nos ativos da Petrobras em águas ultra profundas na Bacia Sergipe-Alagoas. O volume pode ser ainda maior, já que desconsidera os nove blocos operados pela ExxonMobil na região, em parceria com a Enauta e Murphy Oil. (Brasil Energia – 30.10.2020)

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Regulação

1 Petrobras é autorizada a importar gás da Bolívia

A Petrobras foi autorizada a importar gás natural da Bolívia, no total de até 10,08 milhões de m3/dia, em regime interruptível, para o atendimento do mercado termelétrico. O transporte deverá ser feito através do Gasoduto Bolívia – Brasil, e o local de entrega será na fronteira entre os países, no Estado de Mato Grosso do Sul, próximo à cidade de Corumbá. Além do volume estabelecido, a petroleira foi autorizada a importar volume adicional de até 1 milhão de m3/dia, referente ao Gás Natural de Uso do Sistema de Transporte (GUS). A autorização terá validade até 31 de dezembro de 2020. (Diário Oficial – 28.10.2020)

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2 Aneel mantém multas a térmicas da Eneva

A Aneel rejeitou pedido de efeito suspensivo da Parnaíba I Geração de Energia e manteve penalidades aplicadas pela CCEE por falta de combustível das UTEs Maranhão IV e Maranhão V. As multas somam R$ 12,7 milhões e referem-se ao período de novembro de 2015 a janeiro de 2016. A empresa do grupo Eneva alegou que o ONS, responsável por apurar as indisponibilidades das usinas, teria classificado de forma equivocada os eventos verificados nos empreendimentos nesse período. Na contestação apresentada à Aneel, a Parnaíba I solicitou o arquivamento dos termos de notificação emitidos pela CCEE. A geradora argumentou que não apenas a autarquia, mas a própria Agência Nacional do Petróleo, atestaram a existência de gás para a operação das UTEs, e que a indisponibilidade delas ocorreu por fatores externos à gestão do empreendedor. (Agência CanalEnergia – 27.10.2020)

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3 Aneel publica CVUs das UTEs Norte Fluminense e Termopernambuco

A Aneel aceitou o pedido da termelétrica Norte Fluminense e revisou o valor do CVU referentes aos meses de setembro e outubro. O ONS e a CCEE deverão aplicar os valores de setembro para os patamares 1, 2 e 3, nos montantes de R$ 84,46/MWh, R$ 95,52/MWh e R$ 183,45/MWh, e o patamar 4, em setembro, fixado em R$ 386,94/ MWh, a partir da primeira revisão do PMO. A Agência também atendeu à solicitação da Neoenergia para a UTE Termopernambuco, autorizando que o ONS e a CCEE utilizem o CVU de R$ 180,57/MWh a partir da primeira revisão do PMO após a publicação do despacho autorizativo. (Agência CanalEnergia – 27.10.2020)

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4 Despacho térmico deve ser mantido até configuração do período úmido

O despacho termelétrico fora da ordem de mérito deve ser mantido até que o período chuvoso esteja de fato configurado. O acionamento de térmicas para preservar os reservatórios das regiões Sul e Sudeste foi autorizado pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico desde o dia 17 de outubro e tem sido reavaliado semanalmente, mas não há, até o momento, sinalização de mudança, segundo o diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi. “Do ponto de vista de segurança, acho que a gente deve esperar realmente a estação chuvosa chegar. Ele chega e não é de imediato. Essa água tem que ser absorvida e gerar vazão”, disse Ciocchi em entrevista nesta quinta-feira, 29 de outubro, após participar de painel no Brazil Windpower. O executivo destacou, porém, que tudo depende de decisão do CMSE que tem reunião mensal marcada para a próxima semana. (Agência CanalEnergia – 29.10.2020)

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5 Agenersa faz novo ajuste em regras para mercado livre de gás

A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa) fez novo ajuste em alguns pontos do marco regulatório estadual que estabelece o mercado livre de gás natural no Rio de Janeiro. É a segunda mudança em pontos da regulação estadual desde que a agência reguladora estabeleceu o mercado livre de gás natural, em junho do ano passado. A primeira mudança ocorreu em fevereiro. Com as mudanças, será considerado consumidor livre de gás natural agente que adquirir o combustível de qualquer produtor, importador ou comercializador com capacidade diária contratada mínima de 10 mil m³/dia, condição essa comprovada diretamente à Agenersa. (Brasil Energia – 30.10.2020)

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6 Agenersa muda definição de gasoduto dedicado

A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa) redefiniu o conceito de gasoduto dedicado (construído por distribuidora ou agente livre para atender consumidor conectado a qualquer fornecedor ou transportador, autorizado pela ANP). De acordo com a nova regra, a conexão de terceiros a dutos construídos pela distribuidora será permitida, mas dá direito à cobrança da Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição Específica (TUSD-E). A construção do gasoduto dedicado depende de consulta à distribuidora, que deve dar parecer em até 120 dias, com prazos de início e término da obra, bem como estimativa de custos da construção. Divergências serão arbitradas pela Agenersa. Agentes livres devem firmar contratos de construção, operação e manutenção caso optem pela implantação do duto. (Brasil Energia – 30.10.2020)

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7 Agenersa suspende reajuste de gás natural no RJ

A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa) suspendeu o aumento das tarifas de gás natural no Rio de Janeiro, que seria aplicado pela Naturgy (CEG e CEG-Rio) a partir de 01º/10. Segundo a Agenersa, o conselho diretor da autarquia reconhece o direito de a Naturgy reajustar as tarifas, por causa do aumento trimestral do custo do insumo que é fornecido pela Petrobras. A suspensão durará até o fim do plano de contingência da pandemia de Covid-19. “O aumento de tarifas – ainda que em valores inferiores a março/2020 -, só traria ainda mais prejuízos e dificuldades à população, visivelmente hipossuficiente em comparação às empresas concessionárias de serviços públicos”, afirmou a autarquia. (Brasil Energia – 30.10.2020)

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8 Firjan pede suspensão de aumento nas tarifas de gás natural no RJ

A Firjan pediu à Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa) a suspensão temporária do reajuste de gás natural para os consumidores de gás canalizado no Rio de Janeiro. A Naturgy (antiga CEG/CEG Rio) anunciou reajuste do gás da ordem de 30%, a fim de repassar custos trimestrais previstos em contrato com a petroleira. Segundo a Firjan, o objetivo é ter tempo hábil para negociações sobre o percentual. Ela propõe a negociação conjunta com o governo estadual, Assembleia Legislativa do estado (Alerj) e agentes de mercado a fim de parcelar o reajuste do gás natural com a Petrobras. (Brasil Energia – 30.10.2020)

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9 MME vai retirar restrições à inflexibilidade de térmicas, afirma Marisete Pereira

A secretária-executiva do MME, Marisete Pereira, disse nesta quinta (29) que o governo deve retirar as restrições existentes sobre o nível de inflexibilidade de térmicas à gás em futuros leilões de energia. Atualmente, uma portaria impede que termelétricas que tenham acima de 50% de inflexibilidade possam participar das licitações. “Vamos criar instrumentos infralegais retirando as restrições quanto ao nível de inflexibilidade, de modo que elas possam participar sim dos leilões. Elas só precisam ser competitivas”, declarou durante sua participação no Brazil Windpower. A alteração divulgada faz parte do esforço da pasta em conseguir um acordo para votar a Lei do Gás no Senado Federal, sem alterações no texto final, o que implicaria em nova votação na Câmara dos Deputados. Com isso, a secretária espera que a matéria seja aprovada ainda neste ano. (Agência Epbr – 29.10.2020)

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Empresas

1 Compass apresenta proposta pela Gaspetro

A Compass, braço de gás e energia da Cosan, apresentou proposta para aquisição de 51% da Gaspetro, informou a empresa nesta segunda-feira (26/10). Os valores não foram informados. A abertura dos envelopes com as propostas vinculantes das empresas interessadas ocorreu hoje e pode encerrar um longo processo, marcado por planos frustrados de vender os 51% que a companhia detém na Gaspetro por meio de um IPO, e por sucessivos adiamentos. (Brasil Energia – 26.10.2020)

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2 Petrobras tem prejuízo de R$ 1,54 bilhão no 3º trimestre

A Petrobras terminou o terceiro trimestre do ano com prejuízo de R$ 1,54 bilhão, em contraponto ao lucro de R$ 9 bilhões que ela registrou no mesmo período do ano passado. A estatal, que divulgou seus resultados no último dia 28 de outubro, registrou receita de vendas de R$ 70,7 bilhões, recuando 8,2%. O Ebitda ajustado no trimestre teve ligeiro aumento de 2,6%, ficando em R$ 33,4 bilhões. No ano, o prejuízo da Petrobras chegou a R$ 52,7 bilhões. Em setembro de 2019, o lucro era de R$ 31,9 bilhões. Segundo a estatal, em um ano desafiador como 2020, ela conseguiu agir para garantir sua liquidez durante o primeiro semestre, considerado por ela o momento mais agudo da crise até agora. No terceiro trimestre, a companhia conseguiu acelerar a desalavancagem e a geração de caixa. (Agência CanalEnergia – 29.10.2020)

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3 Petrobras e parceiros podem fazer IPO de empresa de gasodutos

A Petrobras e parceiros que incluem a anglo-holandesa Shell poderão fazer uma oferta inicial de ações (IPO) de uma empresa criada para operar infraestruturas de escoamento e processamento de gás, disse nesta quinta-feira (29) o presidente da estatal brasileira, Roberto Castello Branco. A companhia anunciou no final de setembro a assinatura de contratos para compartilhamento de ativos de escoamento de gás do pré-sal com a Shell Brasil, Petrogal Brasil e Repsol Sinopec Brasil. Os acordos preveem interligação física e compartilhamento de capacidades das chamadas rotas 1, 2 e 3 de gasodutos para escoamento da produção do pré-sal, essa última a cargo da Petrobras e em fase de construção. (G1 – 29.10.2020)

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4 Equinor indica pico da demanda por petróleo e gás em 2030

A Equinor anunciou nesta segunda (2/11) a meta de se tornar uma empresa com emissões zero de carbono em 2050. O compromisso marca o primeiro dia da gestão de Anders Opedal, que assumiu o comando da empresa no lugar de Eldar Sætre, que se aposenta depois seis anos como CEO e 40 anos trabalhando na estatal norueguesa. A empresa está se preparando para o declínio gradual da demanda global por petróleo e gás a partir de 2030 e espera, com isso, produzir, no longo prazo, menos petróleo do que que produz atualmente. Mesmo assim, estima um crescimento de 3% por ano na produção até 2026 e entende que uma parcela cada vez maior de petróleo e gás será usada para produtos petroquímicos em 2050. (Agência Epbr – 02.11.2020)

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5 Raízen e RWE estudam uso de pellets de bagaço para geração de energia na Europa

A Raízen fechou uma parceria com a alemã RWE, uma das maiores geradoras de energia elétrica da Europa, para o desenvolvimento de projetos termoelétricos abastecidos com pellets de bagaço da cana-de-açúcar, que podem substituir o carvão na geração termoelétrica. Os testes deste novo produto estão sendo realizados em Geertruidenberg, na Holanda, na usina Amer da RWE. O objetivo é comprovar a viabilidade da utilização em larga escala dos pellets de bagaço em usinas a carvão convertidas para biomassa, afirmou a Raízen, nesta sexta (30). “Estamos focados em explorar o potencial da biomassa como matéria-prima sustentável através da criação de novos produtos e da adoção de novas tecnologias nos nossos negócios”, afirma Raphaella Gomes, diretora de Transição Energética e Investimentos Renováveis da Raízen. A empresa é uma sociedade entre a Cosan e a Raízen. (Agência Epbr – 30.10.2020)

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6 Vivo inaugura térmica a biogás no Rio de Janeiro

A Vivo inaugurou sua primeira usina de geração distribuída de energia a partir do biogás no estado do Rio de Janeiro. A planta, com capacidade de geração de mais de 11 mil MWh/ano, foi instalada em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos. A nova usina é parte do projeto da companhia de investir em geração distribuída. A iniciativa, divulgada em julho, prevê a instalação de mais de 70 usinas em 23 estados e no Distrito Federal. A aposta na geração de energia a partir de fontes renováveis envolve a geração solar, responsável pela produção de 61% da energia prevista no total pelo projeto, hídrica (30%) e de biogás (9%). Quando estiver concluído, o projeto de geração distribuída da Vivo produzirá cerca de 670 mil MWh/ano de energia. O volume de geração representa mais de 80% do consumo em baixa tensão da companhia , equivalendo à demanda de mais de 28 mil unidades da empresa. (Agência Epbr – 29.10.2020)

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Internacional

1 Preço do gás natural no mercado americano

O preço do gás natural fechou na sexta (30/10) em $3.354/MMBtu (Dólares por milhão de Btu) no mercado americano. Em comparação a semana anterior houve uma subida de $0.383 em comparação ao mesmo período no ano passado houve subida de $0.721. (EIA – 14.10.2020)

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2 Preço do gás natural no mercado asiático

Os preços spot asiáticos de GNL aumentaram quase 9% esta semana em relação à semana anterior, já que a demanda continuou a se recuperar nos principais países importadores da região antes do inverno. O preço médio do GNL para entrega em dezembro no Nordeste da Ásia LNG-AS foi estimado em cerca de US $ 7,50 por milhão de unidades térmicas britânicas (MMBtu), um aumento de 60 centavos em relação à semana anterior. Os preços spot do GNL da Ásia subiram mais de 40% desde o início do mês devido à demanda firme e problemas de produção. A petrolífera BP vendeu esta semana uma carga de GNL para entrega no nordeste da Ásia em dezembro para a Vitol por US $ 7,65 por MMBtu, mostraram dados da S&P Global Platts. (Reuters – 30.10.2020)

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3 Austrália lança estratégia de gás para revitalizar o setor elétrico

Em uma tentativa de estimular a atividade econômica e impedir uma desaceleração relacionada ao COVID-19, o governo da Austrália em setembro definiu uma estratégia para redefinir as prioridades da energia doméstica e do gás para conter os preços da energia e resolver a falta de investimento do setor privado na produção de energia. A estratégia de “Recuperação a gás”, revelada pelo primeiro-ministro Scott Morrison em 15 de setembro, é um movimento notável para a nação que continua seu reinado como maior exportador mundial de carvão, e que em julho deste ano também ultrapassou o Catar para se tornar o maior exportador mundial de GNL. Em casa, no entanto, o investimento do setor privado em energia despachável foi interrompido. (Power Magazine – 02.11.2020)

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4 JERA planejando mudar a frota de energia de carvão para 100% de amônia

A empresa japonesa JERA, uma joint venture entre a TEPCO e a Chubu Electric, emitiu em 13 de outubro um roteiro para atingir zero emissões de carbono até 2050. A mudança é notável para a empresa cujo negócio inclui um portfólio global considerável de GNL de cinco projetos upstream, 20 transportadores de frota, uma capacidade do tanque de GNL que é equivalente a 30% da capacidade do tanque do Japão e 11 terminais de GNL no Japão. Também possui 27 termelétricas no Japão, com capacidade total de 70 GW, e outros 30 projetos de energia, incluindo energias renováveis, em mais de 10 países, que somam cerca de 9 GW. Sob seu roteiro, a JERA planeja fechar toda a sua frota de geração de energia a carvão supercrítico de 2,2 GW no Japão até 2030 e, em seguida, aumentar gradualmente a proporção da combustão mista de combustíveis fósseis para amônia e hidrogênio em usinas ultrassupercríticas. (Power Magazine – 02.11.2020)

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Eventos

1 Webinar ABDAN – Nuclear Trade and Technology Exchange 2020

A Associação Brasileira de Desenvolvimento de Atividades Nucleares (ABDAN) promove nos dias 10 e 12 de novembro uma edição especial do Nuclear Trade and Technology Exchange 2020 – NT2E 2020. O evento contará com cursos WNU 2020 e dois painéis com debates sobre a indústria nuclear envolvendo diversos. Os temas abordados nas discussões serão: “Assuring Safety, Security and Safeguards” e “Descarbonized Economy”. Para se inscrever no webinar, clique aqui.

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Artigos e Estudos

1 Artigo GESEL: “Transição energética em sistemas isolados: o caso de Roraima”

Em artigo publicado pelo Broadcast da Agência Estado de São Paulo, os pesquisadores do GESEL-UFRJ Nivalde de Castro, Mauricio Moszkowicz e André Alves tratam do caso de Roraima e do leilão de 2019 que objetivou garantir a segurança e a confiabilidade energética e reduzir custos e níveis de poluição. Segundo os autores, “do ponto de vista da segurança e qualidade do suprimento de energia elétrica, o projeto do grupo Eneva [com inovações tecnológicas da UTE Jaguatirica II] trará impactos positivos, na medida em que aumentará a qualidade e a confiabilidade do fornecimento de energia elétrico”. Para ler o artigo na íntegra clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 30.10.2020)

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2 Artigo de José Roberto Mendonça de Barros sobre o mercado de petróleo

Em artigo publicado pela Jornal O Estado de São Paulo, José Roberto Mendonça de Barros, economista e sócio da MB Associados, fala sobre o fim da predominância do petróleo na matriz energética mundial. O autor afirma, “ a Shell e outras petroleiras já haviam projetado que o pico de consumo do petróleo se dará por volta de 2030 e não mais 2040, devido, essencialmente, aos esforços de enfrentar o aquecimento global, estimulando o progresso tecnológico que viabilize a passagem para uma nova matriz energética. A pandemia, que reduziu drasticamente o consumo de petróleo, e os avanços acentuados na digitalização e mudanças tecnológicas certamente irão acelerar o processo. “Para ler o artigo na íntegra clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 02.11.2020)

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3 Artigo de Jim McTaggart (Eneparc Americas) sobre manutenção de acoplamento de turbina a gás

Em artigo publicado pela Power Magazine, Jim McTaggart, presidente da Eneparc Americas, fala sobre melhorias e inovações que permitem a manutenção de turbinas a gás com mais eficiência. O autor afirma, “No passado, a manutenção de rotina no acoplamento da turbina a gás da General Electric (GE) classe 7FA era demorada, cara e apresentava riscos de segurança desnecessários para os técnicos de serviço e equipes de manutenção da planta. Agora, há uma alternativa que melhora o processo de desmontagem e remontagem durante a manutenção de interrupção planejada e quando reparos não planejados são necessários.” Para ler o artigo na íntegra clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 02.11.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Marcello Matz
Pesquisadora: Cinthia Valverde
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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