IFE.UTE 24

Informativo Eletrônico – Usinas Termoelétricas nº 24 – publicado em 22 de outubro de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico de Geração Termelétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 24 – 22 de outubro de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Mercado
1
Gás natural não chega a 92% dos municípios do País
2 Abraceel cobra indicação de relator para PL do Gás
3 UNICA: Geração a biomassa registra queda de 1% em setembro
4 Albuquerque destaca uso de gasoduto para transporte de biogás

Regulação
1 CADE aprova ingresso da Spic Brasil em complexo termelétrico
2 UTE liberada para testes em SP
3 MME extingue autorizações de cinco térmicas da Amazonas GT
4 Aneel decide extinguir UTE Igarapé
5 Tabita Loureiro é indicada para diretoria da ANP

Empresas
1 Norsk Hydro e Golar Power encerram conversas sobre gás para Alunorte
2 SCGás recorre a chamadas públicas para suprir alto consumo de gás
3 Paul Hanrahan é o novo presidente executivo da Golar Power

4 Golar Power fecha acordo com Gás do Pará

5 Eneva publica Relatório de Sustentabilidade nos padrões GRI/SASB

6 Planta de biogás da Raízen inaugurada em em SP

Internacional
1 Preço do gás natural no mercado americano
2 Preços asiáticos sobem devido ao clima mais frio esperado
3 Argentina atrasa pagamento de gás da Bolívia por dois meses
4 O Prelude da Shell não retomará o carregamento de GNL este ano

5 Japoneses vendem parte de projeto de importação de GNL australiano

Artigos e Estudos
1 Mauricio Medinaceli: “Abertura do mercado brasileiro pode ameaçar indústria boliviana de gás”
2 Dissertação de mestrado sobre o GNL no Pré-Sal da Bacia de Santos
3 Artigo sobre os impactos da pandemia no consumo elétrico italiano



 

 

Mercado

1 Gás natural não chega a 92% dos municípios do País

Se a falta de saneamento no Brasil é lamentável, o acesso ao gás encanado não fica para trás. Levantamento da Abegás mostra que 92% dos municípios do País não possuem gás natural encanado. Há, inclusive, capitais conhecidíssimas onde o gás natural ainda não chegou como Brasília, Goiânia, Belém e São Luís. (O Estado de São Paulo – 14.10.2020)

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2 Abraceel cobra indicação de relator para PL do Gás

A Associação Brasileira dos Agentes Comercializadores de Energia (Abraceel) cobrou a nomeação de um relator para o projeto de lei que estabelece o Novo Mercado de Gás, aprovado mês passado na Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado Federal. O agora PLS 4.476/2020 (antigo 6.407/2013) já conta com uma emenda naquela casa. Para a Abraceel, a expectativa era de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, nomeasse um relator para o tema, que demandou sete anos de discussões, mas a Casa encontra-se em um impasse devido a votação do Orçamento para 2021. “Essa demora atrapalha todo o esforço pelo setor e parlamentares para que uma pauta tão importante como esta continue fluindo”, afirmou o presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros. (Brasil Energia – 13.10.2020)

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3 UNICA: Geração a biomassa registra queda de 1% em setembro

A oferta de bioeletricidade para o sistema interligado nacional somou 3.124 GWh em setembro, montante 1% menor na comparação com o mesmo período de 2019. “Embora represente uma queda de 1% em relação a setembro de 2019, essa geração renovável foi mais de 8 vezes superior à geração pelo carvão mineral no último mês e 1,5 vez superior à geração total pelas térmicas a gás no país em setembro de 2020”, destacou a Unica em boletim divulgado nesta sexta-feira, 16 de outubro. (Agência CanalEnergia – 16.10.2020)

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4 Albuquerque destaca uso de gasoduto para transporte de biogás

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, lembrou durante inauguração de uma usina de geração de energia da Raízen em São Paulo que o biometano produzido a partir do biogás poderá ser injetado na rede de gasodutos para ser consumido como substituto do gás natural. “Temos aí uma aprovação em breve do novo marco do gás, e eu não tenho dúvida nenhuma de que essa nova indústria também vai se associar a isso, que vai ser importantíssimo para a reindustrialização do país.” Estudos mostram que o potencial de produção de biogás no Brasil somente a partir da vinhaça (subproduto do processamento da cana) pode atingir até 45 milhões m³/dia em 2030, o equivalente a mais de duas vezes o volume médio de gás natural importado da Bolívia em 2019, disse Albuquerque. (Agência CanalEnergia – 16.10.2020)

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Regulação

1 CADE aprova ingresso da Spic Brasil em complexo termelétrico

O CADE aprovou, segundo despacho publicado no DOU em 13 de outubro, o ingresso da Spic Brasil como sócia de duas termelétricas a gás natural em construção no Porto do Açu (RJ). A operação está sujeita à comunicação às agências Aneel e ANP e à aprovação antitruste na China. Conforme anunciado em agosto, a Spic Brasil, braço da matriz chinesa, comprou 33% de participação nas usinas GNA I e II, sem valor revelado. O negócio foi possível graças a um acordo firmado com as donas do projeto: Prumo, BP e a Siemens. A Spic também firmou um contrato para participação nos futuros projetos de expansão GNA III e GNA IV, que preveem a utilização combinada do GNL e de gás doméstico das vastas reservas de pré-sal do Brasil. (Agência CanalEnergia – 13.10.2020)

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2 UTE liberada para testes em SP

A Aneel deliberou nessa terça-feira, 13 de outubro, a operação em testes para a empresa Branco Peres Agro S.A, com vistas a testagem de uma unidade geradora de 15 MW de capacidade instalada da UTE Branco Peres, localizada em Adamantina (SP). (Agência CanalEnergia – 13.10.2020)

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3 MME extingue autorizações de cinco térmicas da Amazonas GT

O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, declarou em 16 de outubro a extinção das autorizações de cinco usinas termelétricas outorgadas à Amazonas Geração e Transmissão e somando 828,2 MW de capacidade instalada no estado do Amazonas. Segundo a Portaria nº 370, a decisão vale para as UTEs Mauá (552,5 MW), Electron (121,1 MW), Flores (95,4 MW), São José (41,6 MW) e Cidade Nova (17,6 MW), não implicando em ônus financeiro ao governo ou à Aneel, que deverá adotar as providências necessárias para o cumprimento das obrigações remanescentes das outorgas. (Agência CanalEnergia – 16.10.2020)

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4 Aneel decide extinguir UTE Igarapé

A Aneel decidiu recomendar ao MME a extinção da concessão da UTE Igarapé, outorgada à Cemig Geração e Transmissão, com localização no município de Juatuba, estado de Minas Gerais. (Diário Oficial – 19.10.2020)

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5 Tabita Loureiro é indicada para diretoria da ANP

A especialista em regulação Tabita Loureiro foi indicada nesta segunda (19) para a próxima vaga que será aberta na diretoria da ANP. A escolha já foi publicada em edição extra do DOU, pela Presidência da República. Tabita Loureiro foi indicada para a vaga de Felipe Kury, diretor com mandato até 21 de dezembro de 2020. Nomeado no governo de Michel Temer, Kury não poderia ser reconduzido, de acordo com a previsão da nova Lei Geral das Agências Reguladoras. Engenheira de produção formada pela UFF, Tabita Loureiro foi superintendente adjunta de Desenvolvimento e Produção da agência por quatro anos e chegou a assumir a área no fim de 2016. (Agência Epbr – 19.10.2020)

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Empresas

1 Norsk Hydro e Golar Power encerram conversas sobre gás para Alunorte

A Norsk Hydro no Brasil e a Golar Power encerraram mutuamente as tratativas para fornecimento de GNL para a Alunorte, refinaria de alumina da Hydro no Pará, informaram as duas empresas em comunicados divulgados em 12/10. A Golar havia vencido no ano passado o leilão de energia nova A-6 e instalará uma termelétrica em Barcarena, em fase de construção. A usina possui 605 MW de capacidade instalada e possui as licenças ambientais, com perspectiva de iniciar operação comercial em 2025. Como o volume de gás que será regaseificado pelo terminal será superior ao demandado pela térmica, a Golar vinha buscando negociar o excedente com as indústrias localizadas na região. Foi esse acordo com a Norsk Hydro que teve as negociações suspensas mutuamente. (Brasil Energia – 13.10.2020)

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2 SCGás recorre a chamadas públicas para suprir alto consumo de gás

A SCGás deve promover uma chamada pública para contratar volume adicional de gás natural de 150 a 300 mil m³/dia, com fornecimento a partir do segundo semestre de 2021. A nova chamada será realizada de forma independente, sem vinculação com a segunda chamada conjunta das distribuidoras do Centro-Sul, prevista para janeiro do ano que vem. A contratação do volume adicional visa atender ao crescimento de demanda no mercado catarinense. Segundo a SC Gás, o volume distribuído em setembro atingiu a marca histórica de 2,13 milhões de m³/dia, batendo o recorde histórico de outubro de 2018. Só no segmento industrial, o crescimento foi de 11,06% em relação a setembro de 2019. Com isso, o volume de 2 milhões de m³/dia contratado com a Petrobras em março deste ano vem se tornando insuficiente. (Brasil Energia – 13.10.2020)

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3 Paul Hanrahan é o novo presidente executivo da Golar Power

A Golar Power anunciou o nome de Paul Hanrahan como substituto de Eduardo Antonello, que, segundo a empresa, renunciou ao cargo de presidente executivo da empresa, após envolvimento do nome dele em investigações pela Operação Lava-Jato, quando era atuava em outra companhia, do setor petrolífero. Hanrahan possui MBA em Administração de Empresas pela Harvard Business School e bacharelado em Engenharia Mecânica pela Academia Naval dos Estados Unidos. (Brasil Energia – 13.10.2020)

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4 Golar Power fecha acordo com Gás do Pará

A Golar Power firmou com a Companhia de Gás do Pará um memorando de entendimentos para utilizar o terminal de Barcarena, anunciou em comunicado feito em 14/10. O documento estabelece que as empresas vão explorar em conjunto o mercado potencial e que a empresa (recentemente rebatizada como Hygo) vai fornecer GNL para a distribuidora paraense. O acordo foi firmado dois dias depois da Norsk Hydro suspender, em decisão mútua com a Golar Power, tratativas para fornecimento de gás para a Alunorte, resultante dos excedentes de GNL para atendimento à térmica de Barcarena, de 605 MW, em construção. (Brasil Energia – 15.10.2020)

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5 Eneva publica Relatório de Sustentabilidade nos padrões GRI/SASB

As crescentes preocupações das empresas com questões sociais, ambientais e de governança, conhecidas pela sigla em inglês ESG, também orbitam no setor de energia elétrica, um dos principais segmentos da economia do Brasil, especialmente com o fato de que a matriz energética nacional é majoritariamente renovável. A Eneva está atenta a essa tendência e um passo importante para foi dado em setembro com o lançamento do Relatório de Sustentabilidade da empresa nos padrões GRI/SASB. Dona de um parque gerador com 2,2 GW de capacidade instalada e operadora de 10 campos de gás natural em bacias localizadas no Maranhão e Amazonas, a companhia passou por uma profunda reestruturação nos últimos anos, ao longo da qual, a administração optou por intensificar a gestão de riscos, incorporando critérios ESG nos processos de decisão de investimentos. A nova estratégia concentra os esforços da companhia em projetos de geração a gás natural, o combustível da transição energética para uma economia focada na redução de emissões de gases de efeito estufa. (Agência CanalEnergia – 15.10.2020)

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6 Planta de biogás da Raízen inaugurada em em SP

Uma planta de biogás à base de subprodutos da cana-de-açúcar em Guariba (SP) é capaz de produzir energia elétrica para abastecer, durante um ano, uma cidade de 150 mil habitantes. A usina estima produção de 138 mil megawatt-hora (MWh) já a partir da safra 2021/22, com início previsto para abril. O projeto, inaugurado na última sexta-feira (16), foi chamado de ‘pré-sal caipira’ pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que esteve na cerimônia junto com o presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades. Segundo a Raízen, empresa responsável pela planta, desse total de energia gerada, 96 mil MWh serão vendidos dentro de um contrato negociado em leilão, firmado em 2016, dois anos antes do início da construção do projeto. O restante pode ser negociado em mercado livre ou em outros contratos. (G1 – 16.10.2020)

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Internacional

1 Preço do gás natural no mercado americano

O preço do gás natural fechou na segunda (19/10) em $2.795/MMBtu (Dólares por milhão de Btu) no mercado americano. Em comparação a semana anterior houve uma queda de $0.086 em comparação ao mesmo período no ano passado houve subida de $0.475. (EIA – 14.10.2020)

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2 Preços asiáticos sobem devido ao clima mais frio esperado

Os preços spot asiáticos para o GNL atingiram seu nível mais alto em mais de 11 meses nesta semana, sustentados pelas expectativas de que um inverno frio antecipado aumentará a demanda pelo combustível usado no aquecimento. O preço médio do GNL para entrega em dezembro no nordeste da Ásia LNG-AS foi estimado em US $ 5,80 por mmBtu, um aumento de 10 centavos em relação à semana anterior. O preço para entrega em novembro estava em torno de US $ 5,70 por mmBtu, alta de 20 centavos em relação à semana passada, disseram fontes comerciais. (Reuters – 16.10.2020)

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3 Argentina atrasa pagamento de gás da Bolívia por dois meses

Às vésperas da eleição presidencial na Bolívia, o país sofre com atrasos no pagamento do contrato de fornecimento de gás natural firmado com a Argentina. Já são dois meses sem receber pelo suprimento. O atraso cria expectativas em relação à renegociação do acordo entre os dois países, prevista para dezembro. E, também, quanto à possibilidade de que parte do gás boliviano hoje comercializado na Argentina seja disponibilizado para aumentar a oferta para o mercado brasileiro, a partir do ano que vem. O acordo entre Bolívia e Argentina já foi de 27 milhões de m³/dia, mas foi reduzido e ganhou um fator de sazonalidade, durante o governo de Maurício Macri na Casa Rosada. Hoje, os volumes variam de 11 milhões de m³/dia, no verão, a 18 milhões de m³/dia, no inverno. Mas, com a suspensão dos pagamentos e as dificuldades fiscais do governo argentino, o cenário de negociação é nebuloso. (Brasil Energia – 14.10.2020)

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4 O Prelude da Shell não retomará o carregamento de GNL este ano

A Royal Dutch Shell RDSa.L disse na quinta-feira que seu projeto de GNL flutuante , Prelude na Australia, fora de operação desde o início de fevereiro, está trabalhando no reinício das operações, mas não retomará a produção total este ano. A problemática plataforma Prelude foi desligada após uma pane elétrica e a Shell enfrentou uma série de problemas nos últimos meses ao tentar reiniciar a produção total e agora não espera enviar qualquer GNL antes do próximo ano. (Reuters – 14.10.2020)

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5 Japoneses vendem parte de projeto de importação de GNL australiano

O bilionário australiano Andrew Forrest assumiu o controle total de um terminal de importação de gás de A $ 250 milhões em Nova Gales do Sul, comprando as participações detidas pela japonesa JERA e Marubeni Corp 8002.T em um esforço para acelerar o projeto. A Squadron Energy, propriedade privada do magnata da mineração Forrest, disse na terça-feira que adquiriu 30,1% da Australian Industrial Energy (AIE) da casa comercial Marubeni e 19,9% da JERA por um preço não revelado. Com o acordo, a Squadron assume o controle total do projeto do Terminal de Gás de Port Kembla que a AIE está desenvolvendo. (Reuters – 19.10.2020)

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Artigos e Estudos

1 Mauricio Medinaceli: “Abertura do mercado brasileiro pode ameaçar indústria boliviana de gás”

Em entrevista publicada pela Agência Epbr, Mauricio Medinaceli, ex-ministro de Hidrocarbonetos da Bolívia, fala sobre o cenário para investimentos de gás na Bolívia atualmente e como pode ser afetado pela abertura do mercado de gás brasileiro. O ex-ministro afirma, “A abertura do mercado de gás no Brasil pode ser vista como uma ameaça à Bolívia, se Bolívia não fizer nada e deixar que ganhem este mercado o gás da Ásia, o gás da África, por meio do GNL, e inclusive do próprio pré-sal. Por outro lado, pode ser uma grande oportunidade se Bolívia fizer sua tarefa, descobrindo novas reservas de gás, adaptando-se às novas condições do mercado, explorando a possibilidade de investir no Brasil, por meio da YPFB. Se houvesse uma relação de negócios conveniente para ambas as partes, as coisas funcionariam.” Para ler a entrevista na íntegra clique aqui. (Agência Epbr – 17.10.2020)

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2 Dissertação de mestrado sobre o GNL no Pré-Sal da Bacia de Santos

Em dissertação publicada pela Unicamp, Gustavo Silva, Mestre em Planejamento de Sistemas Energéticos, fala sobre a viabilidade econômica da liquefação do gás produzido na Bacia de Santos em um terminal de Santa Catarina, onde demonstra que é mais barato produzir o GNL nesse terminal do que importar do mercado americano, gerando uma economia de cerca de US$ 23,93 milhões. O autor afirma, “Para um projeto de liquefação no Pré-Sal apresentar viabilidade, seria necessário o aumento dos preços internacionais de GNL, o qual seria alcançado através de um reequilíbrio entre os níveis globais de oferta e demanda. Outra possibilidade observada ocorreria a partir do desenvolvimento tecnológico das operações de processamento de gás natural, diminuindo os custos de tratamento de CO2 e, consequentemente, os custos finais para processos de liquefação offshore”. Para ler o artigo na íntegra clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 20.10.2020)

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3 Artigo sobre os impactos da pandemia no consumo elétrico italiano

Em artigo publicado pela Revista Energies, Emilio Ghiani, Marco Galici, Mario Mureddu e Fabrizio Pilo da Universidade de Cagliari, falam sobre os impactos das restrições que a pandemia gerou sobre a geração elétrica, pelo ponto de vista do mercado e do consumo, colocando em evidencia a geração termelétrica, fonte majoritária na matriz elétrica italiana. Os pesquisadores afirmam, “O estudo mostra que a pandemia causou uma redução do consumo de até 37% em relação ao mesmo período do ano anterior. A redução observada no consumo de eletricidade teve efeito imediato no mercado de eletricidade. A redução no consumo excluiu parte da geração termelétrica, que é automaticamente retirada do mercado devido ao custo de produção em comparação com a geração renovável. Como consequência, os preços de energia no atacado caíram cerca de 30% nas últimas semanas de março e na primeira semana de abril, podendo em alguns casos atingir o valor de 0 € / MWh. Esta circunstância teve consequências imediatas também na redução das emissões de CO2.” Para ler o artigo na íntegra clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 20.10.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Marcello Matz
Pesquisadora: Cinthia Valverde
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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