IFE.TEX 20

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 20 – publicado em 14 de outubro de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico de Tecnologias Exponenciais – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 20 – 14 de outubro de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética
1
Governo avança no estudo do potencial do hidrogênio no país
2 BNEF: setembro tem recorde de emissão de títulos verdes
3 Presidente da Enel SP diz que PEE da Aneel não foi muito eficiente
4 Siemens Energy e Siemens Mobility: desenvolvimento de sistemas de hidrogênio para trens
5 Para BlackRock, vitória de Biden pode acelerar descarbonização da economia dos EUA
6 Enel Green Power projeta planta-piloto de hidrogênio verde no Chile
7 FMI recomenda investimento verde para estimular recuperação global
8 Aposta da Europa em hidrogênio verde abre janela ao Brasil

Geração Distribuída
1 Primeira cooperativa de energia solar em favelas no Brasil abre financiamento coletivo
2 Primeira usina de GD solar da Copel em fase final
3 STI Norland instala rastreadores em usina solar no Pará
4 Governo de SP abre chamada para solar flutuante
5 Siemens e Macquarie formam empresa de energia distribuída

Armazenamento de Eletricidade
1 Capacidade global de armazenamento pode crescer 31% ao ano até 2030
2 Abaque questiona eficácia do uso de recursos P&D na tarifa

Mobilidade Elétrica
1 Jervois vai adquirir refinaria de níquel e cobalto no Brasil para fornecer material para VEs
2 Volvo: meta de instalar 700 eletropostos no Brasil até o fim deste ano
3 Parceria Toyota-Panasonic para fabricar baterias de íon de lítio
4 Lítio da Califórnia pode ancorar a cadeia de abastecimento de baterias de VEs dos EUA

5 Leclanché fornecerá sistema de armazenamento de bateria para duas balsas híbridas
6 PL estabelece política de incentivo a elétricos
7 VEs no Brasil têm aumento de mais de R$ 50 mil

Medidas de Gestão e Resposta da Demanda
1 Siemens se associa à empresa de “energia como serviço”
2 Startup Tibber oferece serviços de gestão da demanda

Digitalização do Setor Elétrico
1 Siemens Energy agrega serviço de detecção e monitoramento cibernético
2 Virada Sustentável discute cidades inteligentes

Eventos
1 ANEEL participa de Congresso de Eficiência Energética da Abesco
2 GESEL disponibiliza vídeo do Webinar “Perspectivas Empresariais de Mobilidade Elétrica no Brasil”

Artigos e Estudos
1 Artigo de Cláudio Sales e Eduardo Monteiro (Instituto Acende Brasil) sobre o papel da MP 998 na modernização do setor elétrico
2 Artigo KPMG sobre inclusão de fatores ESG em empresas de energia e recursos naturais
3 Artigo de Faith Birol e Alfonso Blanco: “O setor de energia e a recuperação sustentável na América Latina”
4 EPE: Informe Técnico sobre ônibus elétricos no Rio de Janeiro

5 IEA: World Energy Outlook 2020
6 Artigo de Michael Liebreich, da BloombergNEF: Analisando criticamente o Hidrogênio – Parte Um: O lado da oferta


 

 

Transição Energética

1 Governo avança no estudo do potencial do hidrogênio no país

O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse hoje (5) que o Brasil está avançando no estudo do potencial da regulamentação e dos mercados de hidrogênio. A declaração foi dada durante sua participação no Congresso Brasil-Alemanha de Hidrogênio Verde, organizado pela Câmara de Comércio Brasil-Alemanha. Albuquerque declarou que o país tem o potencial de gerar hidrogênio verde de forma competitiva e eficaz, tanto para consumo doméstico quanto para exportação. “No marco da parceria energética Brasil-Alemanha, estamos realizando um mapeamento para o hidrogênio verde no Brasil e um levantamento do mercado potencial”, destacou o ministro. (Petronotícias – 05.10.2020)

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2 BNEF: setembro tem recorde de emissão de títulos verdes

Os títulos verdes já ultrapassaram a marca de US$ 1 trilhão emitido desde que surgiram em 2007. De acordo com a empresa de pesquisas BloombergNEF (BNEF), que fez esse levantamento, mais de US$ 200 bilhões foram emitidos somente esse ano, até o final de setembro. Entre os projetos que captaram esses recursos estão desde parques eólicos à gestão de águas residuais. Esse volume de recursos representa um aumento de 12% em comparação com os primeiros nove meses de 2019. Juntos, as emissões de títulos verdes corporativos, governamentais, municipais e hipotecários em 2020 ficaram atrás dos volumes de 2019 até agosto. Tudo isso mudou em setembro, quando os títulos verdes tiveram mais de US$ 50 bilhões apenas naquele mês. No consolidado do ano passado, a emissão global desses títulos somou mais de US$ 270 bilhões no ano passado. Em função da pandemia, a emissão de títulos verdes ficou em um patamar menor do que o reportado em 2019. (Agência CanalEnergia – 05.10.2020)

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3 Presidente da Enel SP diz que PEE da Aneel não foi muito eficiente

Para o presidente da Enel Distribuição São Paulo, Max Xavier Lins, o Programa de Eficiência Energética (PEE) da Aneel, não foi tão eficiente na aplicação dos recursos, provenientes de 0,5% da receita operacional das distribuidoras de energia, mesmo depois de 20 anos de implantação, desde a promulgação da Lei 9991/2000. Em sua avaliação, feita ontem (5/10) durante o primeiro dia da versão digital do 17º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (Cobee), dado o levantamento da Aneel de que R$ 5,9 bilhões foram aplicados no período de 20 anos para uma redução de demanda de 2.800 MW, isso significa que foram investidos R$ 2,1 milhões por MW evitado na capacidade. Para Vieira, o cenário criou uma dependência muito grande do PEE das empresas de serviços de conservação de energia, as escos. “Com poucas exceções, a maioria das escos vive em função do programa e há um potencial muito grande, em todos os setores, de redução de consumo, que pode ser vendido sem precisar de recurso custeado pelas tarifas”, disse. (Brasil Energia – 07.10.2020)

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4 Siemens Energy e Siemens Mobility: desenvolvimento de sistemas de hidrogênio para trens

A Siemens Energy e a Siemens Mobility assinaram um Memorando de Entendimento para desenvolver e oferecer sistemas de hidrogênio para trens e oferecê-las aos clientes para promover a economia do hidrogênio na Alemanha e na Europa e apoiar a descarbonização no setor de mobilidade. Nos próximos vinte anos, milhares de trens de múltiplas unidades serão substituídos sucessivamente por alternativas mais ecológicas na Europa. Os trens movidos a diesel ainda estão em serviço hoje em rotas ferroviárias não eletrificadas. Na Alemanha, por exemplo, essas rotas representam cerca de 50% de toda a malha ferroviária do país. (Green Car Conress – 07.10.2020)

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5 Para BlackRock, vitória de Biden pode acelerar descarbonização da economia dos EUA

Após a vantagem do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, ter ficado maior nas pesquisas de intenção de voto, instituições financeiras começam a avaliar o que uma mudança de comando na Casa Branca poderia significar para a economia e para os ativos financeiros do país. Para a BlackRock, as implicações devem ser mais sentidas em três frentes: energia, tecnologia e saúde. Com relação a matrizes energéticas, a gestora acredita que uma possível “Blue Wave” (“onda azul”), cenário que consistiria no controle democrata da Câmara dos Deputados e do Senado, sob a presidência de Biden, poderia acelerar uma transição sustentável, que já vem ocorrendo nos últimos anos. (Valor Econômico – 06.10.2020)

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6 Enel Green Power projeta planta-piloto de hidrogênio verde no Chile

A Enel Green Power Chile planeja participar com a empresa de energia chilena AME e possíveis parceiros ENAP, Siemens Energy e Porsche, na instalação de uma planta-piloto para a produção de hidrogênio verde por meio de eletrolisador movido a energia eólica em Cabo Negro, ao norte de Punta Arenas, na Região de Magallanes. O projeto está sujeito à aprovação das autoridades locais e finalização da estrutura de financiamento. A expectativa é que a instalação entre em operação em 2022, tornando-se a primeira planta do gênero a produzir hidrogênio verde no Chile, bem como uma das maiores da América Latina. Um projeto como este pode permitir analisar as melhores soluções tecnológicas para produzir hidrogênio de maneira eficiente, aproveitando a riqueza de recursos e a infraestrutura robusta da Região de Magallanes. (Agência CanalEnergia – 07.10.2020)

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7 FMI recomenda investimento verde para estimular recuperação global

Políticas para mudar a forma como produzimos e usamos a energia são essenciais para evitar o pior cenário da mudança climática e ainda contribuiriam para a recuperação da economia global da recessão provocada pela pandemia de covid-19, segundo o FMI. Uma estratégia para mitigar o aquecimento global poderia, nos primeiros 15 anos de recuperação, acrescentar, em média, 0,7 % ao PIB global, estima o FMI no capítulo 3 do relatório Panorama Econômico Mundial (WEO, na sigla em inglês), divulgado ontem. Os investimentos verdes gerariam mais 12 milhões de empregos mundialmente. Ao mesmo tempo, o FMI alertou que a transição para uma economia de baixa emissão de carbono também implica em custos. Entre 2037 e 2050, a instituição calcula que as políticas de mitigação possam reduzir, em média, o PIB global em 0,7% ao ano. (Valor Econômico – 08.10.2020)

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8 Aposta da Europa em hidrogênio verde abre janela ao Brasil

O hidrogênio verde, desenvolvido a partir de fontes renováveis, foi escolhido pela Alemanha e pela União Europeia como meio para alcançar neutralidade na emissão de carbono até 2050 e fazer a transição para uma economia limpa. Como o bloco não tem condições de produzi-lo na quantidade necessária, está em formação um mercado internacional de hidrogênio no qual países com áreas disponíveis, sol e vento, como o Brasil, podem se tornar exportadores. O impulso para a adoção do hidrogênio verde é recente. Em junho, a Alemanha anunciou sua estratégia nacional, com um pacote de 9 bilhões de euros para desenvolver a sua produção, armazenamento e transporte, dos quais 2 bilhões de euros serão destinados a parcerias com outros países. Em julho, a Comissão Europeia também apresentou sua estratégia de hidrogênio, segundo a qual até 2030 o insumo deve ser parte “intrínseca” do sistema energético do bloco. O estado atual da tecnologia e oportunidades para o Brasil foram discutidos nas últimas segunda e terça-feira (05 e 06/10), no 1º Congresso Brasil-Alemanha de Hidrogênio Verde. Ele foi organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha e pela agência alemã de cooperação internacional GIZ, com representantes de companhias, da academia e da Empresa de Pesquisa Energética, estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia. (Deutsche Welle – 09.10.2020)


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Geração Distribuída

1 Primeira cooperativa de energia solar em favelas no Brasil abre financiamento coletivo

A Revolusolar, ONG que trabalha pelo desenvolvimento sustentável de comunidades através da energia solar, lançou uma campanha de financiamento coletivo para construir a 1ª cooperativa de energia solar em favelas do Brasil. Atualmente atuam na Babilônia e Chapéu Mangueira, no Rio, e contam com 3 usinas solares no local, tendo já capacitado 31 moradores como eletricistas. Serão instaladas 58 placas solares para atender cerca de 30 famílias das duas comunidades. Ao apoiar o projeto, os doadores poderão escolher entre algumas recompensas disponíveis. Para contribuir, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 06.10.2020)

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2 Primeira usina de GD solar da Copel em fase final

A primeira usina solar da Copel, que está sendo construída no município de Bandeirantes, no Norte do Paraná, está recebendo a parte final das estruturas e módulos fotovoltaicos. A linha de distribuição que vai conectar os parques geradores à rede da Copel também já está sendo instalada. O sistema vai ter potência instalada total de 5,36 MWp e a primeira fase deve entrar em operação ainda em 2020. O projeto está sendo implantado em parceria com a Sistechne Participações. “Estamos satisfeitos com o andamento do projeto e temos orgulho de implementar esse novo produto, que agora está à disposição de clientes comerciais e industriais que desejem economizar energia”, disse o superintendente da Diretoria de Desenvolvimento de Negócios da Copel, Ricardo Rothstein. (Brasil Energia – 05.10.2020)

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3 STI Norland instala rastreadores em usina solar no Pará

A STI Norland Brasil, fabricante de rastreadores solares e estruturas fixas, anunciou o início dos trabalhos na usina fotovoltaica de Marabá, no Pará, de 6,03 MW. O projeto é da Athon Energia, que investiu cerca de R$ 22,8 milhões na construção da usina. A planta de geração distribuída será capaz de gerar mais de 11 mil MWh por ano, evitando a emissão de mais de 825 toneladas de CO2. Nesse projeto, além de fornecer os trackers, a STI Norland Brasil está fazendo a montagem dos equipamentos. Os produtos utilizados são do modelo STI-H250, que é o tracker do tipo bilinha, uma nova tecnologia desenvolvida pela companhia, segundo a qual os rastreadores são autoalimentados por um único painel, responsável por carregar a bateria com capacidade de movimentar 120 módulos. (Brasil Energia – 07.10.2020)

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4 Governo de SP abre chamada para solar flutuante

O governo de São Paulo, por meio da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), abriu na terça-feira (6/10) uma chamada pública para selecionar empresas interessadas em instalar empreendimentos de geração solar fotovoltaica flutuante na represa Billings – que é o reservatório da hidrelétrica Henry Borden, de 469 MW de capacidade instalada e localizada na Serra do Mar. As propostas devem ter como escopo usinas com potência que variam entre 1 MWp e 30 MWp em quatro locais pré-estabelecidos na Billings. Após análise dos documentos entregues, a Emae selecionará as melhores propostas, com possibilidade de implantação pelas empresas habilitadas. Os procedimentos para participação na chamada poderão ser obtidos no endereço. A inscrição deverá ser realizada até 9 de dezembro. (Brasil Energia – 08.10.2020)

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5 Siemens e Macquarie formam empresa de energia distribuída

Macquarie Capital e Siemens formaram uma joint venture para financiar e construir projetos de energia distribuída, juntando-se a um cenário cada vez mais competitivo no crescente mercado de energias renováveis corporativas, segundo anúncio das duas empresas desta semana. A parceria, chamada Calibrant Energy, vai focar inicialmente seu modelo de energia como serviço nos Estados Unidos, onde os clientes comerciais e industriais (C&I) se tornaram grandes compradores de energias renováveis à medida que buscam atingir as metas de descarbonização. A Calibrant oferecerá uma gama de soluções de energia, incluindo solar, armazenamento e microrredes. A Siemens vai construir os projetos e cuidar da operação e manutenção, embora o empreendimento possa trabalhar com parceiros de desenvolvimento também, dependendo do projeto. (Greentech Media – 06.10.2020)

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Armazenamento de Eletricidade

1 Capacidade global de armazenamento pode crescer 31% ao ano até 2030

A capacidade global de armazenamento de energia pode crescer a uma taxa anual de 31%, alcançando 741 GWh de capacidade cumulativa até 2030, de acordo com relatório da consultoria Wood Mackenzie. A modalidade front-of-the-meter continuará a dominar as implantações anuais e será responsável por até 70% das adições de capacidade total anual até o final da década. A Wood Mackenzie observou uma redução de 17% nas implantações neste ano, 2 GWh a menos do que a perspectiva pré-coronavírus. A expectativa é de crescimento oscilante no início da década de 2020, mas de provável expansão acelerada no final da década, para permitir o aumento da penetração de renováveis variáveis e a transição do mercado elétrico. As decisões de investimento provavelmente serão adiadas em alguns casos, mas a trajetória geral da transição do mercado elétrico e a necessidade de armazenamento de energia para permitir isso não mudou, avalia. (Brasil Energia – 07.10.2020)

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2 Abaque questiona eficácia do uso de recursos P&D na tarifa

Publicação divulgada pela Associação Brasileira de Armazenamento e Qualidade de Energia (Abaque) põe em xeque a eficácia de duas ações recentes do governo federal. Uma delas é o dispositivo da MP 998 que permite a captura de recursos dos programas de Pesquisa e Desenvolvimento e de Eficiência Energética para a Conta de Desenvolvimento Energético. A segunda, estudo recente da EPE concluindo pela inviabilidade econômica do uso no Brasil de sistemas de armazenamento de energia por baterias “atrás do medidor”, no horizonte decenal. A MP determina que pelo menos 30% dos recursos dos programas regulados pela Aneel, que não estavam comprometidos com novos projetos até 1º de setembro de 2020, deverão ser destinados à CDE em favor da modicidade tarifária até 31 de dezembro de 2025. (Agência CanalEnergia – 07.10.2020)

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Mobilidade Elétrica

1 Jervois vai adquirir refinaria de níquel e cobalto no Brasil para fornecer material para VEs

A Jervois Mining Limited, empresa australiana de mineiração, adquirirá 100% da refinaria de níquel e cobalto de São Miguel Paulista (Refinaria SMP). A Refinaria SMP tem capacidade anual de produção refinada de 25.000 toneladas métricas de níquel e 2.000 toneladas métricas de cobalto e está atualmente em manutenção. Jervois pretende ser capaz de fornecer níquel refinado e produtos de cobalto para clientes em uma variedade de indústrias, incluindo fabricantes de baterias de íon de lítio e de VEs. A Refinaria SMP produziu níquel eletrolítico com 99,9% de pureza, excedendo a especificação básica exigida pela London Metal Exchange (LME), centro mundial do comércio de metais industriais. Os catodos de cobalto quebrados da Refinaria de SMP também eram de alta qualidade e historicamente usados em superligas e baterias. (Green Car Congress – 05.10.2020)

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2 Volvo: meta de instalar 700 eletropostos no Brasil até o fim deste ano

Embora as vendas da Volvo tenham representado queda de 11,8% sobre o desempenho da marca em mesmo período do ano passado, a empresa destaca que setembro entra para sua história no Brasil por ter sido o melhor mês em vendas de sua operação por aqui. João Oliveira, diretor geral de operações e inovação diz que os resultados mostram que a marca está seguindo o caminho certo, pois o futuro do mercado premium será eletrificado. O diretor afirma ainda que a marca está acelerando a migração para os veículos híbridos e investindo em estrutura em todo o Brasil, com a meta de ter 700 eletropostos até o fim deste ano, ampliando as possibilidades para os clientes usarem os veículos no modo elétrico em diversos lugares. (Automotive Business – 02.10.2020)

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3 Parceria Toyota-Panasonic para fabricar baterias de íon de lítio

Uma joint venture da Toyota e da Panasonic produzirá baterias de íon de lítio para carros híbridos em uma fábrica no oeste do Japão a partir de 2022 para atender à crescente demanda por VEs. A linha de produção terá capacidade suficiente para fabricar baterias para cerca de 500.000 veículos por ano, disse a joint venture Prime Planet Energy & Solutions. Fundada em abril, a Prime Planet Energy é 51 por cento controlada pela Toyota, com a Panasonic detendo o restante da participação. O empreendimento reflete o impulso de ambas as empresas para se tornarem maiores participantes globais em uma indústria vital para o desenvolvimento de VEs acessíveis. (Automotive News Europe – 06.10.2020)

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4 Lítio da Califórnia pode ancorar a cadeia de abastecimento de baterias de VEs dos EUA

O desenvolvimento de lítio do Mar Salton, na Califórnia, pode ajudar a ancorar uma cadeia de suprimento de baterias de VEs e injetar milhares de empregos e bilhões de dólares no Vale Imperial da Califórnia, de acordo com um novo relatório da New Energy Nexus, organização internacional que apoia empreendedores de energia limpa com fundos, aceleradores e redes. O relatório detalha como a recuperação de lítio do local pode dar início a uma recuperação econômica limpa para a Califórnia na pandemia do Covid-19. Alguns especialistas estimam que o recurso de lítio conhecido no Mar Salton pode atender a mais de um terço da demanda global de lítio atual. Estabelecer esse ecossistema poderia não apenas apoiar a transição para o transporte eletrificado, como avançar no progresso em direção às metas climáticas da Califórnia e servir como uma fonte vital de minerais essenciais para a segurança econômica e nacional. O novo prazo de 2035 para a eletrificação de transporte da Califórnia amplifica a necessidade de mudar imediatamente para o rápido escalonamento das operações de recuperação de lítio para a fabricação de materiais de bateria. (Green Car Congress – 07.10.2020)

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5 Leclanché fornecerá sistema de armazenamento de bateria para duas balsas híbridas

A empresa de construção naval suíça Shiptec AG e a Siemens Energy SRL, em Milão, escolheram Leclanché para fornecer sistemas de armazenamento de energia para dois novos navios híbridos que operarão no Lago de Genebra. Os dois navios, cada um com capacidade para 700 passageiros, substituirão os navios movidos a diesel existentes e serão usados para transportar passageiros entre a Suíça e a França com datas de conclusão projetadas de 2022 e 2023. O Marine Rack System (MRS) de Leclanché, alimentado por baterias de células de íon-lítio da empresa, foi desenvolvido especialmente para a indústria marítima e reduzirá o consumo de combustíveis fósseis pelos navios em 40%. Os sistemas de bateria fornecidos pela Leclanché usam células de íon-lítio G-NMC. (Green Car Conress – 07.10.2020)

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6 PL estabelece política de incentivo a elétricos

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3174/2020, para criar política de incentivo aos veículos elétricos, baseada em redução de impostos e substituição da frota do governo federal. O texto, de autoria do deputado Marreca Filho (Patriota-MA), prevê também a criação de linhas de crédito prioritárias para a produção de veículos elétricos. Os veículos elétricos passariam a contar com isenção total de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); já os híbridos (com propulsão elétrica e convencional), teriam redução de 50% do tributo. O PL surge no momento em que o país debate modernização do marco regulatório. A adoção de uma política de veículos elétricos demandaria investimentos em reforços na rede de distribuição, diante da variabilidade de tensão e da imprevisibilidade de aumento na demanda ao longo do dia. O autor afirma que o projeto está baseado na experiência de outros países que ampliaram a frota de veículos elétricos após a concessão de incentivos fiscais ou subsídios. (Agência Câmara – 08.10.2020)

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7 VEs no Brasil têm aumento de mais de R$ 50 mil

A disparada do dólar atingiu os poucos VEs à venda no Brasil, todos importados. Um dos mais acessíveis, o Renault Zoe recebeu um reajuste de R$ 55.688. Antes vendido a R$ 147.990, o hatch agora custa R$ 203.678 na versão de entrada Life. O Chevrolet Bolt, anunciado no Salão de São Paulo de 2018 por R$ 175 mil, custa agora R$ 230.600. Adversário do Zoe, o chinês JAC iEV40 foi um dos primeiros elétricos a chegar, no comecinho de 2019. Na pré-venda, era oferecido por R$ 139.990. Contudo, após poucos meses o valor pulou para R$ 153.500. Hoje, o iEV40 custa R$ 189.900. O VE mais barato da atualidade é o JAC iEV20. Lançado há 1 ano, o pequeno hatch chinês estreou por R$ 119.990. Após 12 meses, o subcompacto agora é vendido a R$ 139.900. (O Estado de São Paulo – 08.10.2020)

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Medidas de Gestão e Resposta da Demanda

1 Siemens se associa à empresa de “energia como serviço”

Buscando ampliar a presença no segmento de energia solar, a Siemens acaba de fechar a compra de 49% da Brasol, empresa que atua com geração distribuída fotovoltaica no modelo “energia como serviço” (em inglês, “Energy as a Service”, ou EaaS). As companhias não revelaram o valor da transação, realizada através da área de “private equity” da Siemens Financial Services, mas sustentam que o investimento é um dos maiores de capital estrangeiro já realizado nesse segmento no país. O modelo de negócios da Brasol consiste em oferecer aos clientes a energia “como serviço”, promovendo economias imediatas na conta de luz. A empresa fica responsável pela aquisição e instalação das placas solares e pelo gerenciamento do sistema de geração, de modo que o cliente não precisa fazer desembolsos para a compra ou operação da usina. Os projetos são construídos no formato “atrás do medidor” (no jargão do setor, “behind the meter”, ou BTM), o que permite à Brasol trabalhar com clientes menos “comuns” da geração distribuída, como indústrias e shoppings. (Valor Econômico – 06.10.2020)

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2 Startup Tibber oferece serviços de gestão da demanda

A startup Tibber se classifica como uma “empresa de energia digital” que oferece aos consumidores, por meio de um aplicativo, uma maneira relativamente fácil de mudar para um provedor de energia diferente. Essencialmente, ele substitui o fornecedor de energia existente do cliente, mas usando um modelo de preços muito diferente. O cofundador edo PayPal, Peter Thiel, investiu US $ 12 milhões por meio de seu Founder’s Fund. A Tibber cobra uma taxa fixa e, em seguida, repassa aos clientes o preço de atacado que paga pela eletricidade, sem embolsar qualquer acréscimo em quilowatts individuais. A empresa também oferece serviços de gerenciamento de energia para ajudar os clientes a reduzir seu consumo de eletricidade. (Greentech Media – 09.10.2020)

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Digitalização do Setor Elétrico

1 Siemens Energy agrega serviço de detecção e monitoramento cibernético

A Siemens Energy anunciou um novo serviço de segurança cibernética industrial baseado em inteligência artificial (IA), o Managed Detection and Response (MDR), desenvolvido com a tecnologia Eos.ii para ajudar pequenas e médias empresas de energia a defender suas infraestruturas crítica contra ataques cibernéticos. Segundo a companhia, a plataforma aproveita as metodologias de IA e aprendizado de máquina para reunir e modelar inteligência de ativos de energia em tempo real, o que permite aos especialistas monitorar, detectar e revelar ataques antes que eles sejam executados. Por meio de informações acionáveis providas pela tecnologia MDR, os especialistas da multinacional podem implementar medidas de defesa precisas no centro de operações de segurança e tecnologia operacional (OT-SOC) das empresas, visando a proteção das atividades dos clientes de geração de energia, petróleo e gás, energia renovável, transmissão e distribuição. (Agência CanalEnergia – 07.10.2020)

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2 Virada Sustentável discute cidades inteligentes

Urbanização desordenada, descarte incorreto do lixo, poluição do ar, mobilidade urbana e segurança pública são algumas das dificuldades que habitantes de grandes cidades, como São Paulo, enfrentam diariamente. A solução para estes problemas pode estar na tecnologia. Este foi o tema do fórum “O Futuro da Internet e as cidades inteligentes e sustentáveis”, realizado pela Virada Sustentável, nesta quarta-feira, 7. A melhoria na tomada de decisão ao informar com antecedência a qualidade do ar à população, a iluminação pública atuando de forma programada ao controlar a luminosidade com uso de câmeras, a utilização de sensores para saneamento básico são alguns dos exemplos da tecnnologia de Internet das Coisas apontados pelo diretor de Projetos Especiais do NIC.br, Milton Kashiwakura, para auxiliar na gestão pública. (O Estado de São Paulo – 08.10.2020)

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Eventos

1 ANEEL participa de Congresso de Eficiência Energética da Abesco

A ANEEL participou nesta segunda-feira (5/10) do Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (Cobee), promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco). A agência foi representada pelo diretor-geral, André Pepitone, que fez sua apresentação no painel “A modernização do setor elétrico sob a ótica da eficiência energética”. “A eficiência energética tem papel fundamental na redução das emissões tão importante quanto o avanço das fontes renováveis, e ainda é vetor de crescimento social, econômico e de preservação do meio ambiente”, disse Pepitone. (Aneel – 05.10.2020)

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2 GESEL disponibiliza vídeo do Webinar “Perspectivas Empresariais de Mobilidade Elétrica no Brasil”

O GESEL está disponibilizando o vídeo do webinar “Perspectivas empresariais de mobilidade elétrica no Brasil”, que aconteceu no último dia 08/10, às 10:30h. O objetivo foi abordar a visão de algumas das lideranças de grandes empresas envolvidas no tema e tratar do potencial da Mobilidade Elétrica no Brasil. O debate contou com a presença de André Clark (General Manager da Siemens Energy Brasil); Francisco Scroffa (Country Manager da Enel X); e Carlos Alexandre Príncipe Pires (Diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do MME). Acesse: https://youtu.be/XRF7oRIYYvQ. (GESEL-IE-UFRJ – 09.10.2020)

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Artigos e Estudos

1 Artigo de Cláudio Sales e Eduardo Monteiro (Instituto Acende Brasil) sobre o papel da MP 998 na modernização do setor elétrico

Em artigo publicado na Editora Brasil Energia, Cláudio Sales (Presidente do Instituto Acende Brasil) e Eduardo Monteiro (Diretor Executivo do Instituto Acende Brasil), tratam sobre o papel da MP 998 na modernização do setor elétrico. Segundo os autores “apenas para se ter uma ideia da amplitude temática, o texto da MP 998 cobre: (a) a destinação de recursos tarifários previstos para alocação em projetos de P&D e Eficiência Energética (EE); (b) a desoneração para consumidores de distribuidoras privatizadas; (c) o fim gradual de descontos dos componentes tarifários de distribuição e transmissão de eletricidade (TUST/TUSD) para fontes incentivadas (eólica, solar, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas); (c) regras para descontratação e redução de contratos de compra de eletricidade entre usinas e distribuidoras (os “CCEARs”); (d) um mecanismo para contratação de energia e capacidade; e (e) contratação de energia nuclear.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 06.10.2020)

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2 Artigo KPMG sobre inclusão de fatores ESG em empresas de energia e recursos naturais

Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Anderson Dutra, sócio líder de Energia e Recursos Naturais da KPMG e Ana Carolina Oliveira, gerente de ESG da KPMG, falam sobre a tendência em investimentos em ativos que envolvem ESG (Environmental, Social and Governance). Os autores afirmam que, “no Brasil, empresas do mercado de energia e recursos naturais como um todo já vinham se adaptando a essas novas práticas, mas ainda possuem um longo caminho a percorrer, sobretudo aquelas ligadas ao setor de óleo e gás. São companhias que apresentam uma particularidade que é o impacto ambiental imediato causado na implantação de uma infraestrutura, mas que em longo prazo pode ser compensado por outras ações junto à sociedade. Como forma de amenizar isso, elas vêm dando prioridade para a utilização de plantas mais tecnológicas e eficientes e realização de diversas medidas para modificar estruturas que comprometem o meio ambiente.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 07.10.2020)

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3 Artigo de Faith Birol e Alfonso Blanco: “O setor de energia e a recuperação sustentável na América Latina”

Em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo, Faith Birol, diretor-executivo da Agência Internacional de Energia, e Alfonso Blanco, secretário-executivo da Organização Latino-Americana de Energia, avaliam as possibilidades que o setor energético, especialmente as energias renováveis, traz para a retomada econômica da América Latina. Segundo os autores, “O setor de energia pode ser um dos motores de uma recuperação sustentável, resiliente e inclusiva nas economias latino-americanas. A região possui alguns dos melhores recursos eólicos e solares do mundo e está começando a aproveitá-los”. Eles concluem que “políticas e investimentos para acelerar a mudança para tecnologias de energia limpas, acessíveis e modernas podem ajudar a gerar empregos de qualidade, ao mesmo tempo em que aumentam a competitividade das economias e a produtividade dos trabalhadores”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 07.10.2020)

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4 EPE: Informe Técnico sobre ônibus elétricos no Rio de Janeiro

O Informe Técnico sobre ônibus elétricos no Rio de Janeiro da EPE teve como objetivo principal relatar o estudo de caso sobre a inserção de ônibus elétrico à bateria na frota do serviço de transporte público do Rio de Janeiro realizado através de grupo de trabalho, para o qual a EPE foi convidada a participar, composto por técnicos da Prefeitura do Rio de Janeiro, Rioônibus, C40 Cities, ITDP (Instituto de Transporte e Desenvolvimento). Acesse o Informe aqui. (EPE – 08.10.2020)

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5 IEA: World Energy Outlook 2020

O World Energy Outlook, publicação carro-chefe da IEA, oferece uma visão abrangente de como o sistema global de energia pode se desenvolver nas próximas décadas. As circunstâncias excepcionais deste ano exigem uma abordagem excepcional. Os horizontes usuais de modelagem de longo prazo são mantidos, mas o foco para o World Energy Outlook 2020 está firmemente nos próximos 10 anos, explorando em detalhes os impactos da pandemia Covid-19 no setor de energia e as ações de curto prazo que poderiam acelerar as transições de energia limpa. A análise visa as principais incertezas que o setor de energia enfrenta em relação à duração da pandemia e suas implicações, ao mesmo tempo que mapeia as opções que abririam o caminho para uma recuperação sustentável. Para ler a publicação, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 13.10.2020)

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6 Artigo de Michael Liebreich, da BloombergNEF: Analisando criticamente o Hidrogênio – Parte Um: O lado da oferta

Em artigo publicado na BloombergNEF, Michael Liebreich, contribuidor sênior da agência, analisa as vantagens e desvantagens do hidrogênio como fonte energética. Segundo o autor, superficialmente, o elemento mais comum no universo parece ser a resposta para todas as perguntas sobre energia. Pode ser produzido em qualquer lugar onde haja eletricidade e água. Ele pode gerar calor ou eletricidade. Ele pode ser produzido, armazenado, transportado e usado sem poluição tóxica ou emissões de CO2. Ele carrega três vezes mais energia por unidade de peso do que gasolina, diesel ou combustível para aviões. Ele pode fornecer energia com eficiência de 60% por meio de uma célula de combustível que também pode funcionar ao contrário. Ele pode ser bombeado em taxas de transferência semelhantes para hidrocarbonetos líquidos. E queima a uma temperatura semelhante à do gás natural. Infelizmente, o hidrogênio apresenta uma lista igualmente impressionante de desvantagens. Não ocorre na natureza, portanto, requer energia para se separar. Seu armazenamento requer compressão a 700 vezes a pressão atmosférica, refrigeração a menos 253 graus Celsius ou combinação com um produto químico orgânico ou hidreto metálico. Células de combustível e outros equipamentos projetados para usar hidrogênio têm muitas partes móveis que requerem manutenção, entre outras desvantagens igualmente importantes. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 13.10.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Lorrane Câmara
Pesquisador: Mateus Amâncio
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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