IFE.H2 05

Informativo Eletrônico – Geração de Energia com Hidrogênio nº 05 – publicado em 14 de outubro de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico de Mobilidade Elétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 05 – 14 de outubro de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Mercado
1 Governo avança no estudo do potencial do hidrogênio no país, diz Bento Albuquerque
2 Cooperação entre Estados Unidos e Holanda concentra-se na tecnologia de hidrogênio
3 Jim Cramer analisa suas principais jogadas sobre o hidrogênio
4 Conselho de Hidrogênio aponta novo Diretor Executivo
5 Aposta da Europa em hidrogênio verde abre janela ao Brasil
6 A promessa do hidrogênio verde
7 Porquê os estoques de células a combustível de hidrogênio estouraram hoje
8 Empresa de Leiria em projeto pioneiro para produção de hidrogênio verde

Tecnologia e Inovação
1 Células de eletrólise por óxido sólido podem destravar o potencial da energia renovável
2 KAIST e KIST desenvolvem um catalisador para produção mais eficiente de hidrogênio
3 Plano de investimento em célula a combustível de hidrogênio verde dos EUA

4 DOE concede financiamento para projetos de hidrogênio em usinas nucleares

Mobilidade
1 O Norte da Inglaterra está mais perto de adotar trens movidos a hidrogênio
2 Ônibus a hidrogênio de Birmingham
3 Primeiros caminhões a hidrogênio da Hyundai Motor Company são entregues

Eventos
1 O SAE Brasil & Ballard Student H2 Challenge recebe célula a combustível com o apoio do CNPq
2 Qatar- HBKU organiza workshop Internacional de Energia do Hidrogênio

Artigos e Estudos
1 K&L lança The H2 Handbook
2 Estados Unidos apresenta novo Roadmap para economia de hidrogênio
3 O advento do hidrogênio verde – dos custos de produção à “questão tarifária”


 

 

 

Mercado

1 Governo avança no estudo do potencial do hidrogênio no país, diz Bento Albuquerque

O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse no dia 5 de outubro que o Brasil está avançando no estudo do potencial da regulamentação e dos mercados de hidrogênio. A declaração foi dada durante sua participação no Congresso Brasil-Alemanha de Hidrogênio Verde, organizado pela Câmara de Comércio Brasil-Alemanha. Albuquerque declarou que o país tem o potencial de gerar hidrogênio verde de forma competitiva e eficaz, tanto para consumo doméstico quanto para exportação. (Petronotícias – 05.09.2020)

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2 Cooperação entre Estados Unidos e Holanda concentra-se na tecnologia de hidrogênio

O Escritório de Eficiência Energética e Energia Renovável (EERE) do Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) e a Diretoria Geral do Clima e Energia do Ministério Holandês de Assuntos Econômicos e Política Climática emitiram uma declaração de intenção (SOI) para colaborar na coleta, análise e compartilhamento de informações sobre a produção de hidrogênio e tecnologias de infraestrutura. Por meio desse esforço, dados do mundo real de aplicações de hidrogênio serão compilados para orientar ambas as organizações na pesquisa e desenvolvimento e nas atividades de demonstrações do hidrogênio. “Esta parceria ajudará a abordar as principais áreas de P&D do hidrogênio, abrir caminho para demonstrações em escala e promover novas cadeias de valor nacionais, regionais e mundiais”, disse o secretário adjunto da EERE Daniel R. Simmons. (Office of Energy Efficiency & Renewable Energy – 06.10.2020)

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3 Jim Cramer analisa suas principais jogadas sobre o hidrogênio

Jim Cramer, da CNBC, disse na última sexta-feira (09.10) que é hora de começar a levar a sério a energia do hidrogênio, pois a tecnologia surge como uma fonte alternativa confiável de energia. Cramer tem sido cético quanto às elevadas atividades de negociação em ações, fruto da valorização especulativa, seja porque uma empresa de células a combustível está supervalorizada ou por um negócio arriscado como no caso de Nikola. Ele agora está recomendando ações da Linde e da Plug Power, a primeira como um jogo conservador no meio e a segunda como um empreendimento mais especulativo. À medida que os custos de produção caem e a sociedade adota abordagens mais sustentáveis para a energia, o mercado do hidrogênio adquire potencial para ser adotado no abastecimento de casas e carros. (CNBC – 09.10.2020)

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4 Conselho de Hidrogênio aponta novo Diretor Executivo

Pela primeira vez na história, o Conselho de Hidrogênio nomeou um novo Diretor Executivo para liderar a coligação global de CEOs na próxima etapa de seu crescimento. Daryl Wilson se junta ao Conselho com um histórico impressionante de construção de organizações de sucesso e operação na interseção de questões ambientais e de sustentabilidade em todos os setores. O novo Diretor Executivo apoiará a organização para atingir plenamente seu potencial; particularmente na construção do mercado da indústria e na liderança do trabalho de defesa global, representando o Conselho de Hidrogênio entre organizações internacionais, nacionais e regionais de hidrogênio, bem como em fóruns relevantes com foco em investimentos. (H2 View – 06.10.2020)

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5 Aposta da Europa em hidrogênio verde abre janela ao Brasil

O hidrogênio verde, desenvolvido a partir de fontes renováveis, foi escolhido pela Alemanha e pela União Europeia como meio para alcançar neutralidade na emissão de carbono até 2050 e fazer a transição para uma economia limpa. Como o bloco não tem condições de produzi-lo na quantidade necessária, está em formação um mercado internacional de hidrogênio no qual países com áreas disponíveis, sol e vento, como o Brasil, podem se tornar exportadores. O estado atual da tecnologia e oportunidades para o país foram discutidos durante o 1º Congresso Brasil-Alemanha de Hidrogênio Verde, nas últimas segunda e terça-feira (05 e 06/10), organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha e pela agência alemã de cooperação internacional GIZ, com representantes de companhias, da academia e da Empresa de Pesquisa Energética, estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia. (Deutsche Welle – 09.10.2020)

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6 A promessa do hidrogênio verde

O hidrogênio verde produzido a partir da água tem sido discutido como portador de energia por 150 anos. Júlio Verne, um grande escritor do século 19, chamado de “o pai da ficção científica”, já havia previsto a possibilidade de se utilizar a água fonte de inesgotável de energia. E, embora tenha predito as coordenadas geográficas para pousos na Lua, o mundo ainda não alcançou suas previsões no caso do combustível de hidrogênio. O potencial do hidrogênio é bem convincente e se mostra como uma das melhores soluções disponíveis para descarbonizar diversos setores da indústria. Por isso, diversos países do mundo todo têm se esforçado para tornar o uso do hidrogênio uma realidade, como a adoção do Dia Nacional do Hidrogênio nos Estados Unidos (08/10). Embora a comemoração não tenha tido grande adesão, serviu para mostrar o apoio do governo à tecnologia. (Wood Mackenzie – 09.10.2020)

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7 Porquê os estoques de células a combustível de hidrogênio estouraram hoje

As ações das fabricantes de células a combustível, negociadas nesta de sexta-feira, estiveram novamente em alta, com as da Plug Power (NASDAQ: PLUG) subindo 5,3%, as da Bloom Energy (NYSE: BE) subindo 10,9%, enquanto as da FuelCell Energy (NASDAQ:FCEL) aumentaram até 10%. O que ocorreu não foi apenas uma coincidência. Ao longo do ano as empresas Plug Power e Bloom Energy adotaram medidas para aprofundar a sua exposição à produção de hidrogênio, adquirindo empresas produtoras, em um movimento para “capturar toda a cadeia de valor do hidrogênio”. A FuelCell Energy Energy parece estar se preparando para seguir o mesmo caminho, já que anunciou que garantiu US $ 8 milhões em financiamento do Departamento de Energia para construir uma “plataforma de eletrólise SureSource” que pode produzir hidrogênio. (The Motley Fool – 09.10.2020)

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8 Empresa de Leiria em projeto pioneiro para produção de hidrogênio verde

Um dos primeiros projetos de produção de hidrogênio verde em Portugal visa a injeção de gases renováveis na rede de gás natural e está sendo desenvolvido por uma empresa de Leiria, a PRF. O projeto contará com os módulos solares fotovoltaicos para a produção do hidrogênio através da eletrólise. Além disso, eles pretendem começar a injeção de hidrogénio na rede, misturado com gás natural, em pequenas percentagens, o que vai permitir avaliar o impacto nas infraestruturas e nos equipamentos de queima – por exemplo, caldeiras – existentes nas habitações e indústrias. (Jornal de Leiria – 09.10.2020)

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Tecnologia e Inovação

1 Células de eletrólise por óxido sólido podem destravar o potencial da energia renovável

A tecnologia de célula de eletrólise de óxido sólido (SOEC), uma tecnologia utilizada em soluções power-to-X, pode produzir combustíveis ecológicos como hidrogênio e amônia e ser a chave que libertará o potencial da energia renovável. “A alta temperatura de operação dos SOECs traz duas principais vantagens sobre os eletrolisadores concorrentes, os de membrana de eletrólito-polímero e alcalino (PEM): termodinâmica mais favorável e cinética mais rápida” diz cientista da Haldor Topsoe, empresa dinamarquesa, líder global em tecnologias de redução de emissão de carbono. A tecnologia passou da fase de P&D para a fase de demonstração e aumento de escala e hoje está à beira da comercialização. (H2 View – 09.10.2020)

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2 KAIST e KIST desenvolvem um catalisador para produção mais eficiente de hidrogênio

O Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST) e o Instituto Coreano de Ciência e Tecnologia (KIST) anunciaram em 9 de outubro deste ano um novo nanocatalisador tridimensional que é pelo menos 20 vezes mais eficiente do que o já existente. O catalisador a base de irídio, que pode ser utilizado em dispositivos para eletrólise da água, é uma inovação da equipe formada por pesquisadores das duas instituições que vêm testando materiais para uso na produção de hidrogênio. A equipe desenvolveu uma técnica para a produção de uma estrutura tridimensional, com uma quantidade bem pequena de irídio, baseada em impressão 3D. Os detalhes da pesquisa estão disponíveis na edição online de 1º de outubro da Nature Communications. (BussinessKorea – 12.10.2020)

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3 Plano de investimento em célula a combustível de hidrogênio verde dos EUA

Os Estados Unidos acabaram de lançar um ataque surpresa ao carvão, petróleo e gás natural, com um novo plano de investimento de $ 100 milhões em cinco anos, para produção de hidrogênio verde e caminhão com célula a combustível. O Departamento de Energia, pretende empurrar o diesel para fora do mercado de transportes de carga. Um grupo de stakeholders formado por grandes empresas e uma série de startups de tecnologia limpa, o National Zero-Emission Truck (ZET), está alinhado ao plano, que tenta acelerar a produção e implantação de dezenas de milhares de veículos, nas frotas de caminhões dos EUA, com emissão zero. Dentre eles, estão as montadoras Ford, Daimler Trucks North America, Mack Trucks e Volvo Trucks North America. (CleanTechnica – 11.10.2020)

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4 DOE concede financiamento para projetos de hidrogênio em usinas nucleares

O Departamento de Energia dos EUA fomentará financiamento para dois projetos no valor de US $ 26 milhões com o objetivo de promover a geração de hidrogênio por reatores nucleares, começando com a instalação em uma usina da Xcel Energy. A Xcel irá construir uma “planta de hidrogênio totalmente funcional” que pode usar eletricidade do reator nuclear para gerar hidrogênio e testar várias tecnologias de eletrólise para isso. Os projetos foram desenvolvidos para ajudar as usinas nucleares a serem capazes de alternar entre a produção de eletricidade e a geração de hidrogênio, dependendo das condições de mercado, consequentemente aumentando sua lucratividade. (S&P Global – 08.10.2020)

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Mobilidade

1 O Norte da Inglaterra está mais perto de adotar trens movidos a hidrogênio

A Transport for the North (TfN) espera que a adoção de trens a hidrogênio ajude o país a cumprir as promessas de reduzir as emissões das ferrovias e reduzir a exposição de trabalhadores e passageiros à poluição do ar. Esta semana, Tees Valley foi nomeada como o primeiro Centro de Transporte a Hidrogênio do país e os especialistas esperam que isso possa abrir caminho para o uso de motores alimentados com hidrogênio. O Centro de Transporte a Hidrogênio injetará £ 7bi na economia da região, criando centenas de empregos. Isso tornaria Tees Valley a “maior instalação de reabastecimento de hidrogênio” do mundo, diz o Departamento de Transporte. (Mancunian Matters – 06.10.2020)

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2 Ônibus a hidrogênio de Birmingham

Testes reais do primeiro ônibus de dois andares movido a hidrogênio começaram oficialmente em Aberdeen no início desta semana. Vinte ônibus de dois andares movidos a hidrogênio foram encomendados pela Câmara Municipal de Birmingham como parte do seu projeto Clean Air Hydrogen Bus Pilot. Os ônibus, fabricado pela Wrightbus, empresa com sede na Irlanda do Norte, serão adicionados à frota da National Express West Midlands e funcionarão a partir de abril de 2021. É possível que num futuro próximo os veículos possam se tornar uma visão comum em todo o Reino Unido, já que a National Express West Midlands tem como meta para 2030 entregar uma frota com 100% de emissão zero. Os ônibus podem viajar até 300 milhas com um único tanque de combustível e podem ser reabastecidos em menos de dez minutos. (edie – 11.10.2020)

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3 Primeiros caminhões a hidrogênio da Hyundai Motor Company são entregues

A Hyundai Motor Company realizou, na última quinta-feira, uma cerimônia em Lucerna-Suíça para celebrar a entrega dos caminhões Xcient movidos a hidrogênio. Os caminhões foram entregues na quarta-feira (07.10) e despachados para sete locais, incluindo grandes redes de supermercados e empresas de logística da Suíça, como a Coop e a Migros. A empresa está acelerando sua entrada no mercado europeu de carros comerciais ecológicos, planejando fornecer mais de 25.000 caminhões movidos a hidrogênio até 2030. (The Dong-a Ilbo – 09.10.2020)

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Eventos

1 O SAE Brasil & Ballard Student H2 Challenge recebe célula a combustível com o apoio do CNPq

Graças ao apoio do CNPq e de sua equipe de profissionais competentes e engajados, dispostos a enfrentar os desafios da burocracia e da pandemia, em benefício da tecnologia e da formação acadêmica brasileira, os conjuntos de célula a combustível de hidrogênio doados pela empresa canadense Ballard Power Systems, chegaram esta semana ao Brasil. Através do Programa Importa Fácil Ciência, a instituição desempenha um papel vital e viabilizador de projetos de incentivo à pesquisa, prestando serviços de importação de produtos essenciais para viabilizar projetos de P&D no Brasil. (BW Expo – Outubro 2020)

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2 Qatar- HBKU organiza workshop Internacional de Energia do Hidrogênio

O Instituto de Pesquisa Ambiental e Energética do Qatar (QEERI) da Universidade Hamad Bin Khalifa (HBKU) organizou um workshop internacional intitulado The Hydrogen Energy Opportunity for Qatar. O evento de dois dias procurou informar as partes interessadas sobre as oportunidades de energia de hidrogênio no país, promover discussões sobre uma estratégia nacional e facilitar a colaboração internacional nas áreas de política, negócios e pesquisa, e contou com a participação de mais de 50 representantes de oito países, incluindo o Qatar, Japão, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França e Suíça. (MENAFN – 10.10.2020)

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Artigos e Estudos

1 K&L lança The H2 Handbook

Em resposta ao rápido desenvolvimento da economia de hidrogênio, uma equipe multinacional transversal de profissionais de política global do escritório de advocacia K&L Gates LLP lançou o The H2 Handbook. A publicação, primeira do gênero, aborda questões legais, regulatórias, comerciais e políticas que irão moldar e impactar o futuro do hidrogênio. O manual oferece recursos em todo o mundo e considera possíveis dificuldades, únicas e em comum, que cada região pode enfrentar com o desenvolvimento do mercado de hidrogênio. As regiões trabalhadas na edição digital são: Austrália, Alemanha, União Européia, Japão, Estados Unidos e Reino Unido. (H2 View – 07.10.2020)

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2 Estados Unidos apresenta novo Roadmap para economia de hidrogênio

The RoadMap to US Hydrogen Economy foi lançado no dia 5 de outubro para mostrar como os Estados Unidos podem expandir sua liderança global em energia. Lançado por uma aliança entre as principais empresas de petróleo e gás, energia, automotivas, de células a combustível e hidrogênio, o roteiro enfatiza a versatilidade do hidrogênio como um facilitador do sistema de energia renovável. O roteiro descreve cinco segmentos principais da economia onde o hidrogênio pode desempenhar um papel nesta transição – transporte, geração de energia e balanceamento de rede, combustível para a indústria, estoque de rações e combustível para edifícios residenciais e comerciais. (H2 View – 06.10.2020)

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3 O advento do hidrogênio verde – dos custos de produção à “questão tarifária”

A produção de Hidrogênio Verde tem como desafio, a determinação do respectivo custo de produção e, por esta via, a determinação das variáveis mais relevantes para os futuros impulsionadores. Em um artigo de opinião Felipe Vasconcelos Fernandes aborda aspectos que a precificação do hidrogênio verde deve fornecer para uma noção clara do custo associado à produção de 1kg ou 1m³/h. De acordo com um estudo recente, para determinar a solução mais competitiva para a produção de hidrogênio deve-se considerar variáveis como: o CAPEX (despesas de capital necessárias à aquisição do eletrolisador), o OPEX (despesas operacionais inerentes ao funcionamento frequente do eletrolisador), o período de vida útil do eletrolisador e a margem de eficiência produtiva. Além disso, é preciso considerar os regimes remuneratórios do setor de energias renováveis, como os modelos independentes e dependentes de mercado. (Capital Verde – 09.10.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Sayonara Andrade Elizário
Pesquisadores: Allyson Thomas
e Kalyne Silva Brito 
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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