IFE.TEX 17

Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 17 – publicado em 23 de setembro de 2020.

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IFE: nº 17 – 23 de setembro de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética
1
Solar e eólica podem ultrapassar carvão e gás em 2040
2 BP Energy Outlook: “Brasil é um país com grande potencial”
3 Alemanha: Compromisso do governo com a recuperação verde
4 UE quer elevar corte de emissões a 55% até 2030
5 China pode ganhar influência com transição energética

Geração Distribuída
1 Projeto da Copel prevê contratação de GD com microrredes
2 Amerisolar fornecerá painéis solares para MRV
3 Multa à Cemig por problemas com micro e mini GD é reduzida para R$ 8,6 mi
4 RaiaDrogasil abastecerá lojas com GD
5 EDP Smart vai triplicar investimentos em energia solar no Brasil
6 Geração Distribuída alcança cinco mil cidades no país
7 Telhado de casa vai gerar energia para rede nos EUA
8 ENC Energy inaugura usina de GD de biogás em MG

Armazenamento de Eletricidade
1 AES com foco em renováveis, digitalização e sistemas de armazenamento
2 China domina cadeia de suprimentos de baterias de lítio
3 Brasil ocupa 12ª posição de cadeia de suprimentos de baterias de lítio

4 Enel X e Ardian criam joint venture para armazenamento de baterias no Canadá

5 Startup na Califórnia testa bateria de zinco de longa duração

Mobilidade Elétrica
1 Proterra apresenta novo ônibus elétrico com armazenamento de 600kWh
2 Scania lança linha de caminhões eletrificados na Europa
3 Aplicativo de navegação mostrará pontos de recarga para VEs
4 Europ Assistance lança iGO, o serviço de assistência em viagem para VEs

5 LG Chem: Nova corporação para produção de baterias

Medidas de Gestão e Resposta da Demanda
1 EnGuia quer ser calculadora para eficiência do consumidor moderno
2 Sun Mobi oferece alertas de consumo para clientes

Digitalização do Setor Elétrico
1 Elipse Power 5.5 apresenta nova plataforma de gerenciamento
2 Furnas adota plataforma do Cepel para monitoramento de usinas
3 Anatel avalia concessão de dois blocos de frequência para redes privadas das elétricas

Eventos
1 GESEL: Informativo Setorial de Hidrogênio
2 Light abre chamada pública para projetos de eficiência energética
3 1º Congresso Brasil-Alemanha de Hidrogênio Verde
4 Grupo EDF anuncia 2ª edição de prêmio para empresas e startups

Artigos e Estudos
1 BP Energy Outlook: Eletrificação do consumo deve aumentar continuamente
2 Artigo de Paolo Re: “Novas crise, velhos problemas”
3 Artigo de Marli Olmos: “Daimler apresenta caminhão a hidrogênio”
4 Editorial Estadão: “Estratégias de transição para a energia limpa”

5 Relatório da AIE: “Innovation in Batteries and Electricity Storage”
6 Publicação da AIE: “Energy Technology Perspectives 2020”


Transição Energética

1 Solar e eólica podem ultrapassar carvão e gás em 2040

As fontes solar e eólica poderiam ultrapassar o carvão e o gás natural em participação na matriz elétrica global ainda nesta década, se fossem adotadas políticas de emissão zero para o setor de energia. Esse é o cenário Net Zero do BP Energy Outlook 2020. Mesmo no cenário business as usual, em que não há mudanças políticas e regulatórias, renováveis (incluindo ainda biomassa e geotérmica) correspondem a 75% da expansão prevista até 2050 – no Net Zero, toda a capacidade adicional é renovável. O principal combustível a perder terreno é o carvão, com a participação na geração global caindo de 38% em 2018 para menos de 20% em 2050, no business as usual, e para 3% em 2050 nos cenários de transição acelerada, com incentivos políticos e regulatórios (Rapid) e Net Zero. O uso de gás para geração elétrica deve aumentar amplamente, ganhando o espaço deixado pelo carvão. (Brasil Energia – 14.09.2020)

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2 BP Energy Outlook: “Brasil é um país com grande potencial”

“É um país abençoado e com um grande potencial”, foi assim que o economista-chefe da BP, Spencer Dale, definiu o Brasil durante o evento, citando, especificamente a biomassa para biocombustíveis. Além disso, o crescimento das energias renováveis por aqui aliado à base hidrelétrica tornam o país uma das regiões com o mix de energia mais baixo em carbono. Dentre os pontos que estão em destaque na publicação estão: crescimento da demanda por energia em cerca de dois terços nos três cenários; no cenário rapid, o consumo de energia a partir de fontes renováveis quase quadruplica até 2050 para chegar a 46% da matriz energética; e a produção de petróleo no cenário rapid atinge seu pico no final da década de 20. No cenário BAU, o crescimento continua na década de 2030, atingindo o pico apenas no final dos anos 30. Outras tendência apontadas pela BP indicam que o consumo de energia primária no Brasil expande entre 60% a 66% até 2050, com o consumo de energia per capita aumentando em cerca de 50%. (Brasil Energia – 14.09.2020)

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3 Alemanha: Compromisso do governo com a recuperação verde

O ministro de Transportes e Infraestrutura da Alemanha, Andreas Scheuer, foi o convidado de honra na apresentação do protótipo do primeiro caminhão elétrico da Daimler movido a células de hidrogênio. Com a pandemia, o governo alemão intensificou as ações para transformar o país num centro de desenvolvimento tecnológico de energias limpas e, assim, ganhar destaque na recuperação da atividade econômica global. No discurso de ontem, Scheuer disse que dedicar-se a esse tema num momento em que passa por profunda transformação, além de fortemente afetada pela pandemia, pode ser uma forma de a indústria automobilística não apenas atender à evolução das regras de emissões como um benefício ao seu negócio e à atividade econômica em geral. Durante o evento de ontem, Scheuer anunciou que o governo planeja investir € 4,1 bilhões em postos de abastecimento de hidrogênio para carros e caminhões. (Valor Econômico – 17.09.2020)

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4 UE quer elevar corte de emissões a 55% até 2030

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse ontem que a União Europeia (UE) deveria se comprometer com cortes mais profundos de emissões na próxima década, e prometeu usar bônus verdes para financiar as metas climáticas do bloco. Von der Leyen disse que uma ação ambiciosa contra a mudança climática poderia gerar empregos, ajudando a recuperação econômica da Europa da pandemia. Von der Leyen disse que a UE deveria estabelecer uma meta de redução de suas emissões de gases de efeito estufa em pelo menos 55% até 2030, em relação aos níveis de 1990. A atual meta de emissões da UE para 2030 é de corte de 40%. Segundo especialistas, um corte de 55% é o esforço mínimo necessário até 2030 para colocar a UE no caminho para atingir as emissões líquidas zero até 2050. (Valor Econômico – 17.09.2020)

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5 China pode ganhar influência com transição energética

A China pode ganhar uma influência temporária sobre o sistema de energia global por causa de seu domínio sobre a fabricação de componentes-chave e o desenvolvimento de novas tecnologias. Hoje, as empresas chinesas produzem 69% de suas baterias de íon-lítio. Elas também controlam grande parte do refino de minerais essenciais para a energia limpa, como cobalto e lítio. Em vez de um petroestado, a República Popular pode se tornar um “eletrostado”. Nos últimos seis meses, a China anunciou investimentos em infraestrutura e transmissão de carros elétricos e vem pensando em estocar cobalto. (O Estado de São Paulo – 18.09.2020)

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Geração Distribuída

1 Projeto da Copel prevê contratação de GD com microrredes

A Copel Distribuição foi autorizada a implantar projeto-piloto de chamada pública para a contratação de geração distribuída, com a formação de microrredes em 32 conjuntos de consumidores de sua área de concessão. O objetivo é melhorar a confiabilidade do fornecimento de energia em áreas específicas, implantando um sistema elétrico inteligente de pequeno porte capaz de operar de forma ilhada durante falhas na rede ou conectado à rede de distribuição.As distribuidoras podem adquirir até 10% de sua carga de empreendimentos de geração distribuída, por meio de chamada pública. No caso do projeto da Copel, a ideia é aliar essa contratação a uma proposta que vai possibilitar a melhoria dos indicadores de qualidade. A companhia pretende contratar até 50 MW médios de energia. Nos conjuntos de consumidores escolhidos para a conexão de centrais geradoras com a formação de microrredes, a meta é reduzir o tempo de duração das interrupções, no caso de falhas no atendimento. (Agência CanalEnergia – 16.09.2020)

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2 Amerisolar fornecerá painéis solares para MRV

A Amerisolar, multinacional especializada na produção de equipamentos de energia solar, recentemente instalada no Brasil, acaba de fechar uma parceria inédita com uma das principais construtoras do país, a MRV. O acordo entre essas duas empresas vai permitir, segundo afirmam em um comunicado, uma economia maior e mais preservação do meio ambiente nos próximos anos. “Seremos responsáveis por produzir os equipamentos para mais de 30 obras que estão em andamento em diversas regiões do país, como Manaus e Porto Alegre”, disse o CEO da Amerisolar Brasil, Gustavo Henrique de Almeida. A MRV é pioneira na utilização de energia fotovoltaica em larga escala no setor de construção civil na América Latina. A companhia estima que todos os seus empreendimentos terão energia solar até 2022. (Petronotícias – 17.09.2020)

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3 Multa à Cemig por problemas com micro e mini GD é reduzida para R$ 8,6 mi

A Aneel aceitou o pedido de reconsideração da Cemig (MG) e reduziu para R$ 8.629.966,59 a multa de R$ 13.630.150,66 pela constatação do descumprimento em procedimentos relacionados à micro e minigeração distribuída. A agência detectou não conformidades como atrasos na emissão de pareceres de acesso, realização de vistorias e conexão dos consumidores, além de perda de prazos nos processos de conexão. Na sua defesa, a distribuidora alegava que como era a primeira penalização da Cemig motivada pela perda de prazos e como as ações para regularização já haviam sido adotadas, a penalidade podia ser revertida para advertência. (Agência CanalEnergia – 16.09.2020)

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4 RaiaDrogasil abastecerá lojas com GD

Com o objetivo de reduzir sua pegada de carbono, a RaiaDrogasil vai abastecer suas lojas com sistemas de geração de energia renovável no conceito de geração distribuída, ou seja, que usa a energia produzida em unidades fisicamente próximas ao local de consumo. O projeto da varejista prevê a utilização de 48 usinas fotovoltaicas, pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e, ainda, usinas de biogás, que juntas têm potência instalada de 40 MW. O cálculo é que a iniciativa evite a emissão de 8.800 toneladas de CO2 na atmosfera. A rede já possui quatro usinas que suprem o consumo de eletricidade de mais de 100 lojas da rede situadas nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. A meta é chegar até fim do ano que vem com 1,7 mil lojas nesse sistema. Atualmente, a RD tem mais de 2,1 mil lojas. (O Estado de São Paulo – 17.09.2020)

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5 EDP Smart vai triplicar investimentos em energia solar no Brasil

A portuguesa EDP, por meio da EDP Smart, planeja triplicar os investimentos em energia solar no Brasil, passando dos atuais R$ 100 milhões para R$ 300 milhões anuais. A empresa já possui 29 MWp de capacidade instalada no país e 59 MWp em projetos vendidos. “Se tem um lugar no mundo com potencial de crescimento da energia solar, esse lugar é o Brasil. Temos uma vantagem competitiva inigualável”, disse Carlos Andrade, vice-presidente de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da EDP, durante live realizada nesta quarta-feira, 16 de setembro. Segundo o executivo, a estratégia da companhia para o segmento solar é estar próximo ao cliente final, tanto para empresas como pessoas físicas “Não nos interessa oferecer energia para o sistema como um todo, mas para o cliente final, como comércio, indústria e em conjunto com a EDP Renováveis”, disse Andrade. (Agência CanalEnergia – 16.09.2020)

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6 Geração Distribuída alcança cinco mil cidades no país

O Brasil atingiu a marca de cinco mil municípios com energia solar fotovoltaica instalada em telhados e pequenos terrenos de residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos, segundo dados desta quinta-feira, 17 de setembro, da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica. De acordo com o mapeamento da entidade, o país possui atualmente 3,5 GW instalados e 294 mil sistemas fotovoltaicos conectados à rede, que representam mais de R$ 17 bilhões em investimentos acumulados desde 2012. Os empregos gerados pelo setor nos municípios, que representam 89,8% do total no Brasil, ultrapassam 120 mil trabalhadores que atuam com projetos de geração distribuída. A fonte solar fotovoltaica lidera com folga o segmento de geração distribuída, com mais de 99,9% das instalações do País. As conexões fotovoltaicas trazem economia e sustentabilidade ambiental a cerca de 367 mil unidades consumidoras. (Agência CanalEnergia – 17.09.2020)

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7 Telhado de casa vai gerar energia para rede nos EUA

Painéis de captação de energia solar nos telhados, baterias de veículos elétricos e outros pequenos recursos energéticos serão autorizados a abastecer os mercados atacadistas de energia elétrica nos EUA. A medida desafia sistemas de fornecimento verticais controlados pelas companhias de energia. As novas regras, aprovadas ontem pela Comissão Federal Reguladora de Energia dos EUA (Ferc), colocam esses recursos energéticos dispersos para concorrer com as grandes usinas de energia elétrica e têm potencial de acelerar investimentos em projetos de captação e de armazenagem de energia solar em residências e empresas. A portaria sobre “recursos energéticos distribuídos” é a mais recente medida do republicano Neil Chatterjee, presidente da Ferc. “Os recursos energéticos distribuídos podem estar ocultos à vista de todos em nossas residências, empresas e bairros de todo o país. Mas sua energia é poderosa”, disse Chatterjee. (Valor Econômico – 18.09.2020)

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8 ENC Energy inaugura usina de GD de biogás em MG

A ENC Energy Brasil inaugurou neste mês uma usina de geração distribuída de energia a partir do biogás proveniente da decomposição de lixo orgânico, no município de Santana do Paraíso, em Minas Gerais. Aproximadamente R$ 6 milhões foram investidos no empreendimento, que possui um motor com capacidade de 1 MW, localizado no aterro sanitário CTR Vale do Aço. A gestão comercial da usina será feita pela Órigo Energia, parceira da ENC Energy em outros empreendimentos, e focará em atender os consumidores de pequeno porte. Até 2024, a ENC Energy planeja chegar a 60 MW de capacidade instalada de geração elétrica a partir do biogás. (Brasil Energia – 18.09.2020)

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Armazenamento de Eletricidade

1 AES com foco em renováveis, digitalização e sistemas de armazenamento

A AES Tietê está totalmente comprometida em gerar lucro investindo em tecnologias com impactos socioeconômicos e ambientais positivos. O presidente da AES Tietê, Ítalo Freitas, fez questão de destacar que a AES Tietê foi alvo de duas ofertas hostis por uma empresa “com alta pegada de carbono” e que, ao rejeitar a oferta, a AES Corp. (controladora) confirmou sua posição de ofertar ao mercado brasileiro uma “energia que gera impacto positivo para a sociedade”. Freitas disse que a empresa tem dois focos claros de investimento na transição energética: inovação tecnológica e produção de energia renovável – com destaque para investimentos em geração eólica e solar fotovoltaica; gestão de ativos, plataformas digitais voltadas ao cliente de varejo e sistemas de armazenamento de energia. (Agência CanalEnergia – 14.09.2020)

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2 China domina cadeia de suprimentos de baterias de lítio

A China domina o ranking da BloombergNEF (BNEF) da cadeia de suprimentos de baterias de lítio em 2020 e deixa Japão e Coreia do Sul, líderes da década anterior, para trás. Segundo a BNEF, o sucesso da China resulta da sua enorme demanda interna – 72 GWh, e do controle de 80% do refino de matérias-primas do mundo, de 77% da capacidade celular do mundo e de 60% da fabricação de componentes do mundo. O país deve continuar liderando a produção de baterias até 2025. “A próxima década será particularmente interessante, à medida que Europa e EUA tentam desenvolver seus próprios ‘campeões’ em baterias para desafiar os asiáticos. Enquanto a Europa vem lançando iniciativas para capturar uma fatia maior da cadeia de valor de matérias-primas, os EUA têm reagido de forma mais lenta”, disse o chefe de armazenamento de energia da BNEF, James Frith. (Brasil Energia – 16.09.2020)

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3 Brasil ocupa 12ª posição de cadeia de suprimentos de baterias de lítio

O Brasil ocupa a 12ª posição no ranking da BloombergNEF (BNEF) da cadeia de suprimentos de baterias de lítio em 2020, sendo o país latino-americano mais bem posicionado. A previsão para 2025 é que o Brasil continue ocupando a mesma colocação. (Brasil Energia – 16.09.2020)

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4 Enel X e Ardian criam joint venture para armazenamento de baterias no Canadá

A Enel X e a companhia de investimentos Ardian firmaram uma joint venture para gerenciar os projetos de armazenamento de baterias da Enel X no Canadá e apoiar a aceleração do desenvolvimento de projetos semelhantes no país. De acordo com Francesco Venturini, CEO da Enel X, a parceria com a Ardian Infrastructure representa um passo importante que apoiará ainda mais a expansão de soluções inovadoras de eficiência energética no mercado norte-americano. Segundo ele, a empresa está comprometida em capacitar os clientes a ajudar a impulsionar a mudança para essas tecnologias. Pelo acordo, foi constituída uma empresa dedicada a veículos, 80% de propriedade da Ardian Infrastructure e 20% da Enel X, para gerenciar os projetos de armazenamento de baterias no Canadá, atualmente incluídos na joint venture para cerca de 30 MW de capacidade. (Agência CanalEnergia – 16.09.2020)

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5 Startup na Califórnia testa bateria de zinco de longa duração

A Califórnia está procurando maneiras de manter o fluxo de energia para os clientes em meio a incêndios florestais, sem queimar combustíveis fósseis. Uma startup canadense de tecnologia de armazenamento acha que tem a solução. Neste verão, a e-Zinc, com sede em Toronto, ganhou uma doação de US $ 1,3 milhão da California Energy Commission para demonstrar sua bateria de zinco de longa duração para o mercado comercial e industrial. À medida que a pior temporada de incêndios florestais já registrada se intensifica, a urgência de encontrar novas ferramentas para energia de reserva limpa só aumentou. As baterias utilizam pequenos pedaços de zinco de uma solução durante o carregamento, usando uma ferramenta semelhante a um limpador de para-brisa para limpar a placa e abrir espaço para mais cargas. Isso permite armazenamento de longa duração, enquanto os custos dos componentes baratos prometem manter os preços baixos em relação a outras opções no mercado. (Greentech Media – 18.09.2020)

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Mobilidade Elétrica

1 Proterra apresenta novo ônibus elétrico com armazenamento de 600kWh

A Proterra apresentou seu mais novo veículo de trânsito elétrico a bateria: o ônibus elétrico Proterra ZX5. O ônibus ZX5 apresenta um novo design de veículo simplificado e maximiza a quantidade de energia que pode ser armazenada a bordo do veículo para aumentar a potência e o alcance. O Proterra ZX5 pode ser equipado com 660 kWh de armazenamento de energia para fornecer até 329 milhas de alcance, o que representa o maior armazenamento e maior alcance de qualquer ônibus elétrico de 40 pés disponível no mercado hoje. (Green Car Congress – 16.09.2020)

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2 Scania lança linha de caminhões eletrificados na Europa

A Scania apresentou na terça-feira, 15, sua primeira linha de caminhões eletrificados na Europa. São duas opções de propulsão – totalmente elétrica e híbrida plug-in – que são focadas em aplicações urbanas, como a distribuição varejista. Além disso, a fabricante sueca trabalha com combustíveis alternativos (como gás natural e biometano) que, segundo ela, são as melhores opções para o mercado brasileiro no momento. Por isso, os modelos elétricos não têm previsão de chegada ao Brasil. Nos próximos anos, a marca irá lançar produtos eletrificados anualmente para toda a linha de veículos. O novo caminhão Scania 100% elétrico possui autonomia de 250 km. Já a recarga deve ser feita com o Sistema de Carregamento Combinado e demora menos de 55 minutos na opção com cinco baterias e cerca de 100 minutos na de nove baterias. (Automotive Business – 16.09.2020)

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3 Aplicativo de navegação mostrará pontos de recarga para VEs

O iOS 14, nova geração do sistema operacional do iPhone, chega nesta quarta, 16. Todos os modelos de celular da Apple a partir do iPhone 6 vão receber a atualização. O aplicativo de navegação da empresa, o Mapas, continua sendo incrementado com novidades, como rotas de bicicleta e pontos de recarga de carros elétricos. (O Estado de São Paulo – 16.09.2020)

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4 Europ Assistance lança iGO, o serviço de assistência em viagem para VEs

A Europ Assistance apresentou o iGO, uma solução de assistência em viagem criada a pensar nos VEs. Os critérios pensados pela Europ Assistance para desenvolver o serviço iGO foram a Autonomia, Carregamento e Conforto, garantias diferenciadoras e adaptadas às necessidades dos condutores de VE. Entre as coberturas associadas a este seguro, encontram-se: i) reboque do veículo até ao posto de carregamento mais próximo, em caso de falta de bateria; ii) disponibilização de veículo a combustão para deslocações urgentes; iii) indenização em caso de roubo de cabos de carregamento; iv) proteção “home charger”; e v) (adicionalmente) serviço de consulta médica online. (Fleet Magazine – 17.09.2020)

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5 LG Chem: Nova corporação para produção de baterias

A LG Chem planeja desmembrar seu negócio global de baterias. A empresa buscará a aprovação de uma reunião extraordinária de acionistas em 30 de outubro e lançará oficialmente o spin-off – provisoriamente denominado LG Energy Solution – como uma nova corporação exclusivamente responsável pelo negócio de baterias a partir de 1º de dezembro. O dinheiro gerado pelas atividades de negócios será usado como fundos de investimento das instalações de acordo com o aumento da demanda de VEs, disse a empresa. A LG Chem adquiriu atualmente mais de 150 trilhões de KRW (US $ 128 bilhões) em pedidos em mãos no negócio de baterias para VEs e está investindo mais de 3 trilhões de KRW (US $ 2,6 bilhões) anualmente em instalações. (Green Car Congress – 17.09.2020)

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Medidas de Gestão e Resposta da Demanda

1 EnGuia quer ser calculadora para eficiência do consumidor moderno

Com origens na Casa do Futuro, em que o objetivo é a consultoria em performance de edificações, a start up de monitoramento de consumo de energia EnGuia nasceu da vontade de ter uma atuação mais próxima dos pequenos imóveis. Para esse público, não compensaria a contratação de um diagnóstico de eficiência energética. De acordo com Rosana Correia, CEO e fundadora da EnGuia, o pensamento era o da possibilidade de fazer de forma eletrônica, usando algoritmos e inteligência artificial dentro de um site ou aplicativo. Desde então, a solução tecnológica foi se aprimorando para atender outros tipos de imóveis. “A ideia é que o público leigo consiga me informar o que é preciso saber para que através de poucas perguntas consiga fazer um diagnóstico e um prognóstico energético”, avisa a CEO da start up. Um rápido questionário traduz o perfil de consumo do cliente. Além do diagnóstico, a EnGuia tem contabilização de emissões. (Agência CanalEnergia – 18.09.2020)

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2 Sun Mobi oferece alertas de consumo para clientes

A Sun Mobi está oferecendo aos seus clientes sistemas de alertas de variação de consumo. A iniciativa, combinada ao monitoramento em tempo real do consumo, visa auxiliar os clientes na redução de desperdícios, promovendo um uso de energia mais consciente. De acordo com Alexandre Bueno, sócio da Sun Mobi, a solução é inédita no país e essas ações exclusivas possibilitam que o consumidor tenha uma relação mais consciente dos usos da energia. Os alertas são integrados ao aplicativo da empresa, que traz relatórios individuais específicos do cliente, informações sobre as condições de operação das usinas solares e um canal de relacionamento com a empresa, entre outras informações. A proposta é baseada em dados de pesquisa feita pela Energy Consumer Trust que comprovou que monitorar o próprio consumo permite que se reduza em até 15% a conta de luz. Com isso, a ideia é que a relação do cliente da Sun Mobi com a energia mude. (Agência CanalEnergia – 21.09.2020)

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Digitalização do Setor Elétrico

1 Elipse Power 5.5 apresenta nova plataforma de gerenciamento

A Elipse Software lançou a nova versão de sua plataforma integrada para gerenciamento de sistemas elétricos. O Elipse Power 5.5 ganhou novas funcionalidades voltadas à importação do sistema de cadastro da rede de distribuição e manutenção dos seus diagramas esquemáticos de operação, dentro do modelo ADMS. Além disso, a ferramenta de importação de rede, geração de visualizações esquemáticas e importação para a tela de operação foi otimizada, tornando mais eficientes a criação e manutenção da aplicação. O módulo Self-Healing também apresenta novidades, como o suporte às redes de distribuição subterrâneas e melhorias tanto na lógica de escolha dos religadores que farão parte da manobra quanto na configuração e seleção dos grupos de ajustes de proteção. (Agência CanalEnergia – 14.09.2020)

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2 Furnas adota plataforma do Cepel para monitoramento de usinas

Furnas resolveu implementar o sistema de monitoramento de ativos Soma em seu parque gerador, formado por 21 usinas hidrelétricas, duas termelétricas e um complexo eólico, que poderão utilizar a plataforma web do Cepel para maximizar o tempo e a qualidade de operação, bem como a vida útil dos seus equipamentos. O projeto começará em outubro na UHE Simplício, localizada em Além Paraíba (MG). Segundo o pesquisador do Cepel, Hélio Amorim, a escolha da usina como pioneira é estratégica por ser uma UHE mais próxima do Rio de Janeiro, o que facilita o deslocamento e a logística para as viagens, comuns nesta fase do projeto, além de ter uma infraestrutura adequada para a instalação do programa. O Soma aplica tecnologias da Indústria 4.0 como Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Digital Twins para traduzir dados de monitoramento em informações úteis para tomada de decisão por parte dos gestores de manutenção, avaliando diversas grandezas. (Agência CanalEnergia – 18.09.2020)

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3 Anatel avalia concessão de dois blocos de frequência para redes privadas das elétricas

Pensando no futuro da transição energética, no advento das chamadas cidades inteligentes e numa sociedade cada vez mais conectada e complexa, com um volume maior players, dados e informações, as empresas do setor elétrico estão cada vez mais atentas as discussões sobre a busca por uma faixa de frequência exclusiva para redes privadas de telecomunicações, visando o leilão daqui dois anos que irá ofertar a tecnologia 5G, que deve prover a infraestrutura necessária para a realização das operações de expansão e modernização dos sistemas de forma confiável e resiliente. Em entrevista, o vice-presidente da UTCAL, Ronaldo Santarém, disse que o debate entorno do assunto continua, mas vê a Anatel mais sensível a cada dia, entendendo a demanda de um espectro entre 410 e 430 megahertz (MHz) como de interesse das elétricas, a partir de um relatório feito pela entidade e entregue à Agência no início do ano, sobre o que estava acontecendo naquele momento no mundo nessa faixa para as empresas de serviços essenciais, como energia, gás ou água. (Agência CanalEnergia – 17.09.2020)

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Eventos

1 GESEL: Informativo Setorial de Hidrogênio

No sentido de permanente ampliação de seus canais de comunicação, o GESEL está lançando mais um informativo setorial, agora dedicado ao Hidrogênio (H2). A fonte, que deve ter papel importante na Transição Energética, é um vetor energético limpo, capaz de garantir, simultaneamente, a descarbonização e a segurança energética nacional. Os informativos setoriais, vinculados diretamente às pesquisas desenvolvidas pelo grupo, têm como objetivo oferecer informações detalhadas e diversificadas a respeito de seus respectivos temas, através do acompanhamento de periódicos brasileiros e internacionais, bem como a produção acadêmica dos respectivos temas. Para receber o informativo, faça cadastro, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 16.09.2020)

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2 Light abre chamada pública para projetos de eficiência energética

A Light dará início na próxima sexta-feira (18) à sua 7ª Chamada Pública de Projetos (CPP), parte integrante de seu Programa de Eficiência Energética, regulado pela Aneel, disponibilizando R$ 80 milhões para projetos que transformem o mercado de energia por meio das iniciativas de eficiência inovadoras e com múltiplos usos finais, podendo contar ainda com a inserção de geração de energia por fontes incentivadas – como no caso dos painéis fotovoltaicos. Mais informações no site da empresa. (Agência CanalEnergia – 17.09.2020)

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3 1º Congresso Brasil-Alemanha de Hidrogênio Verde

Tendo em vista o potencial do Brasil como fornecedor e a implementação da Estratégia Nacional Alemã para o Hidrogênio, a Câmara Brasil-Alemanha realizará o 1º Congresso Brasil-Alemanha de Hidrogênio: evento online e gratuito que visa apresentar questões técnicas, identificar oportunidades e estabelecer cooperações. Para inscrições, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 18.09.2020)

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4 Grupo EDF anuncia 2ª edição de prêmio para empresas e startups

O Grupo EDF anunciou a segunda edição do Prêmio EDF Pulse Brasil, que reconhecerá projetos inovadores de empresas e startups nacionais que contribuam para desafios nas cidades e indústrias. Os proponentes poderão apresentar seus projetos dentro de duas categorias: Smart City e Smart Factory. A primeira premiará inovações que busquem soluções para cidades e territórios, e outra engloba ações que visam acelerar a convergência entre meios e processos industriais e tecnologias digitais para maior eficiência e novos ganhos na otimização do consumo. As inscrições começam no dia 2 de novembro 2020 e vão até 8 de janeiro de 2021, pelo site da companhia. (Agência CanalEnergia – 17.09.2020)

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Artigos e Estudos

1 BP Energy Outlook: Eletrificação do consumo deve aumentar continuamente

Enquanto a demanda por petróleo deve permanecer em queda até a metade do século, a participação da eletricidade no consumo deve aumentar continuamente, em todos os cenários previstos no BP Energy Outlook 2020. De aproximadamente 23% em 2020, com a eletrificação da energia, a eletricidade passará corresponder a 34% do uso final da energia, no cenário business as usual, até 2050. Considerando um cenário de transição acelerada (Rapid), essa participação iria para 45% no período e, no cenário emissões zero (Net Zero), para 52%. No consumo total de eletricidade, entretanto, não há tanta diferença entre os três cenários, com uma previsão de crescimento de pouco menos de 2% ao ano, em todos os casos. A maior parte do crescimento da demanda de eletricidade nos três cenários é impulsionada pelos mercados emergentes. Acesse o BP Energy Outlook 2020 aqui. (Brasil Energia – 14.09.2020)

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2 Artigo de Paolo Re: “Novas crise, velhos problemas”

Em artigo publicado na Editora Brasil Energia, Paolo Re, líder no Brasil da consultoria Bip, analisa os impactos da crise nas emissões de gases de efeito estufa e no impacto ambiental da atividade econômica como um todo. Ele alerta para o perigo de a necessidade da retomada econômica, aliada aos baixos preços dos combustíveis fósseis, gerarem um aumento das emissões dos gases poluente e consequentemente um retrocesso na agenda ambiental. Segundo o autor, “estamos diante de uma oportunidade única para definir políticas, projetar e implementar mudanças globais que possam ajudar vida no planeta no longo prazo”. Ele conclui que “o que parece ser hoje um grande pesadelo pode representar um novo mundo de oportunidades”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 16.09.2020)

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3 Artigo de Marli Olmos: “Daimler apresenta caminhão a hidrogênio”

Em artigo publicado no Valor Econômico, Marli Olmos, jornalista do Valor Econômico, fala sobre a apresentação feita pela empresa alemã Daimler, de um caminhão movido a hidrogênio. Segundo Marli, “Segundo Martin Daum, o principal executivo da Daimler Trucks, enquanto as baterias recarregáveis em tomada são uma tendência nos automóveis, em caminhões que percorrem longas distâncias, o hidrogênio tem se mostrado excelente opção. O novo veículo, chamado de Mercedes-Benz GenH2, terá autonomia de mil quilômetros.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 17.09.2020)

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4 Editorial Estadão: “Estratégias de transição para a energia limpa”

Em editorial, o jornal O Estado de São Paulo trata de diferentes estratégias que o Brasil pode adotar rumo à transição energética. Ele cita as medidas de descarbonização das petrolíferas, a parceria de grandes empresas e cleantechs e o hidrogênio verde como grandes motores dessa transição. Ele conclui que “num momento em que o País é pressionado pelo aumento no desmatamento, o investimento em energia verde pode ajudar a limpar sua reputação internacional, gerar empregos e beneficiar o meio ambiente.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 18.09.2020)

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5 Relatório da AIE: “Innovation in Batteries and Electricity Storage”

Tecnologias acessíveis e flexíveis de armazenamento de eletricidade são definidas para catalisar transições para energia limpa em todo o mundo, permitindo que eletricidade mais limpa penetre em uma gama crescente de aplicações. Entre 2005 e 2018, a atividade de patenteamento de baterias e outras tecnologias de armazenamento de eletricidade cresceu a uma taxa média anual de 14% em todo o mundo, quatro vezes mais rápido do que a média de todos os campos de tecnologia, de acordo com um novo estudo conjunto publicado hoje pelo Instituto Europeu de Patentes ( EPO) e a Agência Internacional de Energia. O relatório, Inovação em baterias e armazenamento de eletricidade (Innovation in Batteries and Electricity Storage) – uma análise global baseada em dados de patentes, mostra que as baterias representam quase 90% de toda a atividade de patenteamento na área de armazenamento de eletricidade, e que o aumento da inovação é impulsionado principalmente por avanços em baterias recarregáveis de íon-lítio usadas em dispositivos eletrônicos de consumo e carros elétricos. Para ter acesso ao relatório completo, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 22.09.2020)

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6 Publicação da AIE: “Energy Technology Perspectives 2020”

Energy Technology Perspectives 2020 é uma nova publicação da IEA focada nas necessidades e oportunidades de tecnologia para alcançar as metas de energia sustentável. Este relatório emblemático oferece análises vitais e conselhos sobre as tecnologias de energia limpa de que o mundo precisa para atender aos objetivos de emissões líquidas zero. A análise abrangente do relatório mapeia as tecnologias necessárias para combater as emissões em todas as partes do setor de energia, incluindo áreas onde o progresso da tecnologia ainda está faltando, como transporte de longa distância e indústrias pesadas. Mostra a quantidade de reduções de emissões que são exigidas da eletrificação, hidrogênio, bioenergia e captura, utilização e armazenamento de carbono. Ele também fornece uma avaliação das emissões da infraestrutura existente e o que pode ser feito para resolvê-las. Para ler a publicação na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 22.09.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Lorrane Câmara
Pesquisador: Matheus Amâncio
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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