IFE.UTE 18

Informativo Eletrônico – Usinas Termoelétricas nº 18 – publicado em 09 de setembro de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico de Geração Termelétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 18 – 09 de setembro de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Mercado
1
Associações pedem políticas para o biogás
2 TBG disponibiliza compra de Produtos de Curto Prazo
3 Abertura do gás estimula concorrência por mercado
4 Congresso abre mercados, mas dinheiro deve demorar a aparecer
5 Moody’s: aprovação de PL do Gás é passo para modernização do setor
6 FUP diz que PL do gás vai na direção oposta ao mercado internacional
7 Firjan afirma que nova PL do gás trará investimentos
8 Shell: Nova lei do gás é excelente passo
9 Cigás projeta crescimento de 65% no volume distribuído até 2024
10 Os investimentos em GNL desaparecem em 2020 à medida que o coronavírus reduz os preços do petróleo e do gás

Regulação
1 Câmara aprova a nova Lei do Gás
2 PL do Gás: Manutenção do texto é vitória para setor, dizem agentes
3 Tarifa de gás natural no Paraná cai 11,27%
4 Aneel libera operação de 22,3 MW térmicos no MT
5 Aneel restabelece unidade da UTE Pernambuco III
6 Aneel mantém habilitação da UTE Barcarena
7 Governo do Pará concede licença de instalação para UTE em Barcarena

Empresas
1 UTE Jaguatirica II recebe geradores e turbinas
2 Eneva contrata Techint para a construção da UTE Jaguatirica II
3 AES vende térmica Uruguaiana

4 Sulgás busca fornecedores de biometano

5 Engie Brasil vê maior potencial em gás para matéria-prima

Internacional
1 Preço do gás natural no mercado americano
2 Preços do GNL asiático em alta em meio a problemas de abastecimento
3 DOE emite ordem de emergência para aliviar a crise de energia na Califórnia
4 Vitol preparada para fornecer a primeira carga de GNL de Bangladesh

5 A Chevron atrasa o reinício da unidade Gorgon LNG para outubro

Artigos e Estudos
1 Artigo de Mauro Cianciarullo: “Panorama futuro de gasodutos e o gás para o Brasil”
2 Artigo de Marcelo Gauto: “Gás de sobra, demanda de menos”



 

 

 

Mercado

1 Associações pedem políticas para o biogás

As associações representantes do setor de biogás enviaram ontem (31/8) um ofício conjunto ao MME pedindo uma política setorial para estimular a exploração do potencial de bioeletricidade e biometano a partir do biogás no Brasil. O pedido é assinado pela Abiogás, pela Cogen e pela Única. As associações destacam que o biogás pode contribuir para o desenvolvimento e a consolidação do Novo Mercado de Gás, implementando o mix sinérgico entre gás/biogás/biometano. O biogás é um combustível sustentável e é produzido de maneira descentralizada a partir de resíduos agroindustriais e saneamento, com uma produção produção no interior do país que permite garantir a oferta do combustível em regiões ainda não integradas por meio de rede de gasodutos, auxiliando na criação da demanda e atração de investimentos regionais, como a instalação de indústrias. (Agência CanalEnergia – 01.09.2020)

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2 TBG disponibiliza compra de Produtos de Curto Prazo

A partir de 10/09, a TBG disponibilizará em seu Portal de Oferta de Capacidade (POC) a aquisição dos Produtos de Curto Prazo, modalidade de negócio inédita para o mercado de gás natural no país. As empresas interessadas terão acesso a contratos de transporte de gás natural trimestrais, mensais e diários. A primeira janela de ofertas será do produto trimestral, modalidade em que os interessados poderão fechar contratos para o trimestre subsequente. O objetivo da iniciativa, segundo o diretor-presidente da TBG, Erick Portela, é oferecer serviços diferenciados de solução logística no transporte de gás natural no Brasil. (Brasil Energia – 03.09.2020)

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3 Abertura do gás estimula concorrência por mercado

A abertura do mercado brasileiro de gás natural deu mais um passo, nesta semana, com a aprovação da Nova Lei do Gás, na Câmara. Na expectativa de que o novo marco legal abrirá caminho para uma maior competição, numa indústria hoje amplamente dominada pela Petrobras, empresas têm buscado se posicionar no tabuleiro, para concorrer com a estatal nesse novo negócio em construção. Produtores de gás no Brasil e fornecedores globais de GNL, como a Shell, Equinor, Repsol, Galp, Eneva e BP, e comercializadoras de gás – como a Compass (Cosan) e Gas Bridge (que conta com investimentos da Lorinvest) – despontam como candidatos a concorrentes da Petrobras nos próximos anos. (Valor Econômico – 03.09.2020)

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4 Congresso abre mercados, mas dinheiro deve demorar a aparecer

Em teoria, estão abertas as porteiras para que empresas privadas invistam em saneamento e gás; deve ser enfim destravado o investimento na tecnologia 5G e na expansão das telecomunicações em geral. Quando, quanto e se dinheiro vai aparecer em novos negócios é questão mais nebulosa. É muito improvável que empreitadas nessas áreas tenham algum papel em uma possível retomada econômica, se é que se vai ver investimento notável antes de 2022. Mas, goste-se ou não do que se passa, de privatização em particular, houve mudança legal relevante nesses setores. (Folha de São Paulo – 02.09.2020)

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5 Moody’s: aprovação de PL do Gás é passo para modernização do setor

De acordo com a agência de classificação de risco Moody’s, a aprovação do PL do Gás na última terça-feira, 1° de setembro, é um passo importante para a modernização do setor no Brasil, oferecendo um quadro regulatório e de contratos aprimorado que vai permitir a concorrência e o estímulo de até R$ 80 bilhões em investimentos anuais na cadeia de fornecimento de gás. O texto do PL do Gás ainda deve ser votado no Senado. A agência diz que o aumento da produção nos próximos anos pode levar a uma queda de até 40% nos preços, levando a custos menores de produção para os grandes consumidores. (Agência CanalEnergia – 02.09.2020)

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6 FUP diz que PL do gás vai na direção oposta ao mercado internacional

A Federação Única dos Petroleiros alerta que a entrada de vários operadores no mercado exigirá uma nova discussão sobre a regulação do setor. Para Deyvid Bacelar, coordenador geral da FUP, os países grandes produtores de gás têm empresas estatais verticalizadas atuando no setor ou possuem uma regulação elaborada em torno de uma atuação do Estado. Segundo ele, o Brasil vai na direção oposta e não está claro como a ANP irá se comportar. O coordenador da FUP também prevê forte pressão para privatização das distribuidoras de gás. (Agência CanalEnergia – 02.09.2020)

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7 Firjan afirma que nova PL do gás trará investimentos

Em comunicado à imprensa, a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro definiu a aprovação do PL como fundamental para trazer segurança jurídica e destravar investimentos que promovam a ampliação deste mercado. A federação alerta ainda que o projeto precisa avançar no Senado Federal e na sanção presidencial. “A Firjan avalia como fundamental dar celeridade nessa reta final, de modo que o gás possa contribuir com uma recuperação mais célere da atividade econômica que permeie benefícios para seus vários setores”. (Agência CanalEnergia – 03.09.2020)

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8 Shell: Nova lei do gás é excelente passo

A aprovação do novo marco do setor de gás natural pela Câmara dos Deputados foi considerada um excelente passo pelo presidente da Shell no Brasil, André Araújo. No webinar ‘Perspectivas para o setor de energia no Brasil’, realizado pela Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil, o executivo revelou que o PL conseguiu ter o apoio dos transportadores, produtores e grandes consumidores, após anos de discussão. “Encontraram um modelo que pudesse ser uma porta de entrada com uma perspectiva de competitividade”, afirmou. Segundo o executivo, o Brasil precisa de termelétricas a gás para atender a demanda de energia em uma matriz energética cada vez mais renovável. (Agência CanalEnergia – 03.09.2020)


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9 Cigás projeta crescimento de 65% no volume distribuído até 2024

A Cigás, distribuidora de gás do Amazonas, estima em 65% o crescimento do volume distribuído no estado até 2024. Em julho, a empresa distribuiu cerca de 4,5 milhões de m³/dia. Para alcançar esse objetivo, a Cigás deve investir R$ 182 milhões, como parte do seu plano de negócios, instalando mais 144 km de novos dutos, aumentando em mais de 100% a extensão de sua rede. Segundo o diretor Técnico e Comercial da companhia, Clóvis Correia Júnior, o objetivo é aumentar de 3,5 mil para 17 mil unidades de consumo conectadas à rede da empresa. A distribuidora amazonense também elabora um projeto-piloto, para ser colocado em prática em 2021, que visa a distribuição de gás natural por transporte fluvial para o interior do estado. Para solucionar o problema e diversificar o suprimento, a companhia negocia um acordo para compra de excedente de produção do Campo de Azulão com a Eneva, e está em conversação com cinco supridores de GNL para atender a demanda no estado. (Brasil Energia – 04.09.2020)

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10 Os investimentos em GNL desaparecem em 2020 à medida que o coronavírus reduz os preços do petróleo e do gás

Nenhum novo projeto de exportação de GNL pôde ser aprovado este ano pela primeira vez em pelo menos duas décadas, disseram fontes bancárias e industriais, depois que a pandemia de COVID-19 reduziu a demanda por energia e os preços a níveis históricos. Em forte contraste com o nível recorde de aprovações do ano passado para plantas de produção de GNL, a queda dramática dos preços do petróleo e gás em 2020 forçou as empresas a atrasar decisões sobre novos projetos e reduzir os investimentos em plantas existentes. O último ano em que nenhuma nova planta de exportação de GNL foi aprovada foi 1998, disse a consultoria Wood Mackenzie à Reuters, enquanto a Agência Internacional de Energia estimou que foi há pelo menos duas décadas. (Reuters – 08.09.2020)

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Regulação

1 Câmara aprova a nova Lei do Gás

A Câmara dos Deputados aprovou ontem a nova Lei do Gás, que visa aumentar a concorrência no mercado de gás natural e diminuir o custo do combustível. Até o fechamento desta edição, ainda faltava a votação de emendas ao texto, mas a expectativa do governo era a rejeição de todas e encaminhamento da proposta ao Senado. O projeto é uma das prioridades do governo Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, que promete redução de até 40% no preço do gás. A oposição rebate e diz que não haverá diminuição no custo e nem estímulo à expansão da rede de gasodutos porque isso dependeria de investimento estatal, mas que a Petrobras será excluída por lei desse mercado. (Valor Econômico – 02.09.2020)

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2 PL do Gás: Manutenção do texto é vitória para setor, dizem agentes

A aprovação pela Câmara dos Deputados do PL 6407, que traz o novo marco do Gás Natural, na noite da última terça-feira, 1º de setembro, foi bem recebida pelos agentes ouvidos pela Agência CanalEnergia. A manutenção do texto integral apresentado foi um ponto considerado vitorioso para o novo mercado, sem a qual ele não se sustentaria. Mudança para a inclusão de térmicas inflexíveis e gasodutos pairavam sobre o projeto. De acordo com o diretor técnico da Abrace, Filipe Soares, mudanças pontuais poderiam desfigurar o PL e os benefícios esperados. (Agência CanalEnergia – 02.09.2020)

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3 Tarifa de gás natural no Paraná cai 11,27%

A compagas anunciou a redução na tarifa do gás natural canalizado no Paraná. Na média, os valores das tarifas foram reduzidos em 11,27% e estão válidos desde 01/08 até 31/01 de 2021. O setor industrial, que responde por mais de 85% do volume distribuído pela companhia, obteve redução média na tarifa de 11,41% e o GNV de 13,29%. A redução na tarifa atingiu também os clientes do mercado comercial (média de 8,32%) e residencial (7,15%). Adicionalmente ao reajuste aplicado, as tarifas contam com uma redução média de 2,2%, em decorrência da aplicação da decisão judicial obtida pela Compagas que desobriga o recolhimento de PIS e COFINS sobre o ICMS que incide sobre o gás natural. (Brasil Energia – 02.09.2020)

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4 Aneel libera operação de 22,3 MW térmicos no MT

A empresa Ethanol Indústria De Combustíveis recebeu a autorização da Aneel nesta terça-feira, 1º de setembro, liberando a operação comercial da unidade geradora UG1 da termelétrica Inpasa Mutum, somando 22,3 MW de capacidade instalada em Nova Mutum (MT). (Agência CanalEnergia – 01.09.2020)

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5 Aneel restabelece unidade da UTE Pernambuco III

A Aneel decidiu restabelecer, a partir de hoje (3), a operação comercial da unidade geradora nº 10 da UTE Pernambuco III. A térmica está localizada no município de Igarassu, estado de Pernambuco, e outorgada à Termelétrica Pernambuco III. (Diário Oficial – 03.09.2020)

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6 Aneel mantém habilitação da UTE Barcarena

A diretoria da Aneel confirmou na última terça-feira, 1º de setembro, a habilitação técnica do Consórcio Novo Tempo Barcarena, vencedor do Leilão A-6 de 2019. O processo vinha sendo questionado pela Hidrovias do Brasil – Vila do Conde S.A., desde que a comissão de licitação da agência reguladora ratificou o resultado do certame A termelétrica a gás com 604,52 MW de potência será instalada em uma área cedida do porto de Vila do Conde pela Companhia Docas do Pará. Em recurso apresentado à Aneel, a Hidrovias do Brasil alegou irregularidades na documentação do consórcio, envolvendo a cessão de área pública sem licitação. (Agência CanalEnergia – 03.09.2020)

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7 Governo do Pará concede licença de instalação para UTE em Barcarena

O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), concedeu na quinta-feira (3) a licença de instalação que permite o início das obras da termelétrica Novo Tempo, localizada na Vila do Conde, em Barcarena. Segundo o governo, o investimento é estimado em R$ 1,6 bilhão e o empreendimento deve gerar 4 mil empregos. A “Novo Tempo” é uma das térmicas a gás natural vencedoras do Leilão de Energia Nova A-6, realizado em outubro de 2019. A empresa vencedora, Centrais Elétricas de Barcarena (Celba), que tem como sócias a Golar Power e a Evolution Power Partners (EPP), implantará uma unidade de geração de energia elétrica a gás natural com potência total instalada de 605 MW, e vai prover energia a partir de janeiro de 2025, em um contrato com duração de 25 anos. (G1 – 07.09.2020)

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Empresas

1 UTE Jaguatirica II recebe geradores e turbinas

A UTE Jaguatirica II, que está sendo construída pela Eneva em Boa Vista (RR), recebeu três geradores e três turbinas, sendo uma a vapor e duas a gás, dentre outros equipamentos de grande porte da segunda fase das obras. O empreendimento faz parte do projeto integrado Azulão-Jaguatirica II, vencedor do leilão de 2019 da Aneel. Com investimento de R$ 1,9 bilhão, o projeto vai produzir gás natural na Bacia do Amazonas, em Silves (AM), para abastecer a UTE que vai gerar energia para Roraima. As obras de fundações dos principais equipamentos já estão concluídas e a construção civil prossegue, com a edificação do prédio elétrico, prédio da oficina de manutenção e do setor administrativo, e também a drenagem e montagem dos tanques de armazenamento de água. Além dos três geradores e das três turbinas, já estão na planta da UTE 168 isotanques, que serão usados para armazenar o gás natural liquefeito. Ainda estão previstas para chegar à UTE em setembro as caldeiras e partes do aerocondensador, complementando os equipamentos principais nesta fase da obra. (Agência CanalEnergia – 01.09.2020)

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2 Eneva contrata Techint para a construção da UTE Jaguatirica II

A Techint Engenharia e Construção, empresa contratada pela Eneva para construir e montar a UTE Jaguatirica II (RR), está recrutando profissionais para várias funções, como montador industrial, maçariqueiro, mecânico ajustador, eletricista montador, entre outras, com prioridade para os profissionais da região. Atualmente, cerca de 880 trabalhadores atuam no canteiro de obras e a previsão é ter 1.200 funcionários no pico das obras. A Eneva já iniciou a seleção e treinamento de profissionais locais que integrarão a equipe de operação da UTE Jaguatirica II a partir da segunda metade de 2021. (Agência CanalEnergia – 02.09.2020)

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3 AES vende térmica Uruguaiana

A americana AES Corporation conseguiu se desfazer da usina termelétrica Uruguaiana (RS), ativo que destoava dos planos de ter um portfólio 100% dedicado à geração de energia renovável no Brasil. Com o desinvestimento na usina, o grupo passa a se concentrar totalmente nas fontes renováveis, através da controlada AES Tietê, consolidando no mercado brasileiro uma meta que persegue internacionalmente. “A venda de Uruguaiana representa o fechamento de um ciclo para a AES no Brasil, é o último grande marco no projeto de ser 100% renovável e com uma pegada digital”, afirmou ao Valor, Ítalo Freitas, presidente da AES Tietê. A operação, cujo valor não revelado, foi fechada com a San Atanasio Energía (Saesa), empresa argentina que comercializa gás natural e energia elétrica. (Valor Econômico – 04.09.2020)

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4 Sulgás busca fornecedores de biometano

A Sulgás recebe, até 14/9, propostas de suprimento de biometano produzido no Rio Grande do Sul e originário de produtos e resíduos orgânicos agrossilvopastoris e comerciais. A empresa visa ter o biometano como uma opção de fornecimento de energia a partir de 2021/2022. Com a Lei 15.377/2019, que alterou a Política Estadual do Biometano, e o Programa Gaúcho de Incentivo à Geração e Utilização de Biometano (RS Gás), foi possível equiparar a alíquota de ICMS deste gás mais limpo e renovável com a do gás natural, tornando-o mais viável economicamente. (Brasil Energia – 03.09.2020)

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5 Engie Brasil vê maior potencial em gás para matéria-prima

O diretor-presidente da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini, acredita que a Lei do Gás, aprovada na Câmara dos Deputados nesta terça (1º), irá favorecer o crescimento do mercado de gás por meio da inserção do combustível como matéria-prima para a indústria. Críticos ao texto aprovado na Câmara, defendiam a necessidade de incluir estímulos à construção de termelétricas a gás para promover o mercado em algumas regiões do Brasil, em que, a princípio, não haveria demanda. Sattamini concorda que o gás natural tende a ficar mais barato com nova lei – ainda precisa passar pelo Senado Federal –, viabilizando a substituição de fósseis mais poluentes. Entretanto, ressaltou a prioridade de investimentos em renováveis. (Agência Epbr – 03.09.2020)

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Internacional

1 Preço do gás natural no mercado americano

O preço do gás natural fechou na sexta (04/09) em $2.588/MMBtu (Dólares por milhão de Btu) no mercado americano. Em comparação a semana anterior houve uma queda de $0.069 e em comparação ao mesmo período no ano passado houve subida de $0.153. (EIA – 24.08.2020)

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2 Preços do GNL asiático em alta em meio a problemas de abastecimento

Os preços do GNL da Ásia subiram esta semana, uma vez que houve problemas de fornecimento na Austrália e nos Estados Unidos, enquanto vários compradores procuravam cargas. O preço médio do GNL para entrega em outubro no nordeste da Ásia LNG-AS foi estimado em US $ 4,5 por milhão de unidades térmicas britânicas (MMBtu), US $ 0,45 por MMBtu acima do nível da semana passada. Este é o preço mais alto desde o final de janeiro, mostraram dados de avaliação de preços da Reuters. (Reuters – 04.09.2020)

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3 DOE emite ordem de emergência para aliviar a crise de energia na Califórnia

O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) em 6 de setembro tomou a rara, mas drástica ação de emitir uma ordem de emergência sob o Federal Power Act (FPA) para autorizar a operação máxima de três instalações movidas a gás natural no California Independent System Operator (CAISO), cuja capacidade total foi bloqueada pela qualidade do ar federal e outras licenças. (The Power Magazine – 08.09.2020)

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4 Vitol preparada para fornecer a primeira carga de GNL de Bangladesh

A unidade asiática da trading Vitol está pronta para fornecer GNL para Bangladesh enquanto o país busca sua primeira carga spot para capitalizar os preços mais baixos do combustível super-resfriado, disseram duas autoridades de energia. Quatro traders concorreram à licitação da estatal Rupantarita Prakritik Gas Company, que no mês passado convidou 14 empresas pré-selecionadas. A empresa ofertou 138.000 metros cúbicos de LNG para entrega de 30 de setembro a 8 de outubro. (Reuters – 03.09.2020)

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5 A Chevron atrasa o reinício da unidade Gorgon LNG para outubro

A Chevron Corp disse na quinta-feira que atrasaria até outubro a reinicialização da unidade Train 2 em sua planta de GNL Gorgon na Austrália Ocidental, já que mais tempo seria necessário para reparar as soldas em seus trocadores de calor de propano. O Train 2 na segunda maior planta de GNL da Austrália está fechado desde maio para manutenção, que foi estendida depois que rachaduras foram encontradas nas caldeiras de propano da unidade de produção. A empresa esperava concluir os reparos no início de setembro. (Reuters – 03.09.2020)

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Artigos e Estudos

1 Artigo de Mauro Cianciarullo: “Panorama futuro de gasodutos e o gás para o Brasil”

Em artigo publicado pelo CanalEnergia, Mauro Iwanow Cianciarullo, engenheiro especialista em dutos pela PUC-RJ, fala sobre o panorama de reservas e fontes de gás natural, assim como a malha de gasodutos. O autor afirma que “são basicamente 4 grandes opções, o gás da Bolívia que possui reservas com 253 bcm (billions cubic meters) com uma rede de gasodutos já implantada e funcionando, o gás do Pré-Sal com reservas comprovadas de 364 bcm e sua infraestrutura de escoamento sendo desenvolvida, o GNL em navios tanques provindos de vários Países como EUA, Trinidad Tobago etc chegando aos terminais de regaseificação e ainda o gás de Xisto da Argentina (Vaca Muerta) – a segunda maior reserva do mundo com 22.712 bcm – que está em fase de análise de viabilidade econômica.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 02.09.2020)

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2 Artigo de Marcelo Gauto: “Gás de sobra, demanda de menos”

Em artigo publicado pela Agência Epbr, Marcelo Gauto, químico industrial e especialista em petróleo e gás, fala sobre regulação atuando para estimular a demanda de gás por meio da iniciativa privada. O autor afirma, “Os principais consumidores de gás natural no país são os segmentos industrial e de geração de energia elétrica. Somados, incluindo cogeração, eles representaram, em média, pouco mais de 85% da demanda pelo gás na última década. Sabendo-se disso, há um pleito de diversas entidades para que a geração térmica inflexível seja colocada na pauta de discussões do setor elétrico.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 08.09.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Marcello Matz
Pesquisadora: Cinthia Valverde
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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