IFE.UTE 14

Informativo Eletrônico – Usinas Termoelétricas nº 14 – publicado em 12 de agosto de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico de Geração Termelétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 14 – 12 de agosto de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Mercado
1
Uso global de gás deve cair 4% em 2020
2 Pandemia acelerou queda no uso de carvão mineral
3 Lei do gás pode destravar R$40 bi em investimento
4 Nova lei do gás dará impulso à indústria do Rio de Janeiro
5 EPE: Infraestrutura do gás deve se pautar por eficiência e competitividade
6 Abegás: “Relatório da Lei do Gás não soluciona gargalos do setor”

Regulação
1 Maia quer votação de Lei do Gás em até três semanas
2 Lei do Gás vira trunfo político na agenda econômica do governo
3 ME é contra emendas à Lei do Gás com “subsídio cruzado”

Empresas
1 Chinesa Spic compra participação em usinas a gás do Açu
2 Petrobras publica edital do terminal de GNL da Bahia
3 Dez grupos disputam terminal de GNL

4 Compass Gás e Energia faz registro para oferta pública de ações

5 Petrobras obtém liberação comercial para UTE em Pernambuco

6 Petrobras recebe licença de operação para UTE Canoas

7 Petrodin aposta em armazenamento de energia térmica

8 ES Gás lança chamada pública
9 Cogen, Unica e Abiogás promovem webinar sobre biogás

Internacional
1 Preço do gás natural no mercado americano
2 EIA detalha o impacto da troca de carvão para gás
3 China cumpre apenas 5% do acordo comercial de energia com os EUA
4 Afreximbank compromete $ 400 mi para o projeto Moçambique LNG

5 A POSCO da Coreia do Sul deve fornecer GNL ao Paquistão pela primeira vez
6 Os preços do GNL da Ásia atingiram a maior alta de 4 meses

Artigos e Estudos
1 Artigo GESEL sobre o mercado de biogás e saneamento urbano
2 EPE publica Fact Sheet: Nova Lei do Gás – Esclarecimentos Técnicos
3 Artigo de Marcelo Gauto (colunista) sobre perspectivas para o mercado de gás no Brasil



 

 

Mercado

1 Uso global de gás deve cair 4% em 2020

Depois de crescer mais de 2% em 2019, o uso global de gás deverá cair cerca de 4% em 2020, em decorrência da redução do consumo de energia no mundo devido à pandemia de Covid-19. Entretanto, os baixos preços de gás, bem como as políticas de ar limpo e clima, promoverão uma maior troca de fontes de energia mais poluentes, como petróleo e carvão, por gás. As previsões são do estudo Global Gas Report 2020, publicado na quinta-feira (6/8) pela International Gas Union (IGU), empresa de pesquisa BloombergNEF (BNEF) e Snam, empresa de infraestrutura internacional de gás. Essa tendência de mudança em direção ao gás já estava em andamento antes da crise sanitária, graças aos custos competitivos em setores-chave, incluindo elétrico, industrial e de transportes, e nas principais regiões, incluindo Europa, América do Norte e Ásia. Há uma oportunidade, em particular, de crescimento no GNL. (Brasil Energia – 06.07.2020)

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2 Pandemia acelerou queda no uso de carvão mineral

Pela primeira vez o mundo teve seis meses seguidos de queda nos investimentos em energia elétrica a base de carvão mineral, segundo informa o relatório Global Coal Plant Tracker. De janeiro a junho deste ano, foram contratados 18,3 GW de energia a carvão, e 21,2GW foram desativados, um declínio de 2,9GW. A retração se deve ao descomissionamento em larga escala na Europa (queda de 8,3 GW) e no Sudeste Asiático, onde novos projetos encolheram 70% desde 2015. O desaquecimento econômico provocado pela COVID-19 acelerou iniciativas de transição energética que já estavam em curso nas duas regiões por pressões climáticas e de saúde, que se tornaram mais evidentes no contexto da pandemia. A queda foi observada mesmo com a expansão do carvão na China no primeiro semestre de 2020. Os investimentos chineses representam, até agora, 90% da nova capacidade de energia a carvão proposta no ano em todo o mundo, 86% das plantas com construção iniciada e 62% do comissionamento efetivo. (Petronotícias – 06.08.2020)

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3 Lei do gás pode destravar R$40 bi em investimento

A aprovação do novo marco legal para o gás natural, proposta que tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados, pode destravar 40 bilhões de reais em investimentos, disse nesta sexta-feira o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. “Esse projeto de lei do gás, que o presidente Rodrigo Maia disse que vai colocar em votação até o final do mês, foi costurado ao longo de todo o ano de 2019 com o governo, com o Congresso Nacional…eu não tenho dúvida nenhuma de que ele vai passar tranquilamente para apreciação do Senado Federal”, disse Albuquerque, em entrevista para a Record News. “E isso proporcionará investimentos… e investimentos privados, há recursos sim, da ordem de 40 bilhões de reais”, acrescentou ele. (Reuters – 07.08.2020)

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4 Nova lei do gás dará impulso à indústria do Rio de Janeiro

A indústria de transformação no Rio de Janeiro poderá ganhar um novo impulso a partir da aprovação da Nova Lei do Gás, que deve entrar em votação na Câmara dos Deputados nos próximos dias. A avaliação é do deputado federal Christino Áureo, presidente da Frente Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável do Petróleo e Energias Renováveis (PREPER). “Eu acho que o principal ponto para o estado do Rio é quando falamos em indústria de transformação. O Rio é um dos estados que mais perdeu indústria de transformação. Isso é um processo histórico que dura já 40 anos”, pontuou Áureo. “Com o gás, o Rio poderá voltar a figurar no cenário da indústria de transformação. Porque é uma fonte de energia calorífica adequada para colocar o Rio de volta na briga. Esse é o principal ganho”, opinou. (Petronotícias – 07.08.2020)

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5 EPE: Infraestrutura do gás deve se pautar por eficiência e competitividade

Um Fact Sheet com esclarecimentos técnicos sobre a nova Lei do Gás elaborado pela EPE alerta sobre a importância dos estudos para investimentos em expansão da infraestrutura, de modo que demonstrem eficiência e competitividade. “Os setores de gás natural e energia elétrica têm potencial de crescerem juntos, de forma sustentável, desde que haja uma alocação equilibrada de custos e riscos, tomando cuidado com subsídios cruzados”, diz o documento. Além da ressalva para não promover gás barato às custas de energia elétrica cara, o estudo aponta que com a reestruturação da Petrobras, é urgente que se aprove um novo marco legal para o setor, para que ele fique mais competitivo. Acesse o Fact Sheet aqui. (Agência CanalEnergia – 07.08.2020)

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6 Abegás: “Relatório da Lei do Gás não soluciona gargalos do setor”

A redação atual do substitutivo para a nova Lei do Gás (PL 6407/2013) não irá garantir o desenvolvimento do mercado no Brasil, na avaliação do diretor de Estratégia e Mercado da Abegás, Marcelo Mendonça. Em entrevista à epbr, o executivo destacou que o principal ponto que precisa ser alterado na legislação é a adoção de térmicas inflexíveis como âncora para a demanda (e novos investimentos) no setor. O consumo sustentado pela geração de energia elétrica garantiria aportes na expansão da infraestrutura de gasodutos e unidades de processamento, as UPGNs. Para ele, o modelo defendido pelo atual projeto prioriza termelétricas flexíveis ancoradas em GNL, o que é um equívoco. “Não vai ser construído uma infraestrutura para escoar tratar e transportar sem que haja essa garantia de uma demanda firme. Esse é um ponto crucial que precisa ser desenvolvido e que o projeto não trata”, avaliou. (Agência Epbr – 07.08.2020)

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Regulação

1 Maia quer votação de Lei do Gás em até três semanas

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, (DEM-RJ) prometeu que a nova lei do Gás e o modelo do setor elétrico devem ser votados em breve pela Câmara dos Deputados. Em live realizada pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base nesta quinta-feira, 6 de agosto, o parlamentar revelou que se reuniu com o ministro Bento Albuquerque há algumas semanas. Segundo ele, os projetos “vão andar” e em duas ou três semanas a nova lei do gás deverá ir à votação. Em seguida será a vez do PL 232, que dá nova cara ao setor elétrico. (Agência CanalEnergia – 06.08.2020)

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2 Lei do Gás vira trunfo político na agenda econômica do governo

Com dificuldades para emplacar propostas polêmicas como a criação de um imposto sobre transações eletrônicas, o governo já trata a nova Lei do Gás como um triunfo na sua agenda econômica. A aposta no tema tenta sinalizar positivamente para o mercado como mais um item importante para melhorar o ambiente de negócios do País e dar mais fluidez para as atividades do setor. Embora tenha aprovado com certa facilidade o requerimento de urgência para priorizar a votação do texto na Câmara, o governo sabe que os partidos de esquerda ainda têm um pé atrás em relação ao texto que está sendo discutido. Para tentar ganhar a opinião pública para o lado da proposta, os governistas têm batido na tecla que o gás brasileiro é o mais caro do mundo e que a nova lei poderá acabar com essa situação, se for aprovada. (O Estado de São Paulo – 07.08.2020)

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3 ME é contra emendas à Lei do Gás com “subsídio cruzado”

Em nota técnica publicada nesta sexta (7), a Secretaria de Advocacia da Concorrência e Competitividade do Ministério da Economia se posicionou contra qualquer emenda ao substitutivo da Nova Lei do Gás (PL 6.407/13), que inclua “subsídio cruzado”, formação de câmaras compensatórias ou intervenção estatal na regulação do setor de gás desenhado pelo projeto, que conta com apoio do Ministério da Economia. A nota é assinada pelo secretário Geanluca Lorezon, pelo subsecretário Adriano Paranaíba e outros técnicos da pasta. O documento argumenta que medidas do tipo podem trazer custos adicionais aos usuários do sistema de gás natural. (Agência Epbr – 07.08.2020)

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Empresas

1 Chinesa Spic compra participação em usinas a gás do Açu

A chinesa State Power Investment Corporation, por meio da subsidiária Spic Brasil, assinou contrato para comprar 33% do complexo termelétrico do Porto do Açu, em São João da Barra (RJ). Com o negócio, previsto para ser sacramentado até o fim do ano, a multinacional estreia em geração a gás natural, no país, e se compromete a dividir investimentos com a Prumo Logística (do fundo EIG Global Energy Partners), Siemens e a BP, em um empreendimento de US$ 5 bilhões. O valor da transação é mantido em sigilo pelas partes. A estimativa é que a Spic entre com cerca de US$ 1,65 bilhão no projeto, uma vez que a empresa assumirá um terço dos US$ 5 bilhões que serão demandados para desenvolver o parque termelétrico do Açu, na íntegra – incluindo, nessa conta, o dinheiro já investido na primeira usina, em fase final de construção. Para ler a matéria na íntegra, clique aqui. (Valor Econômico – 11.08.2020)

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2 Petrobras publica edital do terminal de GNL da Bahia

A Petrobras publicou, na segunda-feira (3/8), o edital do processo licitatório para arrendamento do Terminal de Regaseificação de GNL da Bahia (TR-BA) e instalações associadas, no estado da Bahia. O processo está em consonância com o Termo de Compromisso de Cessação de Prática para o mercado de gás natural (TCC do gás), celebrado junto ao CADE, em julho do ano passado. “O arrendamento está alinhado à estratégia da Petrobras de melhoria na sua alocação do capital e de construção de um ambiente favorável à entrada de novos investidores no setor de gás natural”, declarou a companhia em comunicado. (Brasil Energia – 03.08.2020)

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3 Dez grupos disputam terminal de GNL

Dez grupos estão na disputa pelo arrendamento do terminal de GNL da Petrobras, na Bahia. A estatal brasileira vai licitar a unidade de regaseificação no dia 30 de setembro, numa concorrência que sedimenta o caminho para a abertura do mercado brasileiro de gás, já que permitirá ao novo operador entrar com cargas importadas na malha interligada de gasodutos do país. Grandes multinacionais manifestaram interesse no ativo, que será arrendado até o fim de 2023. A lista de pré-qualificados para a licitação inclui desde grandes fornecedoras globais de gás, como a BP, Shell, Total e Repsol até empresas com expertise na infraestrutura de GNL – casos da Golar Power, Excelerate Energy e Naturgy (por meio da Gás Natural do Brasil ). Já entre as brasileiras estão a comercializadora Compass (Cosan), a Eneva e a distribuidora local Bahiagás. (Valor Econômico – 04.08.2020)

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4 Compass Gás e Energia faz registro para oferta pública de ações

A Compass Gás e Energia realizou nesta segunda-feira o registro para uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), indicou a empresa em documento ao mercado. A companhia, que é controlada pela Cosan, disse que planeja levantar capital para adquirir empresas e participar de privatizações, além de fortalecer sua posição de caixa. A empresa não revelou o número de ações que serão ofertadas ou o valor que pretende levantar com o IPO. (Reuters – 03.08.2020)

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5 Petrobras obtém liberação comercial para UTE em Pernambuco

A superintendência de fiscalização dos serviços de geração da Aneel decidiu liberar nessa segunda-feira, 3 de agosto, a operação comercial da segunda unidade geradora (50 MW) da termelétrica da Refinaria Abreu e Lima, de posse da Petrobras no município de Ipojuca (PE). O despacho nº 2.275, publicado no DOU, também autoriza o funcionamento da primeira unidade (50 MW) para fins de contabilização de sua produção. O empreendimento possui um total de 200 MW previsto para operação. (Agência CanalEnergia – 03.08.2020)

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6 Petrobras recebe licença de operação para UTE Canoas

A Petrobras recebeu, em 14 de julho deste ano, da da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), a Licença de Operação para a geração de energia elétrica da UTE Canoas, com data de validade até 27/01/2025. A licença inclui a utilização do gás natural ou do óleo combustível para turbinas elétricas, com capacidade de 250 MW em ciclo combinado, além da operação da Linha de Transmissão LT 230 KV Ramal SE CNAE 2/CIN – GRA 2.C1. (Diário Oficial – 06.08.2020)

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7 Petrodin aposta em armazenamento de energia térmica

A Petrodin, empresa nacional de gerenciamento de embarcações, contratos, projetos e investimentos offshore, criou uma divisão de negócios sustentáveis e contratou a sueca Azelio, detentora de sistema de armazenamento de energia térmica que pode ser convertido em eletricidade, com planos de trazer a tecnologia ao Brasil. Os potenciais compradores são cooperativas e concessionárias que atendam localidades em sistemas isolados. Em entrevista ao EnergiaHoje, Mats Rosengren, diretor da Petrodin Energia Híbrida, explica que a energia térmica é armazenada em um recipiente contendo liga de alumínio reciclado, sendo aquecida a temperatura de 600 °C, e um motor tipo stirling, com zero emissões, alimentado por calor, gerando energia elétrica através de um gerador acoplado. (Brasil Energia – 07.08.2020)

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8 ES Gás lança chamada pública

A distribuidora regional do Espírito Santo, ES Gás, lançou chamada pública para fornecimento de gás natural a partir de 1º janeiro de 2021. Os interessados devem enviar proposta comercial até setembro. O edital prevê diferentes modalidades de contratação – firme, interruptível, disponibilidade e customizada – que divergem em relação à possibilidade de interrupção do fornecimento pela distribuidora ou pelo fornecedor. A ES Gás analisará também ofertas de gás biometano. (Brasil Energia – 07.08.2020)

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9 Cogen, Unica e Abiogás promovem webinar sobre biogás

A Cogen, a Unica e a Abiogás promovem nesta quinta-feira, 13 de agosto, às 10 horas um webinar sobre como impulsionar o potencial do biogás no setor sucroenergético. Também estará em pauta o início do impacto do processo de modernização do setor elétrico brasileiro. O debate contará com apresentações do secretário-adjunto do MME, Hélvio Guerra, da coordenadora em Negócios de Geração Distribuída da Raízen, Bárbara Rubim e do diretor comercial de Novos Produtos da Cocal, André Gustavo. Os interessados em participar devem confirmar presença pelo e-mail rosemeire@cogen.com.br ou pelo telefone (11) 3815-4887/-0031. (Agência CanalEnergia – 10.08.2020)

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Internacional

1 Preço do gás natural no mercado americano

O preço do gás natural fechou na segunda (10/08) em $2.153/MMBtu (Dólares por milhão de Btu) no mercado americano. Em comparação a semana anterior houve uma subida de $0.052 e em comparação ao mesmo período no ano passado houve subida de $0.034. (EIA – 28.07.2020)

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2 EIA detalha o impacto da troca de carvão para gás

As concessionárias dos EUA fizeram um movimento significativo para se afastar da geração de energia a carvão na última década, evidenciado por um fluxo contínuo de desativação de usinas a carvão. Essa transição foi parcialmente impulsionada pela nova geração de recursos renováveis, como energia eólica e solar. Novos dados da Energy Information Administration (EIA) divulgados em 5 de agosto, porém, mostram que grande parte dessa transição ocorreu quando os geradores reaproveitaram as usinas a carvão para funcionar com gás natural ou construíram novas usinas movidas a gás para substituir a eletricidade gerada pela queima carvão. O EIA na quarta-feira disse que 121 usinas elétricas a carvão dos EUA foram reaproveitadas para queimar outros combustíveis entre 2011 e 2019. A agência disse que 85% dessas usinas foram convertidas para gás ou substituídas por usinas movidas a gás natural. Essa mudança de carvão para gás foi impulsionada não apenas por regulamentações de emissões mais rígidas, mas também por preços consistentemente mais baixos para o gás natural. (Power Magazine – 05.08.2020)

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3 China cumpre apenas 5% do acordo comercial de energia com os EUA

A China comprou apenas 5% dos US $ 25,3 bilhões em produtos energéticos dos Estados Unidos no primeiro semestre de 2020, ficando bem aquém de seus compromissos de acordos comerciais em um momento em que as relações entre as duas principais economias já estão azedas. As importações chinesas de petróleo bruto, GNL, carvão metalúrgico e outros produtos de energia totalizaram cerca de US $ 1,29 bilhão este ano até junho, de acordo com cálculos da Reuters baseados em dados alfandegários da China. (The New York Times – 04.08.2020)

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4 Afreximbank compromete $ 400 mi para o projeto Moçambique LNG

O Banco Africano de Exportação e Importação, com sede no Cairo, comprometeu US $ 400 milhões em empréstimos e garantias para o projeto de GNL de US $ 20 bilhões, disse o credor multilateral na quinta-feira. O movimento do Afreximbank segue um compromisso semelhante para a mesma quantia pelo Banco Africano de Desenvolvimento no mês passado. (Reuters – 06.08.2020)

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5 A POSCO da Coreia do Sul deve fornecer GNL ao Paquistão pela primeira vez

A POSCO International Corp da Coréia do Sul deve fornecer GNL ao Paquistão pela primeira vez, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto. A Posco ofereceu a menor oferta de 7,9673% dos preços do petróleo bruto Brent para o fornecimento de uma carga de GNL para o Paquistão entregue entre 12 e 13 de setembro, de acordo com um aviso postado no site da Pakistan LNG. (Reuters – 05.08.2020)

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6 Os preços do GNL da Ásia atingiram a maior alta de 4 meses

Os preços do GNL da Ásia subiram para uma alta de mais de quatro meses esta semana, acompanhando os preços do gás mais firmes na Europa e nos Estados Unidos, e como as principais cidades no norte da Ásia enfrentam um clima mais quente que o normal, potencialmente aumentando a demanda. O preço médio do GNL para entrega em setembro no nordeste da Ásia LNG-AS foi estimado em cerca de US $ 3,10 por milhão de unidades térmicas britânicas (mmBtu) nesta semana, 40 centavos a mais que na semana anterior. Os preços das cargas a serem entregues em outubro foram estimados em cerca de US $ 3,50 por mmBtu. (Reuters – 07.08.2020)

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Artigos e Estudos

1 Artigo GESEL sobre o mercado de biogás e saneamento urbano

Em artigo publicado pelo GESEL, Cinthia Valverde, pesquisadora júnior, e Marcello Matz, pesquisador associado, falam sobre o potencial do mercado de biogás no Brasil com uso de fontes de geração de resíduos sólidos urbanos. Os pesquisadores afirmam, “apesar da capacidade de produção instalada ser majoritariamente de fonte agropecuária, fica claro que a fonte residual urbana poderia ser melhor aproveitada, pois apresenta um maior potencial de geração.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 11.08.2020)

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2 EPE publica Fact Sheet: Nova Lei do Gás – Esclarecimentos Técnicos

A Nova Lei do Gás que vem sendo discutida no Projeto de Lei 6.407/2013 tem o potencial de fomentar a indústria de gás natural no Brasil, no sentido de aumento da produção e competitividade do gás nacional, ampliação de investimentos em infraestrutura e criação de um ambiente favorável à redução dos preços para todos os consumidores. Neste sentido a EPE apresenta, de maneira sucinta, esclarecimentos técnicos sobre o referido Projeto de Lei, considerando toda a infraestrutura de gás natural, bem como aspectos relacionados à integração dos setores de gás natural e energia elétrica. Acesse o Fact Sheet aqui. (EPE – 06.08.2020)

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3 Artigo de Marcelo Gauto (colunista) sobre perspectivas para o mercado de gás no Brasil

Em artigo publicado pela Agência EPBR, Marcelo Gauto, colunista da epbr e Fernanda Delgado, professora da FGV falam sobre o futuro acerca do mercado de gás, quanto a disponibilidade de oferta e aprovação da lei do gás. Os autores afirmam, “a oferta de gás do pré-sal deve crescer bastante nos próximos anos, bem como a entrada de novos players no mercado, fomentado pelo novo marco regulatório e pelo TCC da Petrobras. Os novos agentes poderão seguir o “preço de paridade com o óleo”, mantendo a atual estrutura de preços ou impor descontos para conquistar espaço, gerando uma mudança de paradigma na atual forma de precificar o gás.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL – IE – UFRJ – 07.08.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Marcello Matz
Pesquisadora: Cinthia Valverde
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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