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Informativo Eletrônico – Tecnologias Exponenciais nº 10 – publicado em 05 de agosto de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico de Tecnologias Exponenciais – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 10 – 05 de agosto de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Transição Energética
1
Projeto de lei de eólicas offshore será apresentado no Senado
2 Mercado solar desacelera, mas ainda cresce
3 Empresas concluem P&D sobre planejamento da expansão do setor elétrico
4 ‘No pós-pandemia, retomada econômica terá de ser sustentável’, diz presidente da Abeeólica
5 Novas empresas investem em Hidrogênio Verde

Geração Distribuída
1 Estudo mostra perfil de público de solar
2 PV Operation e Portal Solar passam a oferecer gestão de GD
3 Mori amplia serviço de solar por assinatura
4 Amerisolar Brasil prevê iniciar produção de painéis solares em novembro
5 Efrain Cruz (Aneel): subsídios para GD talvez seja o mais sociável do setor elétrico
6 Importação de módulos fotovoltaicos aumenta no semestre
7 Instituto instala GD solar e lança curso na área
8 Solar Group inaugura fábrica de estruturas para geração solar em SP

Armazenamento de Eletricidade
1 Araxá Energia busca investidores para avançar em renováveis e baterias
2 Panasonic promete fornecer à Tesla baterias com densidade 20% maior
3 Toyota: Desenvolvimento de baterias sólidas até 2025

4 ThermoLite lança painéis solares para veículos

5 Com armazenamento, solar se torna a fonte mais competitiva

6 Maior fábrica de baterias do mundo será inaugurada em 2021

Mobilidade Elétrica
1 Copel testa caminhão elétrico
2 VWCO e CPFL firmam parceria para P&D de mobilidade elétrica no Brasil
3 Wood Mackenzie: Previsão de queda de 43% nas vendas de veículos elétricos
4 AES Tietê aposta em eletromobilidade

5 Siemens desenvolve aplicativo para eletromobilidade no Brasil
6 Brasília coloca mais quatro ônibus elétricos em operação

Digitalização do Setor Elétrico
1 Cemig investe R$ 200 mi para automação da rede
2 Equatorial soma mais de 3 mi de atendimentos pelo WhatsApp
3 Furnas abre chamada de P&D
4 Light amplia eficiência com novo sistema logístico

5 Copel instala medidores inteligentes em Ipiranga
6 Itaipu apresenta projeto de bairro inteligente
7 Cemig SIM seleciona startups junto a FIEMG Lab

Eventos
1 GESEL disponibiliza vídeo do Webinar “Hidrogênio e a Transição Energética”
2 Webinar GESEL: “Visão da mobilidade elétrica no mundo”
3 Webinar: Mudanças climáticas & recuperação econômica – Propostas para uma Recuperação Verde na América Latina

Artigos e Estudos
1 Artigo GESEL: “Brasil e os Planos de Recuperação Econômica Sustentáveis”
2 Artigo de Ivo Leandro Dorileo (SBPE) sobre o papel da energia nuclear na transição energética
3 Artigo GESEL: “O Papel do setor elétrico nos Planos de Recuperação Econômica pós pandemia da União Europeia”
4 Artigo da Wood Mackenzie: “Como a pandemia irá retardar – e acelerar – a modernização da rede”


 

 

 

 

Transição Energética

1 Projeto de lei de eólicas offshore será apresentado no Senado

Está pronto texto de novo projeto de lei que cria o marco regulatório da geração eólica offshore. O PL será apresentado pelo Senador Jean-Paul Prates (PT-RN). Segundo Darlan Santos, o projeto de lei se baseou nas experiências de regulamentações internacionais. Para ele, o texto do marco regulatório, que não pode vir a público antes da apresentação no Senado, define processos para se tornar possível a implantação da fonte no Brasil, permitindo por exemplo que a Aneel crie protocolos orientativos específicos para requerimento de outorga, que os estados definam procedimentos para elaboração de estudos ambientais para licenciamento ou para a EPE instituir leilões para a fonte participar, entre outros pontos. (Brasil Energia – 27.07.2020)

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2 Mercado solar desacelera, mas ainda cresce

O mercado de geração de energia solar fotovoltaica manteve a tendência de crescimento no primeiro semestre deste ano, mas sofreu com a pandemia e a pressão de custos por causa da disparada do dólar. É o que mostra um estudo da consultoria Greener. Segundo a pesquisa, o volume de importação de módulos fotovoltaicos – termômetro da demanda do mercado – atingiu 2,49 GW entre janeiro e junho, aumento de 93% frente à primeira metade de 2019. Mas, na comparação trimestral, houve recuo de 40% entre o primeiro e o segundo trimestre. Os dados se referem a compras direcionadas tanto a usinas de grande porte, quanto às de geração distribuída. Entre os dois segmentos, a geração distribuída foi o que sentiu maior impacto da crise. (Valor Econômico – 30.07.2020)

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3 Empresas concluem P&D sobre planejamento da expansão do setor elétrico

Foi concluído, no último mês, o projeto Matriz Energética e Aprimoramento da Sistemática de Inserção Ambiental no Planejamento da Expansão do Sistema Elétrico – ou “Projeto Sinapse”. Trata-se de uma parceria entre várias empresas do setor elétrico – proposta pela Companhia Energética Candeias, com participação da Cemig – dentro do P&D regulado pela Aneel. O objetivo da iniciativa foi desenvolver uma metodologia para a análise integrada de aspectos técnicos-econômicos e socioambientais associados ao planejamento da geração de energia em médio e longo prazos, baseando-se em indicadores de competitividade e sustentabilidade das diferentes fontes geradoras. O projeto contribui para aprimorar a sistemática de inserção da variável ambiental no planejamento da expansão da oferta de energia elétrica no Brasil. (Brasil Energia – 30.07.2020)

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4 ‘No pós-pandemia, retomada econômica terá de ser sustentável’, diz presidente da Abeeólica

“Sem dúvida, a retomada econômica, pós-pandemia, será de forma sustentável. Não é uma moda”, avalia a presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Gannoum. Na avaliação dela, esse movimento não tem volta, até porque as empresas precisam cumprir metas estabelecidas de redução de emissões. Nesse cenário, a energia eólica tem muito a contribuir pelas características. É limpa, o preço da geração é competitivo e há um enorme potencial a ser explorado Brasil afora. “O futuro é renovável, competitivo e sem subsídio”, diz a executiva. A multinacional brasileira de tecnologia Tivit captou bem essa cultura. Na sua primeira experiência no setor, a empresa firmou parceria para ser autoprodutora com a Casa dos Ventos e abastecer 100% do consumo do grupo. O gasto com energia elétrica representa entre 7% e 8% dos custos da empresa. (O Estado de São Paulo – 02.08.2020)

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5 Novas empresas investem em Hidrogênio Verde

As empresas Iberdrola, Uniper e NextEra entraram no mercado de hidrogênio. Até o momento, anúncios em larga escala no setor de hidrogênio foram feitos por empresas como Shell, BP e Equinor, geralmente envolvendo planos para atender a grandes fontes de demanda existente em clusters industriais e, em alguns casos, suas próprias operações de refino de petróleo. Mas grandes empresas de energia na Europa e na América do Norte, atores cada vez maiores no cenário global de energia, não ficam para trás. Nos EUA, a NextEra anunciou recentemente um eletrolisador de 20 MW, essencialmente projetado para produzir hidrogênio verde para autoconsumo em uma planta a gás na Flórida. O projeto piloto de US $ 65 milhões será financiado pelos amplos recursos solares do Estado da Flórida, com o hidrogênio misturado na matéria-prima da usina de gás Okeechobee de 1,75 GW. Enquanto isso, a concessionária alemã Uniper revelou uma nova estratégia de descarbonização com o fabricante de turbinas a gás GE. Com base em uma parceria com a Siemens, os dois gigantes industriais ajudarão a Uniper a converter gradualmente sua frota de energia de gás em hidrogênio, e a Siemens também trabalhará na infraestrutura de eletrólise da empresa. Completando os anúncios recentes, a Iberdrola revelou planos para construir um projeto de eletrolisador de 20 MW para uma fábrica de amônia na Espanha. O sistema incluirá uma planta solar de 100 MW e uma bateria de 20 MWh, além do eletrolisador. (GreenTech Media – 03.08.2020)

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Geração Distribuída

1 Estudo mostra perfil de público de solar

Em relação ao perfil dos proprietários de sistemas fotovoltaicos, o estudo consultoria Greener observou que um público cada vez mais jovem tem investido nesse tipo de geração. Em 2017, 22% das pessoas físicas donas de sistemas fotovoltaicos possuíam menos de 50 anos – essa fatia subiu para 55% neste ano. Em paralelo, pessoas com renda intermediária também estão investindo mais em sistemas próprios de geração, atraídas pelos benefícios econômicos e pelo apelo ambiental, diz Takata. Em sua avaliação, esses movimentos refletem a queda dos preços dos equipamentos, a maior oferta de serviços e também o aumento de opções de financiamento. (Valor Econômico – 30.07.2020)

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2 PV Operation e Portal Solar passam a oferecer gestão de GD

O Portal Solar e a PV Operation, companhia criada em 2019 pela ElektSolar, que atua com capacitação e treinamentos para profissionais do mercado fotovoltaico nacional, fecharam um acordo. O objeto dessa parceria é oferecer apoio para realizar o monitoramento e a operação de usina de forma remota para os clientes do portal que adquirirem seus sistemas de geração distribuída. O serviço será oferecido sem custos adicionais. A estimativa é de que essa medida pode trazer um ganho de eficiência de até 10%. A proposta da parceria é unir a experiência consolidada e a estrutura da PV Operation de operação remota de grandes usinas solares com o canal de vendas do Portal Solar. Cerca de 300 clientes já utilizam o software. A meta é alavancar o número de usuários para 4 mil até o final do ano. (Agência CanalEnergia – 30.07.2020)

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3 Mori amplia serviço de solar por assinatura

A Mori Energia, empresa que atua em geração compartilhada solar, está ampliando seus serviços para clientes residenciais e produtores rurais de Minas Gerais. A partir de agosto, esses consumidores poderão contratar o serviço de energia solar por assinatura, que permite uma economia de 12% a 20% na tarifa de energia, sem necessidade de investimento inicial ou fidelização. No plano residencial, é preciso que a pessoa tenha um consumo médio a partir de R$ 300. Já para planos comerciais ou rurais, a média deve ser a partir de R$ 500. Os descontos são progressivos, de acordo com o período contratado. (Brasil Energia – 30.07.2020)

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4 Amerisolar Brasil prevê iniciar produção de painéis solares em novembro

A Amerisolar Brasil, joint venture entre empresários brasileiros e a fabricante chino-americana Amerisolar, prevê iniciar a produção de painéis solares em novembro. A fábrica está em fase de implantação no município de Confins, em Minas Gerais. A previsão é que 30 mil painéis solares sejam fabricados por mês e que o faturamento no primeiro ano seja de R$ 100 milhões. O primeiro modelo a ser produzido será o monocristalino half cell de 375 watts. Além de atender ao mercado interno, a empresa pretende exportar 50% da produção para todo o continente americano, disse o CEO da Amerisolar Brasil, Gustavo Henrique de Almeida. Os painéis solares serão destinados tanto ao mercado de geração distribuída quanto de geração centralizada, e as vendas serão feitas para empresas integradoras. (Brasil Energia – 30.07.2020)

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5 Efrain Cruz (Aneel): subsídios para GD talvez seja o mais sociável do setor elétrico

A Aneel quer retomar a discussão com os agentes sobre a revisão das regras para geração distribuída. Na última quinta-feira, 30 de julho, o novo relator do processo, Efrain Cruz, participou de evento virtual com representantes da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD). Para o regulador, a GD é uma das fontes mais democráticas do setor elétrico hoje e, portanto, merece a atenção da agência. “Hoje a gente observa que, ainda que venhamos a falar de algum tipo de subsídios [para GD], talvez seja o subsídio mais sociável do setor elétrico”, disse. Em seguida Efrain apresentou um gráfico com vários subsídios existentes no setor elétrico que superam os concedidos à geração distribuída. (Agência CanalEnergia – 31.07.2020)

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6 Importação de módulos fotovoltaicos aumenta no semestre

O Brasil importou 2,49 GW de módulos fotovoltaicos no primeiro semestre deste ano, contando geração centralizada e distribuída. É um volume 92% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, segundo o Estudo Estratégico de GD da consultoria Greener lançado na sexta-feira (31/07). Quando comparado ao semestre imediatamente anterior, o volume representa uma redução de 12%, refletindo uma parte dos efeitos da Covid-19 no mercado. Contudo, historicamente, os segundos semestres têm mais instalações de geração distribuída do que os primeiros. A consultoria estima que existem 14.200 empresas integradoras no setor fotovoltaico. (Brasil Energia – 31.07.2020)

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7 Instituto instala GD solar e lança curso na área

O Instituto Ramacrisna fechou uma parceria com a Rotary Internacional para viabilizar a instalação de uma usina solar de 60 Kw de potência dentro da Instituição, num projeto financiado pelo Subsídio Global da associação de clubes de serviços e que permitirá uma economia de 90% na fatura de energia a partir de agosto, além ter possibilitado a criação de um novo módulo no curso de eletricista instalador e padronista – de montagem, manutenção e instalação de painéis fotovoltaicos. (Agência CanalEnergia – 31.07.2020)

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8 Solar Group inaugura fábrica de estruturas para geração solar em SP

A Solar Group, empresa especializada em sistemas de fixação para o mercado de energia solar, inaugurou uma nova fábrica, em Santana do Parnaíba (SP), informou a companhia. Com investimentos de R$ 19 milhões, a nova unidade foi construída para atender ao crescimento de pedidos do grupo. A nova fábrica possui capacidade quatro vezes maior que a linha de montagem localizada em Itapevi (SP). A unidade de estruturas de fixação metálicas vai atender aos mercados interno e latino-americano de energia solar fotovoltaica na geração distribuída. (Valor Econômico – 31.07.2020)

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Armazenamento de Eletricidade

1 Araxá Energia busca investidores para avançar em renováveis e baterias

A Araxá Energia está se estruturando para se tornar uma plataforma de investimentos em energias renováveis e baterias urbanas, inspiradas no modelo de incorporação utilizado pelo mercado imobiliário. Para tanto, a companhia quer estreitar o relacionamento com investidores de médio porte. A empresa está certa de que a indústria de carros elétricos contribuirá para desenvolvimento do mercado de baterias e para a mudança de mindset do consumidor. A companhia tem uma carteira de 6 GW em projetos para geração centralizada em diferentes fases de desenvolvimento. Ainda este ano a Araxá pretende retornar ao mercado de GD e lançar uma empresa de baterias, assim que chegar ao fim do período de não competição com Engie. (Agência CanalEnergia – 27.07.2020)

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2 Panasonic promete fornecer à Tesla baterias com densidade 20% maior

Apesar dos planos da Tesla de introduzir baterias criadas pela própria empresa, sua atual fornecedora Panasonic pretende melhorar suas baterias como alternativa, de acordo com a notícia da agência Reuters. Assim, no período de dois a três anos, as baterias Panasonic 2170, das quais são montadas as células do Tesla Model 3 e Model Y, estarão completamente livres de cobalto. Em cinco anos, o aumento de capacidade já será de 20%, promete a empresa japonesa. Em outras palavras, se a Tesla não reduzir o número de baterias nas células do Tesla Model 3, sua capacidade poderá aumentar dos atuais 75 quilowatt-hora para 90 quilowatt-hora, e ainda assim o custo devido ao abandono do cobalto será reduzido. Ao mesmo tempo, a própria Tesla pretende começar a fabricar suas próprias baterias, das quais só se sabe que elas serão mais baratas que as atuais e que seus recursos serão suficientes para rodar um veículo elétrico por 1,6 milhão de quilômetros. (Inside EVs – 01.08.2020)

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3 Toyota: Desenvolvimento de baterias sólidas até 2025

A Toyota quer ganhar terreno no mercado de carros elétricos com uma tecnologia muito importante: baterias de material sólido. As atuais tem estado líquido por dentro das células. Segundo o site Automotive News, o foco da Toyota é começar a oferecer nos carros de série a nova tecnologia em 2025. As baterias de estado sólido, em relação as atuais, que são de íons de lítio, tem maior densidade de energia. Isso garante que elas podem armazenar mais energia em pacotes menores e mais leves. As recargas serão mais rápidas e, com menos peso, os carros terão melhor aproveitamento da energia em termos de autonomia. O especialista da Toyota, Keiji Kaita, diz que a expectativa é de recarga total em menos de 15 minutos Kaita diz ainda que, apesar de mais caras, a Toyota projeta que, talvez, seja possível manter até 90% do desempenho da bateria por até 30 anos. (O Estado de São Paulo – 29.07.2020)

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4 ThermoLite lança painéis solares para veículos

A Thermo King, que atua no controle de temperatura para o transporte, lançou painéis solares que podem ser instaladas em caminhões de diferentes portes, prometendo aumento da vida útil da bateria em até três vezes e economia de combustível. Com a intensificação no uso de acessórios que necessitam de energia no interior dos caminhões, como carregador de celulares, rastreadores, climatizadores e até eletrodomésticos, as baterias têm sido mais demandadas. Com a geração solar, consumo de energia pode ocorrer mesmo com o caminhão desligado. Além disso, os painéis facilitam o carregamento total da bateria. (Brasil Energia – 31.07.2020)

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5 Com armazenamento, solar se torna a fonte mais competitiva

Com armazenamento de energia, a energia solar se torna a fonte mais confiável na Califórnia, superando a eólica e o gás natural na capacidade de fornecer energia nos horários de maior demanda. Um projeto de geração solar que armazene energia por quatro horas terá uma capacidade de despachar energia para o grid de 99,8%, mostra um estudo encomendado pela Comissão de Serviços Públicos da Califórnia. O estudo comparou a “despachabilidade” de diversas fontes de energia – ou seja, a capacidade efetiva das fontes de produzir energia quando o sistema mais necessita – e os cenários possíveis quando se acrescenta o uso de sistemas de armazenamento. O resultado seria considerado desastroso para a fonte solar, que teria uma despachabilidade de apenas 4%. Mas basta que se acrescente quatro horas de armazenamento para que o cenário mude completamente, com a fonte solar alcançando uma capacidade de fornecer energia nos horários de maior demanda de 99,8%, o que a torna plenamente confiável. Comparada à energia eólica, a solar se mostra mais apta a carregar as baterias. “Então o caminho é acoplar cada vez mais soluções solares com o armazenamento, e isto torna a viabilidade de usinas a gás natural cada vez mais difícil, ou seja, haverá cada vez mais geração renovável de energia”, diz Markus Vlasits, coordenador do Grupo de Trabalho de Armazenamento da Associação Brasileira de Energia Solar (ABSOLAR) e CEO da New Charge, empresa que desenvolve soluções de geração e armazenamento de energia elétrica. (Portal Solar – 01.08.2020)

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6 Maior fábrica de baterias do mundo será inaugurada em 2021

A fabricante sueca de baterias Northvolt anunciou que levantou US $ 1,6 bilhão em dívidas, mais do que dobrando seu capital ao preparar sua primeira instalação de produção. A Northvolt está em processo de construção de sua primeira fábrica, a Northvolt Ett, no norte da Suécia, com a segunda, a Northvolt Zwei, prevista para ser inaugurada na Alemanha em alguns anos. No verão passado, a startup disse que tinha um estoque de pedidos no total de US $ 13 bilhões e, no início deste mês, adicionou outros pedidos de US $ 2,4 bilhões da BMW. O novo financiamento da dívida será usado para ajudar a Northvolt Ett a entrar em produção no próximo ano, começando com 16 GWh de produção com potencial para escalar para 40 GWh. Northvolt Zwei tem como foco de entrar em operação comercial em 2024. Desde sua fundação, há apenas quatro anos, a Northvolt desenvolveu um relacionamento próximo com vários parceiros e clientes em potencial, incluindo ABB, Siemens, Vattenfall e Volkswagen. Em maio, a Volkswagen pagou 450 milhões de euros pela participação de 50% na Northvolt Zwei. (Greentech Media – 29.07.2020))

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Mobilidade Elétrica

1 Copel testa caminhão elétrico

A Copel vai testar nesta semana a utilização de um caminhão elétrico para transporte de materiais entre Curitiba e municípios da Região Metropolitana, do Litoral e dos Campos Gerais do Paraná. O veículo é da chinesa JAC Motors, tem um peso bruto total de 7,5 toneladas e é o único deste porte disponível no mercado brasileiro. O caminhão tem autonomia para até 200 quilômetros de rodagem. O fabricante estima que o custo total por quilômetro rodado seja 4 a 5 vezes menor, na comparação com a alimentação a óleo diesel. (Brasil Energia – 27.07.2020)

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2 VWCO e CPFL firmam parceria para P&D de mobilidade elétrica no Brasil

A Volkswagen Caminhões e Ônibus e a CPFL firmaram uma nova parceria na área de mobilidade elétrica no Brasil, dentro do programa de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Aneel. As empresas informam que o acordo prevê a criação de um laboratório de mobilidade elétrica em Indaiatuba (SP), onde está localizada uma das sedes operacionais da CPFL, no qual será desenvolvido um projeto piloto para substituir 100% da frota de veículos operacionais por seus equivalentes elétricos, além do desenvolvimento de sistema inteligente de recarga para os veículos. Renato Povia, diretor de estratégia e inovação da CPFL, afirma que até 2024 a empresa tem planos de investir mais de R$ 96 milhões em projetos para fomentar a mobilidade elétrica no Brasil por meio de projetos de pesquisa e desenvolvimento fomentados pela Aneel. O projeto contará com a participação de outros atores, dentre eles, o Gesel/UFRJ, que é o braço acadêmico do projeto para realizar estudos sobre impactos ambientais, regulação e incentivos, experiência do usuário, entre outros. (Automotive Business – 27.07.2020)

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3 Wood Mackenzie: Previsão de queda de 43% nas vendas de veículos elétricos

Um relatório da consultoria britânica Wood Mackenzie, divulgado na semana passada, foi pessimista em relação ao futuro imediato dos elétricos. A previsão é de que haverá uma queda de 43% no setor, passando de 2,2 milhões de veículos vendidos em 2019 para 1,3 milhão em 2020 (contra uma estimativa de queda de 12% nas vendas de veículos com motor a combustão). O documento ressalta que os carros elétricos são particularmente expostos à crise por ainda serem considerados uma “compra premium” e porque sua rede de fornecedores de componentes é muito recente, portanto, mais suscetível a abalos econômicos. (O Globo – 28.07.2020)

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4 AES Tietê aposta em eletromobilidade

A AES Tietê dá continuidade a projeto de P&D desenvolvido na chamada estratégica 22 da Aneel e busca parcerias para novos modelos de negócios no segmento da eletromobilidade. O projeto, desenvolvido com a startup movE e iniciado em março de 2019, resultou em uma plataforma de gerenciamento de eletropostos. O aplicativo apoia tanto o condutor do carro elétrico como o dono da estação de recarga. Para uma nova fase do projeto, com duração de 30 meses e investimento de cerca de R$ 5,4 milhões, foram firmados acordos com duas outras empresas: Barassa & Cruz Consulting, consultoria especializada em eletromobilidade que será responsável pelos estudos regulatórios e de mercado necessários, e a Electric Mobility Brasil, fornecedora de infraestrutura de recarga. Atualmente, a companhia busca parcerias junto às montadoras e outras empresas que tenham interesse em realizar provas de conceito. (Brasil Energia – 28.07.2020)

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5 Siemens desenvolve aplicativo para eletromobilidade no Brasil

A Siemens planeja começar a rodar no começo de 2021 um aplicativo, o E-Car, que pretende facilitar a gestão de informações sobre mobilidade elétrica no Brasil, envolvendo diversos agentes para intercambiar informações que precisarão ser fornecidas em grande volume para o novo mercado potencial do segmento. Entre as informações que serão disponibilizadas, estão o potencial de energia elétrica para a instalação de pontos de recarga ultrarrápidos em determinada região, qual empresa opera cada eletroposto nas vias, o tempo necessário para recarregar a bateria do veículo em diferentes locais durante uma viagem e o custo a ser pago pela eletricidade em regiões distintas. O modelo de negócios em estudo enxerga os eletropostos e concessionários como clientes diretos. (Brasil Energia – 30.07.2020)

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6 Brasília coloca mais quatro ônibus elétricos em operação

Brasília acaba de colocar mais quatro ônibus elétricos para circular por suas ruas e avenidas. Os veículos foram entregues pela BYD à Viação Piracicabana, sendo incorporados à linha 0.108. O modelo é o D9W e pode chegar a até 250 quilômetros de autonomia. Segundo a Viação, a recarga total das baterias leva em média quatro horas e será realizada no pátio da própria empresa, que até então possuía dois carros movidos a bateria. Agora, com seis em operação, é prevista uma redução de 110 toneladas ao ano de CO2 na atmosfera, contribuindo na questão ambiental, além de menos custo operacionais em comparação ao convencional à combustão. (Agência CanalEnergia – 03.08.2020)

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Digitalização do Setor Elétrico

1 Cemig investe R$ 200 mi para automação da rede

A Cemig anunciou que está investindo R$ 200 milhões para instalação de equipamentos destinados a automatização do sistema elétrico de Minas Gerais, envolvendo aproximadamente 614 cidades em todas as regiões de sua concessão. A modernização está sendo feita por meio de religadores e outros equipamentos, em melhorias que devem ser concluídas até o final do ano. (Agência CanalEnergia – 28.07.2020)

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2 Equatorial soma mais de 3 mi de atendimentos pelo WhatsApp

Com quase um ano e meio de funcionamento, a assistente virtual de atendimento com inteligência artificial do Grupo Equatorial passou a marca de 3 milhões de interações realizadas, dentro de um espectro de mais de 7,6 milhões de consumidores de energia elétrica entre os quatro estados que a companhia fornece energia. Atualmente o serviço é realizado através de mensagem de texto via WhatsApp. (Agência CanalEnergia – 28.07.2020)

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3 Furnas abre chamada de P&D

Furnas abriu edital para programa de pesquisa e desenvolvimento (P&D). São 33 temas de áreas como fontes alternativas de geração de energia elétrica, inteligência e segurança operacional, aplicações blockchain para geradoras e transmissoras do setor elétrico e inteligência artificial. As propostas podem ser submetidas até 11/9. “As propostas escolhidas serão aquelas que atenderem as necessidades de FURNAS, de forma inovadora, colaborativa e sustentável, resultando em projetos cada vez mais relevantes para a empresa, para a sociedade e para o setor elétrico” afirma a superintendente de estudos de mercado e inovações, Fabiana Teixeira. (Brasil Energia – 29.07.2020)

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4 Light amplia eficiência com novo sistema logístico

A Light anunciou nesta terça-feira, 28 de julho, que ampliou em 20% a eficiência e em 30% a produtividade dos serviços prestados pelas equipes de campo e de monitoramento, graças a uma nova solução logística implementada para gerir o atendimento a ocorrências na rede elétrica. O sistema de roteirização RoutEasy utiliza inteligência artificial para distribuir os times entre os chamados, de forma que consigam executar mais serviços numa menor distância a ser percorrida diariamente. O funcionamento da ferramenta se dá por meio de um tripé formado por algoritmo genérico, plataforma de monitoramento em nuvem e gestão analítica em tempo real, sendo esse o primeiro projeto da empresa a ser customizado para o setor de energia. Com a nova tecnologia, é possível também prover a geolocalização de todos os serviços. (Agência CanalEnergia – 29.07.2020)

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5 Copel instala medidores inteligentes em Ipiranga

A Copel passou a disponibilizar em aplicativo de celular uma funcionalidade para medições inteligentes do consumo de energia em tempo real aos cliente de Ipiranga, município paranaense a 175 km da capital com cerca de 15 mil habitantes (IBGE 2017). De acordo com a distribuidora, esta foi a primeira cidade brasileira a contar com rede de distribuição de energia 100% inteligente – smart grid. (Brasil Energia – 29.07.2020)

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6 Itaipu apresenta projeto de bairro inteligente

A usina de Itaipu deve iniciar nos próximos meses um projeto de transformação da Vila A, em Foz do Iguaçu (PR), num bairro inteligente. A ideia é a de proporcionar melhorias em segurança pública, infraestrutura, sustentabilidade e mobilidade aos moradores, além de atrair empresas de base tecnológica para o município. O programa foi lançado na última terça-feira (28) e prevê um novo ambiente de testes e validações de tecnologias no segmento de Cidades Inteligentes, com investimentos de R$ 10 milhões, numa parceria com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu. A iniciativa integra as ações do Programa Acelera Foz, que objetiva diversificar a economia da cidade, tornando-a um polo de inovação e empreendedorismo. (Agência CanalEnergia – 30.07.2020)

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7 Cemig SIM seleciona startups junto a FIEMG Lab

A Cemig SIM apresentou as três startups selecionadas para as provas conceituais do seu programa de inovação aberta, iniciado em maio em parceria com a FIEMG Lab, e que recebeu 80 inscrições com propostas para o desenvolvimento de soluções ligadas ao setor elétrico. Para a área de Mobilidade Elétrica foram classificadas as empresas UseCarGo e a Voltbras. Já o desafio Marketplace de Soluções Energéticas teve a Vtex como vencedora. Dentre as tecnologias propostas estão IOT (internet das coisas), inteligência artificial, big data, analytics, veículos elétricos, recarga e e-commerce. (Agência CanalEnergia – 30.07.2020)

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Eventos

1 GESEL disponibiliza vídeo do Webinar “Hidrogênio e a Transição Energética”

O GESEL está disponibilizando o vídeo do Webinar “Hidrogênio e a Transição Energética”, realizado no último dia 28/07. O evento buscou debater qual o papel do Hidrogênio (H2) na Transição Energética, apresentando políticas e iniciativas globais, debatendo a maturidade tecnológica e o valor que o tema pode trazer para a indústria e utilities. O evento, que também objetivou sistematizar temas e cenários acerca do H2 para consideração no Plano Nacional de Energia 2050, contou com uma abertura do Prof. Nivalde de Castro (GESEL) juntamente com Caio Klasing Pandolfi, do Centro de Inovação da Siemens Energy. Os palestrantes foram: Dr. Giovani Vitoria Machado (EPE); Pedro Valverde (EDP Inovação – Lisboa) Andreas Eisfelder (Siemens Energy – Berlin). A coordenação do Prof. Sidnei Colombo Martini (USP). Para assistir ao Webinar, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 30.07.2020)

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2 Webinar GESEL: “Visão da mobilidade elétrica no mundo”

No próximo dia 06/08, às 10h30, o GESEL irá realizar webinar apresentando a visão da mobilidade elétrica no mundo sob a perspectiva de diferentes agentes do Brasil e do exterior. O evento, que terá coordenação do coordenador geral do GESEL, Nivalde de Castro, contará com apresentações de Ricardo Gorini (Head do Programa REmap da Agência Internacional para as Energias Renováveis – IRENA), Luís Barroso (CEO da Mobi-e de Portugal) e Ainhoa Garmendia Lope (representante da Iberdrola da Espanha na área de Operações de Mobilidade Inteligente). Inscreva-se aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 03.08.2020)

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3 Webinar: Mudanças climáticas & recuperação econômica – Propostas para uma Recuperação Verde na América Latina

Embora exista um debate crescente para estabelecer um Pacote de Recuperação Verde, é preciso mais discussão sobre o que isso significa na prática e quais seriam as implicações políticas e econômicas. Como as prefeituras estão lidando com a crise e pensando em maneiras de se recuperar sem deixar para trás seus compromissos climáticos? Que soluções estão surgindo nas cidades latinoamericanas que podem ser benéficas no aprofundamento de esforços climáticos? A próxima edição da série de webinário Mudanças Climáticas & Recuperação Econômica apresentará experiências e ideias já desenvolvidas por outras cidades fora do Brasil, com destaque para a perspectiva aprofundada de uma prefeita latino-americana e de uma prefeita brasileira, considerando também os desafios para as novas gestões municipais a partir de 2021. O evento será realizado no dia 10 de agosto de 2020 (segunda-feira), das 17h às 18h30. O webinar será transmitido ao vivo para o canal oficial “ICS Clima e Sociedade” no Youtube, com tradução simultânea para o idioma espanhol. Para mais informações, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 03.08.2020)

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Artigos e Estudos

1 Artigo GESEL: “Brasil e os Planos de Recuperação Econômica Sustentáveis”

Em artigo, Lorrane de Castro e Mateus Amâncio tratam do papel da sustentabilidade e da transição energética nos planos de recuperação econômica internacionais, e como o Brasil se diferencia nesse aspecto. Segundo os autores, o país ainda não apresentou um plano de recuperação econômica centrado no incentivo às tecnologias e energias renováveis, diferentemente do que indicam as agências internacionais de energia e algumas das maiores economias do mundo. Eles concluem que “o mundo aponta para uma direção e ainda há tempo para agir e planejar a retomada econômica neste sentido. Contudo, o tempo é escasso e o preço do atraso pode ser alto demais”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 04.08.2020)

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2 Artigo de Ivo Leandro Dorileo (SBPE) sobre o papel da energia nuclear na transição energética

Em artigo publicado pela Agência CanalEnergia, Ivo Leandro Dorileo, Presidente da Sociedade Brasileira de Planejamento Energético, fala sobre o programa nuclear brasileiro frente a transição energética e o desenvolvimento e avanços do seu papel. O autor afirma que “a tecnologia de geração de eletricidade em usinas nucleares avançou, mas, as decisões políticas e regulatórias permanecem incertas em relação ao destino dos reatores envelhecidos, extensão da vida útil e aplicação de novos reatores e processos.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 28.07.2020)

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3 Artigo GESEL: “O Papel do setor elétrico nos Planos de Recuperação Econômica pós pandemia da União Europeia”

Em artigo publicado na Agência Agência CanalEnergia, Nivalde de Castro, Lorrane Câmara, Sandra Xavier e Caroline Chantre tratam do papel que o setor elétrico terá na recuperação da UE. Segundo os autores, “neste novo contexto econômico, o setor elétrico irá desempenhar um papel fundamental associado às novas tecnologias, como os Recursos Energéticos Distribuídos (RED)”. Eles concluem que, “em suma, os planos de recuperação econômica, com destaque para o Next Generation, desenvolvido pela Comissão Europeia, evidenciam e destacam as fontes de energia renováveis e o investimento em novas tecnologias como oportunidades de aceleração do crescimento sustentável e da transição energética em curso”. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 31.07.2020)

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4 Artigo da Wood Mackenzie: “Como a pandemia irá retardar – e acelerar – a modernização da rede”

A consultoria Wood Mackenzie publicou recentemente um artigo onde analisa como os impactos da pandemia afetaram os investimentos na modernização da matriz elétrica dos EUA. As restrições impostas para combater a pandemia, juntamente com a crise econômica que se desenrola, criaram atrasos nos cronogramas de implementação dos projetos, além de redução no volume de novos investimentos, o que reduziu severamente as trajetórias de crescimento dos recursos de energia distribuída no curto prazo. Os setores de energia solar, armazenamento, microrredes e carregamento de veículos elétricos residenciais foram alguns dos afetados. No entanto, o artigo também defende que o ímpeto voltará ao setor nos próximos anos. A pandemia, apesar de seus efeitos negativos, também está fornecendo uma oportunidade para acelerar algumas tendências, como a penetração de VE e a modernização da rede. Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 31.07.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Lorrane Câmara
Pesquisador: Matheus Amâncio
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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