IFE.UTE 12

Informativo Eletrônico – Usinas Termoelétricas nº 12 – publicado em 29 de julho de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico de Geração Termelétrica – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 12 – 29 de julho de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Mercado
1
Vendas de petróleo e gás da Petrobrás caem com pandemia
2 Consumo de gás natural no Brasil recua 25% em maio

Regulação
1 Lei do Gás: requerimento de urgência na Câmara
2 Laércio Oliveira será relator da Lei do Gás
3 Laércio Oliveira diz que não fará mudanças no texto da lei do gás
4 UTE em Goiás tem operação comercial suspensa

Empresas
1 Engie e fundo CDPQ concluem compra de 10% da TAG da Petrobras
2 ES Gás assina contrato para distribuição de gás
3 ATGás passa a representar todas as transportadoras de gás natural do Brasil

4 Engie emite debêntures de UTE no RS

5 TBG mira contratos de transporte de gás mais curtos

6 Marcelo Colomer (UFRJ): Contratos extraordinários para a TBG podem gerar receita

7 Ciclus pretende construir usina WTE no RJ

8 Golar Power fecha acordo para fornecer GNL a cliente industrial no Pará

Inovação
1 Eneva usa machine learning na exploração de GN

Internacional
1 Preço do gás natural no mercado americano
2 Primeira carga de GNL russa chega ao Japão pela rota marítima do Ártico
3 Rússia ultrapassa EUA nas exportações de GNL para a China
4 Indústria de GNL pode trazer 100.000 empregos para o Canadá

5 Unidade de segurança da Austrália planeja inspecionar a usina de GNL da Gorgon da Chevron
6 JV do Vietnã planeja investir até US $ 6 bilhões em projeto de energia de GNL
7 Sinopec da China busca GNL a longo prazo, com preços baixos
8 Petronet da Índia planeja cancelar 10 anos de importação de GNL

9 Gás e energia solar alimentará microgrid do aeroporto de Pittsburgh

10 Duke Energy tem nova usina de CCGT em Asheville

Artigos e Estudos
1 Entrevista com Rogerio Manso (ATGás): Mercado vive década de reestruturação
2 Artigo de Stan Kaplan (Departamento de Energia dos EUA) sobre o mercado de carvão
3 Artigo da Wood Mackenzie sobre o mercado de gás natural na Europa


 

 

 

Mercado

1 Vendas de petróleo e gás da Petrobrás caem com pandemia

A pandemia de covid-19 afetou as vendas de petróleo e gás da Petrobrás no segundo trimestre deste ano, mas o parque de refino da empresa ajudou a mitigar a crise. Analisando exclusivamente os dados de petróleo cru e gás natural, o operacional da empresa demonstra algum abalo. A produção dos dois produtos no Brasil caiu 3,5% do primeiro para o segundo trimestre, para 2,75 milhões de barris de óleo equivalente (boe/d). Considerando apenas o volume capaz de ser comercializado, a queda foi ainda maior, de 5,1%. (O Estado de São Paulo – 21.07.2020)

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2 Consumo de gás natural no Brasil recua 25% em maio

O consumo total de gás natural no Brasil em maio recuou 25,4% na comparação com igual período do ano passado, ao somar 40,6 milhões de metros cúbicos por dia, diante do impacto das medidas restritivas impostas por causa da pandemia de coronavírus, disse a Abegás nesta quarta-feira. O segmento industrial, responsável pela maior parte do consumo do produto, registrou queda de 24% na comparação anual, com 21,8 milhões de metros cúbicos diários, embora tenha verificado uma recuperação de quase 13% ante abril deste ano, quando o isolamento social atingiu o ápice no país. Na avaliação da Abegás, os dados preliminares de junho indicam que a crise continua para o setor de distribuição de gás. Solomon destacou a inadimplência como um fator de preocupação na indústria e reforçou pedidos do setor ao governo por um fundo de 3 bilhões de reais para ajudar no enfrentamento da crise. (Reuters – 22.07.2020)

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Regulação

1 Lei do Gás: requerimento de urgência na Câmara

Prioridade do governo para a retomada da economia pós-covid-19, o novo marco legal para mercado de gás natural (a chamada Lei do Gás) tem um requerimento de urgência que é o primeiro item da pauta de quarta-feira (29) da Câmara dos Deputados. Caso aprovado, o projeto, que ainda teria de passar por mais comissões, poderá ser votado direto no plenário. (Valor Econômico – 27.07.2020)

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2 Laércio Oliveira será relator da Lei do Gás

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), confirmou a indicação do deputado Laércio Oliveira (PP-SE) para a relatoria do Projeto de Lei 6407/2013, conhecido como Lei do Gás. Relator do PL na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, Oliveira foi indicado pelo governo para relatar a matéria em plenário, mas a confirmação veio somente na última sexta-feira (17) à noite. Em entrevista à Agência CanalEnergia na semana passada, o deputado afirmou que pretende apresentar o relatório do deputado Silas Câmara (Republicanos-AM), aprovado na Comissão de Minas e Energia em outubro de 2019. (Agência CanalEnergia – 20.07.2020)

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3 Laércio Oliveira diz que não fará mudanças no texto da lei do gá

O deputado Laercio Oliveira (PP-SE) informou que foi designado relator do projeto de lei no plenário da Câmara que muda o marco regulatório do gás, tema que é uma das principais apostas do governo na agenda de reformas. Em um sinal positivo para a equipe econômica, Oliveira disse que pretende manter o texto aprovado na comissão de Minas e Energia. E que eventuais sugestões de mudanças, que até o momento não chegaram a ele, serão guardadas para ser tratadas eventualmente em outro projeto. Embora não tenha sido confirmado publicamente pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o deputado tem mantido reuniões com os integrantes do Ministério da Economia e outras áreas do governo Bolsonaro. (Valor Econômico – 23.07.2020)

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4 UTE em Goiás tem operação comercial suspensa

A Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG) da Aneel suspendeu a operação comercial da termelétrica Daia (GO – 44,4 MW), de propriedade da Usina Termelétrica de Anápolis Sociedade Anônima, em Goiás. A informação consta no despacho n° 2.117/20 publicado no DOU desta terça-feira, 21 de julho. No final de 2019, a SFG iniciou uma campanha de fiscalização de desempenho operacional das centrais termelétricas despachadas centralizadamente pelo ONS. A UTE Daia apresentou desempenho abaixo do esperado durante o período avaliado, com atendimento contratual de aproximadamente 24%. (Agência CanalEnergia – 21.07.2020)

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Empresas

1 Engie e fundo CDPQ concluem compra de 10% da TAG da Petrobras

Após comprar 90% da TAG da Petrobras, em junho de 2019, o consórcio formado pela Engie e o fundo canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ) conclui ontem a aquisição dos 10% remanescentes da estatal no ativo, que reúne 4,5 mil quilômetros de gasodutos nas regiões Norte e Nordeste. A transação garantiu a entrada de R$ 1,006 bilhão no caixa da petroleira brasileira. Com o negócio, a Engie passa a deter 65% da TAG (divididos igualmente entre a Engie Brasil Energia e a GDF International) e o CDPQ, 35%. (Valor Econômico – 21.07.2020)

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2 ES Gás assina contrato para distribuição de gás

A Companhia de Gás do Espírito Santo (ES Gás) assinou, na quarta-feira (22/7), contrato de concessão de gás natural com o estado do Espírito Santo, assumindo os serviços de distribuição por 25 anos a partir de 1º de agosto. A chamada pública para fornecimento de gás será lançada no próximo mês. A ES Gás é uma sociedade de economia mista criada em 2018, com o controle do estado do Espírito Santo e participação de 60% da BR Distribuidora no capital social e 49% no capital votante. O contrato é resultado de um acordo entre o estado e a BR, que mantinham litígio sobre a atividade de distribuição, considerando que a companhia é concessionária estadual desde 1993. Segundo o governador Renato Casagrande (PSB), “esse contrato coloca o Espírito Santo como o primeiro a assinar no Novo Mercado de Gás. (Brasil Energia – 22.07.2020)

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3 ATGás passa a representar todas as transportadoras de gás natural do Brasil

A Associação de Empresas de Transporte de Gás Natural por Gasoduto (ATGás) passou a representar, a partir de julho, a GasOcidente do Mato Grosso, proprietária do trecho brasileiro do gasoduto Bolívia – Mato Grosso. Agora, a associação representa as cinco empresas que são responsáveis pela totalidade da malha de transporte nacional. Fundada em dezembro de 2017, a ATGás reúne companhias que detêm autorização para realizar atividades de transporte dutoviário de gás natural com o objetivo de promover a expansão do segmento no Brasil. Além da GOM, a ATGás representa a Transportadora Associada de Gás S/A (TAG), a Nova Transportadora do Sudeste S/A (NTS), a Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia Brasil S/A (TBG) e a Transportadora Sulbrasileira de Gás S/A (TSB). Juntas, as empresas transportam gás para 17 estados, responsáveis por mais de 80% do PIB industrial brasileiro. (Agência CanalEnergia – 23.07.2020)

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4 Engie emite debêntures de UTE no RS

O conselho de administração da Engie aprovou em reunião realizada na quarta-feira (22/7) a emissão de debêntures, no valor total de R$ 340 milhões, da usina termelétrica Pampa Sul (345 MW), localizada no município gaúcho de Candiota do Sul. O empreendimento movido a carvão mineral é enquadrado como projeto prioritário pelo MME, permitindo assim que as debêntures sejam categorizadas como de infraestrutura, por isso contam com o benefício fiscal previsto na Lei 12.431. A Aneel autorizou a operação comercial da geradora em 28/06/2019. Serão emitidos 340 mil títulos em duas séries, sendo 102 mil na primeira, com data de vencimento para 15/04/2028 e 238 mil na segunda, com data de vencimento para 15/10/2036, ao valor unitário de R$ 1 mil. (Brasil Energia – 24.07.2020)

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5 TBG mira contratos de transporte de gás mais curtos

A Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil, a TBG, inicia hoje um cadastro de empresas carregadoras de gás natural interessadas em contratos de curto prazo, com prazos trimestral, mensal e até de dias. Para serviços acima de três meses, a negociação será individual. Tradicionalmente, o tempo desses negócios no país é de anos. Os contratos que a TBG quer multiplicar são do tipo extraordinário, já regulamentado, mas inexistente no Brasil. Eles não exigem realização de chamadas públicas, como no caso dos de tipo firme, mas têm capacidade contratada igualmente garantida e ajustável. A diferença é que podem ser extintos ou reduzidos mediante realização de novas chamadas pela ANP. (Valor Econômico – 27.07.2020)

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6 Marcelo Colomer (UFRJ): Contratos extraordinários para a TBG podem gerar receita

Segundo o pesquisador do grupo de Economia da Energia do Instituto de Economia da UFRJ, Marcelo Colomer, “Para o transportador [TBG], as vantagens desses contratos extraordinários são a flexibilidade de fechá-los fora de processos públicos e a possibilidade de usá-los para gerar receita enquanto contratos mais longos não vêm”. Para os carregadores, a vantagem estaria na previsibilidade. Contratos mais curtos diminuem a exposição à regra de “ship-or-pay” dos acordos firmes, que preveem pagamento mínimo mesmo que o transporte não se efetive. (Valor Econômico – 27.07.2020)

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7 Ciclus pretende construir usina WTE no RJ

A Ciclus Ambiental está em vias de construir unidade de recuperação energética (URE) para promover o tratamento térmico de 1,3 mil toneladas de resíduos por dia e gerar 30 MW de energia elétrica. A usina utilizará tipo de beneficiamento pelo sistema waste-to-energy (WTE), em que o lixo é transformado em um ativo. O empreendimento se localiza na planta da estação de transferência de resíduos (ETR) do Caju, bairro na cidade do Rio de Janeiro. Em entrevista ao EnergiaHoje, o diretor da Ciclus, Artur Oliveira, fala sobre os próximos passos do projeto: “Estamos avançando no licenciamento. Agora demos entrada na licença de instalação. Assim que sair o documento, estaremos aptos a iniciar as obras do empreendimento.” (Brasil Energia – 24.07.2020)

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8 Golar Power fecha acordo para fornecer GNL a cliente industrial no Pará

A Golar Power, joint-venture entre a Golar LNG Limited e a Stonepeak Infrastructure Partners, assinou um memorando de entendimentos com a Norsk Hydro para fornecimento de GNL para a refinaria de alumínio Alunorte, em Barcarena, no Pará. A Alunorte será o primeiro cliente do terminal flutuante de regaseificação (FSRU) de Barcarena, planejado pela Golar Power para entrar em operação em 2022. O atendimento ao cliente industrial antecipa a operação da primeira planta de GNL na região Norte do país. Projeto cria um mercado de gás no Pará, estado não atendido pela rede de gasodutos de transporte. Alunorte vai substituir óleo combustível pelo GNL desembarcado em Barcarena. (Agência EPBR – 23.07.2020)

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Inovação

1 Eneva usa machine learning na exploração de GN

A Eneva e a Puc-Rio, por meio do Instituto Tecgraf, anunciaram a conquista do registro de propriedade industrial do primeiro software desenvolvido pela empresa que utiliza machine learning no processo de exploração de gás natural. Batizado de ALINE (Automated Learning Intelligence for Exploration), a ferramenta permite a Eneva interpretar dados sísmicos, reduzindo os riscos da atividade. A primeira versão está sendo testada próximo aos poço de exploração de gás natural do Complexo Parnaíba, no Maranhão. A segunda fase do projeto consiste no aprimoramento dos algoritmos e na inserção de novos dados. É a primeira vez que a Aneel tem um projeto de P&D com foco na integração da produção do gás onshore com a geração de energia. (Agência CanalEnergia – 21.07.2020)

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Internacional

1 Preço do gás natural no mercado americano

O preço do gás natural fechou na segunda (27/07) em $1.734/MMBtu (Dólares por milhão de Btu) no mercado americano. Em comparação a semana anterior houve um aumento de $0.093 e em comparação ao mesmo período no ano passado houve queda de $0.435. (EIA – 28.07.2020)

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2 Primeira carga de GNL russa chega ao Japão pela rota marítima do Ártico

O primeiro embarque de gás natural liquefeito da Rússia (GNL) do projeto Yamal chegou ao Japão depois de navegar por duas semanas pela Rota do Mar do Norte (NSR), de acordo com a maior produtora de gás independente do país, a Novatek. A carga, entregue pelo navio-tanque GNL ‘Vladimir Rusanov’, chegou ao Japão dentro do cronograma, informou a empresa em comunicado nesta sexta-feira. A Novatek disse que o embarque marcou a “primeira entrada e descarga bem-sucedida de um navio-tanque de GNL da classe de gelo Arc 7 em um porto japonês”. Embora o volume do GNL entregue não tenha sido revelado, a Novatek disse que o sucesso da missão permite aumentar o volume de suprimentos de GNL para o Japão no futuro, em consonância com o ambicioso objetivo de Moscou de capturar até 15% do mercado global em cinco anos. (RT Question More – 24.07.2020)

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3 Rússia ultrapassa EUA nas exportações de GNL para a China

A Rússia exportou mais GNL para a China em junho do que os Estados Unidos, 396.000 toneladas contra 340.000 toneladas, informa o Sputnik da Rússia, citando dados citados pela Bloomberg. De acordo com os dados, das autoridades aduaneiras chinesas, as importações de GNL na Rússia foram 20,7% maiores que no mês anterior, enquanto as importações de GNL nos EUA foram apenas 2,4% maiores. Separadamente, o Natural Gas World informou que as importações de gás natural liquefeito da China em junho foram 29% mais altas do que no ano anterior, em 5,79 milhões de toneladas. As importações de GNL de janeiro a junho também foram maiores. Os dados refutam relatórios anteriores, sugerindo que as importações de GNL da China em junho caíram 7% no ano, quando a estação de aquecimento terminou, reduzindo a demanda. (OilPrice – 27.07.2020)

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4 Indústria de GNL pode trazer 100.000 empregos para o Canadá

Um novo relatório do Conference Board do Canadá, e financiado pela Canadian LNG Alliance, determinou que uma indústria de GNL de 56 milhões de toneladas por ano na Colúmbia Britânica (BC) geraria quase 100.000 empregos. Para as proximidades de Alberta, que tem lutado com o movimento antigasoduto para obter seu petróleo em seu mercado principal, os Estados Unidos, enquanto lucra, esses 100.000 empregos – no Canadá como um todo, não apenas no BC – podem não compensar pelo que perdeu nas operações de oilands depois de BC lutou com unhas e dentes contra a tão necessária expansão do gasoduto Trans Mountain. (OilPrice – 27.07.2020)

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5 Unidade de segurança da Austrália planeja inspecionar a usina de GNL da Gorgon da Chevron

O Departamento de Minas, Regulamentação e Segurança da Indústria (DMIRS) da Austrália disse na quinta-feira que planeja inspecionar a planta de GNL da Chevron “o mais rápido possível”, após pedidos de um sindicato para fechar a fábrica. “O departamento … está ciente de que a Chevron Austrália descobriu problemas com chaleiras de propano em sua fábrica de Gorgon LNG durante a manutenção de rotina e entende que a empresa está investigando”, disse o diretor de departamento de produtos perigosos e segurança de petróleo, Steve Emery, em comunicado. (The New York Times – 23.07.2020)

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6 JV do Vietnã planeja investir até US $ 6 bilhões em projeto de energia de GNL

A Chan May LNG, uma joint venture entre EUA e Vietnã, planeja investir até US $ 6 bilhões em um projeto de energia no Vietnã, enquanto busca lucrar com a crescente demanda por eletricidade do país do sudeste asiático, disse seu diretor executivo na quarta-feira. O Vietnã enfrenta o risco de escassez severa de energia a partir de 2021, à medida que a demanda ultrapassa a construção de novas usinas. O projeto na província de Thua Thien Hue incluirá uma usina de 4 gigawatts, um terminal de GNL e instalações de armazenamento, disse John Rockhold à Reuters durante a Cúpula de Energia do Vietnã. (Reuters – 22.07.2020)

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7 Sinopec da China busca GNL a longo prazo, com preços baixos

A Sinopec da China está buscando GNL para entrega por um período de 10 anos para aproveitar os baixos preços atuais, uma vez que a demanda por gás caiu devido à pandemia de coronavírus. A Sinopec, oficialmente denominada China Petroleum & Chemical Corp, está buscando 1 milhão de toneladas de GNL por ano para entrega em 10 anos a partir de 2023, disseram seis fontes do setor. As ofertas devem ser entregues até sexta-feira e permanecerão válidas até meados de agosto, disse uma das fontes. (Reuters – 24.07.2020)

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8 Petronet da Índia planeja cancelar 10 anos de importação de GNL

A principal importadora de gás da Índia, Petronet LNG, deve cancelar sua oferta de compra anual de 1 milhão de toneladas de GNL por 10 anos, disseram duas fontes, já que a assinatura de contratos de longo prazo não é atraente no cenário atual. A Índia está procurando gás barato para consumidores sensíveis ao preço, já que o primeiro-ministro Narendra Modi quer aumentar a participação de gás natural no mix de energia nacional para 15% até 2030, dos atuais 6,2% para reduzir a poluição em 1530 até 2030. (Reuters – 23.07.2020)

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9 Gás e energia solar alimentará microgrid do aeroporto de Pittsburgh

Um projeto de microgrid que emparelha gás natural com energia solar está tomando forma no Aeroporto Internacional de Pittsburgh, com a instalação prevista para ser a principal fonte de eletricidade da propriedade até o verão de 2021. A construção da microgrid começou há algumas semanas com o trabalho de preparação do local, que incluía o redirecionamento de uma linha elétrica e a remoção de pavimentos antigos. As equipes em 20 de julho moveram uma grande plataforma de perfuração para iniciar o trabalho na fundação. O projeto é considerado um componente essencial do Programa de Modernização de Terminais do aeroporto, que inclui trabalho para tornar a instalação mais segura e para aprimorar a confiabilidade e a resiliência de energia. (Power Magazine – 21.07.2020)

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10 Duke Energy tem nova usina de CCGT em Asheville

A Duke Energy Progress, subsidiária da Duke Energy que atende cerca de 1,6 milhão de clientes nas Carolinas, anunciou a conclusão de sua nova Estação de Ciclo Combinado Asheville em Arden, Carolina do Norte. A empresa disse que a instalação de turbina a gás de ciclo combinado (CCGT) de US $ 817 milhões inclui dois blocos de potência, com um total de quatro geradores e mais de 18.000 componentes. A primeira unidade de 280 MW entrou em operação em dezembro de 2019 e a segunda unidade similar tornou-se totalmente operacional em abril. (Power Magazine – 23.07.2020)

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Artigos e Estudos

1 Entrevista com Rogerio Manso (ATGás): Mercado vive década de reestruturação

Em entrevista publicada pela Agência Brasil Energia, Rogerio Manso da ATGás, fala sobre o cenário de transporte do gás natural no Brasil. O empresário afirma que “acabou de ser reportada a venda dos 10% restantes da TAG para a Engie, temos a Brookfield na NTS, e a própria TBG está no caminho de a Petrobras deixar de ser acionista. Trata-se de uma reorganização do setor dentro de uma linha de preparar e construir um sistema competitivo, com um mercado aberto, com mais preços, com regras de mercado funcionando. Nós vemos uma oportunidade de construirmos um ambiente regulatório que considere essa mudança de um sistema fechado para um sistema aberto, de uma forma proativa, que viabilize os investimentos e traga segurança política e regulatória.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 28.07.2020)

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2 Artigo de Stan Kaplan (Departamento de Energia dos EUA) sobre o mercado de carvão

Em artigo publicado pela Power Magazine, Stan Kaplan, consultor e gerente sênior do Departamento de Energia dos EUA, fala sobre a queda na demanda do insumo de carvão pela geração de energia e discute uma possível recuperação do setor. O autor afirma, “Quais são as chances de que a queima a carvão para energia elétrica se estabilize e se recupere? Para responder a essa pergunta, é essencial entender por que o carvão caiu até agora. Algumas das razões que circularam incluem regras ambientais, preocupações com o clima e subsídios renováveis, ou seja, a suposta “guerra ao carvão”. Embora essas questões tenham impactado as margens, os principais fatores são mais comuns e fundamentais: preços de combustíveis, eficiência térmica da usina e custos operacionais. E, como discutido abaixo, o inimigo do carvão em cada área tem sido gás natural.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (Power Magazine – 28.07.2020)

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3 Artigo da Wood Mackenzie sobre o mercado de gás natural na Europa

Em artigo publicado pela consultoria Wood Mackenzie, Akif Chaudhry, analista sênior de pesquisa, discute o papel do gás natural como amigo ou inimigo na meta de emissões da Europa para 2030. O pesquisador afirma, “O plano da Comissão Europeia (CE) de expulsar as economias nacionais sitiadas da grave crise causada pelo coronavírus – com base no Acordo Verde Europeu – dá pouco apoio direto às tecnologias de captura, utilização e armazenamento de gás natural e carbono (CCUS). O hidrogênio parece ser o santo graal – mas levará tempo para amadurecer. Realisticamente, acreditamos que levará mais uma década para que a nova tecnologia comece a dar uma contribuição significativa à descarbonização.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (Wood Mackenzie – 24.07.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Marcello Matz
Pesquisadora: Cinthia Valverde
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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