IFE.UTE 08

Informativo Eletrônico – Usinas Termoelétricas nº 08 – publicado em 1º de julho de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico do Setor Elétrico – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 08 – 01 de julho de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br

Editor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Mercado
1
CNI: Gás mais barato deve elevar investimento
2 ABIQUIM: Corte no preço do gás talvez não seja o suficiente
3 Anelise Lara diz que brasil continuará importando gás por muitos anos
4 ABRACE destaca fertilizantes como beneficiários do Novo Mercado de Gás
5 Setor de gás vê forte demanda pós-COVID

Regulação
1 ANEEL revisa CVU de UTE Araucária
2 ANEEL revisa CVU de UTE Norte Fluminense
3 ANEEL revisa CVU de UTE Termopernambuco
4 Manual de boas práticas do gás deve ser discutido no segundo semestre

Empresas
1 ANP autoriza BR Distribuidora a comercializar gás natural
2 Petrobras venderá campos de gás e UPGNs do Polo Urucu

Inovação
1 Chiyoda, do Japão, diz que projeto piloto de hidrogênio começa a abastecer usina

Internacionais
1 Preço do gás natural no mercado americano
2 Preços do GNL no mercado asiático
3 Polônia assina acordos para expandir seu terminal de GNL
4 EUA continua investindo em geração a gás

Artigos e Estudos
1 GESEL disponibiliza vídeo e apresentações do Webinar “Contratos de Partilha e Produção no Setor de Petróleo e Gás”
2 Artigo de especialistas sobre o novo mercado de gás e a crise do coronavírus
3 Artigo sobre os gargalos tributários que dificultam o desenvolvimento da indústria do gás natural no Brasil
4 Artigo sobre retomada na produção de gás a partir das bacias terrestres brasileiras



 

 

 

Mercado

1 CNI: Gás mais barato deve elevar investimento

A redução do custo do gás natural pela metade nos próximos anos pode elevar o investimento anual de setores da indústria brasileira, que utilizam o insumo, do patamar de US$ 10 bilhões, em 2019, para US$ 31 bilhões, em 2030. O estudo “Impactos Econômicos da Competitividade do Gás Natural”, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), indica que o aumento de investimento viria da alta do faturamento, em cerca de 40%, que será alcançada a partir da redução do custo do gás natural. A queda de preço foi prometida pelo governo com o aumento da produção nos campos do Pré-sal e maior competição entre os fornecedores. Se o preço for mantido no patamar atual, o investimento para o mesmo período ficaria em US$ 16 bilhões, conforme indicou o levantamento da CNI. O aumento de oferta e a abertura do mercado de gás natural, com a ampliação dos pontos de entrega no país, reduziria o preço de US$ 14 para US$ 7 por milhão de BTU (unidade de poder calorífico)”. (Valor Econômico – 25.06.2020)

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2 ABIQUIM: Corte no preço do gás talvez não seja o suficiente

A diretora da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), Fátima Giovanna Ferreira, informou que o setor atingiu o nível de 61% de utilização da capacidade instalada em maio. Segundo ela, a média registrada nos primeiros cinco meses do ano foi de 69% de utilização do parque produtivo. O uso da capacidade ociosa seria a primeira etapa de retomada dos investimentos, seguido da instalação de plantas adicionais e eventual chegada de novos players. Fátima faz ponderações sobre a dimensão dos efeitos de corte do preço do gás pela metade. “Esse recuo talvez não seja suficiente para atrair novos projetos. O preço do gás caiu muito no mercado internacional, elevando a distância entre o nosso preço e aquele que é pago pelos nossos concorrentes”. (Valor Econômico – 25.06.2020)

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3 Anelise Lara diz que brasil continuará importando gás por muitos anos

A diretora de refino e gás natural da Petrobrás, Anelise Lara, afirmou que o Brasil continuará com um balanço importador de gás natural por muitos anos, apesar das grandes reservas do combustível nos campos do pré-sal. A executiva também rebateu as críticas de que falta, atualmente, infraestrutura para escoar a produção de gás e defendeu a prática de reijenção do insumo. Segundo a diretora, a técnica é essencial para aumentar o fator de recuperação de campos do pré-sal em até 15 pontos percentuais. As declarações foram dadas logo após um relatório do Ministério de Minas e Energia revelar que 45% da produção nacional de gás natural foi reinjetada em abril, totalizando 56,3 milhões de metros cúbicos por dia. (Petronotícias – 26.06.2020)

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4 ABRACE destaca fertilizantes como beneficiários do Novo Mercado de Gás

A Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia e Consumidores Livres (ABRACE) aposta no Projeto de Lei 6.407/2013, que cria a Nova Lei do Gás e abre o mercado no País, para estimular o maior uso do gás natural na produção nacional de fertilizantes. “O preço do gás natural tende a cair pela metade, o que vai baratear o custo final do insumo”, diz Fillipe Soares, diretor técnico da Abrace. In loco na defesa do projeto, a Abrace destaca a perspectiva de processamento maior de adubos dentro do País com a abertura do mercado do gás. “Indústrias devem ser reativadas e atrair investimentos, com a produção nacional mais competitiva”, diz a ABRACE, citando a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (FAFENS) da Petrobrás, hoje fechada. Mais de 80% dos fertilizantes utilizados por ano nas lavouras brasileiras são importados. (O Estado de São Paulo – 29.06.2020)

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5 Setor de gás vê forte demanda pós-COVID

O setor de gás não vê mudanças nas fortes perspectivas de demanda de longo prazo após a crise da COVID-19, mas espera um déficit de oferta nos próximos quatro anos, já que os bloqueios de pandemia e o colapso do preço do petróleo causam atrasos nos projetos de gás. Atores do mercado disseram que, a longo prazo, o combustível será necessário para fazer backup da energia eólica e solar, substituir a energia do carvão e produzir hidrogênio globalmente. “Vemos a necessidade de investimentos substanciais em novos projetos e nova liquefação”, afirmou Nathan Fay, presidente da Exxon Mobil Corp na Austrália. (Reuters – 24.06.2020)

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Regulação

1 ANEEL revisa CVU de UTE Araucária

A ANEEL aceitou parcialmente à solicitação da UEG Araucária para utilização, até 7 de outubro deste ano, dos valores de CVU e do montante de geração necessário à recuperação dos custos fixos da termelétrica Araucária. De acordo com o despacho Nº 1.812, publicado na edição dessa quarta-feira, 24 de junho, do DOU, o valor de CVU da usina foi definido em R$ 556,16/MWh incluindo os custos fixos e de R$ 273,18/MWh sem a inclusão, a ser aplicado pelo ONS desde a primeira revisão do PMO. Já o montante de geração ficou em 640.872 MWh. (Agência CanalEnergia – 24.06.2020)

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2 ANEEL revisa CVU de UTE Norte Fluminense

Outra deliberação da ANEEL foi para a térmica Norte Fluminense, que teve o CVU de maio fixado em R$ 81,94/MWh para o primeiro patamar da usina, R$ 93,01/MWh ao segundo e R$ 178,29/MWh ao terceiro. Por sua vez o 4º nível ficou em R$ 311,34/MWh, com a contabilização para junho, informa o despacho nº 1.805. (Agência CanalEnergia – 24.06.2020)

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3 ANEEL revisa CVU de UTE Termopernambuco

A UTE Termopernambuco teve o valor revisado para R$ 177,12/MWh, a ser aplicado pelo ONS e para fins de contabilização da geração pela CCEE a partir do mês de maio, conforme o despacho nº 1.806. (Agência CanalEnergia – 24.06.2020)

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4 Manual de boas práticas do gás deve ser discutido no segundo semestre

O MME pretende apresentar no início do segundo semestre o manual de boas práticas regulatórias que vai orientar os estados na modernização das regras para o segmento de distribuição de gás. A ideia, segundo a diretora do Departamento de Gás Natural do MME, Symone Araújo, é promover a discussão com toda a indústria, governos estaduais e órgãos reguladores. O manual previsto na resolução do Conselho Nacional de Política Energética que estabeleceu no ano passado as diretrizes do programa Novo Mercado de Gás é visto com um guia importante na interação do governo federal com os estados, a quem cabe regular a distribuição. A representante do MME informou durante o evento Dialogos Rio Olil &Gas que o ministério tem interagido mais fortemente com 13 estados, cinco dos quais já sinalizaram com a modernização das regras, na direção do novo mercado. (Agência CanalEnergia – 26.06.2020)

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Empresas

1 ANP autoriza BR Distribuidora a comercializar gás natural

A BR Distribuidora informou nesta segunda-feira (29) que a ANP autorizou a atividade de comercialização de gás natural em todo o território nacional. A autorização já está em vigor. A BR argumenta que a comercialização de gás natural está alinhada ao seu plano estratégico. A empresa diz que esse é apenas um passo de “muitos necessários para viabilizar a efetiva atuação como comercializador de gás”, entre os quais destacam-se a regulamentação da figura do consumidor livre nos estados e definições regulatórias acerca do acesso aos gasodutos de transporte. (G1 – 29.06.2020)

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2 Petrobras venderá campos de gás e UPGNs do Polo Urucu

A Petrobras anunciou nesta sexta (26) a venda do Polo Urucu, campos produtores de petróleo leve e do gás natural que atende ao sistema isolado de Manaus, no Amazonas. Os campos, na Bacia do Solimões, estão entre os maiores produtores em terra no Brasil. Além disso, está ofertando as quatro unidades de processamento de gás natural (UPGNs) e estações de tratamento e compressão, tanques de petróleo e esferas de GLP. São, ao todo, sete campos – Araracanga, Arara Azul, Carapanaúba, Cupiúba, Leste do Urucu, Rio Urucu e Sudoeste Urucu –, que produzem 16,525 mil barris/dia de óleo e condensado e 14,281 milhões de m³/dia de gás natural. Estão conectados, por meio do gasoduto Urucu-Coari-Manaus à capital do estado. O gás natural abastece usinas termoelétricas e clientes da Cigás, distribuidora local, inclusive por meio de postos de GNV. (Agência Epbr – 26.06.2020)

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Inovação

1 Chiyoda, do Japão, diz que projeto piloto de hidrogênio começa a abastecer usina

A Chiyoda Corp do Japão disse na quinta-feira (25/06) que seu projeto piloto de hidrogênio começou a fornecer combustível limpo para os geradores de turbinas a gás da Toa Oil Co em Kawasaki, perto de Tóquio. A Chiyoda, Mitsubishi Corp, Mitsui & Co e Nippon Yusen, trabalham no projeto de hidrogênio desde 2015, usando o método de hidreto químico orgânico, com o objetivo de importar 210 toneladas de hidrogênio por ano de Brunei para o Japão. Eles transportam hidrogênio, extraído do gás canalizado diretamente das usinas de GNL de Brunei à temperatura e pressão ambiente. Em seguida, é desidrogenado no Japão, extraindo hidrogênio para ser usado como combustível em geradores de energia a gás. O projeto piloto continuará até novembro deste ano. A planta de Toa em Kawasaki pode gerar 80 megawatts de eletricidade. (Reuters – 25.06.2020)

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Internacionais

1 Preço do gás natural no mercado americano

O preço do gás natural fechou na última sexta (26/06) em $1.495/MMBtu (Dólares por milhão de Btu) no mercado americano. Em comparação a semana anterior houve uma queda de $0.174 e em comparação ao mesmo período no ano passado houve queda de $0.829. (EIA – 26.09.2020)

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2 Preços do GNL no mercado asiático

Os preços do GNL na Ásia permaneceram estáveis nesta semana, com um fluxo contínuo de oferta, apesar dos cancelamentos de cargas dos Estados Unidos devido à economia fraca. O preço médio do GNL para entrega em agosto no nordeste da Ásia foi estimado em cerca de US $ 2,20 MMBtu, um pouco mais baixo que na semana anterior. Os compradores de GNL devem cancelar de 40 a 45 cargas americanas em agosto devido a uma lenta recuperação da demanda asiática de gás e estoques de gás europeus altos, disseram fontes do mercado nesta semana. (Reuters – 26.06.2020)

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3 Polônia assina acordos para expandir seu terminal de GNL

A Polônia assinou contratos no valor de 1,9 bilhão de zlotys (US $ 483 mi) para expandir seu terminal de GNL em Swinoujscie, no Mar Báltico, de 5 bilhões de metros cúbicos (bcm) para 8,3 bcm até 2023, em resposta ao aumento da demanda doméstica. A Polônia vê a instalação como um meio de reduzir a dependência do país do gás natural russo, que ainda responde por mais da metade de seu consumo total. (Reuters – 24.06.2020)

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4 EUA continua investindo em geração a gás

A geração de energia a gás natural nos EUA continua sendo a principal fonte de produção de eletricidade, mesmo com a energia renovável a conquistando participação de mercado. Uma análise dos projetos da POWER mostra que quase 180 unidades a gás natural estão em construção ou em desenvolvimento em todo o país, com mais de 2.000 usinas a gás atualmente em operação. Uma das usinas mais recentes a entrar em operação é o Hickory Run Energy Center, de US $ 863 milhões, com capacidade de 1.000 MW, perto de New Castle, Pensilvânia, a noroeste de Pittsburgh. Os desenvolvedores do projeto, incluindo a Tyr Energy, com sede no Kansas, subsidiária da japonesa ITOCHU Corp .; Kansai Electric Power Co. (KEPCO); e Siemens Financial Services, em meados de junho, anunciaram publicamente que a planta iniciou suas operações comerciais em meados de maio. (Power Magazine – 25.06.2020)

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Artigos e Estudos

1 GESEL disponibiliza vídeo e apresentações do Webinar “Contratos de Partilha e Produção no Setor de Petróleo e Gás”

O GESEL está disponibilizando os slides das apresentações realizadas no webinar que aconteceu ontem, dia 24/06, “Contratos de Partilha e Produção no Setor de Petróleo e Gás”, bem como o vídeo do encontro. O objetivo do evento foi discutir inovações regulatórias para os contratos de partilha de produção e respectiva apuração do custo em óleo, visando garantia e incentivo da competitividade. O Webinar contou com apresentações de Olavo Bentes David (PPSA) e do Professor Dr. Adriano Rodrigues (PPGCC-UFRJ). A moderação foi realizada por Lucca Zamboni (GESEL) e pelo professor Marcello Matz (GESEL). Para acessar os slides, clique aqui. Para assistir ao Webinar, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 25.06.2020)

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2 Artigo de especialistas sobre o novo mercado de gás e a crise do coronavírus

Em artigo publicado pelo jornal O Estado de São Paulo, Bruno Armbrust, presidente da Gás Natural Fenosa e membro do Conselho de Energia da Associação Comercial do Rio de Janeiro e Joisa Dutra, diretora do Centro de Regulação em Infraestrutura da Fundação Getulio Vargas (FGV CERI), falam sobre a reforma do mercado de gás e os avanços e oportunidades que podem vir na crise do coronavírus. Os autores afirmam que “dentre muitos pontos que deverão estar contidos no novo marco é fundamental um prever um programa inicial similar ao de Gás Release focado em indústrias potencialmente livres. Cabe estabelecer a obrigatoriedade dos grandes clientes, de acordo com um cronograma, contratarem o gás diretamente junto a um comercializador num ambiente livre.” Para ler o texto na íntegra, clique aqui. (GESEL-IE-UFRJ – 25.06.2020)

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3 Artigo sobre os gargalos tributários que dificultam o desenvolvimento da indústria do gás natural no Brasil

Em artigo publicado pela Agência Epbr, Laércio Oliveira, deputado federal (PP/SE) e Marcelo Menezes é superintendente Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Sergipe (SEDETEC/SE), falam sobre (i) o regime de tributação do ICMS na cadeia para geração termelétrica e industrial; (ii) a falta de regulamentação sobre o compartilhamento de infraestruturas; e (iii) as complexidades jurídicas e operacionais para a importação de GNL, apontados como os principais gargalos tributários que impactam o desenvolvimento da indústria do gás natural no Brasil. Os autores afirmam “estão sendo concebidos outros projetos inovadores de utilização do GNL diretamente em caminhões, os quais são transportados até os postos de combustível por meio de isotanks, aumentando a capilaridade da oferta do energético para locais que ainda não possuem acesso às infraestruturas de transporte e distribuição do gás natural. O primeiro Estado a conceber esse tipo de projeto é o Estado de Sergipe, o que pode propiciar uma alteração relevante na matriz de consumo dos combustíveis por caminhões.” Para ler o artigo na íntegra clique aqui. (Agência Epbr – 29.06.2020)

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4 Artigo sobre retomada na produção de gás a partir das bacias terrestres brasileiras

Em artigo publicado pela Agência Epbr, Hercules Silva, geólogo e sócio-diretor da Ondina Consultoria em Energia, faz uma análise da produção de gás natural, no período 2000-2020, das bacias terrestres do tipo onshore, apontando a tendência geral de declínio de produção e que existe remédio para a retomada. Silva afirma, “Fica claro que a Petrobras direcionou seus recursos nos últimos anos para o segmento E&P do pré-sal. E o fez corretamente. O quadro mostrado é estimulante para as empresas independentes, com foco no segmento E&P, que têm toda capacidade para atuar na recuperação desses ativos produtores e em fazer investimentos para a descoberta de gás novo. A Oferta Permanente de Áreas também é interessante para os independentes se posicionarem nessas bacias terrestres e operarem para reverter as curvas declinantes de produção de gás natural e de petróleo.” Para ler o artigo na íntegra clique aqui. (Agência Epbr – 26.06.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles, Fabiano Lacombe e Marcello Matz
Pesquisadora: Cinthia Valverde
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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