IFE.ME 11

Informativo Eletrônico – Mobilidade Elétrica nº 11 – publicado em 1º de junho de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico do Setor Elétrico – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 11 – 01 de junho de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br
lEditor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Regulatórias
1
Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente: Mobilidade Elétrica: Desenvolvimentos na América Latina e no Caribe e Oportunidades de Colaboração Regional
2 NITI Aayog: Veículos de Emissão Zero: Rumo a um Quadro Político
3 UNIFESP: Viabilidade da Utilização de Veículo Elétrico Leve na Logística da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos
4 França anuncia plano de ajuda a montadoras e apoio à produção de veículos não poluentes
5 Portugal: Fim do período transitório da rede Mobi.e
6 Portugal: Modelo de adesão à rede de mobilidade elétrica
7 Califórnia poderá exigir que empresas de rede de transporte mudem para VEs
8 Departamento de Defesa Americano foca em veículos de emissão zero

Inovação e Tecnologia
1 Applied Energy: Sistemas de reutilização de bateria podem ser lucrativos tanto para empresas de VEs quanto para instalações solares
2 GM trabalha em baterias que duram mais que o carro
3 Brasil terá primeira fábrica de baterias de lítio-enxofre do mundo

Indústria Automobilística
1 IEA: 58% dos carros serão elétricos em 2040
2 Transport & Environment: Vendas de carros elétricos subiram 80% na Europa no último trimestre do ano passado
3 EAFO: Aumento de vendas de VEs na Europa e razões para essa tendência

4 Transport & Environment: Portugal aumentou em 57% as vendas de VEs no primeiro trimestre

5 Volkswagen e os carros elétricos da JAC: Busca por posição privilegiada no mercado chinês

6 Limite de velocidade imposto pela Volvo pode favorecer carros elétricos

7 Nissan anuncia que irá lançar 8 modelos 100% elétricos até 2023

Meio Ambiente
1 UNICAMP: Análise da competitividade ambiental de veículos elétricos no Brasil no cenário atual e futuro

Outros Artigos e Estudos
1 UFSC: Análise do cenário mundial do VE e os desafios da sua inserção na matriz energética brasileira
2 Análise: Eletrificação da indústria impulsiona a privatização de eletricitárias


 

 

 

 

Políticas Públicas e Regulatórias

1 Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente: Mobilidade Elétrica: Desenvolvimentos na América Latina e no Caribe e Oportunidades de Colaboração Regional

Sem dúvida, a transição para a mobilidade elétrica é uma das maiores revoluções que estão ocorrendo em muitos países da União Europeia. A América Latina e o Caribe devem continuar fortalecendo seus esforços para fazer parte dessa mudança transformadora. A Comissão Europeia, em conjunto com o Escritório para América Latina e para o Caribe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, apoiou as cidades e os países desta região a acelerar o desenvolvimento da mobilidade elétrica nos últimos dois anos, por meio da plataforma MOVE. Esperamos que este relatório ilumine as principais tendências e realizações alcançadas até hoje em vários países da região, em termos de mobilidade elétrica. Com este trabalho, queremos dizer à região e ao mundo que a América Latina e o Caribe já estão avançando com passos firmes em direção à transformação do transporte.

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2 NITI Aayog: Veículos de Emissão Zero: Rumo a um Quadro Político

Na última década, uma série de circunstâncias conspirou para criar uma abertura para a mobilidade elétrica entrar no mercado de massa. Este é um relatório exploratório para a política de VE na Índia. A Índia tem muito a ganhar convertendo seus veículos de motores de combustão interna (ICE) em veículos elétricos, o mais cedo possível. O país pode economizar em relação às importações de petróleo adotando um regime para promover a eletrificação de veículos de duas rodas, que são mais de 170 milhões na Índia, segundo o relatório, acrescentando que se cada um desses veículos consume cerca de meio litro de gasolina por dia, a quantidade total de gasolina usada por esses veículos é de 34 bilhões de litros. (India Enviroment Portal – 2018)

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3 UNIFESP: Viabilidade da Utilização de Veículo Elétrico Leve na Logística da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos

Esta dissertação teve como principal objetivo pesquisar as vantagens e desvantagens da utilização do veículo elétrico nas operações logísticas da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e quantificar a sua contribuição na redução da emissão de CO2. Trata-se de um estudo de caso acerca dos testes que vem sendo realizados na frota da Empresa, buscando identificar a emissão de CO2, consumo de combustível e custo de manutenção. Foram utilizados veículos utilitários leves elétricos e a combustão interna na mesma configuração para uma análise comparativa, bem como o conhecimento de programas de implantação de veículos elétricos deste tipo em empresas de classe mundial. Os resultados da pesquisa apontaram redução na emissão de CO2, economia com manutenção e abastecimento dos veículos. Foi possível inferir que a utilização do veículo elétrico é uma solução atrativa e possui muitas vantagens, principalmente na redução do CO2 no inventário corporativo da Empresa e benefícios ao meio ambiente em função de não gerar resíduos se for comparado com o veículo à combustão interna. (Universidade Federal de São Paulo – Junho de 2017)

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4 França anuncia plano de ajuda a montadoras e apoio à produção de veículos não poluentes

O presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou um plano de € 8 bilhões para reviver a indústria automobilística do país. O plano inclui aumento de subsídios para compradores de carros elétricos e híbridos. Macron disse que a intenção era relocalizar a indústria no país e fazer da França líder na Europa com relação à produção de veículos não poluentes, com a meta de chegar a 1 milhão de unidades por ano até 2025. Ele descreveu o plano de recuperação como um acordo trilateral entre Estado, montadoras e trabalhadores. As empresas investiriam na produção em território francês em troca do apoio do governo. A França antecipou ainda para o ano que vem sua meta de ter 100 mil pontos públicos de carregamento de veículos elétricos no país – o prazo anterior era 2022. (Valor Econômico – 27.05.2020)

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5 Portugal: Fim do período transitório da rede Mobi.e

No dia primeiro de julho deste ano termina o período transitório da rede Mobi.E e inicia-se o pagamento dos carregamentos nos Postos de Carregamento Normal (PCN) de acesso público. Depois de se ter iniciado o pagamento dos carregamentos nos Postos de Carregamento Rápido (PCR) em 1 de novembro de 2018 e nos carregadores localizados em espaços privados a 1 de abril de 2019, com este anúncio fica concluído o processo de concessão de toda a rede de postos de carregamento público. O acesso a todos os postos que constituem a rede de Mobi.E passam assim a requerer obrigatoriamente um cartão de acesso à rede de mobilidade elétrica emitido por um dos Comercializadores de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica (CEME), já que, com o fim da gratuidade nos carregamentos, deixará de ser possível utilizar os cartões emitidos pela Mobi.E. (Fleet Magazine – 22.05.2020)

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6 Portugal: Modelo de adesão à rede de mobilidade elétrica

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) publicou o modelo de adesão à rede de mobilidade elétrica, garantindo aos utilizadores de veículos elétricos acesso a qualquer ponto de carregamento público independentemente do comercializador de eletricidade. As presentes condições gerais concretizam o modelo estabelecido no Regulamento da Mobilidade Elétrica (RME), que estabelece a existência de um contrato de adesão à rede de mobilidade elétrica, celebrado entre os comercializadores de eletricidade para a mobilidade elétrica, operadores do ponto de carregamento e detentores de pontos de carregamento e a Entidade Gestora da Mobilidade Elétrica. Além disso, a diretiva aprova a metodologia de cálculo das garantias a prestar junto da Entidade Gestora da Mobilidade Elétrica (EGME), que entram em vigor em meados de junho. Quanto à faturação, a diretiva determina que, na ausência de acordo, a faturação relativa às tarifas da EGME tem periodicidade mensal e prazo de pagamento de 30 dias após a receção da fatura. (Automonitor – 28.05.2020)

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7 Califórnia poderá exigir que empresas de rede de transporte mudem para VEs

A Califórnia planeja ordenar uma mudança gradual para VE em empresas de redes de transporte, particularmente a Uber e a Lyft. Em um workshop público realizado na semana passada, o Conselho de Recursos Aéreos da Califórnia (CARB) falou sobre como isso será feito. A principal questão que a Uber e Lyft tem é que redes de transporte como essas contribuem com cerca de 1% das emissões de GEE da Califórnia para o setor de veículos leves e essa quantidade está crescendo rapidamente. A Green Car Reports compartilhou que o regulamento será focado em torno da ideia de porcentagem de milhas percorridas por VEs (eVMT). O CARB elevaria a porcentagem de eVMT de 5% estimada em 2023 a 32% ou 51% em 2030. A desvantagem de exigir isso é que aqueles que não dirigem VEs podem acabar perdendo um fluxo de renda ou serem forçados a comprar um VE, o que muitas vezes não é possível. (Clean Technica – 25.05.2020)

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8 Departamento de Defesa Americano foca em veículos de emissão zero

Um projeto de lei dos Estados Unidos introduz o Consumo Reduzido de Veículos Não Táticos do Departamento de Defesa (DOD). Essa lei instrui o DOD a substituir esses veículos – de carros de passeio a veículos de construção – à medida que envelhecem, para veículos de emissão zero. Tais medidas diminuiriam a dependência do DOD no petróleo, reduzindo assim os custos de combustível e melhorando a eficiência dos veículos, além de reduzir a pegada de carbono geral do Departamento e o impacto negativo no meio ambiente. O Departamento de Defesa é o maior consumidor de combustível do país e mantém uma frota considerável de veículos não táticos em instalações nos Estados Unidos e em seus territórios. (Green Car Congress – 22.05.2020)


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Inovação e Tecnologia

1 Applied Energy: Sistemas de reutilização de bateria podem ser lucrativos tanto para empresas de VEs quanto para instalações solares

À medida que os veículos elétricos crescem rapidamente em popularidade em todo o mundo, em breve haverá uma onda de baterias usadas, cujo desempenho não será mais suficiente para veículos que precisam de aceleração e alcance confiáveis. Mas um novo estudo publicado na revista Applied Energy mostra que essas baterias ainda podem ter uma segunda vida útil e lucrativa como armazenamento de backup para instalações solares conectadas à rede, onde elas podem ter uma performance por mais de uma década nessa função de menos demanda. A economia real de tal projeto pode variar amplamente, dependendo das estruturas reguladoras e de taxas locais. (MIT News – 22.05.2020)

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2 GM trabalha em baterias que duram mais que o carro

A Chevrolet revelou que está trabalhando em uma bateria de longa duração para equipar seus futuros modelos elétricos. O pacote de baterias será projetado para durar cerca de 1,6 milhão de quilômetros rodados. Quando pronta, a bateria será capaz de durar até mais que o próprio carro. O anúncio foi feito durante uma reunião de investidores da GM. O vice-presidente da empresa, Doug Parks, revelou que a próxima geração de baterias da marca será mais avançada até mesmo que a linha Ultium. Informações são da agência Reuters. Os futuros VEs da GM deverão ter versões de 400 V das baterias. As picapes terão pacotes ainda mais potentes, com 800 V. A Tesla também trabalha na “bateria de um milhão de milhas” para seus elétricos. E a marca californiana deverá lançá-las antes da GM. Espera-se que as novas baterias estejam nos Model 3 produzidos na China já em 2021. (O Estado de São Paulo – 22.05.2020)

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3 Brasil terá primeira fábrica de baterias de lítio-enxofre do mundo

O Brasil terá a primeira fábrica de baterias de lítio-enxofre do mundo. A britânica Oxis Energy vai erguer novas instalações em Juiz de Fora (MG), junto à fábrica de caminhões da Mercedes-Benz. A unidade fabril será resultado de um investimento de cerca de R$ 300 milhões e deverá começar a operar em 2023. A Oxis Energy é uma das desenvolvedoras da tecnologia, ainda produzida em escala reduzida. A fábrica de Juiz de Fora será a primeira linha de montagem em larga escala deste tipo de bateria. Inicialmente, a unidade deverá produzir cerca de 300 mil células por ano. As unidades de lítio-enxofre são mais leves que as de íons de lítio, o que traz vantagens na aplicação em veículos, por exemplo. (O Estado de São Paulo – 25.05.2020)

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Indústria Automobilística

1 IEA: 58% dos carros serão elétricos em 2040

De acordo com a Agência Internacional da Energia (IEA), um pouco mais do que 2% das vendas globais de automóveis correspondem a VEs. Este número poderá crescer até 58% nos próximos 20 anos. A confirmar-se esta tendência, 31% de todos os carros em circulação serão modelos elétricos. A curto prazo, a consultora norte-americana Wood Mackenzie previu uma queda global das vendas de VEs na ordem dos 43% no final deste ano. Já a BloombergNEF aponta para uma previsão bem mais otimista, de 18% de queda. (Automonitor – 22.05.2020)

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2 Transport & Environment: Vendas de carros elétricos subiram 80% na Europa no último trimestre do ano passado

Um estudo realizado pela Transport & Environment mostra que a China entre 2017 e 2018 investiu sete vezes mais no carro elétrico do que a UE – 21,7 mil milhões de euros contra 3,2 mil milhões. A tendência inverteu-se em 2019, devido à regulamentação europeia sobre emissões de CO2, com a Europa a receber nesse ano 19 vezes mais investimentos do que nos dois anos anteriores, 3,5 vezes mais do que a China. A Alemanha e a República Checa iam na frente. Com esse incremento, as vendas de carros elétricos subiram 80% na Europa no último trimestre do ano passado, atingindo 4,4% de participação de mercado. Países como a França, a Alemanha ou o Reino Unido bateram recordes de venda nos primeiros meses deste ano. (Automonitor – 26.05.2020)

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3 EAFO: Aumento de vendas de VEs na Europa e razões para essa tendência

Os registos de veículos elétricos na Europa duplicaram nos dois primeiros meses de 2020, ao mesmo tempo que os registos de veículos de passageiros em geral caíram 25,6% comparativamente ao período homólogo. Entretanto, dados do Observatório Europeu de Combustíveis Alternativos (EAFO) revelam que, mesmo assim, os carros elétricos representam apenas 4% do total. Segundo Floris Jousma, especialista em mobilidade sustentável no EAFO, muitos clientes registaram um novo veículo elétrico, durante o primeiro trimestre, que tinha comprado antes de ser declarada a pandemia. Agora que estão a ser disponibilizados novos modelos, os preços estão a cair e o alcance das baterias está a aumentar, mais pessoas estão convencidas de que podem viver com um carro elétrico. Do mesmo modo, há cada vez mais países a implementar incentivos à compra deste tipo de veículos. (Automonitor – 25.05.2020)

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4 Transport & Environment: Portugal aumentou em 57% as vendas de VEs no primeiro trimestre

Portugal aumentou no primeiro trimestre as vendas de veículos elétricos (ou híbridos) em 57%, em relação ao mesmo período de 2019, mas associações ligadas ao ambiente temem que a tendência retroceda devido à Covid-19. Os números fazem parte de um estudo da Transport & Environment, que junta organizações não governamentais europeias na defesa de transporte sustentável. O documento especifica que no primeiro trimestre deste ano foram vendidos 4.777 automóveis elétricos em Portugal, dos quais 2.676 eram 100% elétricos. (Automonitor – 26.05.2020)

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5 Volkswagen e os carros elétricos da JAC: Busca por posição privilegiada no mercado chinês

A Volkswagen está nas conversas finais para fechar a compra da divisão de carros elétricos da JAC. Segundo a Reuters, o Grupo VW vai adquirir 50% da empresa Anhui Jianghuai Automobile Group Holding. O valor da negociação é de cerca de US$ 491 milhões. Os alemães também estão se preparando para se tornar o principal acionista da Guoxuan High-tech Co Ltd, fabricante de baterias para carros elétricos. Os dois acordos devem ser anunciados oficialmente pela companhia nesta sexta-feira, 29. O movimento da Volkswagen foca em duas coisas. Manter a liderança no mercado chinês como maior fabricante estrangeira e fincar os pés também no segmento de elétricos no País em que mais deve crescer a demanda por elétricos nos próximos anos. (O Estado de São Paulo – 28.05.2020)

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6 Limite de velocidade imposto pela Volvo pode favorecer carros elétricos

A Volvo anunciou recentemente que todos os novos modelos estão agora limitados a uma velocidade máxima de 180 km/h. A limitação pode trazer um resultado positivo significativo para esses veículos em comparação aos carros convencionais, especialmente se outros fabricantes também seguirem a mesma direção que a marca sueca. Os VEs geralmente são equipados com uma transmissão de velocidade única – uma marcha que vai de zero à velocidade máxima sem nenhuma embreagem. Mas, na maioria dos elétricos convencionais, a velocidade máxima não é muito alta. Se os carros convencionais também estivessem limitados a uma velocidade de cerca de 180 km/h, eles perderiam muito de sua vantagem sobre os VEs devido às transmissões de várias velocidades. Ou seja, muitos elétricos chegariam a mesma velocidade máxima, e com aceleração mais rápida. (Inside EVs – 27.05.2020)

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7 Nissan anuncia que irá lançar 8 modelos 100% elétricos até 2023

Conforme antecipado, a Nissan divulgou nesta quinta-feira (28) seu plano estratégico para os próximos quatro anos. Nesse movimento, a eletrificação passa a ocupar um espaço ainda maior no portfólio da marca. A Nissan anuncia a chegada de 12 novos modelos em 18 meses e?8 modelos totalmente elétricos até 2023. O destaque é o SUV elétrico baseado no conceito Ariya, que estreia a plataforma modular elétrica CMF-EV e chegará ao mercado entre 2020 e 2021. A meta é vender 1 milhão de veículos eletrificados em 2023 com percentual em relação ao total das vendas de 60% no Japão, 23% na China e 50% na Europa. O sistema híbrido leve e-Power, que estará no renovado Nissan Kicks que chegará ao Brasil em 2021, será expandido para todas as regiões onde a marca atua, com foco nos modelos do segmento B e C. (Inside EVs – 28.05.2020)

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Meio Ambiente

1 UNICAMP: Análise da competitividade ambiental de veículos elétricos no Brasil no cenário atual e futuro

Este trabalho teve como objetivo geral a comparação dos potenciais impactos ambientais do transporte de passageiros através de VE e veículos de combustão interna (VCI) (flex, usando etanol e gasolina) no contexto brasileiro, considerando tanto o ciclo de vida dos veículos (mas desconsiderando sua desmontagem), quanto das fontes de energia. A análise avaliou as condições atuais (2014) e condições futuras (2030), adotando 1 km como unidade funcional. Foi considerada uma abordagem atribucional, com alocação em base energética, e o CML-2000 Baseline como método de AICV. Nove categorias de impacto ambiental foram avaliadas: aquecimento global, depleção da camada de ozônio, toxicidade humana, ecotoxicidade terrestre, oxidação fotoquímica, acidificação e eutrofização. O software Simapro 8 foi utilizada como ferramenta de axílio para as análises. Para o cenário 2014, analisaram-se dois casos de recarga do VE: na média e no horário de maior demanda (HMD) de energia elétrica. (Universidade Estadual de Campinas – Novembro de 2016)

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Outros Artigos e Estudos

1 UFSC: Análise do cenário mundial do VE e os desafios da sua inserção na matriz energética brasileira

Este trabalho visa analisar a situação atual dos veículos elétricos no mundo, considerando os fatores que auxiliaram sua inserção no mercado mundial e as principais políticas de incentivo a esta tecnologia. Com base nesta análise, é realizada uma previsão na qual os veículos elétricos são inseridos no mercado brasileiro, através de resultados de simulação utilizando o Método de Monte Carlo, conhecido e difundido. Para tanto, duas cidades serão comparadas, um pólo de desenvolvimento e diversidade nacional, São Paulo, e a cidade conhecida como a Capital do Veículo Elétrico, Oslo, da qual serão extraídas as informações que servirão de base para a simulação e estimativa do impacto na matriz energética brasileira. Com esta previsão, também é possível avaliar o impacto que a substituição dos veículos movidos à gasolina por veículos elétricos traria para o meio ambiente. Além disso, uma análise de impacto energético na matriz brasileira é discutida e avaliada. (Universidade Federal de Santa Catarina – Março de 2016)

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2 Análise: Eletrificação da indústria impulsiona a privatização de eletricitárias

Em artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo, Ariana Bottura, líder global para as Indústrias de Mineração e Eletricitárias da DuPont Proteção Pessoal, a geração e a distribuição de energia elétrica são dois dos setores que mais sofreram mudanças nesta década. A privatização e a globalização das companhias eletricitárias estão no centro dessa discussão, uma vez que são tendências mundiais, exigem adaptações significativas de outros ramos da indústria e impactam na segurança de trabalhadores de todo o mundo. Para a analista, esse movimento é irreversível, uma vez que está ligado a diversos fatores político-econômicos que não deverão ser alterados no pós-pandemia. Um dos principais fatores tem sido a pressão da sociedade por energias mais sustentáveis. Em complemento a isso, há o aumento da demanda de energia elétrica devido ao advento da eletrificação da indústria, cujas aplicações incluem desde carros elétricos e baterias de alto desempenho para motores a aplicações aeroespaciais. (O Estado de São Paulo – 29.05.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles e Fabiano Lacombe
Pesquisadores: Lara Moscon e Luiza Masseno
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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