IFE.ME 04

Informativo Eletrônico – Mobilidade Elétrica nº 04 – publicado em 14 de abril de 2020.

IFE: Informativo Eletrônico do Setor Elétrico – GESEL-UFRJ <!–

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IFE: nº 04 – 14 de abril de 2020
http://gesel.ie.ufrj.br/
gesel@gesel.ie.ufrj.br
lEditor: Prof. Nivalde J. de Castro

Índice

Políticas Públicas e Regulatórias
1
Canada’s National Observer: políticas governamentais como ponto chave na recuperação da economia e do mercado de veículos elétricos
2 UFRJ: análise da mobilidade urbana por transporte sustentável nas cidades médias brasileiras
3 Canada’s National Observer: o papel do governo americano no impulso dos veículos elétricos pós COVID-19
4 World Electric Vehicle Journal: uma análise dos incentivos ao consumidor para difusão de veículos elétricos: um estudo de caso australiano
5 China prorroga subsídios para carros elétricos
6 A capital do sonho elétrico chinês, Shenzhen, e as políticas públicas de incentivo aos veículos elétricos
7 Reino Unido isenta imposto para empresas que adquirirem VEs
8 UVE Portugal: Crise mundial criou oportunidade para os veículos elétricos avançarem no longo prazo
9 Em Portugal, mais de 600 empresas já se candidataram a “incentivos verdes” do governo

Inovação e Tecnologia
1 Estande da Volkswagen no Salão de Genebra abre para visitas virtuais
2 Electrify America e Kia Motors America oferecem plano de carregamento rápido DC para proprietários do Kia Niro
3 VW Components cria joint venture para produzir carregador de carro elétrico na China
4 Futuros sistemas de bateria para a Mercedes-Benz
5 Enovix trabalha para desenvolver tecnologia de íons de lítio e silício 3D para o mercado de VE
6 Karma Automotive nos estágios finais de desenvolvimento de inversores de 400V E 800V
7 Magenta e Hindustan Petroleum tentam converter lâmpadas de rua em carregadores de VEs

Indústria Automobilística
1 Elétrico no Brasil entre os mais caros do mundo
2 Canada’s National Observer: especialistas defendem que o golpe no setor de veículos elétricos impacta apenas a curto prazo
3 Wood Mackenzie: vendas de veículos elétricos devem cair 43% no ano

4 GlobalData: COVID-19 e as vendas de veículos elétricos

5 O mercado de veículos elétricos e as montadoras chinesas

6 Registros de VEs no Reino Unido aumentaram 158% de 2018 para 2019

7 Em Portugal, veículos eletrificados assumem 5,2% do mercado de veículos leves

8 Na Noruega 75% dos veículos vendidos são elétricos plug-in
9 África do Sul e o estado atual dos veículos elétricos
10 Apesar de esforços, na Índia, os VEs ainda possuem pouca participação no mercado total de automóveis

11 Novo presidente da Kia na Europa impulsionará o avanço dos veículos elétricos

Meio Ambiente
1 Demanda por painéis solares pode aumentar com a demanda por VEs
2 O setor de transportes do Reino Unido como o principal emissor de dióxido de carbono

Artigos e Estudos
1 Relatório Data Bridge: Mercado das estações de carregamento de veículos elétricos
2 Veículos elétricos responderão pela capacidade de carga mais significativa na Índia
3 Disponibilidade de energia preocupa fabricantes de estações de recarga de VEs na Índia
4 Relatório analisa desenvolvimento global de carregamento rápido de alta tensão para veículos elétricos

5 Carros elétricos: mais seguros que carros a combustão


 

 

Políticas Públicas e Regulatórias

1 Canada’s National Observer: políticas governamentais como ponto chave na recuperação da economia e do mercado de veículos elétricos

A pandemia e as consequências econômicas resultantes podem ter grandes implicações para os sistemas de trânsito de amanhã. Os primeiros sinais mostram que o mercado de veículos elétricos, como o resto do mercado de automóveis, está sofrendo um sério golpe do COVID-19. Por enquanto, parece ser um problema de curto prazo. Mas, com a economia caminhando para a recessão e o preço do petróleo atingindo mínimos históricos, desafios maiores podem estar à frente da indústria de veículos elétricos, a menos que os governos tomem medidas proativas para garantir um futuro de trânsito limpo. De acordo com analistas da consultoria Woods Mackenzie, os veículos elétricos são considerados mais expostos que os veículos tradicionais à combustão devido a uma cadeia de suprimentos nascente e sendo em grande parte uma compra premium. A melhor esperança do mercado de VE são as medidas governamentais, colocar a energia limpa na frente e no centro dos planos de recuperação será essencial para garantir a queda nas emissões de carbono. (Canada’s National Observer – 27.03.2020)

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2 UFRJ: análise da mobilidade urbana por transporte sustentável nas cidades médias brasileiras

O objetivo desta tese foi explicar a mobilidade urbana por transporte sustentável nas cidades médias brasileiras, por intermédio de um modelo econométrico exploratório formado por variáveis demográficas, urbanísticas, de renda e do sistema de transportes (DURT), a fim de permitir que gestores possam elaborar políticas públicas com vistas a reduzir ou eliminar as externalidades negativas decorrentes da mobilidade. (Pantheon UFRJ – Novembro 2017)

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3 Canada’s National Observer: o papel do governo americano no impulso dos veículos elétricos pós COVID-19

De acordo com Colin McKerracher, chefe de transporte avançado da BloombergNEF, “houve um grande impulso após a última crise financeira nos gastos com redes inteligentes e na modernização da infraestrutura elétrica geral”, referindo-se à Lei Americana de Reinvestimento e Recuperação de 2009. Dessa forma, ele identifica que após o COVID-19, mais uma vez pode ocorrer um grande aumento em projetos de infraestrutura. Nesse contexto, ele destaca a infraestrutura de carregamento para veículos elétricos. Segundo David Hart, professor de política de tecnologia, ciência e inovação da Universidade George Mason, outra maneira pela qual o governo dos EUA poderia apoiar o trânsito limpo seria que qualquer resgate de toda a indústria automobilística dependesse de novos padrões de economia de combustível. Outros especialistas também destacaram medidas como: legislação de ajuda de emergência para ajuda aos trabalhadores, extensão de créditos tributários para veículos elétricos, além de continuação e fortalecimento de padrões de emissões para a indústria automobilística. (Canada’s National Observer – 27.03.2020)

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4 World Electric Vehicle Journal: uma análise dos incentivos ao consumidor para difusão de veículos elétricos: um estudo de caso australiano

A ação do governo para corrigir incentivos insuficientes de mercado tem sido essencial nos países que trabalham para melhorar a aceitação de VE. No entanto, até o momento na Austrália, houve pouco apoio do governo para aprovar a adoção de VE. Este artigo identifica barreiras e incentivos à adoção de VE na Austrália por meio de uma pesquisa com motoristas pró-ambientais, incluindo um componente experimental para testar a influência da provisão de informações na mudança de atitude. Os resultados evidenciam que fatores variados influenciam a escolha do veículo, incluindo VEs. As barreiras de compra estão focadas na falta de uma rede abrangente de recarga e no alto preço de compra do VE. Fatores que incentivam a captação total de VE mostraram preço acessível (56%), aumento na faixa de veículos (26%) e uma rede de recarga adequada (28%) foi mencionada com mais frequência; apenas 13% indicaram especificamente a consideração ambiental como influente. As recomendações decorrentes desta pesquisa podem ser consideradas por países retardatários que, como a Austrália, ainda precisam tomar medidas significativas para incentivar a transição para VEs. (MDPI – 13.02.2019)

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5 China prorroga subsídios para carros elétricos

O governo chinês anunciou a prorrogação de subsídios para veículos movidos a novas energias, como os carros elétricos. O objetivo é tentar ajudar o crescimento do mercado em meio à crise do novo coronavírus (covid-19). Segundo estimativas da Volkswagen, este ano o mercado chinês deve cair de 3 a 15% em relação ao ano passado. O jornal South China Morning Post afirma que duas políticas de ajuda atuais, as quais tinham término esperado para este ano, foram estendidas até 2022. Uma delas se refere a um subsídio de até 25 mil yuans, cerca de 18 mil reais, por veículo. Outra política que será prorrogada é a isenção de um imposto de 10% na compra do carro. Entretanto, para o gerente de vendas da Yiyou Auto Service em Shanghai, Tian Maowei, ao South China Morning Post, os consumidores estavam esperando um aumento nos subsídios, o que fará que a extensão deles tenha um impacto limitado no mercado. (O Estado de São Paulo – 06.04.2020)

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6 A capital do sonho elétrico chinês, Shenzhen, e as políticas públicas de incentivo aos veículos elétricos

Na cidade de Shenzhen, no sul da China, as restrições do governo ao número de carros a gasolina vendidos a cada ano significam que o consumidor precisa entrar em uma loteria ou leilão para poder comprar um veículo a gasolina. No entanto, com a licença verde do veículo elétrico não há necessidade de se enfrentar essa fila. Shenzhen se tornou a capital do sonho elétrico chinês. Em 2017, tornou-se a primeira cidade do mundo a introduzir uma frota de ônibus elétricos. Um ano depois, o governo lançou um plano para substituir os táxis da cidade por carros elétricos. Além disso, em quase todos os edifícios residenciais, existem duas unidades de carregamento. (BBC – 27.03.2020)

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7 Reino Unido isenta imposto para empresas que adquirirem VEs

Os novos regulamentos do Reino Unido que entraram em vigor nesta semana garantirão que qualquer empresa que compre VEs não pagará qualquer imposto sobre Benefícios em Espécie (BiK) pelos próximos 12 meses e só aumentará para 1% em 2021. Em comparação, alguns carros poluentes convencionais podem ter taxas de BiK de até 37%. Poppy Welch, chefe da Go Ultra Low, disse esperar que o benefício incentive outras opções de VE a serem introduzidas nas frotas. A executiva-chefe da Octopus Electric Vehicles, Fiona Howarth, disse que no orçamento deste ano, o governo cimentou seu apoio aos veículos elétricos, com incentivos e benefícios até 2025; fornecendo financiamento adicional para subsídios de veículos plug-in, subsídios de cobrança para residências e locais de trabalho e 500 milhões de libras para investimento em cobrança rápida. (Edie – 06.04.2020)

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8 UVE Portugal: Crise mundial criou oportunidade para os veículos elétricos avançarem no longo prazo

A Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos (UVE), de Portugal, considera que a crise atual com o COVID-19 é uma oportunidade histórica para se avançar decisivamente para a eletrificação de todo o tipo de transportes, cumprindo os compromissos internacionais firmados pelo país e acelerar políticas nacionais. O brusco e nunca visto abrandamento das atividades humanas, teve como consequência uma redução imediata das emissões de gases tóxicos, especialmente visível nas grandes cidades e áreas metropolitanas. Nesse contexto, a UVE destaca como necessário acelerar a eletrificação dos transportes públicos nas grandes cidades,?avançar na eletrificação das frotas empresariais, promover o transporte ferroviário eletrificado como alternativa ao transporte aéreo e apoiar e incentivar a eletrificação do transporte particular, individual ou coletivo. A UVE considera ainda que qualquer moratória que venha a ser aplicada nas regras de emissões do CAFE – Clean Air For Europe ou ajuda financeira por parte, quer dos respetivos governos nacionais, quer da própria União Europeia, “deverá ser sempre acompanhada de exigências aos fabricantes que vendam no espaço europeu, de acelerarem os planos de eletrificação dos seus veículos, com prazos bem definidos e mais curtos do que os previstos antes da atual crise que atravessamos. (Motot24 – 11.04.2020)


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9 Em Portugal, mais de 600 empresas já se candidataram a “incentivos verdes” do governo

O Governo de Portugal estimava, para 2020, 300 incentivos às empresas para a aquisição de veículos leves 100% elétricos no âmbito do Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente. Já em outubro do ano passado, João Matos Fernandes, Ministro do Ambiente, defendia o aumento dos incentivos. Assim, foram fixados nos 600 mil euros os incentivos para pessoas coletivas, sendo que serão atribuídos dois mil euros por incentivo. À data, são exatamente 603 empresas e instituições as que já se candidataram à atribuição de fundos para a compra de veículos leves de passeio. Para os comerciais leves 100% elétricos, o governo fixou os incentivos nos 3 mil euros por viatura. Cada empresa ou instituição candidata tem direito a um máximo de quatro incentivos, quer se trate de veículos leves de passeio ou comerciais. Os veículos só beneficiarão deste incentivo caso o seu preço não ultrapasse os 62.500 euros. E é também imputada às empresas a responsabilidade de manterem os veículos por um período mínimo de 24 meses. (Fleet Magazine – 06.04.2020)

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Inovação e Tecnologia

1 Estande da Volkswagen no Salão de Genebra abre para visitas virtuais

Previsto para março, o Salão de Genebra foi cancelado por causa da propagação da covid-19. Para contornar o problema, a Volkswagen disponibilizou uma visita online ao seu estande no Salão. O principal foco deste evento da Volkswagen são os lançamentos, como o elétrico ID. 3, o novo híbrido R e a mais recente geração do Golf. Os visitantes podem ter a experiência de um tour 360 graus, passando pelos novos modelos da marca. (O Estado de São Paulo – 08.04.2020)

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2 Electrify America e Kia Motors America oferecem plano de carregamento rápido DC para proprietários do Kia Niro

A Electrify America anunciou um acordo com a Kia Motors America para oferecer o Kia Select, um novo programa de carregamento com preços otimizados para o modelo de veículo elétrico Kia Niro na rede de carregamento rápido de corrente contínua (DC) da Electrify America. O programa Kia Select oferece uma taxa fixa de carregamento de 35 centavos de dólar por minuto para os atuais drivers Kia Niro, projetados especificamente para as características únicas de carregamento DC do modelo. Os motoristas também podem usar o aplicativo para localizar as estações de carregamento da Electrify America, iniciar uma sessão de cobrança e efetuar o pagamento usando seu cartão de crédito ou débito inserido durante o processo de registro. O programa Kia Select já está disponível nos Estados Unidos para todos os proprietários e arrendatários do Niro EV de 2019 e 2020. (Green Car Congress – 09.04.2020)

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3 VW Components cria joint venture para produzir carregador de carro elétrico na China

A Volkswagen Components e a startup Shanghai Du-Power New Energy assinaram em Suzhou, na China, um acordo de criação de uma joint venture para a produção de estações flexíveis de recarga rápida para veículos elétricos no país. Com dimensões compactas, a estação de carregamento rápido pode ser instalada em praticamente qualquer lugar. Quando conectada à rede de baixa tensão, a estação se torna um ponto de carregamento permanente sem o custo e o esforço adicionais necessários que uma estação de carregamento rápido fixo exige. A bateria embutida pode armazenar energia, o que significa que pode ser desconectada da rede, o que diminui a tensão na rede elétrica, principalmente nos horários de pico. Para garantir seu uso de forma sustentável, a estação também foi projetada para usar baterias antigas de veículos elétricos que podem ser usadas como acumuladores de energia. (Automotive Business – 08.04.2020)

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4 Futuros sistemas de bateria para a Mercedes-Benz

Dr. Andreas Hintennach, responsável pela pesquisa de células de bateria da Daimler, afirma que a marca trabalha constantemente em inovação e alternativas além dos íons de lítio – principalmente quanto à densidade de energia e tempo de carregamento, mas também à sustentabilidade, sempre dando prioridade à segurança. A bateria de estado sólido, que será usada no Mercedes-Benz eCitaro na segunda metade de 2020, tem um ciclo de vida muito longo e não inclui cobalto, níquel ou manganês. No entanto, a densidade de energia é menor, o que o torna relativamente grande e lento para carregar. O enxofre-lítio é uma alternativa possível. Substituir o níquel e o cobalto das baterias de hoje por enxofre aumentaria significativamente a sustentabilidade. A densidade de energia também tem muito potencial, mas a vida útil ainda não é longa o suficiente e levará um tempo até que haja um avanço nessa área. (Automonitor – 09.04.2020)

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5 Enovix trabalha para desenvolver tecnologia de íons de lítio e silício 3D para o mercado de VE

A Enovix Corporation garantiu US$ 45 milhões em novos fundos para produzir e comercializar uma bateria de íons de lítio que incorpora um ânodo de silício 100% ativo usando uma arquitetura de célula 3D patenteada para aumentar a densidade de energia e manter a vida útil do ciclo. A Enovix utilizará a maior parte dos fundos para concluir sua instalação de produção de baterias de alto volume em Fremont, Califórnia. Espera-se que a instalação produza baterias para entrega no final de 2020 e atinja uma taxa de execução de 8 milhões de unidades por ano, à medida que aumenta em 2021 e 2022. A Enovix está agora trabalhando com os principais fabricantes de automóveis internacionais para desenvolver sua tecnologia de bateria patenteada para o mercado de VEs. O P&D inicial indica que as células podem atingir densidade de energia gravimétrica superior a 340 Wh/kg a um custo equivalente ou abaixo das previsões atuais da indústria. A Enovix espera abastecer o mercado de veículos elétricos dentro de 5 anos. (Green Car Congress – 06.04.2020)

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6 Karma Automotive nos estágios finais de desenvolvimento de inversores de 400V E 800V

A Karma Automotive entrou no estágio final de desenvolvimento de dois novos inversores de carboneto de silício (SiC) para aprimorar o carregamento da mobilidade elétrica. Eles são projetados internamente pela equipe Powertrain Power Electronics da Karma, em colaboração com o Laboratório de Sistemas Eletrônicos de Potência da Universidade do Arkansas (PESLA). Os inversores serão usados nos futuros veículos Karma e nos parceiros da empresa. Esse projeto de arquitetura flexível em um sistema de 400V pode ser personalizado para caber em várias plataformas de veículos e está disponível em níveis de potência de 800V. Os novos inversores também serão compatíveis com uma variedade de indústrias, incluindo aplicações automotivas, aeronaves, trens, agricultura e aplicações industriais. O desenvolvimento dessa tecnologia chega em um momento importante para a empresa, que na semana passada anunciou sua iniciativa E-Flex Platform, uma série de plataformas altamente versáteis que oferecerão novas soluções de mobilidade de veículos elétrico. (Green Car Congress – 07.04.2020)

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7 Magenta e Hindustan Petroleum tentam converter lâmpadas de rua em carregadores de VEs

Maxson Lewis, cofundador e diretor-gerente da Magenta Power, afirma que a empresa, uma das primeiras do setor privado no cenário da infraestrutura de carregamento de veículos elétricos, juntou-se à empresa de marketing estatal Hindustan Petroleum Corporation para desenvolver uma solução para converter lâmpadas de rua em carregadores de veículos elétricos. Em vez de estacionar o carro próximo a uma estação de carregamento, as estações de carregamento estão sendo levadas para o local do carro, disse Lewis. (Inc42 – 02.04.2020)

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Indústria Automobilística

1 Elétrico no Brasil entre os mais caros do mundo

Uma pesquisa da Compare the Market avaliou quanto custa um carro elétrico em 49 países. Ela aferiu que o Brasil é um dos mais caros. Para determinar o resultado, a empresa usou como base o preço de um Nissan Leaf, que começou a ser entregue no Brasil no ano passado, em cada um dos países analisados. No Brasil, segundo a pesquisa, o carro da Nissan custa 195 mil reais, pouco mais de 45 mil dólares. O País se posiciona na 43º posição em um ranking de 49 países. A vizinha argentina também amarga uma colocação ruim: 47º, com preço de $61.600. Espanha é o mais barato; Singapura o mais caro. (O Estado de São Paulo – 03.04.2020)

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2 Canada’s National Observer: especialistas defendem que o golpe no setor de veículos elétricos impacta apenas a curto prazo

David Hart, professor de política de tecnologia, ciência e inovação da Universidade George Mason, acredita que o golpe no setor de VE será temporário. Ele identifica que a tendência de longo prazo em relação aos veículos elétricos é bastante forte. Ainda segundo o professor, a China, em particular, está bem posicionada, citando os fortes incentivos para reduzir a poluição do ar local e as políticas industriais nacionais. Colin McKerracher, chefe de transporte avançado da BloombergNEF concordou, salientando que o governo chinês desempenhou um grande papel no crescimento de seu setor de trânsito elétrico, estabelecendo cotas de produção e comprando frotas maciças de táxis e ônibus elétricos fabricados na China para atender suas cidades, tendências que ele não espera mudar tão cedo. A União Europeia também entra nesse contexto já que começou a introduzir novas metas de emissões para as montadoras em toda a frota. Os Estados Unidos ainda geram incertezas devido ao futuro governo que será eleito. (Canada’s National Observer – 27.03.2020)

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3 Wood Mackenzie: vendas de veículos elétricos devem cair 43% no ano

As vendas globais de veículos elétricos devem cair 43% neste ano em comparação com o resultado de 2019. A estimativa é da consultoria Wood Mackenzie que projeta a aquisição de 1,3 milhão de unidades até o final do ano ante os 2,2 milhões do período anterior. Entre os motivos apontados estão o surto de coronavírus, possíveis atrasos na compra da frota devido ao menor preço do petróleo e uma abordagem de compra e venda de novos modelos. A China alcançará a demanda de 2019 um mês antes neste ano, em novembro. Na Europa a expectativa é de estabilidade. Contudo, a previsão é de queda nos Estados Unidos, na ordem de 30%. (Agência CanalEnergia – 09.04.2020)

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4 GlobalData: COVID-19 e as vendas de veículos elétricos

A pesquisa da GlobalData mostra que preços mais baixos do petróleo como resultado da crise do COVID-19 podem reduzir a demanda de veículos elétricos e prejudicar os esforços da UE para reduzir significativamente as emissões médias de CO2 de veículos novos no mercado europeu de automóveis. Os VEs normalmente custam mais do que um veículo equivalente de motor de combustão interna (ICE), mas seus custos operacionais mais baixos reduzem esse diferencial de preço ao longo do tempo e, a longo prazo, acabam custando menos do que os seus equivalentes de ICE. No entanto, o tempo necessário para compensar esse diferencial de preço depende do custo do combustível. Preços mais altos nas bombas significam que os VEs compõem seu custo extra de compra mais cedo, enquanto os preços mais baixos dos combustíveis fazem com que os carros ICE permaneçam mais baratos que os VEs por mais tempo. (Green Car Congress – 08.04.2020)

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5 O mercado de veículos elétricos e as montadoras chinesas

Em menos de uma década, o novo mercado de veículos elétricos da China se tornou o maior do mundo. Em 2018, mais de um milhão de veículos elétricos foram vendidos na China, mais de três vezes o número vendido nos EUA. Pequim investiu cerca de US $ 50 bilhões (43 bilhões de libras) no setor. Nesse sentido, nos últimos três anos, o número de fabricantes de veículos elétricos chineses triplicou, com mais de 400 registrados em todo o país. Agora, com o novo coronavírus, os fabricantes foram forçados a interromper as linhas de produção e fechar as concessionárias, numa tentativa de impedir a propagação do vírus. O mercado automobilístico da China já estava sofrendo com uma grande queda na demanda em 2019, com a queda de incentivos para compradores. Em 2020, nenhuma montadora ficou imune aos efeitos do coronavírus. De acordo com Scott Kennedy, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, isso inclui todos, desde as joint ventures mais antigas que produzem SUVs com motores de combustão até os mais inovadores iniciantes que estão conectados veículos elétricos. Destacou assim o papel do governo no gerenciamento dessa crise. (BBC – 27.03.2020)

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6 Registros de VEs no Reino Unido aumentaram 158% de 2018 para 2019

De acordo com a Sociedade de Fabricantes e Comerciantes de Automóveis (SMMT), os registros de veículos totalmente elétricos no Reino Unido aumentaram 158% de 2018 para 2019, de 880 em julho de 2018 para 2.271 em julho de 2019. Os registros de veículos elétricos híbridos também aumentaram 34,2% no mesmo período, enquanto houve um aumento impressionante de 331% nos registros de veículos elétricos híbridos leves a diesel. Os registros de veículos elétricos híbridos plugáveis (PHEV), no entanto, caíram 49,6% em relação ao ano anterior. A redução ocorreu depois que o Departamento de Transporte (DfT) alterou os requisitos e fez cortes nos incentivos do programa Concessão de Carro Plug-In no outono passado, limitando sua concessão para compradores de veículos elétricos em até 1.000 libras por cliente, ao mesmo tempo em que removia alguns modelos híbridos-elétricos plug-in do esquema. (Edie – 06.04.2020)

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7 Em Portugal, veículos eletrificados assumem 5,2% do mercado de veículos leves

Com março a refletir já os efeitos do Covid-19 em Portugal, no final do 1º trimestre de 2020, no que respeita aos veículos leves eletrificados, os 2.713 registros assumem 5,2% do mercado de veículos leves, enquanto os híbridos “plug-in” com motor a gasolina ou a gasóleo representam 4,1%. No que respeito a veículos 100% elétricos, as marcas automóveis com maior volume de unidades deste tipo em março de 2020, segundo as tabelas da ACAP/Autoinforma foram a Tesla, com 544 unidades; a Renault, com 111 unidades; a Mini, com 59 unidades; e Opel e Hyundai, com 45 unidades cada. Já quanto a modelos híbridos “plug-in”: Mercedes-Benz: 219 unidades (a única com oferta PHEV associada a motor diesel ou a gasolina); BMW: 173 unidades; Volvo: 73 unidades; DS: 28 unidades; Mitsubishi: 23 unidades. (Fleet Magazine – 06.04.2020)

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8 Na Noruega 75% dos veículos vendidos são elétricos plug-in

Os veículos plug-in representaram mais de 75% das vendas de veículos na Noruega em março. Do restante da participação no trimestre, os híbridos convencionais ficaram com 7,1%, o diesel 10% e a gasolina 7,7%. Somente os BEVs representaram 55,9% do mercado total de automóveis. O volume geral de vendas de veículos em março caiu 32,2% em relação a março de 2019. Entretanto, os veículos elétricos tiveram um desempenho muito melhor do que os veículos a combustão, caindo apenas 26,7%. Os modelos totalmente elétricos favoritos em março de 2020 incluíram o Audi e-tron, o Tesla Model 3, o venerável VW e-Golf, o Nissan LEAF e o Hyundai Kona. (Clean Technica – 02.04.2020)

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9 África do Sul e o estado atual dos veículos elétricos

Em um novo relatório State of Electric Vehicles na África do Sul, o uYilo eMobility Program aborda que qualidade do ar, manufatura, importações, infraestrutura de cobrança e política governamental são as principais áreas focais de veículos elétricos na África do Sul. As condições atuais de importação não favorecem VEs e a África do Sul não fabrica esses veículos para atender ao mercado. Os veículos a gasolina e diesel da UE têm um direito aduaneiro de 18%, enquanto para veículos elétricos é de 25%. Por sua vez, a rede de carregamento no país está crescendo. Atualmente existem cerca de 214 carregadores públicos listados na plataforma comunitária PlugShare que fornecem tempos de carregamento de 25 minutos a 6 horas, dependendo da localização, capacidade de energia e tamanho da bateria. (ESI Africa – 06.04.2020)

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10 Apesar de esforços, na Índia, os VEs ainda possuem pouca participação no mercado total de automóveis

Para reduzir a poluição do ar e aderir ao acordo de Paris de 2015, a Índia tomou várias medidas proativas para catalisar a adoção de VEs entre o público em geral. As startups de VE levantaram um financiamento combinado de US$ 601 milhões entre 2014 e 2019. A entrada de capital em VEs indianos aumentou 3,2x entre 2018 e 2019. Apesar de tanta proatividade e especulações, o estado atual do mercado de VE na Índia é relativamente incipiente em escala global. A indisponibilidade de infraestrutura inadequada de cobrança, ansiedade de alcance, preço de compra e prontidão técnica do público indiano continuam sendo os principais obstáculos para a adoção do VE por uma massa crítica no país. As vendas desses veículos tiveram apenas 2,9% de penetração no mercado total de automóveis do país em 2019. (Inc42 – 06.04.2020)

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11 Novo presidente da Kia na Europa impulsionará o avanço dos veículos elétricos

A Kia nomeou Won-Jeong Jeong como presidente de suas operações na Europa. Em seu novo cargo, Jeong supervisionará o lançamento da nova identidade de marca da Kia na Europa, que visa aumentar a percepção da montadora como líder em eletrificação, particularmente entre os consumidores da geração Y e da geração Z, informou a marca em um comunicado à imprensa. A Kia planeja vender 11 veículos totalmente elétricos globalmente até o final de 2025. O COO Emilio Herrera disse em entrevista à Automotive News Europe que a gama europeia incluirá 7 veículos totalmente elétricos até 2022. As vendas de veículos da Kia na União Europeia aumentaram 2%, para 493.899 no ano passado, para uma participação de mercado de 3,2%, segundo dados da associação industrial ACEA. (Automotive News Europe – 03.04.2020)

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Meio Ambiente

1 Demanda por painéis solares pode aumentar com a demanda por VEs

Com seus preços caindo, muitos especialistas do setor acreditam que a demanda por estações de carregamento solares no telhado deve aumentar em breve com o aumento do número de VEs, servindo como uma fonte alternativa de energia e utilizada para atender ao excesso de demanda por eletricidade. Mais importante ainda, o consumo de eletricidade pelas estações de carregamento de VE precisa ser autossustentado, a fim de garantir a melhor utilização da eletricidade baseada em energia solar. Entretanto, a disponibilidade de espaço continua sendo um grande desafio, alerta Jitendra Nalwaya, vice-presidente da BSES Rajdhani Power. Se você olhar para lugares como Delhi e Jaipur, encontrar espaço é realmente um problema. O único caminho a seguir, disse ele, é otimizar a infraestrutura juntamente com as atividades do DSM. (Inc42 – 02.04.2020)

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2 O setor de transportes do Reino Unido como o principal emissor de dióxido de carbono

No Reino Unido, o setor de transportes superou a indústria de energia como o setor com maior intensidade de carbono em 2016 e viu suas emissões aumentarem 2% no ano passado, com a principal fonte de emissões derivada do uso de gasolina e diesel. A resposta do governo tem sido a estratégia de transporte Road to Zero. No entanto, isso foi criticado por grupos verdes e pelo próprio órgão climático do governo por não confirmar o apoio financeiro a clientes domésticos e empresariais que desejam comprar VEs após 2020, investir em infraestrutura de carregamento de VE e atualizações de sistema de energia associadas ou exigir que as montadoras definam metas climáticas de longo prazo. De acordo com dados registrados pela Sociedade de Fabricantes e Comerciantes de Automóveis (SMMT), quase três vezes mais carros elétricos foram registrados no Reino Unido em julho de 2019 do que em julho de 2018. (Edie – 06.04.2020)

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Artigos e Estudos

1 Relatório Data Bridge: Mercado das estações de carregamento de veículos elétricos

Um relatório de mercado das estações de carregamento de veículos elétricos foi publicado pela Data Bridge. O escopo deste se estende dos cenários de mercado aos preços comparativos entre os principais players, custo e lucro das regiões de mercado especificadas. O objetivo é fornecer uma análise detalhada da indústria de TIC e seu impacto com base em aplicações e em diferentes regiões geográficas. Este estudo de mercado das estações de carregamento de veículos elétricos consiste em uma análise de atratividade de mercado, na qual cada segmento é comparado com base em seu tamanho, taxa de crescimento e atratividade geral. Dentre as análises qualitativas, é realizada uma investigação das cinco forças, que ajuda as organizações a entender os fatores que afetam a lucratividade em um setor específico ao analisar: poder do fornecedor; poder do comprador; rivalidade competitiva; ameaça de substituição; e ameaça de novas entradas. (Germany English News – 06.04.2020)

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2 Veículos elétricos responderão pela capacidade de carga mais significativa na Índia

Com a eletrificação da mobilidade acontecendo em um ritmo acelerado em toda a Índia, muitos especialistas do setor acreditam que o mercado doméstico deve se expandir para um nível totalmente novo nos próximos 1-2 anos. De acordo com o relatório de política energética do NITI Aayog, a demanda de energia da Índia deve dobrar até 2040 e a de eletricidade triplicar. Um relatório da Brookings Institution India mostra que os VEs responderão pela capacidade de carga mais significativa do país, maior em comparação a indústrias como o aço. A demanda total de eletricidade por VEs pode variar entre 37 e 97 TWh, com uma penetração de 33% e 100% nas vendas até 2030. Jitendra Nalwaya, vice-presidente da BSES Rajdhani Power, acredita que a Índia terá 3-5% da demanda total de eletricidade. Portanto, é necessário implementar atividades de gerenciamento do lado da demanda (DSM) ou tempo de uso (ToU) para essas situações, explicou Nalwaya. (Inc42 – 02.04.2020)

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3 Disponibilidade de energia preocupa fabricantes de estações de recarga de VEs na Índia

De acordo com vários fabricantes de estações de carregamento com os quais a Inc42 falou, o setor ainda está em estágio inicial e o governo precisa se concentrar na disponibilidade de energia para equipará-la aos requisitos reais de carga. As autoridades também devem manter o custo sob controle em termos de localização de carregadores, considerando que a infraestrutura desempenha um papel central no incentivo à adoção de VEs no país, além de atenuar as preocupações sobre o alcance entre os novos consumidores. Varun Chaturvedi, fundador e CEO da fornecedora de soluções de carregamento Tvesas Electric Solutions (Volttic), disse que as empresas de distribuição precisam fornecer conexões de eletricidade a um ritmo mais rápido e reduzir os custos de instalação. A Volttic instalou mais de 55 estações de carregamento de veículos elétricos em toda a Índia e, até 2025, a empresa planeja instalar o número para mais de 600, começando pelas principais cidades. (Inc42 – 02.04.2020)

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4 Relatório analisa desenvolvimento global de carregamento rápido de alta tensão para veículos elétricos

Um novo relatório publicado pela Ricardo (consultoria global em engenharia e meio ambiente, especializada nos setores de transporte, energia e recursos escassos) destaca o cenário em rápida mudança para veículos elétricos de carregamento rápido e as implicações para fabricantes de veículos, cadeias de suprimentos, fornecedores de infraestrutura de carregamento e fabricantes de equipamentos. O relatório mostra como os fabricantes de automóveis e fornecedores de infraestrutura nos EUA, China e Europa estão respondendo às necessidades dos consumidores e como as tecnologias, os padrões e os sistemas de trem de força elétrico precisarão ser desenvolvidos para atender a essas necessidades. A indústria automotiva está se movendo em direção a capacidades de bateria maiores, com faixas de direção mais longas e tempos de carregamento mais rápidos. O relatório fornece informações sobre as especificações atuais e futuras dos veículos elétricos. Também são abordadas as implicações técnicas mais amplas do carregamento de alta tensão na infraestrutura, vida útil da bateria, química da bateria e arquitetura elétrica do veículo. (Green Car Congress – 06.04.2020)

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5 Carros elétricos: mais seguros que carros a combustão

O site Auto Monitor apontou algumas vantagens de segurança ao possuir um carro elétrico: esses veículos não possuem combustível; existem standards específicos para o derrame químico das baterias, para a segurança em caso de colisão e isolamento do chassis ao sistema de alta voltagem, para evitar um choque elétrico; os carros elétricos tendem a ter um centro gravitacional mais baixo do que os veículos de combustão, o que minimiza o risco de despiste; vários estudos estão sendo feitos para fazer com que os elétricos emitam som audível a baixas velocidades; veículos 100% elétricos e híbridos requerem uma manutenção regular mínima aos sistemas elétricos; os carros elétricos são equipados com baterias avançadas projetadas para um tempo de vida longo, o que representa um bom horizonte em termos de segurança e garantia de que não ficará apeado de forma completamente imprevisível. (Automonitor – 07.04.2020)

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Equipe de Pesquisa UFRJ
Editor: Prof. Nivalde J. de Castro (nivalde@ufrj.br)
Subeditores: Diogo Salles e Fabiano Lacombe
Pesquisadores: Lara Moscon e Luiza Masseno
Assistente de pesquisa: Sérgio Silva

As notícias divulgadas no IFE não refletem necessariamente os pontos da UFRJ. As informações que apresentam como fonte UFRJ são de responsabilidade da equipe de pesquisa sobre o Setor Elétrico, vinculada ao NUCA do Instituto de Economia da UFRJ.

Para contato: ifes@race.nuca.ie.ufrj.br

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